Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html

Os diferentes sotaques da língua inglesa!

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A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

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Os Melhores Lugares para se Morar nos Estados Unidos

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Todo ano a Money Magazine publica uma lista dos melhores lugares para se morar nos Estados Unidos.  A lista considera uma série de fatores para computar um índice que é usado para medir as qualidades desses lugares.  Entre esses fatores estão incluídos o aspecto financeiro, moradia, educação, qualidade de vida, cultura e lazer, temperatura, e saúde.

O critério financeiro inclui medidas tais como a renda média dos moradores, os impostos, preço de seguro de carro, e as possibilidades de empregos.   Em termos de moradia, são calculados os preços das casas e os impostos prediais.  Quanto à educação é levado em consideração o número de universidades, escolas técnicas, e as notas da população em provas padrão.  Quanto à qualidade de vida, considera-se a qualidade do ar, o índice de criminalidade, e o trânsito.  Em termos de cultura e prazer mede-se o número de cinemas e teatros, bibliotecas, restaurantes e bares, parques públicos com campo de golfe, e o apoio financeiro às artes.  Quanto ao tempo, mede-se a quantidade de precipitação anual, e as temperaturas médias e extremas no verão e no inverno.  Finalmente, em termos de saúde, é medido o número de residentes que tem um plano de saúde, a taxa de obesidade, e o grau de ocorrência de enfermidades tais como diabete e hipertensão.

Aqui vai então a lista de melhores lugares para se morar nos Estados Unidos em 2008 de acordo com a Money Magazine:

  1. Plymouth, MN
  2. Fort Collins, CO
  3. Naperville, IL
  4. Irvine, CA
  5. Franklin Township, NJ
  6. Norman, OK
  7. Round Rock, TX
  8. Columbia/Ellicot City, MD
  9. Overland Park, KS
  10. Fishers, IN

A cidade vencedora, Plymouth, que fica no estado de Minnesota, foi considerada a vencedora por causa de suas ótimas escolas, bons empregos, casas com preços razoáveis, e bastante atividade cultural.  A única desvantagem de Plymouth é um inverno bastante rigoroso, onde a temperatura média fica em tono de -10 graus Celsius.

Aqui vão algumas estatísticas interessantes da cidade vencedora:

Renda média anual                                         $ 111.631

Imposto de renda estadual                            5,35 – 7,5%

Imposto sobre venda de mercadorias          6,65%

Preço médio de uma casa                               $288.950

Número de universidades na área                27

Qualidade do ar                                                70%

Incidência de crime por 1.000 habitantes   2

Idade média                                                      37,8

Geralmente as lista publicadas por revistas, tais como essa da Money Magazine, são um tanto subjetivas, pois os critérios escolhidos e com mais peso nem sempre são aqueles que se encaixa ao seu gosto.  Porém, essas listas podem ser usadas para lhe dar uma idéia de bons lugares para se morar, e podem ser usadas também para comparar as estatísticas dos melhores lugares com as da sua própria cidade.

Fonte: http://www.brasileirosnosestadosunidos.com/os-melhores-lugares-para-se-morar/

Quando não usar GOOD MORNING/NIGHT em inglês

Espanglish (www.espanglish.com.br) apresenta este vídeo. Nele um jovem americano explica as regras sobre quando e como cumprimentar em inglês.

Espanglish tem seus cursos de inglês presenciais, oferecidos em duas belas salas, localizadas no bairro de Rebouças em Curitiba, de 7 as 21hs de segunda a sexta e nos sábados das 8 as 16hs.

Também pode contar com nossos cursos in company oferecidos em empresas e em residências em Curitiba e região metropolitana.

 

 

6 dicas simples para começar a pensar em inglês

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Se nós somos brasileiros, moramos no Brasil e nos comunicamos na maior parte do tempo em português, qual a utilidade de pensar em inglês?

Resposta: quando você pensa em inglês, não precisa traduzir para a nossa língua o que ouve ou lê, a fim de compreender a mensagem. Além de muito mais rápida, essa compreensão é mais fiel ao que o interlocutor quis dizer.

Mas como conquistar essa habilidade? Veja nestas 6 dicas:

1. Leia todos os dias uma notícia em inglês
Essa é para quem tem no mínimo nível intermediário. Comece por assuntos familiares, sobre os quais você já leu em português, para que você já saiba o contexto. Leia o artigo inteiro sem traduzir nada, mesmo que não compreenda algumas palavras. Depois de ler tudo, escolha três palavras desconhecidas e busque seu sentido num dicionário inglêsinglês. Registre no celular, no computador ou mesmo num caderninho as palavras e seus significados. Alguns sites que você pode consultar são os da BBC, do The New York Times ou Voice of America, por exemplo.

2. Pelo menos uma vez por semana, reveja um episódio da sua série favorita
Se você tem nível básico ou intermediário, coloque legenda em inglês. Se tem nível avançado, tente sem legenda. O objetivo é entender as falas sem pensar em português. Por isso é melhor algo que você já tenha assistido o material antes. Quando terminar, volte um pouco e anote três palavras novas, com os respectivos significados em inglês.

3. Converse em inglês
Todos nós temos um amigo, colega de trabalho ou parente que tem no mínimo nível intermediário. Combine com ele uma conversa de quinze minutos por semana, em inglês. O assunto da conversa não importa muito, mas peça que ele faça perguntas sobre o dia a dia. O objetivo aqui é desenvolver a prontidão em inglês: conseguir ouvi-lo e já responder, sem precisar traduzir nada. Você também pode fazer isso em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp.

4. Aposte em aplicativos
Aplicativos para celular como o “Perguntados” ou o “Trivia Crack” podem ajudar a treinar o seu raciocínio automático em inglês. Você pode jogar com pessoas desconhecidas ou com seus amigos do Facebook que também falem ou estudem a língua. Como o jogo requer rapidez na resposta, não dá tempo de pensar em português. Outra dica é baixar o app Duolingo e fazer uma lição por dia. Não leva mais do que cinco minutos, é divertido e você vai adquirir a velocidade de pensar em inglês.

5. Em sua aula de inglês, só fale… inglês
Parece óbvio, mas há muitos alunos que fogem da comunicação no idioma estrangeiro, pedem a tradução de várias expressões para o professor, ou seja, não desgrudam do português nem na aula. Você precisa se expor, pois aprender um idioma é como aprender a dirigir ou a nadar: não adianta muito só saber as regras de cor.

6. Veja palestras online
Outra dica é escolher alguns assuntos do seu interesse e assistir a palestras sobre eles no site do TED, por exemplo. Já que você gosta do tema, vai ser fácil adquirir o hábito. Se você conhece um pouco do assunto, melhor ainda, porque vai compreender mais facilmente. Não se esqueça de anotar as três palavras novas do dia.

O importante é criar o hábito de ter contato ativo com o idioma todos os dias. E tudo precisa ser divertido para você, ou então o novo hábito só durará uma semana.  Aos poucos, naturalmente, você vai pensar em inglês quando quiser.

Fonte: Revista Exame