Os diferentes sotaques da língua inglesa!

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Espanglish trabalha com quase 30 idiomas,e entre eles, claro o inglês ocupa um lugar especial pois é a língua mais utilizada no mundo dos negócios, das ciências, da cultura.

Na Espanglish você pode fazer aulas de inglês in company, cursos de inglês intensivo, assim como fazer tradução técnica, juramentada, legendas e tradução simultânea e consecutiva em inglês.

 

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Quer ser intérprete de conferência? Perguntas frequentes

P: O que faz um intérprete de conferência?

Dito de forma sucinta, os intérpretes de conferência tornam possível a comunicação multilíngue.

Aprendem a saber ouvir de forma ativa o que é dito na língua de origem, por ex:

  • A compreender a mensagem na íntegra
  • No contexto em que é proferida
  • Qualquer que seja o tema versado.

São capazes de transpor para a língua (de destino) o que está a ser dito, respeitando o significado original, o tom, a intenção e o estilo do orador.

P: O que é preciso para se tornar intérprete de conferência?

Personalidade, formação e integridade profissional.

Quem desejar formar-se como intérprete deverá ter uma aptidão inequívoca para tal, uma grande curiosidade intelectual e nervos de aço. É evidente que excelentes competências linguísticas e uma sólida cultura geral são requisitos fundamentais.

Um futuro intérprete deve poder compreender e processar rapidamente a informação que lhe chega, ter um grande poder de concentração, saber reagir pronta e serenamente a uma mudança de situação, possuir uma boa resistência física e nervos sólidos, uma voz agradável e saber falar em público. Um intérprete potencial deve saber associar à curiosidade intelectual, tacto e bom senso.

Uma vez atestadas estas capacidades é necessária uma formação especializada nos métodos e técnicas da interpretação de conferência.

E por fim, um intérprete deve ser dum grande rigor intelectual. Para um intérprete de conferência a integridade profissional tem regras muito claras que regem a profissão (segredo profissional, normas profissionais, etc.).

Estas normas são necessárias para:

  • Garantir a qualidade do seu desempenho
  • Proteger a sua saúde e gozar duma longa vida activa
  • Ser reconhecido pelos seus pares
  • E inspirar e manter a confiança dos seus clientes.

P: Quais são as principais diferenças entre intérpretes e tradutores?

Os tradutores trabalham com a palavra escrita. Têm pouco contacto com o autor do texto e com o leitor mas dispõem de mais tempo para apresentarem o seu trabalho. Juz lhes seja feito, a sua produção permanece no tempo. Pode ser alvo de publicação, lida e relida, utilizada e reutilizada e pode até tornar-se uma referência.

Os intérpretes trabalham a oralidade e precisam de transmitir o significado, da melhor forma possível, no momento. Estão em pleno processo de comunicação que é dirigido a um público presente e/ou ouvinte.

P: Os intérpretes repetem palavras como os papagaios?

Interpretar significa compreender o significado que o orador quer dar no contexto daquele encontro e comunicar essa mensagem aos ouvintes tendo em conta as diferenças culturais e linguísticas. Qualquer tradução literal (palavra a palavra) produz maus resultados. Ainda mais quando duma interpretação pois o verdadeiro intérprete profissional procura sempre o significado do que está por trás das palavras. A grande máxima do intérprete é: pensar antes de falar.

P: Nascemos ou tornamo-nos intérpretes?

É necessária formação, prática, um comportamento profissional íntegro e muita perseverança para prosseguir uma carreira como intérprete de conferência profissional. Estar em contacto com línguas estrangeiras e culturas diferentes não basta. Antes de se poder iniciar uma carreira profissional, é necessário dominar os métodos e técnicas da interpretação transmitidos a nível universitário. Não é necessário ser nado e criado num ambiente familiar multilíngue para se tornar um intérprete. Hoje em dia a maior parte dos intérpretes adquiriram as línguas estrangeiras que dominam estudando-as, só que a um grau muitíssimo aprofundado.

P: Dá-se pela presença do intérprete?

Os intérpretes profissionais exercem uma função exigente com a máxima discrição. Numa situação ideal, as delegações presentes num encontro comunicariam entre si tão eficientemente que não dariam pela barreira da(s) língua(s).

Assim, deve estar ciente que:

  • Dominar perfeitamente a língua materna é crucial para que o trabalho do intérprete seja de qualidade; por vezes este aspecto é descurado no afã de se aprenderem novas línguas;
  • Conhecer profundamente e extensivamente línguas requer um esforço de estudo permanente e o contacto constante com o seu meio.

Regra geral ser intérprete requer um diploma universitário e uma pós-graduação em técnicas de interpretação de conferência. O ramo do conhecimento que confere o título universitário não tem forçosamente que ser em línguas, mas para se exercer interpretação é óbvio que o seu conhecimento tem que ter atingido um nível muitíssimo exigente. Para a maior parte de vós a opção poderá ser a de um curso universitário em línguas modernas.

Uma excelente combinação pode ser a dum diploma universitário num ramo completamente diferente, seguido duma pós-graduação em interpretação de conferência desde que as competências linguísticas estejam presentes. Qualquer ramo do conhecimento é útil no mundo das conferências.

P: E que tipo de cultura geral tem utilidade?

Os intérpretes de conferência trabalham para uma gama muito variada de clientes e públicos, em muitos tipos de reuniões que abordam uma diversidade de temas: econômicos, financeiros, jurídicos, políticos, científicos, informáticos, teológicos, desportivos, médicos, etc..

Apesar de peritos em comunicação inter-cultural, não podem ser chamados a ser peritos em todos os temas sobre os quais versam as conferências. Um intérprete deve ter uma curiosidade intelectual e uma força de vontade que o leve a querer aprender novos assuntos.

A preparação  é o elemento chave para poder dominar todos os tipos de discurso e todos os tipos de orador. Não basta compreender o sentido do que o orador está a dizer, é necessário saber transpor esse significado para a língua de destino.

Um intérprete precisa de estar ao corrente dos acontecimentos no plano nacional e internacional e aprofundar a sua cultura geral. Os intérpretes de conferência profissionais ”sofrem do bichinho das notícias quaisquer que elas sejam”, pois quantas vezes são feitas referências inesperadas e esse conhecimento vem mesmo a calhar.

P: Será que a profissão vai sobreviver à hegemonia do Inglês?

Cabe aos organizadores das conferências escolher as línguas em que se vão desenrolar os trabalhos. Essa escolha pode ser orientada por considerações políticas (ex: as línguas da União Europeia, as línguas oficiais da Confederação Helvética, etc.), por considerações de ordem diplomática ( se a conferência tem especificamente a ver com certos países ou regiões do globo), por razões de facilitação ( ex: os simpósios médicos desenrolam-se normalmente em Inglês e na(s) língua(s) do país anfitrião) ou por razões históricas.

Cada vez se recorre mais à língua inglesa  nas reuniões internacionais. Um número cada vez maior de pessoas aprende inglês e pode utilizar essa língua. O que não quer dizer que saibam utilizá-la de forma adequada ou que dominem na perfeição as suas subtilezas, ou que se sintam à vontade para se exprimirem nela. Muitas pessoas se dão conta que falar uma língua estrangeira e ouvir numa língua estrangeira (mesmo sobre um assunto da sua especialidade) é extremamente cansativo, e que recorrer a intérpretes de conferência profissionais e bem preparados garante a comunicação.

As línguas estão intrinsecamente ligadas ao patrimônio cultural e cada um de nós dispõe de recursos na sua língua de que não dispõe na(s) língua(s) adquirida(s). Ciente desta realidade a AIIC redigiu a Declaração sobre a preservação da diversidade linguística.

Parece haver uma tendência muito nítida, em certas regiões do mundo e em certos sectores, no sentido de se utilizar apenas a língua inglesa nas reuniões (nomeadamente naqueles onde dominar o inglês é equivalente a promoção na carreira e confere estatuto). Como a procura é dinâmica, na União Europeia para além das línguas tradicionalmente bem enraizadas como o francês, o alemão ou o espanhol, também o checo, o polaco ou o finlandês apareceram; na Ásia temos agora o chinês nas conferências. Novas instâncias internacionais como os Tribunais Penais Internacionais  necessitam das línguas em que decorrem os processos. É por isso extremamente difícil prever se vai ou não haver uma grande procura para uma determinada combinação linguística.

P: As máquinas acabarão por substituir os intérpretes?

A tradução automática apareceu como a panaceia universal, logo nos anos 60. Os sistemas disponíveis têm vindo a ser paulatinamente melhorados sem que tenha havido grandes sobressaltos nem soluções milagrosas. A tradução automática permite o tratamento em grande quantidade e velocidade do mesmo tipo de texto como, por exemplo, os cadernos de encargos de concursos públicos.

Mas a oralidade é mais complexa que a palavra escrita. Apesar de progressos espetaculares no campo do reconhecimento da voz, os dispositivos existentes não conseguem substituir o ser humano-intérprete.

Uma coisa é certa: os intérpretes beneficiam muito das evoluções mais recentes no campo da tecnologia. Tanto os glossários como os documentos necessários para uma reunião estão disponíveis eletronicamente e podem ser descarregados para computadores. Hoje em dia há um maior número de vídeo conferências, e os intérpretes trabalham também em situações onde os oradores comunicam por satélite. O contexto e a forma como os intérpretes trabalham evolui, mas a profissão beneficiou sempre da inovação tecnológica.

fonte: http://aiic.net/

Espanglish Traduções oferece serviço de intérprete simultâneo e consecutivo em todo o Brasil. Também locamos equipamento de tradução simultânea da melhor qualidade.

Intérprete simultâneo e consecutivo em inglês, espanhol, italiano, alemão, árabe, japonês, chinês e outros 20 idiomas.

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A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

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COMO INICIAR A CARREIRA DE TRADUTOR FREELANCER

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O trabalho de freelancer é bastante abrangente. Na realidade, existem centenas de profissões que podem utilizar o regime de freelancer. No entanto, uma das mais comuns é a de tradutor freelancer. Esta área de negócio tem aumentado bastante nos últimos anos, principalmente a partir do momento em que a internet passou a ser uma ferramenta comum a todos os profissionais. Hoje em dia, é bem mais fácil encontrar propostas de trabalho na área de tradutor. Além disso, o número de ferramentas para tradução cresce a cada dia que passa. Por este e por mais alguns motivos, neste post vamos dar a conhecer alguns passos essenciais para trabalhar este nicho de mercado tão aliciante nos dias de hoje.

É inegável que o mercado da tradução hoje é bem mais agressivo e dinâmico que na época de Jerónimo de Strídon, padroeiro dos tradutores, que traduziu nada mais, nada menos, que a Bíblia, do grego antigo e do hebraico para o latim, no século IV d.C. Por isso, a finalidade deste artigo é nortear os primeiros passos de quem pretende adentrar-se ao universo fascinante, satisfatório – e às vezes lucrativo – da tradução. No entanto, antes de abordarmos diretamente o assunto vamos abrir um parêntesis e definir três aspectos que, apesar de serem rudimentários, são importantíssimos para exercer a profissão, e, se não forem devidamente observados, será impossível para qualquer freelancer manter-se ativo como tradutor profissional.

Primeiro: É imprescindível que o tradutor freelancer tenha um ótimo domínio sobre sua língua materna. Talvez seja por isso que os profissionais com formação em Letras, ou em Tradução, sejam os mais cotados por algumas agências, para preencher as vagas disponíveis no mercado. Deve-se considerar que, apesar da profissão de tradutor não ser regulamentada no Brasil – fato que tecnicamente permite a execução da função por qualquer pessoa, mesmo sem nenhuma formação específica -, é óbvio que a qualidade da tradução vai depender do nível de conhecimento que o profissional possui do seu próprio idioma.

Segundo: Precisamos esclarecer o que é, ou quem está apto para ser um tradutor. Neste caso, eu sempre digo que conhecer, ou de “gostar” de um segundo idioma, não faculta ninguém para traduzir. Não vale dizer que morou muitos anos em outro país, ou que é descendente de estrangeiros. O processo de domínio de uma segunda língua não se resume somente a isto. O domínio real de qualquer idioma, geralmente, deve-se a quatro habilidades fundamentais, que são: Entender, ler, falar e escrever perfeitamente algum idioma, seja ele  estrangeiro ou nacional. A capacidade de adaptar fielmente um idioma a outro, configura o que chamamos de Tradução. Portanto, traduzir seria uma quinta habilidade, que, diga-se de passagem, é uma qualificação indispensável para o candidato a tradutor.

Terceiro: A “tradução” é a adaptação de um texto estrangeiro para a nossa língua materna. Quando encontramos uma situação inversa, ou seja, quando adaptamos um texto escrito na nossa língua materna para um idioma estrangeiro, chamamos de “versão”. É recomendável, principalmente para os iniciantes, trabalhar apenas com as traduções, pois o fato de dominar melhor a sua própria língua o ajudará a reduzir a possibilidade de cometer erros, que, se ocorrerem sucessivamente, podem danificar a sua reputação e encerrar prematuramente a sua carreira como tradutor. Uma solução para não perder clientes, seria associar-se com tradutores nativos de outras nacionalidades. Desta forma, teremos a garantia de estar prestando um serviço de qualidade incontestável. Agora, munidos com estes três fundamentos, é hora de ir direto ao assunto. Vamos iniciar comentando sobre alguns desafios contemporâneos que os tradutores freelancers enfrentam no exercício da função.

PROGRAMAS DE TRADUÇÃO AUTOMÁTICA

Um destes desafios, sem dúvidas, são os programas de tradução automática. Muitos desses programas são disponibilizados gratuitamente na Internet, liderados pelo gigante Google Translator. Neste caso, devemos considerar o fato de não existir um software de tradução que supere a percepção humana em quanto à semântica, que é quando recriamos um texto respeitando o preciso sentido das suas palavras e da mensagem transmitida. Com um teste simples em qualquer site de tradução automática, será possível comprovar que a máquina, definitivamente, ainda não supera o cérebro humano. Receio que, inevitavelmente, algum dia isto ocorra, mas pelo menos por ora, os tradutores profissionais podem ficar tranquilos.

PREÇOS

Outro assunto que também é um desafio, é a questão dos preços. Eu costumo seguir as tarifas sugeridas no site do Sindicado Nacional dos Tradutores (SINTRA), pois estas, apesar de serem modestas, constituem uma base sólida para que um tradutor freelancer possa formular seus preços no Brasil.

O problema está na prostituição de alguns profissionais que, no desespero de ganhar algum dinheiro, praticam preços muito abaixo dos que são praticados no mercado, prejudicando outros tradutores e tornando a profissão quase insustentável. Por exemplo, o SINTRA sugere que o custo da tradução seja de R$0,26 por palavra, mas já vi “tradutores” cobrando apenas R$0,03 por palavra. É óbvio que devemos ajustar o preço sugerido pelo SINTRA de acordo ao volume de trabalho concedido pelo cliente, mas este não foi o caso do exemplo citado acima, pois o volume da tradução em questão era relativamente pequeno e, ainda que o volume fosse enorme, convenhamos que nada justifica cobrar R$ 0,03 centavos numa tradução.

Uma das grandes vilãs no quesito preço, são as agências de tradução, que, aproveitando-se da sua capacidade de absorver um grande volume de traduções com preços imbatíveis, repassam os serviços para freelancers ao redor do mundo, pagando honorários ridículos. Por isso, o tradutor freelancer independente deverá trabalhar na construção de relacionamentos de confiança com seus clientes. Talvez leve algum tempo até conseguir construir uma lista interessante, mas, se for capaz de fazê-lo, após alguns anos terá uma carteira de clientes invejável e fiel, e, desta forma, não dependerá das migalhas que caem das mesas das agências.

Uma sugestão neste caso é: Formar o seu preço e fixar um piso justo, tanto para você quanto para o mercado, e, sob nenhuma hipótese, aceitar serviços com preços abaixo do que foi estipulado. Tanto os profissionais como os clientes devem reconhecer que os preços praticados estão diretamente relacionados com a qualidade dos resultados esperados. Portanto, se o que procuram é a qualidade ótima, deverão cobrar/pagar o equivalente pelos serviços em questão.

 

MEMÓRIAS DE TRADUÇÃO

Os softwares de memória de tradução, diferentemente dos softwares de tradução(que já foram citados no início), são grandes aliados para agilizar o processo da tradução. Mas não podemos nos enganar com as maravilhas destas ferramentas, afinal, quem traduz é o tradutor, não o computador. Ainda hoje há tradutores que trabalham com lápis e papel, sem nenhum recurso eletrônico. Claro, são a minoria, mas existem. O resultado final é igual e, talvez, superior aos obtidos utilizando a ajuda destes softwares. A desvantagem de traduzir sem utilizar os meios informáticos é que o trabalho resultará lento e demorado, ou seja, inviável para a nossa realidade moderna. Portanto, se quiser manter um bom fluxo de trabalho, deverá adaptar-se às ferramentas que estão disponíveis e aprender a extrair o máximo proveito delas. Aqui vão algumas dicas de softwares de memórias de tradução:

TRADOS

Este é o mais conhecido entre os tradutores e, também, o mais exigido pelas agências. Possui funcionalidades diversas, que facilitam a vida dos profissionais. É um software privativo e os preços variam de acordo à versão do programa que o usuário preferir. O site oficial é owww.translationzone.com.

WORDFAST

Também é privativo, mas possui uma ótima versão de demonstração gratuita. Na minha opinião, é um pouco mais fácil de utilizar que o Trados, e está disponível em várias versões no site oficial:www.wordfast.com/.

OMEGAT

Trata-se de um programa opensource, e o download é gratuito. Se partirmos do princípio que quem traduz é o tradutor e não o computador, este software servirá com folga para atingir os objetivos da tradução freelance. Site: www.omegat.org.

TRADUÇÃO SIMPLES E TRADUÇÃO JURAMENTADA

Todos os aspectos que comentamos até agora são referentes somente às traduções simples ou livres, ou seja, as que não se enquadram nas exigências da fé pública como os manuais, textos técnicos, livros, monografias, teses, e alguns tipos de documentos, entre outros. No caso das traduções Oficiais ou Juramentadas, como os documentos, procurações e certidões, somente podem ser realizadas por tradutores concursados nas Juntas Comerciais dos Estados brasileiros. Os tradutores aprovados nestes concursos recebem o título de Tradutor Público, ou Tradutor Comercial. Em síntese, a tradução feita por estes profissionais não é melhor nem pior que a do tradutor freelancer. A única diferença é o caráter oficial da tradução exigido pelos órgãos públicos, para dar boa fé dos documentos traduzidos.

RESPONSABILIDADES FISCAIS E APOSENTADORIA

O tradutor freelancer é um trabalhador com os mesmos direitos e deveres dos seus concidadãos. Por isso, deverá dar atenção especial aos fatores como a Previdência Social, a Receita Federal, a emissão de nota fiscal, contratos, licenças de funcionamento, registros nos órgãos públicos, enfim, todas as burocracias exigidas por lei para a execução de qualquer atividade econômica lícita. Contratar um seguro de vida, um plano de aposentadoria privada e consolidar uma poupança são fatores indispensáveis, afinal, nunca é demais prevenir-se dos altos e baixos, bastante comuns, de quem desempenha este trabalho.

PERFIL GERAL DOS TRADUTORES FREELANCERS

Vamos concluir apresentando alguns dados, levantados nas pesquisas amostrais de uma comunidade de tradutores na Internet que, atualmente, conta com mais de 8 mil membros. Veja o que elas revelam:

Dados Gerais

70% dos tradutores já moraram no exterior ou já saíram do Brasil.

41% tem como fonte de clientes as referências de amigos e conhecidos.

71% não participam em nenhuma associação de tradutores.

42% nunca sofreram calote.

61% tem a tradução como atividade principal.

62% tem uma renda média mensal de 3 a 6 mil reais.

71% diz não temer ao Google Translator.

Escolaridade

18% tem Mestrado ou Doutorado.

73% tem o ensino superior completo ou incompleto.

4% completaram apenas o ensino médio.

Tipo de softwares que utilizam

36% utiliza softwares privativos.

12% utiliza Opensource.

17% utiliza softwares obtidos de forma ilegal.

66% utiliza Wordfast ou Trados.

25% não usam nenhuma ferramenta de memória de tradução .

Tipos de tradução

44% das traduções são técnicas.

15% são literárias.

8% são científica.

7%  são legendagem.

Local de trabalho

86% trabalham em casa ou no escritório próprio.

4% trabalham em uma agência de traduções.

6% em alguma empresa ligada à área.

Índice de satisfação

51% dos tradutores dizem estar satisfeitos com sua atividade.

37% afirmam estar insatisfeitos.

A maioria dos casos de insatisfação ocorre por parte dos novatos, por conta da falta de experiência e, também, pela falta de clientes regulares. Estes dados, por serem amostrais, não podem nos servir como um parâmetro, mas, como referência, são suficientes para nos dar uma ideia geral do comportamento do mercado e dos profissionais da tradução no país.

Fonte: http://www.escolafreelancer.com/como-iniciar-a-carreira-de-tradutor-freelancer/

A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?

Lingua inglesa é exigência para profissão com altos salários

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http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-ingles.html

Todos sabem a importância de inglês para se posicionar bem no mercado de trabalho. E cada vez mais, recrutadores brasileiros estão mais criteriosos para contratar funcionários, o que torna o inglês um fator essencial para alguns setores.

Algumas das profissões com melhores salários pedem o inglês como pré-requisito. É o caso de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Gerente de Marketing e Eventos, Analista de Mídias Sociais, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior e Gerente de Recursos Humanos, dentre outros.

É o caso da jornalista Ana Souza, 35, que cursou mestrado em Londres e fez diversos cursos na Europa. “O ingles é sim ferramenta fundamental para que consigamos dar um up nas nossas carreiras. Dominando a língua, eu consegui me encaixar em cursos super importantes para o meu aprimoramento profissional”, assegurou.

“Um profissional com conhecimento de mais de um idioma tem, com certeza, mais chances de conseguir um bom emprego. É diferencial competitivo no momento de uma seleção”, explica a professora de Inglês e franqueada da Skill Idiomas em Manaus, Elizângela Araújo.

De acordo com ela, um bom curso de inglês requer ao menos um ano de aulas semanais e com método que inclua gramática, conversação e práticas presenciais. “Os cursos online exigem muita disciplina e, por isso, as aulas presenciais são as que melhor dão resultado.”

Fonte: http://www.portaldoholanda.com.br/

A importância da língua inglesa para o profissional de Agricultura de Precisão

 

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O mundo não tem se mostrado muito harmonioso ultimamente. Tivemos um mês de Fevereiro extremamente chuvoso, as inundações arrasaram a região serrana do Rio de Janeiro no começo deste ano. No cenário internacional também tem havido tsunamis, o Japão acabou de ser atingido por um terremoto de 8,9 pontos com dimensões catastróficas, em que até usinas nucleares explodiram. Além de toda essa desordem ambiental, os níveis de estoques dos produtos agrícolas estão baixos e os preços, subindo vertiginosamente. O algodão, por exemplo, subiu 60% nos últimos meses, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization (FAO).

Se por um lado, nada podemos fazer, pois os desastres ambientais, mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, apenas podem ser previstos, por outro lado, no que se refere à baixa dos níveis dos estoques de produtos agrícolas, muito pode ser feito. Podemos nos beneficiar da Agricultura de Precisão para agregar mais produção numa mesma área plantada. Portanto, para o aumento da produtividade, a AP é fundamental.

O Brasil, um país que se propõe a ser o celeiro do mundo no futuro, já vem se beneficiando desse novo olhar promissor para a agricultura, almejando uma produtividade cada vez mais alta, menos gastos com insumos, melhor aplicabilidade dos fertilizantes, maior aproveitamento da área, maior sustentabilidade para o meio ambiente, entre outros inúmeros benefícios que podemos mencionar no que se refere à AP.

É aqui que entra a importância da língua inglesa, pois além de ser a língua mais falada no mundo e a maior parte da produção científica estar em inglês, num mundo globalizado como o nosso tornou-se de supra importância ter conhecimento desse idioma também para a implementação da AP, uma vez que é necessário o uso de várias ferramentas das tecnologias de informação, a utilização de GPS (global positioning system), GIS (geographic information system), maquinário agrícola guiado por satélites, VRT (variable rate technology) e Yield monitor. É para o uso dessas tecnologias que o Inglês torna-se essencial.

Além da língua inglesa ser útil como ferramenta para traduzir toda essa tecnologia para que o produtor saiba utilizá-la corretamente, é essencial para ter acesso a todo esse conhecimento, traduzir manuais, saber utilizar softwares, analisar dados, entre tantas outras tarefas necessárias para lograr um aumento de produtividade de até 20% mais alimentos.

Um outro uso importante da língua inglesa é na troca de informações de pesquisas, pois muito já está sendo feito no exterior, onde existem regiões em que mais de 90% das fazendas já têm departamento de tecnologia de informação, mas num futuro bem próximo, com toda nossa extensão de terras, nossas pesquisas também vão ocupar um lugar de destaque e podemos fazer um intercâmbio de experiências com os outros países.

Os jovens que estão se preparando para trabalhar nessa área devem ter acesso ao aprendizado do Inglês que mostra-se como uma ponte para um mundo vasto de conhecimento. O profissional que não consegue entender a língua inglesa vai ter limitação para “digerir” toda a tecnologia de produtividade alcançada em países mais desenvolvidos e, consequentemente, não logrará implementar a AP, deixando que os concorrentes agreguem mais produtos no mesmo espaço de plantio, onde poderiam capitalizar lucros adicionais para o empresário agrícola que seria revertido para si próprio, melhorando sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.diadecampo.com.br