B Hotel de Brasília chega para ser um dos melhores empreendimentos executivos do país

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Simplesmente B. Esse é o nome do mais novo hotel de Brasília. Desde que abriu, em março deste ano, o B Hotel já está muito bem falado no mercado. Independente e pertencente a uma família brasiliense, o empreendimento está localizado no Setor Hotoleiro Norte, em um terreno de esquina. Por ser o último lote da quadra, os apartamentos voltados para o Oeste possuem uma vista aberta que abrange alguns complexos culturais e esportivos. O por do sol pode ser apreciado através dos vidros, mas essa manifestação da natureza pode ser melhor apreciada no rooftop do edifício, onde há também o Bar 16 e a piscina com azulejos amarelos.

A fachada do B Hotel é inusitada por não ter a simetria característica das janelas emparelhadas. Dispostas de forma irregular, causam a sensação de descontração. Entramos no hotel e vemos um lobby retangular com mais de 60 metros de comprimento e 15 metros de largura. O restaurante, do lado esquerdo ocupa a maior parte do espaço, que é de vão livre. Os dois pontos de atendimento da Recepção amarela destacam-se com sua iluminação amarela contrastante com o elemento madeira, amplamente utilizado na principal área do B Hotel.

O arquiteto Isay Weinfeld foi muito feliz em seu projeto. Já visitei mais de 700 hotéis nos últimos anos e posso dizer que o Lobby do B Hotel é um dos mais interessantes que já conheci.

A concepção do hotel começou em 2009. É o que conta Ana Paula Ernesto, diretora executiva do B Hotel. “Foi quando contratamos o Izay e a partir daí começou todo o processo de definição do projeto, que foi aprovado em 2010. Quando conseguimos o alvará de construção, em 2012, começamos a obra.”

Sobre a razão da escolha da segmentação para ser um hotel lifestyle Ana Paula diz que o tamanho do terreno foi o fator chave para se contruir um emprendimento voltado ao mercado executivo. “Não haveria lógica em construir um hotel econômico, a conta não fecharia. Nem um hotel-boutique. Então resolvemos apostar no produto certeiro que era o hotel executivo”, explica.

Ana Paula Ernesto é diretora exeutiva do B Hotel

Bom, mas vamos voltar ao Lobby. Entre o restaurante e a recepção fica o Bar. Há também o acesso ao pavimento superior, onde está a área de eventos com três salas, que se transformam em um só, além de outras seis salas para reuniões. Há ainda uma sala que pode ser utilizada pelos hóspedes para pequenos encontros ou reuniões. O tom da madeira, que cobre paredes e teto combina com o mobiliário, que é feito da mesma textura. As cadeiras são especiais e diferentes do que as existentes na maioria dos hotéis.

“O B é um restaurante com alguns quartos no andar de cima.” Com essa máxima, Ana Paula deixa claro que a gastronomia do B Hotel é muito valorizada. Para quem entra no lobby fica muito evidente. O restaurante do B ocupa 70% do espaço visível. Sob o salão, há uma cozinha industrial com 1 mil metros quadrados de área e com o que há de melhor no mundo dos equipamentos.

Não sei se, acabei não perguntando o por quê da escolha do nome, mas o B na minha opinião se refere a best  — melhor ou mais desejado no idioma inglês. E por ser novo, bem localizado e com alma de hotel independente, o B Hotel tem tudo para ser um dos melhores hotéis executivos do país. Vou voltar lá com certeza.

Confira na galeria abaixo as fotos das áreas sociais do empreendimento.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aps-2142

Gastronomia do B Hotel

O B Hotel conta com três pontos gastronômicos, além do room service. Tem o Restaurante do B e o Lobby Bar no pavimento térreo e o Bar 16 no rooftop, onde há grande incidência de pessoas que vem tomar um drink, ver o por do sol ou participar de um evento. A capacidade do B é de 120 pessoas e lá atrás, onde ficam os buffets, está a cozinha show. Se você é ligado em gastromonia, o restaurante do B é passagem obrigatória.

O Restaurante do B ocupa inteligentemente uma área que fica cerca de 50 centímetros abaixo do nível do restante do lobby. Isso faz com que o bar tenha em uma de suas laterais, poltronas ao invés de banquetas. Esse desnível cira uma sensação de resguardo. Muito interessante.

Segunda Ana Paula, Brasília é uma cidade corporativa, praticamente não tem lazer. “Escutamos sempre que Brasília não tem vida. As pessoas se hospedam nos hotéis e não sabem pra onde ir, não sabem qual restaurante escolher. Sentem-se isolados dentro do hotel. Foi quando resolvemos que o lobby do B teria vida. A intenção de ter a gastronomia no primeiro plano foi para inverter a situação. Um hotel independente com uma gastronomia fraca não saíria na frente e foi por isso que investimos pesado na gastronomia”, conta a CEO do B Hotel.

Ana Paula explica que o primeiro chef foi contratado dois anos antes do B abrir. “Ele foi estudar os produtos da região, do cerrado, fez curso para fazer iogurte, pães, queijos e foi até em aldeias indígenas na Chapada dos Veadeiros. Resolvemos plantar para poder trabalhar com produtos frescos e criamos a nossa horta em uma fazenda bem próxima. Isso também foi dois antes da data que achávamos que iríamos abrir”, finaliza.

Mobiliário do Lobby, Bar, Restaurante e cozinha show lá atrás

Chef Rodrigo Sato

Quem comanda a gastronomia do B Hotel é o chef Rodrigo Sato, que tem fortes atuações no Renaissance São Paulo e no JW Mariott Rio de Janeiro. Ele diz que de terça a quinta o restaurante é bem cheio no almoço e jantar, com público corporativo. Na quarta e sexta, no almoço tem jazz. “Sábado e domingo é mais família, vem o pessoal de Brasília conhecer o hotel. No sábado é mais descolado com grupos de amigos, o bar da cobertura tem por do sol, que é um atrativo. O cardápio do bar é próprio, com petiscos, sanduíches, que podem ser degustados com a mão mesmo”, diz.

O chef Sato salienta que na gastronomia oferecida no B Hotel existe a preocupação com o orgânico, com o frescor. “Isto é o que estamos buscando hoje. Estamos no Goiás, temos os produtos do cerrado, como as frutas, polpas e castanhas. Iguarias que não existem na Mata Atlântica, por exemplo. Então, estamos experimentando e vendo os valores que agregam com as técnicas que temos. Basicamente, buscamos um ingrediente bacana do serrado, dos produtores locais e aplicamos na nossa cozinha”, explica.

Já que estamos na chuva para se molhar, fomos fundo no café da manhã, almoço, jantar e room service. Gostamos muito do que provamos e, principalmente, da patisserie oferecida. Esse departamento, um dos mais importantes do departamento de A&B, é direcionado pela chef Sonia Takata, que com maestria finaliza a degustação de todos.

Ah, tivemos o privilégio de participar do Chefs no B, evento gastronômico que acontece frequentemente no B. Na edição passada, dois chefs franceses e estrelados trabalharam a quatro mãos e proveram uma experiência memorável. Confira a reportagem aqui.

Passeie também pela galeria abaixo para ver as fotos da gastronomia do B Hotel.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aeb-2144

Experiência de Hospedagem no B Hotel

O B Hotel conta com 306 habitações, distribuídas em 15 pavimentos e em sete categorias — variando de 28 a 72  m². A experiência de hospedagem no mais novo hotel da capital federal começa quando saímos de um dos quatro elevadores e seguimos pelo corredor. As luzes brancas, verticais e embutidas nas paredes criam o efeito de que a iluminação é natural. O acesso feito por cartão de Radio Frequência (RFID) e o sistema de abertura, instalado pela Assa Abloy Hospitality, está embutido nas portas, deixando o ambiente contemporâneo.

A habitação reservada para a reportagem do Hotelier News foi uma Suíte Deluxe, com 42 m². Ao abrirmos a porta deparamos com um hall cor de concreto. Segundo a direção do empreendimento, o ambiente homenageia a arquitetura de Brasília. É no hall que ficam os armários, que são amplos e contam ainda com cofre e roupão. Em frente ao armário, a entrada do amplo banheiro, equipado com pia paa duas pessoas, chuveiro de teto e banheira de imersão. Os amenities são de marca internacional.

Saindo do hall cinza da entrada, a suíte explode com suas tonalidades de paredes brancas e madeiras claras. As duas janelas, uma em cada canto deixam a mostra o céu azul e alguns monumentos como o Estádio Mané Garrincha e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Na esquerda um sofá está acompanhado de uma cadeira design. No centro da habitação, a cama de tamanho king toda branca e na sua frente um móvel com itens de minibar, logo abaixo a mini geladeira e acima de tudo, a Smart TV 4k, com programação Netflix.

Na outra parede fica a estação de trabalho, suspensa e que dá um ar de leveza ao ambiente. Na frente da janela, a mesa redonda pode ser o apoio para um vinho enquanto as luzes dos carros e da cidade refletem no vidro junto com o céu escuro.

O minimalismo da suíte nos traz paz e quando, por instantes, meditamos buscando alcançar o equilíbrio, sentimos o verdadeiro acolhimento.

Veja nas fotos da galeria abaixo os cliques feitos duranta a nossa estada.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aeb-2147

Sustentabilidade ambiental no B Hotel: 80% do lixo gerado é processado

Se a oportunidade permite, um hotel do século 21 tem a obrigação de ter um olhar na sustentabilidade. E é exatamente isso que o B Hotel faz. Meses antes de abrir, o empreendimento já possuía uma horta em produção. Fomos visitar a fazenda que é de propriedade dos investidores do B Hotel e fica em Sobradinho, distante apenas a 25 km do Setor Hoteleiro Norte.

Com 64 hectares de área total, a horta ocupa cerca de 20 mil m² da fazenda. Sem a utilização de agrotóxicos, toda a produção de adubos é feita no próprio local. Todo o lixo orgânico que é produzido pelo B é levado para a fazenda. O técnico em Agronomia, Isaque Santos Carvalho, é quem cuida da maioria dos detalhes do cultivo e do manejo. Já o técnico em Construção Civil, Marcelo Correia Lima, é quem cuida da logística de transporte entre hotel e fazenda, além de ser responsável na execução das obras.

Carvalho comenta que 80% do lixo produzido pelo hotel é reciclado ou transformado em o adubo. “O B Hotel gera 1,2 toneladas de lixo por semana. Tudo que pode ser reciclado é levado para uma usina e o orgânico vem para cá. Estamos realizando estudos para poder eliminar de forma sustentável os 20% restantes. Temos certeza que em breve o B Hotel será um empreendimento totalmente verde”, explica.

“Estamos muito felizes em poder dizer que estamos utilizando técnicas diferentes de compostagem para potencializar os nutrientes”, diz Lima. “Estamos colhendo verduras de muita qualidade”, completa Carvalho. A conversa não é lorota. Pudemos ver pessoalmente o tamanho dos pés de alguns tipos de alface e ficamos impresionados (confira a foto na galeria)

Ana Paula diz que existem ideias e projetos para trazer os hóspedes ao local. “Podemos criar ações como colheitas e workshops com o pessoal da cozinha. Aqui é muito bucólico e fica a meia hora de carro do B. São muito raros os hotéis corporativos que podem prover isso aos hóspedes”, finaliza.

fonte: https://hoteliernews.com.br/noticias/b-hotel-de-brasilia-chega-para-ser-um-dos-melhores-empreendimentos-executivos-do-pais-81142

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Inaugurado centro de língua coreana em Brasília

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Graças a uma parceria dos governos coreano e brasileiro, a Universidade de Brasília (UnB) instalou o Instituto Rei Sejong, um centro de promoção da língua e da cultura da Coreia do Sul. O nome do instituto é uma homenagem ao monarca responsável pela criação do alfabeto coreano, o hangul.

Neste semestre, apenas os estudantes da UnB terão acesso a turmas de nível básico da língua coreana, por 15 semanas. Mas o instituto deve oferecer, no ano que vem, cursos de língua coreana para toda a comunidade de forma gratuita.

“Temos percebido, a cada ano, um interesse maior dos brasileiros em aprender o nosso idioma e se aproximar da nossa cultura. Esse instituto deixará nossos países ainda mais próximos”, disse o embaixador sul-coreano no Brasil, Chan-Woo Kim.

Cerimônia de inauguração do Instituto Rei Sejong Brasília, na Universidade de Brasília (UnB).
Cerimônia de inauguração do Instituto Rei Sejong Brasília, na Universidade de Brasília (UnB) – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com o ensino da língua coreana, “a UnB amplia sua internacionalização” e se aproxima de outras culturas, tornando-se uma instituição em sintonia com o que há de melhor em tecnologia e educação em todo o mundo, disse a reitora Márcia Abrahão.

A cerimônia de instalação do Instituto Rei Sejong ocorreu nesta sexta-feira (3), no Instituto Central de Ciências da UnB.

Segundo o embaixador Chan-Woo Kim, linguistas acreditam que o hangul (alfabeto coreano) é o método sonhado “por todos os idiomas”. Ele lembrou que o Rei Sejong aplicou esse método em 1446 para permitir que a língua coreana fosse conhecida por toda a população do país. “Consequentemente, os estrangeiros também podem aprender facilmente o idioma”, disse.

Parceria

A instalação do centro cultural coreano em Brasília foi resultado de uma parceria firmada em agosto de 2017 entre a Kobras, a UnB, a Fundação King Sejong e o Ministério da Cultura, Esporte e Turismo sul-coreano, com colaboração da Embaixada da República da Coreia em Brasília.

A Kobras é uma entidade sem fins lucrativos do Ministério da Diplomacia da Coreia do Sul e que visa promover cooperação entre o Brasil e o país asiático em áreas como economia, cultura e educação.

Este é o quarto Instituto Rei Sejong instalado no Brasil e o primeiro da região Centro-Oeste. O instituto está presente também na Universidade Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul; na Universidade de Campinas (Unicamp) e no Centro Cultural Coreano em São Paulo.

Expansão

O presidente da Kobras, Shin-Won Choi, afirmou que, com a chegada do instituto coreano ao Distrito Federal, a expectativa é expandir as ações. “Podemos dizer que o Instituto Rei Sejong em Brasília não será somente um centro de língua, mas um instrumento que contribuirá também para a instalação do curso superior de língua coreana na UnB no futuro, reforçando o intercâmbio e a cooperação entre os dois países. As expectativas são bastante altas”, disse.

Choi disse que a Kobras tem ainda o objetivo de levar o instituto às regiões Norte e Nordeste do Brasil. Atualmente, existem 174 institutos Rei Sejong em 57 países e, em todos eles, é possível estudar com o mesmo currículo, padronizado pela Fundação King Sejong. Somente em maio deste ano foram criados 16 novos institutos em todo o mundo, possibilitando a aproximação cultural sul-coreana aos estrangeiros.

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-08/inaugurado-centro-de-lingua-coreana-em-brasilia

Belgas fazem festa na embaixada do país em Brasília após classificação

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Uma ilha de alegria cercada de frustração por todos os lados. Assim pode ser definida a Embaixada da Bélgica em Brasília, seguramente o ambienta mais feliz em todo o território nacional na tarde de hoje (6). O local testemunhou um belo jogo do time europeu, comandado pelo trio De Bruyne, Hazard e Lukaku, na vitória por 2 a 1 sobre os brasileiros.

O clima na embaixada, diferentemente do que ocorria em campo, foi amistoso entre brasileiros e belgas durante todo o jogo. Tenda e arquibancada e um telão montados no quintal, decorado com bandeiras dos dois países, deixavam o ambiente agradável e aconchegante.

Donos da casa serviram cerveja e batatas belgas, para alegria dos convidados. Cerca de 60 pessoas, incluindo integrantes da comunidade belga em Brasília, autoridades brasileiras, amigos e parentes curtiram com entusiasmo o jogo. Com as duas torcidas presentes, os três gols da partida foram muito comemorados com gritos e buzinaços.

“Estou em êxtase”, definiu o embaixador Dirk Loncke, ao final do jogo. De fato, apesar da confiança no ótimo time belga, vencer o Brasil em um jogo de quartas de final de Copa do Mundo é sempre um feito.

fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/belgas-fazem-festa-na-embaixada-do-pais-em-brasilia-apos-classificacao

Como são feitas as legendas de filmes e séries?

Traduzir o roteiro é só o começo: há diversas adaptações necessárias, tanto técnicas quanto culturais, e tudo é revisado com afinco

Elas são encomendadas pelas distribuidoras a empresas especializadas (que possuem times de tradutores freelancers) ou então diretamente a esses profissionais. Embora existam muitos estúdios de tradução e legendagem (e que às vezes também fazem dublagem), o aumento da produção de conteúdos e a variedade de mídias (TV, Blu-ray, cinema, streaming…) tem feito os canais e as produtoras preferirem cada vez mais gerenciar a produção de legendas via plataformas online, sem precisar contratar estúdio. Os profissionais passam por testes de capacidade que avaliam sua experiência, seu conhecimento em línguas e, principalmente, sua carga cultural na língua que será traduzida. Diploma pode ajudar, mas não é obrigatório. Em média, por mês, cada produtora é responsável pela tradução de 15 séries de TV e mais de 200 horas de filmes.

1. Quando a produtora recebe o pedido de legendagem, começa o processo de seleção dos profissionais que farão a versão brasileira. Cada produto possui um determinado perfil de tradutor: além de experiência e conhecimento nas línguas, a afinidade do candidato com o tema do material e seu repertório são decisivos para garantir um bom trabalho de tradução

2. O material recebido pela produtora é assistido de cabo a rabo para determinar os pontos de entrada e saída de cada legenda (timing). Existe um profissional específico, o marcador, para esse trabalho. Ele informa ao software a posição e o momento exatos em que cada legenda deve aparecer e desaparecer

3. Geralmente o tradutor tem acesso ao material audiovisual e ao seu roteiro para garantir uma tradução fiel. Em alguns casos, como nas séries House e Law & Order, a produtora consulta médicos e advogados para traduzir termos técnicos usados na série. É comum que os tradutores conversem com fãs-clubes para acertar o tom dos diálogos ou tenham um glossário de termos técnicos para determinadas séries

4. A tradução deve sempre ser fiel ao roteiro e passa por diversas adequações: para que a legenda seja legível, há um limite de caracteres por linha (CPL) e por segundo (CPS) em cada mídia. Exemplo: Game of Thrones tem limite de 32 CPL na TV e até 42 no Blu-ray. São regras diferentes para mídias distintas e a HBO encomenda as duas legendas. Termos gringos são regionalizados, marcas e merchandising nos diálogos são anulados e os palavrões são amenizados. Mas há distribuidoras que pedem que o conteúdo impróprio seja mantido para não descaracterizar o material

5. O prazo para produção das legendas varia entre 5 e 7 dias, dependendo do produto. Em casos extremos, o tradutor tem só dois dias. Nos blockbusters e nas séries exibidas em paralelo no Brasil e nos EUA (simulcast), como Game of Thrones, alguns estúdios fazem uma tradução às cegas, usando só os roteiros enviados pela distribuidora, sem assistir ao episódio ou filme

6. Quando a produtora faz as legendas para um filme ou série, ela cede os direitos de exibição apenas para quem a contratou. Por essa razão, é comum que filmes e séries sejam relegendados e até redublados, pois é muito mais barato (e menos burocrático) refazer tudo do que comprar os direitos de exibição da legenda de outro canal

Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/cinema-e-tv/como-sao-feitas-as-legendas-de-filmes-e-series/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução de vídeos – legendagem.

Está apta a fazer legendagem para todo tipo de meios audiovisuais

  • Programas de televisão
  • Filmes
  • Vídeos institucionais
  • Corporativos
  • Educacionais
  • Documentários
  • Publicidade

O processo de tradução:

É fundamental que as informações contidas em seus vídeos sejam traduzidas para o Inglês, Português, Espanhol (ou a língua requerida) utilizando o idioma específico de seu mercado, sem erros em traduções literais que muitas vezes podem ser vistos até em grandes filmes de Hollywood. Legendar filmes é uma combinação de software de legendagem e tradutores experientes com amplo conhecimento linguístico e cultural.

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Brasília ganha escola de aventuras para crianças

Proposta da escola é complementar o aprendizado infantil com esportes radicais e tradicionais, além de brincadeiras populares. Tudo em um só lugar, com estrutura de alto nível e profissionais multidisciplinares

Brasília vai ganhar uma escola de aventura para crianças. Com uma proposta educacional inovadora, a Kalango abre as portas no dia 19 de março, dentro do Clube do Congresso, e oferece esportes tradicionais, radicais e brincadeiras populares no contra-turno escolar como reforço do aprendizado. A escola atenderá crianças de 6 a 14 anos, e o objetivo é o desenvolvimento social e psico-motor dos pequenos, sem o apelo abusivo da tecnologia.

“Nosso objetivo é complementar o aprendizado escolar de maneira lúdica e divertida. A maioria das nossas atividades são ao ar livre e coletivas. Então nosso foco é a sociabilização das crianças, para um desenvolvimento pleno de suas capacidades”, avalia o educador Vitor Bueno, um dos idealizadores da Kalango.

A escola conta com uma infraestrutura de alto nível, com quadras, campos, piscinas e pistas diversas em espaços abertos e arejados. E oferece diversas opções de prática esportiva, desde os esportes tradicionais (futebol, vôlei e corrida), até os radicais (skate, escalada, slackline), passando pelos aquáticos e náuticos (natação, polo aquático, SUP, caiaque, etc). A escola também oferecerá acampamento aos fins de semana em ocasiões especiais. Novas modalidades serão ofertadas durante o semestre.

Além disso, a escola também oferece uma sala de estudos para que as crianças possam fazer as tarefas de casa, acompanhadas de um professor.

A equipe de profissionais é multidisciplinar e altamente capacitada. Dois dos sócios-fundadores são educadores de formação, oriundos da educação artística e física.

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/brasilia-ganha-escola-de-aventuras-para-criancas/

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Câmara dos Deputados prevê concurso no ano que vem

Está prevista para o ano que vem a realização de concurso da Câmara dos Deputados, em Brasília, para os cargos de técnico legislativo, de nível médio, com remuneração inicial de R$14.322,12, e analista legislativo, de nível superior, com iniciais de R$21.502,29. Apesar de as vagas serem apenas para Brasília, como muito provavelmente também deverá ser o caso das provas, trata-se de uma grande oportunidade inclusive para quem mora no Rio de Janeiro, tendo em vista as atrativas remunerações e a previsão de estabilidade, já que as contratações são pelo regime estatutário.
A previsão do concurso consta no orçamento da União para 2017, enviado ao Congresso Nacional pelo Poder Executivo. A abertura da seleção é atribuída à Coordenação de Recrutamento e Seleção do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor) da Câmara. A oferta de vagas não foi informada. Entretanto, se for considerada a quantidade de vacâncias em ambos os cargos, deverão ser oferecidas até 418 vagas, sendo até 288 de técnico e até 130 de analista. Os dados são referentes a agosto deste ano, com o número de vagas desocupadas podendo aumentar até a abertura do concurso.
As remunerações informadas têm como base a tabela de remunerações divulgada pela Câmara dos Deputados e são compostas de vencimento básico, gratificação de representação, gratificação de atividade legislativa e vantagem pecuniária individual. As remunerações ainda têm previsão de reajuste, garantido em lei, de 5% em janeiro do ano que vem, 4,8% em 2018 e 4,5% em 2019.

Autorização chegou a ser concedida em 2014

A Câmara dos Deputados chegou a ter um novo concurso autorizado no fim de 2014, mas a seleção não se concretizou até então. Segundo a autorização, as vagas de técnico seriam na especialidade de assistente legislativo e as de analistas nas seguintes especialidades: técnico em documentação e informação legislativa, técnico em material e patrimônio, assistente social e analista de informática legislativa.
O último concurso da Câmara ocorreu em 2014, com oferta de 113 vagas, das quais 60 para técnico, na especialidade de agente de polícia legislativa, e 53 para analista, nas especialidades de consultor legislativo e consultor de orçamento e fiscalização financeira. Ao todo, 51.789 pessoas se inscreveram no concurso, sendo 39.307 para técnico e 12.482 para analista. A seleção foi organizada pelo Cespe/UnB e compreendeu provas objetivas, discursivas, avaliação de títulos (apenas para nível superior) e prova de aptidão física (somente para candidatos ao cargo de agente de polícia), aplicadas apenas em Brasília.
As provas de conhecimentos básicos foram sobre Língua Portuguesa, Legislação, Noções de Informática e Raciocínio Lógico para técnico e Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Espanhola e Processo Legislativo para analista. O concurso teve a validade prorrogada recentemente, até julho de 2018, o que não impede a realização de uma nova seleção no ano que vem, desde que seja para especialidades diferentes.

 

Fonte: Anderson Borges – anderson.borges@folhadirigida.com.br

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Séries da Netflix estão incentivando o público americano a aceitar as legendas

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Há alguns meses a Netflix começou a exibir a série Narcos, na qual Wagner Moura interpreta o traficante Pablo Escobar, que criou um cartel bilionário na Colômbia.

E se acharmos que o roteiro original, a fotografia deslumbrante e o ator do nosso país não são motivos suficientes para despertar nossa curiosidade, saiba que a série também conta com uma incrível trilha sonora e o ator chileno Pedro Pascal, o príncipe Oberyn Martel de Game of Thrones, da HBO.

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Uma das maiores críticas que a série está recebendo no Brasil é sobre o portunhol que sai da boca do Wagner Moura. Em certas frases é perceptível, mesmo para nós brasileiros, que a palavra dita não é a adequada. Soa muito familiar aos nossos ouvidos. Para os nativos de língua castelhana, acho que o desconforto deva ser maior ainda. Mesmo assim, e mesmo com outras críticas relacionadas ao“olhar imperialista da América Latina”, o fato é que Narcos está sendo muito bem acolhida pelo público em geral.

Nos EUA o problema não é o sotaque, é a legenda

Uma vez Helen Mirren, que entre outras coisas estrelou The Hundred-Foot Journey no Reino Unido, mas falando francês, disse que os americanos não vão aceitar filmes com legendas. Eles tiveram que adaptar a obra e a atriz passou a usar então um Franglês (Frenglish), uma mistura de francês com inglês, caso contrário a comédia da DreamWorks não seria bem recebida nos Estados Unidos.

E a gente pode aqui bradar quanto for, e escorregar no estereótipo de que os caras não sabem ler, que são ignorantes, sem cultura, mas há de se ter muita calma nesta hora. Pra gente, legenda é algo comum, há muitas décadas. A gente está acostumado a assitir filmes estrangeiros, a maioria deles, veja só, dos EUA, com legendas. E mesmo no Brasil, existe uma gigante parcela da população que tem verdadeira aversão às letrinhas, à leitura durante a obra.

Poucos sabem, mas há alguns anos eu ajudei a criar e hoje mantenho um site e uma página do Facebook para fãs de The Big Bang Theory, e lá eu pude ver que mesmo uma série que é tida para nerds, ou sobre nerds, há um enorme número de fãs que preferem assistir os episódios dublados.

Agora, se mesmo na nossa sociedade, onde existe o costume de abraçar sem pudores a cultura estrangeira, muitas pessoas se incomodam com legendas, o que dizer dos EUA, onde só se consome filme e séries americanas, com idioma americano, atores americanos ou que falam única e exclusivamente inglês? Eles não estão acostumados com isso, e mudanças como essa são um verdadeiro desafio desta indústria.

Aí entra a Netflix mudando os paradigmas

De uma forma bem articulada e inteligente, a empresa está provando que as legendas são indolores, inodoras e não soltam as tiras.

Em Narcos, por exemplo, existem diversos diálogos entre policiais e traficantes única e exclusivamente em espanhol. Com legendas. Evidentemente existem atores americanos, comoBoyd Holbrook, que esteve em Gone Girl e Milk, e que aqui faz o papel do investigador Steve Murphy. Ele é o principal narrador da trama toda, explicando a história de Escobar para quem não conhece (em inglês), mantendo os mais avessos às legendas em uma posição bem mais confortável.

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E essa transição é feita de forma suave. No primeiro episódio, por exemplo, os autores apresentam ao espectador como funciona essa dinâmica, da seguinte forma: um personagem está falando em espanhol ao telefone, e os americanos estão acompanhando tudo através de uma escuta e repassando as informações para Steve. As legendas em espanhol são curtas, pontuais, e boa parte da conversa acontece em inglês. É como se o diretor fosse aquela enfermeira gente boa que aplica e injeção com maestria e diz: “Viu só? Nem doeu, foi super rápido e já passou…

Orange Is The New Black também ajuda no processo

Essa é outra série da Netflix, uma das que eu mais gosto, que também está recebendo cenas com legendas. Pra quem nunca assistiu, trata-se de um enredo que se passa principalmente em uma cadeia feminina nos EUA, contando a história das detentas, seus medos, anseios, crimes, e uma mistura étnica como não poderia deixar de ser em um ambiente assim. Mulheres brancas, negras, asiáticas, europeias e latinas convivem juntas.

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E como bem lembrou Stephanie Merry do The Washington Post, em vários momentos as mulheres de cada um desses grupos conversam entre si em seus idiomas nativos, com legendas. Nada absurdo, nenhum diálogo complexo, mas de qualquer forma é um princípio mais que necessário para que esse tipo de recurso cinematográfico passe a ser melhor recebido pela audiência americana.

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Fonte: Matheus Gonçalves em 02 09 2015 em Destaque

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de legendagem para filmes, vídeos institucionais e todo tipo de material audiovisual que requer uma tradução para que o seu projeto seja adaptado ao público brasileiro ou ao estrangeiro, de acordo com as suas necessidades.

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