Os diferentes sotaques da língua inglesa!

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Espanglish trabalha com quase 30 idiomas,e entre eles, claro o inglês ocupa um lugar especial pois é a língua mais utilizada no mundo dos negócios, das ciências, da cultura.

Na Espanglish você pode fazer aulas de inglês in company, cursos de inglês intensivo, assim como fazer tradução técnica, juramentada, legendas e tradução simultânea e consecutiva em inglês.

 

11 coisas que irritam os brasileiros na Europa

“Você não parece brasileiro”, “país carioca” e outras frases e costumes dos quais não gostamos

Há controvérsias. Por mais detalhada que seja a lista de coisas que potencialmente irritam um brasileiro na Europa, muita gente diria que o os personagens deveriam estar invertidos e que neste caso, o listado seria muito maior.

Pode ser. Mas quem passou bastante tempo no velho mundo sabe que depois alguns meses acabamos tendo as nossas próprias observações de alguns costumes meio irritantes e bem comuns pelo lado de lá.

1. Quando conhecemos alguém que nos diz “Você não parece brasileiro/a”.

Normalmente você faz cara de alface e sorri, mas internamente fica com vontade de responder: “Deve ser porque minha bisavó era filha de índio com negra e se casou com um italiano. Meu pai é filho de um italiano loiro de olhos azuis. Por parte de mãe tenho sangue índio, português e alemão. A única cara de brasileiro que tem no meu país é a dos indígenas, que aliás, estão sendo dizimados por lá”.

2. “Ah, Brasil! Você dança samba ou capoeira? Ama carnaval?”

Não. Você, dança flamenco / ländler da Baviera / toca gaita?

3. Ler e ouvir nos jornais que o Brasil é um “país carioca”, algo que tão estranho quanto dizer que a França é um país parisiense ou que a Espanha é um país flamenco…

Para os brasileiros não precisamos explicar, mas se tiver algum gringo por aí, preste atenção: carioca é quem nasce na cidade do Rio de Janeiro, nem sequer quem nasce no estado do Rio, que é fluminense. O Brasil é um país enorme, com diferenças culturais tão grandes quanto o seu próprio território. Uma pessoa de Curitiba, por exemplo, vê o sol menos dias por ano do que um morador de Londres. Agora imagine chamar este cidadão, primo do conde Drácula, que não dança samba e que parece preferir vinho à capirinha, de carioca!

4. “Você fala brasileiro?”

Perguntar se falamos brasileiro é como perguntar se uma pessoa nascida na Bolívia fala boliviano. Não. Na Bolívia eles falam espanhol. Da mesma forma que os brasileiros falam português, o idioma de outros nove países colonizados por Portugal.

5. O bullying do 7×1, que é especialmente irritante porque tirou de nós brasileiros uma das poucas coisas com a qual podíamos bullar todas as outras nações: a nossa (ex-)absoluta superioridade no futebol.

Sem comentários, né?

7. Filmes dublados

Pra quem não mora ou morou na Europa pode ser difícil acreditar, mas sim, em alguns países a (grande) maioria dos cinemas projeta seus filmes em versão dublada e eles ainda se orgulham disso, porque dizem que sua dublagem é excelente. Pra você conseguir vê-los em versão original, vai ter que ir às salas pequenas e enfrentar filas (de estrangeiros, em maioria).

8. Não existe um chuveiro fixo e grande; a maioria são duchas que você pode segurar com a mão, que se movem sozinhas enquanto você enxagua o cabelo e que acabam jogando a água para o lado que você não quer, podendo, na maioria das vezes, molhar grande parte do banheiro.

Isso porque a falta de boxes, que são substituídos por cortinas de plástico – e que têm que ser trocadas, devido ao mofo, a cada 12 meses – são a regra.

9. As mulheres brasileiras têm uma queixa específica: muitos europeus acham que passamos o dia de biquíni, sambando e fazendo sexo com desconhecidos. E que adoramos ser assediadas. Há também o preconceito puro e duro, e acabam achando que somos oportunistas. Ah, claro, e que de vez em quando queremos casar com eles.

10. “Higiene” é uma palavra polêmica, mas te entregar a barra de pão ao mesmo tempo e com a mesma mão que te devolvem o troco, pra um brasileiro médio, realmente, é meio irritante.

11. Chá, café com leite e bolinho de creme na praia.

Pois é. E parece que “estranho” ainda é um adjetivo suave para isso, mas pensem no contexto: você está na praia, faz calor, a paisagem é meio desértica, vc sente falta das palmeiras, das árvores e daquele clima tropical. Chega a metade da tarde e você pensa em tomar uma cervejinha com queijo coalho ou uma caipirinha com camarão. Nos dias mais animados pensa que pediria um capeta pro moço e lembra como, nestes casos, acabava fazendo amigos.

Mas você abre os olhos e está em uma praia espanhola. Toca um sino e chega um carrinho vendendo a “merenda”. Dá a impressão de que é só pra crianças mas de repente toda a população de biquíni gigante e bermuda-à-meia-coxa se aglomera pra comprar café com leite e chá. Quente. Com bolinho de creme, pra merendar na praia (!!!!).

É, amigos. Não é exatamente estranho. Talvez a palavra adequada seja…. triste.

fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/politica/1454003450_219630.html

Espanglish oferece aulas particulares de inglês, espanhol e outros idiomas para quando você viajar na Europa ou nos Estados Unidos consiga se comunicar fluentemente.

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AULA PARTICULAR DE INGLÊS

A língua inglesa é uma das mais faladas no mundo e também é a mais procurada por pessoas em cursinhos básicos e avançados de idiomas. Em alguns países, o Inglês é usado como segunda língua, já em outros como o Canadá, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Irlanda e dentre outros, o idioma é tido como língua oficial.

O Inglês é um idioma que faz parte da vida dos brasileiros, basta ligar o computador e logo se percebe que alguns programas e instruções contidas no aparelho aparecem com a escrita inglesa. Além dos microcomputadores, o Inglês está presente nos painéis dos novos carros, nos manuais de eletrodomésticos, enfim, o idioma está cada vez mais notório em nosso país.

Na busca por aprender, por entender ou até mesmo para conseguir uma oportunidade melhor de emprego, tanto no Brasil quanto no exterior, milhares de brasileiros estão procurando as instituições ou professores capacitados para realizarem aulas particulares de Inglês.

As aulas particulares de Inglês têm como objetivo ensinar ao aluno todas as técnicas e conhecimentos da língua inglesa, facilitar a compreensão e criar métodos específicos de conversação para que a pessoa se familiarize e passe a ter um relacionamento harmônico com o idioma.

As aulas particulares de Inglês podem ser dadas por professores formados em letras ou por pessoas que dominem bem o idioma, de preferência para quem morou em países que falem a língua. As aulas podem ser realizadas nas instituições de idiomas, em pequenos grupos de pessoas ou individualmente, tudo dependerá tanto do professor quanto do aluno.

FONTE: portaldaeducacao.com.br

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A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?

Lingua inglesa é exigência para profissão com altos salários

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Todos sabem a importância de inglês para se posicionar bem no mercado de trabalho. E cada vez mais, recrutadores brasileiros estão mais criteriosos para contratar funcionários, o que torna o inglês um fator essencial para alguns setores.

Algumas das profissões com melhores salários pedem o inglês como pré-requisito. É o caso de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Gerente de Marketing e Eventos, Analista de Mídias Sociais, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior e Gerente de Recursos Humanos, dentre outros.

É o caso da jornalista Ana Souza, 35, que cursou mestrado em Londres e fez diversos cursos na Europa. “O ingles é sim ferramenta fundamental para que consigamos dar um up nas nossas carreiras. Dominando a língua, eu consegui me encaixar em cursos super importantes para o meu aprimoramento profissional”, assegurou.

“Um profissional com conhecimento de mais de um idioma tem, com certeza, mais chances de conseguir um bom emprego. É diferencial competitivo no momento de uma seleção”, explica a professora de Inglês e franqueada da Skill Idiomas em Manaus, Elizângela Araújo.

De acordo com ela, um bom curso de inglês requer ao menos um ano de aulas semanais e com método que inclua gramática, conversação e práticas presenciais. “Os cursos online exigem muita disciplina e, por isso, as aulas presenciais são as que melhor dão resultado.”

Fonte: http://www.portaldoholanda.com.br/

A importância da língua inglesa para o profissional de Agricultura de Precisão

 

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O mundo não tem se mostrado muito harmonioso ultimamente. Tivemos um mês de Fevereiro extremamente chuvoso, as inundações arrasaram a região serrana do Rio de Janeiro no começo deste ano. No cenário internacional também tem havido tsunamis, o Japão acabou de ser atingido por um terremoto de 8,9 pontos com dimensões catastróficas, em que até usinas nucleares explodiram. Além de toda essa desordem ambiental, os níveis de estoques dos produtos agrícolas estão baixos e os preços, subindo vertiginosamente. O algodão, por exemplo, subiu 60% nos últimos meses, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization (FAO).

Se por um lado, nada podemos fazer, pois os desastres ambientais, mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, apenas podem ser previstos, por outro lado, no que se refere à baixa dos níveis dos estoques de produtos agrícolas, muito pode ser feito. Podemos nos beneficiar da Agricultura de Precisão para agregar mais produção numa mesma área plantada. Portanto, para o aumento da produtividade, a AP é fundamental.

O Brasil, um país que se propõe a ser o celeiro do mundo no futuro, já vem se beneficiando desse novo olhar promissor para a agricultura, almejando uma produtividade cada vez mais alta, menos gastos com insumos, melhor aplicabilidade dos fertilizantes, maior aproveitamento da área, maior sustentabilidade para o meio ambiente, entre outros inúmeros benefícios que podemos mencionar no que se refere à AP.

É aqui que entra a importância da língua inglesa, pois além de ser a língua mais falada no mundo e a maior parte da produção científica estar em inglês, num mundo globalizado como o nosso tornou-se de supra importância ter conhecimento desse idioma também para a implementação da AP, uma vez que é necessário o uso de várias ferramentas das tecnologias de informação, a utilização de GPS (global positioning system), GIS (geographic information system), maquinário agrícola guiado por satélites, VRT (variable rate technology) e Yield monitor. É para o uso dessas tecnologias que o Inglês torna-se essencial.

Além da língua inglesa ser útil como ferramenta para traduzir toda essa tecnologia para que o produtor saiba utilizá-la corretamente, é essencial para ter acesso a todo esse conhecimento, traduzir manuais, saber utilizar softwares, analisar dados, entre tantas outras tarefas necessárias para lograr um aumento de produtividade de até 20% mais alimentos.

Um outro uso importante da língua inglesa é na troca de informações de pesquisas, pois muito já está sendo feito no exterior, onde existem regiões em que mais de 90% das fazendas já têm departamento de tecnologia de informação, mas num futuro bem próximo, com toda nossa extensão de terras, nossas pesquisas também vão ocupar um lugar de destaque e podemos fazer um intercâmbio de experiências com os outros países.

Os jovens que estão se preparando para trabalhar nessa área devem ter acesso ao aprendizado do Inglês que mostra-se como uma ponte para um mundo vasto de conhecimento. O profissional que não consegue entender a língua inglesa vai ter limitação para “digerir” toda a tecnologia de produtividade alcançada em países mais desenvolvidos e, consequentemente, não logrará implementar a AP, deixando que os concorrentes agreguem mais produtos no mesmo espaço de plantio, onde poderiam capitalizar lucros adicionais para o empresário agrícola que seria revertido para si próprio, melhorando sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.diadecampo.com.br

Mercado de trabalho exige outras línguas

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Ter fluência no idioma é questão de sobrevivência no mercado, exigindo que as escolas priorizem a conversação

O mercado de trabalho está a cada dia mais concorrido e apresentar uma língua estrangeira já não é mais diferencial, e sim, exigência para quem quer obter boa colocação e bom salário. Por isso, manter o currículo atualizado no que diz respeito a uma segunda, e até mesmo uma terceira língua, é fundamental.

De acordo com a assistente de recursos humanos de empresa de seleção e recrutamento com atuação em Uberaba, Uberlândia, Catalão (SP) e Ribeirão Preto (SP), Denise Lopes dos Santos, 10% das empresas exigem língua estrangeira no currículo. “Mas depende muito do ramo de atividade da empresa e do cargo a ser ocupado. Geralmente são empresas multinacionais com vagas no setor de compras, cargos de secretária e de analistas de recursos humanos.

Por exemplo, uma empresa local não vai exigir que um analista de recursos humanos saiba inglês, porque ele não terá contato com empresas de outros países. Em uma multinacional, a secretária, o analista fiscal e de recursos humanos, por exemplo, devem ter conhecimento em língua inglesa porque terão contato com fornecedores estrangeiros. Depois dela, vem a língua espanhola em razão do mercado na América Latina”, explica.

Rafael Queiroz, empresário do ramo de escola de idiomas em Uberaba, esclarece que as primeiras escolas de inglês no Brasil surgiram com a revolução industrial na década de 50, com objetivo de contratar pessoas que soubessem operar máquinas estrangeiras. Até a década de 80, o foco era na gramática, escrita, leitura e principalmente na tradução para atender essa demanda. “Com a globalização, a necessidade do mercado mudou. Falar inglês com fluência passou a ser mais importante, do que dominar as outras habilidades da língua. O inglês se tornou a língua oficial dos negócios, nos quais ter fluência no idioma é muito mais do que uma necessidade, é uma questão de sobrevivência no mercado”, alerta.

Apenas 2% da população brasileira estudam inglês em escolas de línguas, segundo o empresário, e dentro dessa porcentagem, apenas 0,5% desses alunos conseguem falar inglês fluentemente. “As escolas de línguas com metodologias tradicionais ocupam 90% do tempo do aluno com escrita e leitura, enquanto que para o treino da conversação são destinados apenas 10% da aula. O aluno permanece de modo passivo”, destaca Queiroz.

No entanto, o mercado tem feito as escolas se adaptarem. Atualmente, um funcionário permanece na mesma empresa por volta de três anos. “Isso faz com que qualquer tipo de curso, inclusive o de línguas, tenha que ser muito rápido. As empresas não esperam o funcionário obter conhecimentos para depois dar resultados financeiros e de produtividade”, alerta.

Fonte: http://jmonline.com.br