Os italianos no Paraná

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Os primeiros italianos a imigrar para o Paraná foram os vênetos, a partir de 1875, alocados em colônias próximas à Paranaguá, nas regiões de Morretes e Antonina. A Colônia Alexandra e posteriormente a Colônia Nova Itália tiveram vários problemas, sendo que seus moradores foram posteriormente remanejados para regiões mais próximas da capital.

Em 1900, viviam no estado do Paraná mais de trinta mil italianos, espalhados por catorze colônias etnicamente italianas e outras vinte mistas. No início, a maior parte dos imigrantes trabalhou como colonos autônomos porém, com o desenvolvimento do café, passaram a compor a mão-de-obra da região. As maiores colônias prosperaram na Região Metropolitana de Curitiba, sendo o município de Colombo localizado na Grande Curitiba) a maior colônia italiana do Paraná. A Colônia Alfredo Chaves (que posteriormente se tornaria a cidade de Colombo) foi uma das quatro onde se concentraram os primeiros italianos que chegaram ao estado. As outras são a Senador Dantas (que deu origem ao bairro curitibano Água Verde), a Santa Felicidade (atual pólo gastronômico da capital paranaense) e a Colônia de Santa Maria do Tirol, localizada no município de Piraquara (na Grande Curitiba). A influência italiana se faz presente em todas as regiões do estado (como no norte do estado, com o vocábulo terra roxa, oriundo da confusão da língua italiana para a cor vermelha – “terra rossa”).

Em Curitiba chegaram a partir de 1872, estabelecendo-se como agricultores em vários núcleos coloniais da região, que posteriormente deram origem aos atuais bairros de Pilarzinho, Água Verde, Umbará e Santa Felicidade (tradicional bairro de cultura e gastronomia italiana da capital paranaense), por exemplo. Com o passar do tempo adotaram outras atividades, incluindo industriais e comerciais.

Fato inédito no Brasil, a Colônia Cecília foi a primeira experiência anarquista no país; fundada em 1890 no atual município de Palmeira por um grupo de libertários mobilizados pelo italiano Giovanni Rossi, os colonos plantaram mais de oitenta alqueires de terra – em área que lhes fora cedida pelo Imperador Pedro II, pouco antes da proclamação da República – e construíram mais de dez quilômetros de estrada, numa época na qual inexistiam máquinas, tratores ou guindastes de transporte de terras. Nos quatro anos de existência da colônia, sua população chegou a atingir cerca de 250 pessoas. O experimento da Colônia Cecília terminou por vários motivos, tanto econômicos como sócio-culturais.

Outras cidades receberam imigrantes italianos: além de municípios da Microrregião de Paranaguá (na Serra do Mar e litoral) e a capital, cidades da Grande Curitiba (como São José dos Pinhais, Araucária, Campo Largo, Piraquara, Cerro Azul e Colombo), assim como do interior receberam significativo número de imigrantes. Atualmente representam cerca de 40% da população paranaense, sendo o estado sulista com maior população descendente de italianos.

Fonte: http://benvenuticidadania.blogspot.com.br/

A influência italiana no Brasil

http://www.espanglish.com.br (oferecemos tradução de textos, simultânea e consecutiva (acompanhamento) em italiano e outras línguas. Confira este texto interessante:

A influência italiana no Brasil e seus descendentes

A imigração italiana para o Brasil foi um dos maiores fenômenos imigratórios já ocorridos. A medida que o número de imigrantes e seus descendentes ia crescendo, o Brasil modificava os seus costumes, assim como os imigrantes modificam os seus. É de notar que a influência italiana no Brasil não ocorreu de forma uniforme: enquanto no Sul/Sudeste do País a comunidade italiana era forte e, em certas localidades, chegaram a representar a maioria da população, noutras regiões do País a presença italiana foi quase nula.

Das inúmeras contribuições dos italianos para o Brasil e à sua cultura, destacam-se:

* Introdução de elementos tipicamente italianos no catolicismo de algumas regiões do Brasil (festas, santos de devoção, práticas religiosas).
* Diversos pratos que foram incorporados à alimentação brasileira, como o hábito de comer panetone no Natal e comer pizza e espaguete freqüentemente (principalmente no Sudeste), além da popular polenta frita.
* O sotaque dos brasileiros (principalmente na cidade de São Paulo, o sotaque paulistano), na Serra gaúcha, no sul catarinense e no interior do Espírito Santo.
* A introdução de novas técnicas agrícolas (Minas Gerais, São Paulo e no Sul).
* A criação do time Palestra Itália em 1914 com o intuito de aproximar e unificar os imigrantes italianos que viviam na cidade de São Paulo. Mas por ocasião da segunda guerra mundial, o time foi forçado a mudar o seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras sob pena do clube perder todo o seu patrimonio físico. Isso por imposição da ditadura Vargas após declarar guerra contra a Itália, sendo criminalizado no Brasil qualquer manifestação cultural italiana.

A imigração italiana no Brasil também serviu de inspiração para várias obras artísticas, televisivas e cinematográficas, como as telenovelas Terra Nostra e Esperança, e o filme O Quatrilho, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

SAIBA MAIS: http://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_italiana_no_Brasil

O Grego que fala 32 línguas

Ioannis Ikonomou é tradutor da Comissão Europeia, estudou em Harvard e morou numa favela.
Começou a estudar inglês com apenas cinco anos de idade e, desde aquela época, tem dedicado sua vida às línguas. Apaixonou-se pela cultura russa e pelo idioma de Dostoievski e de Pushkin quando estudava no secundário. Um encontro não planejado com uma professora alemã durante suas aulas particulares durante umas férias em Creta, permitiu-lhe acrescentar o alemão ao currículo. O russo, o árabe e o turco, aprendeu antes de entrar na universidade, no início dos oitenta. Hoje, aos 46 anos, fala 32 línguas e conhece vários idiomas antigos: latim, sânscrito, persa, gótico, páli, eslavo eclesiástico, hitita, osco e umbro.
As primeiras palavras em português aprendeu na Universidade de Harvard,que frequentou durante os anos de 1988 e 1992. Um curso intensivo no Instituto de Línguas do Rio de Janeiro iniciou-o no léxico da língua, mas algumas semanas entre os favelados revelaram-lhe o português do Brasil.
Ele opina que «não há línguas fáceis ou difíceis», apenas diferentes das que já conhece.
Aos 21 anos, viajou a Beijing e cometeu outra loucura linguística: estudou basco (e mandarim, ao mesmo tempo) com um professor do País Basco e uma companheira de curso iugoslava. «O basco faz hoje parte das línguas que, infelizmente, esqueci», lamenta. Estabelecer rotinas diárias é o segredo para manter e aperfeiçoar o domínio das línguas. «Tento ficar sempre em contato com os idiomas que estudei, para não os esquecer.»
 À pergunta «qual será a próxima língua?», Ioannis respondeu «amárico», apenas por ser fã da cozinha etíope. «Um colega leu a entrevista e ligou-me a avisar que um restaurante de Bruxelas ia dar um curso de amárico durante três dias. Estudei o idioma dia e noite e, quando cheguei ao curso, a professora colocou-me na classe mais avançada», explica. E a próxima língua, qual será? «A tigrínia», língua oficial da Eritreia.
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