A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

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A importância do inglês no nosso dia a dia

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O inglês está se tornando cada vez mais imprescindível no mundo em que estamos inserido, a globalização faz com que a língua se torne algo fundamental nos tempos atuais, o inglês está tomando força a cada dia, agora junto com a informática e internet, então, estão com força total…O uso de uma língua tão conhecida é de grande valia para obtenção da comunicação.

O inglês é uma língua internacional.A língua das viagens, negócios,estudos, enfim , a língua da comunicação com todo o mundo, a língua da globalização.

A cada dia que passa fica mais visível a importância e influência que esta língua tem na nossa vida.É só olharmos ao nosso redor, para o nosso lado, que nos deparamos com a língua inglesa em nossa vida, e olhe que em várias situações, e não são poucas…Quer ver só?Então vou escrever um pequeno texto para vocês terem uma idéia do que eu estou falando!Fique ligado!

Estava em casa com muita vontade de sair, porém eu me sentia meio down , para ver se melhorava um pouco tomei um banho, me arrumei e decidir sair para ver se melhorava umouco, chamei meu marido para irmos aoshopping center , pois, convenhamos, não há nada melhor do que fazer umas comprinhas para o stress fugir…Então chegando lá ví logo que as lojas, muitas delas estavam on sale , então me animei e resolví mudar o meu look , comprar umas roupas fashion , e me sentí muito melhor…De repente deu aquela fome, então decidí ir a um fast food ou ao Mc Donaldfazer um lanche…Pedí um milkshake , coca light , chessburguer e um sorvete diet, comí muito, depois tive um insight… Decidí ligar para casa , falei com meus filhos e o mais velho disse que estava navegando nainternet,viu que na previsão do tempo ía dar sol e perguntou se podíamos ir para praia amanhã? Meu marido logo se empolgou, porém lembrei de passar no drive throw da farmácia e comprar um sundown, pois o lá de casa já tinha acabado. No caminho de casa avistei um outdoor muito interessante da Wave beach e outro que mostrava um carro com umdesigner super moderno… Chegando em casa lembrei que tinha comprado umas balas da ice kiss para eles e todos me agradeceram…Loucos por balas!Brincamos um pouco, jogamosplaystation e fomos dormir…

Finalmente amanheceu e fomos para praia , levamos as raquetes defrescoball e bolas e o discofly e alguns drinks… Ainda bem que não tinha ninguém de topless, afinal de contas eu estava com meus filhos e o meu marido… A única coisa que teve foi um alvoroço, pois parece que uma top model estava por lá causando stress nas mulheres e fazendo os homens ficarem relax e ligados num plug

No final das contas tudo acabou bem e voltamos tranquilamente para casa sem pegar a hora do rush , o ferryboat não estava cheio e tudo correu muito bem…é agora deixa eu ir pois tenho que carregar a bateria aquí do meu notebook, ele já está apitando …Pedindo um help!Bye!

Fonte: http://charlenecerqueira1.blogspot.com.br/

O mundo profissional de quem fala inglês é bem maior R

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São Paulo – Se este artigo fosse sobre a importância de falar mais de um idioma — em especial o inglês — para conseguir um bom emprego ou construir uma carreira, ser ia apenas mais um entre tantos, e você já estaria entediado, pensando: “OK, já sei…” Mas não é.

É sobre por que dominar um segundo idioma é fundamental, mesmo que você não trabalhe em uma multinacional nem atenda turistas. Nesses casos, está claro que se comunicar em outro idioma é competência crítica. Mas e nas outras empresas e nos outros trabalhos, em que a chance de dizer good morning, buenos dias ou guten Tag é remota?

Por que continua sendo importante ter algum nível de bilinguismo? Há pelo menos três explicações: a primeira é cultural, a segunda é pragmática e a terceira é cerebral.

Do ponto de vista cultural, o que se leva em consideração é que, se você fala inglês ou outra língua, é porque estudou mais e, nesse caso, tem mais conhecimento.

O domínio de línguas estrangeiras seria, então, um sinal da qualificação cultural do candidato, coisa que jamais é desconsiderada na hora da seleção de emprego. Quanto à questão pragmática, basta citar o seguinte: se você digitar noGoogle a frase “como alavancar resultados”, terá como resposta um pouco menos de 2 milhões de links, mas, se escrever “how to leverage results”, encontrará mais de 50 milhões.

Sim, a biblioteca virtual é imensamente maior se acessada em inglês. O mundo é consideravelmente maior para quem tem menos barreiras de comunicação. E ainda tem a questão cerebral-cognitiva.

A neurociência nos explica que usamos a parte frontal do cérebro para aprender por meio das emoções, que acionamos as partes laterais quando aprendemos por estímulos auditivos e que, quando aprendemos por meio de imagens, é a parte posterior do cérebro que funciona.

Já para aprender idiomas usamos o cérebro inteiro. Em outras palavras, pessoas que falam mais de uma língua costumam ter o cérebro mais elástico, com melhor qualidade dedutiva e maior potencial para aprender outras coisas.

É por isso que ter domínio do inglês (pelo menos) é qualidade desejada e é vantagem competitiva, especialmente em um país em que apenas 3% da população afirma ter algum conhecimento da língua de Shakespeare, e apenas 1% de fato o tem. Think about it!

Fonte: http://exame.abril.com.br

EUA são o destino favorito de turistas brasileiros

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Na hora de escolher onde passar férias no exterior, brasileiros têm preferência pelos Estados Unidos. Orlando, Miami e Nova York são as cidades mais procuradas.

Os Estados Unidos são o destino internacional favorito dos brasileiros. É o que mostram dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) e do Ministério do Turismo. Em 2013, mais de 2 milhões de turistas brasileiros desembarcaram no país norte-americano. Depois dos Estados Unidos, os países mais visitados por brasileiros nos últimos anos foram Argentina e França.

Segundo dados da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, desde 2005, o número de vistos emitidos para brasileiros vem crescendo e ultrapassando marcas. Em 2012, foram 1,039 milhão. Em 2014, novo recorde, com a emissão de 1,075 milhão de autorizações.

O site Hoteis.com, que oferece serviço de reserva de hospedagem em vários países, desenvolveu um relatório, o Hotel Price Index (HPI), que aponta Orlando, Nova York e Miami como as cidades que mais receberam brasileiros em 2014.

Localizadas no estado americano da Flórida, as cidades de Orlando e Miami são destinos turísticos tradicionais por conta de centros de compras e parques temáticos – como Walt Disney World, Universal Studios, Sea World, Wet’n’Wild, entre outros. A grande presença da comunidade latino-americana – incluindo milhares de brasileiros – na Flórida transformam Miami e Orlando em cidades ondes os brasileiros têm facilidade de atendimento e comunicação.

Nova York tem uma histórica diversidade étnica, o que faz da cidade – apelidada de Grande Maçã – uma das capitais mais ecléticas do mundo. Além de seus diversos museus, centros culturais, casa de espetáculo, restaurantes renomados e lojas de grife, Nova York tem como atrativos a Estátua da Liberdade, o Central Park e as badaladas avenidas Times Square e Broadway.

Outras cidades americanas muito procuradas por brasileiros são Las Vegas, conhecida pelos cassinos, e Los Angeles e San Francisco, ambas no estado litorâneo da Califórnia.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/turismo/2015/06/eua-sao-o-destino-favorito-de-turistas-brasileiros

Os Melhores Lugares para se Morar nos Estados Unidos

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Todo ano a Money Magazine publica uma lista dos melhores lugares para se morar nos Estados Unidos.  A lista considera uma série de fatores para computar um índice que é usado para medir as qualidades desses lugares.  Entre esses fatores estão incluídos o aspecto financeiro, moradia, educação, qualidade de vida, cultura e lazer, temperatura, e saúde.

O critério financeiro inclui medidas tais como a renda média dos moradores, os impostos, preço de seguro de carro, e as possibilidades de empregos.   Em termos de moradia, são calculados os preços das casas e os impostos prediais.  Quanto à educação é levado em consideração o número de universidades, escolas técnicas, e as notas da população em provas padrão.  Quanto à qualidade de vida, considera-se a qualidade do ar, o índice de criminalidade, e o trânsito.  Em termos de cultura e prazer mede-se o número de cinemas e teatros, bibliotecas, restaurantes e bares, parques públicos com campo de golfe, e o apoio financeiro às artes.  Quanto ao tempo, mede-se a quantidade de precipitação anual, e as temperaturas médias e extremas no verão e no inverno.  Finalmente, em termos de saúde, é medido o número de residentes que tem um plano de saúde, a taxa de obesidade, e o grau de ocorrência de enfermidades tais como diabete e hipertensão.

Aqui vai então a lista de melhores lugares para se morar nos Estados Unidos em 2008 de acordo com a Money Magazine:

  1. Plymouth, MN
  2. Fort Collins, CO
  3. Naperville, IL
  4. Irvine, CA
  5. Franklin Township, NJ
  6. Norman, OK
  7. Round Rock, TX
  8. Columbia/Ellicot City, MD
  9. Overland Park, KS
  10. Fishers, IN

A cidade vencedora, Plymouth, que fica no estado de Minnesota, foi considerada a vencedora por causa de suas ótimas escolas, bons empregos, casas com preços razoáveis, e bastante atividade cultural.  A única desvantagem de Plymouth é um inverno bastante rigoroso, onde a temperatura média fica em tono de -10 graus Celsius.

Aqui vão algumas estatísticas interessantes da cidade vencedora:

Renda média anual                                         $ 111.631

Imposto de renda estadual                            5,35 – 7,5%

Imposto sobre venda de mercadorias          6,65%

Preço médio de uma casa                               $288.950

Número de universidades na área                27

Qualidade do ar                                                70%

Incidência de crime por 1.000 habitantes   2

Idade média                                                      37,8

Geralmente as lista publicadas por revistas, tais como essa da Money Magazine, são um tanto subjetivas, pois os critérios escolhidos e com mais peso nem sempre são aqueles que se encaixa ao seu gosto.  Porém, essas listas podem ser usadas para lhe dar uma idéia de bons lugares para se morar, e podem ser usadas também para comparar as estatísticas dos melhores lugares com as da sua própria cidade.

Fonte: http://www.brasileirosnosestadosunidos.com/os-melhores-lugares-para-se-morar/

LOS ANGELES

 

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Quem poderia imaginar que o pequeno povoado de Nuestra Señora la Reina de Los Angeles, fundado pelos mexicanos em 1781, se tornaria a segunda cidade mais populosa dos EUA? Los Angeles – ou apenas LA, como chamam os angelinos – tem quase quatro milhões de habitantes. Metade da população é composta por imigrantes de todo o mundo, que vivem em uma das regiões mais multiculturais do país. Com um povo bem moderninho e misturado é que LA cresceu e se tornou um dos mais procurados destinos turísticos dos EUA.

Sob o sol da Califórnia a cidade vem mostrando que vai muito além de Hollywood. Todavia, é quase impossível deixar de lado o mundo do cinema. Na verdade, nem há motivo para isso. A imagem pode ser tão familiar que nem nos surpreende mais, porém andar pela Calçada da Fama e fazer algumas fotos com sósias (nem sempre tão bonitos quanto os originais) é uma das obrigações mais divertidas dos turistas que estão na cidade – leva apenas algumas horas e você guardará a recordação para sempre. Não há motivos para ir contra o fluxo e deixar de registrar o letreiro de Hollywood. Entre no clima e divirta-se turistando. O único conselho a seguir, no entanto, é não cair na falsa conversa de que Los Angeles resume-se à Hollywood Boulevard.

Quem está disposto a visitar LA apenas para andar no famoso circuito básico acabará entrando para o hall de turistas que odeiam a cidade. Sim, é verdade. Los Angeles é desses destinos que dividem opiniões, do tipo “ame ou odeie”. O trânsito maluco é um dos fatores que levam muitos visitantes a não gostarem de LA. Por outro lado, amar a Cidade dos Anjos é tarefa bem fácil; basta sair da área da Calçada da Fama e das Highways engarrafadas.

Como não gostar do clima descontraído em mais de 120km de praias californianas? Ou de tantas opções de restaurantes de nacionalidades diferentes? Sem falar nos museus, nos mercados gourmet, na vida noturna animadíssima, nas incalculáveis possibilidades de compras, nos parques de diversões temáticos e nos estúdios de cinema… Onde mais você poderia assistir às gravações de seriados como The Big Bang Theory e ser uma das gargalhadas da plateia? Só Los Angeles faz isso por você!

Entenda a região

Admitimos que LA não é muito fácil de ser compreendida. Distritos, cidades, região metropolitana e condado confundem a cabeça de qualquer turista. Que choque descobrir que Beverly Hills não faz parte da cidade de Los Angeles! Na prática, tudo parece um conglomerado de bairros, porém na teoria é bem diferente.

Vamos do maior para o menor: com mais de 10 milhões de habitantes, o Condado de Los Angeles é o maior no estado da Califórnia, sendo formado por cerca de 88 cidades (entre elas Los Angeles – sede do condado -, Beverly Hills, Burbank, Santa Monica, Malibu, West Hollywood, Orange Count e Pasadena); muitas das cidades são tão pequenas e coladas a Los Angeles que funcionam como bairros, como são os casos de Beverly Hills, West Hollywood e Santa Monica.

A cidade de Los Angeles é dividida por distritos e bairros (neighborhoods). A confusão é grande! Regiões como Fashion District, Arts District e Financial District, na verdade, são apenas bairros que fazem parte do distrito de Downtown LA. Os mais procurados para visitação são: Hollywood (distrito), Downtown LA (distrito), Civic Center, Fashion District, Arts Districts, Little Tokyo, Chinatown, Historic Dowtown, South Park, Bunker Hill, East Hollywood e La Brea.

Que tal fazer parte do grupo de 40 milhões de turistas que descobrem a região metropolitana de Los Angeles todos os anos? O Melhores Destinos preparou um guia recheado de dicas sobre a cidade que o levarão muito além das estrelas de Hollywood. Veja o que fazer em LA, os pontos turísticos, dicas sobre os estúdios de cinema e parques de diversão como Disney e Universal, além de ótimasopções de compras, tudo o que acontece nas praias californianas, os museus mais visitados e muito mais!

 

Fonte: http://guia.melhoresdestinos.com.br

Dicionários Online Inglês – Português

Procure por traduções no dicionário e aprenda novas línguas de uma forma divertida com lições interativas, novos vocabulários, muitos jogos e teste.

http://pt.bab.la/dicionario/

MacMillan: The perfect free online English dictionary – a one-stop reference for English speakers around the world.

http://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles-portugues/

Word Reference: O Dicionário WordReference Português-Inglês é um dicionário em expansão especialmente adaptado para o ambiente on-line.

Entre suas características

  • Formato fácil e simples de se ler.
  • Referências a perguntas e respostas relevantes do fórum.
  • Possibilidade de fazer perguntas sobre os termos não resolvidos no fórum.
  • Em crescimento e aprimoramento constante.

http://www.wordreference.com/pten/

Google: Tradutor e Dicionário – Traduz de qualquer idioma para o português ou vice-versa.

https://translate.google.com

Linguee: “O Linguee é um dicionário e buscador de traduções online gratuito capaz de pesquisar palavras ou expressões em cem milhões de textos bilíngues.

Os resultados de busca do Linguee estão divididos em duas partes. Primeiro, aparecem os resultados do dicionário cujas entradas foram revisadas e aprovadas pela redação do Linguee. Nele é possível obter informação sobre a classe gramatical e possibilidades de tradução. Além disso, o dicionário Linguee oferece a pronúncia das entradas em inglês e em português europeu e brasileiro. Logo abaixo, aparecem os exemplos de traduções provenientes de outras fontes.”

http://www.linguee.com.br/portugues-ingles

Infopédia: A infopedia.pt é um serviço da Porto Editora que inclui 22 dicionários online, em várias línguas: português, inglês, espanhol, francês, italiano e neerlandês.

http://www.infopedia.pt/dicionarios/portugues-ingles/

Reverso: “Nosso dicionário Português-Inglês on-line contém milhares de palavras e expressões. Oferece ao mesmo tempo o conteúdo dos famosos dicionários Collins e as traduções acrescentadas pelos usuários. A riqueza e a estrutura do nosso dicionário ajudam-lhe a eleger a palavra adequada para comunicar em Português ou Inglês.”

http://dicionario.reverso.net/ingles-portugues/

Cambridge: Key Features:

  • Portuguese translations for 18,000 words and phrases
  • 14,000 examples show how words work in typical contexts
  • Specially aimed at intermediate learners of English at CEF levels A1-B2
  • Based on the 1.5 bn word Cambridge English Corpus
  • Hear the words spoken online with thousands of British English and American English recordings.

http://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles-portugues/

Longman: The Longman Dictionary of Contemporary English Online is an online version
of the CD-ROM of the Longman Dictionary of Contemporary English, Updated Edition.

http://www.ldoceonline.com/

Collins: CollinsDictionary.com is built to accommodate high-traffic and to be the one-stop site for users searching for word definitions, free translation and bilingual dictionaries. When you work with us, you benefit from the assets of one of the world’s most respected and marketing-leading language publishers.

http://www.collinsdictionary.com/

Oxford: More than 250 language specialists research the language as it changes and develops every day. As the creators of the OED, we take pride in our language expertise, and we strive to bring the results of our daily research straight to you in the format you choose.

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