Parques urbanos são opção para quem quer viajar sem sair da cidade

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 Os parques urbanos brasileiros são verdadeiros oásis. São cenários perfeitos pra caminhar, pedalar, praticar esportes, respirar ar puro e fazer piquenique.

É possível ouvir o canto relaxante dos pássaros, ver o colorido das ávores, das flores, da fauna e da flora. E se der sorte, terminar o dia com um fascinante pôr-do-sol. Os parques são pequenos paraísos que complementam a beleza das cidades sem esquecer o melhor do outro mundo: a natureza logo ali.

Esses são alguns dos principais parques urbanos do Rio de Janeiro:

  • Parque Laje, Rio de Janeiro: O parque, aos pés do morro do Corcovado, na rua Jardim Botânico, tem 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1957 como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro. O palacete que fica no parque abriga, desde 1966, o Instituto de Belas Artes e a Escola de Artes Visuais. Desde 2004 o Parque Lage é parte do Parque Nacional da Tijuca, sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
  • Jardim Botânico, Rio de Janeiro: Fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão do então príncipe regente português D. João, o parque hoje é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.

 

  • fonte: https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/descubra-o-brasil/noticia/2018/08/20/parques-urbanos-sao-opcao-para-quem-quer-viajar-sem-sair-da-cidade.ghtml

O Vale do Café: turismo e cultura

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Uma das regiões mais emblemáticas do Estado do Rio de Janeiro é o Vale do Café. Além de percorrer cidades pitorescas e cheias de opções culturais e gastronômicas, apresenta um acervo de fazendas históricas que retratam a história do café e do negro escravizado. A visitação das mesmas, que com a decadência da venda do café e do leite se viram obrigadas a encontrar no turismo uma forma de sobrevivência, tem se profissionalizado muito nos últimos anos e investimentos foram realizados num modelo de gestão hoteleira.

Sem nenhum investimento efetivo do governo do Estado do Rio de Janeiro, os proprietários foram buscando de forma individual  e com seus próprios recursos soluções para problemas pontuais e iniciativas pioneiras, como o recém inaugurado Museu do Café, em Vassouras e um museu da escravidão, em Rio das Flores. Fora a excelência de uma agricultura sem agrotóxicos e criação de búfalos, em Barra do Pirai. Outra preciosidade são jardins musicais presentes. Enfim, algo que nos leva a uma tomada de consciência de nossa grandiosidade turística.

Preservale

Cabe aqui uma menção também ao Preservale. Trata-se de um instituto sem fins lucrativos que congrega as fazendas da região pelo trabalho e que colocou em prática nos últimos cinco anos a sinalização de parte das rodovias federais, o lançamento de uma revista para promover a região, cursos e seminários e a constante utilização das redes sociais, para promoção institucional do grande produto turístico. Tais atividades ajudaram a uma recolocação mercadológica do Vale, que já tem no seu festival de música um importante momento de venda. Essas atividades mercadológicas devem ser sempre priorizadas no sentido de tornar o Vale do Café um destino mais procurado.

As fazendas hoje realizam atividades educacionais voltadas não só para crianças dos municípios vizinhos mas para o público em geral , como forma de manter viva a história brasileira e fluminense, assim como descentralizar a oferta turística existente, com novas opções de comercialização de um turismo cultural, responsável e sustentável. Valorizar o patrimônio preservado é uma forma efetiva de contribuir para a manutenção da memória e de entender melhor os rumos que o Brasil tomou.

Retomada

Com a proximidade das eleições, esperamos que os próximos programas de governo sejam de fato voltados para o desenvolvimento turístico, não com as ideias mirabolantes e constantes lançamentos de programas que não acontecem,  mas sobretudo com uma proposta de retomada do crescimento da região, através de um plano estadual de aperfeiçoamento do turismo, que inclua postos de informações, sinalização e estratégias de desenvolvimento e promoção, com a interação com a população anfitriã que precisa ser parte do processo de busca de sobrevivência do Turismo.

Não basta acreditar, identificar e discutir o potencial turístico, o que a região necessita já está claro e consta do programa feito por técnicos para maximizar o numero de visitantes; o momento é para que os fazendeiros e outros atores se unam e exijam (como herdeiros de uma parte importante de nosso passado) que Poder Público e Iniciativa Privada tracem caminhos para o futuro próximo…

fonte: https://diariodoturismo.com.br/o-vale-do-cafe-turismo-e-cultura/

Circuito Mundial de Squash chegará ao Brasil em 2019

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Lagoa Rodrigo de Freitas, no RJ, receberá evento entre 2 e 7 de abril

O Circuito Mundial de Squash chegará ao Brasil em 2019, e o local escolhido foi a Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais mais famosos do Rio de Janeiro. De 2 a 7 de abril, os melhores atletas do mundo no esporte disputarão o Rio International Squash Open, etapa Silver do Circuito Mundial, que chega pela primeira vez na história à América Latina.

Um dos fatores que promete chamar a atenção do público será a implementação da quadra de vidro com visão 360o e vista para o Cristo Redentor. A ideia segue um modelo já consolidado e que faz muito sucesso em outras etapas ao redor do mundo, como na Grand Central Station, em Nova York, nos Estados Unidos, e nas Pirâmides de Gizé, no Egito.

“Trazer uma etapa deste nível do Circuito Mundial de Squash para o Rio de Janeiro é um sonho antigo e inédito no país e na América do Sul. Vamos realizar um evento no nível dos que já são disputados na Grand Central Station (NY), Canary Wharf (Londres) e nas Pirâmides do Egito, com quadra de vidro para uma experiência em 360o incrível. O objetivo do torneio é inserir a cidade no calendário anual do PSA World Tour, sempre trazendo os melhores atletas do mundo para jogar em um ponto turístico do Rio”, afirmou Fernando Paz, sócio da Siga Norte Eventos e diretor do evento.

De acordo com Fernando, ao todo, serão 48 atletas de mais de 20 países nas categorias masculino e feminino. Um dos objetivos é usar o torneio para mostrar as belezas naturais cariocas e atrair turistas. Haverá transmissão para mais de 140 países por meio de emissoras como Eurosport, BT Sport e SquashTV.

“Eventos de grande porte como o Rio International Squash Open 2019 são de extrema importância para a divulgação e promoção dos atrativos turísticos do Rio de Janeiro. É mais um destacado evento esportivo que repercutirá imagens do nosso estado em centenas de países. A cidade, hoje, conta com ampla rede hoteleira, infraestrutura de transporte público, além de equipamentos turísticos, e está preparada para receber eventos desta natureza, que atraem um enorme fluxo de turistas nacionais e internacionais”, disse Nilo Sergio Felix, secretário de estado de turismo do Rio de Janeiro.

 

Em paralelo, o torneio servirá também para promover o squash no Brasil. Ao mesmo tempo em que ocorre a etapa do Circuito Mundial, será realizada uma etapa do circuito carioca, com 250 atletas de todas as partes do país.

“Estamos entusiasmados com a realização de um torneio PSA Silver no Brasil, proporcionando o crescimento e o desenvolvimento do squash em nosso país. Nós incentivamos e apoiamos o compromisso do Rio de Janeiro com o squash e temos certeza de que este evento será uma grande vitrine para a modalidade”, afirmou Carlos Paiva, presidente da Confederação Brasileira de Squash (CBS).

Vale ressaltar que o squash é um esporte que vem crescendo pelo mundo e já tem cerca de 20 milhões de praticantes em mais de 185 países. Além disso, as etapas do PSA World Tour sempre atraem marcas de renome internacional, como Audi, Maserati, Rolex, J.P.Morgan, entre outras.

Com tanta gente praticando e patrocínios bem consolidados, já há especulações de que o squash possa ser inserido no programa olímpico para os Jogos de Paris, em 2024.

fonte: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/circuito-mundial-de-squash-chegara-ao-brasil-em-2019_35231.html

Parques do RJ misturam turismo em cachoeiras e piscinas naturais

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O Parque Estadual do Desengano, no Norte FluminenseO Parque Estadual do Desengano, no Norte Fluminense

Criado em 1970 e conhecido pela diversidade de sua fauna, o Parque Estadual do Desengano, no Norte Fluminense, abrange as cidades de Santa Maria Madalena, São Fidélis e Campos. Trilhas de dez minutos levam às cachoeiras Tombo d’Água, com queda de 70 metros, e Maracanã, que tem piscina natural.

O maior de todos
O Parque dos Três Picos, a maior unidade de conservação estadual
O Parque dos Três Picos, a maior unidade de conservação estadual

Entre os atrativos do Parque dos Três Picos, a maior unidade de conservação estadual, com 65 mil hectares, estão as trilhas do Jequitibá (de 1km e que leva à cachoeira de mesmo nome) e da Pedra do Elefante. Abrange Teresópolis, Guapimirim, Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu e Silva Jardim.

As águas vão rolar
O Parque Estadual da Pedra Selada fica em parte da Serra da Mantiqueira
O Parque Estadual da Pedra Selada fica em parte da Serra da Mantiqueira

 

O Parque Estadual da Pedra Selada fica nas cidades de Resende e Itatiaia e em parte da Serra da Mantiqueira. Do pico da Pedra Selada, de 1.755m de altitude, há uma bela vista para o Rio Preto (entre RJ e MG) e para o Pico das Agulhas Negras. Lá dentro, trilhas de diferentes níveis levam a cachoeiras e piscinas naturais.

Andando nas dunas
O Parque Estadual da Costa do Sol, na Região dos Lagos
O Parque Estadual da Costa do Sol, na Região dos Lagos

 

Um dos atrativos do Parque Estadual da Costa do Sol, na Região dos Lagos, é o Morro do Caixão, duna gigante entre Araruama e Arraial do Cabo. O parque é um grande corredor de areia, cercado por vegetação de restinga, com acesso por qualquer uma das cidades da Região dos Lagos.

Verde que te quero verde
O Parque Estadual Cunhambebe, na Costa Verde
O Parque Estadual Cunhambebe, na Costa Verde

 

O Parque Estadual Cunhambebe, na Costa Verde, está entre Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis e Rio Claro. O circuito de cachoeiras do Sahy, que leva a um mirante com vista para a Baía de Sepetiba, é um dos destaques.

fonte: https://www.diariodaregiao.com.br/_conteudo/2018/07/vida_e_estilo/viagem/1116323-parques-do-rio-de-janeiro.html

Senac-RJ lança novos cursos para profissionais do Turismo

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O Senac-RJ lançou novos cursos para profissionais de Turismo do estado do Rio de Janeiro nas áreas de Turismo Cultural e Ecoturismo. Entre as novidades também foram lançados novos programas nas áreas de Turismo de Aventura e Turismo Pedagógico, além de Roteiros do Rio Antigo.

No Rio de Janeiro capital, há turmas abertas nas unidades do Senac-RJ de Botafogo e Santa Luzia (Centro). Os cursos também serão ofertados na unidade de Petrópolis e as inscrições podem ser feitas pelo site da escola.

Os cursos do Senac-RJ

No curso de Ecoturismo – Condutor de Visitantes (40 horas), os profissionais poderão aperfeiçoar técnicas de condução e mediação de conteúdo ambiental por meio de modelos de interpretação do patrimônio natural local de forma adequada a cada tipo de cliente ou grupo.

Em Gestão em Turismo de Aventura (48h), o aluno vai aprender a elaborar programas de turismo de aventura e planos de comunicação e marketing tendo como foco o perfil e expectativas do cliente deste segmento, observando as práticas de segurança.

No Roteiros do Rio Antigo, o profissional poderá expandir seus conhecimentos sobre as possibilidades de roteiros turísticos e programas culturais cujo foco temático seja o patrimônio histórico, material e imaterial presente nos atrativos e bens culturais que caracterizam o conceito de Rio Antigo.

O Turismo Cultural – Condutor de Visitantes (40h) visa aperfeiçoar técnicas de condução e mediação de conteúdo através de modelos de interpretação do patrimônio cultural local de forma adequada a cada tipo de cliente ou grupo.

Já o curso de Turismo Pedagógico (36h), é destinado aos profissionais que desejam atuar na elaboração de programas e produtos turísticos de cunho pedagógico ou que tenham interesse em atuar na condução e mediação de grupos deste segmento.

fonte: https://brasilturis.com.br/senac-rj-cursos-turismo/

Comitiva da Universidade da Cidade de Nova Iorque visita a USP

Os dirigentes conversaram sobre oportunidades de pesquisas conjuntas que abordem os desafios das grandes cidades.

Na manhã do dia 23 de fevereiro, o reitor da Universidade da Cidade de Nova Iorque (Cuny, sigla em inglês para City University of New York), James Bennett Milliken, visitou a Reitoria e foi recebido pelo presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani), Raul Machado Neto, representando o reitor Vahan Agopyan.

Os dirigentes conversaram sobre possibilidades de parcerias e pesquisas conjuntas que abordem temas como os desafios das grandes cidades e o impacto dessas pesquisas na melhoria de vida da população.

A reunião também contou com a participação da pró-reitora de Pesquisa pro tempore, Marta Teresa da Silva Arretche; do diretor do Centro de Pós-Graduação, Chase Robinson; e do assessor da Cuny, Thomas Farrell.

Fundada em 1847, a Universidade da Cidade de Nova Iorque possui 24 campi em vários bairros da cidade e quase 130 mil estudantes de Graduação e Pós-Graduação.

Fonte: http://jornal.usp.br/institucional/comitiva-da-universidade-da-cidade-de-nova-iorque-visita-usp/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução científica.

Com o nosso serviço de tradução científica , você escreve seu artigo em português e os nossos tradutores profissionais traduzem e o deixam pronto para ser publicado em Inglês, Espanhol ou outra língua.

Estas são algumas das áreas de pesquisa para as quais possuímos tradutores profissionais de artigos:

  • Medicina
  • Farmácia
  • Administração
  • Biologia
  • Agricultura
  • Direito
  • Comércio Exterior
  • Ciências Ambientais
  • Educação Física
  • Física
  • Química
  • Matemática
  • Engenharia
  • Robótica
  • Filosofia
  • Psicologia
  • Sociologia
  • Arquitetura
  • Geografia
  • Letras
  • Música
  • Pedagogia
  • História
  • Enfermagem

 

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Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
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