Conheça as famosas comidas típicas da Alemanha

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Difícil encontrar alguém que não fique satisfeito com as comidas típicas da Alemanha. Marcada por pratos robustos, a gastronomia alemã é lembrada pelos ingredientes marcantes.

De fato, a culinária do país não está entre as mais sofisticadas do mundo. Mas nem por isso é menos deliciosa.
Nos pratos típicos da Alemanha, os protagonistas são a carne de porco, o repolho, a batata e as salsichas.

No Brasil, é bem fácil encontrar essas delícias emcidades colonizadas pelos alemães, que mantêm algumas de suas tradições, como Blumenau (SC) e os municípios da Rota Romântica, como Morro Reuter e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul.

Se você vai visitar a Alemanha em breve, simplesmente não pode deixar de experimentar os comidas típicas da cozinha germânica. A seguir, vamos falar um pouquinho sobre eles.
5 comidas típicas da Alemanha para experimentar

Não se deixe assustar pelos nomes estranhos: a culinária da Alemanha tem alguns sabores parecidos com os do Brasil e, certamente, pelo menos um dos pratos típicos abaixo vai agradar você. Certifique-se de prová-los:

1. Bratkartoffeln

Batata alemã
Batatas protagonizam os pratos típicos da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

A essência desse prato típico da Alemanha é a batata, um dos ingredientes mais consumidos no território germânico.

Bratkartoffeln é simplesmente um cozido feito com batatas e especiarias, como cebola, bacon, alho e sal. Trata-se de uma receita simples, mas bastante comum nas casas dos alemães.

A batata também protagoniza outros pratos interessantes, como o Kartoffelpuffer (que consiste em uma mistura de batatas raladas com farinha de trigo, ovos e tempero, formando uma espécie de panqueca) e a Kartoffelsalat, a famosa salada de batatas.

2. Sauerkraut

sauerkraut
Sauerkraut é o legítimo chucrute alemão. Foto: iStock, Getty Images

Na tradução literal, Sauerkraut é o tradicionalchucrute – elaborado com a partir da conserva de repolho fermentado.

A receita tradicional tem um toque bem azedinho. Geralmente, ele é servido como acompanhamento de alguma carne de porco.

3. Eisbein

Eisban
Joelho de porco é outro ingrediente tradicional consumido pelos alemães. Foto: iStock, Getty Images

Esta é uma comida típica alemã que costuma causar certo estranhamento aos estrangeiros. Eisbein nada mais é do que o joelho de porco cozido, um prato muito tradicional da Alemanha.

Ele normalmente é preparado com especiarias e servido com batatas e chucrute.

Já a versão assada da carne é chamada de Schweinshaxe – e também é bastante popular nos restaurantes alemães.

4. Wurst

Wurst
Salsichas alemãs são consumidas em todo o território germânico. Foto: iStock, Getty Images

Impossível falar em Alemanha sem mencionar o Wurst. Na verdade, esse é um termo genérico para se referir às salsichas alemãs.

Há mais de 1500 diferentes tipos delas no país, elaboradas com ingredientes como carnes nobres de porco, vaca, vitela ou até uma combinação entre todas.

Dependendo do método de fabricação, o Wurst pode se parecer mais com uma linguiça, uma salsicha ou um patê.

Os tipos mais consumidos em solo alemão variam de acordo com a região. A Frankfurter e a Krakauer, por exemplo, são salsichas de coloração bemavermelhada.

Em Berlim, é fácil encontrar a Currywurst, que é fatiada e temperada com molho curry. Já no sul da Alemanha, fazem mais sucesso as salsichas brancas. Experimente todas para escolher sua favorita!

5. Käsespätzle

Spaetzle
Spätzle é uma massinha típica da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

Outra comida típica deliciosa da Alemanha para incluir no seu itinerário gastronômico é a Käsespätzle.

Trata-se de um prato bem comum na região sul do país, perto de Stuttgart, que consiste em uma massinha feita com farinha de trigo e ovos, cozida em água fervente e acompanhada de um molho de queijo.

Conforme manda a tradição, a massa é servida direto da panela quente, o que garante um charme todo especial ao prato.

Fonte: https://mapadomundo.org/alemanha/comidas-tipicas-da-alemanha/

Cultura Russa: História, Fatos, Costumes e Tradições

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A cultura russa tem uma longa e rica história cultural. Ela é impregnada de literatura, balé, pintura e música clássica. Enquanto pessoas de fora podem ver o país como monótono, a Rússia tem um passado cultural muito visual.

Prova disso são seus trajes folclóricos coloridos e até seus símbolos religiosos ornamentados. Aqui está uma breve visão geral dos costumes e tradições russas.

A pátria

A cultura russa valoriza a pátria e a família. O domínio soviético deixou sua impressão na cultura, criando um medo fundamental e desconfiança daqueles que estão fora da família. O Partido Comunista governou a Rússia e os territórios vizinhos por mais de 70 anos. Ele os uniu à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). A União Soviética se separou em 1991.

Os desafios enfrentados pelas famílias no comunismo deixaram os indivíduos altamente dependentes do apoio da família. Isso muitas vezes exigia a combinação de recursos para sobreviver. Foi criado uma cultura que valoriza muito a família e mantém amizades próximas.

Quando muitas pessoas pensam na Rússia, pensam em vastas tundras congeladas. Isso não é tudo que existe na geografia do país. Existem planícies, taigas, estepes, planícies e montanhas.

Por exemplo, em 2017, o vulcão russo chamado Kambalny entrou em erupção após quase 250 anos de dormência. A erupção foi uma surpresa e a nuvem de fumaça pôde ser vista do espaço.

Outra característica surpreendente da geografia da Rússia é o Lago Baikal. É o maior lago do mundo e detém 20% do suprimento mundial de água doce. É também o lago mais antigo do mundo. É o lar de aproximadamente 1.700 a 1.800 espécies endêmicas de plantas e animais.

População e composição étnica

A Rússia é o maior país do mundo em termos de território. Ele tem uma área total de 17.098.242 quilômetros quadrados. Em comparação, os Estados Unidos tem 9.826.675 quilômetros quadrados.

De acordo com dados de 2016 do Banco Mundial, a população da Rússia é de mais de 144.000.000. A população dimimuiu, já que seu pico foi de 148.689.000 em 1992.

A Rússia abriga pelo menos 190 grupos étnicos, segundo a BBC. A Agência Central de Inteligência (CIA) informa que 77,7% dos russos são descendentes de russos.

O restante da população consiste em 3,7% de tártaros, 1,4% de ucranianos, 1,1% de chechenos, 1% de chuvache, 1% de chechenos e 10,2% de outros, enquanto 3,9% não são especificados.

Línguas

Enquanto o russo é a língua oficial, muitos russos também falam inglês como segunda língua. Mais de 100 línguas minoritárias são faladas na Rússia hoje, de acordo com a BBC. O mais popular é o Dolgang, falado por mais de 5,3% da população do país, segundo a CIA.

Outras línguas minoritárias incluem o tártaro, o ucraniano, o chuvache, o bashir, o mordvin e o checheno. Embora essas populações minoritárias respondam por uma pequena porcentagem da população total da Rússia, essas línguas são proeminentes em áreas regionais.

Religiões

A religião sempre foi um componente primário da vida russa, mesmo em tempos de opressão. Existem quase 5.000 associações religiosas registradas na Rússia. Mais da metade segue a Igreja Ortodoxa Russa, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Federação Russa. O Islã é a segunda maior religião, com cerca de 10% a 15% dos russos.

A terceira religião mais popular na Rússia depois do cristianismo e do islamismo é o tengrismo. É uma forma de religião pagã, animista e xamânica. O tengrismo origina-se das populações turca e mongol da Ásia Central e tem desfrutado de um renascimento em partes da Rússia.

Artes, literatura e arquitetura

O balé é uma forma de arte popular notável vinda da Rússia. Fundado em 1776, o Bolshoi Ballet é uma companhia de balé clássico baseada no Teatro Bolshoi em Moscou e conhecida em todo o mundo. O Ballet Mariinsky em São Petersburgo é outra famosa companhia de balé na Rússia.

Peter Ilyich Tchaikovsky, um compositor russo do século 19, é mundialmente conhecido por “O Lago dos Cisnes” e a “Abertura de 1812”, entre outras peças.

A literatura russa também teve impacto mundial, com escritores como Leon Tolstoi (“Anna Karenina” e “Guerra e Paz”) e Fiodor Dostoiévski (“Crime e Castigo” e “Os Irmãos Karamazov”).

Bonecas russas são símbolos bem conhecidos do país. Esses conjuntos de bonecos, conhecidos como bonecas matrioshkas, consistem em uma figura de madeira que pode ser separada para revelar outra versão menor da mesma imagem, e assim por diante.

Geralmente são seis ou mais bonecos aninhados um dentro do outro. A pintura de cada boneca, que pode ser extremamente elaborada, geralmente simboliza uma camponesa russa em trajes tradicionais.

Comida e bebida russa

Um dos alimentos russos tradicionais mais conhecidos que podem parecer estranhos para alguém de fora é o borsch, também escrito borscht. Esta é uma sopa de beterraba que é cheia de legumes e carne e é normalmente servida com creme azedo.

Pirozhkis são pequenos pães assados que podem ser recheados com batatas, carne, repolho ou queijo. Eles não devem ser confundidos com pierogis, que são bolinhos poloneses, cozidos e depois fritos e recheados com carne, queijo, batatas ou chucrute.

Caviar, ou Ikra, tradicionalmente feito a partir de ovos de esturjão encontrados no Mar Negro ou no Mar Cáspio, é frequentemente servido em pão escuro, crocante ou com blini, que são semelhantes a panquecas ou crepes.

Blini também são servidos enrolados com uma variedade de recheios, variando de geleia de queijo e cebola, ou até mesmo xarope de chocolate.

Vodka é uma bebida alcoólica popular tradicionalmente feita a partir da destilação de batatas fermentadas. Cerveja e chá também são amplamente consumidos.

Folclore e feriados

A Rússia tem uma rica tradição de contos populares que derivam de vários mitos e tradições eslavas. Os personagens folclóricos russos são muito coloridos.

Por exemplo, a Baba Yaga é uma velha bruxa que vive na floresta em uma casa. Ela descansa sobre em um local cercado por crânios e ossos. Outro conto fala do Pássaro de Fogo, uma criatura encantada com plumagem de fogo que é muito difícil de capturar. Sua captura ou a de uma de suas penas é muitas vezes o desafio do herói.

Tanto o Baba Yaga quanto o Pássaro de Fogo podem ser bons ou maus, aterrorizantes ou benevolentes. Eles podem conceder encantamentos favoráveis ou hostis. Acima de tudo, eles nunca devem ser antagonizados.

Alguns russos comemoram o Natal em 7 de janeiro. A data segue o calendário juliano usado pela Igreja Ortodoxa Russa. Outros países celebram a data em 25 de dezembro.

O Dia da Rússia é comemorado em 12 de junho. Isso marca o dia em que o parlamento russo declarou formalmente a soberania russa da URSS, em 1990. Inicialmente, foi nomeado Dia da Independência da Rússia, mas foi renomeado para Dia da Rússia, um nome sugerido por Boris Yeltsin, em 2002.

Fonte: https://www.google.com/amp/s/escolaeducacao.com.br/amp/cultura-russa-historia-fatos-costumes-e-tradicoes/

Igreja da Inglaterra instala campo de golfe dentro do templo

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Rochester Cathedral vista por fora

Para atrair mais visitantes, a segunda catedral mais antiga da Inglaterra instalou um campo de minigolfe dentro da igreja e isso tem desagradado muitos os fiéis da Catedral de Rochester.

O campo de golfe foi montado para este verão (até 1º de setembro) com o objetivo de “incentivar os jovens a aprender mais sobre a engenharia por trás das pontes”, segundo o reverendo Rachel Philips, porta-voz da igreja, “por mais de 1.400 anos, a Catedral de Rochester tem sido um centro de aprendizado para a comunidade”.

fonte: https://www.gospelprime.com.br/igreja-historica-instala-campo-de-minigolfe-dentro-do-templo-e-gera-polemica-na-inglaterra/

Recurso exclusivo dos Pixel Buds, tradução simultânea é liberada para fones de ouvido concorrentes

 

Lançados há pouco mais de um ano, os Pixel Buds – o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Google, chegaram ao mercado trazendo novidades surpreendentes: além de ter suporte ao Google Assistente, os novos fones traziam um módulo de tradução simultânea do Google Tradutor, permitindo, pelo menos no papel, que o usuário pudesse ter uma conversa mais fluída com alguém que não falasse a sua língua.

Após a chegada da novidade ao mercado, outras marcas como LG, Bose, Sony e JBL também fizeram as suas aparições e lançaram fones com Google Assistente, mas sem a presença do módulo de tradução, deixando a função exclusiva ao produto do Google.

No entanto, segundo novas informações encontradas na página dos fones, no próprio site do Google, a gigante de buscas pode estar prestes a abrir mão da exclusividade. Com suporte a mais de 40 línguas, ao que parece o recurso poderá ser visto em breve em fones de outras marcas.

Antes descrita como “O Google Tradutor no Google Pixel Buds só está disponível em telefones Pixel”, a seção de compatibilidade recebeu algumas mudanças e agora tem a seguinte descrição: “O Google Tradutor está disponível em todos os fones de ouvido otimizados para o Assistente e telefones Android”.

Ou seja, apesar da compatibilidade do recurso continuar restrita a aparelhos com Android superior ao Marshmallow 6.0, ela já está, ou ficará em breve, disponível para todos os dispositivos que possuem suporte ao Google Assistente. Com isso, se você tem algum fone com esse suporte, pode agendar a sua próxima viagem para o exterior e testar o novo recurso.

fonte: https://www.tudocelular.com/software/noticias/n131838/pixel-buds-traducao-simultanea-fones-de-ouvido.html

Hablas Português? Estrangeiros contam como é aprender o idioma

Os estudantes mexicanos Everardo Peraza, Leonardo Farias, Rodrigo Nava, Fernando Ramirez, Gerardo Aldrete e Carlos Santoscoy (da esquerda para a direita) |
Os estudantes mexicanos Everardo Peraza, Leonardo Farias, Rodrigo Nava, Fernando Ramirez, Gerardo Aldrete e Carlos Santoscoy (da esquerda para a direita)
IDIOMA
Hablas Português? Estrangeiros contam como é aprender o idioma
Gringos que moram em Curitiba contam que o portunhol é uma armadilha, que se confundem com o “pois não” e que até comprar pode ser embaraçoso

18/09/2014 08h36 Tatiana Marotta, especial para a Gazeta do Povo
002Comentários (2)
Depoimento: uma francesa aprendendo a falar português
Quando eu cheguei a Curitiba, tinha um nível básico de português. Ao contrário da maioria dos estrangeiros, eu tinha já estudado a língua de maneira aprofundada. Infelizmente, na França, o português não é ensinado em todas as escolas. A gente tem de escolher entre alemão, espanhol e italiano, na maioria das vezes.

Estudei em um desses raros colégios internacionais que existem na França, em Grenoble. Foram quatro anos de estudos intensivos do português como segunda língua, seis horas por semana. Não posso falar que isso me ajudou, porque saí do colégio aos 15 anos e não tinha como praticar mais a língua.

Mas uma língua nunca é totalmente esquecida; fica em uma parte do cérebro, esperando um estimulo para reaparecer. Assim, depois de um mês no Brasil, eu já conseguia entender quase tudo. Eu só tinha dificuldades com a fala, por causa da vergonha que se sentia ao tentar pronunciar corretamente certas palavras, sem conseguir.

O que eu não conseguia entender eram as piadas que fazia o meu professor na UFPR. No inicio, eu não entendia o sentido das palavras. O pessoal da sala ria tanto, e eu também queria participar, dando a risada… Só que não e fácil fingir. No fim, virou um jogo para os outros estudantes olharem para mim a cada piada, para ver se eu tinha entendido, porque eu sempre era a única quieta na sala.

Hoje, o meu principal problema é o sotaque. Ele é ainda mais estranho do que poderia ser porque eu aprendi o português de Portugal. Sobretudo o “o”, que eu pronuncio “u”; e o “s”, que eu nunca sei pronunciar. As pessoas falam muito que o sotaque dá um charme, mas, para mim, é uma desvantagem. Elas não conseguem me entender e acham também que eu não entendo – o que, na maioria das vezes, é falso. Eu penso que, quando as pessoas falam outra língua, sempre parecem muito fofas e simpáticas, além de um pouco tontas.

Agora, que eu sei falar mais fluentemente, eu posso exprimir todos os sentimentos que tenho. E, para mim, essa era a parte mais frustrante do aprendizado da língua: não poder mostrar quem eu era “na vida real”.

Tatiana Marotta, estudante de Jornalismo

Tandem: bicicleta substitui a sala de aula
Você conhece a palavra “tandem”? Nada mais é do que uma bicicleta com dois bancos. O equipamento é uma metáfora interessante para ilustrar um sistema de aprendizagem de língua reconhecido no mundo inteiro e que no Brasil existe apenas em Curitiba, por intermédio do Celin.

Por meio dele, duas pessoas de diferentes nacionalidades ensinam-se mutuamente os idiomas, enquanto pedalam e transitam pela cidade.

Brasileiros também podem participar do projeto, como faz o universitário de 22 anos Kaio Enrik Santos, que estuda Comunicação Social na Uninter. Pelo menos uma vez por semana, ele troca lições idiomáticas com a sul-coreana de 21 anos Keuhee Shim, conhecida como Estela e que está passando o ano de 2014 no Brasil.

Os dois já foram a museus e restaurantes, e fazem intercâmbio cultural em todos os encontros – esse é um dos objetivos do projeto do Celin. “Na escola, a língua e a cultura devem andar juntos, porque não tem como aprender uma sem a outra”, diz a professora Bruna Ruano, uma das criadoras do projeto em Curitiba.

Kaio foi tão seduzido pelo que aprendeu com a Estela que planeja fazer intercâmbio no país asiático e está tentando criar um convenio entre a Uninter e uma instituição de ensino sul-coreana.Entre fevereiro de 2013 é maio deste ano, o programa teve 736 participantes, sendo 391 brasileiros, 43 coreanos e os demais de outras nacionalidades.

Didática varia conforme o objetivo de cada aluno
O sentido de aprender português varia de acordo com a necessidade de cada estudante.

Professora da PUCPR, Grace Thiel comenta que, para estudantes universitários, é preciso se aprofundar na língua e ensinar diferentes gêneros textuais, para que eles possam escrever textos acadêmicos. “Peço para eles fazerem várias apresentações na frente dos outros, para que se acostumem a falar”.

O Centro de Línguas e Interculturalidade (Celin) da UFPR acolhe também turistas e trabalhadores estrangeiros. Tem destaque o programa do governo Português Brasileiro para Imigração Humanitária (PIBH), que recebe 200 refugiados haitianos. Os professores adaptam a metodologia de ensino, pois eles chegam sem falar nada de português. “O objetivo deles é sobreviver, eles precisam conseguir emprego no Brasil. Então, são mais aulas de pratica da língua do que de gramática”, conta a professora de português no Celin Bruna Ruano.

Hablas Português? Estrangeiros contam como é aprender o idioma
As estudantes Rasha Hassan Hussein (Sudão), Dalia ElRashid Yousif (Sudão) e Valentina Facchin (Itália) (da esquerda para a direita)

Aprender a falar português em alguns meses não é tarefa simples para os estrangeiros que moram temporariamente no Brasil. A pronúncia, a gramática, a conjugação e mesma a integração cultural… Tudo isso é uma barreira para que os visitantes voltem para casa fluentes no idioma.

A Gazeta do Povo conversou com estudantes de outros países que estão em Curitiba e conta, nos tópicos abaixo, como eles têm se virado para dominar a nossa língua.

O perigo do “portunhol”

Os latinos conseguem entender e falar português mais rapidamente que os demais, por causa das raízes comuns das palavras. “Às vezes, é só adicionar “o” ou “a” no fim da palavra em francês e já estou falando brasileiro [sic]”, conta Elodie Mervelay, estudante francesa de 24 anos que cursa Administração na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Quem tem mais vantagem são os hispanos, que se beneficiam das grandes similaridades entre o português e o espanhol. “Eu precisei de apenas uma semana para poder dizer que já eu entendia tudo”, relata Andrés Cuartas, colombiano de 27 anos que está à procura de um emprego no Brasil.

Mas a semelhança entre diferentes idiomas também é perigosa. Hispanos precisam tomar cuidado para não acabar falando o “portunhol”, mistura das duas línguas, que pode atrapalhar o processo de conhecimento da língua portuguesa. ”A gente pensa que está entendida e, por isso, acha que não precisa fazer mais esforço”, diz Cuartas.

As línguas que têm outras raízes se afastam do português em relação à fonética e à etimologia das palavras, o que dificulta aprendizado. “Um hispanofalante que nunca estudou português antes de chegar aqui vai entender tudo diretamente. Um coreano, ao contrario, além de ter estudado dois anos de português antes, vai entender apenas 15%”, afirma a professora de português no Celin Bruna Ruano.

Ela acrescenta que, com tempo e dedicação, um estudante asiático pode até superar um hispano no domínio da língua, pois precisará escrever bastante, o que lhe dará mais capacidade para entender o idioma.

Problemas para comprar pão

Outra grande dificuldade para os estrangeiros é pronunciar corretamente os sons do português, com a adequada ênfase nas sílabas tônicas. “Tenho muitas dificuldades com a pronúncia. Há sons em português que não existem na fonética coreana” conta Amanda Cho, coreana de 22 anos que aprende português no Centro de Línguas e Interculturalidade (Celin) da UFPR.

O intercambista mexicano Rodrigo Nava, 20 anos, que estuda arquitetura na PUCPR, diz que tem dificuldades para diferenciar a pronúncia de palavras como maçã e massa, e também avô e avó.

Professora da PUCPR, Grace Thiel explica que o maior obstáculo está na pronúncia de sons nasais, como o das palavras pão e João. Trata-se de uma terminação sonora que só existe em português. “Fui para a padaria e não consegui falar certo a palavra ‘pão’. As pessoas começaram a rir de mim. Então, precisei fazer gestos para ser entendida”, narra Emna Bem Khedher, estudante tunisiana de 23 anos da UFPR.

Outro fonema complicado é o decorrente das palavras começadas com “r”, como rato. Sofrem especialmente com isso alemães, franceses e falantes de língua inglesa. “Quando eu tento falar a palavra ‘rolado’, dá para reconhecer imediatamente meu sotaque germânico”, diz a estudante alemã de 23 anos Adriana Palasescu.

Já para quem fala espanhol, o problema maior está na pronúncia da letra “v”, frequentemente confundida com “b” para ser entendidos.

Em se tratando de língua escrita, a acentuação também é uma barreira. “Na Itália, só há acentos no final das palavras, nunca no meio”, explica Greta Botanelli, estudante de 24 anos, que cursa design na UFPR. A única maneira para superar tais problemas, afirma Grace, é a pratica. Ela diz que não é possível simplesmente erradicar o sotaque, mas diz que, com tempo e treinamento, ele pode ser suavizado. Muitas vezes, isso não ocorre, pois é comum que estudantes estrangeiros fiquem no Brasil por apenas 6 meses, tempo insuficiente para falar mais naturalmente.

Piada sem graça ou sem sentido?

O estrangeiro que se propõe a falar português não enfrenta somente as dificuldades da língua, mas também se depara com um choque cultural.

Os alunos dos cursos de português da PUC e do Celin recebem lições sobre características culturais brasileiras, muitas das quais se refletem na fala. “Temos de ensinar expressões do idioma, como ‘pois não’, que a maioria entende como resposta negativa”, disse Grace.

O humor brasileiro também não é compreendido imediatamente pelos estrangeiros. Grace conta que muitas piadas não arrancam risos dos alunos. “No ano passado, eu fui assistir ao filme ‘Minha mãe é uma peça’ e, sinceramente, não entendi nada. Não porque o meu português não era bom, mas porque não entendia o sentido das piadas”, disse a alemã Adriana. “Mesmo assim, eu ri muito, porque parecia engraçado para os outros”, acrescenta.

Para além dos casos inusitados, as diferenças culturais também podem modificar a dimânica de aprendizado da língua. Bruna conta que alunos da Coreia do Sul não estão acostumados a fazer perguntas no meio da aula. ”Eles esperam o fim para não atrapalhar ninguém” conta.

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Equipamentos de Tradução Simultânea

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Tradução Simultânea – em Infravermelho

O sistema de tradução simultânea em Infravermelho é composto, necessariamente, por três tipos de equipamentos: modulador, emissor e receptor. As principais vantagens do Sistema Infravermelho giram em torno da própria característica da luz. Como ela não atravessa paredes, os mesmos 9 canais podem ser repetidos em inúmeras salas, uma ao lado da outra, sem que isso implique em interferências entre elas. Isso resulta na garantia da total ausência de interferências, proporcionando sigilo, confiabilidade e mais segurança ao sistema.

Tradução Simultânea – em Rádio Frequência

O Sistema de Tradução Simultânea em Rádio Frequência é composto por um transmissor com alcance médio do seu raio de 100 metros e receptores que captam o sinal de rádio e o transformam em um som de alta qualidade. A vantagem desse sistema consiste na sua praticidade de instalação, tornando-o ideal para utilização em grandes ambientes.