Conheça um pouco sobre o futebol japonês

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futebol é um dos esportes mais populares do Japão,[1] onde é conhecido como sakkā (サッカー), que consiste na adaptação da palavra “soccer”[2] (futebol em inglês americano) para o idioma japonês. Há ainda o termo futtobōru (フットボール), derivado do britânico “football”, mas este é pouco usado. O termo original, de origem chinesa, era Shūkyū (蹴球, literalmente chute-bola).

No Japão, o futebol é controlado pela Associação de Futebol do Japão[2] (em japonês: 日本サッカー協会). O principal campeonato do país é a J. League, que surgiu em 1992[3] para substituir a Liga Japonesa de Futebol e tentar revigorar o esporte no país.[2] Outros importantes campeonatos nacionais incluem a Copa do Imperador, a Supercopa Japonesa e a Copa da Liga Japonesa. Os clubes japoneses participam dos mais importantes torneios interclubes asiáticos, como a Copa da AFCCopa dos Presidentes da AFC e Liga dos Campeões da AFC. Nesta última, é o segundo país com mais títulos (5), perdendo apenas para a Coreia do Sul (10).

O Japão possui onze seleções nacionais que representam o país em campeonatos mundiais e continentais: MasculinaFemininaMasculina Sub-23Feminina Sub-23Masculina Sub-20Feminino Sub-20Sub-17 MasculinaFeminina Sub-17FutsalFutsal Feminino e Futebol de Areia.

História

Não se sabe ao certo como o futebol chegou ao Japão.O clube Kobe Regatta & Athletic Club, fundado em 1870, afirma ter realizado (e vencido) a primeira partida oficial de futebol no país, contra o Yokohama Country & Athletic Club, em 18 de fevereiro de 1888.[4]

O primeiro time de futebol a surgir no país foi o Tōkyō Shūkyū Dan (東京蹴球団, Clube de Futebol de Tóquio), em 1917. O ano também marca, segundo a FIFA, a primeira partida oficial da seleção japonesa, contra a filipina, jogo em que o time nipônico perdeu de 15-2 na capital japonesa.[5]

Copa do Imperador é o mais antigo torneio de futebol profissional do Japão.

Em 1921 foi fundada a Associação de Futebol do Japão, que até hoje é a entidade máxima do esporte no país. Também em 1921, a Copa do Imperador foi fundada, sendo o mais antigo torneio doméstico japonês ainda em atividade.[6]

Novamente em Tóquio, e também contra as Filipinas, veio a primeira vitória da seleção japonesa, em 25 de maio de 1930, por 2-1.[5] No mesmo ano, conquistaram seu primeiro título, nos Jogos do Extremo Oriente de 1930.[5]

Em 1936, o Japão teve pela primeira vez um time de futebol em sua equipe olímpica. Na época, a competição já começava nas oitavas de final (chamada de primeira fase), e o time conseguiu uma vitória de 3-2 sobre a Suécia,[7] mas perdeu de 8-0 para a Itália na etapa seguinte.[8]

Copa do Mundo FIFA de 1954, na Suíça, foi a primeira da qual o Japão tentou participar, mas a seleção não conseguiu a classificação.[2] Das três copas seguintes (19581962 e 1966), o time só tentou participar de uma (1962), mas de novo não conseguiu se classificar.

Em 1965, surgiu a Liga Japonesa de Futebol, com 12 equipes amadoras,[9] que foi a primeira tentativa bem sucedida de se criar uma liga profissional de futebol no Japão.

Em 1968, o Japão tentou sua primeira participação na Copa da Ásia, mas por muito pouco não conseguiu. Contudo, o ano de 1968 marcaria a melhor campanha do time nas Olimpíadas: conquistaram a medalha de bronze no torneio de futebol dos jogos de 1968 no México.[10] Entre 1970 e 1984, todas as tentativas da seleção de entrar na Copa do Mundo ou na Copa da Ásia falharam ou não ocorreram por desistência. Em 1988, entrou na Copa da Ásia pela primeira vez, perdendo logo na fase de grupos. Na edição seguinte, contudo, sediou o evento e fez uma campanha bem sucedida, conquistando o campeonato pela primeira vez.

Em 1981, o futebol começava a ter mais espaço na ficção japonesa: é lançado na Weekly Shōnen Jump o mangá Captain Tsubasa, cujo tema principal é o futebol. Mais tarde, em 2007, outra série com o tema foi lançada, com o nome Giant Killing.

Ainda em 1992, é fundada a J. League, que substituiu a Liga japonesa de futebol e tentou revigorar o esporte no país, que se aproveitava de uma onda de otimismo ocasionada pela recente conquista da Copa Ásia.[9] Quem ajudou a popularizar o esporte no Japão dos anos 90 e a conseguir mais atenção para a liga recém-fundada foram jogadores estrangeiros: o brasileiro Zico ajudou o Kashima Antlers (time que em 1999 seria treinado por ele[11]) a conquistar o vice-campeonato na temporada de 1993.[9] Mais tarde, ele treinaria a seleção japonesa, levando-a a ser tricampeã da Copa da Ásia em 2004. O também brasileiro Dunga jogou no Júbilo Iwata[9] entre 1995-1998. Houve ainda o sérvio Dragan Stojković, eleito o jogador do ano em 1995, quando jogou pelo Nagoya Grampus, treinado por Arsène Wenger;[9] o inglês Gary Lineker,[2] que também jogou pelo Nagoya Grampus entre 1992-1994; e o italiano Salvatore Schillaci, que concluiu sua carreira no Júbilo Iwata em 1997, após jogar quatro anos no clube.[2]

Shinji Kagawa, da seleção japonesa, joga pelo Borussia Dortmund, e já jogou pelo Manchester United.

O inverso também ocorreu: jogadores japoneses começaram a ter mais chances de se desenvolver no país e se destacaram internacionalmente. Exemplos são Shinji Kagawa, que joga pelo Borussia Dortmund e já passou pelo Manchester United ; e Keisuke Honda, que hoje joga pelo Milan após passar pelo CSKA Moscow.

Em 2002, o Japão co-sediou a copa do Mundo com a Coreia do Sul. Na imagem, o logo oficial do evento em Kobe.

Em 1994, o Japão chegou muito perto de conquistar uma vaga na Copa do Mundo pela primeira vez, mas perdeu a chance por causa de um gol de empate nos últimos minutos do último jogo das eliminatórias da Copa de 1994,[2] uma partida que ficou conhecida como Agonia de Doha. Foi só na Copa de 1998 que o time conseguiu sua primeira classificação.[2] Desde então, vem conseguindo participar de todas as edições[1] – suas melhores participações foram em 2002 (quando sediou o evento juntamente com a Coreia do Sul), em 2010 e 2018 – nas três oportunidades, alcançou as oitavas de final.[2] Também como país-sede, participou da Copa das Confederações de 2001 (apesar de também ter ganho a Copa da Ásia de 2000, título que também concede uma vaga na competição), onde conseguiu o 2º lugar.[12]

Em 2005, o Japão sediou sua primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O evento ocorreu no país por mais cinco edições. Como o campeão do principal campeonato do país sede é convidado a participar, o Japão conseguiu por várias vezes ter um clube representante o país no torneio, alcançando a terceira colocação em duas ocasiões (2007[13] e 2008[14]).

Em 2011, a Seleção Japonesa de Futebol Feminino conquistou sua primeira Copa do Mundo, derrotando a seleção estadunidense na final.[15] Também em 2011, a seleção masculina conquistou o tetracampeonato da Copa da Ásia,[16] garantindo assim uma vaga na Copa das Confederações FIFA de 2013, da qual foi eliminado na fase de grupos com três derrotas. Em junho de 2013, foi o primeiro país a garantir uma vaga na Copa do Mundo FIFA de 2014,[17] da qual foi eliminado na fase de grupos.

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_no_Jap%C3%A3o

Conheça 10 comidas típicas do Japão

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Muito além do sushi: 10 comidas típicas japonesas.

Quando falamos de comida japonesa no Brasil, o que vem à mente são os rodízios (deliciosos, a propósito) de sushi, sashimi e suas variações. Claro que os sushis daqui do Japão são diferentes dos do Brasil: não existe hot roll, nada de cream cheese ou as combinações estranhas de morango com arroz. Contudo, aqui encontro sushis de uma variedade de peixes muito mais ampla, e já comi até de pato defumado! Mas engana-se quem pensa que a gastronomia japonesa pára no rolinho de peixe cru! Nessa lista vou mostrar 10 comidas típicas japonesas e alguns dos pratos mais populares do Japão.

Lámen (ou rámen)

Esse deve ser um dos mais conhecidos. Trata-se de uma sopa com macarrão e ingredientes variados, como nori (alga), ovos, carne de porco e até massa de peixe. Há vários tipos de lámen: pode ser de missoshiro (aquela sopinha de soja), de shoyu, de sal, cozido com ossos de porco… a depender do seu gosto e da região do país.

Sobá, Udon e Somen

Ainda falando de massas, temos o udon, que é praticamente o mesmo macarrão do lámen, mas bem mais grosso, na espessura de um canudinho. Esse macarrão vai bem com os caldos mais leves, já que é bem pesado. O somen, pelo contrário, é uma massa super fininha, que combina com os caldos mais pesados.

Já o sobá é uma massa feita com uma farinha diferente da branca: a farinha de trigo-sarraceno, que dá ao macarrão uma coloração marrom. Ele pode ser desfrutado também sem caldo, apenas com um molho tradicional, frio ou quente. Essa massa é popular o ano todo, mas é também comida típica do ano novo.

Tonkatsu

O tonkatsu é uma carne de porco empanada e servida com molho tarê – aquele adocicado – e geralmente acompanhado de arroz e salada. Embora eu acredite que seja o mais popular, não é o único katsu: tem também empanados de camarão, de frango, de queijo… E dá-lhe fritura!

Okonomiyaki

Fonte: arquivo pessoal

Só de escrever me dá água na boca. Esse prato típico fica entre uma omelete e uma panqueca. Consiste em ovo, salada e – juro! – o que mais você quiser colocar. Pode ser bacon, queijo, frango, carne… enfim, o que estiver disponível no cardápio! Nos restaurantes mais tradicionais, você escolhe o seu recheio previamente e ele vem em uma tigela, já pré-temperado e com um ovo cru dentro. Depois de misturar bem os ingredientes, você mesmo pode cozinhar o seu okonomiyaki na chapa disponível na mesa. Coloque a massa que você misturou, espere um pouco até ficar consistente e vire para cozinhar o outro lado. Depois, é só complementar com os temperos que você preferir. Na foto, era um okonomiyaki de queijo com bacon com molho tarê, maionese e katsuobushi, um tempero à base de peixe.

Takoyaki

Sim, sim e sim! São os bolinhos de polvo mais deliciosos do planeta. Eles são feitos em uma chapa com formas arredondadas e o cozinheiro vai colocando, em cada bolinha da chapa, a massa ainda líquida e um pedaço de polvo. Conforme vai cozinhando, a massa vai tomando forma e o cozinheiro, habilidoso com o hashi (os talheres japoneses em forma de pauzinhos), vai movendo as bolinhas para que não queimem e cozinhem por igual.

Yakiniku

Chega bem perto do nosso churrasquinho. Só que a grelha fica bem no meio da mesa e você pode escolher o que vai querer comer: uma variedade imensa de carnes, frutos do mar, e como todo churrasco japonês, muitos legumes. Eu adoro!

Yakitori

E se o churrasco japonês do yakiniku não for suficiente para matar as saudades do Brasil, esses espetinhos de frango vão ajudar. Tem de todo tipo: como almôndega, só a pele, cartilagem, peito… Os molhos que geralmente acompanham são apenas sal ou tarê.

Shabu Shabu

Mais um “faça você mesmo” japonês, o shabu shabu consiste em uma variedade enorme de ingredientes como carne, guioza (os bolinhos de porco ou legumes), legumes, salada, alga e até macarrão para você escolher. No centro da mesa, tem uma panela com duas divisões: uma só com água e outra com um caldo da sua escolha. E pronto, basta colocar o que quiser para cozinhar e ir comendo quando julgar pronto, podendo acompanhar outros molhos de sua preferência, como o de gergelim, que é bem tradicional (e o meu preferido).

Moti (ou mochi)

Enfim, chegamos aos doces! O moti é um doce feito de arroz moído em pasta e depois moldado em bolinhas. Ele pode ser recheado ou com sabores diferentes já na própria massa. Os mais comuns são de frutas (morango, banana, uva…), chá verde (matcha), chocolate e o famoso recheio de anko, o doce de feijão japonês. Acho que o meu preferido até hoje foi o de uva, mas a cada estação é uma surpresa nova nas lojas de moti. Adoro esse doce!

Melon pan

Isso mesmo: pão de melão. Não é o melão que tem no Brasil, mas aquele verde, menor. É como se fosse um pão doce, mas fica o gostinho da fruta no fundo. Ele pode ser recheado (de creme, geralmente), ou não, mas certamente será gostoso. Fresquinho então, nem se fala! A casquinha por fora fica crocante e a massa fofinha… não tem igual! E, claro, como boa brasileira de paladar típico, não dispensa a companhia de um cafezinho…

Veja sobre a leitura alemã

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O que a Alemanha lê?

Goethe, Schiller, Brecht e Hesse são mundialmente conhecidos. Mas o que os alemães mais gostam de ler? Damos aqui dicas de leitura.

O sofá é o lugar predileto para a leitura.
O sofá é o lugar predileto para a leitura.dpa

Alemanha. Clássicos ou romances policiais? Livros ou e-books? Como e o que leem as pessoas no país dos poetas e pensadores no ano de 2017? Nós examinamos isso nas listas de best-sellers e nas estatísticas.

Como os alemães leem?

Os livros de papel continuam sendo os prediletos. Os alemães preferem ler livros do que e-books, o que fazem com frequência. Segundo os dados do portal statista.de, 39 % leem cinco livros por ano, 27 % até mesmo mais de dez livros. Os mais apreciados são os romances e os livros policiais. Somente cerca de um quinto dos alemães leem e-books, mas a demanda aumenta. Porém, cada vez mais leitores compram pela internet os livros impressos, as livrarias como negócio privado são cada vez mais raras nas cidades.

Estes são os lugares prediletos para ler

Os amantes dos livros leem preferencialmente em casa, no sofá. Além disso, eles gostam ainda de ler algumas páginas na cama, antes de dormir. Isso foi revelado numa enquete feita pela Associação do Comércio Livreiro Alemão. Os transportes públicos, como ônibus e trens, estão em terceiro lugar como lugar preferido para a leitura.

Estes eram os best-sellers em julho de 2017 na Alemanha

Livro de suspense do Norte, entretenimento do Sul, livro divertido sobre adolescentes, fatos interessantes sobre abelhas e pessoas – o leque de temas dos 5 livros que encabeçam a lista de best-sellers é bastante variado e internacional. Em 2016, foi traduzido um total de quase 10.000 livros lançados em primeira edição no exterior, segundo divulgou a Associação do Comércio Livreiro Alemão – traduzidos principalmente do inglês, do francês e do japonês.

  1. “Die Geschichte der Bienen” de Maja Lunde
    A autora norueguesa descreve no seu romance, o que liga as gerações humanas com as abelhas.
  2. “Und ewig schläft das Pubertier” de Jan Weiler
    Na terceira parte da série, o jornalista e autor best-seller narra de forma cômica e espirituosa a sua vida como pai de dois adolescentes.
  3. “Meine geniale Freundin” de Elena Ferrante
    Um romance da Itália sobre a amizade de duas mulheres jovens, que perdura uma vida inteira.
  4. “Selfies” de Jussi Adler-Olsen
    Um thriller da Dinamarca em torno de um assassinato em Copenhague.
  5. “Zeiten des Aufbruchs” de Carmen Korn

A ação na segunda parte dessa trilogia do século está localizada em Hamburgo no ano de 1949.

Sinopse: Lista de best-sellers literários, de não ficção, infantis e de audiolivros

Que prêmios literários são os mais importantes?

Quem busca inspiração para leitura excelente, pode orientar-se também através dos mais importantes prêmios literários para autoras e autores de língua alemã:

  • Para o Prêmio Alemão do Livro, um júri escolhe todos os anos o romance do ano em língua alemã, por ocasião da Feira do Livro de Frankfurt em outubro. Anteriormente, são divulgadas uma lista curta e uma lista longa com os livros que fazem parte da seleção final.
  • Prêmio Georg Büchner é concedido em memória ao escritor Georg Büchner (1813–1837). Os mais recentes premiados: Jan Wagner (2017), Marcel Beyer (2016), Rainald Goetz (2015).
  • Prêmio Ingeborg Bachmann é concedido durante a Jornada da Literatura de Língua Alemã em Klagenfurt, na Áustria. Lá, os autores só podem apresentar textos de prosa ainda não publicados.

Doces da Alemanha que dão água na boca

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A Alemanha é um país cheio de tradições interessantes e sua gastronomia típica reflete muito como a cultura é valorizada por lá. Cada região possui características e costumes particulares, e muito pode ser encontrado na culinária local.

Muitos ingredientes simples formando pratos deliciosos é o que mais se destaca nas sobremesas tradicionais alemãs, com sabores incríveis e apresentações delicadas para encantar qualquer um que pare em uma vitrine de doceria do país. Confira 10 doces alemães que você não pode perder em uma viagem por lá:

Apfelstrudel

strudel de maçã é uma sobremesa bastante tradicional do sul da Alemanha, com origens na influência austríaca nessa região do país. Trata-se de uma massa folhada recheada de maçãs cortadas, canela, passas e migalhas de pão, cozida no forno e polvilhada com açúcar para servir, muitas vezes acompanhada por sorvete de baunilha e chantilly.

Berliner

berliner é um doce semelhante ao sonho das padarias brasileiras. Trata-se de uma massa frita em formato de bola, normalmente recheada de creme ou geleia e polvilhada com açúcar. Berliner em alemão também é como se chamam os cidadãos de Berlim, mas, curiosamente, na cidade o doce é chamado de pfannkuchen, termo que é usado na maior parte do país para se referir a panquecas.

Dampfnudeln

Os dampfnudeln são bolinhos assados no forno e posteriormente cozidos na panela com leite, formando uma crosta. Podem ser servidos recheados com compotas de frutas ou creme de baunilha, perfeitos para acompanhar um café.

Donauwelle

Donauwelle é um bolo gelado composto de camadas de massa de pão de ló e chocolate, cobertas por “ondas” de creme de manteiga e cereja, finalizado com uma crosta de chocolate.  Seu nome em alemão significa “ondas do Danúbio”, em referência ao rio mais longo da Europa.

Lebkuchen

Típicos do Natal alemão, os lebkuchen são uma espécie de biscoito doce ou pão de mel fino, feitos com farinha, ovos, açúcar, mel, especiarias, nozes e frutas cristalizadas. Eles podem ser encontrados em feiras e festas tradicionais da Alemanha, e são normalmente servidos em formato de coração, decorados com confeitos coloridos e frases divertidas, tornando-se até um souvenir para os turistas.

Ofenschlupfer

Ofenschlupfer é um “pudim de pão” com maçãs. Ele é feito com pedaços de pão cortados intercalados com pedaços de maçã e nozes, posteriormente cobertos com ovos e leite, e assados no forno por 30 minutos. A sobremesa pode ser servida acompanhada de creme de baunilha.

Rote Grütze

Essa sobremesa é bastante tradicional dos poucos dias de calor do norte da Alemanha ao longo do ano. Trata-se de uma compota de frutas vermelhas (morangos, cerejas e framboesas) servidas com sorvete de creme ou chantilly.

Schwarzwälder Kirschtorte

Schwarzwälder Kirschtorte é o famoso bolo Floresta Negra, típico da região da Floresta Negra no sudoeste da Alemanha (Schwarzwälder), feito com licor de cerejas ginja que só são encontradas por lá, e dão o sabor característico da sobremesa. O bolo possui várias camadas de chocolate, com creme de chantilly e cerejas intercalados, que, junto com o licor, garantem um sabor inigualável.

Eierschecke

Eierschecke é uma sobremesa tradicional da cidade de Dresden, com sabores típicos da região da Saxônia em que está localizada. A receita é composta de maçã, coalhada e sementes de papoula, em formato retangular.

Stollen

stollen é um bolo tradicional de frutas secas coberto com manteiga e açúcar de confeiteiro, comumente consumido na Alemanha durante o Natal. É semelhante ao panetone dos natais brasileiros, com a massa menos elástica e o formato mais achatado.

Fonte: http://www.skill.com.br/noticias/gastronomia/10-doces-tipicos-da-alemanha-que-voce-precisa-experimentar

Como é o idioma e trabalho na Alemanha

Mais um Alemanizando Responde no ar e dessa vez separamos as perguntas de vocês sobre o mercado de trabalho na Alemanha e o aprendizado do idioma alemão! Falamos um pouco sobre a nossa experiência ao estudar alemão aqui na Alemanha e sobre as nossas percepções a respeito de

Conheça resumidamente sobre a cultura, idioma, trabalho e média salarial na Alemanha

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Conheça o maior compositor alemão de toda a história

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Ludwig van Beethoven (Bonn, batizado em 17 de dezembro de 1770 — Viena26 de março de 1827) foi um compositor alemão, do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado um dos pilares da música ocidental, pelo incontestável desenvolvimento, tanto da linguagem como do conteúdo musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. “O resumo de sua obra é a liberdade”, observou o crítico alemão Paul Bekker (1882-1937), “a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida”.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_van_Beethoven

Saiba como é o sistema de ensino superior na Alemanha

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O SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR NA ALEMANHA

O sistema de ensino superior na AlemanhaFoto (detalhe): © Colourbox
O primeiro passo para ingressar em uma universidade na Alemanha é conhecer o sistema de ensino superior alemão. Pois, dependendo do curso escolhido, você terá condições diferentes, diretamente relacionadas com o processo de sua candidatura.

TIPOS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR

Existem três tipos de instituições de ensino superior (Hochschule) na Alemanha, cada uma com diferentes critérios para a admissão de alunos.

Universität (Uni)

Para aqueles que se interessam por estudo científico, acadêmico e mais teórico. As universidades têm um espectro amplo de cursos e, na grande maioria dos cursos, o foco está na pesquisa. No entanto, algumas universidades são especializadas em alguns cursos específicos, como as Technische Hochschulen (TH) ou Technische Universität (TU) (faculdades ou universidades técnicas), Medizinische Hochschulen (faculdades de medicina) ou Pädagogische Hochschulen (faculdades de pedagogia).

Fachhochschule (FH)

As Fachhochschule são traduzidas muitas vezes como Universidades de Ciências Aplicadas. Apesar de não oferecerem tantos cursos quanto as universidades, se diferem principalmente pelo foco na prática. São cursos de ensino superior técnico, estudo com orientação prática ou aplicada, determinado por exigências concretas da vida profissional. Muitos cursos são oferecidos também na Universität, mas na Fachhochschule com um enfoque aplicado, voltado para o mercado de trabalho.

Kunst-, Film- und Musikhochschule

Para o estudante interessado no estudo de artes, moda, design, música e cinema. A ênfase aqui é tanto na teoria quanto na prática e, na maioria das vezes, requer conhecimentos prévios na área.

TIPOS DE GRADUAÇÃO

Além dos tipos de instituições, existem também três tipos de graduação, que dependem do curso e da faculdade.

Bachelor/Master

O Bachelor, correspondente ao nosso bacharelado, é a primeira conclusão acadêmica reconhecida pelo mercado de trabalho. Ele dura de 6 a 8 semestres e é composto por módulos. Terminado o Bachelor, o estudante pode iniciar sua vida profissional na área ou então continuar sua formação com o Master, semelhante ao nosso mestrado. Para ser aceito em um Master, portanto, é preciso ter feito o Bachelor.

Diplom/Magister

Vale lembrar também que, em algumas poucas universidades alemães ainda é possível se formar em Diplom, especialmente na área de engenharia, ou Magister, para as áreas de ciências humanas. O título de Diplom-Ingenieur, por exemplo, mundialmente conhecido, é obtido após 5 ou 6 anos de graduação e a entrega de trabalho de conclusão de curso. No entanto, após a reforma universitária europeia (também conhecida como Processo de Bologna), a grande maioria das universidades transformaram o sistema Diplom ou Magister em Bachelor e Master, com o intuito de unificar a formação acadêmica europeia.

Staatsexamen

Além dos dois já citados, há ainda o Staatsexamen. Uma prova elaborada e coordenada pelo Estado que se aplica a todo estudante formado em medicina, direito, pedagogia ou farmácia e que o habilita a trabalhar como médico, advogado e, em alguns casos, professor ou farmacêutico. Vale como uma licença do Estado para que se possa exercer a profissão na qual se formou.

Após o Master, Diplom ou Staatsexamen, é possível fazer a Promotion, equivalente ao nosso doutorado.

O SISTEMA DE NOTAS ALEMÃO

Existem dois sistemas de notas na Alemanha. Um deles vai de 1 a 6, onde 1 é a melhor nota e 6 a pior. O mínimo para se passar é 4. Esse é o sistema mais usado, inclusive nas instituições de ensino superior. O outro sistema vai de 1 a 15, onde 1 é a pior nota e 15 a melhor.

Fonte: https://www.goethe.de/ins/br/pt/spr/pqe/osi.html