Conheça a Inglaterra

Conheça a Inglaterra, um dos mais belos países da Europa. Terra de Shakespeare, The Beatles, Charles Darwin, Isaac Newton, entre outros inúmeros britânicos famosos. País onde se encontram as mais renomadas universidades do mundo, como Oxford e Cambridge. Uma cultura espetacular, em todos os pontos culturais: arquitetura, escultura, pintura, música, poesia, dança e cinema. Apresenta cidades muito conhecidas, como Liverpool, Londres, Manchester, entre outras muito apreciadas pela população de casa e por estrangeiros.

A culinária da Inglaterra foi formada principalmente pelas diversas interações com outros países europeus e a importação de ingredientes da América do Norte, China e Índia durante o período do Império Britânico, e como resultado da imigração ocorrida no período pós-guerra.

Espanglish Traduções
Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em inglês. (41)3308-9498 / (41)99667-9498
atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

Os diferentes sotaques da língua inglesa!

http://www.espanglish.com.br                               atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

(41)3308-9498  /   (41)9667-9498

Espanglish trabalha com quase 30 idiomas,e entre eles, claro o inglês ocupa um lugar especial pois é a língua mais utilizada no mundo dos negócios, das ciências, da cultura.

Na Espanglish você pode fazer aulas de inglês in company, cursos de inglês intensivo, assim como fazer tradução técnica, juramentada, legendas e tradução simultânea e consecutiva em inglês.

 

A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

Curso de inglês para engenheiros, Traduções técnicas (manuais, folhetos, livros), Serviço de interpretação para acompanhar engenheiros em plantas, fábricas, companhias.

Espanglish traduções e Cursos

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / 9667-9498

Dicas para escrever um artigo em inglês

Se durante a Pós-graduação você ainda não precisou escrever um artigo em inglês, certamente em breve precisará. E, quando esse momento chegar, provavelmente surgirão dificuldades aqui e ali, devido ao simples fato de que escrever em outro idioma não é como escrever em nossa língua materna.

Foi tendo isso em mente que Mariel Marlow, epidemiologista americana com doutorado realizado no Brasil, resolveu fazer um compilado de 10 deslizes bastante comuns que nós brasileiros cometemos quando escrevemos em inglês e, o mais importante, sugerindo maneiras de melhorarmos nossa escrita.

Como ela própria diz em seu texto, publicado em março de 2014 como editorial na revista Clinics, estes 10 deslizes não são exatamente erros, mas sim um inglês “fraco” que pode facilmente ser substituído por termos mais adequados. Afinal, uma coisa é escrever em inglês, e outra é escrever bem em inglês.

Por isso, como aperitivo para o editorial de Mariel, que fortemente recomendo para quem esteja precisando escrever em inglês (isto é, quase todos nós pós-graduandos!), resolvi colocar neste texto uma demonstração com três das 10 dicas que ela oferece:

 1. Evitar frases que começam com “It is”
No português, é muito comum começarmos frases com “é muito comum”, e isso normalmente não fere o bom uso do idioma. Por outro lado, na tradução direta para o inglês, “it is very common” tem uma estrutura simples e até infantil, ainda que gramaticalmente esteja correta. Isso vale também para os sempre utilizados “It is important” e “It is interesting”, que podem ser substituídos por uma inversão na frase – por exemplo, ao invés de “It is important to highlight the results of Fulano et al.”, escrever “The results of Fulano et al. are important to highlight…”, e então explicar o motivo de você enfatizar estes resultados.

 2. Usar o “the” somente quando se referir a objetos, pessoas ou eventos específicos
O português permite que comecemos frases com os artigos “O”, “Os”, “A” ou “As”, como no caso de “As células foram plaqueadas”. No inglês, entretanto, uma frase começando com “The cells were plated” soa pouco profissional, e o ideal é remover o “the” do início de frases e, nesse caso, escrever “Cells were plated”.

3. Remover o “that”
O texto de Mariel sugere que um jeito rápido de começar a escrever bem em inglês é reescrevendo esta mesma frase removendo o “that”: “Mariel’s text suggests that a quick way…”. Se você ler a frase em voz alta com e sem o “that”, perceberá que ela flui melhor sem ele. Entre as palavras na literatura científica que normalmente não precisam ser acompanhadas do “that” estão: suggest (ou suggested), observe, found (ou was found), show (oushown), is important e highlight.

Pode ser que a princípio algumas dessas modificações soem um pouco esquisitas, mas se prestarmos atenção na ortografia dos papers, veremos que de fato estão entre os primeiros passos para um texto bem escrito. Assim, dica após dica e com um tantinho de treinamento, vamos aprendendo a redigir bons artigos.

Boa escrita!

Referência:
MARLOW, M. A. Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers. Clinics, 69(3): 153-157. 2014.

Fonte: posgraduando.com

A Espanglish faz traduções em inglês e outros idiomas na área de medicina e na mais diversas áreas científicas. Faça um orçamento sem compromissos!

Espanglish Traduções e Cursos

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / 9667-9498

 

COMO INICIAR A CARREIRA DE TRADUTOR FREELANCER

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

O trabalho de freelancer é bastante abrangente. Na realidade, existem centenas de profissões que podem utilizar o regime de freelancer. No entanto, uma das mais comuns é a de tradutor freelancer. Esta área de negócio tem aumentado bastante nos últimos anos, principalmente a partir do momento em que a internet passou a ser uma ferramenta comum a todos os profissionais. Hoje em dia, é bem mais fácil encontrar propostas de trabalho na área de tradutor. Além disso, o número de ferramentas para tradução cresce a cada dia que passa. Por este e por mais alguns motivos, neste post vamos dar a conhecer alguns passos essenciais para trabalhar este nicho de mercado tão aliciante nos dias de hoje.

É inegável que o mercado da tradução hoje é bem mais agressivo e dinâmico que na época de Jerónimo de Strídon, padroeiro dos tradutores, que traduziu nada mais, nada menos, que a Bíblia, do grego antigo e do hebraico para o latim, no século IV d.C. Por isso, a finalidade deste artigo é nortear os primeiros passos de quem pretende adentrar-se ao universo fascinante, satisfatório – e às vezes lucrativo – da tradução. No entanto, antes de abordarmos diretamente o assunto vamos abrir um parêntesis e definir três aspectos que, apesar de serem rudimentários, são importantíssimos para exercer a profissão, e, se não forem devidamente observados, será impossível para qualquer freelancer manter-se ativo como tradutor profissional.

Primeiro: É imprescindível que o tradutor freelancer tenha um ótimo domínio sobre sua língua materna. Talvez seja por isso que os profissionais com formação em Letras, ou em Tradução, sejam os mais cotados por algumas agências, para preencher as vagas disponíveis no mercado. Deve-se considerar que, apesar da profissão de tradutor não ser regulamentada no Brasil – fato que tecnicamente permite a execução da função por qualquer pessoa, mesmo sem nenhuma formação específica -, é óbvio que a qualidade da tradução vai depender do nível de conhecimento que o profissional possui do seu próprio idioma.

Segundo: Precisamos esclarecer o que é, ou quem está apto para ser um tradutor. Neste caso, eu sempre digo que conhecer, ou de “gostar” de um segundo idioma, não faculta ninguém para traduzir. Não vale dizer que morou muitos anos em outro país, ou que é descendente de estrangeiros. O processo de domínio de uma segunda língua não se resume somente a isto. O domínio real de qualquer idioma, geralmente, deve-se a quatro habilidades fundamentais, que são: Entender, ler, falar e escrever perfeitamente algum idioma, seja ele  estrangeiro ou nacional. A capacidade de adaptar fielmente um idioma a outro, configura o que chamamos de Tradução. Portanto, traduzir seria uma quinta habilidade, que, diga-se de passagem, é uma qualificação indispensável para o candidato a tradutor.

Terceiro: A “tradução” é a adaptação de um texto estrangeiro para a nossa língua materna. Quando encontramos uma situação inversa, ou seja, quando adaptamos um texto escrito na nossa língua materna para um idioma estrangeiro, chamamos de “versão”. É recomendável, principalmente para os iniciantes, trabalhar apenas com as traduções, pois o fato de dominar melhor a sua própria língua o ajudará a reduzir a possibilidade de cometer erros, que, se ocorrerem sucessivamente, podem danificar a sua reputação e encerrar prematuramente a sua carreira como tradutor. Uma solução para não perder clientes, seria associar-se com tradutores nativos de outras nacionalidades. Desta forma, teremos a garantia de estar prestando um serviço de qualidade incontestável. Agora, munidos com estes três fundamentos, é hora de ir direto ao assunto. Vamos iniciar comentando sobre alguns desafios contemporâneos que os tradutores freelancers enfrentam no exercício da função.

PROGRAMAS DE TRADUÇÃO AUTOMÁTICA

Um destes desafios, sem dúvidas, são os programas de tradução automática. Muitos desses programas são disponibilizados gratuitamente na Internet, liderados pelo gigante Google Translator. Neste caso, devemos considerar o fato de não existir um software de tradução que supere a percepção humana em quanto à semântica, que é quando recriamos um texto respeitando o preciso sentido das suas palavras e da mensagem transmitida. Com um teste simples em qualquer site de tradução automática, será possível comprovar que a máquina, definitivamente, ainda não supera o cérebro humano. Receio que, inevitavelmente, algum dia isto ocorra, mas pelo menos por ora, os tradutores profissionais podem ficar tranquilos.

PREÇOS

Outro assunto que também é um desafio, é a questão dos preços. Eu costumo seguir as tarifas sugeridas no site do Sindicado Nacional dos Tradutores (SINTRA), pois estas, apesar de serem modestas, constituem uma base sólida para que um tradutor freelancer possa formular seus preços no Brasil.

O problema está na prostituição de alguns profissionais que, no desespero de ganhar algum dinheiro, praticam preços muito abaixo dos que são praticados no mercado, prejudicando outros tradutores e tornando a profissão quase insustentável. Por exemplo, o SINTRA sugere que o custo da tradução seja de R$0,26 por palavra, mas já vi “tradutores” cobrando apenas R$0,03 por palavra. É óbvio que devemos ajustar o preço sugerido pelo SINTRA de acordo ao volume de trabalho concedido pelo cliente, mas este não foi o caso do exemplo citado acima, pois o volume da tradução em questão era relativamente pequeno e, ainda que o volume fosse enorme, convenhamos que nada justifica cobrar R$ 0,03 centavos numa tradução.

Uma das grandes vilãs no quesito preço, são as agências de tradução, que, aproveitando-se da sua capacidade de absorver um grande volume de traduções com preços imbatíveis, repassam os serviços para freelancers ao redor do mundo, pagando honorários ridículos. Por isso, o tradutor freelancer independente deverá trabalhar na construção de relacionamentos de confiança com seus clientes. Talvez leve algum tempo até conseguir construir uma lista interessante, mas, se for capaz de fazê-lo, após alguns anos terá uma carteira de clientes invejável e fiel, e, desta forma, não dependerá das migalhas que caem das mesas das agências.

Uma sugestão neste caso é: Formar o seu preço e fixar um piso justo, tanto para você quanto para o mercado, e, sob nenhuma hipótese, aceitar serviços com preços abaixo do que foi estipulado. Tanto os profissionais como os clientes devem reconhecer que os preços praticados estão diretamente relacionados com a qualidade dos resultados esperados. Portanto, se o que procuram é a qualidade ótima, deverão cobrar/pagar o equivalente pelos serviços em questão.

 

MEMÓRIAS DE TRADUÇÃO

Os softwares de memória de tradução, diferentemente dos softwares de tradução(que já foram citados no início), são grandes aliados para agilizar o processo da tradução. Mas não podemos nos enganar com as maravilhas destas ferramentas, afinal, quem traduz é o tradutor, não o computador. Ainda hoje há tradutores que trabalham com lápis e papel, sem nenhum recurso eletrônico. Claro, são a minoria, mas existem. O resultado final é igual e, talvez, superior aos obtidos utilizando a ajuda destes softwares. A desvantagem de traduzir sem utilizar os meios informáticos é que o trabalho resultará lento e demorado, ou seja, inviável para a nossa realidade moderna. Portanto, se quiser manter um bom fluxo de trabalho, deverá adaptar-se às ferramentas que estão disponíveis e aprender a extrair o máximo proveito delas. Aqui vão algumas dicas de softwares de memórias de tradução:

TRADOS

Este é o mais conhecido entre os tradutores e, também, o mais exigido pelas agências. Possui funcionalidades diversas, que facilitam a vida dos profissionais. É um software privativo e os preços variam de acordo à versão do programa que o usuário preferir. O site oficial é owww.translationzone.com.

WORDFAST

Também é privativo, mas possui uma ótima versão de demonstração gratuita. Na minha opinião, é um pouco mais fácil de utilizar que o Trados, e está disponível em várias versões no site oficial:www.wordfast.com/.

OMEGAT

Trata-se de um programa opensource, e o download é gratuito. Se partirmos do princípio que quem traduz é o tradutor e não o computador, este software servirá com folga para atingir os objetivos da tradução freelance. Site: www.omegat.org.

TRADUÇÃO SIMPLES E TRADUÇÃO JURAMENTADA

Todos os aspectos que comentamos até agora são referentes somente às traduções simples ou livres, ou seja, as que não se enquadram nas exigências da fé pública como os manuais, textos técnicos, livros, monografias, teses, e alguns tipos de documentos, entre outros. No caso das traduções Oficiais ou Juramentadas, como os documentos, procurações e certidões, somente podem ser realizadas por tradutores concursados nas Juntas Comerciais dos Estados brasileiros. Os tradutores aprovados nestes concursos recebem o título de Tradutor Público, ou Tradutor Comercial. Em síntese, a tradução feita por estes profissionais não é melhor nem pior que a do tradutor freelancer. A única diferença é o caráter oficial da tradução exigido pelos órgãos públicos, para dar boa fé dos documentos traduzidos.

RESPONSABILIDADES FISCAIS E APOSENTADORIA

O tradutor freelancer é um trabalhador com os mesmos direitos e deveres dos seus concidadãos. Por isso, deverá dar atenção especial aos fatores como a Previdência Social, a Receita Federal, a emissão de nota fiscal, contratos, licenças de funcionamento, registros nos órgãos públicos, enfim, todas as burocracias exigidas por lei para a execução de qualquer atividade econômica lícita. Contratar um seguro de vida, um plano de aposentadoria privada e consolidar uma poupança são fatores indispensáveis, afinal, nunca é demais prevenir-se dos altos e baixos, bastante comuns, de quem desempenha este trabalho.

PERFIL GERAL DOS TRADUTORES FREELANCERS

Vamos concluir apresentando alguns dados, levantados nas pesquisas amostrais de uma comunidade de tradutores na Internet que, atualmente, conta com mais de 8 mil membros. Veja o que elas revelam:

Dados Gerais

70% dos tradutores já moraram no exterior ou já saíram do Brasil.

41% tem como fonte de clientes as referências de amigos e conhecidos.

71% não participam em nenhuma associação de tradutores.

42% nunca sofreram calote.

61% tem a tradução como atividade principal.

62% tem uma renda média mensal de 3 a 6 mil reais.

71% diz não temer ao Google Translator.

Escolaridade

18% tem Mestrado ou Doutorado.

73% tem o ensino superior completo ou incompleto.

4% completaram apenas o ensino médio.

Tipo de softwares que utilizam

36% utiliza softwares privativos.

12% utiliza Opensource.

17% utiliza softwares obtidos de forma ilegal.

66% utiliza Wordfast ou Trados.

25% não usam nenhuma ferramenta de memória de tradução .

Tipos de tradução

44% das traduções são técnicas.

15% são literárias.

8% são científica.

7%  são legendagem.

Local de trabalho

86% trabalham em casa ou no escritório próprio.

4% trabalham em uma agência de traduções.

6% em alguma empresa ligada à área.

Índice de satisfação

51% dos tradutores dizem estar satisfeitos com sua atividade.

37% afirmam estar insatisfeitos.

A maioria dos casos de insatisfação ocorre por parte dos novatos, por conta da falta de experiência e, também, pela falta de clientes regulares. Estes dados, por serem amostrais, não podem nos servir como um parâmetro, mas, como referência, são suficientes para nos dar uma ideia geral do comportamento do mercado e dos profissionais da tradução no país.

Fonte: http://www.escolafreelancer.com/como-iniciar-a-carreira-de-tradutor-freelancer/

A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?

Lingua inglesa é exigência para profissão com altos salários

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-ingles.html

Todos sabem a importância de inglês para se posicionar bem no mercado de trabalho. E cada vez mais, recrutadores brasileiros estão mais criteriosos para contratar funcionários, o que torna o inglês um fator essencial para alguns setores.

Algumas das profissões com melhores salários pedem o inglês como pré-requisito. É o caso de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Gerente de Marketing e Eventos, Analista de Mídias Sociais, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior e Gerente de Recursos Humanos, dentre outros.

É o caso da jornalista Ana Souza, 35, que cursou mestrado em Londres e fez diversos cursos na Europa. “O ingles é sim ferramenta fundamental para que consigamos dar um up nas nossas carreiras. Dominando a língua, eu consegui me encaixar em cursos super importantes para o meu aprimoramento profissional”, assegurou.

“Um profissional com conhecimento de mais de um idioma tem, com certeza, mais chances de conseguir um bom emprego. É diferencial competitivo no momento de uma seleção”, explica a professora de Inglês e franqueada da Skill Idiomas em Manaus, Elizângela Araújo.

De acordo com ela, um bom curso de inglês requer ao menos um ano de aulas semanais e com método que inclua gramática, conversação e práticas presenciais. “Os cursos online exigem muita disciplina e, por isso, as aulas presenciais são as que melhor dão resultado.”

Fonte: http://www.portaldoholanda.com.br/

A importância da língua inglesa para o profissional de Agricultura de Precisão

 

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

O mundo não tem se mostrado muito harmonioso ultimamente. Tivemos um mês de Fevereiro extremamente chuvoso, as inundações arrasaram a região serrana do Rio de Janeiro no começo deste ano. No cenário internacional também tem havido tsunamis, o Japão acabou de ser atingido por um terremoto de 8,9 pontos com dimensões catastróficas, em que até usinas nucleares explodiram. Além de toda essa desordem ambiental, os níveis de estoques dos produtos agrícolas estão baixos e os preços, subindo vertiginosamente. O algodão, por exemplo, subiu 60% nos últimos meses, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization (FAO).

Se por um lado, nada podemos fazer, pois os desastres ambientais, mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, apenas podem ser previstos, por outro lado, no que se refere à baixa dos níveis dos estoques de produtos agrícolas, muito pode ser feito. Podemos nos beneficiar da Agricultura de Precisão para agregar mais produção numa mesma área plantada. Portanto, para o aumento da produtividade, a AP é fundamental.

O Brasil, um país que se propõe a ser o celeiro do mundo no futuro, já vem se beneficiando desse novo olhar promissor para a agricultura, almejando uma produtividade cada vez mais alta, menos gastos com insumos, melhor aplicabilidade dos fertilizantes, maior aproveitamento da área, maior sustentabilidade para o meio ambiente, entre outros inúmeros benefícios que podemos mencionar no que se refere à AP.

É aqui que entra a importância da língua inglesa, pois além de ser a língua mais falada no mundo e a maior parte da produção científica estar em inglês, num mundo globalizado como o nosso tornou-se de supra importância ter conhecimento desse idioma também para a implementação da AP, uma vez que é necessário o uso de várias ferramentas das tecnologias de informação, a utilização de GPS (global positioning system), GIS (geographic information system), maquinário agrícola guiado por satélites, VRT (variable rate technology) e Yield monitor. É para o uso dessas tecnologias que o Inglês torna-se essencial.

Além da língua inglesa ser útil como ferramenta para traduzir toda essa tecnologia para que o produtor saiba utilizá-la corretamente, é essencial para ter acesso a todo esse conhecimento, traduzir manuais, saber utilizar softwares, analisar dados, entre tantas outras tarefas necessárias para lograr um aumento de produtividade de até 20% mais alimentos.

Um outro uso importante da língua inglesa é na troca de informações de pesquisas, pois muito já está sendo feito no exterior, onde existem regiões em que mais de 90% das fazendas já têm departamento de tecnologia de informação, mas num futuro bem próximo, com toda nossa extensão de terras, nossas pesquisas também vão ocupar um lugar de destaque e podemos fazer um intercâmbio de experiências com os outros países.

Os jovens que estão se preparando para trabalhar nessa área devem ter acesso ao aprendizado do Inglês que mostra-se como uma ponte para um mundo vasto de conhecimento. O profissional que não consegue entender a língua inglesa vai ter limitação para “digerir” toda a tecnologia de produtividade alcançada em países mais desenvolvidos e, consequentemente, não logrará implementar a AP, deixando que os concorrentes agreguem mais produtos no mesmo espaço de plantio, onde poderiam capitalizar lucros adicionais para o empresário agrícola que seria revertido para si próprio, melhorando sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.diadecampo.com.br

Mercado de trabalho exige outras línguas

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-ingles.html

Ter fluência no idioma é questão de sobrevivência no mercado, exigindo que as escolas priorizem a conversação

O mercado de trabalho está a cada dia mais concorrido e apresentar uma língua estrangeira já não é mais diferencial, e sim, exigência para quem quer obter boa colocação e bom salário. Por isso, manter o currículo atualizado no que diz respeito a uma segunda, e até mesmo uma terceira língua, é fundamental.

De acordo com a assistente de recursos humanos de empresa de seleção e recrutamento com atuação em Uberaba, Uberlândia, Catalão (SP) e Ribeirão Preto (SP), Denise Lopes dos Santos, 10% das empresas exigem língua estrangeira no currículo. “Mas depende muito do ramo de atividade da empresa e do cargo a ser ocupado. Geralmente são empresas multinacionais com vagas no setor de compras, cargos de secretária e de analistas de recursos humanos.

Por exemplo, uma empresa local não vai exigir que um analista de recursos humanos saiba inglês, porque ele não terá contato com empresas de outros países. Em uma multinacional, a secretária, o analista fiscal e de recursos humanos, por exemplo, devem ter conhecimento em língua inglesa porque terão contato com fornecedores estrangeiros. Depois dela, vem a língua espanhola em razão do mercado na América Latina”, explica.

Rafael Queiroz, empresário do ramo de escola de idiomas em Uberaba, esclarece que as primeiras escolas de inglês no Brasil surgiram com a revolução industrial na década de 50, com objetivo de contratar pessoas que soubessem operar máquinas estrangeiras. Até a década de 80, o foco era na gramática, escrita, leitura e principalmente na tradução para atender essa demanda. “Com a globalização, a necessidade do mercado mudou. Falar inglês com fluência passou a ser mais importante, do que dominar as outras habilidades da língua. O inglês se tornou a língua oficial dos negócios, nos quais ter fluência no idioma é muito mais do que uma necessidade, é uma questão de sobrevivência no mercado”, alerta.

Apenas 2% da população brasileira estudam inglês em escolas de línguas, segundo o empresário, e dentro dessa porcentagem, apenas 0,5% desses alunos conseguem falar inglês fluentemente. “As escolas de línguas com metodologias tradicionais ocupam 90% do tempo do aluno com escrita e leitura, enquanto que para o treino da conversação são destinados apenas 10% da aula. O aluno permanece de modo passivo”, destaca Queiroz.

No entanto, o mercado tem feito as escolas se adaptarem. Atualmente, um funcionário permanece na mesma empresa por volta de três anos. “Isso faz com que qualquer tipo de curso, inclusive o de línguas, tenha que ser muito rápido. As empresas não esperam o funcionário obter conhecimentos para depois dar resultados financeiros e de produtividade”, alerta.

Fonte: http://jmonline.com.br

Qual a importância da língua inglesa no mercado de trabalho?

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-ingles.html

Em um mundo cada vez mais conectado, a fluência no inglês é uma premissa básica para quem deseja evoluir no mercado de trabalho

Você tem todas as qualificações, sólida formação e uma considerável experiência, mas não fala inglês. Este detalhe pode, realmente, fazer toda a diferença entre conseguir ou não o emprego dos seus sonhos. E não se trata apenas de um capricho das empresas: em um mundo cada vez mais conectado, ter fluência na língua estrangeira, considerada número um do mundo dos negócios, é muito importante.

O profissional não precisa sentir-se inibido diante da constatação de que não tem dentre as suas habilidades a fluência em inglês. Pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros das classes A e B (as que contam com maiores oportunidades financeiras) sabem falar o idioma. Este dado aponta para uma tendência cultural de não enxergar o aprendizado do inglês como uma prioridade. Associa-se a este fator o deficitário sistema educacional brasileiro que, principalmente nas escolas públicas, oferece um conhecimento vago e escasso para o aprendizado da língua.

Independente deste contexto, o mercado de trabalho no Brasil segue a tendência mundial. Mesmo quando consegue um emprego, o profissional que não fala inglês ganhará menos do que aquele que fala. Pesquisas apontam que esta diferença pode chegar a 65% em um cargo de supervisão.

Portanto, falar inglês é imprescindível para quem realmente almeja evoluir profissionalmente ou obter o máximo de ganhos com o seu trabalho. Muitas são as empresas que, mesmo nacionais, fazem negócios com parceiros ao redor do globo. Com a internet, as relações internacionais também foram facilitadas, expandindo os horizontes de negociações e trocas de informações entre profissionais de países distintos. E o idioma para a comunicação entre eles é, na grande maioria das vezes, o inglês.

Para quem quer aprender, o primeiro passo é buscar, em escolas especializadas ou na internet, testes que atestem o seu nível. A partir daí, tomada a decisão de avançar no aprendizado da língua, podem-se escolher caminhos diferentes – desde aulas particulares ou em grupos, até as tradicionais escolas de inglês. O curso online é outra novidade bem-vinda, com sua flexibilidade de horário e local.

A internet também pode ser um canal para a prática do inglês: em sites especializados como o Livemocha é possível encontrar pessoas de várias partes do mundo interessadas em conversar em uma língua estrangeira específica. Batendo um papo com nativos de países de língua inglesa será possível, com o tempo, atingir um grau maior de desinibição e segurança. Cursos especiais para profissionais, presenciais ou online, ajudam a aprimorar o uso de termos corporativos e/ou mais ligados ao seu ramo de atuação.

Depois de iniciada esta jornada, o importante é não desistir. Mesmo que em alguns momentos possam surgir dificuldades ou inibições, o profissional deve ter em mente os benefícios e resultados positivos que a fluência na língua inglesa poderá trazer.

Fonte: http://www.mundocarreira.com.br