Circuito cultural traz a Curitiba experiências do universo árabe

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Durante os dois primeiros fins de semana de agosto, o Memorial de Curitiba recebe o Circuito Cultural Árabe, um evento com palestras, oficinas e uma imersão na arte, gastronomia e música árabe. A programação é gratuita e acontece nos dias 4, 5, 11 e 12 de agosto.

Atualmente, 25 países e cerca de 280 milhões de pessoas têm o árabe como idioma materno – é a quinta língua mais falada do mundo. No Brasil a comunidade árabe chega a 16 milhões de imigrantes.

Com o objetivo de celebrar tradições e combater preconceitos e estereótipos, o Circuito Cultural Árabe traz em sua programação seis palestras sobre a cultura deste povo, três espetáculos de danças folclóricas, sete apresentações de músicas e instrumentos típicos do Oriente Médio e oficina de caligrafia árabe. Haverá também mostra de obras literárias voltadas à cultura árabe, exibição de indumentária e acessórios que compõem a vestimenta típica e exposição de curiosidades sobre suas tradições e costumes.

Na oficina “Caligrafia e Cultura Árabe”, o convidado especial e responsável pela ação será o artista Moafak Mohamed Dib Helaihel, que nasceu no Líbano e desenvolve um significativo trabalho artístico com a caligrafia árabe no Brasil. Para essa atividade é necessário fazer inscrição prévia por e-mail.

Entre os palestrantes, estão o professor Gamal Oumairi, ex-diretor religioso da Sociedade Muçulmana do Paraná; Marcos Stier Calixto, professor e ex-gerente nacional de Missões com Etnias no Brasil; a professora Alessandra Vieira Amid, coordenadora do Festival Sul-Americano da Cultura Árabe em Curitiba e em outras cidades do Paraná; e Jamil Zugueib, professor e pesquisador do Departamento de Psicologia da UFPR.

A programação conta ainda com apresentações de danças árabes, com a participação de alunos e professores das três principais escolas de dança do ventre e folclore árabe de Curitiba: Cia Flor de Lótus, Cia Kadosh e Estúdio Hathor.

Circuito Cultural Ademilar

O Circuito Cultural Árabe é um dos projetos que integram o Circuito Cultural Ademilar, uma iniciativa que fomenta a cena artística da cidade e incentiva cerca de 20 projetos de música, arte, teatro e dança. O evento foi viabilizado via Lei do Mecenato Municipal pela Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, uma das maiores incentivadoras culturais locais.

fonte: https://www.bemparana.com.br/noticia/circuito-cultural-traz-a-curitiba-experiencias-do-universo-arabe

Os diferentes sotaques da língua inglesa!

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Espanglish trabalha com quase 30 idiomas,e entre eles, claro o inglês ocupa um lugar especial pois é a língua mais utilizada no mundo dos negócios, das ciências, da cultura.

Na Espanglish você pode fazer aulas de inglês in company, cursos de inglês intensivo, assim como fazer tradução técnica, juramentada, legendas e tradução simultânea e consecutiva em inglês.

 

AULA PARTICULAR DE INGLÊS

A língua inglesa é uma das mais faladas no mundo e também é a mais procurada por pessoas em cursinhos básicos e avançados de idiomas. Em alguns países, o Inglês é usado como segunda língua, já em outros como o Canadá, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Irlanda e dentre outros, o idioma é tido como língua oficial.

O Inglês é um idioma que faz parte da vida dos brasileiros, basta ligar o computador e logo se percebe que alguns programas e instruções contidas no aparelho aparecem com a escrita inglesa. Além dos microcomputadores, o Inglês está presente nos painéis dos novos carros, nos manuais de eletrodomésticos, enfim, o idioma está cada vez mais notório em nosso país.

Na busca por aprender, por entender ou até mesmo para conseguir uma oportunidade melhor de emprego, tanto no Brasil quanto no exterior, milhares de brasileiros estão procurando as instituições ou professores capacitados para realizarem aulas particulares de Inglês.

As aulas particulares de Inglês têm como objetivo ensinar ao aluno todas as técnicas e conhecimentos da língua inglesa, facilitar a compreensão e criar métodos específicos de conversação para que a pessoa se familiarize e passe a ter um relacionamento harmônico com o idioma.

As aulas particulares de Inglês podem ser dadas por professores formados em letras ou por pessoas que dominem bem o idioma, de preferência para quem morou em países que falem a língua. As aulas podem ser realizadas nas instituições de idiomas, em pequenos grupos de pessoas ou individualmente, tudo dependerá tanto do professor quanto do aluno.

FONTE: portaldaeducacao.com.br

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Dicas para escrever um artigo em inglês

Se durante a Pós-graduação você ainda não precisou escrever um artigo em inglês, certamente em breve precisará. E, quando esse momento chegar, provavelmente surgirão dificuldades aqui e ali, devido ao simples fato de que escrever em outro idioma não é como escrever em nossa língua materna.

Foi tendo isso em mente que Mariel Marlow, epidemiologista americana com doutorado realizado no Brasil, resolveu fazer um compilado de 10 deslizes bastante comuns que nós brasileiros cometemos quando escrevemos em inglês e, o mais importante, sugerindo maneiras de melhorarmos nossa escrita.

Como ela própria diz em seu texto, publicado em março de 2014 como editorial na revista Clinics, estes 10 deslizes não são exatamente erros, mas sim um inglês “fraco” que pode facilmente ser substituído por termos mais adequados. Afinal, uma coisa é escrever em inglês, e outra é escrever bem em inglês.

Por isso, como aperitivo para o editorial de Mariel, que fortemente recomendo para quem esteja precisando escrever em inglês (isto é, quase todos nós pós-graduandos!), resolvi colocar neste texto uma demonstração com três das 10 dicas que ela oferece:

 1. Evitar frases que começam com “It is”
No português, é muito comum começarmos frases com “é muito comum”, e isso normalmente não fere o bom uso do idioma. Por outro lado, na tradução direta para o inglês, “it is very common” tem uma estrutura simples e até infantil, ainda que gramaticalmente esteja correta. Isso vale também para os sempre utilizados “It is important” e “It is interesting”, que podem ser substituídos por uma inversão na frase – por exemplo, ao invés de “It is important to highlight the results of Fulano et al.”, escrever “The results of Fulano et al. are important to highlight…”, e então explicar o motivo de você enfatizar estes resultados.

 2. Usar o “the” somente quando se referir a objetos, pessoas ou eventos específicos
O português permite que comecemos frases com os artigos “O”, “Os”, “A” ou “As”, como no caso de “As células foram plaqueadas”. No inglês, entretanto, uma frase começando com “The cells were plated” soa pouco profissional, e o ideal é remover o “the” do início de frases e, nesse caso, escrever “Cells were plated”.

3. Remover o “that”
O texto de Mariel sugere que um jeito rápido de começar a escrever bem em inglês é reescrevendo esta mesma frase removendo o “that”: “Mariel’s text suggests that a quick way…”. Se você ler a frase em voz alta com e sem o “that”, perceberá que ela flui melhor sem ele. Entre as palavras na literatura científica que normalmente não precisam ser acompanhadas do “that” estão: suggest (ou suggested), observe, found (ou was found), show (oushown), is important e highlight.

Pode ser que a princípio algumas dessas modificações soem um pouco esquisitas, mas se prestarmos atenção na ortografia dos papers, veremos que de fato estão entre os primeiros passos para um texto bem escrito. Assim, dica após dica e com um tantinho de treinamento, vamos aprendendo a redigir bons artigos.

Boa escrita!

Referência:
MARLOW, M. A. Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers. Clinics, 69(3): 153-157. 2014.

Fonte: posgraduando.com

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A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?

Lingua inglesa é exigência para profissão com altos salários

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Todos sabem a importância de inglês para se posicionar bem no mercado de trabalho. E cada vez mais, recrutadores brasileiros estão mais criteriosos para contratar funcionários, o que torna o inglês um fator essencial para alguns setores.

Algumas das profissões com melhores salários pedem o inglês como pré-requisito. É o caso de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Gerente de Marketing e Eventos, Analista de Mídias Sociais, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior e Gerente de Recursos Humanos, dentre outros.

É o caso da jornalista Ana Souza, 35, que cursou mestrado em Londres e fez diversos cursos na Europa. “O ingles é sim ferramenta fundamental para que consigamos dar um up nas nossas carreiras. Dominando a língua, eu consegui me encaixar em cursos super importantes para o meu aprimoramento profissional”, assegurou.

“Um profissional com conhecimento de mais de um idioma tem, com certeza, mais chances de conseguir um bom emprego. É diferencial competitivo no momento de uma seleção”, explica a professora de Inglês e franqueada da Skill Idiomas em Manaus, Elizângela Araújo.

De acordo com ela, um bom curso de inglês requer ao menos um ano de aulas semanais e com método que inclua gramática, conversação e práticas presenciais. “Os cursos online exigem muita disciplina e, por isso, as aulas presenciais são as que melhor dão resultado.”

Fonte: http://www.portaldoholanda.com.br/

A importância da língua inglesa para o profissional de Agricultura de Precisão

 

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O mundo não tem se mostrado muito harmonioso ultimamente. Tivemos um mês de Fevereiro extremamente chuvoso, as inundações arrasaram a região serrana do Rio de Janeiro no começo deste ano. No cenário internacional também tem havido tsunamis, o Japão acabou de ser atingido por um terremoto de 8,9 pontos com dimensões catastróficas, em que até usinas nucleares explodiram. Além de toda essa desordem ambiental, os níveis de estoques dos produtos agrícolas estão baixos e os preços, subindo vertiginosamente. O algodão, por exemplo, subiu 60% nos últimos meses, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization (FAO).

Se por um lado, nada podemos fazer, pois os desastres ambientais, mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, apenas podem ser previstos, por outro lado, no que se refere à baixa dos níveis dos estoques de produtos agrícolas, muito pode ser feito. Podemos nos beneficiar da Agricultura de Precisão para agregar mais produção numa mesma área plantada. Portanto, para o aumento da produtividade, a AP é fundamental.

O Brasil, um país que se propõe a ser o celeiro do mundo no futuro, já vem se beneficiando desse novo olhar promissor para a agricultura, almejando uma produtividade cada vez mais alta, menos gastos com insumos, melhor aplicabilidade dos fertilizantes, maior aproveitamento da área, maior sustentabilidade para o meio ambiente, entre outros inúmeros benefícios que podemos mencionar no que se refere à AP.

É aqui que entra a importância da língua inglesa, pois além de ser a língua mais falada no mundo e a maior parte da produção científica estar em inglês, num mundo globalizado como o nosso tornou-se de supra importância ter conhecimento desse idioma também para a implementação da AP, uma vez que é necessário o uso de várias ferramentas das tecnologias de informação, a utilização de GPS (global positioning system), GIS (geographic information system), maquinário agrícola guiado por satélites, VRT (variable rate technology) e Yield monitor. É para o uso dessas tecnologias que o Inglês torna-se essencial.

Além da língua inglesa ser útil como ferramenta para traduzir toda essa tecnologia para que o produtor saiba utilizá-la corretamente, é essencial para ter acesso a todo esse conhecimento, traduzir manuais, saber utilizar softwares, analisar dados, entre tantas outras tarefas necessárias para lograr um aumento de produtividade de até 20% mais alimentos.

Um outro uso importante da língua inglesa é na troca de informações de pesquisas, pois muito já está sendo feito no exterior, onde existem regiões em que mais de 90% das fazendas já têm departamento de tecnologia de informação, mas num futuro bem próximo, com toda nossa extensão de terras, nossas pesquisas também vão ocupar um lugar de destaque e podemos fazer um intercâmbio de experiências com os outros países.

Os jovens que estão se preparando para trabalhar nessa área devem ter acesso ao aprendizado do Inglês que mostra-se como uma ponte para um mundo vasto de conhecimento. O profissional que não consegue entender a língua inglesa vai ter limitação para “digerir” toda a tecnologia de produtividade alcançada em países mais desenvolvidos e, consequentemente, não logrará implementar a AP, deixando que os concorrentes agreguem mais produtos no mesmo espaço de plantio, onde poderiam capitalizar lucros adicionais para o empresário agrícola que seria revertido para si próprio, melhorando sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.diadecampo.com.br