Conheça as famosas comidas típicas da Alemanha

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Difícil encontrar alguém que não fique satisfeito com as comidas típicas da Alemanha. Marcada por pratos robustos, a gastronomia alemã é lembrada pelos ingredientes marcantes.

De fato, a culinária do país não está entre as mais sofisticadas do mundo. Mas nem por isso é menos deliciosa.
Nos pratos típicos da Alemanha, os protagonistas são a carne de porco, o repolho, a batata e as salsichas.

No Brasil, é bem fácil encontrar essas delícias emcidades colonizadas pelos alemães, que mantêm algumas de suas tradições, como Blumenau (SC) e os municípios da Rota Romântica, como Morro Reuter e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul.

Se você vai visitar a Alemanha em breve, simplesmente não pode deixar de experimentar os comidas típicas da cozinha germânica. A seguir, vamos falar um pouquinho sobre eles.
5 comidas típicas da Alemanha para experimentar

Não se deixe assustar pelos nomes estranhos: a culinária da Alemanha tem alguns sabores parecidos com os do Brasil e, certamente, pelo menos um dos pratos típicos abaixo vai agradar você. Certifique-se de prová-los:

1. Bratkartoffeln

Batata alemã
Batatas protagonizam os pratos típicos da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

A essência desse prato típico da Alemanha é a batata, um dos ingredientes mais consumidos no território germânico.

Bratkartoffeln é simplesmente um cozido feito com batatas e especiarias, como cebola, bacon, alho e sal. Trata-se de uma receita simples, mas bastante comum nas casas dos alemães.

A batata também protagoniza outros pratos interessantes, como o Kartoffelpuffer (que consiste em uma mistura de batatas raladas com farinha de trigo, ovos e tempero, formando uma espécie de panqueca) e a Kartoffelsalat, a famosa salada de batatas.

2. Sauerkraut

sauerkraut
Sauerkraut é o legítimo chucrute alemão. Foto: iStock, Getty Images

Na tradução literal, Sauerkraut é o tradicionalchucrute – elaborado com a partir da conserva de repolho fermentado.

A receita tradicional tem um toque bem azedinho. Geralmente, ele é servido como acompanhamento de alguma carne de porco.

3. Eisbein

Eisban
Joelho de porco é outro ingrediente tradicional consumido pelos alemães. Foto: iStock, Getty Images

Esta é uma comida típica alemã que costuma causar certo estranhamento aos estrangeiros. Eisbein nada mais é do que o joelho de porco cozido, um prato muito tradicional da Alemanha.

Ele normalmente é preparado com especiarias e servido com batatas e chucrute.

Já a versão assada da carne é chamada de Schweinshaxe – e também é bastante popular nos restaurantes alemães.

4. Wurst

Wurst
Salsichas alemãs são consumidas em todo o território germânico. Foto: iStock, Getty Images

Impossível falar em Alemanha sem mencionar o Wurst. Na verdade, esse é um termo genérico para se referir às salsichas alemãs.

Há mais de 1500 diferentes tipos delas no país, elaboradas com ingredientes como carnes nobres de porco, vaca, vitela ou até uma combinação entre todas.

Dependendo do método de fabricação, o Wurst pode se parecer mais com uma linguiça, uma salsicha ou um patê.

Os tipos mais consumidos em solo alemão variam de acordo com a região. A Frankfurter e a Krakauer, por exemplo, são salsichas de coloração bemavermelhada.

Em Berlim, é fácil encontrar a Currywurst, que é fatiada e temperada com molho curry. Já no sul da Alemanha, fazem mais sucesso as salsichas brancas. Experimente todas para escolher sua favorita!

5. Käsespätzle

Spaetzle
Spätzle é uma massinha típica da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

Outra comida típica deliciosa da Alemanha para incluir no seu itinerário gastronômico é a Käsespätzle.

Trata-se de um prato bem comum na região sul do país, perto de Stuttgart, que consiste em uma massinha feita com farinha de trigo e ovos, cozida em água fervente e acompanhada de um molho de queijo.

Conforme manda a tradição, a massa é servida direto da panela quente, o que garante um charme todo especial ao prato.

Fonte: https://mapadomundo.org/alemanha/comidas-tipicas-da-alemanha/

Infraero investe tecnologia BIM no Aeroporto de Londrina

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A Infraero iniciou a utilização da metodologia BIM em seus processos. O projeto-piloto, denominado de Aeroporto Digital, está sendo implantado no Aeroporto de Londrina (PR), e servirá de modelo para os demais terminais da Rede, além de ser referência para os aeroportos concedidos pelo país.  

BIM (do inglês Building Information Modeling), ou Modelagem da Informação da Construção, é um conjunto de tecnologias e processos integrados, que permite a criação, a utilização e a atualização de modelos digitais de uma construção, de modo colaborativo, de forma a servir a todos os participantes do empreendimento durante todo o ciclo de vida do ativo. Trata-se de umfacilitador estratégico para melhor tomada de decisão tanto para edificações, quanto para empreendimentos de infraestrutura. Pode ser aplicado a novos projetos de construção, e fundamentalmente, o BIM pode ser utilizado para reformas e manutenção do ambiente construído – a maior parte do setor público.  

O uso da metodologia BIM vem ao encontro da nova identidade da INFRAERO. A companhia pretende estimular o crescimento econômico e a competitividade. Esses programas serão realizados enquanto entrega valor para o dinheiro público, por meio da introdução mais ampla do BIM.  A empresa vem sendo proativa em promover o uso do BIM para entregar ativos públicos com valor agregado. Além de realizar suas operações para assegurar os benefícios econômicos, ambientais e sociais. 

Início por Londrina

O projeto piloto Aeroporto Digital consiste num ambiente comum de dados em modelo digital 3D do Aeroporto de Londrina. Incluem dados do sítio aeroportuário e das edificações e que são acessíveis por aplicativos dentro de uma plataforma única de informações. A iniciativa conta ainda com a integração do modelo BIM com o Sistema de Informações Geográficas (SIG), desenvolvido em uma base de integração para compartilhar dados dinamicamente e permitir a compreensão de todo o aeroporto por todas as partes relacionadas, eliminando dados redundantes e melhorando eficiência operacional. Nela, a representação do mundo real em ambiente 3D  reúne dados sobre todas as instalações do sítio aeroportuário. E deverá permitir, futuramente, a integração com dados do próprio município. 

Expectativa

O projeto prevê uma economia anual de até R$ 540 mil para o aeroporto. Ação acontece por meio da diminuição dos custos de cadastramento, projeto e manutenção; do aprimoramento da operação aeroportuária, da gestão de informações e do aumento da rentabilidade comercial. Além da diminuição de paradas de equipamentos e agilidade em processos fundiários que terão os cálculos efetuados após a conclusão do projeto. 

A metodologia vai integrar as várias áreas do Aeroporto de Londrina. Projetos que contribuem para uma modelagem de edificações e de infraestrutura com dados únicos e centralizados, em que será possível fazer de forma mais eficiente os seguintes estudos:

  • ampliação aeroportuária
  • pesquisas de demanda
  • capacidade e fluxos de passageiros
  • servir de repositório central de mapas, infraestruturas, edificações, sistemas prediais, dados de gerenciamento de instalações, entre outros. 

Para o desenvolvimento do projeto, foram definidas três fases:

  • plano de Gerenciamento do Projeto
  • modelagem 3D do sítio aeroportuário de Londrina
  • plataforma de Integração Aeroportuária.

No acompanhamento das atividades, há uma equipe técnica especializada. Os profissionais são de diversas áreas da Infraero, de várias regiões do Brasil. Entre eles arquitetos, engenheiros (civis, eletricistas, eletrônicos, mecânicos, cartógrafos), analistas de sistemas, especialista em navegação aérea, técnicos em edificações e desenhistas. 

Quebra de paradigmas e mudanças na cultura organizacional 

A adoção da tecnologia BIM também é essencial para a mudança e quebra de paradigmas em um setor intensivo em mão de obra com forte impacto social. No Brasil, a cultura vigente prioriza decisões tomadas durante a obra, em detrimento das análises e simulações feitas nas etapas de planejamento e projeto, o que acarreta no aumento de custos, de retrabalhos e em mais desperdício, fatores que podem levar, inclusive, ao atraso no cronograma estabelecido.  

A grande vantagem do BIM reside na informação centralizada, confiável e disponível a qualquer tempo. Isto facilita o momento de tomada de decisão durante todo o ciclo de vida do ativo.

Outros benefícios do BIM são elaboração e gestão de projetos mais precisos, possibilidade de simular as mais diversas etapas dos empreendimentos, a identificação e eliminação de conflitos antes mesmo do início de uma obra, redução dos prazos e custos e maior consistência de dados e informações sobre as iniciativas da empresa, além da preparação para a gestão de ativos. Juntos, todos esses aspectos contribuem para uma maior transparência nas contratações públicas e privadas. Além disso, futuramente estão previstos estudos para aprimoramento de gestão operacional e certificação ambiental dos aeródromos. 

BIM pelo mundo

A tecnologia BIM já é amplamente utilizada em diversos países tanto pelo poder público como pelo setor privado. O governo britânico, por exemplo, conta com um Programa BIM, sendo sua difusão e obrigatoriedade instituídos desde 2016. O projeto registrou a meta de redução de 15% nos custos das obras governamentais. Apenas nos últimos três anos, o governo daquele país investiu 15 milhões de libras esterlinas em normas e ações de difusão da tecnologia e seus procedimentos. Há dois anos, o Reino Unido possui convênio de cooperação com o governo brasileiro para troca de experiências em obras governamentais dos dois países.   

Outro exemplo de bons resultados foi a construção da nova linha de metrô Elizabeth Line,  em Londres. O projeto, da estatal britânica Crossrail, foi integralmente executado em BIM, incluindo planejamento, design e acompanhamento da obra. O modelo 3D produzido permitirá ao operador controlar todos os sistemas e componentes elétricos, mecânicos e eletrônicos presentes nas 40 estações. Além de inspecionar 21 Km de túneis da nova linha. Com isso, a pretende aumentar a eficiência energética e o aprimoramento tanto da segurança operacional quanto da operação em si.  

A Infraero optou por adquirir para seu parque tecnológico as mesmas soluções utilizadas no projeto britânico. De forma a aproveitar as melhores referências e lições aprendidas em transportes, logística e infraestrutura. 

fonte: https://diariodoturismo.com.br/infraero-investe-tecnologia-bim-no-aeroporto-de-londrina/