Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
Tradução de inglês em Rio de Janeiro. Tradução Simultânea em Rio. Tradução técnica no estado de Rio de Janeiro. Legendas de vídeos em Rio de Janeiro. Tradução Juramentada.

 

 

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11 coisas que irritam os brasileiros na Europa

“Você não parece brasileiro”, “país carioca” e outras frases e costumes dos quais não gostamos

Há controvérsias. Por mais detalhada que seja a lista de coisas que potencialmente irritam um brasileiro na Europa, muita gente diria que o os personagens deveriam estar invertidos e que neste caso, o listado seria muito maior.

Pode ser. Mas quem passou bastante tempo no velho mundo sabe que depois alguns meses acabamos tendo as nossas próprias observações de alguns costumes meio irritantes e bem comuns pelo lado de lá.

1. Quando conhecemos alguém que nos diz “Você não parece brasileiro/a”.

Normalmente você faz cara de alface e sorri, mas internamente fica com vontade de responder: “Deve ser porque minha bisavó era filha de índio com negra e se casou com um italiano. Meu pai é filho de um italiano loiro de olhos azuis. Por parte de mãe tenho sangue índio, português e alemão. A única cara de brasileiro que tem no meu país é a dos indígenas, que aliás, estão sendo dizimados por lá”.

2. “Ah, Brasil! Você dança samba ou capoeira? Ama carnaval?”

Não. Você, dança flamenco / ländler da Baviera / toca gaita?

3. Ler e ouvir nos jornais que o Brasil é um “país carioca”, algo que tão estranho quanto dizer que a França é um país parisiense ou que a Espanha é um país flamenco…

Para os brasileiros não precisamos explicar, mas se tiver algum gringo por aí, preste atenção: carioca é quem nasce na cidade do Rio de Janeiro, nem sequer quem nasce no estado do Rio, que é fluminense. O Brasil é um país enorme, com diferenças culturais tão grandes quanto o seu próprio território. Uma pessoa de Curitiba, por exemplo, vê o sol menos dias por ano do que um morador de Londres. Agora imagine chamar este cidadão, primo do conde Drácula, que não dança samba e que parece preferir vinho à capirinha, de carioca!

4. “Você fala brasileiro?”

Perguntar se falamos brasileiro é como perguntar se uma pessoa nascida na Bolívia fala boliviano. Não. Na Bolívia eles falam espanhol. Da mesma forma que os brasileiros falam português, o idioma de outros nove países colonizados por Portugal.

5. O bullying do 7×1, que é especialmente irritante porque tirou de nós brasileiros uma das poucas coisas com a qual podíamos bullar todas as outras nações: a nossa (ex-)absoluta superioridade no futebol.

Sem comentários, né?

7. Filmes dublados

Pra quem não mora ou morou na Europa pode ser difícil acreditar, mas sim, em alguns países a (grande) maioria dos cinemas projeta seus filmes em versão dublada e eles ainda se orgulham disso, porque dizem que sua dublagem é excelente. Pra você conseguir vê-los em versão original, vai ter que ir às salas pequenas e enfrentar filas (de estrangeiros, em maioria).

8. Não existe um chuveiro fixo e grande; a maioria são duchas que você pode segurar com a mão, que se movem sozinhas enquanto você enxagua o cabelo e que acabam jogando a água para o lado que você não quer, podendo, na maioria das vezes, molhar grande parte do banheiro.

Isso porque a falta de boxes, que são substituídos por cortinas de plástico – e que têm que ser trocadas, devido ao mofo, a cada 12 meses – são a regra.

9. As mulheres brasileiras têm uma queixa específica: muitos europeus acham que passamos o dia de biquíni, sambando e fazendo sexo com desconhecidos. E que adoramos ser assediadas. Há também o preconceito puro e duro, e acabam achando que somos oportunistas. Ah, claro, e que de vez em quando queremos casar com eles.

10. “Higiene” é uma palavra polêmica, mas te entregar a barra de pão ao mesmo tempo e com a mesma mão que te devolvem o troco, pra um brasileiro médio, realmente, é meio irritante.

11. Chá, café com leite e bolinho de creme na praia.

Pois é. E parece que “estranho” ainda é um adjetivo suave para isso, mas pensem no contexto: você está na praia, faz calor, a paisagem é meio desértica, vc sente falta das palmeiras, das árvores e daquele clima tropical. Chega a metade da tarde e você pensa em tomar uma cervejinha com queijo coalho ou uma caipirinha com camarão. Nos dias mais animados pensa que pediria um capeta pro moço e lembra como, nestes casos, acabava fazendo amigos.

Mas você abre os olhos e está em uma praia espanhola. Toca um sino e chega um carrinho vendendo a “merenda”. Dá a impressão de que é só pra crianças mas de repente toda a população de biquíni gigante e bermuda-à-meia-coxa se aglomera pra comprar café com leite e chá. Quente. Com bolinho de creme, pra merendar na praia (!!!!).

É, amigos. Não é exatamente estranho. Talvez a palavra adequada seja…. triste.

fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/politica/1454003450_219630.html

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Com a crise econômica que está vivendo o mundo, atualmente estudar inglês tornou-se algo quase imprescindível se desejamos ter alguma possibilidade de encontrar um bom emprego no mercado de trabalho tanto a nível nacional quanto internacional.

Ao final de contas, nestes tempos todo o mundo tem acesso a todos os recursos necessários para aprender inglês, é por isto que a concorrência de pessoas com mais de um idioma á procura ativa de emprego tem chegado a tal ponto que não saber mais de um idioma é praticamente um motivo de descarte automático nas ofertas de trabalho.

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A melhor forma de aprender inglês

Então, qual é a melhor forma de aprender inglês atualmente? É melhor assistir umas aulas numa escola de idiomas ou, em vez disso, é mais recomendável contratar um professor particular que venha até nossa casa ou escritório para nos ensinar a ler, escrever, falar e escutar em inglês? Ambas opções são perfeitamente válidas, mas certamente há motivos pelos quais vale a pena pensar bem esta decisão e escolher a opção que recomendamos em seguida basada nas vantagens e desvantagens das escolas de idiomas e dos professores particulares.

Destas duas opções, a mais recomendável é a das aulas particulares. Por quê? O principal motivo é muito simples: um professor particular poderá resolver todas nossas dúvidas rapidamente, e poderemos fazer tantas perguntas quanto desejarmos. Além do mais, o professor particular se adaptará ao nosso ritmo de aprendizagem para nos ensinar a língua inglesa do jeito que somos capazes de aprendê-la.

No entanto, numa aula de escola de idiomas os professores devem seguir uma programação já estabelecida que normalmente não tem em consideração as dificuldades que possam ter os alunos na hora de seguir o ritmo das aulas.

Com este artigo não queremos desprestigiar nenhum método de ensino nem nenhuma escola de inglês. Sabemos que há escolas que tem uma grande reputação e que seguem programas de ensino excelentes e nos quais realmente se aprende inglês de forma rápida; o que acontece é que um bom professor particular sempre vai ficar mais atento á sua evolução, embora é verdade que geralmente  é mais caro do que nas escolas.

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