Como são feitas as legendas de filmes e séries?

Traduzir o roteiro é só o começo: há diversas adaptações necessárias, tanto técnicas quanto culturais, e tudo é revisado com afinco

Elas são encomendadas pelas distribuidoras a empresas especializadas (que possuem times de tradutores freelancers) ou então diretamente a esses profissionais. Embora existam muitos estúdios de tradução e legendagem (e que às vezes também fazem dublagem), o aumento da produção de conteúdos e a variedade de mídias (TV, Blu-ray, cinema, streaming…) tem feito os canais e as produtoras preferirem cada vez mais gerenciar a produção de legendas via plataformas online, sem precisar contratar estúdio. Os profissionais passam por testes de capacidade que avaliam sua experiência, seu conhecimento em línguas e, principalmente, sua carga cultural na língua que será traduzida. Diploma pode ajudar, mas não é obrigatório. Em média, por mês, cada produtora é responsável pela tradução de 15 séries de TV e mais de 200 horas de filmes.

1. Quando a produtora recebe o pedido de legendagem, começa o processo de seleção dos profissionais que farão a versão brasileira. Cada produto possui um determinado perfil de tradutor: além de experiência e conhecimento nas línguas, a afinidade do candidato com o tema do material e seu repertório são decisivos para garantir um bom trabalho de tradução

2. O material recebido pela produtora é assistido de cabo a rabo para determinar os pontos de entrada e saída de cada legenda (timing). Existe um profissional específico, o marcador, para esse trabalho. Ele informa ao software a posição e o momento exatos em que cada legenda deve aparecer e desaparecer

3. Geralmente o tradutor tem acesso ao material audiovisual e ao seu roteiro para garantir uma tradução fiel. Em alguns casos, como nas séries House e Law & Order, a produtora consulta médicos e advogados para traduzir termos técnicos usados na série. É comum que os tradutores conversem com fãs-clubes para acertar o tom dos diálogos ou tenham um glossário de termos técnicos para determinadas séries

4. A tradução deve sempre ser fiel ao roteiro e passa por diversas adequações: para que a legenda seja legível, há um limite de caracteres por linha (CPL) e por segundo (CPS) em cada mídia. Exemplo: Game of Thrones tem limite de 32 CPL na TV e até 42 no Blu-ray. São regras diferentes para mídias distintas e a HBO encomenda as duas legendas. Termos gringos são regionalizados, marcas e merchandising nos diálogos são anulados e os palavrões são amenizados. Mas há distribuidoras que pedem que o conteúdo impróprio seja mantido para não descaracterizar o material

5. O prazo para produção das legendas varia entre 5 e 7 dias, dependendo do produto. Em casos extremos, o tradutor tem só dois dias. Nos blockbusters e nas séries exibidas em paralelo no Brasil e nos EUA (simulcast), como Game of Thrones, alguns estúdios fazem uma tradução às cegas, usando só os roteiros enviados pela distribuidora, sem assistir ao episódio ou filme

6. Quando a produtora faz as legendas para um filme ou série, ela cede os direitos de exibição apenas para quem a contratou. Por essa razão, é comum que filmes e séries sejam relegendados e até redublados, pois é muito mais barato (e menos burocrático) refazer tudo do que comprar os direitos de exibição da legenda de outro canal

Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/cinema-e-tv/como-sao-feitas-as-legendas-de-filmes-e-series/

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São Paulo – Se este artigo fosse sobre a importância de falar mais de um idioma — em especial o inglês — para conseguir um bom emprego ou construir uma carreira, ser ia apenas mais um entre tantos, e você já estaria entediado, pensando: “OK, já sei…” Mas não é.

É sobre por que dominar um segundo idioma é fundamental, mesmo que você não trabalhe em uma multinacional nem atenda turistas. Nesses casos, está claro que se comunicar em outro idioma é competência crítica. Mas e nas outras empresas e nos outros trabalhos, em que a chance de dizer good morning, buenos dias ou guten Tag é remota?

Por que continua sendo importante ter algum nível de bilinguismo? Há pelo menos três explicações: a primeira é cultural, a segunda é pragmática e a terceira é cerebral.

Do ponto de vista cultural, o que se leva em consideração é que, se você fala inglês ou outra língua, é porque estudou mais e, nesse caso, tem mais conhecimento.

O domínio de línguas estrangeiras seria, então, um sinal da qualificação cultural do candidato, coisa que jamais é desconsiderada na hora da seleção de emprego. Quanto à questão pragmática, basta citar o seguinte: se você digitar noGoogle a frase “como alavancar resultados”, terá como resposta um pouco menos de 2 milhões de links, mas, se escrever “how to leverage results”, encontrará mais de 50 milhões.

Sim, a biblioteca virtual é imensamente maior se acessada em inglês. O mundo é consideravelmente maior para quem tem menos barreiras de comunicação. E ainda tem a questão cerebral-cognitiva.

A neurociência nos explica que usamos a parte frontal do cérebro para aprender por meio das emoções, que acionamos as partes laterais quando aprendemos por estímulos auditivos e que, quando aprendemos por meio de imagens, é a parte posterior do cérebro que funciona.

Já para aprender idiomas usamos o cérebro inteiro. Em outras palavras, pessoas que falam mais de uma língua costumam ter o cérebro mais elástico, com melhor qualidade dedutiva e maior potencial para aprender outras coisas.

É por isso que ter domínio do inglês (pelo menos) é qualidade desejada e é vantagem competitiva, especialmente em um país em que apenas 3% da população afirma ter algum conhecimento da língua de Shakespeare, e apenas 1% de fato o tem. Think about it!

Fonte: http://exame.abril.com.br

EUA são o destino favorito de turistas brasileiros

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Na hora de escolher onde passar férias no exterior, brasileiros têm preferência pelos Estados Unidos. Orlando, Miami e Nova York são as cidades mais procuradas.

Os Estados Unidos são o destino internacional favorito dos brasileiros. É o que mostram dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) e do Ministério do Turismo. Em 2013, mais de 2 milhões de turistas brasileiros desembarcaram no país norte-americano. Depois dos Estados Unidos, os países mais visitados por brasileiros nos últimos anos foram Argentina e França.

Segundo dados da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, desde 2005, o número de vistos emitidos para brasileiros vem crescendo e ultrapassando marcas. Em 2012, foram 1,039 milhão. Em 2014, novo recorde, com a emissão de 1,075 milhão de autorizações.

O site Hoteis.com, que oferece serviço de reserva de hospedagem em vários países, desenvolveu um relatório, o Hotel Price Index (HPI), que aponta Orlando, Nova York e Miami como as cidades que mais receberam brasileiros em 2014.

Localizadas no estado americano da Flórida, as cidades de Orlando e Miami são destinos turísticos tradicionais por conta de centros de compras e parques temáticos – como Walt Disney World, Universal Studios, Sea World, Wet’n’Wild, entre outros. A grande presença da comunidade latino-americana – incluindo milhares de brasileiros – na Flórida transformam Miami e Orlando em cidades ondes os brasileiros têm facilidade de atendimento e comunicação.

Nova York tem uma histórica diversidade étnica, o que faz da cidade – apelidada de Grande Maçã – uma das capitais mais ecléticas do mundo. Além de seus diversos museus, centros culturais, casa de espetáculo, restaurantes renomados e lojas de grife, Nova York tem como atrativos a Estátua da Liberdade, o Central Park e as badaladas avenidas Times Square e Broadway.

Outras cidades americanas muito procuradas por brasileiros são Las Vegas, conhecida pelos cassinos, e Los Angeles e San Francisco, ambas no estado litorâneo da Califórnia.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/turismo/2015/06/eua-sao-o-destino-favorito-de-turistas-brasileiros

Os Melhores Lugares para se Morar nos Estados Unidos

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Todo ano a Money Magazine publica uma lista dos melhores lugares para se morar nos Estados Unidos.  A lista considera uma série de fatores para computar um índice que é usado para medir as qualidades desses lugares.  Entre esses fatores estão incluídos o aspecto financeiro, moradia, educação, qualidade de vida, cultura e lazer, temperatura, e saúde.

O critério financeiro inclui medidas tais como a renda média dos moradores, os impostos, preço de seguro de carro, e as possibilidades de empregos.   Em termos de moradia, são calculados os preços das casas e os impostos prediais.  Quanto à educação é levado em consideração o número de universidades, escolas técnicas, e as notas da população em provas padrão.  Quanto à qualidade de vida, considera-se a qualidade do ar, o índice de criminalidade, e o trânsito.  Em termos de cultura e prazer mede-se o número de cinemas e teatros, bibliotecas, restaurantes e bares, parques públicos com campo de golfe, e o apoio financeiro às artes.  Quanto ao tempo, mede-se a quantidade de precipitação anual, e as temperaturas médias e extremas no verão e no inverno.  Finalmente, em termos de saúde, é medido o número de residentes que tem um plano de saúde, a taxa de obesidade, e o grau de ocorrência de enfermidades tais como diabete e hipertensão.

Aqui vai então a lista de melhores lugares para se morar nos Estados Unidos em 2008 de acordo com a Money Magazine:

  1. Plymouth, MN
  2. Fort Collins, CO
  3. Naperville, IL
  4. Irvine, CA
  5. Franklin Township, NJ
  6. Norman, OK
  7. Round Rock, TX
  8. Columbia/Ellicot City, MD
  9. Overland Park, KS
  10. Fishers, IN

A cidade vencedora, Plymouth, que fica no estado de Minnesota, foi considerada a vencedora por causa de suas ótimas escolas, bons empregos, casas com preços razoáveis, e bastante atividade cultural.  A única desvantagem de Plymouth é um inverno bastante rigoroso, onde a temperatura média fica em tono de -10 graus Celsius.

Aqui vão algumas estatísticas interessantes da cidade vencedora:

Renda média anual                                         $ 111.631

Imposto de renda estadual                            5,35 – 7,5%

Imposto sobre venda de mercadorias          6,65%

Preço médio de uma casa                               $288.950

Número de universidades na área                27

Qualidade do ar                                                70%

Incidência de crime por 1.000 habitantes   2

Idade média                                                      37,8

Geralmente as lista publicadas por revistas, tais como essa da Money Magazine, são um tanto subjetivas, pois os critérios escolhidos e com mais peso nem sempre são aqueles que se encaixa ao seu gosto.  Porém, essas listas podem ser usadas para lhe dar uma idéia de bons lugares para se morar, e podem ser usadas também para comparar as estatísticas dos melhores lugares com as da sua própria cidade.

Fonte: http://www.brasileirosnosestadosunidos.com/os-melhores-lugares-para-se-morar/

Quando não usar GOOD MORNING/NIGHT em inglês

Espanglish (www.espanglish.com.br) apresenta este vídeo. Nele um jovem americano explica as regras sobre quando e como cumprimentar em inglês.

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Diferenças entre BRASILEIRO e AMERICANO

Cintya Sabino é uma moça que a partir de suas experiências detalha várias diferenças culturais entre Estados Unidos e Brasil. Este vídeo de 7 anos é bem interessante e nos ensina muita coisa. Confira!

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