A importância do inglês no nosso dia a dia

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O inglês está se tornando cada vez mais imprescindível no mundo em que estamos inserido, a globalização faz com que a língua se torne algo fundamental nos tempos atuais, o inglês está tomando força a cada dia, agora junto com a informática e internet, então, estão com força total…O uso de uma língua tão conhecida é de grande valia para obtenção da comunicação.

O inglês é uma língua internacional.A língua das viagens, negócios,estudos, enfim , a língua da comunicação com todo o mundo, a língua da globalização.

A cada dia que passa fica mais visível a importância e influência que esta língua tem na nossa vida.É só olharmos ao nosso redor, para o nosso lado, que nos deparamos com a língua inglesa em nossa vida, e olhe que em várias situações, e não são poucas…Quer ver só?Então vou escrever um pequeno texto para vocês terem uma idéia do que eu estou falando!Fique ligado!

Estava em casa com muita vontade de sair, porém eu me sentia meio down , para ver se melhorava um pouco tomei um banho, me arrumei e decidir sair para ver se melhorava umouco, chamei meu marido para irmos aoshopping center , pois, convenhamos, não há nada melhor do que fazer umas comprinhas para o stress fugir…Então chegando lá ví logo que as lojas, muitas delas estavam on sale , então me animei e resolví mudar o meu look , comprar umas roupas fashion , e me sentí muito melhor…De repente deu aquela fome, então decidí ir a um fast food ou ao Mc Donaldfazer um lanche…Pedí um milkshake , coca light , chessburguer e um sorvete diet, comí muito, depois tive um insight… Decidí ligar para casa , falei com meus filhos e o mais velho disse que estava navegando nainternet,viu que na previsão do tempo ía dar sol e perguntou se podíamos ir para praia amanhã? Meu marido logo se empolgou, porém lembrei de passar no drive throw da farmácia e comprar um sundown, pois o lá de casa já tinha acabado. No caminho de casa avistei um outdoor muito interessante da Wave beach e outro que mostrava um carro com umdesigner super moderno… Chegando em casa lembrei que tinha comprado umas balas da ice kiss para eles e todos me agradeceram…Loucos por balas!Brincamos um pouco, jogamosplaystation e fomos dormir…

Finalmente amanheceu e fomos para praia , levamos as raquetes defrescoball e bolas e o discofly e alguns drinks… Ainda bem que não tinha ninguém de topless, afinal de contas eu estava com meus filhos e o meu marido… A única coisa que teve foi um alvoroço, pois parece que uma top model estava por lá causando stress nas mulheres e fazendo os homens ficarem relax e ligados num plug

No final das contas tudo acabou bem e voltamos tranquilamente para casa sem pegar a hora do rush , o ferryboat não estava cheio e tudo correu muito bem…é agora deixa eu ir pois tenho que carregar a bateria aquí do meu notebook, ele já está apitando …Pedindo um help!Bye!

Fonte: http://charlenecerqueira1.blogspot.com.br/

Por que seu filho deve aprender inglês?

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Descubra por que aprender a língua inglesa é importante para a formação do seu filho

O inglês está em todo lugar. No nome de lojas e de produtos, nas músicas que tocam nas rádios, nos programas que assistimos na televisão e, claro, na internet… E isso não acontece só no Brasil. O mundo atual, ou pelo menos o mundo ocidental, está conectado por meio da língua inglesa e saber se comunicar nesse idioma pode ser decisivo para a vida profissional – e até pessoal – de seu filho no futuro. “O inglês assumiu uma importância enorme. Tornou-se a língua de referência para a comunicação, tanto para negócios, quanto para lazer”, diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz, em São Paulo.

“Só de aprender outro idioma, a pessoa ganha em seu desenvolvimento mental”, diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz. A aprendizagem ajuda a desenvolver a criatividade e o raciocínio, melhora a concentração e as habilidades de memória. As crianças que aprendem um segundo idioma têm mais facilidade de aprender novos idiomas, pois o cérebro já conheceu outras possibilidades de estruturar frases. “O maior privilégio do aluno é a possibilidade de ter contato com outras culturas e se comunicar com indivíduos que não falam a sua língua. Tudo isso, sem a necessidade de viajar”, completa Rita.

O inglês é hoje o idioma mais utilizado para a comunicação intercultural. É a língua do mundo globalizado, da internet e das redes sociais. Isso é o que diz Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da escola Cultura Inglesa. “O inglês permite a comunicação com pessoas de outros países e proporciona maior acesso à cultura e ao lazer”, comenta Paula Giannini Corrêa de Mello, coordenadora pedagógica geral do Red Balloon, escola de idiomas de São Paulo. Além disso, falar e escrever em inglês tornou-se um pré-requisito para muitos empregos e oportunidades de estudo.
A chegada da Copa e das Olimpíadas no país também deve estimular a população a buscar o inglês para se comunicar com os estrangeiros. “O próprio governo precisa dar mais importância ao assunto, oferecendo maneiras de instrumentalizar as mais diversas classes sociais”, diz Rita Botter, do Vera Cruz.

Não há uma idade ideal para aprender uma segunda língua. O mais importante não é quando, mas como. “Não adianta a criança aprender cedo, se as condições não forem adequadas. O aprendizado não é simples e os pais precisam entender que o investimento é de longo prazo”, diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz.
Respeitar o ritmo de cada aluno também é crucial. Não há um tempo padrão para aprender. “No entanto, é preciso que fique claro que não se aprende uma língua em apenas um ou dois anos”, diz Rita. A aquisição de uma língua estrangeira deve ocorrer de uma forma gradativa e constante.
“As crianças nascem prontas para desenvolver muitas habilidades, entre elas a linguagem”, diz Paula Giannini Corrêa de Mello, coordenadora pedagógica geral do Red Balloon. As que começam cedo teriam mais facilidade de aprender inglês sem sotaque, dominando a língua com fluência e desenvoltura.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/

A Importância do Inglês no Mundo Atual

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A expansão da Língua Inglesa delineou-se a partir da Revolução Industrial e do processo de colonização de muitos países nas Américas, Ásia, África e Oceânia. Embora as condições para estabelecer o inglês como língua internacional tenham sido implementadas pela Grã-Bretanha, a emergência dos Estados Unidos como superpotência, em meados do século XX, garantiu a consolidação desse idioma como língua global.

O inglês é falado como primeira língua nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e vários países das Caraíbas.

O fenômeno da crescente globalização do mundo e a consequente necessidade de uma linguagem eficiente de comunicação fez com que a língua inglesa seja hoje fundamental em todo o mundo. É a Língua internacional, das viagens e dos negócios. É a língua da comunicação mundial.

O domínio do idioma significa crescimento, desenvolvimento e, acima de tudo, melhores condições para acompanhar as rápidas mudanças que têm vindo a ocorrer. O Inglês abre assim as portas para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural.

Há estimativas de que 85% das publicações científicas do mundo, 75% de toda a comunicação internacional por escrito, 80% da informação armazenada em todos os computadores do mundo e 90% do conteúdo da Internet são em Inglês.

É um atributo essencial para ingressar num mercado do trabalho cada vez mais competitivo. Com a globalização crescente, muitos jovens ver-se-ão num futuro próximo, obrigados a procurar uma vida melhor no estrangeiro. O Inglês abre muitas portas, começando pela porta do mercado do trabalho.

Com o surgimento da Internet, os conhecimentos de Inglês tornaram-se fundamentais para quem quer ter acesso à informação e quer, por exemplo, fazer uma pesquisa eficiente na Web. A Internet, como um dos mais poderosos instrumentos tecnológicos aptos a trazer e levar informações, irá enfatizar a importância da língua.

O Inglês é a língua da Informática, do cinema mundial, dos desportos internacionais, da aviação, dos encontros científicos, do comércio internacional e do turismo. Tem uma função social e comunicativa. Tornou-se o veículo do intercâmbio cultural.

A intensificação do processo de interação entre povos e culturas por via do estreitamento das relações económicas tem transformado o domínio do Inglês num bem valioso.

Até há bem pouco tempo o inglês era um privilégio de poucos, hoje, é uma necessidade de muitos.

Fonte: http://cefopna.edu.pt

Qual a importância da língua inglesa no mercado de trabalho?

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Em um mundo cada vez mais conectado, a fluência no inglês é uma premissa básica para quem deseja evoluir no mercado de trabalho

Você tem todas as qualificações, sólida formação e uma considerável experiência, mas não fala inglês. Este detalhe pode, realmente, fazer toda a diferença entre conseguir ou não o emprego dos seus sonhos. E não se trata apenas de um capricho das empresas: em um mundo cada vez mais conectado, ter fluência na língua estrangeira, considerada número um do mundo dos negócios, é muito importante.

O profissional não precisa sentir-se inibido diante da constatação de que não tem dentre as suas habilidades a fluência em inglês. Pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros das classes A e B (as que contam com maiores oportunidades financeiras) sabem falar o idioma. Este dado aponta para uma tendência cultural de não enxergar o aprendizado do inglês como uma prioridade. Associa-se a este fator o deficitário sistema educacional brasileiro que, principalmente nas escolas públicas, oferece um conhecimento vago e escasso para o aprendizado da língua.

Independente deste contexto, o mercado de trabalho no Brasil segue a tendência mundial. Mesmo quando consegue um emprego, o profissional que não fala inglês ganhará menos do que aquele que fala. Pesquisas apontam que esta diferença pode chegar a 65% em um cargo de supervisão.

Portanto, falar inglês é imprescindível para quem realmente almeja evoluir profissionalmente ou obter o máximo de ganhos com o seu trabalho. Muitas são as empresas que, mesmo nacionais, fazem negócios com parceiros ao redor do globo. Com a internet, as relações internacionais também foram facilitadas, expandindo os horizontes de negociações e trocas de informações entre profissionais de países distintos. E o idioma para a comunicação entre eles é, na grande maioria das vezes, o inglês.

Para quem quer aprender, o primeiro passo é buscar, em escolas especializadas ou na internet, testes que atestem o seu nível. A partir daí, tomada a decisão de avançar no aprendizado da língua, podem-se escolher caminhos diferentes – desde aulas particulares ou em grupos, até as tradicionais escolas de inglês. O curso online é outra novidade bem-vinda, com sua flexibilidade de horário e local.

como o Livemocha é possível encontrar pessoas de várias partes do mundo interessadas em conversar em uma língua estrangeira específica. Batendo um papo com nativos de países de língua inglesa será possível, com o tempo, atingir um grau maior de desinibição e segurança. Cursos especiais para profissionais, presenciais ou online, ajudam a aprimorar o uso de termos corporativos e/ou mais ligados ao seu ramo de atuação.

Você tem todas as qualificações, sólida formação e uma considerável experiência, mas não fala inglês. Este detalhe pode, realmente, fazer toda a diferença entre conseguir ou não o emprego dos seus sonhos. E não se trata apenas de um capricho das empresas: em um mundo cada vez mais conectado, ter fluência na língua estrangeira, considerada número um do mundo dos negócios, é muito importante.

O profissional não precisa sentir-se inibido diante da constatação de que não tem dentre as suas habilidades a fluência em inglês. Pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros das classes A e B (as que contam com maiores oportunidades financeiras) sabem falar o idioma. Este dado aponta para uma tendência cultural de não enxergar o aprendizado do inglês como uma prioridade. Associa-se a este fator o deficitário sistema educacional brasileiro que, principalmente nas escolas públicas, oferece um conhecimento vago e escasso para o aprendizado da língua.

Independente deste contexto, o mercado de trabalho no Brasil segue a tendência mundial. Mesmo quando consegue um emprego, o profissional que não fala inglês ganhará menos do que aquele que fala. Pesquisas apontam que esta diferença pode chegar a 65% em um cargo de supervisão.

Portanto, falar inglês é imprescindível para quem realmente almeja evoluir profissionalmente ou obter o máximo de ganhos com o seu trabalho. Muitas são as empresas que, mesmo nacionais, fazem negócios com parceiros ao redor do globo. Com a internet, as relações internacionais também foram facilitadas, expandindo os horizontes de negociações e trocas de informações entre profissionais de países distintos. E o idioma para a comunicação entre eles é, na grande maioria das vezes, o inglês.

Para quem quer aprender, o primeiro passo é buscar, em escolas especializadas ou na internet, testes que atestem o seu nível. A partir daí, tomada a decisão de avançar no aprendizado da língua, podem-se escolher caminhos diferentes – desde aulas particulares ou em grupos, até as tradicionais escolas de inglês. O curso online é outra novidade bem-vinda, com sua flexibilidade de horário e local.
Depois de iniciada esta jornada, o importante é não desistir. Mesmo que em alguns momentos possam surgir dificuldades ou inibições, o profissional deve ter em mente os benefícios e resultados positivos que a fluência na língua inglesa poderá trazer.A internet também pode ser um canal para a prática do inglês: em sites especializados como o Livemocha é possível encontrar pessoas de várias partes do mundo interessadas em conversar em uma língua estrangeira específica. Batendo um papo com nativos de países de língua inglesa será possível, com o tempo, atingir um grau maior de desinibição e segurança. Cursos especiais para profissionais, presenciais ou online, ajudam a aprimorar o uso de termos corporativos e/ou mais ligados ao seu ramo de atuação.

Depois de iniciada esta jornada, o importante é não desistir. Mesmo que em alguns momentos possam surgir dificuldades ou inibições, o profissional deve ter em mente os benefícios e resultados positivos que a fluência na língua inglesa poderá trazer.

Fonte: httphttp://www.mundocarreira.com.br

A Importância Da Língua inglesa para o profissional de logística Internacional

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A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA INGLESA PARA O PROFISSIONAL DE LOGÍSTICA INTERNACIONAL
Aluna: Martina de Freitas Boneberg
Orientador: Prof. Antônio Sebastião Ferrari Junior
RESUMO
Este artigo teve como objetivo geral identificar os envolvidos no processo de logística internacional e qual a real importância da língua inglesa para os profissionais desta área. Através da fundamentação teórica, verificou-se a importância do idioma inglês em um âmbito geral, o que é a logística internacional, as atividades dos profissionais desta área e, por fim, as competências necessárias para se desenvolver suas funções. Esta se caracterizou por ser pesquisa descritiva quantitativa, na qual foi aplicado um questionário em 21 profissionais que trabalham com logística internacional, de diferentes empresas e setores de atuação. A partir dos resultados apresentados, pode ser identificado quem são os profissionais envolvidos no processo de logística internacional, o contato dos mesmos com a língua inglesa, que ocorre através de e-mail, telefone ou documentos de trabalho e a importância dada pelos entrevistados para o idioma inglês. Conclui-se que, com a globalização, as operações de logística internacional não se restringem a apenas alguns países, mas diversos outros, muitas vezes até pelo fato de as empresas serem multinacionais. O profissional executa as atividades que vão, desde a aquisição de mercadorias, até a entrega em seu destino final, por isto precisa conhecer o idioma inglês para poder realizar o seu trabalho com eficiência.
PALAVRAS CHAVE: Logística. Língua inglesa. Competências. Trabalho

INTRODUÇÃO
O inglês se tornou a língua estrangeira mais ensinada em mais de 100 países, como China, Rússia, Alemanha, Espanha, Egito e Brasil. Nestes países, está emergindo como a principal língua estrangeira a ser encontrada nas escolas, em muitos casos, substituindo outra língua no processo (CRYSTAL, 2003).
Nos dias de hoje, o inglês não é mais um diferencial para o profissional, acabou se tornando necessidade, seja qual for à área de atuação, e a globalização é um dos fatores que desencadeou este processo, junto à necessidade de uma linguagem eficaz de comunicação.
Por conseguinte, os profissionais de logística internacional não podem fugir a esta realidade e necessitam ter este diferencial ? e o inglês é pré-requisito nesta área ? já que são eles os intermediadores de todo o processo, que começa, muitas vezes, antes do embarque do produto do fornecedor e só é finalizado quando entregue ao cliente.
Os problemas de pesquisa deste estudo são, portanto, saber quem são os envolvidos no processo de logística internacional e qual a importância da língua inglesa para estes profissionais? Para responder a estes questionamentos, a investigação tem como objetivo geral verificar a importância e a necessidade da língua inglesa para o profissional de Logística Internacional desenvolver as suas atividades. O primeiro objetivo específico é verificar se os profissionais de logística internacional estão utilizando o idioma inglês no seu âmbito profissional, bem como se realmente é necessária a língua inglesa para essa área de atuação.
A importância de saber quem são os envolvidos no processo de logística internacional trará a verdadeira realidade das competências que o profissional deve desenvolver em sua área de atuação, mensurando qual é a real importância da língua inglesa em seu ambiente profissional.

1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

1. 1 A língua inglesa no mercado de trabalho internacional
No referencial teórico, busca-se trazer a importância do conhecimento da língua inglesa, o conceito de logística, a logística internacional e o entendimento das atividades destes profissionais da área, as suas funções e atribuições, utilizando-se da língua inglesa.
Rocha (2001) define o aprendizado do inglês como uma abertura de portas para o desenvolvimento pessoal, cultural e, o mais importante, o profissional. O mercado atualmente está considerando, como requisito básico, na hora da contratação de um colaborador, o domínio pelo inglês. Muitas vezes, o conhecimento do idioma significa um salário de até 70% maior, se comparado ao mesmo profissional sem esta competência.
Já Gonçalves (2009) sugere que a língua inglesa está presente em todas as áreas de trabalho. Mas, para os profissionais de comércio exterior, ela é fundamental, porque os cursos, os artigos e as matérias desta área são em inglês. A comunicação, de forma correta e precisa, é de suma importância para estes profissionais, pois é da comunicação, da formação e da capacidade dos funcionários que depende o avanço e o sucesso das empresas. Isso vai desde a microempresa até as multinacionais e, em todas elas, se faz necessário falar uma segunda língua.
Observando os comentários de ambas as autoras, percebe-se a semelhança entre as idéias de ambas: uma mostra como está o mercado atualmente em um âmbito geral e o significativo aumento no salário de profissionais com conhecimento no idioma, a outra completa apresentando a realidade do profissional da área de logística internacional.
Crystal (2003) diz que, se inglês não é a nossa língua materna, vamos ser fortemente motivados a aprendê-la, porque seremos colocados em contato com mais pessoas de qualquer outra língua, e este será a língua utilizada nesta comunicação. Mas, ao mesmo tempo em que se compreende a necessidade de aprender este idioma, sabe-se também do grande esforço necessário para dominá-la.
O autor também apresenta estatísticas que mostram que cerca de um quarto da população do mundo já é fluente ou competente no uso da língua inglesa, e este número não para de crescer. No início do ano de 2000, representava 1.5 bilhões de pessoas. Nenhuma outra língua pode corresponder a esse crescimento, nem mesmo o chinês, conhecido por 1,1 bilhões de pessoas.
O autor do livro “English as a global language”, David Crystal, faz constatações, através de pesquisas, estatísticas e estudos realizados, o que acaba complementando o que os outros autores já haviam falado ? sobre a importância do idioma inglês seja qual for à área de atuação, pois a pessoa esteja onde estiver não terá problema algum se esta tiver domínio da língua inglesa, porque se tornou uma língua global.
1.2 Logística
Quanto à logística, para entender melhor o seu conceito, Gaither e Frazier (2001, p. 483) a definem como “a administração do movimento de materiais dentro da fábrica, ao embarque de materiais que chegam dos fornecedores e ao embarque de produtos que saem para os clientes”.
Closs (2009, p. 19) destaca que: “Poucas áreas de operações que envolvem a complexidade ou abrangem o escopo geográfico característico da Logística. O objetivo da logística é tornar disponíveis produtos e serviços no local onde são necessários, no momento em que são desejados”.
Percebe-se que os conceitos de logística de cada autor são apresentados de forma distinta, um o considera um processo que ocorre de forma clara e simples, o outro assinala a complexidade que existe dentro de todo o sistema, já que o processo logístico não para e não pode parar. É através da logística que a fábrica recebe suas matérias, o fornecedor recebe a matéria prima, e o cliente os seus produtos, a partir daí podemos entender a importância da logística seja você como fornecedor, fábrica, ou cliente.
Depois de compreendido o que é a logística, é fundamental entender como é o procedimento na logística internacional e quais são os seus objetivos. Moura (2007 pg. 1) explica que ela é um “ramo da logística, cujo objetivo principal é melhorar a importância dos “sistemas logísticos externos” que ligam o fabricante aos seus parceiros da rede industrial, como fornecedores, transportadores e operadores”.
David e Stewart (2010) colocam a logística internacional como vantagem competitiva, desde que ofereça serviços que se diferenciem frente aos dos concorrentes. Destacam a importância do sistema métrico e a fluência em diferentes idiomas para o profissional que atua nesta área. Eles explicam que o inglês internacional e o inglês especial são técnicas de comunicação em inglês que eliminam ambigüidades, de modo que a comunicação possa ser entendida por pessoas com limitação de conhecimento em outro idioma que não o nativo, diferente do inglês.
Keedi (2008 p. 15) mostra que:
A atividade do comércio exterior de mercadorias possibilita a integração dos povos, através do envio e recebimento desses bens. Uma das funções mais importantes nesse processo é, sem dúvida, o seu transporte, que feito de maneira correta e adequada às condições necessárias, possibilitando o seu incremento e a sua melhoria na maneira como é realizado.
Conforme o autor, o transporte representa uma das etapas mais importantes e fundamentais nas operações de comércio exterior, podendo tanto favorecê-las como colocá-las em risco. Nos últimos 30 anos, houve um aumento significativo por parte do comércio internacional, e, segundo Ballou (2004), o êxito alcançado pelas indústrias dos transportes na
propagação de um sistema confiável e eficiente contribui muito para o nível de expansão exibido pelo comércio internacional. Um dos transportes que mais vem se destacando no transporte internacional, é o transporte marítimo que representa mais de 50% do volume do comércio em dólares e 99%, do peso total. O setor aéreo movimenta 21%, restando os outros 29% para os transportes rodo/ferro/duto viário.
Dentro da logística internacional, é importante conhecer o trabalho das empresas, chamadas de “tradings”, as quais atuam como canais de marketing ou distribuição que podem ser entendidos da seguinte maneira: “um conjunto de organizações interdependentes envolvidas no processo de tornar o produto ou serviço disponível para consumo ou uso”. (STERN, 1996, p. 576). Este tipo de empresa nada mais é do que um intermediário no processo da logística internacional, atuando como um canal de distribuição de seus fornecedores e agente de compras de seus clientes.
Através dos conceitos apresentados pelos autores sobre logística internacional, transportes, tradings e comércio exterior, entende-se que a logística internacional é a ligação da produção com o consumidor final. Porém, esta, particularmente, se dá em países diferentes, o que acaba por ter uma maior complexidade no gerenciamento das operações.
Abaixo a Figura 1 ilustra melhor este processo da logística internacional.
Figura: Processo da logística internacional
Fonte: http://www.exportmanager.com.br/pages/titulos/pdf/logistica_internacional.pdf
Pode ser observado, de forma clara, na descrição deste processo, que a logística internacional é o centro de todo os processos, então é imprescindível saber qual o papel e as atividades dos profissionais desta área. Pudo (2010), profissional de logística internacional, aponta as responsabilidades de quem atua nesta área: gerenciamento da operação de importação e exportação; e identificação dos melhores meios de transporte com menor custo e com qualidade nos serviços, seja marítimo, ferroviário, aéreo, rodoviário, entre outros. Este profissional também é responsável pelos trâmites legais do processo, que vai, desde o seguro das cargas, até os documentos, exigido para a liberação dos produtos nas alfândegas dos países.

1.3 Competências do profissional da logística internacional
Ballou (2009, p. 376) comenta sobre o profissional de logística, dizendo que este:
deve tratar com as peculiaridades de demanda, concorrência e legislação, que variam de país a país. Isto restringe o projeto do sistema logístico a um menor número de alternativas do que no caso doméstico. Ao mesmo tempo, força a se operar o sistema logístico de modo diferente, mesmo quando os produtos são iguais.
Closs (2009) diz que o executivo principal de logística assume a iniciativa de aumentar as fronteiras empresariais, facilitando, desta forma, o relacionamento na cadeia de suprimentos. O obstáculo deste executivo é evitar a visão limitada em relação ao modelo mental que ao qual se está presos, normalmente inadequados para a orientação funcional. A alta administração da logística tem como função a coordenação por processos, com uma visão ampla de um todo.
Os autores sugerem que as atividades dos profissionais de logísticas são complexas, cheias de desafios, requerem postura, porque é ele o responsável por todo o processo de logística internacional dentro da empresa. Este não é, portanto, um processo simples, pois, quando se está falando de outros países, é preciso considerar outras leis, cultura, forma de trabalho, moeda. Sendo assim, do executivo requer-se um conhecimento amplo em assuntos diversos e, como citado anteriormente, o conhecimento do idioma inglês elimina as diferenças entre outros países e culturas, de modo que a comunicação aconteça de forma natural.
O profissional de logística internacional, como qualquer outro, necessita de competências para desempenhar as atividades requeridas. Nesse sentido, Zafirian (2001) define a expressão “competência profissional” como uma combinação de conhecimentos da área, do saber-fazer, das experiências e os comportamentos exercidos no contexto determinado.
Já Silva (2004, p.1) define a competência como o “conhecimento da língua, isto é, das suas estruturas e regras, bem como do desempenho no uso real da língua em situações concretas, numa construção marcadamente parecida, sem qualquer preocupação com a função social da língua”.
Seguindo a mesma linha, Schermerhorn, Hunt e Osborn (1999) acreditam que a competência é uma capacidade técnica baseado na realização de tarefas determinadas. Tal habilidade se dá com conhecimento, especialização obtida por meio da educação ou da experiência. Estas capacidades envolvem conhecimentos no uso de métodos específicos, processos e demais procedimentos, para realizar os trabalhos determinados. Trabalhos estes que possuem elementos de capacidade técnica. Em determinadas situações, requer educação preparatória, já outros exigem habilidade desenvolvidas através de um treinamento característico e/ ou a experiência no cargo.
Todos os autores apresentados acima definem a competência de forma similar, e, mesmo sendo expostas de maneiras diferentes, elas acabam se completando. Percebe-se que as definições para competência, apresentadas pelos autores, se dão no quesito profissional, no conhecimento da língua e também na habilidade técnica, todos expõem o conceito da competência de acordo com o que é buscado. Nestes conceitos, é ressaltada a importância do desenvolvimento de competências para os profissionais, indiferente da área, e a forma como estas podem ser adquiridas. No caso do profissional de logística, pode-se ligar a competência à habilidade na realização das tarefas, agregado, muitas vezes, a experiência do profissional e o conhecimento da língua.
Dutra (2004), ao definir a competência, diz que ela é um grupo de qualificações que permite ao indivíduo um desempenho maior em situações ou determinados trabalhos. Acrescenta ainda que não seja possível pensar nas competências individuais de forma genérica, mas, sim, interligadas às competências essenciais de um profissional para a organização. Por isso o compromisso das pessoas deve estar focado no que é necessário, desta maneira, elas estarão mais bem orientadas em suas tarefas, no seu desenvolvimento e nas possibilidades de desenvolvimento da carreira dentro da empresa
Já Reis (2003), aprofundando mais o assunto, define competência como saber atuar de forma responsável, o que envolve capacidade, habilidade, aptidão, movimentação, integração,transferência de conhecimento e recursos, que levam a uma execução superior a esperada. Esta pode ser mensurada, quando comparada aos padrões estabelecidos e desenvolvida por meio de capacitação.
Quanto ao profissional de logística internacional, ele, por meio de um conjunto de habilidades e conhecimentos, pode se destacar no trabalho, cujas qualificações vão desde o saber agir de forma responsável, até a integrar-se com os colegas de trabalho.

2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Por intermédio dos procedimentos metodológicos, será verificado quem são os envolvidos no processo de logística internacional, os quais têm necessidade do conhecimento da língua inglesa e o grau de importância do idioma inglês para estes profissionais que atuam nesta área.
O tipo de pesquisa utilizado foi à descritiva quantitativa, pois é aquela em que as informações e os dados podem ser mensurados e quantificados. Os dados coletados, neste tipo de pesquisa, passam por um filtro, são tabulados, organizados e, somente após estes procedimentos, é que são submetidos a testes de estatísticos (MARTINS, THEÓPHILO, 2007).
Cruz (2009, p. 20) aborda sobre o uso da pesquisa quantitativa, o qual “é indicado quando há necessidade de quantificar e/ou medir opiniões, atitudes e preferências ou comportamentos. Seus resultados auxiliam o planejamento de ações coletivas e produzem resultados passíveis de generalização”.
A pesquisa descritiva tem como objetivo principal, segundo Gil (ano, 2010 p.28), “a descrição das características da população escolhida ou fenômeno ou até mesmo o estabelecimento de relação entre variáveis. Contudo, entre as pesquisas descritivas, tornam-se bem visíveis aquelas cujo propósito é estudar as características de um grupo em especifico”.
Esta pesquisa foi aplicada em profissionais que trabalham com empresas prestadoras de serviços de logística, importação, exportação e transportadoras, dentro do Estado do Rio Grande do Sul.
A definição da amostra utilizada foi a não-probabilística, que consiste em escolher, de forma aleatória, o público alvo, de qualquer forma não se permitindo generalizar os resultados das pesquisas na população escolhida. A técnica de amostragem aplicada foi à intencional, na qual se determinam critérios e é escolhido intencionalmente um grupo da população representativo a todo ele.
O instrumento para a coleta de dados foi um questionário, aplicado em 25 profissionais que trabalham com logística internacional. O questionário foi estruturado com 13 questões, sendo 3 dissertativas e 10 objetivas, e estas perguntas vão desde a área de atuação do entrevistado, até o grau de importância do idioma inglês no ambiente profissional do mesmo. A coleta de dados foi realizada mediante o contato telefônico, explicando os objetivos da pesquisa e, na seqüência, após a disponibilidade do profissional em responder ao questionário, enviou-se o mesmo por e-mail.
A análise e a interpretação se deram de forma descritiva e, através de gráficos; os resultados foram pontuados de acordo com as respostas de cada questão, podendo, assim, mensurar, de forma adequada, as respostas dos entrevistados.

3. RESULTADOS
Dos 25 profissionais, contatados por telefone, e posteriormente enviados os e-mails, 21 responderam ao questionário, o que corresponde a 84%, dos outros 16% não se obteve retorno. Conforme Gráfico 1.
Gráfico 1: Percentual de pesquisas Respondidas
Fonte: A autora
A primeira pergunta do questionário teve como objetivo verificar a profissão destes profissionais, cujos resultados são mostrados no Gráfico 2;
Gráfico 2: Profissão dos entrevistados
Fonte: a Autora
Conhecer quem são os envolvidos no processo de logística internacional é um dos objetivos deste estudo, esta primeira pergunta mostrou as profissões dos entrevistados. Todos os profissionais que responderam a este questionário trabalham com comércio exterior, logística internacional, e a profissão que obteve o maior percentual foi de administradores, com 29%, seguido por assistentes de importação 19%, na área comercial. Tanto os coordenadores quanto executivos representam 14%; os gerentes de importação e coordenadores operacionais, 10% cada; e o supervisor de logística, 5% do total.
A questão dois identificava a empresa em que estes profissionais atuam. Os nomes das mesmas não serão divulgados, por questões confidenciais, entretanto todas são empresas prestadoras de serviços de logística, importação, exportação e transportadoras que englobam os diferentes modais de transporte.
Á área de atuação dos profissionais que responderam a pesquisa era o questionamento da pergunta 3, que está exposta no Gráfico 3.
Gráfico 3: Área de atuação dos profissionais
Fonte: A autora
O maior percentual, quanto à área de atuação dos profissionais, foi a comercial, com 38%; a logística internacional, 24%; a importação marítima e a parte operacional do departamento de logística ambas, com 14% cada; restando 10% para a área de carga aérea internacional.
O tempo que cada profissional trabalha na sua área de atuação era o pergunta da questão 4, cujos resultados são expostos no Gráfico 4.
Gráfico 4: Tempo de trabalho na área
Fonte: A autora
A partir destes resultados, pode ser observado que grande parte, isto é, 57% dos profissionais de logística internacional já trabalham há mais de 5 anos na área; 19% atua no ramo entre 3 a 5 anos; e outros 24% estão inseridos neste mercado há menos de 3 anos.
O objetivo de algumas questões é identificar o contato do profissional com a língua inglesa em vários quesitos. Na questão 5, a abordagem era a realização ou não de viagens internacionais. O percentual foi de 71% dos que não realizam viagens internacionais e 29 % dos que reponderam afirmativamente. O profissional que respondesse esta questão de forma positiva, deveria descrever a frequência das realizações destas viagens, e os resultados foram os seguintes:
– 50 % uma vez ao ano
– 33% 2 vezes ao ano
– 17% 5 vezes ou mais por ano.
Saber se os profissionais falam ou não a língua inglesa foi à abordagem da questão número 6, sendo os resultados apresentados a seguir, no Gráfico 5.
Gráfico 5: Os profissionais se comunicam em inglês?
Fonte: A autora
O Gráfico 5 mostra que 81% dos entrevistados falam inglês, um número significamente alto, o que aponta a relevância dada ao idioma por estes profissionais, sendo que somente 19% não falam o idioma, percentual este que corresponde a 4 pessoas de um total de 21.
As questões 7, 8 e 9 averiguaram qual era o contato que os entrevistados tinham com o idioma inglês no trabalho, seja através da comunicação via e-mails, contato telefônico e ou documentos de trabalho, de acordo com o que está exposto nos Gráficos 6, 7 e 8.
Gráfico 6: Comunicação Via Emails.
Fonte: A autora
Gráfico 7: Comunicação via contato telefônico Gráfico 8: Contato com Doc?s de trabalho
Fonte: A autora Fonte: A autora
Os resultados apresentados graficamente apresentam que o maior contato dos profissionais com a língua inglesa é realizado por e-mails e documentos no trabalho.
Na comunicação por e-mail, 90 % responderam que o contato ocorre frequentemente por esta via, restando apenas 5% para a opção “às vezes”; e outros 5 %, para “nunca”. O contato telefônico teve respostas equilibradas: 43% dos profissionais têm contato frequentemente; 52%, às vezes, somente 5 % nunca tiveram contato. Os resultados destas abordagens demonstram que o contato por e-mail tem um maior percentual, comparado ao contato telefônico. Este resultado se dá pelo avanço da tecnologia e pela redução de custos que isto proporciona para as empresas, já que as ligações internacionais têm um custo elevado, e a comunicação através de e-mails não gera custos para elas e com um recebimento praticamente instantâneo.
Documentos de trabalho lideram as respostas, quanto ao contato dos profissionais através dos mesmos, com 95% para frequentemente; 5 %, às vezes; e 0%, para nunca. Entende-se por este resultado que os documentos de trabalho em inglês estão inseridos na rotina diária dos profissionais de logística internacional, visto que os trâmites, os documentos de liberação de cargas e os demais procedimentos, em sua maioria, é documentado na língua inglesa.
Depois de identificar se os profissionais se comunicam ou não em inglês, foi verificado, na questão 10, o nível de conhecimento do idioma apresentado por cada um, conhecimento este que se dá a partir do nível básico chegando até ao fluente, conforme o exposto no Gráfio 9.
Gráfico 9: Nivel quanto ao conhecimento da Língua Inglesa.
Fonte: A autora
O percentual de profissionais que fala inglês fluentemente é 52%, mais da metade dos entrevistados; sendo que 24% se considera avançado; 19%, intermediário; e somente 5%, o que corresponde a 1 profissional, se considera básico, quanto ao nível do idioma.
A necessidade ou não do idioma na área de atuação de cada entrevistado era o objetivo de identificação da questão 11, e, para as questões respondidas com “sim”, deveriam ser justificadas, de acordo com o que mostra o Gráfico 10.
Gráfico 10: A necessidade ou não do Inglês na área de atuação.
Fonte: A autora
As respostas desta questão mostram claramente a necessidade dos profissionais quanto ao conhecimento da língua inglesa, pois 95% responderam a este questionamento com “sim”, sendo que somente 5% não têm a necessidade do mesmo.
As justificativas foram diversas, alguns citaram o fato de o inglês ser uma língua universal que norteia a comunicação; de haver negociações internacionais e contato com agentes de carga no exterior; ou, em algumas situações, a própria empresa em que o profissional trabalha ter escritório fora do país, sendo a língua inglesa o idioma utilizado nestas comunicações.
À questão número 12, responderam parcialmente ao problema desta pesquisa, pois é, através dela, que se pôde saber se os profissionais consideram ou não importante o conhecimento da língua inglesa, e qual é o grau de importância apresentado por cada um deles, conforme está sendo mostrado no Gráfico 11.
Gráfico 11: Grau de importância quanto ao conhecimento da língua inglesa.
Fonte: A autora
Os resultados foram praticamente unânimes, já que 95% consideram o conhecimento da língua inglesa muito importante, restando apenas 5% que consideram importante, nenhum dos resultados desta questão apresentou a pouca importância ou a não importância do idioma inglês.
As bibliografias apresentadas mostram muito sobre a importância de ter o conhecimento e se comunicar no idioma inglês, contudo há muitos profissionais que perdem oportunidades ou possibilidades de crescimento dentro da própria empresa, por não terem o conhecimento do idioma. Então à questão de número 13 tinha o objetivo de saber um pouco mais sobre esta realidade.
Dos 21 profissionais que responderam ao questionário, 45% já perdeu alguma oportunidade de trabalho, por não ter o conhecimento da língua inglesa, os outros 55% nunca perderam nenhuma oportunidade.
A partir dos resultados apresentados, identifica-se que os profissionais envolvidos no processo de logística internacional sejam da área comercial, ou operacional, que inclui transportes importação e exportação, 81% têm o conhecimento do idioma, um número que justifica as fundamentações teóricas de nossos autores, os quais apresentam a importância do conhecimento do idioma inglês em diversas áreas de atuação, enfatizando esta área em questão. O nível de conhecimento apresentado variou um pouco, no entanto ainda foram maioria, com 52%, os que responderam ser fluentes no idioma.
O contato que estes profissionais têm com a língua inglesa é um fator que justifica o conhecimento do idioma, já que todos têm algum tipo de relação, no seu trabalho, com a língua, e o maior índice de freqüência apresentado foi através de documentos de trabalho, com 95%; por e-mail, representa 90%; e o contato via telefone foi um índice menos expressivo, apenas 43% dos entrevistados se comunicam freqüentemente por telefone. Contudo, verifica-se, também, que uma minoria quanto aos que realizam viagens internacionais com freqüência, apenas 29%.
Como apresentado por alguns autores, às tarefas do profissional de logística são diversas e variam de acordo com a área de atuação de cada um, entretanto, em qualquer procedimento, estes profissionais têm um contato com o idioma inglês, segundo os resultados desta pesquisa. É através dos documentos que é feita toda a tramitação do processo de logística internacional, desta forma pode ser compreendido o motivo pelo qual os entrevistados mostraram a maior freqüência para esta comunicação.
Importante fator, quanto à importância do conhecimento, seja para o profissional em si, ou devido ao ambiente de trabalho, este teve resultados semelhantes, pois 95% consideram importante o conhecimento da língua na sua área de atuação; e 95%, muito importante o conhecimento. Ambas as perguntas tinham o mesmo objetivo, mas o propósito de uma era saber se havia ou não a necessidade do idioma, já a outra complementava com o grau de relevância desta importância, ambas tiveram resultados iguais.
A partir destes resultados, pode se constatar o fato de a utilidade e a necessidade do idioma inglês ter sido gerada, quando houve a perda de oportunidades de trabalho por parte destes profissionais, já que 45% deles afirmaram que já perderam alguma oportunidade de trabalho por não ter o conhecimento do idioma inglês.

CONCLUSÃO
Observou-se que a importância da língua inglesa para os 21 profissionais de logística internacional de diferentes empresas é evidente, a partir dos resultados apresentados pelos entrevistados, pelo fato de o idioma nortear a comunicação dos processos da área.
Todos os envolvidos no processo de logística internacional sejam da área comercial, logística internacional, importação marítima, ou da parte operacional, consideram muito importante o conhecimento do idioma inglês para sua área de atuação, evidenciando que, sem
este conhecimento, ficam praticamente inviáveis as negociações e demais tramitações serem efetuadas, já que a língua utilizada nesta comunicação é o inglês.
Nas fundamentações teóricas apresentadas, constata-se que o mercado de atuação está cada vez mais exigindo o conhecimento do idioma inglês, não importando a área de atuação. Mas, quando se menciona o comércio exterior ou a logística internacional, este conhecimento acaba não somente sendo um diferencial profissional, mas também, uma exigência de mercado, pois o profissional vai estar em contato com fornecedores ou clientes de diversos países. Como mencionado por alguns entrevistados, este contato, às vezes, se dá com a própria empresa em que trabalham, já que as mesmas possuem escritórios ou representantes em outros países.
Uma língua global é a forma pela qual os entrevistados denominam a língua inglesa, indo esta idéia ao encontro com as do autor David Crystal (2003) em seu livro “English as a Global Language”. O índice de 81% dos profissionais que disseram se comunicar em inglês pode ser considerado expressivo, mas, quando se apresenta o nível de conhecimento, não se observa o mesmo, pois metade dos respondentes, ou seja, 52% são fluentes no conhecimento da língua inglesa. Conclui-se que este percentual ainda precisa melhorar, já que a comunicação, de forma correta e precisa, é uma competência fundamental nas negociações realizadas por estes envolvidos.
Na análise feita dos resultados, compreendeu-se que a importância dada ao conhecimento da língua inglesa se dá pelo fato de quase a metade destes profissionais já terem perdido alguma oportunidade de trabalho, por não possuírem o conhecimento da língua inglesa. No entanto, esta realidade, por parte de alguns entrevistados, foi superada, visto que somente 19% ainda não se comunicam em inglês.
Verificar se os profissionais tinham o conhecimento quanto à importância da língua inglesa era um dos desafios deste artigo, e, através dos resultados do cruzamento destes com a fundamentação teórica, conclui-se que tal importância é reconhecida por eles, de modo que, mesmo os que não apresentam conhecimento do idioma, reconhecem a importância do mesmo. Sendo assim, espera-se que os resultados da pesquisa deste artigo sirvam para apontar as conseqüências para os profissionais quando não se tem o conhecimento da língua inglesa, bem como para um aprofundamento futuro acerca deste tema tão importante para profissionais da área da logística internacional.

Fonte: http://www.webartigos.com

O mundo profissional de quem fala inglês é bem maior R

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-ingles.html

São Paulo – Se este artigo fosse sobre a importância de falar mais de um idioma — em especial o inglês — para conseguir um bom emprego ou construir uma carreira, ser ia apenas mais um entre tantos, e você já estaria entediado, pensando: “OK, já sei…” Mas não é.

É sobre por que dominar um segundo idioma é fundamental, mesmo que você não trabalhe em uma multinacional nem atenda turistas. Nesses casos, está claro que se comunicar em outro idioma é competência crítica. Mas e nas outras empresas e nos outros trabalhos, em que a chance de dizer good morning, buenos dias ou guten Tag é remota?

Por que continua sendo importante ter algum nível de bilinguismo? Há pelo menos três explicações: a primeira é cultural, a segunda é pragmática e a terceira é cerebral.

Do ponto de vista cultural, o que se leva em consideração é que, se você fala inglês ou outra língua, é porque estudou mais e, nesse caso, tem mais conhecimento.

O domínio de línguas estrangeiras seria, então, um sinal da qualificação cultural do candidato, coisa que jamais é desconsiderada na hora da seleção de emprego. Quanto à questão pragmática, basta citar o seguinte: se você digitar noGoogle a frase “como alavancar resultados”, terá como resposta um pouco menos de 2 milhões de links, mas, se escrever “how to leverage results”, encontrará mais de 50 milhões.

Sim, a biblioteca virtual é imensamente maior se acessada em inglês. O mundo é consideravelmente maior para quem tem menos barreiras de comunicação. E ainda tem a questão cerebral-cognitiva.

A neurociência nos explica que usamos a parte frontal do cérebro para aprender por meio das emoções, que acionamos as partes laterais quando aprendemos por estímulos auditivos e que, quando aprendemos por meio de imagens, é a parte posterior do cérebro que funciona.

Já para aprender idiomas usamos o cérebro inteiro. Em outras palavras, pessoas que falam mais de uma língua costumam ter o cérebro mais elástico, com melhor qualidade dedutiva e maior potencial para aprender outras coisas.

É por isso que ter domínio do inglês (pelo menos) é qualidade desejada e é vantagem competitiva, especialmente em um país em que apenas 3% da população afirma ter algum conhecimento da língua de Shakespeare, e apenas 1% de fato o tem. Think about it!

Fonte: http://exame.abril.com.br

Como Obter um Emprego nos Estados Unidos

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Muitos brasileiros sonham com a oportunidade de trabalhar nos Estados Unidos, mas não sabem por onde começar.

O primeiro passo para quem deseja realizar esse sonho é atrair o interesse de um empregador norte-americano. Uma vez que uma empresa americana tenha o interesse em lhe contratar, ela pode até oferecer de pagar os gastos com um advogado de imigração para ajudar com o processo de emissão do visto de trabalho.

Mas obviamente para isso acontecer, você tem que se destacar entre os vários concorrentes que procuram o mesmo emprego. Portanto, é muito importante que você faça o seguinte:

  1. Encontre uma vaga de emprego para a qual você está bem qualificado.
  2. Prepare um currículo atraente, que chame a atenção do empregador e envie com sua aplicação ao emprego desejado.

Achar uma vaga hoje em dia ficou bem mais fácil com listagens de empregos na internet que você pode acessar de qualquer lugar do mundo. Para facilitar sua procura, você pode consultar a nossa listagem de empregos, criada especialmente com vagas nos Estados Unidos para brasileiros, requerendo conhecimento da língua portuguesa. Mas, não se limite a essas vagas. Se você tem domínio do inglês, faça uma pesquisa mais ampla usando qualquer palavra-chave. Consulte nossa listagem aqui:

http://www.brasileirosnosestadosunidos.com/empregos/

Para lhe ajudar a preparar um currículo bem feito, que atraia a atenção de empregadores americanos, estamos compartilhando abaixo um vídeo preparado pelo Rodrigo Souza oferecendo uma série de dicas importantes. Veja também esse artigo relacionado.

Agora que você já tem essas ferramentas a sua disposição, vá à luta. Faça sua pesquisa, prepare o seu currículo, e comece o processo de aplicação até que você consiga uma entrevista, que muitas vezes podem ser feitas pelo Skype.

Boa sorte em sua busca de emprego!

Fonte: https://www.brasileirosnosestadosunidos.com