Influência francesa em São Luís do Maranhão

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O livro “Influência Francesa em São Luís: uma oportunidade de segmentação do mercado turístico local”, do turismólogo Antonio Norberto, provocou uma grande discussão em torno desse tema. Será que, realmente, existe algum tipo de influência francesa na mais portuguesa das capitais brasileiras?

Alguns autores defendem as boas intenções dos franceses no processo de implantação da França Equinocial no Maranhão. Teria sido diferente se tivéssemos sido colonizados por espanhóis, holandeses ou pelos franceses?

As variáveis são tantas e tão imponderáveis que se torna contraproducente tentar imaginar como seríamos num ou noutro caso. Portanto, essa questão não é de grande relevância agora. O que nos está sendo sugerido pelo autor é que devemos saber usar as evidências e o tal “imaginário coletivo”, com a finalidade de gerar renda para a nossa população.

Se o turismo é um investimento na realização de sonhos, por que não estimular essa pré-disposição do turista francês de visitar “a única capital brasileira fundada por franceses”? Algumas estatísticas preliminares começam a indicar que eles já são os estrangeiros presentes em maior número na cidade de São Luís e que vêm com a motivação principal de conhecer a capital fundada por seus ancestrais no projeto de aqui fundar um país que eles batizaram de “França Equinocial”, por estar situada muito próxima da linha do Equador.

Não que devêssemos copiar a cultura e os costumes franceses. O autor parece exagerar um pouco quando sugere uma renomeação oficial de alguns pontos turísticos retornando a toponímia da época da formação de São Luís. Não nos parece que seja necessário promover mudanças bruscas no cotidiano da cidade, mas sim, melhorias na educação e na infra-estrutura local para atender, não só turistas franceses, mas de todas as partes do mundo.

De fato, o mais importante é que a nossa cultura popular autêntica, influenciada também por outros povos como os portugueses, africanos e indígenas, seja preservada. São Luís tem uma identidade própria e bastante original que não necessita de estar sempre ligada a algum outro lugar, como no caso das denominações de “Atenas Brasileira” e “Jamaica Brasileira”. São Luís é São Luís e isto é suficiente!

Isso não significa que a comunidade, apesar de sentir orgulho da sua cultura, não esteja aberta a conhecer, respeitar e, por que não, explorar (de maneira equilibrada, claro) a sua relação com outros povos? A pré-disposição do governo de Saint-Malo, cidade de onde saiu a esquadra de Daniel de La Touche com objetivo de chegar até aqui, em estreitar as suas relações com São Luís pode nos ser bastante vantajosa e, por isso, é importante saber aproveitar essa oportunidade.

Essa relação só foi desenvolvida, de acordo com o autor, devido à visita, na década passada, do ex-presidente José Sarney a essa cidade. Na ocasião, “os habitantes desta cidade foram declarados cidadãos honorários do Maranhão, e os habitantes do Maranhão também foram declarados cidadãos honorários de Saint-Malo e Cancale”.

Percebe-se que há também, junto a essa idéia de utilizar elementos franceses como estratégia de marketing para atrair uma demanda turística potencial, a possibilidade de melhoria do ensino com o estímulo ao aprendizado da História do Maranhão e do idioma francês, a criação de um museu franco-maranhense, a implantação de uma sinalização turística em francês (além do inglês, claro), a criação de novos roteiros turísticos, dentre várias outras ações que podem ser bastante benéficas para a comunidade local.

O turismo cultural tem grande potencial para ser melhor aproveitado em São Luís, mas o mundo ainda não conhece o Brasil que possui uma cultura mais sofisticada. Muitos conferencistas estrangeiros que visitam o nosso país, principalmente na nossa cidade, limitam-se a nos transmitir informações excessivamente elementares por julgarem que nossos conhecimentos científicos estão muito aquém dos que possuem.

Lya Luft, em artigo na Revista *Veja , fala que “nós não sabemos mostrar nosso rosto mais civilizado” e que “é uma pena que não aproveitemos algumas boas ocasiões para consertar nossa imagem até diante de nós mesmos. … Não precisamos nos sentir inferiores, porque não somos inferiores. Mas às vezes nos esquecemos disso”. Esse pensamento traduz a indignação de muitos cidadãos em relação à “mania” de vender a imagem do Brasil somente como o país do futebol, do carnaval e de mulheres sensuais.

Quanto à exploração de resquícios da influência francesa na cidade de São Luís, essa pode ser uma saída para a conquista de um público importante no mercado turístico mundial, que são os franceses. Nesse sentido, é um esforço válido na tentativa de desenvolver nossa cidade e a qualidade de vida dos seus habitantes, desde que sejam respeitadas as suas peculiaridades e os seus costumes.

Fonte: http://maranhaomaravilha.blogspot.com.br/

 

Norte-americanos lideram lista de estrangeiros que visitam Curitiba

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Turismo diz que dos visitantes estrangeiros, 13,6% são dos Estados Unidos.
Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, é quarta cidade mais visitada do país.

Uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo na quarta-feira (18) mostrou que 13,6% dos estrangeiros que visitam Curitiba são norte-americanos.

Eles superam em números os turistas paraguaios, 12,2%, e argentinos, 12%. Ainda conforme o levantamento, 14,8 mil turistas passaram pelo Paraná em 2014.

A principal motivação dos turistas norte-americanos é o negócio – 29% foram à capital paranaense por esta razão.

Em seguida, aparecem as viagens de lazer, 26,2%. Em média, eles ficam, de acordo com o Ministério do Turismo, 19,6 dias na cidade.

Foz do Iguaçu, no oeste do estado, um dos principais destinos turísticos do Brasil, é a quarta cidade mais visitada por estrangeiros para lazer. Lá, 19,4% dos visitantes são argentinos.

A pesquisa do Ministério do Turismo foi feita em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e ouviu 44.080 entrevistados, mais de 10 mil turistas apenas durante a Copa do Mundo, em 15 aeroportos brasileiros e 10 fronteiras terrestres, que representam mais de 90% do fluxo terrestre internacional.

Fonte: http://g1.globo.com/

Influência da língua francesa no português

Embora eu não tenha encontrado ainda nenhum estudo sistemático das influências lexicais (nem das gramaticais) do francês sobre o português, elas são em número relativamente grande. Eis mais uma lista de “galicismos” encontráveis em Almeida e em Pereira: ancestral, apartamento, assassinato, avenida, banal, bicicleta, bobina, boné, cabine, cabotagem, camelô, caminhão, camuflagem, chance, coalizão, conduta, confinar, constatar, crachá, departamento, detalhe, eclosão, elite, embalagem, emoção, evoluir, fetiche, governante, greve, maquete, paletó, restaurante, revanche, revoltante, silhueta, sabotagem, vitrine etc.

Como se pode ver, são todas palavras correntes no quotidiano do brasileiro e, por sinal, também dos portugueses. Como curiosidade, seria interessante lembrar que nessa lista temos um dos poucos exemplos de palavras que migraram do português para o francês. É o caso de “feitiço”, que foi adotada pelo francês como fétiche que, pouco depois, entrou como empréstimo no português, embora com significado diferente do do original, fato não salientado por Almeida (p. 463). Entre os inúmeros empréstimos franceses no português, gostaria de salientar os terminados em -agem e em -ete. No primeiro caso, temos, por exemplo, garagem, coragem, selvagem etc. O sufixo -agem passou a ser tão frequente na Contatos entre francês e português ou influências do primeiro no segundo 112 língua que é usado inclusive com radicais que não são de origem francesa, como bobagem. Quanto ao segundo, ocorre em palavras como garçonete, chacrete e outras, além das que têm significado um tanto diferente, como joanete, baguete, bastonete. Estou dando apenas dois exemplos, mas o sufixo é produtivo no português brasileiro. Tanto que a qualquer momento ele pode aparecer em uma palavra nova. Para se ter uma ideia, na minha família já foi dito que minhas filhas eram minhas “hildetes”. Parece que a terminação “-eta” tem algo a ver com -”ete”. Ela ocorre em formas como joqueta, barqueta, caderneta, além de antropônimos Henriqueta, Antonieta e Marieta, entre outros. Entre as palavras vindas do francês temos algumas que muita gente jamais suspeitaria que são empréstimos. Dois exemplos bastante conhecidos são desmanchar e desdém. Para muito leigo, a primeira tem a ver com “manchar”, precedida do prefixo “des-”. Na verdade, a palavra vem pronta do francês “démancher” que, por seu turno, é evolução do antigo francês “desmancher”. Quanto a “desdém”, juntamente com o verbo “desdenhar”, vem do francês “dédain” e “dédaigner”, respectivamente. Quando se fala em empréstimos lexicais do francês no português, não podemos esquecer os antropônimos, de que já vimos alguns exemplos. Também eles são numerosos. Tanto os já adaptados à fonologia do português, como Janete, Luís, Carlos, Carlota, Guilherme e Viviane, quanto os que mantêm a forma francesa, pelo menos graficamente, como é o caso de Jean, Goulart, Jacques, Pierre, Simone, Lourdes etc. Alguns deles vieram do germânico, mas passaram pelo filtro do francês. Por exemplo, “Ludwig” dificilmente daria “Luís”. No entanto, a partir de “Louis” temos uma evolução perfeitamente natural. O mesmo se poderia dizer de “Wilhelm”, que teria dado “Guillaume”, que teria dado “Guilherme”.

Fonte: http://gerflint.fr/Base/Bresil_special2/couto.pdf

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