Conheça a Inglaterra

Conheça a Inglaterra, um dos mais belos países da Europa. Terra de Shakespeare, The Beatles, Charles Darwin, Isaac Newton, entre outros inúmeros britânicos famosos. País onde se encontram as mais renomadas universidades do mundo, como Oxford e Cambridge. Uma cultura espetacular, em todos os pontos culturais: arquitetura, escultura, pintura, música, poesia, dança e cinema. Apresenta cidades muito conhecidas, como Liverpool, Londres, Manchester, entre outras muito apreciadas pela população de casa e por estrangeiros.

A culinária da Inglaterra foi formada principalmente pelas diversas interações com outros países europeus e a importação de ingredientes da América do Norte, China e Índia durante o período do Império Britânico, e como resultado da imigração ocorrida no período pós-guerra.

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Comida americana: Conheça as comidas típicas dos Estados Unidos

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Comida americana: A gastronomia e os costumes dos norte-americanos são diferentes dos nossos. Portanto se você pretende viajar para os Estados Unidos aqui você encontrará alguns explicações para provar as refeições mais típicas das mesas norte-americanas.

Além da culinária americana incluir ovos com bacon no café da manhã, hambúrgueres com milk-shake no almoço e pão com pasta de amendoim, os americanos também apreciam outros pratos tão calóricos quanto esses.

Comida americana: Waffle

Comida Americana

Waffles

Os Waffles (Ouça a pronúncia, clique aqui) são um típico prato do café da manhã norte-americano, porém também servido como sobremesa ou lanche da tarde.

Sua receita inclui farinha, açúcar, fermento, sal, leite e óleo. Seu formato pode ser redondo, quadrado ou retangular. Para deixá-lo ainda mais saboroso, sua cobertura pode ser de mel, açucar ou com um xarope tradicional chamado maple syrup.

Embora populares nos Estados Unidos, os Waffles surgiram durante a Idade Média, em uma região em que hoje está localizada a Bélgica. Não é de dar água na boca?

Comida americana: Ribs

Comida americana: Ribs

Baby back ribs

As Baby Back Ribs, típica comida americana, são suculentas costelas de porco cozidas e cobertas com molho barbecue.

Sua origem é atribuída à época da Guerra Civil norte-americana (1861–1865) e suas técnicas de preparo variam de acordo com a região, incluindo, diferenças no corte da carne, nos ingredientes do molho e no tipo de acompanhamento.

Esta é uma das razões que os Ribs aqui no Brasil podem ser encontrados com diferentes opções de molho barbecue.

Em geral, o prato também é composto por uma porção de batatas fritas.

Comida americana: Fried chicken

Fried Chicken

O Fried Chicken (ouça a pronúncia,clique aqui) é uma deliciosa comida americana e consiste em deliciosos pedaços de frango especialmente temperados e fritos. Tradicionalmente, o prato é servido com batata frita ou outros acompanhamentos, tais como a salada de repolho, milho cozido, feijão estilo americano (baked beans) ou purê de batata(mashed potato).

Normalmente este prato está associado com os estados do sul dos Estados Unidos.

Especialista neste tipo de refeição, o restaurante Kentucky Fried Chicken ou KFC possui mais de 17 mil restaurantes ao redor do mundo

Steaks, Apple Pie, Cookies e outros

Além das três refeições que citamos acima, a comida americana também inclui alguns tipos de carnes saborosas como beef stew (carne) ousteak (bifes grandes). Para sobremesa, a opção é a deliciosa e famosa apple pie (torta de maçã), tipicamente servida no tradicional Dia de Ação de Graças.

O turista também pode encontrar brownies(bolos de chocolate compactos), muffins (tipo de bolo) e os saborosos cookies (biscoito com gotas de chocolate).

Ao andar por cidades grandes como New York é possível notar também um grande número de cafeterias e diversas hamburguerias, afinal, embora calórico, hambúrger também é uma comida americana tradicional.

Como você percebeu, a culinária americana é mais calórica do que a brasileira porém muito gostosa. O sucesso da gastronomia dos Estados Unidos é tão grande que diversas redes de restaurantes famosos em solo americano expandiram suas redes para outros países, inclusive para o Brasil.

Fonte:https://www.ingles200h.com/comida-americana-faz-sucesso-mundial/

Recurso exclusivo dos Pixel Buds, tradução simultânea é liberada para fones de ouvido concorrentes

 

Lançados há pouco mais de um ano, os Pixel Buds – o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Google, chegaram ao mercado trazendo novidades surpreendentes: além de ter suporte ao Google Assistente, os novos fones traziam um módulo de tradução simultânea do Google Tradutor, permitindo, pelo menos no papel, que o usuário pudesse ter uma conversa mais fluída com alguém que não falasse a sua língua.

Após a chegada da novidade ao mercado, outras marcas como LG, Bose, Sony e JBL também fizeram as suas aparições e lançaram fones com Google Assistente, mas sem a presença do módulo de tradução, deixando a função exclusiva ao produto do Google.

No entanto, segundo novas informações encontradas na página dos fones, no próprio site do Google, a gigante de buscas pode estar prestes a abrir mão da exclusividade. Com suporte a mais de 40 línguas, ao que parece o recurso poderá ser visto em breve em fones de outras marcas.

Antes descrita como “O Google Tradutor no Google Pixel Buds só está disponível em telefones Pixel”, a seção de compatibilidade recebeu algumas mudanças e agora tem a seguinte descrição: “O Google Tradutor está disponível em todos os fones de ouvido otimizados para o Assistente e telefones Android”.

Ou seja, apesar da compatibilidade do recurso continuar restrita a aparelhos com Android superior ao Marshmallow 6.0, ela já está, ou ficará em breve, disponível para todos os dispositivos que possuem suporte ao Google Assistente. Com isso, se você tem algum fone com esse suporte, pode agendar a sua próxima viagem para o exterior e testar o novo recurso.

fonte: https://www.tudocelular.com/software/noticias/n131838/pixel-buds-traducao-simultanea-fones-de-ouvido.html

Os intérpretes que viabilizam o trabalho na ONU

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O trabalho nas Nações Unidas seria um cipoal inexpugnável sem o pequeno exército dos intérpretes. Tradutores, como Rebecca Edgington, conduzem reuniões onde 193 nações estão representadas. Eles criam um território neutro da comunicação entre os Estados hostis.

Já pela manhã, Rebecca Edgington, intérprete oficial da ONU desde 2004, entra na cabine de locução mergulhada na penumbra. Lá do alto, ela domina uma grande sala de conferência no Palácio das Nações Unidas da ONU, em Genebra. Rebecca Edgington fala com a voz alta e tão rapidamente que nem parece respirar entre uma palavra e outra.

“… expressam preocupações pela ocorrência do aumento de casos de incitação ao ódio e de outras manifestações de intolerância…”

Ela não está lendo, simplesmente. O texto impresso em russo diante de si está sendo apresentado, ao mesmo tempo, pelo delegado da Bielorrússia. Rebecca Edgington o interpreta em inglês, adaptando-o ao discurso que, ao final, acaba sendo pronunciado sem algumas partes da declaração original.

Estas traduções simultâneas são a missão principal dos intérpretes da ONU. Em reuniões como esta em curso, sobre o relatório dos direitos humanos na Noruega, os discursos são apresentados muito rapidamente. Cada delegado quer dizer o máximo dentro do tempo concedido.

Na melhor das hipóteses, a pronúncia do intérprete soa como se “o orador ou a oradora tivessem o inglês como língua-mãe”, afirma Edgington. Porém, às vezes, “deve-se, simplesmente, transmitir o significado o mais rápido possível.”

Rebecca Edgington faz parte de um grupo de 101 intérpretes com base em Genebra, dos quais 10 trabalham em inglês. A equipe pode contar, ainda, com cerca de cinquenta colaboradores externos.

Trabalho em campo

Rebecca Edgington foi uma das intérpretes durante as recentes negociações sobre a crise na Síria, em Genebra e Montreux. As discussões contaram com as participações do ministro do Exterior, Serghei Lavrov, da Rússia, e do secretário de Estado norte-americano, John Kerry.

Ela também esteve presente em missões arriscadas. Em 2000, como “freelancer” para o Conselho da Europa, Rebecca Edgington viajou pela Chechênia. Ela decolou num helicóptero, depois de proteger o corpo com um colete fluorescente e a cabeça com um capacete. Na ocasião, a intérprete estava junto com um pequeno grupo de diplomatas. Os rebeldes atacaram o voo, mas erraram o alvo.

“Era uma situação muito tensa”, afirma. Quem participa de missões em zonas de guerra é voluntário. Rebecca Edgington, 43 anos, nunca disse não. Hoje, mãe de duas pequenas meninas, pensaria duas vezes e mais “atentamente” antes de aceitar um convite semelhante. Ainda que saiba que seria difícil recusá-lo.

As reuniões da ONU – nos quartéis generais de Genebra e Nova York, ou em uma ou outra cidade do planeta em missão especial – acontecem em um dos seis idiomas oficiais: inglês, francês, russo, espanhol, chinês e árabe.

Alexandre Voitenkov, chefe de Rebecca Edgington e do serviço de tradução de Genebra, explica que os intérpretes da ONU são de países diferentes, mas que as suas nacionalidades não contam muito. “O que é fundamental é a competência e a adesão aos ideais das Nações Unidas.”

Vigiados especiais

Rebecca Edgington, nascida na Inglaterra, traduz do russo para o inglês, além do alemão e do francês. Os intérpretes da ONU devem dominar outros dois idiomas além da língua-mãe.

Traduzir o russo é, especialmente, estimulante – afirma a mulher. Se, aos membros de uma delegação russa, uma palavra ou uma frase escolhida não são bem vistas, ou melhor, bem usadas, eles avisam ao intérprete, mesmo durante a tradução.

Rebecca Edgington cresceu no condado de Cambridgeshire e começou a estudar francês aos 11 anos, alemão aos 12 e russo aos 17. “Eu vivi a perestroika e vendo o Gorbachov na televisão…eu queria entender o que ele dizia”.

Emoções sim, opiniões não

A sua carreira começou em Estrasburgo, na França, onde trabalhou durante nove anos como “freelancer” para diversas organizações europeias, entre elas o Conselho da Europa.

Foi ali que viveu um dos momentos mais emocionantes de sua vida como intérprete. Uma jornalista da Argélia, que tinha publicado artigos muito críticos contra o governo, estava testemunhando.

“Tinha 27 anos, como eu. Ela estava contando sobre quando tinha sido violentada. E relatou que ao voltar para casa, ferida e sangrando, a família a rejeitou”, recorda Rebecca Edgington.

“Eu estava traduzindo junto com um colega, homem. A um certo ponto, ele empurrou a cadeira para trás e eu continuei a traduzir. Quanto terminou, olhei a mesa. Estava toda molhada. Eu apaguei o microfone e lhe perguntei ‘’o que aconteceu?'”

O seu colega lhe explicou que, assim como a jornalista que estava testemunhando, ela tinha chorado durante todo o relato. A jovem intérprete preocupou-se pelo comportamento, a seu ver, pouco profissional. Mas o colega lhe deu força: “Você se transformou nela”, disse ele.

Os intérpretes devem evitar que as suas opiniões pessoais influenciem o trabalho, com exceção apenas para transmitir a emoção do orador.

Neutralidade

“Se temos que traduzir alguém de quem discordamos, devemos fazê-lo da forma mais fiel possível, para manter a neutralidade”, explica Rebecca Edgington.  Mesmo que, “às vezes, fosse autorizado dizer, com um sinal, ‘não sou eu, estas palavras não são minhas!'”.

Rebecca Edgington se ocupa também de formação, sendo a responsável da “cabine inglesa” na ONU, em Genebra. Estudantes selecionados, tendo no bolso um Master em interpretação, visitam a sede por alguns dias ou semanas. Eles praticam a teoria numa “cabine de testes” e, assim, ganham experiência e jogo de cintura com o vocabulário, as expressões coloquiais e a dicção das Nações Unidas.

Neil Cumming, 24 anos, é o mais jovem da equipe da ONU, em Genebra. Originário da Grã-Bretanha, ele traduz do francês e do russo para o inglês. Um dos principais desafios do seu trabalho é o de ser objetivo, absolutamente. “Cada um tem a sua opinião, mas estamos aqui para fazer o nosso trabalho”, diz. “E um dos pontos fundamentais de um lugar como a ONU é que cada um pode dizer o que pensa”.

Resistir ao estresse

Quais são as outras qualidades de um bom intérprete? Para Rebecca Edgington é importante ter autoconfiança e ser um “perfeccionista pragmático”.

Alexandre Voitenkov, por sua vez, revela a importância de aguentar o estresse. “Sobretudo durante as conferências de campo que, muitas vezes, podem durar horas a fio durante o dia, por duas semanas”. Os intérpretes devem, ainda, se interessar pelos negócios no mundo, observa o russo. Ele começou a  carreira em Moscou. E chegou na ONU em 1979.

Rebecca Edgington explica que ela e seus colegas leem os jornais internacionais, regularmente, e realizam pesquisas sobre os temas abordados durante as reuniões. “Todo o trabalho feito fora da cabine” é muito importante, observa.

E fora da cabine é preciso abandonar o próprio ego, pois ser um intérprete significa “ser invisível”, acrescenta. “A ideia é a de não fazer parte da história.”

Tipos de interpretações

Além da interpretação simultânea, existe também a interpretação “consecutiva”, que é o relato posterior sobre os conteúdos de um discurso ou de uma declaração após a conclusão do orador.

Um terceiro tipo de interpretação é aquela “sussurrada”, quanto o intérprete traduz, no pé do ouvido, as frases pronunciadas ao seu interlocutor.

Os intérpretes da ONU traduzem sempre usando a língua-mãe, com exceção nas cabines de árabe e de chinês. Muitas vezes, por falta de tradutores qualificados destes idiomas, eles devem ser traduzidos em inglês ou francês.

 Fonte: http://www.swissinfo.ch

A Ética do Intérprete

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A ética do intérprete

O intérprete de conferência que zela pela qualidade de seu trabalho e honra sua profissão segue os princípios do profissionalismo e da confidencialidade a que estão submetidos todos os intérpretes de conferência profissionais.

No geral, a ética profissional que rege  o trabalho do intérprete de conferência está baseada nos seguintes princípios:

  • Total e absoluto sigilo quanto a tudo aquilo que tenha tido conhecimento no exercício da sua profissão, seja em reuniões privadas ou conferências restritas.
  • Pontualidade, discrição de conduta e colaboração com o cliente durante o evento.
  • Aceitar somente trabalhos para os quais está suficientemente capacitado.
  • Não tirar proveito pessoal sobre informações confidenciais porventura obtidas no exercício da profissão.
  • Recusar qualquer emprego ou atividade que possa prejudicar a dignidade e a reputação  da profissão, ou impedir a observância do segredo profissional.
  • Recusar mais de um contrato para o mesmo período de tempo.
  • Zelar por boas condições de trabalho no que diz respeito à audibilidade, visibilidade e conforto, seguindo as normas técnicas elaboradas ou aprovadas pela Associação.
  • Recusar o exercício de quaisquer outras funções em conferências para as quais tenha sido contratado na qualidade de intérprete de conferência.

A  fim de zelar pela ética profissional de seus intérpretes afiliados, sejam eles membros efetivos, correspondentes e remidos, bem como  candidatos à admissão, a APIC  dispõe de seu Código de Ética, importante instrumento para orientar  a  conduta e proteger a  dignidade da profissão.

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