Cinema argentino em Curitiba

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo. Entre os dias 17 e 24 de abril, serão apresentados 24 longas e curtas-metragens que revelam a vitalidade e a força criativa do cinema produzido na Argentina. Com curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI), a programação apresenta tanto obras premiadas em festivais argentinos e internacionais quanto produções com sólidas passagens pelo circuito comercial.

Apesar disso, e do crescente interesse do público brasileiro pelo cinema argentino, a maioria dos filmes selecionados tiveram escassa ou nula visibilidade no Brasil. Assim, o evento busca ampliar o olhar dos espectadores curitibanos sobre uma das cinematografias mais expressivas, diversas e reconhecidas internacionalmente. “A programação conta com uma porção de comédias, com filmes que abordam temas necessários e urgentes sem perder o humor, a capacidade de rir de si mesmo, de questionar com leveza. Em um momento em que tanto no Brasil como na Argentina temos uma situação política complicada, e nossas sociedades se encontram extremamente polarizadas, com uma triste dificuldade para entabular um diálogo, esse tipo de abordagem, a partir da leveza, é extremamente inspirador”, reflete a curadora Natalia Christofoletti Barrenha.

Entre os destaques selecionados, está o documentário As lindas (2016), da estreante Melisa Liebenthal, premiado na seção Bright Future do Festival de Rotterdam. O público também poderá assistir aos vencedores das duas últimas edições do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI): A longa noite de Francisco Sanctis (2016), dos também estreantes Andrea Testa e Francisco Márquez; e A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, diretor e montador já consagrado, de trajetória prolífica e presença frequente nos principais festivais internacionais.

Neste mês de abril, em que o BAFICI – um dos mais importantes festivais da América Latina, vitrine fundamental para a produção do chamado nuevo cine argentino – chega à sua 20a edição, a mostra também marca o vigésimo aniversário de estreia e premiação do filme Pizza, cerveja, baseado (1997) no Festival Internacional de Cine de Mar del Plata, considerado o ponto de partida do nuevo cine. “O filme é de uma força surpreendente, de que algo nasceu mesmo, e o que veio antes eram lampejos de algo em gestação, e o que veio depois está influenciado por ele de alguma forma”, avalia Natalia.

Assim, parte da mostra celebra o momento fundador da pungente produção cinematográfica do país vizinho. Duas décadas depois, o público brasileiro poderá se reencontrar com a ópera prima de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, mergulhar na genealogia do nuevo cine com os curtas-metragens seminais de Histórias breves I (1995) e descobrir, na selvagem loucura do documentário Bonanza (2001), de Ulises Rosell, que as rupturas desse “movimento” transcenderam o cinema de ficção.

A programação se completa com a exibição especial de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: o elogiado Zama (2017), de Lucrecia Martel, inspirado na novela homônima de Antonio Di Benedetto, além de um documentário que acompanha a diretora em seu processo de criação durante as filmagens: Anos-luz (2017), de Manuel Abramovich.

“Os dez filmes da mostra principal terminaram formando um sistema perfeitamente homogêneo, com sua própria lógica interna e relações complementares ou contrastantes: um modelo na escala do cinema argentino atual; sua liberdade, suas buscas e suas contradições. Descobrir essas conexões secretas, reconstruir a imagem completa a partir de seus fragmentos, é uma razão mais que suficiente para fazer um esforço e não perder nenhum desses filmes”, garante o curador Agustín Masaedo.

Fonte: http://www.paranaportal.uol.com.br

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Conexão Espanha-Brasil

Espanhóis

Durante 60 anos, o Brasil foi governado por reis espanhóis: Felipe II 1580-1591 Felipe III 1598-1621 Felipe IV 1621-1640 Os capitães povoadores tinham grandes poderes no começo do século XVII. Não se limitavam ao comando de governos militares, suas atribuições eram tanto de ordem militar como civil. Administravam os povos da sua jurisdição de forma quase absoluta. Tanto Gabriel de Lara, no litoral, como o Capitão Martins Leme, em Curitiba, exerceram funções políticos-Administrativa e militar, cumulativamente. Ambos tiveram grande influencia e representaram papel saliente na criação das respectivas vilas de Paranaguá e de Curitiba. Lara não somente foi, durante 36 anos, o condutor do primeiro grupo de povoadores efetivos de Paranaguá, como foi também, o incentivador de núcleos expontâneos de povoamento de Curitiba.

Conheça o Centro Espanhol do Paraná: https://www.centroespanhol.com.br/

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O que você precisa saber para estudar medicina na Argentina

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Para a realização do curso de medicina em uma universidade pública no Brasil é necessário passar pelo temido vestibular. Esse sistema de seleção não conta com vagas suficientes para todos os interessados, sendo tão rigoroso que pode chegar a ter mais de 200 candidatos concorrendo por uma única vaga. Diante dessa saga, muitos estudantes acabam recorrendo às universidades privadas, mas se deparam com mensalidades de valores altíssimos, que podem chegar até R$11 mil, e se endividam antes mesmo de darem início à carreira.

Mas na Argentina, tudo é diferente! Por conta das facilidades que os cursos argentinos oferecem, cerca de 4 mil brasileiros investiram nas suas faculdades de medicina. Se você também se interessa em receber um ensino de qualidade, sem muitos gastos e de fácil acesso, confira tudo o que você precisa saber para estudar medicina na Argentina!

Não precisa prestar vestibular

Na Argentina, o ingresso à universidade é livre, sendo praticamente um direito de todos os estudantes. Esse modelo é o mesmo utilizado nas universidades europeias e nunca causou problemas, pelo contrário, só faz com que toda a população possa receber uma educação de nível superior de qualidade.

Isso significa que não há vestibular, nem todo esse estresse com concorrência e número de vagas. Basta se inscrever na faculdade e enviar toda a documentação para garantir sua vaga.

Faculdades de excelência

As faculdades de ciências médicas na Argentina são reconhecidas internacionalmente pela excelência de ensino, infraestrutura e corpo docente. Três médicos que ser formaram na Universidad de Buenos Aires (UBA) inclusive já ganharam Prêmios Nobel na área, com outros dois ex-estudantes ganhando prêmios Nobel em outras áreas e oito se tornando presidentes do país.

Outra faculdade de ciências médicas muito procurada pelos estudantes brasileiros é a da Universidad Nacional de Rosario (UNR), que em 2009 recebeu o “Prêmio global de excelência em educação para a saúde”.

Faculdades públicas e privadas

Se engana quem acha que por toda a facilidade de acesso às universidades da Argentina cobram mensalidades caras. O país conta com grandes universidades públicas que oferecem cursos tradicionais de medicina gratuitamente e com faculdades privadas que possuem mensalidades bem mais baratas do que as faculdades brasileiras. O preço dessas mensalidades variam, convertendo para o real, de R$700 a R$1400 apenas, ou seja, até 10 vezes menos do que no Brasil!

Alta qualidade de vida a um baixo custo

A Argentina é um país com enorme riqueza cultural, de excelente infraestrutura urbana e muita segurança — e por muitas vezes o país é considerado um pedacinho da Europa na América Latina.

E tudo isso com um baixo custo mensal! Como o real é mais valorizado do que o peso argentino, com cerca de R$2 mil é possível pagar todos os gastos com moradia, alimentação, lazer, transporte, livros e outros materiais didáticos, sem qualquer preocupação.

Curso de ingresso ou Ingresso Direto

O grande diferencial no sistema argentino é a existência dos cursos de ingresso ou curso de nivelamento e em alguns casos o ingresso é direto. Como o acesso à universidade é livre, as faculdades oferecem um curso de nivelamento antes do início das atividades do curso de medicina propriamente dito, apresentando temas como o sistema de saúde, biologia, química e metodologia científica. Esse curso de ingresso pode durar de 1 mes a 3 meses dependendo da universidade!

Diploma revalidado

Para quem quer estudar medicina na Argentina, mas voltar para o Brasil após a conclusão do curso, existem várias opções de revalidação do diploma e entrada no mercado brasileiro. Para a revalidação, atualmente, existem a prova do Revalida e alguns editais de revalidação independentes em algumas universidades. Mas também é possível trabalhar como médico dentro do Programa Mais Médicos, que dá preferência à contratação de médicos brasileiros, mesmo os formados fora do país.

A expectativa, no entanto, é de que em um futuro próximo, com a expansão do Sistema de Acreditação Regional de Cursos de Graduação do MERCOSUL (ARCU-SUL), o fluxo de profissionais seja livre entre os países do Mercosul. Ou seja, quem começar o curso de medicina agora talvez já consiga contar com esse sistema!

Fonte: http://www.medicinanaargentina.net.br

Vale a pena aprender espanhol para o mercado de trabalho?

 

 

 

A Importância da Língua Espanhola no Mundo!

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ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA:

A língua espanhola originou-se do Latim vulgar falado por parte da população que constituía a Península Ibérica. Mais tarde recebeu o nome de castellano (castelhano) ou língua castellana (castelhana), por ocasião da residência dos reis no reino medieval de Castilla (Castela). Nos dias de hoje, embora o nome ainda seja referência, após a constituição da Espanha como nação e a tentativa de uniformizar o idioma do país, a língua foi oficializada como “espanhol”.

Mesmo o espanhol sendo a língua oficial, não é a única falada na Espanha. Existem outras línguas como, o catalán (catalão), o valenciano, o gallego (galego), o basco ou euskera e também inúmeros dialetos ou variações da língua oficial, entre eles o andaluz, o extremeño (extremenho), o murciano, o canario(canário). Estas línguas e os dialetos são primitivos de diferentes regiões da Espanha e possuem grande importância para a população local, mesmo sendo tratados como segunda língua são, por vezes, mais utilizados do que o espanhol.

No final do século XV, com as novas conquistas territoriais dos espanhóis, a língua expandiu-se por toda a América e sofreu inúmeras modificações, ora permanecendo dentro dos limites de uso popular e outras se propagando por todo o país. Estas ocorreram por questões geográficas, culturais e sociais de cada região, pela coexistência com as línguas indígenas locais e, ainda, pelas peculiaridades dos seus próprios falantes, na maioria soldados e imigrantes de diversas origens.

Assim, com todas as suas variedades, o espanhol tornou-se a língua materna de países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além de língua oficial na Guiné Equatorial (por ter sido colônia Espanhola na África), Filipinas (por ter sido colônia espanhola na Ásia) e na Espanha.

A LÍNGUA ESPANHOLA NA ATUALIDADE:

A língua espanhola hoje é considerada a terceira língua mais falada no mundo e não se limita apenas aos falantes de língua materna, que já ultrapassa os 300 milhões de pessoas. Esse número cresce a cada ano pela quantidade de indivíduos que aprendem o idioma como uma língua estrangeira.

O inglês sustenta o primeiro lugar, seguido do mandarim, falado na China, que permanece em segundo lugar devido à quantidade de habitantes deste país, porém o espanhol se destaca no mundo comercial, principalmente na comunidade européia, onde junto com o inglês são as línguas mais utilizadas. Outro dado interessante é que vem alcançando um número considerável de internautas, sendo atualmente a terceira língua mais utilizada na internet.

No Brasil, a proximidade com as fronteiras de países hispanofalantes e o aumento das relações comerciais impulsionadas pelo MERCOSUL, levaram o governo brasileiro a introduzir a língua espanhola como oferta obrigatória nas escolas, através da Lei nº 11.161, em 05 de agosto de 2005.

Fonte: http://www.ilae.com.br

OS ENCANTOS DA ESPANHA

Madrid e Barcelona cativam por seus humores diferentes

Entre palácios, “tapas”, castanholas, sangrias, paellas, touradas e flamenco, a Espanha mostra o esplendor de sua cultura, numa arquitetura estampada na forma de museu a céu aberto. Mas, por onde começar, Madrid ou Barcelona? Essas cidades simbolizam os dois lados de uma mesma moeda. Metrópoles cheias de rivalidade, com temperamentos bem diferentes.

Madrid é mais recatada, sede da monarquia, uma capital de ritmo agitado, trânsito intenso pela Gran Via que foi recentemente recuperada e ganhou nova iluminação. Já Barcelona, é a capital da Catalunha, cidade portuária, mais excêntrica, de arquitetura arrojada que transborda numa alegria a beira-mar.

Para revelar seus contornos, tanto Madrid como Barcelona, contam com um ônibus turístico panorâmico de dois andares, que serpenteia pelos principais pontos de interesse. Para quem está na cidade pela primeira vez, certamente essa é uma boa opção para se ter uma idéia do todo. O ticket dá ao visitante a possibilidade de subir e descer livremente do veículo, ao longo do dia, nos locais turísticos que desejar.

Madrid foi fundada pelos árabes como uma fortaleza e assim permaneceu por muitos anos. Somente, em 1561, é que Felipe II fez dela a capital da corte. Sua arquitetura é notável, com prédios, palácios e monumentos imponentes espalhados por toda a cidade. Após o rei Juan Carlos subir ao trono, em 1975, a cidade abriu as portas para a modernidade.

Um marco da cidade é a Plaza Mayor. Foi construída na época renascentista e continua sendo o umbigo da capital espanhola. No século XVII foi palco de touradas, festas, sacrifício de cristãos e importantes recepções. Após sofrer um incêndio em 1970, a praça foi totalmente restaurada. No seu centro fica a estátua de Felipe III e vários restaurantes, bares e cafés típicos convidam os visitantes ao deleite gastronômico. Tomar uma sangria para acompanhar aquela “Paella” é garantia de felicidade. Olé!

Um almoço na Plaza Mayor deve constar no seu programa. Além de deliciosos “tapas”, paella e sangria, o astral é muito bom.


Ao lado da Plaza Mayor fica o Mercado de São Miguel. Com paredes de vidro e estrutura de ferro foi construído no começo do século XX e abriga lojas de frutas, verduras, peixes e tapas.

O Museu do Prado é o mais importante museu da cidade e um dos maiores do mundo. O prédio tem estilo neoclássico. Foi construído no final do século XVIII. Em seu acervo destacam-se obras preciosas de Velásquez, El Greco e Goya. As filas são sempre enormes para entrar, mas vale a pena ter paciência.

Além dele, o Rainha Sofia, instalado num antigo prédio onde funcionava um hospital, também tem um belo acervo de obras contemporâneas de artistas como Miró, Dali e Picasso. Lá está Guernica, de Picasso, que retrata em estilo cubista um bombardeio da Guerra Civil Espanhola – é a tela mais emblemática do século XX. Outro museu que merece uma visita é oThyssen Bornemisza. Ele guarda tesouros que vão de pinturas do século XVIII à peças de vanguarda do século XX. Tem obras de Rembrandt, Renoir, Van Gogh, Kandinsky, Cézanne e muitos outros. Esses três museus ficam próximos um ao outro, na mesma avenida – Paseo del Prado.

O Palácio Real é a residência oficial do Rei Carlos III. Guarda um impressionante conjunto arquitetônico, sendo considerado como uma das obras mais importantes da Europa. Fica no coração da cidade. Junto ao palácio ficam os Jardins de Sabatini e o Campo del Moro duas atrações que merecem atenção.

Palácio Real, em Madrid.

A Puerta del Sol foi a mais importante porta de entrada da cidade no sec. XV. Mantém prédios com belas fachadas, bem pertinho da Plaza Mayor.

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Boa dica: não deixe de provar os melhores churros de Madrid, na Chocolateria San Gínes(Pasadizo de San Gínes, 11).

Barcelona ganhou novos ares com os Jogos Olímpicos de 1992. Suas ruas convidam à caminhada. Uma boa opção é começar o passeio, como diria Caetano, pelas “Ramblas do planeta”, que são ruas de pedestres, com quiosques de flores, souveniers, animais domésticos e uma grande variedade de artistas locais. No trajeto, fica o mercado La Boqueria, onde se pode comer frutos do mar, presunto “Pata Negra” e uma grande variedade de pratos locais.

Nas Ramblas de Barcelona muita gente passeia entre flores ( foto superior) e artistas locais (foto debaixo). Uma parada no mercado La Boqueria é ótima pedida (foto central).

Seguindo em frente, fica a belíssima região portuária cheia de restaurantes. É o lugar ideal para se degustar uma bela “Paella”; visitar o aquário; tomar o teleférico para ver a cidade do alto ou simplesmente sentar para ver a vida passar ao sol.

Barcelona é uma cidade sempre efervescente.

A montanha de Montjuïc é o pulmão da cidade e lugar obrigatório para se passear entre museus, jardins, fontes e conhecer as instalações esportivas preparadas em 92.

 A arquitetura da cidade é fascinante, não se pode deixar de visitar as obras de Gaudí, dentre elas a Casa Batlló e La Pedrera, situadas no Passeig de Grácia; o Parque Güell, onde o artista residiu por muitos anos e a Igreja Sagrada Família, que não pôde ser finalizada devido a sua morte e continua em obra até os dias de hoje. Miro e Picasso, também merecem atenção.
A cidade tem assinaturas de Gaudi por todos os lados. Uma de suas principais obras de arquitetura é La Pedrera.
 Onde ficar
 
Em Madrid, o Palace Hotel tem excelente localização, fica na Plaza de las Cores 7 e o Gran Melia Fênix é muito charmoso, considerado um dos hotéis do roteiro de charme da Espanha, fica na Plaza de Colon, Hermosilla, 2.

Em Barcelona, o Mandarin Oriental no Passeig de Gracia tem decoração assinada pela designer espanhola Patricia Urquiola e dentro do hotel no novíssimo restaurante MOments, a chef Carme Ruscalleda dá as cartas. Na praia de La Barceloneta, o W Hotel domina a paisagem em uma arquitetura semelhante ao formato de um barco e conta também com a cozinha de Carles Abellan (discípulo de Ferran Adrià) no restaurante Bravo.

Onde comer em Madrid
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Taberna de Antonio Sanchez. Serve os tradicionais tapas madrileños desde 1830. Fica na Mesón de Paredes, 13.

Sobrino de Botin. É um dos restaurantes mais antigos do mundo. Funciona desde 1725 ao lado da Plaza Mayor, Calle de los Cuchilleros, 17. Sua especialidade é o leitão assado na brasa.http://www.botin.es/

Café de la Ópera. Restaurante interessante em que os próprios garçons cantam óperas. Fica na Callle Arieta, 6 (em frente ao Teatro Real de Madrid).

Corral de la Moreria. Jantar acompanhado de show de Flamenco.

Mercado de San Miguel. No coração da cidade, esse local histórico ficou fechado por muito tempo e no final de 2009 foi reinaugurado. Com astral descontraído tem de ostras à chocolate. Plaza de Oriente, 3. Telefone: (91) 541.5104. http://www.mercadodesanmiguel.es/

Santceloni. Do estrelado chef Santi Santamaria. Com duas estrelas Michelin, o restaurante fica no coração de Madrid – Paseo de la Castellana, 57. Telefone (91) 2108840.www.restaurantsantceloni.com

Sergi Arola Gastro. Outro chef estrelaado (também com duas estrelas MIchelin). Calle Zurbano, 3. Telefone (91) 3102169. www.sergiarola.es

La Terraza del Casino. Calle de Alcalá, 15. Telefone: (91) 5321275. www.casinodemadrid.es
Fora by Ramón Freixa. Calle Claudio Coello, 67. Telefone: (91) 7818262.www.ramonfreixamadrid.com
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Outlet em Madrid
A 45 minutos da cidade fica o Outlet Las Rosas Village com grifes como Carolina Herrera, Diesel, Versace e Dolce & Gabana. Para chegar lá basta tomar o ônibus 625 ou o 628 na Estação de Moncloa, no centro. A tarifa custa 20 euros, ida e volta.
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Onde comer em Barcelona
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4 Gats. É um restaurante lendário. Funciona desde 1897 e foi sede do movimento modernista do início do século XX. Além disso, era o favorito de Picasso. Fica no Paseo de Gracia e o ambiente mantém um clima de nostalgia que remete ao período em que foi aberto. Serve especialidades mediterrâneas.

Casa Leopoldo. É um dos mais tradicionais da cidade e funciona desde 1929. Fica no coração do bairro portuário e serve a típica cozinha catalã com influência mediterrânea. É um dos favoritos do Rei Juan Carlos.

Tickets. Do estrelado Ferran Adrià, na Av. del Paralelo 164. Ele também comanda a coqueteleria 41, ao lado.

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Dicas importantes

Ø Clima: no período de outubro a abril as temperaturas são baixas e de maio a setembro o clima é mais ameno com temperatura agradável.

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Ø Câmbio: A moeda atual é o Euro. Um Euro vale R$ 2.63.
Ø Visto: brasileiros não precisam de visto para entrar no país.
Para se entender a Espanha de hoje, é imprescindível visitar Madrid e Barcelona.
Fonte: http://www.viajarpelomundo.com/

Falar espanhol é fundamental

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O espanhol é a terceira língua mais falada do mundo  fato que por si só já torna o aprendizado do idioma muito importante. Mas, fora isso, a língua espanhola é repleta de aspectos culturais que a torna extremamente rica e interessante. Para que você tenha contato com isso tudo, o Colégio Bandeirantes, de São Paulo, estreia nesta terça-feira (2) na Universia Brasil a coluna “¡Hola! ¿Qué tal?”.

 

A responsável pela elaboração da coluna é a professora Rosemeire da Silva, que leciona espanhol há 19 anos. “Falar espanhol é fundamental. Na coluna ensinaremos as regras básicas e daremos dicas práticas para quem quer uma comunicação ágil e rápida”, conta a professora. Quer saber o que está por vir? Leia a entrevista a seguir:

Universia Brasil – Professora, qual é a sua relação com a língua espanhola? A senhora tem parentes que falam o idioma ou começou o curso por conta própria?

Professora Rosemeire – Na verdade a minha relação é inexplicável! (risos) Comecei a estudar o espanhol quando fiz a faculdade de letras, em 1989, porque eu tinha que escolher um segundo idioma para cumprir a grade do curso. Escolhi a língua espanhola por achar bonita, na verdade. Depois que me formei comecei a dar aulas de português, mas não demorou até que eu começasse a lecionar o idioma, o que aconteceu em 1995.

Universia Brasil – Na sua opinião, qual é a importância de falar espanhol hoje em dia?

Professora Rosemeire – Falar espanhol é fundamental, primeiramente, para o mercado de trabalho. É claro que o inglês é necessário, mas além dele é essencial que o aluno saiba uma segunda língua para se destacar.

Universia Brasil – Falamos sobre a importância do espanhol para a vida profissional. Mas, e na formação acadêmica, a universidade? O espanhol é importante para ela também?

Professora Rosemeire – Com a internacionalização dos estudantes por meio de programas como o Ciência sem Fronteiras, o número de intercâmbios para a Espanha cresceu muito. Alunos das áreas de exatas, como engenharias e medicina, por exemplo, têm várias oportunidades para fazerem cursos em universidades espanholas. Ou seja: falando espanhol, o aluno aumenta suas chances de ter uma formação melhor.

Universia Brasil – Por que alguns alunos acham difícil aprender espanhol?

Professora Rosemeire – A verdade é que os alunos que começam o curso sempre acham que vai ser fácil. A proximidade entre a língua portuguesa e a espanhola faz com que todos tenham a concepção de que falam um pouco de espanhol, quando na verdade sabem apenas palavras-chave, em geral ligadas a compras e turismo. A dificuldade começa quando o aluno percebe que a língua espanhola realmente é outro idioma e passa a ter contato com as estruturas idiomáticas próprias dele.

Universia Brasil – Quais são os erros mais comuns em espanhol?

Professora Rosemeire – Aqueles ligados à expressão oral, gramática e verbos. Além disso, os brasileiros costumam cometer muitos erros de pronúncia porque relutam em colocar em prática os sons que as letras têm em outros idiomas.

Universia Brasil –Como a coluna “¡Hola! ¿Qué tal?”ajudará os estudantes a superarem essas dificuldades?

Professora Rosemeire – Na coluna ensinaremos as regras básicas e daremos dicas práticas para quem quer uma comunicação ágil e rápida, mas também trabalharemos a ampliação do universo cultural dando dicas de músicas, filmes e sites. Assim os estudantes colocarão os seus conhecimentos em prática e verão que a língua é mais do que simplesmente uma forma de comunicação, mas sim a forma de expressão cultural de um povo.

Universia Brasil – Por fim, qual é a dica que a senhora dá para os alunos que têm interesse em aprender espanhol?

Professora Rosemeire – Primeiramente, realmente vejam o aprendizado do espanhol como uma forma de ampliar as suas oportunidades. Como já dissemos, o idioma é importante não só para o currículo, mas também para o meio acadêmico e a cultura. Você nunca sabe quando o domínio de uma língua vai ser útil, por isso é bom estar sempre bem preparado.

Além disso, lembre-se que quanto mais contato você tiver com o idioma, mais rápido aprenderá, portanto não tente aprender palavras isoladas apenas, mas sim o contexto, pois é essa visão que gerará o aprendizado.

Fonte: http://noticias.universia.com.br

 

Depois do inglês, espanhol é a língua mais valorizada pelo mercado de trabalho

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O inglês no currículo já deixou de ser diferencial e é pré-requisito em muitas profissões. A língua está mesmo consolidada no mercado de trabalho brasileiro e o que os profissionais devem pensar agora é em mais uma para tornar o currículo mais competitivo. Mas qual língua chama mais a atenção do mercado depois do inglês?

Dos cinco especialistas consultados pelo portal InfoMoney, todos concordaram que o espanhol é a segunda língua mais requisitada e dificilmente perderá espaço no mercado a longo prazo. Eles acreditam que, embora o Brasil seja o país de maior representatividade na América Latina, os vizinhos estão crescendo e ganhando espaço por aqui.

Aproveitando o crescimento do País, empresas latino americanas começam a migrar ou ampliar seus negócios no Brasil. E para aproveitar esse momento de forte contratação por parte dessas empresas, o espanhol é prioridade. Dependendo da empresa, ganha até do inglês. Além dos motivos econômicos, há os culturais. Os especialistas lembram que o espanhol sempre foi a língua mais próxima dos brasileiros que o inglês.

Por que investir no espanhol?


“Hoje, o crescimento econômico é considerável em toda a América Latina e o espanhol ganha cada vez mais força como uma segunda língua no Brasil”, considera o coordenador de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Samuel Artus. “Se antes era aceitável no mercado o ‘portunhol’, agora isso já não é mais possível”, alerta.

Saber bem a língua espanhola pode garantir uma vaga em empresas estrangeiras que estão aproveitando o bom momento econômico do País para ampliar seus negócios. “Muitas empresas, inclusive, já estão pensando na Copa e na Olimpíada”, afirma a gerente da V2 Recursos Humanos, Andrea Kuzuyama.

A ampliação dos negócios entre os países que formam o Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – é um dos motivos apontados pelo especialista em Gestão em RH e professor da Veris IBTA Cristiano Luiz Rosa para que o espanhol tenha seu espaço demarcado no mercado de trabalho local. “Muitas unidades de empresas de países do Mercosul estão sendo administradas por brasileiros e isso faz com que aumente a exigência de qualificação”, afirma.

 Fonte: http://www.administradores.com.br

POR QUE OS BRASILEIROS DEVEM APRENDER ESPANHOL?

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As dez razões por que os brasileiros devem aprender espanhol.

1. Língua mundial.
O espanhol é umas das mais importantes línguas mundiais da atualidade. É a segunda língua nativa mais falada do mundo. Mais de 332 milhões de pessoas falam espanhol como primeira língua. Perde em número de falantes nativos apenas para o chinês (mandarim), cuja projeção internacional, entretanto, não pode ser comparada com uma língua “mundial” como o inglês, espanhol ou francês. Uma curiosidade: há mais falantes de espanhol como língua nativa do que de inglês, que conta apenas com 322 milhões de falantes nativos.

2. Língua oficial de muitos países.
O espanhol é a língua oficial de 21 países.

3. Importância internacional.
O espanhol é, depois do inglês, a segunda língua mundial como veículo de comunicação internacional, especialmente no comércio, e a terceira língua internacional de política, diplomacia, economia e cultura, depois do inglês e do francês.

4. Muito popular como segunda língua.
Aproximadamente 100 milhões de pessoas falam espanhol como segunda língua. Nos Estados Unidos e Canadá, o espanhol é a língua estrangeira mais popular e portanto a mais ensinada nas universidades e nas escolas primárias e secundárias.

5. O Mercosul.
Pela primeira vez na sua história, a América Latina está não somente vivenciando um dos mais altos graus de crescimento econômico, tecnológico e industrial como celebra também o primeiro acordo comercial de âmbito continental. O Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai acabam de assinar um acordo histórico, que efetivamente transforma esses quatro países em uma única zona comercial e econômica. O espanhol é a língua oficial de três desses países e desempenhará um papel de suma importância para qualquer indivíduo ou companhia que queira ter acesso ao maior mercado da América do Sul. Se quisermos comprar algo dos nossos vizinhos sul-americanos, poderemos certamente usar o português. Porém, se quisermos que eles comprem os nossos produtos, teremos que falar a língua deles (o espanhol).

6. Língua dos nossos vizinhos.
Todos os países que fazem fronteira com o Brasil têm o espanhol como língua oficial, com a exceção apenas da Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Isso é importante não somente do ponto de vista econômico e comercial (e.g., Mercosul) como também cultural e até pessoal, já que compartilhamos culturas muito similares. Afinal de contas, somos todos latinos, íbero-americanos e produtos de culturas cujo Weltanschauung difere em muito pouco. Mesmo se não tivéssemos tanto em comum lingüística e culturalmente com os nossos irmãos hispano-americanos, o simples fato de países tais como o Chile e a Colômbia terem na sua literatura alguns dos melhores escritores que o mundo já produziu, muitos deles ganhadores do Prêmio Nobel de literatura – tais como Gabriela Mistral, Pablo Neruda e Gabriel García Márquez, entre outros – já seria motivo suficiente para termos interesse em aprender a língua em que suas obras foram escritas. O fato de sermos vizinhos é mais um motivo para aprendermos sua língua e nos familiarizarmos com sua cultura.

7. Viagens para Espanha ou Hispano-América.
Um conhecimento razoável de espanhol fará uma grande diferença em qualquer viagem que um brasileiro faça a um país de língua espanhola. Poderemos aproveitar mais do país que visitarmos e teremos mais oportunidades de estabelecer amizades ou mesmo relações mais formais (intercâmbios econômicos, acadêmicos, científicos, etc.) se pudermos nos comunicar na língua dos nossos anfitriões. Jamais devemos pensar que, simplesmente porque sabemos português, podemos compreender espanhol sem maiores problemas. Se isso fosse verdade, as seguintes frases seriam perfeitamente compreensíveis para a grande maioria dos brasileiros:

  • ¿Tiene Ud. tijeras para zurdo?
  • ¡Mira, qué bonitos son los cachorros del oso!
  • A mí no me gusta el berro. Prefiero la lechuga o el perejil.
  • La maja azafata me enseñó la butaca morada en el escaparate.
  • Este zagal es el chirote recazo quien arrestó el presunto asesino.
  • El profesor no tiene ropa y necesita un saco nuevo para ir a la fiesta.
  • La chaparrita que lleva la zamarra garza vive en una chabola cerca del malecón.
  • Me acordé que tengo que cortar la tela para hacer americanas para los mellizos.
  • ¡Qué absurdo! Llamaron al pobre chamaco de “archiganzúa,” “faltrero” y “rapante.”

8. Importância nos EUA.
Nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo, aproximadamente 13% da população fala espanhol como primeira língua. Esse grande número de falantes de espanhol representa um gigantesco mercado de consumidores, com um poder aquisitivo de mais de 220 bilhões de dólares, algo que as grandes companhias de marketing dos Estados Unidos já se deram conta há algum tempo. Isso explica o fato de vermos regularmente na mídia norte-americana comerciais direcionados especificamente para esse segmento da população. Se nós brasileiros quisermos participar desse enorme mercado, colocando nele produtos oriundos do Brasil, teremos não somente que ter algum conhecimento de inglês mas também um bom comando de espanhol.

9. O português e o espanhol são línguas irmãs.
Pelo fato de se derivarem da mesma língua, o latim vulgar, o português e o espanhol têm muito em comum, muito mais do que, por exemplo, o português e o inglês. Essa familiaridade ajuda muito na aprendizagem do espanhol por parte dos falantes do português brasileiro. Em realidade, é mais fácil para um brasileiro aprender espanhol do que um falante de espanhol aprender português. Isso é, em parte, devido ao fato de o português, por um lado, ter mais sons vocálicos (12) do que o espanhol (apenas 5) e, por outro, na sua evolução lingüística ter eliminado certos sons consonantais que ainda figuram no espanhol. Exemplos desses sons são o “n” e o “l” intervocálicos em palavras como “cor” e “ter” (“color” e “tener” respectivamente em espanhol).

Com respeito às vogais, existe no inventário fonológico do português sons que não figuram no espanhol e que, por conseguinte, torna a sua compreensão mais difícil para uma pessoa de língua espanhola. Além dos sons vocálicos nasais, que não existem no espanhol, o português tem variações dos fonemas /o/ e /e/ que apresentam problemas especiais para o hispano-falante. Via de regra, este último não compreenderia, por exemplo, a diferença sutil entre as palavras “avô” e “avó,” “seu” e “céu,” ou “meu” e “mel.”

Com respeito aos sons consonantais eliminados na evolução do português, mesmo um brasileiro com pouco conhecimento de espanhol poderá, sem muita dificuldade, deduzir que o termo castelhano “color” (relacionado ao vocábulo português “colorir”) é apenas uma forma mais “longa,” talvez mais arcaica, da palavra portuguesa “cor.” Essa palavra em ambos idiomas se deriva do termo “colore” em latim. Eliminando o “l” da palavra espanhola “color,” que do ponto de vista do falante de português, neste ambiente fonético específico, não representa mais do que um som supérfluo, se chega ao termo correto no idioma lusitano. Usando a mesma analogia, o falante de português poderá chegar também ao significado correto da palavra espanhola “tener,” simplesmente eliminando o “n,” que há muito tempo deixou de figurar no vocábulo correspondente em português. Assim como o termo anterior, os verbos “tener” em espanhol e “ter” em português provêm da mesma palavra ancestral, o verbo “tenere” em latim. Fica claro, portanto, que o processo de eliminação de sons em certas palavras de uma dada língua para se chegar aos vocábulos equivalentes em outro idioma da mesma família é algo relativamente fácil. Porém, o contrário – i.e., para um hispano-falante “deduzir” que as palavras em português “ter” e “cor” significam, respectivamente, “tener” e “color” em espanhol – se torna mais difícil. Afinal, é pouco provável que o falante de espanhol saiba que fonema, ou combinação de fonemas, adicionar aos termos portugueses em questão para chegar às palavras corretas na sua língua mãe.

Essa “hierarquia de habilidades de compreensão” ilustra um aspecto básico da fonética de muitas famílias lingüísticas. Sabemos que dentro de um mesmo grupo filológico, uma língua que tenha se desenvolvido mais e sofrido um maior número de transformações e, principalmente, reduções é sempre mais difícil de compreender do que uma que tenha permanecido fonologicamente mais próxima da origem. Daí a razão – do ponto de vista do aprendiz falante de português – de o espanhol e o italiano serem mais fáceis do que o francês. Daí, também, a razão de ser mais fácil para um brasileiro aprender espanhol do que um hispano-falante aprender português.

10. Beleza e romance.
Embora (ainda) não haja provas concretas, todos sabemos que o espanhol faz bem à alma e ao coração, principalmente daqueles que estão apaixonados. O espanhol é uma das línguas mais bonitas, melodiosas e românticas que o mundo já teve a felicidade de ouvir. Além de suas óbvias qualidades intrínsecas, temos à nossa disposição em espanhol uma vasta e maravilhosa literatura – as obras do Siglo de Oro, por exemplo – sobre os assuntos mais variados, profundos e refinados do sentimento humano. Do lado de cá do Atlântico, temos os inesquecíveis boleros cubanos e mexicanos que nos fazem sonhar com um tempo mais romântico e bonito… Que outra língua, senão o espanhol, poderia dizer “eu te amo” desta forma?: “Mujer, si puedes tú con Dios hablar, pregúntale si yo alguna vez te he dejado de adorar.”

Fonte: http://www.immersus.com.br

Londres, Paris, Istambul, Barcelona e Amsterdam, as cidades mais visitadas pelos brasileiros.

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudos/cursos-de-espanhol.html

Independente se você está fazendo um intercâmbio na Europa ou simplesmente passando as férias ou fazendo um mochilão pelo continente, sempre surge a dúvida de quais países visitar, o que é normal. Afinal, são muitos lugares diferentes e cada um com com suas atrações e paisagens de tirar o fôlego.

Para ajudar você, listamos os cinco países mais visitados pelos brasileiros na Europa. A pesquisa foi divulgada pelo Jornal de Negócios, de Portugal. Confira:


1º lugar:
Londres (Inglaterra)
Quem nunca sonhou em andar nos famosos ônibus vermelhos de dois andares ou nos táxis amarelos de Londres? Ou então conhecer a roda-gigante mais famosa do mundo, o Big Ben e ou então tirar centenas de fotos com famosos no museu de cera? Por estes e outros motivos que a terra da rainha foi eleita a mais visitada por nós, brasileiros.



2º lugar:
Paris (França)
Ah, Paris… a cidade mais romântica do mundo foi escolhida como o segundo destino preferido dos brasileiros. Detalhe que não precisa estar “in love” para conhecer ou se encantar com a cidade e as belezas existentes em casa esquina. Conhecida principalmente pela Torre Eiffel – monumento mais visita do mundo, o Moulin Rouge, o Louvre e as raras obras de Picasso, Da Vinci e tantos outros artistas fazem da cidade um marco da Europa.



3º lugar:
Istambul (Turquia)
Istambul é a única cidade do mundo que fica em dois continentes: Europa e Ásia. Uma fascinante mistura de oriente e ocidente, história e modernidade, com mais de 2.500 anos de história. A cidade é um dos destinos preferido dos brasileiros por ser um país religioso e eclético, que vai da Mesquita Azul – que representa o Islã, a Basílica de Santa Sofia, originalmente construída como uma representação Católica.



4º lugar:
Barcelona (Espanha)
Considerada a cidade mais “brasileira” da europa, principalmente pelo clima, Barcelona é quase que uma parada obrigatória que quem está viajando pela continente. A arquitetura, a Sagrada Família, o bairro Gótimo e o estádio de um dos melhores times do mundo também contribuem para que a cidade esteja no Top 5 das cidades mais visitadas por brasileiros.



5º lugar:
Amsterdã (Holanda)
O sonho de todos os jovens é conhecer Amsterdã. Não por ser uma cidade liberal onde é liberado o consumo de maconha, mas principalmente pela estrutura e pelo rio que corta dezenas de ruas e qua faz com que você se sinta em Veneza, na Itália. Amsterdã vai de museus de Von Gogh e Anne Frank a coffee shops, Heineken a liberdade de conhecer toda a cidade andando de bicicleta, “veículo” mais famoso da cidade.

Fonte: http://www.intercambioparabrasileiros.com.br/as-cidades-dos-brasileiros/