Bons vinhos

É quase impossível falar da França e se esquecer dos majestosos vinhos franceses.

São os mais produzidos do mundo. E são consumidos sempre acompanhando uma refeição, principalmente com amigos e família.

Ao que tudo indica, os primeiros vinhedos foram feitos em Bordeaux, mas hoje em dia os mais conhecidos são produzidos na região da Borgonha, não tão distante de Paris e Lyon. Essa região recebe turistas de todo o mundo e um dos seus aspectos positivos é o bom vinho apreciado por lá.

Conheça agora alguns dos mais famosos vinhos da França:

Médoc: vinhos tintos, das margens do Rio Gironde, ao norte de Bordeaux

Margaux; vinhos tintos também, porém moderadamente encorpados

Chablis: um dos vinhos brancos franceses mais famosos

Saint Emilion: é um dos principais vinhos tintos e um dos mais famosos da região de Bordeaux

Nuits-Saint-Georges: vinho tinto com aroma de cereja, cassis e truffe.

Obviamente aqui só estão poucos dos mais conhecidos vinhos produzidos na magnífica França.

 

Alimentos típicos da França

Todos sabem que a culinária francesa é uma das mais riquíssimas que existem e dizer isso talvez seja relativo, já que cada pessoa tem um gosto diferente. Porém essa afirmação significa dizer que os restaurantes presentes na França são sem dúvida, dos mais renomados estabelecimentos com dotes culinários que há. Conheça alguns alimentos típicos de lá:

Fonte: http://www.getninjas.com.br

Croissant

croissant

Esse já é querido pelos brasileiros, sua massa era inicialmente feita como a de pão comum e ao longo do tempo foi modificada. A massa folhada como conhecemos foi aprimorada pelos padeiros de Paris, no início do século 20.

Petit Gâteau

Petit_Gateau

Outro prato bem conhecido e delicioso! A receita original é composta por um bolo de chocolate mal passado e com interior cremoso, acompanhado de uma bola de sorvete de baunilha. Aqui no Brasil já podemos encontrar várias versões dessa receita. Veja como preparar um delicioso petit gâteau.

Macarons

macarons

O prato foi na realidade introduzido na França pela Catarina di Médici, uma rainha italiana. Mas as freiras de Nancy descobriram a receita secreta e passaram a produzi-la, tornando a cidade um local famoso pelos primeiro macarons franceses. O prato foi incrementado, no século XX, com deliciosos recheios, deixando-os do jeito que conhemos hoje. O prato é super requisitado em eventos aqui no Brasil, com várias cores.

Madeleine com especiarias

madeleine

Um bolinho amanteigado em formato de concha. É um dos doces mais tradicionais da cozinha francesa e ficou eternizado na obra do escrito Marcel Proust, “Em busca do tempo perdido”, na qual ele descreve as lembranças despertadas pelas ‘madalenas’, como também é conhecida.

Ratatouille

ratatouille

É um receita típica da região de Província, na França. O nome significa picar ou triturar. Um prato a base de legumes, não pode faltar beringela nem tomate. Para quem não conhecia o prato, provavelmente passou a conhecer depois do filme do ratinho cozinheiro, intitulado com o nome do prato típico francês, Ratatouille.

Cassoulet

CASSOULET

Típico das cidades de Carcassone, Castelnaudary e Toulouse. É um clássico da culinária francesa e teria nascido durante a guerra dos Cem Anos, como um cozido feito com todos os ingredientes disponíveis, análogo a nossa feijoada. É um prato ideal para o inverso, preparado com feijões brancos, frango e variedades de carne de porco.

Profiterole

profiteroles

 

Uma deliciosa sobremesa feita de massa açucarada recheada com cremes, sorvetes ou caldas. É um doce bastante popular na França, e teria sido criado por um chef italiano, atendendo a um pedido de Catarina de Médicis.

Croque monsieur

croque-monsieur

É um lanche preparado com pão de forma, queijo gruyère, manteiga e molho branco bechamel. O prato nasceu em Paris, no início do século 19. E que tal um Croque Monsieur para o lanche da tarde?

Quiche lorraine

quiche-lorraine

Um prato tradicional da região da Alsácia. Tem como recheio uma mistura de bacon, creme de leite, manteira e noz-moscada.

Coq au vin

Coq-Au-Vin

Uma receita que já possui séculos de existência. Segundo consta, foi criado para o imperado romano, Julio César, ao conquistar a região da Gália. A receita original era preparada com galos em idade avançada e o vinho para amaciar a carne. Hoje em dia, pode ser feito com frango ou galinha caipira, é cozinhado com bacon, cebora, alho, vinho tinto, cogumelos, salsa, entre outros ingredientes.

Esses alimentos são muito conhecidos em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil.

Igreja da Inglaterra instala campo de golfe dentro do templo

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Rochester Cathedral vista por fora

Para atrair mais visitantes, a segunda catedral mais antiga da Inglaterra instalou um campo de minigolfe dentro da igreja e isso tem desagradado muitos os fiéis da Catedral de Rochester.

O campo de golfe foi montado para este verão (até 1º de setembro) com o objetivo de “incentivar os jovens a aprender mais sobre a engenharia por trás das pontes”, segundo o reverendo Rachel Philips, porta-voz da igreja, “por mais de 1.400 anos, a Catedral de Rochester tem sido um centro de aprendizado para a comunidade”.

fonte: https://www.gospelprime.com.br/igreja-historica-instala-campo-de-minigolfe-dentro-do-templo-e-gera-polemica-na-inglaterra/

Recurso exclusivo dos Pixel Buds, tradução simultânea é liberada para fones de ouvido concorrentes

 

Lançados há pouco mais de um ano, os Pixel Buds – o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Google, chegaram ao mercado trazendo novidades surpreendentes: além de ter suporte ao Google Assistente, os novos fones traziam um módulo de tradução simultânea do Google Tradutor, permitindo, pelo menos no papel, que o usuário pudesse ter uma conversa mais fluída com alguém que não falasse a sua língua.

Após a chegada da novidade ao mercado, outras marcas como LG, Bose, Sony e JBL também fizeram as suas aparições e lançaram fones com Google Assistente, mas sem a presença do módulo de tradução, deixando a função exclusiva ao produto do Google.

No entanto, segundo novas informações encontradas na página dos fones, no próprio site do Google, a gigante de buscas pode estar prestes a abrir mão da exclusividade. Com suporte a mais de 40 línguas, ao que parece o recurso poderá ser visto em breve em fones de outras marcas.

Antes descrita como “O Google Tradutor no Google Pixel Buds só está disponível em telefones Pixel”, a seção de compatibilidade recebeu algumas mudanças e agora tem a seguinte descrição: “O Google Tradutor está disponível em todos os fones de ouvido otimizados para o Assistente e telefones Android”.

Ou seja, apesar da compatibilidade do recurso continuar restrita a aparelhos com Android superior ao Marshmallow 6.0, ela já está, ou ficará em breve, disponível para todos os dispositivos que possuem suporte ao Google Assistente. Com isso, se você tem algum fone com esse suporte, pode agendar a sua próxima viagem para o exterior e testar o novo recurso.

fonte: https://www.tudocelular.com/software/noticias/n131838/pixel-buds-traducao-simultanea-fones-de-ouvido.html

Aula de Francês #01 | Francês Básico

Assista este vídeo que te mostra uma aula de francês básico. (obrigado, Canal Flavia Penereiro).

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Disney anuncia expansão do parque em Paris

Disneyland francesa ganhará três novas áreas temáticas inspiradas nos heróis da Marvel, na animação “Frozen” e na saga Star Wars. Projeto de ampliação, com início previsto para 2021, terá custo de 2 bilhões de euros.

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (27/02) que planeja investir 2 bilhões de euros na expansão da Disneyland Paris, na França. O projeto de ampliação do parque, com início previsto para 2021, inclui três novas áreas, inspiradas nos heróis da Marvel e nos filmes Frozen e Star Wars.

O anúncio foi feito após uma reunião entre o presidente da França, Emmanuel Macron, e o CEO da Disney, Robert Iger, no Palácio do Eliseu, na capital francesa.

Em comunicado, a empresa americana descreveu o projeto como “um dos mais ambiciosos” da história do parque parisiense desde sua inauguração, há mais de 25 anos.

“A ampliação vai incorporar personagens emblemáticos e histórias incomparáveis para criar novos mundos, atrações e entretenimento, que vão melhorar ainda mais a experiência dos visitantes e impulsionar novas oportunidades para o turismo desta dinâmica região”, disse Iger na nota.

Macron, por sua vez, agradeceu ao CEO pelo “investimento a longo prazo e o forte comprometimento” da Walt Disney Company com o país europeu. “Sua confiança mostra que a França está de volta”, escreveu o presidente francês no Twitter.

Além das novas áreas temáticas, o projeto bilionário inclui ainda a construção de um lago artificial, que concentrará espetáculos de entretenimento ao vivo e ligará cada um dos novos espaços. A expansão deve ser lançada em fases e ainda não tem previsão para ser concluída.

Segundo a empresa, a Disneyland Paris é o principal destino turístico europeu, tendo recebido mais de 320 milhões de visitantes desde sua abertura, em 1992. Ela conta atualmente com dois parques temáticos, sete hotéis e uma área de lazer, a Disney Village, de 30 mil metros quadrados.

O parque corresponde a 6,2% da receita da França com turismo, segundo estatísticas oficiais divulgadas pela empresa, além de empregar 16 mil pessoas de aproximadamente 100 nacionalidades.

Fonte: http://www.dw.com/pt-br/disney-anuncia-expans%C3%A3o-do-parque-em-paris/a-42763456

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Quer ser intérprete de conferência? Perguntas frequentes

P: O que faz um intérprete de conferência?

Dito de forma sucinta, os intérpretes de conferência tornam possível a comunicação multilíngue.

Aprendem a saber ouvir de forma ativa o que é dito na língua de origem, por ex:

  • A compreender a mensagem na íntegra
  • No contexto em que é proferida
  • Qualquer que seja o tema versado.

São capazes de transpor para a língua (de destino) o que está a ser dito, respeitando o significado original, o tom, a intenção e o estilo do orador.

P: O que é preciso para se tornar intérprete de conferência?

Personalidade, formação e integridade profissional.

Quem desejar formar-se como intérprete deverá ter uma aptidão inequívoca para tal, uma grande curiosidade intelectual e nervos de aço. É evidente que excelentes competências linguísticas e uma sólida cultura geral são requisitos fundamentais.

Um futuro intérprete deve poder compreender e processar rapidamente a informação que lhe chega, ter um grande poder de concentração, saber reagir pronta e serenamente a uma mudança de situação, possuir uma boa resistência física e nervos sólidos, uma voz agradável e saber falar em público. Um intérprete potencial deve saber associar à curiosidade intelectual, tacto e bom senso.

Uma vez atestadas estas capacidades é necessária uma formação especializada nos métodos e técnicas da interpretação de conferência.

E por fim, um intérprete deve ser dum grande rigor intelectual. Para um intérprete de conferência a integridade profissional tem regras muito claras que regem a profissão (segredo profissional, normas profissionais, etc.).

Estas normas são necessárias para:

  • Garantir a qualidade do seu desempenho
  • Proteger a sua saúde e gozar duma longa vida activa
  • Ser reconhecido pelos seus pares
  • E inspirar e manter a confiança dos seus clientes.

P: Quais são as principais diferenças entre intérpretes e tradutores?

Os tradutores trabalham com a palavra escrita. Têm pouco contacto com o autor do texto e com o leitor mas dispõem de mais tempo para apresentarem o seu trabalho. Juz lhes seja feito, a sua produção permanece no tempo. Pode ser alvo de publicação, lida e relida, utilizada e reutilizada e pode até tornar-se uma referência.

Os intérpretes trabalham a oralidade e precisam de transmitir o significado, da melhor forma possível, no momento. Estão em pleno processo de comunicação que é dirigido a um público presente e/ou ouvinte.

P: Os intérpretes repetem palavras como os papagaios?

Interpretar significa compreender o significado que o orador quer dar no contexto daquele encontro e comunicar essa mensagem aos ouvintes tendo em conta as diferenças culturais e linguísticas. Qualquer tradução literal (palavra a palavra) produz maus resultados. Ainda mais quando duma interpretação pois o verdadeiro intérprete profissional procura sempre o significado do que está por trás das palavras. A grande máxima do intérprete é: pensar antes de falar.

P: Nascemos ou tornamo-nos intérpretes?

É necessária formação, prática, um comportamento profissional íntegro e muita perseverança para prosseguir uma carreira como intérprete de conferência profissional. Estar em contacto com línguas estrangeiras e culturas diferentes não basta. Antes de se poder iniciar uma carreira profissional, é necessário dominar os métodos e técnicas da interpretação transmitidos a nível universitário. Não é necessário ser nado e criado num ambiente familiar multilíngue para se tornar um intérprete. Hoje em dia a maior parte dos intérpretes adquiriram as línguas estrangeiras que dominam estudando-as, só que a um grau muitíssimo aprofundado.

P: Dá-se pela presença do intérprete?

Os intérpretes profissionais exercem uma função exigente com a máxima discrição. Numa situação ideal, as delegações presentes num encontro comunicariam entre si tão eficientemente que não dariam pela barreira da(s) língua(s).

Assim, deve estar ciente que:

  • Dominar perfeitamente a língua materna é crucial para que o trabalho do intérprete seja de qualidade; por vezes este aspecto é descurado no afã de se aprenderem novas línguas;
  • Conhecer profundamente e extensivamente línguas requer um esforço de estudo permanente e o contacto constante com o seu meio.

Regra geral ser intérprete requer um diploma universitário e uma pós-graduação em técnicas de interpretação de conferência. O ramo do conhecimento que confere o título universitário não tem forçosamente que ser em línguas, mas para se exercer interpretação é óbvio que o seu conhecimento tem que ter atingido um nível muitíssimo exigente. Para a maior parte de vós a opção poderá ser a de um curso universitário em línguas modernas.

Uma excelente combinação pode ser a dum diploma universitário num ramo completamente diferente, seguido duma pós-graduação em interpretação de conferência desde que as competências linguísticas estejam presentes. Qualquer ramo do conhecimento é útil no mundo das conferências.

P: E que tipo de cultura geral tem utilidade?

Os intérpretes de conferência trabalham para uma gama muito variada de clientes e públicos, em muitos tipos de reuniões que abordam uma diversidade de temas: econômicos, financeiros, jurídicos, políticos, científicos, informáticos, teológicos, desportivos, médicos, etc..

Apesar de peritos em comunicação inter-cultural, não podem ser chamados a ser peritos em todos os temas sobre os quais versam as conferências. Um intérprete deve ter uma curiosidade intelectual e uma força de vontade que o leve a querer aprender novos assuntos.

A preparação  é o elemento chave para poder dominar todos os tipos de discurso e todos os tipos de orador. Não basta compreender o sentido do que o orador está a dizer, é necessário saber transpor esse significado para a língua de destino.

Um intérprete precisa de estar ao corrente dos acontecimentos no plano nacional e internacional e aprofundar a sua cultura geral. Os intérpretes de conferência profissionais ”sofrem do bichinho das notícias quaisquer que elas sejam”, pois quantas vezes são feitas referências inesperadas e esse conhecimento vem mesmo a calhar.

P: Será que a profissão vai sobreviver à hegemonia do Inglês?

Cabe aos organizadores das conferências escolher as línguas em que se vão desenrolar os trabalhos. Essa escolha pode ser orientada por considerações políticas (ex: as línguas da União Europeia, as línguas oficiais da Confederação Helvética, etc.), por considerações de ordem diplomática ( se a conferência tem especificamente a ver com certos países ou regiões do globo), por razões de facilitação ( ex: os simpósios médicos desenrolam-se normalmente em Inglês e na(s) língua(s) do país anfitrião) ou por razões históricas.

Cada vez se recorre mais à língua inglesa  nas reuniões internacionais. Um número cada vez maior de pessoas aprende inglês e pode utilizar essa língua. O que não quer dizer que saibam utilizá-la de forma adequada ou que dominem na perfeição as suas subtilezas, ou que se sintam à vontade para se exprimirem nela. Muitas pessoas se dão conta que falar uma língua estrangeira e ouvir numa língua estrangeira (mesmo sobre um assunto da sua especialidade) é extremamente cansativo, e que recorrer a intérpretes de conferência profissionais e bem preparados garante a comunicação.

As línguas estão intrinsecamente ligadas ao patrimônio cultural e cada um de nós dispõe de recursos na sua língua de que não dispõe na(s) língua(s) adquirida(s). Ciente desta realidade a AIIC redigiu a Declaração sobre a preservação da diversidade linguística.

Parece haver uma tendência muito nítida, em certas regiões do mundo e em certos sectores, no sentido de se utilizar apenas a língua inglesa nas reuniões (nomeadamente naqueles onde dominar o inglês é equivalente a promoção na carreira e confere estatuto). Como a procura é dinâmica, na União Europeia para além das línguas tradicionalmente bem enraizadas como o francês, o alemão ou o espanhol, também o checo, o polaco ou o finlandês apareceram; na Ásia temos agora o chinês nas conferências. Novas instâncias internacionais como os Tribunais Penais Internacionais  necessitam das línguas em que decorrem os processos. É por isso extremamente difícil prever se vai ou não haver uma grande procura para uma determinada combinação linguística.

P: As máquinas acabarão por substituir os intérpretes?

A tradução automática apareceu como a panaceia universal, logo nos anos 60. Os sistemas disponíveis têm vindo a ser paulatinamente melhorados sem que tenha havido grandes sobressaltos nem soluções milagrosas. A tradução automática permite o tratamento em grande quantidade e velocidade do mesmo tipo de texto como, por exemplo, os cadernos de encargos de concursos públicos.

Mas a oralidade é mais complexa que a palavra escrita. Apesar de progressos espetaculares no campo do reconhecimento da voz, os dispositivos existentes não conseguem substituir o ser humano-intérprete.

Uma coisa é certa: os intérpretes beneficiam muito das evoluções mais recentes no campo da tecnologia. Tanto os glossários como os documentos necessários para uma reunião estão disponíveis eletronicamente e podem ser descarregados para computadores. Hoje em dia há um maior número de vídeo conferências, e os intérpretes trabalham também em situações onde os oradores comunicam por satélite. O contexto e a forma como os intérpretes trabalham evolui, mas a profissão beneficiou sempre da inovação tecnológica.

fonte: http://aiic.net/

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