Os diferentes sotaques da língua inglesa!

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Espanglish trabalha com quase 30 idiomas,e entre eles, claro o inglês ocupa um lugar especial pois é a língua mais utilizada no mundo dos negócios, das ciências, da cultura.

Na Espanglish você pode fazer aulas de inglês in company, cursos de inglês intensivo, assim como fazer tradução técnica, juramentada, legendas e tradução simultânea e consecutiva em inglês.

 

DICIONÁRIO DA LINGUAGEM CORPORATIVA INGLÊS

Qualquer profissional em dia com as exigências do mercado está careca de saber: falar mais de uma língua é imprescindível. Entretanto, ainda não existem por aí cursos que ensinem a falar o “corporativês”. Aqui, você pode encontrar a tradução para siglas ou termos em inglês que frequentam o vocabulário corporativo.  

B2B: sigla fonética de “business to business”. É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor. 

B2Cbusiness to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet.

Benchmark: parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas. 

Board: conselho diretor. 

Brainstorm: literalmente, significa “tempestade cerebral”. É uma reunião para se fazer exatamente isso: trocar ideias. 

Breakthrough: trata-se de um avanço em determinada área. 

Break even point: o momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram. 

Broad band: banda larga. 

Budget: orçamento. 

Buying in: compra (de uma empresa, por exemplo). 

Cash: dinheiro vivo. 

CEO – chief executive officer: É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal  executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte.

CFO – chief financial officer:  Um nome mais sofisticado para diretor de finanças. 

Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa. 

CHRO – chief human resources officer. É o cargo de diretor de recursos humanos. 

CIO – chief information officer: Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também chief imagination officer, termo criado pela fabricante americana de computadores.

Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal. 

CKO – chief knowledge officer: Responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização.

CMM: capacity maturity model: recurso para desenvolvimento de software.

CMO – chief marketing officer: Diretor de marketing. No BankBoston é o profissional responsável por cuidar também dos novos negócios e internet. 

Commodity: produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional. 

Consumer relationship Management: gerenciamento das relações com o cliente. 

Consumer understanding: conhecimento profundo a respeito dos clientes. 

COO – chief operating officer: executivo chefe de operações. Geralmente o braço direito dos CEO´s 

Core business: negócio principal da empresa. 

Corporate purpose: objetivo da empresa. 

Country-manager: diretor-geral para o país. 

CRO – chief risk officer:  Além de gerenciar o risco nas operações financeiras, o CRO também é responsável por analisar as estratégias do negócio, a concorrência e a legislação. 

CSO: chief security officer: Profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.

CTO – chief technology officer: Existe uma confusão muito grande. Geralmente o CTO  comanda a infra-estrutura da área de tecnologia. Enquanto o CIO o seu uso estratégico. 

Data-base marketing: marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa. 

Downsizing: redução no número de funcionários da empresa. 

Endomarketing: é uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos. 

ERPs: sistemas de gestão empresariais.

Factoring: prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré- datados de lojistas cobrando comissão. 

Fine tuning: sintonia fina, calibragem. 

Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram. 

Forecast: previsão. 

Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.

Headhunter: caça-talentos do mundo corporativo.

Income: renda. 

Intrapreneur (não confundir com entrepreneur): empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente. 

L.L.M: Master of Laws, mestrado em direito.

Market share: fatia de mercado. 

Markup: é um sobre-preço que se acrescentado ao preço final do produto (digamos, após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista). 

MBA: master of business administration, pós-graduação lato-sensu em administração de empresas. 

Networking: construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação.

Outplacement – prática gerencial de recursos humanos. Consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira.

Player: empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.

Sales manager: gerente de vendas.

Spread: taxa de risco.

Supply chain management: gerenciamento de cadeia de abastecimento.

Target: alvo.   

Trend: tendência. 

Turnover: rotatividade de mão-de-obra.  

Fonte: http://www.estudantesdeadm.com/products/dicionario-gest%C3%A3o-%E2%80%93-ingl%C3%AAs/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução de artigos científicos para a área de administração e muitas outras áreas. Aulas de Business English.

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A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?

Lingua inglesa é exigência para profissão com altos salários

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Todos sabem a importância de inglês para se posicionar bem no mercado de trabalho. E cada vez mais, recrutadores brasileiros estão mais criteriosos para contratar funcionários, o que torna o inglês um fator essencial para alguns setores.

Algumas das profissões com melhores salários pedem o inglês como pré-requisito. É o caso de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Gerente de Marketing e Eventos, Analista de Mídias Sociais, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior e Gerente de Recursos Humanos, dentre outros.

É o caso da jornalista Ana Souza, 35, que cursou mestrado em Londres e fez diversos cursos na Europa. “O ingles é sim ferramenta fundamental para que consigamos dar um up nas nossas carreiras. Dominando a língua, eu consegui me encaixar em cursos super importantes para o meu aprimoramento profissional”, assegurou.

“Um profissional com conhecimento de mais de um idioma tem, com certeza, mais chances de conseguir um bom emprego. É diferencial competitivo no momento de uma seleção”, explica a professora de Inglês e franqueada da Skill Idiomas em Manaus, Elizângela Araújo.

De acordo com ela, um bom curso de inglês requer ao menos um ano de aulas semanais e com método que inclua gramática, conversação e práticas presenciais. “Os cursos online exigem muita disciplina e, por isso, as aulas presenciais são as que melhor dão resultado.”

Fonte: http://www.portaldoholanda.com.br/

A importância da língua inglesa para o profissional de Agricultura de Precisão

 

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O mundo não tem se mostrado muito harmonioso ultimamente. Tivemos um mês de Fevereiro extremamente chuvoso, as inundações arrasaram a região serrana do Rio de Janeiro no começo deste ano. No cenário internacional também tem havido tsunamis, o Japão acabou de ser atingido por um terremoto de 8,9 pontos com dimensões catastróficas, em que até usinas nucleares explodiram. Além de toda essa desordem ambiental, os níveis de estoques dos produtos agrícolas estão baixos e os preços, subindo vertiginosamente. O algodão, por exemplo, subiu 60% nos últimos meses, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization (FAO).

Se por um lado, nada podemos fazer, pois os desastres ambientais, mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, apenas podem ser previstos, por outro lado, no que se refere à baixa dos níveis dos estoques de produtos agrícolas, muito pode ser feito. Podemos nos beneficiar da Agricultura de Precisão para agregar mais produção numa mesma área plantada. Portanto, para o aumento da produtividade, a AP é fundamental.

O Brasil, um país que se propõe a ser o celeiro do mundo no futuro, já vem se beneficiando desse novo olhar promissor para a agricultura, almejando uma produtividade cada vez mais alta, menos gastos com insumos, melhor aplicabilidade dos fertilizantes, maior aproveitamento da área, maior sustentabilidade para o meio ambiente, entre outros inúmeros benefícios que podemos mencionar no que se refere à AP.

É aqui que entra a importância da língua inglesa, pois além de ser a língua mais falada no mundo e a maior parte da produção científica estar em inglês, num mundo globalizado como o nosso tornou-se de supra importância ter conhecimento desse idioma também para a implementação da AP, uma vez que é necessário o uso de várias ferramentas das tecnologias de informação, a utilização de GPS (global positioning system), GIS (geographic information system), maquinário agrícola guiado por satélites, VRT (variable rate technology) e Yield monitor. É para o uso dessas tecnologias que o Inglês torna-se essencial.

Além da língua inglesa ser útil como ferramenta para traduzir toda essa tecnologia para que o produtor saiba utilizá-la corretamente, é essencial para ter acesso a todo esse conhecimento, traduzir manuais, saber utilizar softwares, analisar dados, entre tantas outras tarefas necessárias para lograr um aumento de produtividade de até 20% mais alimentos.

Um outro uso importante da língua inglesa é na troca de informações de pesquisas, pois muito já está sendo feito no exterior, onde existem regiões em que mais de 90% das fazendas já têm departamento de tecnologia de informação, mas num futuro bem próximo, com toda nossa extensão de terras, nossas pesquisas também vão ocupar um lugar de destaque e podemos fazer um intercâmbio de experiências com os outros países.

Os jovens que estão se preparando para trabalhar nessa área devem ter acesso ao aprendizado do Inglês que mostra-se como uma ponte para um mundo vasto de conhecimento. O profissional que não consegue entender a língua inglesa vai ter limitação para “digerir” toda a tecnologia de produtividade alcançada em países mais desenvolvidos e, consequentemente, não logrará implementar a AP, deixando que os concorrentes agreguem mais produtos no mesmo espaço de plantio, onde poderiam capitalizar lucros adicionais para o empresário agrícola que seria revertido para si próprio, melhorando sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.diadecampo.com.br

Mercado de trabalho exige outras línguas

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Ter fluência no idioma é questão de sobrevivência no mercado, exigindo que as escolas priorizem a conversação

O mercado de trabalho está a cada dia mais concorrido e apresentar uma língua estrangeira já não é mais diferencial, e sim, exigência para quem quer obter boa colocação e bom salário. Por isso, manter o currículo atualizado no que diz respeito a uma segunda, e até mesmo uma terceira língua, é fundamental.

De acordo com a assistente de recursos humanos de empresa de seleção e recrutamento com atuação em Uberaba, Uberlândia, Catalão (SP) e Ribeirão Preto (SP), Denise Lopes dos Santos, 10% das empresas exigem língua estrangeira no currículo. “Mas depende muito do ramo de atividade da empresa e do cargo a ser ocupado. Geralmente são empresas multinacionais com vagas no setor de compras, cargos de secretária e de analistas de recursos humanos.

Por exemplo, uma empresa local não vai exigir que um analista de recursos humanos saiba inglês, porque ele não terá contato com empresas de outros países. Em uma multinacional, a secretária, o analista fiscal e de recursos humanos, por exemplo, devem ter conhecimento em língua inglesa porque terão contato com fornecedores estrangeiros. Depois dela, vem a língua espanhola em razão do mercado na América Latina”, explica.

Rafael Queiroz, empresário do ramo de escola de idiomas em Uberaba, esclarece que as primeiras escolas de inglês no Brasil surgiram com a revolução industrial na década de 50, com objetivo de contratar pessoas que soubessem operar máquinas estrangeiras. Até a década de 80, o foco era na gramática, escrita, leitura e principalmente na tradução para atender essa demanda. “Com a globalização, a necessidade do mercado mudou. Falar inglês com fluência passou a ser mais importante, do que dominar as outras habilidades da língua. O inglês se tornou a língua oficial dos negócios, nos quais ter fluência no idioma é muito mais do que uma necessidade, é uma questão de sobrevivência no mercado”, alerta.

Apenas 2% da população brasileira estudam inglês em escolas de línguas, segundo o empresário, e dentro dessa porcentagem, apenas 0,5% desses alunos conseguem falar inglês fluentemente. “As escolas de línguas com metodologias tradicionais ocupam 90% do tempo do aluno com escrita e leitura, enquanto que para o treino da conversação são destinados apenas 10% da aula. O aluno permanece de modo passivo”, destaca Queiroz.

No entanto, o mercado tem feito as escolas se adaptarem. Atualmente, um funcionário permanece na mesma empresa por volta de três anos. “Isso faz com que qualquer tipo de curso, inclusive o de línguas, tenha que ser muito rápido. As empresas não esperam o funcionário obter conhecimentos para depois dar resultados financeiros e de produtividade”, alerta.

Fonte: http://jmonline.com.br

Qual a importância da língua inglesa no mercado de trabalho?

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Em um mundo cada vez mais conectado, a fluência no inglês é uma premissa básica para quem deseja evoluir no mercado de trabalho

Você tem todas as qualificações, sólida formação e uma considerável experiência, mas não fala inglês. Este detalhe pode, realmente, fazer toda a diferença entre conseguir ou não o emprego dos seus sonhos. E não se trata apenas de um capricho das empresas: em um mundo cada vez mais conectado, ter fluência na língua estrangeira, considerada número um do mundo dos negócios, é muito importante.

O profissional não precisa sentir-se inibido diante da constatação de que não tem dentre as suas habilidades a fluência em inglês. Pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros das classes A e B (as que contam com maiores oportunidades financeiras) sabem falar o idioma. Este dado aponta para uma tendência cultural de não enxergar o aprendizado do inglês como uma prioridade. Associa-se a este fator o deficitário sistema educacional brasileiro que, principalmente nas escolas públicas, oferece um conhecimento vago e escasso para o aprendizado da língua.

Independente deste contexto, o mercado de trabalho no Brasil segue a tendência mundial. Mesmo quando consegue um emprego, o profissional que não fala inglês ganhará menos do que aquele que fala. Pesquisas apontam que esta diferença pode chegar a 65% em um cargo de supervisão.

Portanto, falar inglês é imprescindível para quem realmente almeja evoluir profissionalmente ou obter o máximo de ganhos com o seu trabalho. Muitas são as empresas que, mesmo nacionais, fazem negócios com parceiros ao redor do globo. Com a internet, as relações internacionais também foram facilitadas, expandindo os horizontes de negociações e trocas de informações entre profissionais de países distintos. E o idioma para a comunicação entre eles é, na grande maioria das vezes, o inglês.

Para quem quer aprender, o primeiro passo é buscar, em escolas especializadas ou na internet, testes que atestem o seu nível. A partir daí, tomada a decisão de avançar no aprendizado da língua, podem-se escolher caminhos diferentes – desde aulas particulares ou em grupos, até as tradicionais escolas de inglês. O curso online é outra novidade bem-vinda, com sua flexibilidade de horário e local.

A internet também pode ser um canal para a prática do inglês: em sites especializados como o Livemocha é possível encontrar pessoas de várias partes do mundo interessadas em conversar em uma língua estrangeira específica. Batendo um papo com nativos de países de língua inglesa será possível, com o tempo, atingir um grau maior de desinibição e segurança. Cursos especiais para profissionais, presenciais ou online, ajudam a aprimorar o uso de termos corporativos e/ou mais ligados ao seu ramo de atuação.

Depois de iniciada esta jornada, o importante é não desistir. Mesmo que em alguns momentos possam surgir dificuldades ou inibições, o profissional deve ter em mente os benefícios e resultados positivos que a fluência na língua inglesa poderá trazer.

Fonte: http://www.mundocarreira.com.br