Aulas particulares de Espanhol

A língua Espanhola é um dos meios de comunicação mais importantes do mundo.  É o idioma oficial da Espanha e no fim do século XV iniciou sua irradiação na América recém descoberta.

Hoje, além da Espanha, fala-se o Espanhol na América Latina: Argentina, Bolívia Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, Guatemala, Honduras México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, El Salvador, Uruguai, Venezuela e Guiné Equatorial (África). Na América do Norte, nos Estados Unidos, propriamente dito, o Espanhol é usado como língua de comunicação entre a maioria dos anglo-saxões dos estados do Colorado, Arizona, Califórnia e Novo México e também por numerosos grupos de New York e Flórida.

O Espanhol, atualmente, é a Segunda língua mais falada no Ocidente, bem como, nos Estados Unidos. Mais de 300 milhões de pessoas fazem uso deste idioma. Hodiernamente, além do interesse particular que o Espanhol desperta em algumas pessoas é importante perceber que vivemos uma época de relações “político-comerciais” que nos decanta pela necessidade do conhecimento desse idioma.

A língua falada pela quase totalidade de nossos vizinhos latino-americanos está cruzando fronteiras. O MERCOSUL – Mercado Comum dos Países da América do Sul e o NAFTA – Mercado Comum dos Países da América do Norte, certamente forma fatores de grande influencia para a divulgação do idioma.

Também, na Europa, o fato de que o Espanhol seja, ao lado do inglês, língua oficial para os acordos comerciais, segundo as normas da Comunidade Econômica Européia, faz crescer consideravelmente o número de falantes.
Presenciamos, no Brasil, durante muitos anos a troca de informações com os nativos da Língua Espanhola por meio do “Portunhol”. Desta feita, o Espanhol passa a fazer parte de situações que requer maior formalidade.

É um erro comum, entre muitos, pensar que a comunicação, entre o Português e o Espanhol, pode ser feita de maneira eficaz quando não se tem o conhecimento da língua. É certo que há uma grande similitude entre as duas línguas, que também existe um grande número de termos e expressões comuns entre tais idiomas. No entanto, com muita frequência, estes escondem significados diferentes, ou tem diferentes usos em um e outro idioma. É difícil assimilar ou adquirir uma língua sem o estudo metódico de seu vocabulário e de sua gramatica básica.

Para esta relação, que nos apresenta mais estreita a cada dia já não há lugar para o “Portunhol”. Necessário, se faz, que o Espanhol seja usado sem risco de enganos ou mal-entendidos como temos presenciado ao longo dos anos. Entendermos, comunicarmos de forma correta é uma necessidade primordial, tendo em vista que saber a língua do outro é ir muito além: é entender sua realidade e reinterpretar a nossa.

FONTE: http://www2.ucg.br/flash/artigos/LinguaEspanhola.htm

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Quer ser intérprete de conferência? Perguntas frequentes

P: O que faz um intérprete de conferência?

Dito de forma sucinta, os intérpretes de conferência tornam possível a comunicação multilíngue.

Aprendem a saber ouvir de forma ativa o que é dito na língua de origem, por ex:

  • A compreender a mensagem na íntegra
  • No contexto em que é proferida
  • Qualquer que seja o tema versado.

São capazes de transpor para a língua (de destino) o que está a ser dito, respeitando o significado original, o tom, a intenção e o estilo do orador.

P: O que é preciso para se tornar intérprete de conferência?

Personalidade, formação e integridade profissional.

Quem desejar formar-se como intérprete deverá ter uma aptidão inequívoca para tal, uma grande curiosidade intelectual e nervos de aço. É evidente que excelentes competências linguísticas e uma sólida cultura geral são requisitos fundamentais.

Um futuro intérprete deve poder compreender e processar rapidamente a informação que lhe chega, ter um grande poder de concentração, saber reagir pronta e serenamente a uma mudança de situação, possuir uma boa resistência física e nervos sólidos, uma voz agradável e saber falar em público. Um intérprete potencial deve saber associar à curiosidade intelectual, tacto e bom senso.

Uma vez atestadas estas capacidades é necessária uma formação especializada nos métodos e técnicas da interpretação de conferência.

E por fim, um intérprete deve ser dum grande rigor intelectual. Para um intérprete de conferência a integridade profissional tem regras muito claras que regem a profissão (segredo profissional, normas profissionais, etc.).

Estas normas são necessárias para:

  • Garantir a qualidade do seu desempenho
  • Proteger a sua saúde e gozar duma longa vida activa
  • Ser reconhecido pelos seus pares
  • E inspirar e manter a confiança dos seus clientes.

P: Quais são as principais diferenças entre intérpretes e tradutores?

Os tradutores trabalham com a palavra escrita. Têm pouco contacto com o autor do texto e com o leitor mas dispõem de mais tempo para apresentarem o seu trabalho. Juz lhes seja feito, a sua produção permanece no tempo. Pode ser alvo de publicação, lida e relida, utilizada e reutilizada e pode até tornar-se uma referência.

Os intérpretes trabalham a oralidade e precisam de transmitir o significado, da melhor forma possível, no momento. Estão em pleno processo de comunicação que é dirigido a um público presente e/ou ouvinte.

P: Os intérpretes repetem palavras como os papagaios?

Interpretar significa compreender o significado que o orador quer dar no contexto daquele encontro e comunicar essa mensagem aos ouvintes tendo em conta as diferenças culturais e linguísticas. Qualquer tradução literal (palavra a palavra) produz maus resultados. Ainda mais quando duma interpretação pois o verdadeiro intérprete profissional procura sempre o significado do que está por trás das palavras. A grande máxima do intérprete é: pensar antes de falar.

P: Nascemos ou tornamo-nos intérpretes?

É necessária formação, prática, um comportamento profissional íntegro e muita perseverança para prosseguir uma carreira como intérprete de conferência profissional. Estar em contacto com línguas estrangeiras e culturas diferentes não basta. Antes de se poder iniciar uma carreira profissional, é necessário dominar os métodos e técnicas da interpretação transmitidos a nível universitário. Não é necessário ser nado e criado num ambiente familiar multilíngue para se tornar um intérprete. Hoje em dia a maior parte dos intérpretes adquiriram as línguas estrangeiras que dominam estudando-as, só que a um grau muitíssimo aprofundado.

P: Dá-se pela presença do intérprete?

Os intérpretes profissionais exercem uma função exigente com a máxima discrição. Numa situação ideal, as delegações presentes num encontro comunicariam entre si tão eficientemente que não dariam pela barreira da(s) língua(s).

Assim, deve estar ciente que:

  • Dominar perfeitamente a língua materna é crucial para que o trabalho do intérprete seja de qualidade; por vezes este aspecto é descurado no afã de se aprenderem novas línguas;
  • Conhecer profundamente e extensivamente línguas requer um esforço de estudo permanente e o contacto constante com o seu meio.

Regra geral ser intérprete requer um diploma universitário e uma pós-graduação em técnicas de interpretação de conferência. O ramo do conhecimento que confere o título universitário não tem forçosamente que ser em línguas, mas para se exercer interpretação é óbvio que o seu conhecimento tem que ter atingido um nível muitíssimo exigente. Para a maior parte de vós a opção poderá ser a de um curso universitário em línguas modernas.

Uma excelente combinação pode ser a dum diploma universitário num ramo completamente diferente, seguido duma pós-graduação em interpretação de conferência desde que as competências linguísticas estejam presentes. Qualquer ramo do conhecimento é útil no mundo das conferências.

P: E que tipo de cultura geral tem utilidade?

Os intérpretes de conferência trabalham para uma gama muito variada de clientes e públicos, em muitos tipos de reuniões que abordam uma diversidade de temas: econômicos, financeiros, jurídicos, políticos, científicos, informáticos, teológicos, desportivos, médicos, etc..

Apesar de peritos em comunicação inter-cultural, não podem ser chamados a ser peritos em todos os temas sobre os quais versam as conferências. Um intérprete deve ter uma curiosidade intelectual e uma força de vontade que o leve a querer aprender novos assuntos.

A preparação  é o elemento chave para poder dominar todos os tipos de discurso e todos os tipos de orador. Não basta compreender o sentido do que o orador está a dizer, é necessário saber transpor esse significado para a língua de destino.

Um intérprete precisa de estar ao corrente dos acontecimentos no plano nacional e internacional e aprofundar a sua cultura geral. Os intérpretes de conferência profissionais ”sofrem do bichinho das notícias quaisquer que elas sejam”, pois quantas vezes são feitas referências inesperadas e esse conhecimento vem mesmo a calhar.

P: Será que a profissão vai sobreviver à hegemonia do Inglês?

Cabe aos organizadores das conferências escolher as línguas em que se vão desenrolar os trabalhos. Essa escolha pode ser orientada por considerações políticas (ex: as línguas da União Europeia, as línguas oficiais da Confederação Helvética, etc.), por considerações de ordem diplomática ( se a conferência tem especificamente a ver com certos países ou regiões do globo), por razões de facilitação ( ex: os simpósios médicos desenrolam-se normalmente em Inglês e na(s) língua(s) do país anfitrião) ou por razões históricas.

Cada vez se recorre mais à língua inglesa  nas reuniões internacionais. Um número cada vez maior de pessoas aprende inglês e pode utilizar essa língua. O que não quer dizer que saibam utilizá-la de forma adequada ou que dominem na perfeição as suas subtilezas, ou que se sintam à vontade para se exprimirem nela. Muitas pessoas se dão conta que falar uma língua estrangeira e ouvir numa língua estrangeira (mesmo sobre um assunto da sua especialidade) é extremamente cansativo, e que recorrer a intérpretes de conferência profissionais e bem preparados garante a comunicação.

As línguas estão intrinsecamente ligadas ao patrimônio cultural e cada um de nós dispõe de recursos na sua língua de que não dispõe na(s) língua(s) adquirida(s). Ciente desta realidade a AIIC redigiu a Declaração sobre a preservação da diversidade linguística.

Parece haver uma tendência muito nítida, em certas regiões do mundo e em certos sectores, no sentido de se utilizar apenas a língua inglesa nas reuniões (nomeadamente naqueles onde dominar o inglês é equivalente a promoção na carreira e confere estatuto). Como a procura é dinâmica, na União Europeia para além das línguas tradicionalmente bem enraizadas como o francês, o alemão ou o espanhol, também o checo, o polaco ou o finlandês apareceram; na Ásia temos agora o chinês nas conferências. Novas instâncias internacionais como os Tribunais Penais Internacionais  necessitam das línguas em que decorrem os processos. É por isso extremamente difícil prever se vai ou não haver uma grande procura para uma determinada combinação linguística.

P: As máquinas acabarão por substituir os intérpretes?

A tradução automática apareceu como a panaceia universal, logo nos anos 60. Os sistemas disponíveis têm vindo a ser paulatinamente melhorados sem que tenha havido grandes sobressaltos nem soluções milagrosas. A tradução automática permite o tratamento em grande quantidade e velocidade do mesmo tipo de texto como, por exemplo, os cadernos de encargos de concursos públicos.

Mas a oralidade é mais complexa que a palavra escrita. Apesar de progressos espetaculares no campo do reconhecimento da voz, os dispositivos existentes não conseguem substituir o ser humano-intérprete.

Uma coisa é certa: os intérpretes beneficiam muito das evoluções mais recentes no campo da tecnologia. Tanto os glossários como os documentos necessários para uma reunião estão disponíveis eletronicamente e podem ser descarregados para computadores. Hoje em dia há um maior número de vídeo conferências, e os intérpretes trabalham também em situações onde os oradores comunicam por satélite. O contexto e a forma como os intérpretes trabalham evolui, mas a profissão beneficiou sempre da inovação tecnológica.

fonte: http://aiic.net/

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O que é a interpretação de conferência?

A interpretação de conferência tem a ver exclusivamente com a comunicação oral: transpor uma mensagem de uma língua para outra, com naturalidade e fluência, adoptando a linguagem, o tom e as convicções do orador e falando na primeira pessoa.

Não deve ser confundida com a tradução, que diz respeito apenas a textos escritos. A tradução de documentos é da responsabilidade da Direcção-Geral da Tradução da Comissãoexternal link.

Nas conferências internacionais participam pessoas oriundas de meios e culturas diferentes, que falam línguas diferentes. Cabe ao intérprete permitir-lhes comunicar entre si, não pela tradução palavra a palavra mas pela transmissão das ideias.

Regime linguístico e línguas activas e passivas são expressões utilizadas pelos intérpretes para designar as línguas em que as intervenções podem ser feitas ou ouvidas numa reunião multilíngue.

A combinação linguística de um intérprete de conferência indica o número de línguas de partida ou de chegada de um intérprete trabalhando em modo simultâneo ou consecutivo. A interpretação simultânea é feita numa cabina insonorizada.

Existem vários tipos de interpretação :

Consecutiva– interpretação depois de terminada a intervenção do orador…

Simultânea– interpretação durante a intervenção do orador…

Relais– interpretação entre duas línguas, passando por uma terceira…

Retour– interpretação da língua materna para uma língua estrangeira…

Pivot– utilização de uma única língua como relais…

Cheval– um intérprete que trabalha alternadamente entre duas cabinas, na mesma reunião…

Assimétrica– os delegados ouvem a interpretação apenas para algumas línguas…

Chuchotage– interpretação simultânea em voz baixa…

Língua gestual– interpretação simultânea para a língua gestual …

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A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

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Espanhol para Hotelaria

Neste vídeo você aprenderá algumas frases em espanhol para utilizar num hotel.

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Erros Frequentes na Tradução Espanhol Português

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http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudo/traducao-espanhol.html

Mais umas dicas importantes para a prova discursiva do Senado !!!

Cuidado para não fazerem a tradução errada !!!

Seguem alguns erros freqüentes:

 

ESPAÑOL PORTUGUÊS

Voltaremos ao Rio de Janeiro mais uma vez

Volveremos a Río de Janeiro una vez más

 

Los niños están en el parque iuqando a la pelota

 

As crianças estão no parque brincando de bola
En este momento son las ocho menos diez

 

Neste momento são dez para as oito
Brasil forma parte del Mercosur

 

Brasil faz parte do Mercosul
A mis padres no les gusta dormir tras el almuerzo

 

Os meus país não gostam de dormir após o almoço
La comida que mi madre preparó aver estaba exquisita

 

A comida que a minha mãe preparou ontem estava deliciosa
Siempre he pensado gue Roberto ha tenido una exquisita educación

 

Desde mi punto de vista las cosas

podrían ser distintas

Sempre pensei que o Roberto teve uma excelente educação

 

Do meu ponto de vista as coisas poderiam ser diferentes

   

 

Mi madre siempre decía: “debemos aprovechar el sol mientras dure” A minha mãe sempre falava; “devemos aproveitar o sol enquanto durar”
El edificio de Mónica es más qrande que el mio

 

O prédio da Mônica é maior do que o meu
Tu coche es más pequeño que el mío O seu carro é menor do que o meu
He estado mucho tiempo acostado v me duele la espalda

 

Fiquei muito tempo deitado e estou com dor nas costas
En caso de que no quieras, me lo dices.

 

Caso você não queira, me fale.
Para hacer bien la prueba basta con leer bien los apuntes

 

Para fazer bem a prova basta ler direito as anotações
Tras haber andado tanto, tengo mucha sed Após ter andado tanto, estou com muita sede

Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/erros-frequentes-na-traducao-espanhol-portugues-4/

Norma técnica ISO 2603 sobre tradução simultânea

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A Norma ISO 2603 foi elaborada pela Secretaria Central da ISO (Organização para Normas Internacionais) em colaboração com a Associação Internacional de Intérpretes de Conferências (AIIC) e circulou pelos organismos membros em setembro de 1981. Ela surgiu da necessidade de normatizar as cabines para tradução simultânea, bem como definir as características gerais dos equipamentos, acessibilidade, instalações, acústica e demais aspectos estruturais que fazem parte da rotina do intérprete de conferência.

O trabalho de desenvolvimento de Normas Internacionais, como é o caso da ISO 2603, é realizado por meio dos Comitês Técnicos da ISO. Cada organismo membro interessado num assunto específico tem o direito de representação no Comitê Técnico Autorizado.

A Norma ISO de cabines de tradução foi aprovada pelos organismos membros da ISO dos seguintes países: Austrália, Canadá, China, Egito, Finlândia, Alemanha, Iraque, Israel, Itália, Japão, Holanda, Noruega, Romênia, África do Sul, Espanha, Estados Unidos.

Introdução

A norma ISO 2603 foi publicada pela primeira vez em 1974 e foi aplicada de maneira geral. Esta edição revisada possui um escopo mais abrangente de modo a incluir instalações para mais de seis idiomas e baseia-se em instalações construídas a partir da versão de 1974 e avaliadas pela Associação Internacional de Intérpretes de Conferências (AIIC).

As cabines de interpretação são projetadas para atender três requisitos:

A) proporcionar a separação acústica entre os diferentes idiomas usados simultaneamente;

B) proporcionar comunicação eficiente nas duas direções, entre as cabines e a sala de conferências;

C) proporcionar ambiente de trabalho confortável aos intérpretes, para que possam manter o intenso esforço de concentração exigido para o trabalho.

Além de arquitetos, engenheiros de projeto, fornecedores, etc., é essencial consultar intérpretes de conferências com experiência em consultoria técnica

Escopo e Campo de Aplicação

I – Escopo e Campo de Aplicação (1)

Esta Norma Internacional estabelece as especificações básicas que devem ser levadas em consideração no início do plano de construção de cabines fixas para interpretação simultânea, seja em um prédio novo ou num já existente. As normas são aplicáveis a todos os tipos de cabines fixas que utilizem equipamentos fixos ou portáteis.

No projeto de novo prédios, as cabines devem estar bem integradas à estrutura para que auditório e cabines constituam uma unidade bem equilibrada.

Os requisitos das cláusulas 4 e 5 se aplicam a cabines com equipamento fixo, tal como definido no item 3.1, e cabines com equipamento portátil, tal como definido no ítem 3.2.

Os requisitos dimensionais são aplicáveis também às cabines semi-permanentes, como definido no ítem 3.3. Todos os outros requisitos deverão também ser aplicados, na medida do possível.

Além das especificações estruturais, esta Norma Internacional especifica os componentes comumente utilizados em instalações para conferências, que fazem parte do ambiente de trabalho dos intérpretes. (2)

Um apêndice referente a discursos públicos e sistemas de interpretação simultânea foi acrescentado apenas como fonte de informação.

(1) As instalações móveis de interpretação simultânea são especificadas na ISO 4043 “Cabines para Interpretação Simultânea – Cabines móveis – Características Gerais e Equipamentos”

(2) Os requisitos mínimos para sistemas de conferência com interpretação simultânea serão o tópico de uma futura publicação da IEC

Referências

II – Referências

ISO 140/4, Acústica – Mensuração de Isolamento Acústico em Prédios e Elementos do Prédio – Parte 4: Mensuração em Campo de Isolamento Acústico Aéreo entre Salas.

Publicação IEC 268-8, Equipamentos de sistemas de som – parte 8: Dispositivos automáticos de controle de ganho.

Definições

III – Definições

Para fins desta Norma Internacional, as seguintes definições são aplicáveis:

3.1 Cabine com equipamento fixo:

é a cabine para interpretação simultânea com equipamento de interpretação fixo.

3.2 Cabine com equipamento portátil:

é a cabine para interpretação simultânea sem equipamento de interpretação fixo.

3.3 Cabine semi-permanente:

é a cabine que não está estruturalmente integrada ao prédio ou cabine móvel.

Requisitos estruturais das cabines

IV – Requisitos Estruturais das Cabines

4.1 Localização da cabine no auditório.

4.1.1 As cabines deverão ser instaladas no fundo do auditório ou na frente, na lateral. No entanto, em auditórios muito grandes, a distância máxima do pódium não deverá exceder 30 metros. (ver 4.5) .

Deverão estar em local elevado para garantir uma ampla visão da sala (deverá haver janelas em toda a extensão das cabines). É extremamente importante que os intérpretes e o operador possam ver claramente os oradores, o presidente da mesa e todos os demais equipamentos visuais (telas de projeção, mapas, flipcharts, quadros, etc.)

A visibilidade da cabine não deverá ser prejudicada por pessoas em pé à sua frente. Porém, a elevação das cabines não deverá exceder o mínimo necessário para satisfazer os requisitos acima descritos. Planos inclinados devem ser evitados (ver 4.5).

As cabines deverão ser instaladas próximas umas das outras para permitir a comunicação visual e para facilitar o cabeamento entre elas (ver 4.9).

4.1.2 Cabine de Controle de Som

A cabine de controle de som deverá ser instalada próxima das cabines dos intérpretes para facilitar a comunicação entre eles e para que o operador tenha uma boa visão do auditório. O operador deverá ter acesso fácil, rápido e seguro às cabines, assim como ao auditório.

4.2 Portas

As portas deverão oferecer isolamento acústico satisfatório (ver 4.7) As portas não deverão interligar as cabines através de suas paredes laterais. É útil a colocação de uma janela na porta da cabine. Os idiomas e seus respectivos canais deverão ser postados na porta ou em local próximo a elas.

Não deverão ser colocadas cortinas ou persianas.

4.3 Acessibilidade

As cabines deverão ter acesso fácil através de passagem separada e direta para fora da sala para evitar que as intérpretes perturbem a reunião com entradas e saídas. Se houver escadas, estas devem ser seguras. As saídas de emergência deverão ser de pronto acesso e as rotas de fuga claramente demarcadas. Deverá haver acesso rápido das cabines para o auditório.

4.4 Dimensão das Cabines

4.4.1 Observações gerais.

Cada cabine deverá poder acomodar o número exigido de intérpretes, sentados confortavelmente lado a lado (para poder atender equipes maiores com várias combinações linguísticas que exigem mais de um idioma de saída).

Cada cabine deverá ter largura suficiente para que seus ocupantes entrem e saiam sem se perturbar mutuamente e deverá ter altura e profundidade suficientes para oferecer espaço adequado.

4.4.2 Dimensões mínimas (ver figuras 1 e 2)

Em instalações para até 6 idiomas, as dimensões mínimas exigidas são:

largura: 250 cm

altura: 230 cm

profundidade: 240 cm

Em instalações de 6 até 12 idiomas, as primeiras 6 cabines deverão ter 250 cm de largura (3 locais para intérpretes por cabine) e as outras cabines deverão ter 340 cm de largura (3) (4 posições de intérpretes por cabine).

As três dimensões da cabine deverão ser diferentes para evitar efeitos de ressonância.

É desejável que haja uma largura maior para a segunda cabine de controle dependendo das dimensões do equipamento.

4.5 Visibilidade

É essencial que haja uma visão direta e ampla de todo o auditório, incluindo a tela de projeção. Para grandes auditórios poderão ser usados monitores de televisão para maior apoio visual. Os monitores deverão oferecer uma visualização adequada para minimizar o cansaço visual. Deve-se prestar atenção especial às distâncias monitor-intérprete para que se evitem possíveis danos devido à radiação.

4.6 Janelas (ver figuras 1 e 2 )

As janelas frontais deverão ocupar toda a largura da cabine. A altura da janela deverá ser de 80 cm e o limite inferior deverá estar no mesmo nível que a parte superior do console ou do painel de controle.

Deverá haver janelas laterais na mesma altura da janela frontal e estas deverão ter 95 cm de comprimento nas paredes laterais.

Para assegurar o ângulo máximo de visão, deverão ser evitados: a utilização de esquadrias grossas, divisores e elementos estruturais entre a janela frontal e as janelas laterais.

As janelas frontais e laterais deverão ser de vidro incolor satisfazendo os requisitos de isolamento acústico (ver a norma ISO 140/4).

Caso seja utilizado um único painel de vidro, este deverá ter uma espessura adequada. O painel de vidro interno da janela frontal deverá ser inclinado, com o canto superior em direção ao auditório para evitar reflexão acústica e efeito especular. Os painéis deverão ser removíveis.

Em construções com vidro duplo, os painéis deverão ser construídos de maneira a permitir a limpeza e manutenção das superfícies internas.

4.7 Acústica

Em caso de discurso normal não amplificado que não exceda 80 dB em média A-ponderada no auditório, a média A-ponderada equivalente contínua dentro da cabine deverá ser de menos de 35 dB.

Deve-se prestar atenção especial ao isolamento acústico das cabines entre si e com a cabine de som.

As cabines deverão ter portas que abram para uma área não utilizada por participantes e membros da equipe de oradores e não devem ser colocadas próximas a qualquer fonte de ruído. As cabines e corredores deverão sempre ser acarpetados.

O tempo de reverberação dentro da cabine não deverá exceder a 0,5 s para frequências ente 125 e 4 000 Hz.

Reverberação e reflexão sonora deverão ser reduzidos através da utilização de materiais antiestáticos adequados à absorção do som.

O nível médio A-ponderado de ruído gerado pelo sistema de ar condicionado (ver 4.8), iluminação (ver 5.1) e outras fontes sonoras não deverá superar 35 dB.

4.8 Ar Condicionado

Dado que as cabines são ocupadas durante todo o dia, é necessário que haja ventilação adequada. O ar deverá ser renovado 7 vezes por hora e a concentração de dióxido de carbono (CO2) não deverá exceder a 0,10%. A temperatura interna da cabine deve ser controlável entre 18 e 22ºC através de um termostato dentro de cada cabine. A umidade relativa deverá ficar entre 45 e 65%.

A velocidade do ar não deverá exceder 0,2 m/s. Entradas e saídas de ar deverão ser localizadas de forma a evitar que os intérpretes fiquem expostos a correntes de ar.

4.9 Cabeamento

Deverão ser instalados dutos adequados para os cabos de controle e seus respectivos conectores de cabine para cabine. Após a instalação dos cabos, suas aberturas deverão ser isoladas acusticamente.

Os dutos deverão ser de fácil acesso, sem a necessidade de utilização de ferramentas especiais.

(3) As Instalações para mais de 6 idiomas já existentes e construídas de acordo com a norma ISO 2603-1974 para as quais não for possível aumentar as dimensões da cabine, estas poderão continuar a ser utilizadas usando-se então a Norma ISO 2603-1974 como referência.

O interior da cabine

V – O Interior da Cabine

5. O Interior da Cabine

5.1 Iluminação

A iluminação dentro da cabine deverá ser independente da iluminação do auditório, pois este poderá ter que ser escurecido caso haja projeção de filmes ou transparências.

A principal fonte de iluminação é a que ilumina a superfície de trabalho. A iluminação de teto é necessária para luz ambiental e para a limpeza. A superfície de trabalho para cada intérprete (0,4 m2) deve ter iluminação individual que produza uma intensidade uniforme de pelo menos 300 lx.

O comutador deverá ser de fácil acesso para o intérprete e, de preferência, deverá prover um controle contínuo de intensidade variando de 100 a 1000 lx ou, alternativamente, oferecer dois níveis de utilização: o primeiro numa faixa de 100 a 200 lx e o segundo com mais de 300 lux. Os “dimmers” deverão ser isentos de interferência mecânica ou de rádiofrequência.

O intervalo de inclinação do refletor da lâmpada deve ser limitado para evitar reflexos nas áreas adjacentes de trabalho ou no auditório. A iluminação de teto deverá ser controlada por um “dimmer” colocado próximo da porta no lado interno da cabine para que seja facilmente operado pelo intérprete quando sentado. Deve-se evitar que haja reflexos da iluminação de teto sobre os vidros da cabine.

Luzes fluorescentes não deverão ser utilizadas sem blindagem.

5.2 Cores

As gamas de cores utilizadas no interior da cabine deverão estar de acordo com a reduzida área de trabalho. Todo o equipamento e todas as superfícies da cabine deverão ser revestidos por acabamentos opacos.

5.3 Área de Trabalho (ver figuras 1 e 2)

A superfície de trabalho deverá ser suficientemente firme para adequarse à escrita e manuseio de documentos.

Deverá ser horizontal e revestida com material próprio para reduzir o nível de ruídos que possam ser captados pelos microfones. A parte de baixo deve ser lisa.

As características da área de trabalho são as seguintes:

localização:

imediatamente abaixo da janela frontal

altura: 73 ± 1 cm a partir do chão da cabine.

profundidade útil: de 35 a 50 cm em relação ao ângulo de visão do intérprete para o auditório.

espaço para as pernas: profundidade mínima 50 cm; altura mínima, 66 cm.

Prateleiras ou locais para documentos não deverão ser instalados embaixo da superfície de trabalho. De preferência, deverão ficar acima da janela frontal ou nas paredes detrás.

5.4 Assentos

Cada intérprete e cada técnico deverão ter uma cadeira confortável com as seguintes características:

:: 5 rodízios

:: altura ajustável

:: encosto ajustável

:: braços

:: rodízios silenciosos

:: estofadas com material dissipador de calor

Poderá ser necessário prover apoio para os pés

Outras instalações para intérpretes

VI – Outras Instalações para Intérpretes

6. Outras Instalações para Intérpretes

6.1 Banheiros

Deverá haver banheiros separados e de fácil acesso.

6.2 Sala de intérpretes

É aconselhável que haja uma sala de intérpretes próxima às cabines que poderá ser usada pelos intérpretes e operadores de som quando não estiverem trabalhando. Deverá ter luz natural e ser de tamanho suficiente para abrigar pelo menos o mesmo número de pessoas que o de postos de trabalho das cabines. Deverá ter uma entrada independente.

É aconselhável que esta sala seja dividida em duas áreas com as seguintes finalidades:

a) área para estudo de documentos e colocação de avisos;

b) área de relaxamento e de espera.

A seguir estão listados os equipamentos e mobiliários contidos na sala:

:: poltronas confortáveis, cadeiras e mesas;

:: cabides para casacos;

:: telefones com linhas internas e externas;

:: quadro de avisos (onde serão afixados os horários etc.);

:: caixas postais individuais.

Equipamento de som nas cabines

VII – Equipamento de Som nas Cabines dos Intérpretes

7. Equipamento de Som nas Cabines dos Intérpretes (1)

7.1 Resposta de freqüência

O sistema completo (incluindo a entrada do microfone do orador, estágios do amplificador, controles de nível, terminais de saída e painéis de controle dos fones de ouvido dos intérpretes) deverá reproduzir corretamente audio-frequências entre 125 e 12 500 Hz. É recomendável a instalação de um “roll-off” gradual no nível inferior da resposta de frequência para melhorar a compreensão do discurso.

7.2 A Não-Linearidade da Amplitude

O sistema deverá ser isento de distorções perceptíveis.

7.3 Ruído e “hum”

O ruído e “hum” não deverão afetar a compreensão do discurso.

7.4 “Cross-Talk” entre canais

Interferências (“cross-talk”) de outros canais (nos terminais de fones de ouvidos das intérpretes) deverão ser totalmente evitados. A atenuação deverá ser maior do que 66 dB a 1 kHz.

7.5 Controle de Nível

O controle de nível do canal do “floor” deverá ser de preferência manual. Caso sejam usados controles automáticos de nível os limitadores-de-compressão deverão estar de acordo com a publicação 268-8 do IEC.

O funcionamento adequado do equipamento de interpretação e do auditório irá depender do cumprimento das exigências de interferência magnética ou elétrica. Estes tópicos deverão ser abordados especificamente numa futura publicação do IEC.

(1) Para definições e métodos de mensuração, deverá ser consultada a publicação 268 do IEC “Sound System Equipment” e, para os requisitos mínimos, consultar a publicação do IEC para requisitos mínimos em sistemas de conferência (em preparação).

Console ou Painel de Controle

VIII – Console ou Painel de Controle dos Intérpretes

8. Console ou Painel de Controle dos Intérpretes

8.1 Observações gerais

Deverá haver um console ou painel de controle para cada um dos intérpretes contendo controles individuais para ouvir e falar e os sinalizadores correspondentes. No caso de equipamentos portáteis, é permitido o uso de painéis de controle duplos.

Os painéis de controle deverão ser instalados entre a janela frontal e a superfície de trabalho (o ângulo de inclinação irá depender da elevação da cabine em relação ao auditório) de modo a ocupar a menor área possível sem obstruir a área de trabalho disponível. Painéis de controle embutidos ou consoles independentes são igualmente aceitáveis.

As dimensões máximas para o painel de controle (largura x altura x profundidade) deverão ser as seguintes:

no caso de painel de controle único: 25 cm x 15 cm x 21 cm;

no caso de painel de controle duplo: 40 cm x 15 cm x 21 cm.

A superfície do console ou do painel de controle deverá ser opaca e não refletora.

As luzes sinalizadoras deverão ficar restritas às funções de atividade (microfone ligado, canal selecionado, canal ocupado etc.).

8.2 Controles

Todos os controles seletores deverão ter ação positiva; a sua posição deverá indicar indicar claramente seu estado.

Em cada painel de controle, os controles deverão estar dispostos de acordo com critérios ergonômicos relativos às diferentes áreas:

a) área de audição deverá conter:

:: seletor para canais de entrada

:: pré-seletor para “relay”

:: controle de volume

:: controle de equalização

b) área de monitoração deverá conter (opcional):

:: alto-falante de monitoração com controle de volume

c) área de microfone deverá conter:

:: dispositivos de acionamento

:: dispositivo de desacionamento pelo qual o canal é automaticamente devolvido ao canal de “floor”

:: silenciador (“muting”)

d) área de seleção de canal de saída deverá conter:

:: chaves para seleção de canais de saída

e) área de comunicações internas deverá conter:

:: chave de canal “call” para o presidente da mesa ou orador ou cabine de controle

:: chave para linha “call” (messenger) (opcional)

Funções de controle

IX – Funções de controle

9. Funções de Controles

9.1 Seletor de canal de entrada

Os seletores deverão funcionar suavemente e não deverão provocar ruídos elétricos ou mecânicos. Não deverão ocorrer curto-circuitos entre canais durante a operação destes controles.

9.2 Pré-Seleção do canal de entrada

Para garantir a mudança segura e rápida do canal do “floor” para o canal de “relay”, deverá ser instalado um comutador de alavanca que normalmente suprirá o canal original (“floor”) e, na posição “relay” suprirá o canal definido pelo seletor.

9.3 Controle de volume

Para o ajuste de níveis de audição, deverão ser utilizados potenciômetros com escala logarítmica que sejam perfeitamente audíveis em toda sua extensão. Os potenciômetros deverão ser de alta qualidade.

9.4 Controle de equalização

Um controle contínuo de graves deve ser instalado para atenuar as frequências mais baixas em pelo menos – 12dB a 125 Hz em relação a 1 kHz.

Um controle contínuo de agudos também deverá ser instalado para acentuar as frequências mais altas em pelo menos + 12 dB a 8 kHz em relação a 1 kHz.

9.5 Terminais para fones de ouvido ou “head set”

Cada um dos intérpretes deverá ter um conector para fones de ouvido ou “head set” colocado em posição confortável debaixo da mesa de trabalho nas instalações permanentes ou instalado no console do intérprete nas instalações portáteis.

9.6 Alto-falante(s) Monitor

A função do alto-falante(s) monitor é permitir que os intérpretes retirem temporariamente os fones de ouvido e continuem a acompanhar a sessão mesmo quando a cabine não esteja em funcionamento.

Este alto-falante deverá reproduzir o canal “floor” e deverá ser silenciado automaticamente logo que os microfones dentro da cabine sejam acionados. Este alto-falante deverá ter o seu próprio controle de volume.

9.7 Seletor de canal de saída

Cada um dos painéis de controle deverá possuir um dispositivo para selecionar pelo menos dois canais de saída. O status do seletor de canais deverá ser claramente visível. As chaves seletoras não poderão ser conectadas (“interlocked”) na mesma cabine, para que possa haver uma rápida troca de idioma de trabalho no auditório.

Caso o sistema seja projetado para selecionar canais para todos os idiomas, é então recomendável que se use o sistema de conexão (“interlocking”) entre as cabines.

Luzes sinalizadoras ou LEDs numa mesma cabine ou em cabines próximas deverão sinalizar o canal utilizado (ou seja, quando o microfone deste canal estiver em funcionamento).

Próximo às chaves seletoras de canais, deverá haver local apropriado para a indicação do idioma em uso naquele canal.

9.8 Canal de comunicação interna (com o presidente da mesa, orador e cabine de som)

Em caso de interrupção (por exemplo, quando um orador começa a falar sem o microfone ou outra emergência qualquer), os intérpretes deverão poder avisar discretamente o presidente da mesa ou o orador através de uma ligação especial para um autofalante de monitoração.

Uma chave especial deverá ativar esta ligação independentemente do posicionamento do botão do microfone. É desejável que este aviso seja também transmitido para a cabine de som.

9.9 Chave de linha interna de comunicação (messenger)

Deverá ser instalada uma chave que acione uma luz ou sinal sonoro para avisar a recepcionista da necessidade de documentos etc.

9.10 Código de cores para as luzes sinalizadoras

As seguintes cores deverão ser utilizadas nas luzes sinalizadoras ou LEDs:

:: vermelho: microfone ligado (luzes apagadas = microfone desligado)

:: vermelho: canal de saída, canal ocupado

:: verde ou amarelo: se for necessário, para outras funções.

Fone de ouvido dos intérpretes

X – Fones de Ouvido dos Intérpretes

10. Fones de Ouvido dos Intérpretes

Deverá haver um fone de ouvido por intérprete.

Os fones de ouvido deverão ter as seguintes características:

a) cada conjunto deverá possuir dois fones, um para cada ouvido. Ao escolhermos o material e o formato dos fones de ouvido, devemos ter sempre em mente a preservação da saúde (os tipo estetoscópio, que são inseridos dentro dos ouvidos, ou os que são pendurados na orelha, são inaceitáveis);

b) gama de frequência: de 125 a 12500 Hz;

c) peso: £ 150 g para cada fone de ouvido e £ 250 g para o conjunto completo, excluindo-se o cabo e o conector;

d) pressão de contato: £ 2,5 N;

e) fixador de cabeça ajustável na altura e largura;

f) conexão com o controle feito através de um cabo de aproximadamente 1,5 m de comprimento e na extremidade um plug sem trava.

Microfones das cabines

XI – Microfones da Cabine

11. Microfones da Cabine

11.1 Observações gerais

Deverá haver um microfone para cada um dos intérpretes.

As características direcionais dos microfones deverão ser tais que o intérprete possa falar ao microfone numa distância conveniente e em posição confortável.

Microfones montados em braços flexíveis são recomendados devido às suas propriedades mecânicas de isolamento e de vibração.

No caso de equipamentos portáteis, poderão ser usados os conjuntos de microfone e fone de ouvido (headset)

11.2 Controles de microfone

Deverá haver um botão de controle e uma luz sinalizando o status do microfone.

É necessário que haja uma chave automática de silenciador (“muting”) cortando apenas o canal da cabine, sem nenhuma conexão com o canal “floor”, para que o intérprete possa tossir ou limpar a garganta. Ao apertar esta tecla, a luz sinalizadora de “microfone ligado” deverá se apagar.

Os microfones dentro de uma mesma cabine não deverão estar conectados (“interlocked”).

NOTA: Este requisito não é aplicável quando houver um único botão comum para acionar os dois microfones em painéis de controle duplo.

A comutação dos microfones em “ON/OFF” ou vice versa, não deverá produzir nenhum ruído elétrico ou mecânico perceptível aos ouvintes.

Quando o microfone do intérprete estiver no OFF o canal do “floor” deverá automaticamente ser conectado a este canal.

Apêndice

APÊNDICE

(este apêndice não faz parte da norma)

DISCURSOS PÚBLICOS E SISTEMAS DE INTERPRETAÇÃO SIMULTÂNEA

Retorno acústico e eco no auditório podem prejudicar a interpretação simultânea e, em casos extremos, bloqueiam a memória.

Além disso, parte de cada audição depende da recepção do fone de ouvido que pode ser sufocada pelos alto-falantes, quando estes estiverem funcionando a nível normal.

Portanto, os sistemas de som de discursos públicos não devem funcionar juntamente com o som da interpretação simultânea.

Quando a amplificação do som do auditório não puder ser dispensada (por exemplo, quando a maioria dos participantes presentes à conferência estiverem ouvindo um único idioma) o sistema de som do auditório deverá funcionar em seu nível mais baixo, eliminando-se ao máximo a microfonia.

Para que haja um controle efetivo nessa circunstância os sistemas simultâneos (multicanais) e sistemas de som de auditório de um único canal deverão:

A) possuir controles separados de volume permitindo ajustes individuais de nível totalmente independentes, nos quais, ao se reduzir o nível de som do auditório não se reduzirá o volume do sinal para os intérpretes.

B) deverão ser alimentados a partir de uma única instalação para microfones. Os controles de nível de som dos dois sistemas deverão ficar próximos um do outro para que ambos os níveis possam ser monitorados na mesma sala e, de preferência, pelo mesmo operador.