Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html

Grupo estrangeiro compra fornecedora de autopeças e faz montadoras de refém

SEG, 01/08/2016 – 10:48
ATUALIZADO EM 13/02/2017 – 10:50

Jornal GGN – Desde que um fornecedor brasileiro de autopeças foi comprado por uma empresa alemã, as montadoras do interior de São Paulo e da região do ABC estão tendo dificuldades para conseguir materiais e prosseguir com a produção de novos veículos. As fábricas da Volkswagen em São Bernardo do Campo e Taubaté estão paradas há quase uma semana e 12 mil funcionários foram dispensados do trabalho nesse período.

Outras fábricas passam por problemas semelhantes. A filial da VW em São José dos Pinhais também parou por alguns dias na semana passada. As três plantas tinham a Fameq como fornecedora exclusiva de peças estampadas. Acontece que a metalúrgica estava com dificuldades financeiras e acabou vendida para o grupo Prevent, em julho deste ano.

Depois de realizar a aquisição, a Prevent fechou as portas da Fameq e demitiu 180 funcionários. Restaram apenas 20, que tinham estabilidade e serão transferidos para outras unidades.

Em nota, a Volkswagen se queixou da ruptura nos negócios provocada pela venda da empresa brasileira. “Esse fornecedor, com um relacionamento comercial sem problemas com a Volkswagen por mais de 40 anos, teve sua atuação completamente alterada ao ser adquirida pelo grupo Prevent”.

De acordo com a montadora, a Fameq interrompeu as entregas desde meados de julho. Os estoques foram acabando e a VW não teve condições de manter a produção dos modelos Gol, Saveiro, Voyage, Up!, Fox e Golf.

Mas os problemas de abastecimento são ainda mais antigos. Começaram em março de 2015. De acordo com a montadora, desde esse período, as três fábricas somam mais de 100 dias de paralisação na produção. 90 mil carros deixaram de ser produzidos.

Há mais de um ano a Prevent tem uma disputa judicial em aberto com a Volkswagen. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese, desde o início de 2015, o grupo alemão comprou 11 fábricas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná – da Keiper, Tower Automotive, Madel, TWB, Cavelagni e agora Fameq. Elas produzem bancos, estrutura de bancos, couro, têxteis, interiores, discos de freios e peças estampadas.

Em maio, a montadora conseguiu três liminares na Justiça de São Bernardo obrigando a Keiper, Mardel e Cavelagni a retomarem a entrega de peças, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. Na época, a fábrica da Fiat em Betim (MG) também enfrentou o mesmo problema e obteve liminar na Justiça para que a Mardel e Tower retomassem imediatamente o fornecimento de estruturas metálicas, com multa diária de R$ 200 mil no caso de descumprimento.

A Fiat informou que conseguiu realizar um acordo com o grupo Prevent. A Volkswagen, no entanto, afirma que a empresa descumpre contratos e “reiteradamente faz solicitações de aumento de preços e pagamento injustificado de valores (sem respaldo contratual ou econômico)”. A montadora reclama que o novo fornecedor “tem se mostrado inflexível, elencando uma série de condições (que nada tem a ver com o contrato atual) para a continuidade do fornecimento, incluindo exclusividade para os próximos projetos”.

Para os trabalhadores, o grupo alemão age na base do monopólio de produção de itens estratégicos. O Prevent tem 51 empresas em 13 países nas áreas de autopeças, serviços, construção naval e vestuário de segurança. A sede fica em Wolfsburg, na Alemanha, mas a empresa pertence a um grupo de investidores da Bósnia.

“Estamos lidando com um grupo que faz negociata, compra empresas e depois descarta os trabalhadores como bagaço de laranja”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres.

Depois que os trabalhadores montaram acampamento nas instalações da Fameq para impedir a retirada dos maquinários, o sindicato conseguiu um acordo no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.  A Prevent precisará pagar aos funcionários demitidos verbas rescisórias, abono salarial de R$ 10 mil e um ano de cesta básica e assistência médica.

“Por acaso, passei em frente à fábrica no sábado e vi as máquinas sendo retiradas. Chamei reforço dos trabalhadores e ficamos acampados para evitar a saída”, disse Luiz Valentin, diretor do sindicato.

Com informações do Estadão

Fonte: http://jornalggn.com.br/noticia/grupo-estrangeiro-compra-fornecedora-de-autopecas-e-faz-montadoras-de-refem

Espanglish Traduções oferece serviço de tradução em Inglês, coreano, Alemão e em mais de 20 idiomas. Consulte.

Serviço de tradução simultânea e consecutiva em São Bernado do Campo, SP. Tradução Juramentada em São Bernado do Campo. Tradução técnica (manuais, folhetos, etc) em São Paulo .

http://www.espanglish.com.br

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

(41)3308-9498 / 99667-9498

Disputa por aeroportos deve atrair empresas estrangeiras

Com as grandes construtoras penduradas na Lava Jato, a licitação de aeroportos deve ser protagonizada pelas companhias internacionais

O primeiro leilão de concessão da era Temer deve ter uma cara bem diferente das disputas verificadas nos governos Lula e Dilma Rousseff. Com as grandes construtoras penduradas na Lava Jato e sem a presença da Infraero, a licitação dos aeroportos de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC), marcada para quinta-feira, deve ser protagonizada pelas companhias internacionais e fundos de investimentos.

A lista de candidatos às concessões é ampla. Entre as operadoras estrangeiras de aeroportos, estão as espanholas AviAlliance, Aena e OHL, a suíça Zurich, a argentina Corporación América, a alemã Fraport e a francesa Vinci. Do lado brasileiro, surgem grandes fundos como Pátria e Vinci Partners, a empresa de infraestrutura CCR e algumas construtoras, como a CR Almeida.

Na semana passada, a maioria delas estava debruçada sobre planilhas para traçar as estratégias e definir se vão ou não participar da disputa. Apesar de terem de entregar as propostas hoje na BM&F Bovespa, na sexta-feira algumas ainda tentavam ter aprovação dos acionistas para entrar no leilão e outras trabalhavam em acordos com construtores caso vençam a concessão.

Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que a tendência é que as estrangeiras participem da licitação em parceria com empresas ou fundos brasileiros. É o modelo seguido pela AviAlliance, que se uniu ao Pátria, e pela Zurich, com a Vinci Partners. No mercado, também se cogitava a parceria entre a Fraport e a CR Almeida. Mas algumas podem entrar sozinhas, como a Corporación América, que administra os aeroportos de Brasília e de Natal.

Ao contrário do que ocorreu nas concessões passadas, protagonizadas pelas grandes construtoras, agora boa parte das empreiteiras não deve entrar como investidora, mas apenas no consórcio construtor. Para alguns grupos, a escolha da empresa que vai tocar as obras deve ficar para um segundo momento, depois da disputa. Mas, para reduzir os riscos, empresas estrangeiras têm preferido fechar acordos antes de entregar a proposta. Segundo fontes, Racional e Queiroz Galvão estavam entre as candidatas para tocar as obras de alguns grupos.

Apesar da quantidade de interessados que estudaram os quatro aeroportos, ninguém garante que o leilão será competitivo nem se terá ágios elevados como nas concessões passadas (Guarulhos, 373%; Brasília, 673%; Viracopos, 159%; Galeão, 294%; e Confins, 66%). Em todos esses aeroportos, havia participação direta ou indireta de construtoras.

Competição

“Esse leilão está mais justo. Pode não ter ágio (como no passado), mas terá pretendente”, afirma o sócio da BF Capital, Renato Sucupira, que fez os estudos de viabilidade dos quatro aeroportos que vão a leilão (dois foram selecionados pelo governo). Em Brasília, o clima também é de cautela. Fontes do governo acreditam que o leilão terá interessado, mas não descartam a possibilidade de algum lote dar vazio, ou seja, não ter interessado.

De fato, a preocupação aumentou na sexta-feira, quando a espanhola OHL, com um grupo coreano (KAC), desistiu de participar do leilão. Um dos entraves, que também pode afastar a presença da CCR, é a questão da defasagem de demanda. Os estudos do governo são de 2015. Mas, no ano passado, o volume de passageiros caiu 19% em Salvador, 13% em Fortaleza, 9% em Porto Alegre e 5% em Florianópolis, afirmam fontes que estão acompanhando os estudos. Isso atrapalha a elaboração da proposta, diz um candidato ao leilão.

Por outro lado, houve correções em relação ao processo anterior. A Infraero, que nos últimos leilões teve participação compulsória de 49% em todos os aeroportos, foi excluída das concessões. Essa foi uma medida para tentar atrair investidor estrangeiro já que as grandes construtoras, que lideraram os consórcios vencedores dos leilões passados, não têm capacidade financeira para entrar na disputa. Além disso, houve melhora nas condições de pagamento das outorgas, afirmou outro candidato à licitação.

Estrangeiros

Segundo especialistas, a expectativa é que os aeroportos do Nordeste tenham mais competição. Uma das explicações é a maior proximidade com a Europa e a possibilidade de trazer voos internacionais diretos para Salvador e Fortaleza. “O apelo comercial é maior, já que esses terminais têm maior capacidade de trazer estrangeiros”, disse uma fonte. De qualquer forma, alguns aeroportos também têm problemas delicados que afetam as decisões dos investidores.

Em Salvador, por exemplo, a construção da segunda pista terá de ser feito em uma área de dunas, o que significa ter problemas com órgãos ambientais. O edital tentou resolver a questão, dizendo que se não for possível construir haverá um reequilíbrio econômico para retirar as obrigações do concessionário. “Mas é um fator de insegurança”, disse uma empresa interessada no leilão. A extensão da pista de Porto Alegre também sofre algumas restrições, já que há uma invasão na área.

Para o governo, o leilão desta semana pode dar fôlego novo à economia, que vem de dois anos de recessão. De acordo com o edital de licitação, os quatro aeroportos vão exigir investimentos de 6,61 bilhões de reais durante o período de concessão. Além disso, o leilão vai reforçar o caixa do Tesouro, já que uma parte da outorga terá de ser paga à vista (25% do preço mínimo mais ágio). No mínimo, o governo federal, que vive grave crise fiscal, pode arrecadar cerca de 750 milhões de reais.

Fonte: http://veja.abril.com.br/economia/disputa-por-aeroportos-deve-atrair-empresas-estrangeiras/

Espanglish Traduções oferece serviço de tradução em Inglês, coreano e em mais de 20 idiomas. Consulte.

Serviço de tradução simultânea e consecutiva em Salvador, Bahia. Tradução Juramentada em Salvador. Tradução técnica (manuais, folhetos, etc) na Bahia e todo o Nordeste.

http://www.espanglish.com.br

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

(41)3308-9498 / 99667-9498

Tradução Simultânea em Espanhol

No Brasil, a pesar da crise política e econômica, acontecem muitos congressos, simpósios e fóruns internacionais, nos quais é necessária a participação de intérpretes que falem línguas como o inglês, espanhol, francês e outras.

Destacamos também a realização de eventos de carácter continental, como congressos latino-americanos, nos quais participam muitos palestrantes e público do resto dos países próximos do Brasil, entre eles Argentina, Chile, Paraguai, Colômbia, etc.

Nestes eventos é necessário o trabalho do intérprete simultâneo espanhol-português. Os tradutores simultâneos da Espanglish dominam ambas as línguas e conseguem traduzir todo tipo de conteúdo: medicina, veterinária, economia, esportes, história, sociologia, meio ambiente, ciências, engenharia e muitos outros.

Quando estiver organizando o seu evento lembre que existe uma empresa especializada em tradução simultânea em espanhol e em outros idiomas. Também possuímos equipamento de tradução simultânea de última tecnologia.

Não deixe nenhum detalhe livrado ao azar. Conte conosco! faça um orçamento sem compromisso.

Espanglish Traduções: a sua empresa de tradução simultânea, tradução técnica, interpretes de inglês e outros idiomas, aulas in Company.

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / (41)9667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

Quer ser intérprete de conferência? Perguntas frequentes

P: O que faz um intérprete de conferência?

Dito de forma sucinta, os intérpretes de conferência tornam possível a comunicação multilíngue.

Aprendem a saber ouvir de forma ativa o que é dito na língua de origem, por ex:

  • A compreender a mensagem na íntegra
  • No contexto em que é proferida
  • Qualquer que seja o tema versado.

São capazes de transpor para a língua (de destino) o que está a ser dito, respeitando o significado original, o tom, a intenção e o estilo do orador.

P: O que é preciso para se tornar intérprete de conferência?

Personalidade, formação e integridade profissional.

Quem desejar formar-se como intérprete deverá ter uma aptidão inequívoca para tal, uma grande curiosidade intelectual e nervos de aço. É evidente que excelentes competências linguísticas e uma sólida cultura geral são requisitos fundamentais.

Um futuro intérprete deve poder compreender e processar rapidamente a informação que lhe chega, ter um grande poder de concentração, saber reagir pronta e serenamente a uma mudança de situação, possuir uma boa resistência física e nervos sólidos, uma voz agradável e saber falar em público. Um intérprete potencial deve saber associar à curiosidade intelectual, tacto e bom senso.

Uma vez atestadas estas capacidades é necessária uma formação especializada nos métodos e técnicas da interpretação de conferência.

E por fim, um intérprete deve ser dum grande rigor intelectual. Para um intérprete de conferência a integridade profissional tem regras muito claras que regem a profissão (segredo profissional, normas profissionais, etc.).

Estas normas são necessárias para:

  • Garantir a qualidade do seu desempenho
  • Proteger a sua saúde e gozar duma longa vida activa
  • Ser reconhecido pelos seus pares
  • E inspirar e manter a confiança dos seus clientes.

P: Quais são as principais diferenças entre intérpretes e tradutores?

Os tradutores trabalham com a palavra escrita. Têm pouco contacto com o autor do texto e com o leitor mas dispõem de mais tempo para apresentarem o seu trabalho. Juz lhes seja feito, a sua produção permanece no tempo. Pode ser alvo de publicação, lida e relida, utilizada e reutilizada e pode até tornar-se uma referência.

Os intérpretes trabalham a oralidade e precisam de transmitir o significado, da melhor forma possível, no momento. Estão em pleno processo de comunicação que é dirigido a um público presente e/ou ouvinte.

P: Os intérpretes repetem palavras como os papagaios?

Interpretar significa compreender o significado que o orador quer dar no contexto daquele encontro e comunicar essa mensagem aos ouvintes tendo em conta as diferenças culturais e linguísticas. Qualquer tradução literal (palavra a palavra) produz maus resultados. Ainda mais quando duma interpretação pois o verdadeiro intérprete profissional procura sempre o significado do que está por trás das palavras. A grande máxima do intérprete é: pensar antes de falar.

P: Nascemos ou tornamo-nos intérpretes?

É necessária formação, prática, um comportamento profissional íntegro e muita perseverança para prosseguir uma carreira como intérprete de conferência profissional. Estar em contacto com línguas estrangeiras e culturas diferentes não basta. Antes de se poder iniciar uma carreira profissional, é necessário dominar os métodos e técnicas da interpretação transmitidos a nível universitário. Não é necessário ser nado e criado num ambiente familiar multilíngue para se tornar um intérprete. Hoje em dia a maior parte dos intérpretes adquiriram as línguas estrangeiras que dominam estudando-as, só que a um grau muitíssimo aprofundado.

P: Dá-se pela presença do intérprete?

Os intérpretes profissionais exercem uma função exigente com a máxima discrição. Numa situação ideal, as delegações presentes num encontro comunicariam entre si tão eficientemente que não dariam pela barreira da(s) língua(s).

Assim, deve estar ciente que:

  • Dominar perfeitamente a língua materna é crucial para que o trabalho do intérprete seja de qualidade; por vezes este aspecto é descurado no afã de se aprenderem novas línguas;
  • Conhecer profundamente e extensivamente línguas requer um esforço de estudo permanente e o contacto constante com o seu meio.

Regra geral ser intérprete requer um diploma universitário e uma pós-graduação em técnicas de interpretação de conferência. O ramo do conhecimento que confere o título universitário não tem forçosamente que ser em línguas, mas para se exercer interpretação é óbvio que o seu conhecimento tem que ter atingido um nível muitíssimo exigente. Para a maior parte de vós a opção poderá ser a de um curso universitário em línguas modernas.

Uma excelente combinação pode ser a dum diploma universitário num ramo completamente diferente, seguido duma pós-graduação em interpretação de conferência desde que as competências linguísticas estejam presentes. Qualquer ramo do conhecimento é útil no mundo das conferências.

P: E que tipo de cultura geral tem utilidade?

Os intérpretes de conferência trabalham para uma gama muito variada de clientes e públicos, em muitos tipos de reuniões que abordam uma diversidade de temas: econômicos, financeiros, jurídicos, políticos, científicos, informáticos, teológicos, desportivos, médicos, etc..

Apesar de peritos em comunicação inter-cultural, não podem ser chamados a ser peritos em todos os temas sobre os quais versam as conferências. Um intérprete deve ter uma curiosidade intelectual e uma força de vontade que o leve a querer aprender novos assuntos.

A preparação  é o elemento chave para poder dominar todos os tipos de discurso e todos os tipos de orador. Não basta compreender o sentido do que o orador está a dizer, é necessário saber transpor esse significado para a língua de destino.

Um intérprete precisa de estar ao corrente dos acontecimentos no plano nacional e internacional e aprofundar a sua cultura geral. Os intérpretes de conferência profissionais ”sofrem do bichinho das notícias quaisquer que elas sejam”, pois quantas vezes são feitas referências inesperadas e esse conhecimento vem mesmo a calhar.

P: Será que a profissão vai sobreviver à hegemonia do Inglês?

Cabe aos organizadores das conferências escolher as línguas em que se vão desenrolar os trabalhos. Essa escolha pode ser orientada por considerações políticas (ex: as línguas da União Europeia, as línguas oficiais da Confederação Helvética, etc.), por considerações de ordem diplomática ( se a conferência tem especificamente a ver com certos países ou regiões do globo), por razões de facilitação ( ex: os simpósios médicos desenrolam-se normalmente em Inglês e na(s) língua(s) do país anfitrião) ou por razões históricas.

Cada vez se recorre mais à língua inglesa  nas reuniões internacionais. Um número cada vez maior de pessoas aprende inglês e pode utilizar essa língua. O que não quer dizer que saibam utilizá-la de forma adequada ou que dominem na perfeição as suas subtilezas, ou que se sintam à vontade para se exprimirem nela. Muitas pessoas se dão conta que falar uma língua estrangeira e ouvir numa língua estrangeira (mesmo sobre um assunto da sua especialidade) é extremamente cansativo, e que recorrer a intérpretes de conferência profissionais e bem preparados garante a comunicação.

As línguas estão intrinsecamente ligadas ao patrimônio cultural e cada um de nós dispõe de recursos na sua língua de que não dispõe na(s) língua(s) adquirida(s). Ciente desta realidade a AIIC redigiu a Declaração sobre a preservação da diversidade linguística.

Parece haver uma tendência muito nítida, em certas regiões do mundo e em certos sectores, no sentido de se utilizar apenas a língua inglesa nas reuniões (nomeadamente naqueles onde dominar o inglês é equivalente a promoção na carreira e confere estatuto). Como a procura é dinâmica, na União Europeia para além das línguas tradicionalmente bem enraizadas como o francês, o alemão ou o espanhol, também o checo, o polaco ou o finlandês apareceram; na Ásia temos agora o chinês nas conferências. Novas instâncias internacionais como os Tribunais Penais Internacionais  necessitam das línguas em que decorrem os processos. É por isso extremamente difícil prever se vai ou não haver uma grande procura para uma determinada combinação linguística.

P: As máquinas acabarão por substituir os intérpretes?

A tradução automática apareceu como a panaceia universal, logo nos anos 60. Os sistemas disponíveis têm vindo a ser paulatinamente melhorados sem que tenha havido grandes sobressaltos nem soluções milagrosas. A tradução automática permite o tratamento em grande quantidade e velocidade do mesmo tipo de texto como, por exemplo, os cadernos de encargos de concursos públicos.

Mas a oralidade é mais complexa que a palavra escrita. Apesar de progressos espetaculares no campo do reconhecimento da voz, os dispositivos existentes não conseguem substituir o ser humano-intérprete.

Uma coisa é certa: os intérpretes beneficiam muito das evoluções mais recentes no campo da tecnologia. Tanto os glossários como os documentos necessários para uma reunião estão disponíveis eletronicamente e podem ser descarregados para computadores. Hoje em dia há um maior número de vídeo conferências, e os intérpretes trabalham também em situações onde os oradores comunicam por satélite. O contexto e a forma como os intérpretes trabalham evolui, mas a profissão beneficiou sempre da inovação tecnológica.

fonte: http://aiic.net/

Espanglish Traduções oferece serviço de intérprete simultâneo e consecutivo em todo o Brasil. Também locamos equipamento de tradução simultânea da melhor qualidade.

Intérprete simultâneo e consecutivo em inglês, espanhol, italiano, alemão, árabe, japonês, chinês e outros 20 idiomas.

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / 9667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

O que é a interpretação de conferência?

A interpretação de conferência tem a ver exclusivamente com a comunicação oral: transpor uma mensagem de uma língua para outra, com naturalidade e fluência, adoptando a linguagem, o tom e as convicções do orador e falando na primeira pessoa.

Não deve ser confundida com a tradução, que diz respeito apenas a textos escritos. A tradução de documentos é da responsabilidade da Direcção-Geral da Tradução da Comissãoexternal link.

Nas conferências internacionais participam pessoas oriundas de meios e culturas diferentes, que falam línguas diferentes. Cabe ao intérprete permitir-lhes comunicar entre si, não pela tradução palavra a palavra mas pela transmissão das ideias.

Regime linguístico e línguas activas e passivas são expressões utilizadas pelos intérpretes para designar as línguas em que as intervenções podem ser feitas ou ouvidas numa reunião multilíngue.

A combinação linguística de um intérprete de conferência indica o número de línguas de partida ou de chegada de um intérprete trabalhando em modo simultâneo ou consecutivo. A interpretação simultânea é feita numa cabina insonorizada.

Existem vários tipos de interpretação :

Consecutiva– interpretação depois de terminada a intervenção do orador…

Simultânea– interpretação durante a intervenção do orador…

Relais– interpretação entre duas línguas, passando por uma terceira…

Retour– interpretação da língua materna para uma língua estrangeira…

Pivot– utilização de uma única língua como relais…

Cheval– um intérprete que trabalha alternadamente entre duas cabinas, na mesma reunião…

Assimétrica– os delegados ouvem a interpretação apenas para algumas línguas…

Chuchotage– interpretação simultânea em voz baixa…

Língua gestual– interpretação simultânea para a língua gestual …

Tradução simultânea, sussurrada e consecutiva é com a Espanglish Traduções! Equipamento de primeiro nível e intérpretes nas mais diversas línguas (inglês, espanhol, chinês, japonês, italiano, francês, alemão, turco, árabe, russo, polonês, etc).

Faça um orçamento sem compromisso.

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / 9667-9498    atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

Curso de inglês para engenheiros, Traduções técnicas (manuais, folhetos, livros), Serviço de interpretação para acompanhar engenheiros em plantas, fábricas, companhias.

Espanglish traduções e Cursos

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / 9667-9498