Como a Alemanha virou o país dos automóveis

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Nos limites da Floresta Negra, no sudoeste da Alemanha, o executivo aposentado Edgar Meyer conduziu seu BMW vintage para dentro de uma estrada medieval de menos de um metro e meio de largura. Vinhas caíam sobre o caminho, formando discretos portais, e o único som, além do ruído do carro de Meyer, era o do canto dos pássaros. Dirigíamos na movimentada cidade de Dossenheim, mas estávamos completamente sozinhos naquela pequena e pacífica rua.

Tecnicamente, a pista é um desvio da Bertha Benz Memorial Route, uma estrada temática concebida por Meyer para celebrar os primórdios da indústria automotiva. De acordo com o executivo, é o mais próximo que se pode ter da experiência de cruzar as estradas que a pioneira Bertha e seus filhos adolescentes encontraram, em agosto de 1888, quando partiram na primeira viagem de carro a gasolina do mundo.

Bertha foi a primeira pessoa a dirigir um automóvel numa travessia de longa distância – com o objetivo de mostrar que a criação do marido, Carl Benz, estava pronta para ser comercializada.

Na viagem de Bertha, 194 quilômetros ida e volta entre a casa da família Benz, na cidade de Mannheim, e a residência de sua mãe em Pforzheim, há uma dose grande da bravura dos pioneiros da indústria automotiva. O percurso – feito sem o conhecimento do marido – foi a bordo do Benz Motorwagen No. 3, uma versão modificada do primeiro Motorwagen de Carl, que havia sido patenteado em 1886, ano que é considerado como o de estreia do automóvel.

A estrada percorrida pela pioneira Bertha Benz, nos arredores de Dossenheim, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolinaDireito de imagemALAMY
Image captionA Bertha Benz Memorial Route segue o curso que a pioneira percorreu em 1888, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolina

Bertha investiu seu dote de casamento para financiar o trabalho do marido. O Motorwagen, porém, ainda precisava de autorização para circular – o governo estava reticente, por causa de um desastroso test drive no qual cavalos e cachorros, assustados pelo barulho do motor, avançaram para cima da plateia. Tirar o protótipo da garagem para a viagem pioneira, portanto, era uma ação ilegal, com dois propósitos: mostrar que o carro era seguro e pronto para ser vendido, e enviar uma mensagem para Carl, incentivando-o a continuar.

“Não foi apenas Carl quem inventou o automóvel. Foi a equipe de Carl e Bertha. Os dois acreditavam no Motorwagen e trabalhavam juntos o tempo todo”, disse o executivo Meyer, que pesquisou e mapeou a rota em 2008 como um projeto pessoal. O percurso cruza várias cidades, vilas e aldeias visitadas por Bertha.

“Eu queria dar a ela o lugar na história que merece.”

Em uma era sem GPS e mapas de estradas, Bertha tinha apenas rios e trilhos de trem para guiá-la até a casa de sua mãe. Imaginando-a sobre paralelepípedos em um carrinho com rodas de madeira e um motor de dois e quatro tempos, pode-se ter uma ideia de como era corajosa. Talvez um pouco imprudente também. E essa talvez seja a razão pela qual o plano deu certo.

Bertha Benz sobre seu carro, com rodas de madeiraDireito de imagemHI-STORY/ALAMY
Image captionO percurso de 194 km de Bertha deu início à era do automóvel

Investigar qual era o lugar da Alemanha na história do automóvel foi o que me levou aos centros industriais do sul do país. Eu viajava de carro por Baden-Württemberg e pela Baviera – Estados onde ficam as montadoras de luxo do país –, parando em todas as atrações culturais e museus ligados à cultura automobilística. Pude perceber a concentração extraordinária de espaços como esses.

“Quando você cruza um país buscando uma perspectiva diferente, como a da história automotiva, você realmente o descobre de novo”, disse Meyer, enquanto navegávamos por estradas secundárias. “É uma verdadeira aventura.”

A viagem de carro de Bertha impulsionou a era do automóvel. Em vez de ser descartado, o Motorwagen No. 3 entrou em produção no fim de 1888 e, em 1900, a Benz & Cie tornou-se a maior montadora do mundo.

Avançando esse filme para os dias atuais, a Alemanha ainda é o país dos carros premium e da cultura automobilística. De acordo com um estudo publicado pelo think tank alemão Friedrich-Ebert-Stiftung em 2018, mais da metade dos veículos de passageiros vendidos na Europa e quase dois terços dos carros de luxo comercializados no mundo foram projetados na Alemanha, em 2016. A pergunta é: por quê?

As razões do sucesso

“Você poderia dizer que havia algo ‘no ar’ em toda a Europa”, disse Gerhard Heidbrink, do Mercedes-Benz Corporate Archives, referindo-se à mecanização que tomou conta da Grã-Bretanha recém-industrializada do século 19, da França e da Alemanha.

Enquanto isso, em Baden-Württemberg e na Baviera, complexas leis de herança dividiam as fazendas familiares em parcelas reduzidas, tornando a agricultura pouco rentável. Sucessivas gerações tiveram que ganhar a vida com criatividade. Então, quando Carl Benz se formou e começou a trabalhar como engenheiro mecânico, se viu cercado por colegas inventivos, em uma região que favorecia o empreendedorismo e a indústria pesada.

Alguns traços alemães clássicos também podem ter influenciado o sucesso dos fabricantes de automóveis – qualidades como Leidenschaft (entusiasmo) e Detailverliebtheit (atenção aos detalhes). Por exemplo, no museu Technoseum, em Mannheim, uma autêntica linha de montagem da Porsche de 1990 foi remontada peça por peça – estão lá até as garrafas de cerveja que os trabalhadores recebiam durante os turnos.

Se isso não for Detailverliebtheit, não sei o que seria.

Museu dedicado à cultura automotiva, com carros clássicos, no sul da AlemanhaDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionTraços alemães clássicos como “Leidenschaft” (entusiasmo) e “Detailverliebtheit” (atenção aos detalhes) influenciaram as montadoras

E não foi por acaso que Gottlieb Daimler – fundador da Daimler-Motoren-Gesellschaft, hoje Daimler AG, criador da marca Mercedes-Benz – e seu sócio Wilhelm Maybach cunharam o lema “Das Beste oder nichts” (“O melhor, ou nada”).

“Para nós, normalmente, o que é bom nunca é bom o suficiente”, comentou um guia turístico do museu da Audi, em Ingolstadt.

“É claro que não se pode dizer que todos os 82 milhões de alemães são assim, mas ser ‘fleissig’ (diligente) é uma qualidade pela qual lutamos”, complementou um outro guia, do Museu Porsche, em Stuttgart.

Rivalidades e crescimento

À medida que crescia, a indústria automobilística alemã foi moldada por empresas que nasciam, se fundiam e se desmembravam, com um olhar atento aos talentos da engenharia.

As rivalidades corporativas se alternavam entre ferozes e ignoradas – como quando as grandes competidoras Benz, com sede em Mannheim, e Daimler, em Stuttgart, finalmente fundiram suas empresas em 1926. Entretanto, lealdades históricas permanecem.

“Se você não quer problemas aqui, apenas não diga que Daimler inventou o automóvel”, brincou um guia turístico em Mannheim, em tom (um pouco) zombeteiro.

Rivalidades instáveis não eram necessariamente ruins. Muitas vezes eles tiveram o efeito de estimular a inovação. O típico pioneiro da indústria automotiva do sul da Alemanha era um Tüftler (“aperfeiçoador”), obcecado por melhorar o produto, sempre por tentativa e erro, explicou Frank Jung, arquivista-chefe da Porsche AG.

“Afinal, se você não se esforça para atingir a perfeição, não há razão para mudar nada.”

Inovações

Ao visitar os museus de patrimônio automotivo da Alemanha, você começa a entender como esses inventores pioneiros se esforçaram para não só acompanhar o padrão do Motorwagen, mas para introduzir inovações.

A lista, extensa, é sempre crescente. Um a um, surgiram o carburador de Daimler e Maybach, que permitia o uso de gasolina como combustível; o primeiro Mercedes 35 PS, da Daimler, que, em 1900, apresentou o formato e o conceito do carro moderno; o icônico Porsche 356, inspirado no design austero da Escola Bauhaus; o primeiro carro elétrico da BMW, o BMW 1602e, de 1972; o Audi A8, de 2019, guiado por inteligência artificial. E assim por diante.

Apesar da concorrência com a França, que teve um grande desenvolvimento da indústria de carros a partir de fins do século 19, os fabricantes alemães conseguiram se manter na vanguarda da indústria – por causa de sua engenhosidade, que impulsionou o desenvolvimento dos carros década a década, disse Heidbrink: “Inovação e luxo sempre andaram de mãos dadas (na indústria alemã)”.

Todo ano, por exemplo, os funcionários da Audi pelo mundo são estimulados a oferecer ideias para melhorias – e elas alcançam a casa dos milhares. Muitas dessas sugestões acabam sendo implementadas no Audi Forum Ingolstadt, sede mundial e sua principal fábrica de montagem, a uma hora de Munique.

Um museu sobre o patrimônio automotivo na Alemanha mostra inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da BenzDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionMuseus do patrimônio automotivo da Alemanha mostram as inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da Benz

As pessoas aqui claramente compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, e também se divertindo com eles.

“No verão, a Alemanha é a perfeição da beleza”, escreveu certa vez Mark Twain, referindo-se a suas extensas viagens pelo sudoeste do país. A vista do meu para-brisa agora é de fazendas com as bordas bem delimitadas, campos amarelos de canola em floração, cumes de montanhas baixas e trechos ocasionais de florestas densas, de onde despontam castelos e aldeias medievais repleta de casas em estilo enxaimel. Uma paisagem feita sob medida para a estrada. E, para os alemães, uma justificativa a mais para apreciar sua invenção.

O carro na cultura alemã

Carros têm raízes mais profundas na cultura alemã do que como mero meio de transporte, complementou Winfried A Seidel, que usou produtos do Veterama – conhecido mercado alemão de automóveis e peças clássicas – para abrir o Automuseum Dr. Carl Benz, na vila de Ladenburg. É onde a família de pioneiros Benz, eventualmente, se estabeleceu. “Somos uma nação de colecionadores, há muitos carros valiosos na estrada”, disse.

Carros circulam numa via sinuosa no sul da Alemanha, em meio a campos de canolaDireito de imagemJEAN/ALAMY
Image captionAlemães compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, mas se divertindo com eles

No caminho entre Ladenburg e Munique, onde fica a sede do Grupo BMW, percorri um pequeno trecho da chamada “Romantische Straße” (“via romântica”), estrada de 350 quilômetros famosa por suas paisagens. Eu conduzia um carro panorâmico e cruzava os estados de Baden-Württemberg e Baviera. Depois de uma visita ao BMW Welt, espécie de showroom da empresa, e ao Museu da BMW, ambos em Munique, a experiência de extrair todas as rotações por minuto do meu Volkswagen Tiguan, alugado dias antes, foi a mais memorável que vivi ao volante em anos.

Para minha surpresa, às vezes havia, sim, limite de velocidade na mítica via expressa do sistema rodoviário federal alemão. Mas fascinante mesmo foi ver que o limite apareceu não em um sinal qualquer da rodovia, mas diretamente no painel do meu Tiguan – uma tecnologia certamente mais avançada do que a disponível nas frotas de aluguel do meu país natal, o Canadá.

Pelo que se nota, mais de um século depois de Bertha Benz terminar a primeira viagem de carro da história, os alemães ainda encontram maneiras de aperfeiçoar a jornada.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-49530424

As melhores cidades para visitar na Espanha

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Uma viagem pelas muitas cidades e locais a visitar em Espanha é, sem dúvidas, uma ótima ideia, afinal, é o país dos sonhos dos mochileiros, com paisagens naturais impressionantes, cidades vibrantes, ótimo clima, points de surfe, hostels perfeitos para socializar e todo tipo de comida deliciosa. Uma das coisas mais legais por lá é que você pode viajar entre as cidades da Espanha com relativa facilidade. O grande número de lugares incríveis para conhecer significa que você pode passar muito tempo viajando, indo da a cultura basca ao norte, passando pela influência árabe no sul do país e pela cultura catalã de Barcelona e seus arredores.

Então o que você está esperando? Aqui está a nossa lista com o que conhecer na Espanha, com um roteiro que vai desde os destinos favoritos dos viajantes até tesouros escondidos e menos lembrados.

O que visitar na Espanha

1. Ronda

locais a visitar em Espanha,best places to visit in spain / ronda

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Diz a lenda que, depois de muita discussão, Ronda foi dividida pelos deuses. Felizmente, os moradores locais não brigam mais e formam um grupo bem amigável, e uma ponte linda de morrer foi construída para reunir os dois lados dessa pequena cidade de montanha da Andaluzia, fazendo de Ronda uma das cidades mais bonitas da Espanha.

Tire um tempo para passear pelas ruas de paralelepípedos da cidade, veja a ponte épica de baixo e também vá até o alto para apreciar a vista do desfiladeiro. Para manter os custos mais contidos, use algum transporte público para chegar por aqui (a cidade tem estações de trem e ônibus) e fique em um de seus hostels.

Hostels em Ronda

2. Bilbao

melhores locais a visitar em Espanha, bilbao

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Empoleirada na costa norte do país, na região conhecida como País Basco, Bilbao é uma antiga cidade industrial que rapidamente está se tornando uma das principais cidades da Espanha. Lar do incrivelmente fotogênico Museu Guggenheim, que está entre uma das atrações imperdíveis da Espanha, o museu não é a única coisa que essa cidade artística e descontraída tem para oferecer. Se você está com o orçamento apertado, procure uma das atrações grátis, como o Museu de Belas Artes nas quartas-feiras (quando todos entram de graça), ou bata perna pelo Mercado de La Ribeira, o maior mercado fechado da Europa.

Para refeições saborosas e baratas, peça um prato de Pintxos no Bar Charlie ou experimente os pratos rústicos e old-school do Rio Oja.

Hostels em Bilbao

3. Madri

best places to visit in spain / madrid

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Capital da Espanha, Madri é uma dos melhores destinos do país para conhecer com orçamento apertado, graças aos incríveis hostels e ótima cena gastronômica. Madri é uma daquelas cidades em que você pode só caminhar sem rumo e esbarrar com todo tipo de lugares lindos. Se você prefere ter caminhos definidos, conheça o majestoso Palácio de Cibeles, o Templo de Debod, uma das poucas construções do Egito antigo erguida fora do território egípcio, e o Museu Nacional do Prado, onde você vai ver obras de El Greco, Francisco de Goya e Hieronymous Bosch.

Para uma dica de refeição autêntica e barata, vá até o Tinto y Tapas para deliciosas porções de tapas espanholas e bebidas com preços acessíveis.

Hostels em Madri

4. San Sebastian

best places to visit in spain / san sebastian

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Não faz muito tempo que os mochileiros descobriram San Sebastian, também na região do País Basco, mas é fácil descobrir o que faz dessa cidade um dos melhores lugares para conhecer na Espanha: praias perfeitas e com visual incrível, surfe, várias coisas boas de comer por todo canto e vida noturna surpreendentemente animada. Yeap, San Sebastian tem tudo o que você quer em uma cidade, inclusive ótimos hostels. (Dê uma olhada no A Room in the City, um dos melhores hostels de toda Europa!)

Uma das dicas mais legais em San Sebastian é se juntar a um “pintxos crawl”. Basicamente, os Bascos pegam um pintxo (algo parecido com as famosas tapas) em cada bar – e uma bebida, e depois passa para o próximo bar, para mais um pintxo e uma bebida, e assim segue para o bar seguinte, e seguinte… Ao fim do passeio, você está satisfeito, alimentado, animado e pronto para uma divertida noite na cidade. Tente fazer uma parada no Taberna Dakara Bi, um dos lugares preferidos por lá e que não vai machucar seu bolso.

Hostels em San Sebastian

5. Granada

best places to visit in spain / granada

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Granada, na região de Andaluzia, é uma das principais cidades da Espanha para ter um gostinho do deslumbrante patrimônio arquitetônico Mouro herdado pelo país, já que é lar do icônico Palácio Alhambra. Este Patrimônio Mundial da UNESCO não só tem uma beleza deslumbrante, mas também está entre os melhores lugares da Espanha para parar e relaxar: os luxuosos jardins do palácio vão recarregar sua alma, e as trilhas pela Sierra Nevada estão a uma curta distância de ônibus.

Ah! Lembre-se de reservar com antecedência os ingressos do Palácio Alhambra, pois as cotas diárias são limitadas e acabam rapidamente, e leve muita água se resolver fazer uma das trilhas durante o verão intenso. Ninguém curte um viajante desidratado!

Fonte:https://www.brazilian.hostelworld.com/blog/melhores-locais-a-visitar-em-espanha/

Esporte na Espanha

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O esporte na Espanha ou desporto em Espanhol é dominado principalmente pelo futebol (desde o século XX), o basquete, o ciclismo, o tênis, e o handebol, e pelos esportes de automobilismo. Contudo, o país teve campeões do mundo em esportes tão díspares como esgrima, pádel, polo aquático, vela, boxe ou atletismo.

Além disso, o país é um grande atrativo turístico devido a suas infraestruturas esportivas, como as instalações para esportes aquáticos, golfe e esqui.
Futebol
Atualmente na Espanha o futebol se destaca como uma das forças mundiais sendo que a Seleção Espanhola vem se destacando nos últimos anos pela conquista de campeonatos importantes, como por exemplo, a conquista da Eurocopa em 2008 (o mais importante campeonato de futebol da Europa) e a Copa do Mundo em 2010, na África, sendo esse o campeonato de futebol mais importante do mundo.
O futebol dentro do país também se destaca mundialmente como, por exemplo, tendo hoje grandes jogadores do futebol como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Puyol e entre outros em suas competições nacionais e grandes times como o Barcelona time da cidade de Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madrid ambos da capital Madrid, Sevilla da cidade de Sevilla e também Valencia da cidade de Valencia. E sendo uma fonte de renda para todo o país, outro fator forte é a qualidade dos estádios espanhóis que tem uma infraestrutura magnifica.
Voleibol
Atualmente o voleibol na Espanha não é tão prestigiado e nem tão forte o esporte já foi muito prestigiado e forte no país. A seleção espanhola não ganha nem um campeonato desde 2007 quando foi campeão do campeonato europeu de voleibol disputado na Rússia e também da Liga Europeia de Voleibol disputado em Portugal, dali em diante a seleção participou de varias competições e teve retrospectos regulares, principalmente na Liga Europeia sendo vice-campeã das duas ultimas edições, realizadas em Portugal e coincidentemente na Espanha, este ano a competição será realizada em novembro na Eslováquia.
Automobilismo
A principal categoria de automobilismo na Espanha atualmente é a Formula 1, por mais que a Espanha não seja considerada uma potencia tendo ganho somente dois campeonatos até hoje ambos com Fernando Alonso(um dos maiores pilotos de formula 1 de todos os tempos) em 2005 e 2006. No país existe um autódromo do qual são disputadas corridas oficiais inclusive da formula 1 localizado em Barcelona outro autódromo que se destaca na Espanha porem não é muito utilizado é o de Valencia.
Basquete
O basquete na Espanha não tem muito destaque dentro do país existem algumas competições mais a principal é a Liga ACB que antigamente foi conhecida com Liga Espanhola de Basquetebol (entre 1956 e 1983) e teve como maior campeão o time Real Madrid da cidade de Madrid e também inspirado no time de futebol Real Madrid após se tornar Liga ACB O time do Real Madrid começou a ter que alternar títulos com outros times, mas em destaque o Barcelona que é o maior campeão da Liga ACB com 12 títulos o Real Madrid tem 8 títulos na antiga Liga Espanhola o Real Madrid domina com 22 títulos contra 3 do Barcelona.

Fonte:http://infoespanha.blogspot.com/2011/09/o-esporte-na-espanha.html?m=1

Como é o dia a dia numa escola dos EUA?

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DIA LONGO

Nas escolas norte- americanas, os alunos estudam em período integral – das 8 às 16 horas – e não existe horário noturno. Cada aula dura aproximadamente uma hora e há seis ou sete disciplinas por dia. Nas escolas norte- americanas, os alunos estudam em período integral. No total, são cerca de oito horas de ralação

INDEPENDENTES

Na época do Ensino Médio, que por lá se chama high school (do 9o ao 12o ano), a maioria dos estudantes já tem carteira de habilitação e vai para a aula dirigindo seu próprio carro – nos EUA, a carta de motorista pode ser tirada aos 16. Os alunos também têm liberdade de sair para dar uma voltinha nos intervalos

ESTUDANTES NÔMADES

Na high school, os professores é que recebem os alunos na sala de aula. A galera não tem carteira fixa e precisa carregar o material de uma classe para outra. É por causa do vaivém de gente e de material que existem os armários com cadeados no corredor, onde é possível guardar os pertences

– Depois do ataque de Columbine, em 1999, algumas escolas instalaram detectores de metal para evitar atiradores

HORA DO RANGO

O intervalo serve para os alunos almoçarem. Ele acontece entre 12 e 14 horas. Nos bandejões, os alunos formam fila e pagam, em média, US$ 2 pelo almoço. Os estudantes que não têm condições de pagar recebem um auxílio da escola

QUER MAIS?

lém das aulas optativas, os alunos podem participar de clubes de estudo após o fim das aulas. Neles, há cursos como liderança, redação e debate político. Todos eles podem dar créditos ao aluno, mas, caso esteja pendurado em alguma disciplina, a escola pode recusar sua inscrição

ANO LETIVO

O ano letivo dos norte-americanos começa em agosto ou setembro e termina em maio ou junho. As férias deles são em julho (para aproveitarem o verão), com alguns dias de descanso entre o Natal e o Ano-Novo

VOCÊ MANDA

Nos EUA, os alunos escolhem o que querem estudar. Há disciplinas obrigatórias, como matemática, inglês, ciências, história, economia e governo dos EUA. O resto são aulas optativas, como educação artística, música, esportes e teatro. Em certas escolas, é possível aprender cuidados com horta, marcenaria e culinária

PUNIÇÃO

Há seis tipos de punição para os alunos baderneiros. Elas vão desde o simples comunicado no caderno, que precisa ser assinado pelos pais, até as detenções, em que o aluno precisa ficar por algumas horas ou mesmo um sábado inteiro na escola, estudando. E há também as suspensões e expulsões, iguais às do Brasil

-Entre os esportes optativos, o futebol só pode ser praticado por meninas,enquanto o futebol americano é exclusivo para os meninos

O BOLETIM

A partir do quinto ano, as notas nos EUA vão de A a F:

A – De 90 a 100 pontos

B – De 80 a 89 pontos

C – De 70 a 79 pontos

D – De 60 a 69 pontos

F – Abaixo de 59 pontos

Fonte: https://www.google.com/amp/s/super.abril.com.br/mundo-estranho/como-e-o-dia-a-dia-numa-escola-dos-eua/amp/

Morando na Argentina – Supermercado

Assista esse vídeo que mostra um brasileiro, que mora na Argentina, mostrando um pouco do supermercado de lá:

canalWillian Cardoso

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Recurso exclusivo dos Pixel Buds, tradução simultânea é liberada para fones de ouvido concorrentes

 

Lançados há pouco mais de um ano, os Pixel Buds – o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Google, chegaram ao mercado trazendo novidades surpreendentes: além de ter suporte ao Google Assistente, os novos fones traziam um módulo de tradução simultânea do Google Tradutor, permitindo, pelo menos no papel, que o usuário pudesse ter uma conversa mais fluída com alguém que não falasse a sua língua.

Após a chegada da novidade ao mercado, outras marcas como LG, Bose, Sony e JBL também fizeram as suas aparições e lançaram fones com Google Assistente, mas sem a presença do módulo de tradução, deixando a função exclusiva ao produto do Google.

No entanto, segundo novas informações encontradas na página dos fones, no próprio site do Google, a gigante de buscas pode estar prestes a abrir mão da exclusividade. Com suporte a mais de 40 línguas, ao que parece o recurso poderá ser visto em breve em fones de outras marcas.

Antes descrita como “O Google Tradutor no Google Pixel Buds só está disponível em telefones Pixel”, a seção de compatibilidade recebeu algumas mudanças e agora tem a seguinte descrição: “O Google Tradutor está disponível em todos os fones de ouvido otimizados para o Assistente e telefones Android”.

Ou seja, apesar da compatibilidade do recurso continuar restrita a aparelhos com Android superior ao Marshmallow 6.0, ela já está, ou ficará em breve, disponível para todos os dispositivos que possuem suporte ao Google Assistente. Com isso, se você tem algum fone com esse suporte, pode agendar a sua próxima viagem para o exterior e testar o novo recurso.

fonte: https://www.tudocelular.com/software/noticias/n131838/pixel-buds-traducao-simultanea-fones-de-ouvido.html

Curitiba é apresentada em feira internacional do Paraguai

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O Natal de Curitiba, a primeira loja da rede #CuritibaSuaLinda e outros atrativos da capital foram apresentados na 15.ª Feira Internacional de Turismo do Paraguai (Fitpar), de 12 a 14 de outubro, no Centro de Convenções Mariscal Lopez, em Assunção. O evento reuniu cerca de 400 expositores de diversos países.

Os atrativos de Curitiba foram apresentados no estande do Brasil, na Fitpar, patrocinado pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). O espaço mostrou destinos turísticos de dez estados do país e 15 empresas, entre operadoras e o setor de hotelaria.

“O Paraguai é um importante país emissor de turistas para Curitiba. Por isso, é muito importante estarmos presentes neste evento, que recebe profissionais do setor de turismo do país e até de outros mercados sul-americanos”, explica Adriane Vortolin, gerente de Turismo do Instituto Municipal de Turismo. De acordo com ela, a oferta de voos diretos da capital para Assunção também facilita a comercialização do destino Curitiba.

A segunda edição do Luz dos Pinhais – Natal de Curitiba ocorre de 22 de novembro de 2018 a 6 de janeiro de 2019.  A programação da capital será aberta com a Proclamação do Natal, no Largo da Ordem (22/11) e também inclui o tradicional Coral do Palácio Avenida, o Trem do Natal e a estreia da Parada de Natal do Batel. Além disso, as dez administrações regionais da Prefeitura voltarão a ganhar árvores de Natal e apresentações de corais, encenações teatrais, presépios, shows e feiras.

Comitê 

Segundo a presidente da Embratur, Teté Bezerra, o  Paraguai é, atualmente, o quarto maior emissor de turistas ao Brasil, em crescimento constante (atrás apenas da Argentina, Estados Unidos e Chile). De acordo com ela, a feira foi oportunidade para incrementar os trabalhos feitos em parceria com a embaixada do Brasil no Paraguai e iniciativas como o Comitê Descubra Brasil-Paraguai, que reúne empresários que promovem o turismo de paraguaios ao Brasil, e a Câmara de Comércio Paraguai-Brasil.

fonte: https://www.bemparana.com.br/noticia/curitiba-e-apresentada-em-feira-internacional-do-paraguai