Camelo: animal muito comum na Península Arábica

Camelo

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaCamelo
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Subordem: Tylopoda
Família: Camelidae
Distribuição geográfica
Dromedary Range.png

Espécies

Os camelos (Camelus) constituem um género de ungulados artiodáctilos (com um par de dedos de apoio em cada pata) que contém duas espécies: o dromedário (Camelus dromedarius), de uma corcova, e o camelo-bactriano (Camelus bactrianus), de duas corcovas. Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia. Ambas as espécies são domesticadas, fornecendo leite e carne para consumo humano, e são animais de tração. Humanos têm domesticado camelos há milhares de anos.

O nome camelo vem do grego kamelos a partir do hebraico ou fenício gāmāl, “camelo”, possivelmente a partir de uma raiz que significa suportar ou carregar (relacionado com o árabe jamala). Espécies extintas do gênero foram o Camelus hesternusCamelus gigas e Camelus sivalensis.

Os camelos são aparentados (possuem a mesma família) a quatro espécies de mamíferos sul-americanos: a lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha.

As evidências fósseis indicam que os ancestrais dos camelos modernos evoluíram na América do Norte durante o período Paleogeno, os Camelops, e depois se espalhou para vários lugares da Ásia e Norte da África. Povos antigos da Somália, os Punts, domesticaram primeiros camelos muito antes de 2000 a.C.

Mesmo com a existência de mais de 13 milhões de dromedários hoje, eles foram extintos como animais selvagens. Há, porém, uma população selvagem considerável de cerca de 32 000 que vivem nos desertos da Austrália central, descendentes de indivíduos que escaparam no século XIX.

Descrição

A expectativa média de vida de um camelo é de 40 a 50 anos. Um camelo adulto plenamente crescido alcança os 1,85 m até o ombro e 2,15 m de comprimento. A corcova mede cerca de 75 cm. Camelos podem alcançar até os 65 km/h.

São instrumentos de travessia no deserto pois não necessitam ficar bebendo água a todo momento e constituem o transporte mais rápido pois os camelos são animais preparados para o deserto. Ambos são animais herbívoros. O coletivo de camelos é cáfila. Quando se sentem ameaçados por outros indivíduos, geralmente cospem no sujeito em questão, em situações extremas podem morder.

Genética

Os cariótipos de diferentes espécies de camelídeos foram estudados anteriormente por muitos grupos, mas não se chegou a nenhum acordo sobre a nomenclatura de cromossomos de camelídeos. O estudo mais recente usou cromossomos de variados camelos, construindo sem dúvida o cariótipo do camelo (2n=74) que consiste de um metacêntrico, três submetacêntricos e 32 autossomos acrocêntricos. O Y é um cromossomo metacêntrico pequeno, enquanto que o X é um cromossomo metacêntrico grande.

Distribuição

População selvagem em Gobi.

Os 14 milhões de dromedários hoje vivos são animais domesticados (a maioria vivendo no Chifre da África, no SahelMagrebeOriente Médio e Sul da Ásia). Nesta região tem a maior concentração de camelos do mundo, onde os dromedários constituem uma parte importante da vida nômade local.

Já os camelos bactrianos são menos, cerca de 1,4 milhões deles, principalmente domésticos. Pensa-se que existem cerca de 1.000 camelos selvagens bactrianos no deserto de Gobi, na China e na Mongólia.

Além de sua distribuição nativa original, houve diversas tentativas de implantação de colônias de camelos em outros locais, assim como sua importação para usos comerciais ou turísticos. Essa prática é conhecida desde o Império Romano, com resquícios de camelos, tanto dromedários, como bactrianos, sendo encontrados desde o século I até o século V em diversos locais das Europa: Reino UnidoBélgicaSuíçaHungriaFrança e Alemanha.

Atualmente existe uma substancial população feral de camelos dromedários estimados em até 1 milhão nas regiões centrais da Austrália, descendentes de indivíduos introduzidos como um meio de transporte no século XIX e início do século XX. Essa população está crescendo em cerca de 8% ao ano. O governo do Sul da Austrália decidiu recentemente abater os animais usando atiradores aéreos, em parte porque os camelos usam muito dos limitados recursos necessários para os criadores de ovinos.

Uma pequena população introduzida de camelos, dromedários e bactrianos, sobreviveu no sudoeste dos Estados Unidos até a segunda metade do século XX. Estes animais, importados da Turquia, fizeram parte do experimento do U.S. Camel Corps e usados como animais de tração em minas e fugiram ou foram libertados depois que o projeto foi encerrado. Vinte e três camelos bactrianos foram levados para o Canadá durante a Febre do ouro de Cariboo.

No Nordeste brasileiro, o animal resistente à escassez de água e comida poderia ser boa pedida para tração e carga, então o imperador D. Pedro II decidiu apostar na experiência da Comissão do Ceará, organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e trazer camelos para o Brasil. Em julho de 1859, desembarcaram no Brasil 14 camelos vindos da Argélia. Porém, o pequeno rebanho padeceu com a falta de criadores especializados. A longa gestação das fêmeas, que dura cerca de um ano, ultrapassava os prazos pretendidos para a formação de criações maiores, que acabaram cessando. Aos animais que conseguiram se aclimatar, foi reservado o inusitado papel de atração turística.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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Conheça um pouco sobre os Emirados Árabes Unidos

Os Emirados Árabes Unidos[nota 1] (abreviado como EAU; em árabeدولة الإمارات العربية المتحدةDawlat al-Imārāt al-‘Arabīyah al-Muttaḥidah) são um país árabe localizado no Golfo Pérsico.

Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados (equivalentes a principados), os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu DhabiDubaiXarjaAjmãUmm al-QuwainRas al-Khaimah e Fujeira. A capital e a segunda maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é Abu Dhabi. A cidade também é o centro de atividades políticas, industriais e culturais.

Antes de 1971, os Emirados Árabes Unidos eram conhecidos como Estados da Trégua, em referência a uma trégua do século XIX entre o Reino Unido e vários xeques árabes. O nome Costa Pirata também foi utilizado em referência aos emirados que ocupam a região do século XVIII até o início do século XX.[7] O sistema político dos Emirados Árabes Unidos, baseado na Constituição de 1971, dispõe de vários órgãos ligados intrinsecamente. O islamismo é a religião oficial e o idioma árabe, a língua oficial.

Os Emirados Árabes Unidos têm a sexta maior reserva de petróleo do mundo[11] e possuem uma das mais desenvolvidas economias do Oriente Médio. O país tem, atualmente, a trigésima sexta maior economia a taxas de câmbio de mercado do mundo, e é um dos países mais ricos do mundo por produto interno bruto (PIB) per capita, com um PIB nominal per capita de 54 607 dólares, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).[12] O país classifica-se na décima quarta posição em paridade de poder de compra per capita e tem, relativamente, um Índice de Desenvolvimento Humano considerado ‘muito elevado’, ocupando o 34º lugar.[13] É considerado “não livre” pela organização Freedom House.[14] A Human Rights Watch aponta vários atropelos de direitos humanos no país.[15] Os Emirados Árabes Unidos são classificados como tendo uma alta renda de desenvolvimento da economia pelo FMI. Os Emirados Árabes Unidos são um membro fundador do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo Pérsico, e um membro da Liga Árabe. A nação também é membro da Organização das Nações Unidas, da Organização da Conferência Islâmica, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, e da Organização Mundial do Comércio.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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Curiosidades sobre Dubai

A cidade de Dubai é uma joia dos Emirados Árabes Unidos. Essa região é marcada por muito luxo e algumas coisas curiosas. O primeiro ponto a se destacar sobre Dubai é que ela é a cidade mais populosa dos Emirados, repletas de hoteis sete estrelas ao longo do Mar do Golfo e com uma população grande de estrangeiros.

Algumas construções de Dubai são tão luxuosas que contam com acabamento em ouro 24 quilates nas paredes. Outro ponto curioso de Dubai é que a cidade tem uma estação artificial de esqui que funciona em pleno calor desértico da região, que chega a alcançar a marca dos quarenta graus. Além disso, Dubai também conta com ilhas artificiais e diversas belezas para a apreciação dos turistas.

Conheça as principais curiosidades sobre Dubai, uma cidade localizada na Costa do Golfo Pérsico:

1 – Dubai tem uma população de cerca de 2,2 milhões de habitantes.

2 – Dubai conta com o famoso hotel Burj Al Arab e o edifício Burj Khalifa, considerados os mais altos do mundo, com cerca de 828 metros de altura.

3 – Aproximadamente 10 milhões de turistas visitam Dubai todos os anos, e esse número deve aumentar para 15 milhões em 2015.

4 – A limpeza total das janelas do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, demora mais de quatro meses.

5 – O clima de Dubai é tão quente que, durante o verão, a temperatura média é de 42 graus Celsius.

6 – 70% das pessoas que vivem em Dubai são estrangeiras.

7 – Em Dubai, os estrangeiros não precisam pagar impostos

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Conheça 7 lugares magníficos dos Emirados Árabes

7 lugares bonitos para visitar nos Emirados Árabes

Conheça um pouco de cada um dos sete emirados, suas paisagens e curiosidades antes de visita esse país tão fascinante

Os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. O emirado de Dubai é o mais conhecido deles, mas também há outros seis, que são: Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. Dubai se destacou nos últimos anos por conta do forte investimento que recebeu, criando a maior e mais moderna cidade de todo o território.

Um fator que atrai viajantes de todos os cantos do planeta é a mistura entre a tradição, cultura, história e a modernidade que os emirados oferecem, por isso todos eles merecem entrar na lista de destinos para visitar no Emirados Árabes, cada um com uma característica diferente que vale a pena conhecer. A região tem cidades lindas, com áreas de impecável beleza natural e importância histórica, hotéis luxuosos e atrações modernas para quem busca festa ou sossego. Quer se apaixonar de vez pelo país? Separamos uma lista com sete lugares para conhecer no Emirados Árabes. Faça as malas e aproveite. 

Abu Dhabi

Capital dos Emirados Árabes Unidos, o emirado de Abu Dhabi investe cada vez mais no turismo, criando atrações capazes de agradar qualquer tipo de viajante. A arquitetura árabe toma conta das construções religiosas e casarões, o estilo está presente e muito bem preservado pelos bairros e zonas turísticas. Nos edifícios mais velhos e nas mesquitas sagradas, obras grandiosas se misturam com arranha-céus modernos e futuristas. A grande atração é a Sheikh Zayed Grand Mosque, uma enorme mesquita e cartão postal da capital, mas, além disso, por lá também procure pelo parque de diversão Ferrari World – considerado como o maior parque temático coberto do mundo. Outros prontos legais são: o shopping Marina Mall, o Heritage Village, local onde recriam toda a cultura e modo de vida dos povos do deserto e a Yas Marina – Circuito de F1, um grande centro de entretenimento dedicado ao esporte.

Ajman

Ajman é o menor dos sete emirados que formam o país, ao todo, são apenas 260 km quadrados. A costa litorânea formada pelo mar azul e a areia branquinha, cheia de resorts, atraem muitos turistas e moradores da região que buscam passar os fins de semana nesse balneário. E não achem que só porque é um emirado pequeno que não surpreende os turistas, pois não é à toa que o Ajman está na lista de lugares bonitos para se conhecer no Emirado ÁrabeComparado com os outros emirados, cheios de prédios futurísticos e ostentação na modernização, o que chama atenção em Ajaman são suas belezas e áreas com reserva naturais. Por lá procurem pelos pontos turísticos: Ajman Beach, Ajman Museum, Ajman City Centre e Ajman Fishmarket

Dubai

Mais moderna do que tradicional em relação aos outros territórios dos Emirados Árabes Unidos, Dubai conquistou fama mundial por ser o mais importante centro comercial e turístico na região do Golfo, e n]ao é atoa que é um dos destinos mais queridos pelos brasileiros. Dubai surpreende por sua modernidade nas construções e sua maravilha natural. O que não falta por aqui é sugestão de roteiros para curtir. Com certeza Dubai é um dos destinos para visitar nos Emirados Árabes. Por lá as opções são várias para ‘turistar’ ao máximo este emirado, como: Dubai Creek,  Abra no Creek, Museu de Dubai, Al Bastakia, Souk de Ouro, Souk de Especiarias, Burj Khalifa, Palm Jumeirah, Mesquita de Jumeirah, Dubai Mall, Dubai Miracle Gardene o  Butterfly Garden.

Fujairah

É o mais jovem emirado dos sete emirados que compõem o país, mas mesmo sendo o mais jovem possui a mesquita mais antiga da região. Fujairah surpreende com a beleza das ruas largas e espaçosas, decoradas com uma arquitetura única.  A cidade não é sobrecarregada com enormes arranha-céus, o que torna ainda mais confortável para descansar e ainda mais gostoso de apreciar as belezas naturais que esse lugar oferece. Para os viajantes que pretendem passar por este emirado procure por, Mesquita de Al Bidya, Forte Fujairah, Forte Awhala, Forte Al Bithna, Montanha Hajar e o Castelo Al-Hayl que são os pontos turísticos que fazem qualquer viajante ter o desejo de voltar para este lugar.

Ra’s al- Khaimah

Aqui encontra o deserto de areia mais fascinante, lagoas, riacho e belas montanhas. Esse emirado fica apenas 45 minutos do Aeroporto Internacional de Dubai. Ainda é um local pouco conhecido pelos turistas, mas que oferece uma vista para o Golfo Pérsico jamais vista de outro lugar que certamente faz com que esse destino entre na lista dos lugares para visitar no Emirados Árabe que não pode faltar. Os principais pontos turísticos são: Shopping Al Hamra Mall, uma comprinha sempre vai bem, certo? Jabal Jais, o topo desta montanha oferece uma vista maravilhosa da cidade, o museu Ras Al Khaimah National Museum, os parques FunCity e o Saqr Park e para se refrescar do calor o parque aquático Ice Land Water Park.

Sharjah

Ideal para os viajantes que querem explorar a rica herança cultural árabe, Sharjah tem mais de 20 museus, galerias de arte e locais históricos restaurados, é um lugar onde a história está enraizada nos valores tradicionais do povo. Isso faz com que esse emirado seja um dos destinos para visitar no Emirado Árabe. Entre tantas atrações turísticas as que mais chamam atenção são:  Heritage Area, Mercado Al Arsah, Forte Al-Hisn, Central Souq, Corniche e a Mesquita Al Noor, essas sem dúvidas não podem faltar no roteiro dos turistas.

Umm al-Quwain

Umm Al Quwain possui um verão longo, bem quente e árido. Mas isso não impede desse emirado estar se desenvolvendo em relação ao turismo, isso se dá porque a Umm al-Quwain tem belas praias, histórias antigas e antigos locais que deixam os viajantes maravilhados. Os principais pontos turísticos e atividades para se visitar são:

Dreamland Aqua Park, um delicioso parque aquático, UAQ National Museum, um museu que relata toda a história dos Emirados Árabes e Umm Al Qwain Open Beach, que é uma praia digna de estar em qualquer roteiro por sua maravilhosa beleza natural que oferece.

Fonte: http://www.guiaviajarmelhor.com.br

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Arquitetura árabe

Arte e Arquitetura Árabes – História da Arte e Arquitetura Árabes

Introdução

Arte e arquitetura das áreas do Oriente Médio, do norte da África, do norte da Índia e da Espanha que pertenceram ao território do Islã em diversos momentos a partir do século VII.


A Masjid-i-Sha, de Isfahan, é uma madrasa (escola para estudantes do Islã), dentro da qual há também uma mesquita. Foi construída entre 1612 e 1637. A impressionante cúpula é um dos exemplos de azulejaria mais delicados do mundo.

Origens e Características

Dos traços dominantes da arte e da arquitetura islâmicas, a importância da decoração caligráfica e a composição espacial da mesquita estiveram intimamente ligadas à doutrina islâmica e se desenvolveram nos primeiros tempos de sua religião.

O profeta Maomé era um rico comerciante de Meca, que experimentou uma série de revelações divinas aos 40 anos e começou a pregar a nova fé. Seus ensinamentos estão contidos no Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, onde é marcante a herança lingüística da literatura árabe. A importância desse livro na cultura islâmica e na estética da escritura arábica contribuiu para o desenvolvimento dos estilos decorativos caligráficos em todos os campos da arte islâmica. A palavra escrita, especialmente as inscrições do Alcorão, tinha uma importante função decorativa nas mesquitas e em seus objetos litúrgicos.

No ano 622 d.C. Maomé fugiu de Meca em direção a Yathrib, a futura Medina, na denominada hégira, a partir de quando tem início a cronologia islâmica. Em Medina, Maomé reuniu-se a um grupo de crentes para celebrar a oração comunitária. A casa de Maomé consistia em um recinto quadrado de muros de tijolos crus aberto para um pátio coroado por um pórtico ou cobertura no lado sul. No muro oriental, foi construída a ala das mulheres do Profeta, voltada para o pátio, onde se reuniam os fiéis para orar sob as diretrizes de Maomé, que subia em um estrado para se dirigir a eles. Essa disposição arquitetônica foi conservada nas futuras mesquitas, que somente podem apresentar um pátio interior (sahn) rodeado de pórticos (riwaqs) e um espaço coberto (haram), articulado mediante naves de colunas e delimitado pela quibla, o muro que assinala a direção de Meca.

Os primeiros seguidores de Maomé foram os povos nômades procedentes da península Arábica, com escassas tradições artísticas, diferentemente dos impérios que conquistaram posteriormente. À medida que se expandiu, o Islã assimilou as distintas tradições culturais e artísticas dos povos conquistados, instaurando assim um estilo artístico próprio, que varia de acordo com as diversas áreas climáticas ou com os materiais disponíveis. Alguns motivos adaptados de outras culturas converteram-se em temas universais do mundo islâmico.

A arte islâmica evoluiu a partir de muitas fontes, como as romanas, as paleocristãs ou bizantinas, que se entremearam em sua primeira arquitetura, a arte persa sassânida e os estilos do centro da Ásia, incorporados através das incursões turcas e mongóis. A arte chinesa constituiu um ingrediente essencial da pintura, da cerâmica e das artes têxteis.

Arquitetura

O escasso ritual do culto islâmico deu lugar a duas tipologias de caráter religioso: a mesquita (masjid), recinto onde a comunidade se reúne para orar, e a madrasa ou escola alcorânica. Na arquitetura civil, destacam-se os palácios, os caravançarais e as cidades, planejadas de acordo com a necessidade de canalizar água e proteger a população contra o calor. Outro edifício importante no Islã é o mausoléu, onde eram sepultados os governantes como símbolo de seu poder terreno.

O estuque, o tijolo e o azulejo eram usados como elementos decorativos nos edifícios islâmicos. Os painéis murais eram adornados com motivos decorativos de laçaria geométrica sobre azulejos. As gelosias de madeira talhada, muitas vezes com incrustações de marfim, também proporcionaram um suporte para a decoração arquitetônica no mundo islâmico.

Artes decorativas

O banimento da temática figurativa, contida nos hadith, é semelhante à iconoclastia desenvolvida durante o período do império bizantino.

A Mesquita Azul, em Istambul, na Turquia, foi inaugurada em 1616 pelo sultão Ahmet I e projetada por Mehmet Aga, um estudante do famoso arquiteto otomano, Sinan. É conhecida pelo nome de Mesquita Azul devido à estranha tonalidade dos azulejos Iznikazuis que decoram suas paredes internas. O tranqüilo pátio do mosteiro é circundado por uma arcada coberta.

Essas proibições ou recomendações eram seguidas estritamente no caso da arquitetura religiosa, particularmente nas mesquitas, mas a arquitetura civil as transgrediu em várias ocasiões, dependendo, em ambos os casos, da ortodoxia do governante no poder. Por outro lado, essas limitações incentivaram o desenvolvimento e um repertório baseado em diversos motivos e formas, como a epigrafia (inscrições caligráficas), os ornamentos em gesso ou a decoração vegetal estilizada (arabescos) e a decoração geométrica ou de laçaria. Uma das manifestações artísticas que alcançou maior esplendor dentro da arte islâmica foi a cerâmica, na qual se pode apreciar um grau de inovação e criatividade comparável ao das artes plásticas de outras culturas. Os artistas muçulmanos trabalharam o vidro utilizando primeiro as técnicas empregadas no Egito e no Irã sassânida e, posteriormente, desenvolvendo novas técnicas, como no caso dos fatímidas, que produziram vidro talhado, vidro brilhante pintado e vidro estampado.

Além de seu emprego decorativo na arquitetura, a madeira foi trabalhada como material de outras artes aplicadas. Nos palácios fatímidas, ainda há exemplos excepcionais de tábuas com representações cortesãs, que lembram o estilo dos coptas. Também foram talhadas peças de mobília, especialmente os biombos.

As caixas de marfim talhado e os dentes de elefante abundavam na corte fatímída, tradição que continuou na Sicília muçulmana. Neles, eram representados cortesãos, animais e vegetação. Alguns dos objetos de bronze islâmicos mais refinados foram conservados nos tesouros das igrejas européias. No princípio, adotaram as formas sassânidas, mas o período fatímida produziu vasilhas de bronze com forma animal, assim como candieiros e pratos. Entre os objetos mais importantes encontram-se os candieiros, taças e jogos de jarra e bacia para lavar as mãos com incrustações de prata e ouro, inscrições e motivos abstratos e figurativos.

A elaborada escritura cúfica, tão apropriada para ser lavrada na pedra, aparece nos primeiros manuscritos do Alcorão que nos foram legados. Neles, alguns acentos diacríticos foram pintados em vermelho, e as decorações douradas entre as suras (capítulos) contrastam com a elegante escritura negra. No período seldjúquida, surgiu a escrita nesita, mais cursiva e fluida. Os dois estilos foram utilizados na arquitetura e nas artes decorativas.

As encadernações de livros em couro são um excelente exemplo das artes decorativas islâmicas. Nos primeiros tempos, eram realizadas em relevos gravados; mais tarde, as capas e as lombadas passaram a ser estampadas e douradas e, finalmente, no século XVI, pintadas com esmaltes. O trabalho em couro foi aplicado também aos arreios dos cavalos e nos objetos empregados na cetraria.

mesquita de Solimão, o Magnífico, foi construída em Istambul em 1550. Sinan, o arquiteto, baseou-se nas igrejas bizantinas e, em particular, em Santa Sofia. A cúpula central está cercada por semicúpulas. Os quatro estreitos minaretes com balcões são característicos do estilo arquitetônico das últimas mesquitas islâmicas.

A pintura de cavalete não existiu na arte islâmica, concentrada na ilustração de livros. As mostras conservadas mais antigas são miniaturas de manuscritos científicos gregos traduzidos do árabe.

As telas eram consideradas objetos de luxo, e as mais refinadas foram realizadas nas oficinas denominadas tiraz, controladas pelo califa. O sistema de tiraz, comparável às instituições oficiais dos impérios bizantino, copta e sassânida, terminou com a conquista mongólica. Os tecidos procedentes de um tiraz (que tinham este mesmo nome e, em geral, serviam como prendas cerimoniais) eram considerados possessões do mais alto valor e, freqüentemente, levavam impressa a marca da oficina, a data de fabricação e o nome do governante.

Os tapetes islâmicos mais antigos de que se tem notícia foram fabricados em Konya (Turquia) no século XIV. Esses tapetes, em tons de azul, verde e vermelho, seguem um esquema baseado em formas naturais, com uma beirada contendo inscrições. Durante o domínio dos mamelucos, os tapetes tinham padrões geométricos em tons de azul pálido, vermelho e amarelo.

Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/arabe/arquitetura-arabes.htm

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Conheça um pouco sobre a vestimenta árabe

Um pouco sobre as vestimentas e cultura árabe

 

 LIFE STYLE
MAIO 19.2017

Num momento que surge uma grande curiosidade sobre as belezas do Oriente Médio é muito importante mostramos um pouco de suas tradições. E nada melhor que desmitificar as vestimentas árabes e entender um pouco do comportamento de um povo que consideramos tão diferente.

Apesar das mulheres no Oriente Médio viverem cobertas, as mulheres árabes estão entre as mais vaidosas do mundo. Aposto que você não sabia disso, né?

Pode ser uma surpresa para você, mas não para as grandes marcas de luxo do mundo ocidental. Não é a tôa que marcas como Dolce & Gabbana, Tommy Hilfigher, a DKNY, Mango, Zara e H&M investem em coleções de roupas e acessórios destinados apenas para mulheres mulçumanas.

A indústria de moda muçulmana está em franco crescimento. Segundo o jornal britânico “Telegraph” esse setor deverá valer cerca de 200 bilhões de dólares em 2020. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Hospital Saudi-German em Dubai, uma mulher saudita, por exemplo, gasta em média 3.200 dólares por ano só em cosméticos. As mulheres árabes se preocupam muito com a sua aparência.

Alguma dúvida? Basta perceber a ascensão da beleza árabe através de personalidades como a princesa Ameera al-Taweel, a fashion designeRazan Alazzouni e a Rainha da Jordânia Rania Al Abdullah. Todas são vistas constantemente pelos holofotes da mídia com e sem a famosa Abaya. Essas personalidades são consideradas bem “moderninhas” para alguns e, ao mesmo tempo, ícones de admiração para outros na comunidade árabe.

Batendo um papo com a então Editor in Chief da Vogue Arábia - DeenaEu e a Princesa Deena Aljuhani Abdulaziz, então Editora da Vogue Arábia – Foto: Acervo Style Guide

A Vogue Arábia entrou no mercado com força e já está na sua terceira edição. Fez um festão com as maiores personalidades da moda mundial em Doha, logo após a “Mindful Luxury Conference em Muscat-Omã”. Inesperadamente a Princesa Deena Aljuhani Abdulaziz, Editora Chefe da Vogue Arábia foi demitida dias após o lançamento da Vogue Arábia e após ter publicado apenas duas edições da revista. Eu conheci Deena na Conferência e batemos um longo papo sobre o Brasil e a moda nas arábias. Fiquei triste com sua saída, mas não surpresa. Ouvi boatos durante a conferência sobre sua inexperiência em conduzir a edição de uma revista de tal importância.

As personalidades árabes não são os únicos símbolos desse mercado que cresce a passos largos. O maior símbolo desse crescente e potente mercado são os grandes centros urbanos como Dubai e Doha. Símbolos do império árabe construído visionariamente por cima de um deserto e transformados em reinados de concreto de luxo e prazer. Tudo que eles colocam nesses grandes centros levam rótulos de luxo e qualidade. Os Shopping são dotados das melhores marcas do mundo. Todas as marcas querem ter um ponto de venda e ter seus melhores produtos presentes no Oriente Médio. Primeiro por terem conhecimento desse mercado emergente e pelo alto poder aquisitivo desses países. Sim, quem vai no Oriente Médio vê muita prosperidade!

Tenho certeza que você assim como eu tinha e tem muita curiosidade em saber o que existe por detrás das vestimentas como as Abayas e Burcas. Você já se pegou imaginando como são essas mulheres? O que será que elas escondem por debaixo da roupa tão conservadora?

Mesmo, muitas vezes, estando completamente cobertas é possível reparar como as mulheres árabes gostam de se produzir, a começar pelos lenços que usam para cobrir os cabelos. Muitos dos lenços, também conhecidos por aqui como hijab, são coloridos, ornamentados com estampas de bom gosto e cheio de apliques. Alguns têm ainda bordados, pedras preciosas e levam logos nada modestos – como por exemplo das famosas Chanel e Louis Vuitton. E elas investem fortemente em acessórios de luxo como bolsas, jóias e sapatos. Outra coisa que me chamou muito atenção é que elas tem várias maneiras diferentes de prender o lenço (hijab) na cabeça e vários apetrechos para deixá-los mais bonitos.

E se você pensa que por debaixo das Abayas você vai encontrar mulheres feias e descuidadas, você se engana! Você vai encontrar mulheres muito bem cuidadas, com cabelos longos e bem tratados, ironia pra quem vive com os mesmos cobertos, não é?!

Uma grande parte é detentora de um grande poder aquisitivo e podem investir em peças de couture! Então por detrás das vestimentas árabes existem mulheres com roupas exuberantes! Surpresamente!

E sim por debaixo das Abayas as mulheres usam roupas normais. Não se usam Abayas sem nada por debaixo.

Mas vamos entender de vez essas vestimentas árabes! Você sabe distinguir mesmas?

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Foto/Arte: Reprodução/ Divulgação: El País

 

Fizemos um guia pra você entender um pouco mais dessas tradicionais vestimentas árabe!

A Abaya é uma vestimenta feminina árabe – é o traje feminino tradicional, quase universal, nos países árabes do Golfo: Arábia Saudita, Dubai e os demais Emirados Árabes Unidos, Catar, Omã, etc. A Abaya é um longo vestido negro, que se estende até os pés, e é vestimenta obrigatória para mulheres adultas em público em alguns países muçulmanos, como a Arábia Saudita.

Burca é uma veste feminina que cobre todo o corpo, até o rosto e os olhos, porém nos olhos há uma rede para se poder enxergar. É usada pelas mulheres do Afeganistão e do Paquistão, em áreas próximas à fronteira com o Afeganistão. Ela é um símbolo do Talibã.”

Al- Amira – é usado para cobrir apenas cabelo e pescoço. É composto por duas peças: um véu apertado por cima da cabeça (tipo fita larga para o cabelo); e por cima leva um lenço em forma de gola que cobre a cabeça, orelhas e pescoço, ficando com a face descoberta.

xador

Chador ou Xador – Foto: Vivimentaliun

Chador ou Xador – manto negro que se coloca sobre a cabeça e corpo, mas que deixa a face, mãos e pés descobertos, precisando ser segurado pela usuária. É usado sobretudo pelas mulheres iranianas quando saem à rua.

 

 

nijab

Hijab ou Hijabe – Foto: Vivimentaliun

Hijab ou Hijabe – em geral, hijab é o vestuário usado pelas mulheres muçulmanas como forma de modéstia e respeito. Em particular, como peça de roupa, o hijab é o lenço usado para cobrir o cabelo e pescoço, deixando o rosto a descoberto.

niqabNiqab ou Nicabe- Foto: Vivimentaliun

niqab2Niqab ou Nicabe- Foto: Vivimentaliun

Niqab ou Nicabe– é, talvez, a veste mais conservadora depois da burca, já que cobre igualmente corpo e rosto, mas deixa a zona dos olhos a descoberto.

khimar2Khimar – Foto: Vivimentaliun

KhimarKhimar – Foto: Vivimentaliun

 

Khimar – Uma espécie de Hijab, só que este ao invés de ser um véu curto, ele vai até mais ou menos a cintura, cobrindo a cabeça. Em baixo do khimar, usa-saia ou roupas normais.

Shayla – Assim como a Al-amira, também é fruto das revoluções femininas nos Emirados Árabes. Surgiu como uma alternativa para as mulheres que não se sentiam confortáveis sem véu nenhum ou como um acessório para entrar nas mesquitas, onde cobrir os cabelos é obrigatório (uso mais comun). Longa e retangular, é envolta ao redor da cabeça e presa na região dos ombros. Pode deixar pescoço e parte do cabelo à mostra.

Tendo isso explicado, vale lembrar que o Oriente evoluiu muito em termos de vestimentas. Em Muscat muitas mulheres vestem-se casualmente, mas com algumas restrições. Não mostram muito as pernas e ombros. Se mostram uma coisa não mostram a outra. Não me senti confortável de usar shorts na rua por exemplo. Tentei estar o mais composta possível, para evitar os olhares das mulheres e principalmente dos homens que com certeza não estão acostumados a tal exposição feminina!

Em breve faço um post especial sobre o que levar na mala para o Oriente Médio, não percam!

Em Dubai, me senti no ocidente! Existe a preservação da tradição, mas as pessoas são bem mais abertas a cultura do ocidente.

A questão de usar as Abayas é sobre manter uma tradição. Eu acho isso maravilhoso! Em Omã por exemplo as mulheres não são obrigadas a usar as Abayas, elas vestem porque querem manter a tradição. A obrigação de usar as Abayas ocorre na entrada de Mesquitas e em ocasiões especiais como funerais, casamentos, etc.

Eu amei usar a Abaya, e optei por usar a Abaya para que minha experiência fosse completa!

As vestimentas árabes não se limitam as mulheres, mas os homens também! Achei um quadrinho que exemplifica de forma bem sintética como distinguir as vestimentas masculinas:

Fiquei me perguntando por que a Abaya tem que ser preta e encontrei algumas histórias. Uma delas é que após uma longa guerra, séculos atrás, apenas restaram mulheres, que em homenagem a perda dos seus filhos e maridos, vestiram-se de preto, em eterno luto. Outros dizem que o fato das Abayas serem pretas é cultural. A verdade é que não há nada de fato que comprove e que explique o porquê das Abayas serem pretas.

Existem milhões de tipo de Abayas diferentes. Coloridas, com bordados, cheias de brilhos, com cristais, colarinhos de seda, mais justas, mais rodadas, com bordados em ouro, com detalhes em outras cores. Enfim as designers árabes tem incrementando muito essas vestimentas e as deixadas com a cara do tempo atual, revolucionado a maneira de vestir da mulher árabe sem perder a tradição! Eu preciso admitir que tive vontade de levar uma de cada!

A evolução da Abaya marca a mudança de comportamento de um povo. Aceitar a evolução é abrir-se para um novo mundo e é isso que está acontecendo. O interesse de visitar o Oriente Médio vem crescendo com essa evolução. E apesar de todo o preconceito em torno do radicalismo talibã de uma parte da comunidade mulçumana, a cultura árabe se mostra onipresente e superior pela sua suprema forma de conquistar visitantes e curiosos pelo bom gosto e qualidade!

E viva a tradição e a rica cultura do Oriente Médio!

Sorte daqueles que tem o prazer de desfrutar de suas belezas, riquezas e cultura!

E afirmo, vale muito conhecer o Oriente Médio!

Para conhecer um pouco mais sobre a cultura Omani vale a pela ler os artigos abaixo:

Omã – Muscat – Uma jornada inesquecível! – Parte 1

Omã – Uma jornada inesquecível! – Parte 2

Descobrindo os temperos e sabores árabes 

http://gnegromonte.com

Fontes:

http://www.jornalissimo.com/atualidade/479-sabes-distinguir-entre-abaya-burca-e-niqab

http://sigamari.blogspot.com.br/2015/03/abaya-e-vestimentas.htmlhttp://www.jornalissimo.com/atualidade/479-sabes-distinguir-entre-abaya-burca-e-niqab

http://sigamari.blogspot.com.br/2015/03/abaya-e-vestimentas.html

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História da culinária árabe

Culinária árabe é um termo que define as diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, do Iraque a Marrocos passando pelo EgitoLevante, entre outros. Também foi influenciada pelas culinárias vizinhas, como da TurquiaPaquistãoIrã e Índia, além dos hábitos alimentares dos berberes e de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes do processo de arabização cultural empreendido pelos árabes durante a chamada expansão islâmica.

História

Originalmente, os árabes da península Arábica baseavam sua alimentação numa dieta de tâmarastrigocevadaarroz e carne, com pouca variedade e uma ênfase em produtos similares ao iogurte, como o labneh(لبنة). À medida que os povos semitas indígenas da península se expandiram pelo Oriente Médio e pelas regiões vizinhas, seus gostos e ingredientes também se alteraram.

Ingredientes dos árabes

Culinária árabe é um termo que define as diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, do Iraque a Marrocos passando pelo EgitoLevante, entre outros. Também foi influenciada pelas culinárias vizinhas, como da TurquiaPaquistãoIrã e Índia, além dos hábitos alimentares dos berberes e de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes do processo de arabização cultural empreendido pelos árabes durante a chamada expansão islâmica.

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Homenagem árabe em Curitiba

Memorial Árabe

Homenageando a cultura do Oriente Médio, funciona como biblioteca especializada. O prédio lembra o estilo arquitetônico das edificações mouriscas por elementos como a abóbada, as colunas, os arcos e os vitrais.

Com pouco mais de 140 metros quadrados de área construída, o Memorial tem o formato de um cubo e está colocado sobre um espelho d’água. No interior da construção, sobre um pedestal de mármore, está a escultura representativa do escritor Gibran Kalil Gibran.

Localização: 

Praça Gibran Khalil Gibran – Centro
Tel.: (41) 3324-2456

*O Memorial Árabe está temporariamente fechado para visitação.
Horário:
De segunda a sexta das 9h às 21h e sábados das 9h às 13h.

Período de férias escolares – horário especial

De segunda a sexta das 9h às 13h e das 14h às 18h. Não abre aos sábados.

Ônibus: 
Circular Centro (sentido anti-horário).

Acesso:
Rua Cândido Lopes / Rua Barão do Serro Azul / Travessa Tobias de Macedo / Rua Riachuelo / Rua Heitor S. França / Praça Gibran Khalil Gibran.

Fonte: http://www.turismo.curitiba.pr.gov.br/conteudo/memorial-arabe/1632

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Curso Cozinha Árabe – A culinária árabe no Brasil

Tradução Interpretação consecutiva, simultânea, técnicas e juramentadas. De artigos científicos de Português – Árabe e Árabe – Português, e de vários pares de línguas.

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudo/traducao-arabe.html

Os árabes e seus descendentes tiveram a acolhida no Brasil facilitada pela existência de uma identidade cultural entre os dois povos provocada pela colonização portuguesa, pois Portugal trazia forte influência desses povos incorporada a seus hábitos. A herança trazida no terreno da comida foi sem dúvida muito estimulante.

Eles estão entre as poucas culturas que estabeleceram uma grande afinidade entre a sua milenar comida e a estrutura familiar. Cabe às mulheres a função de providenciar o alimento, preparando iguarias saborosas e inesquecíveis. Para os proprietários de restaurantes árabes, o melhor elogio que podem receber é sem dúvida a afirmação de que o prato que lhe foi servido é “quase tão bom quanto o de minha mãe”.

O povo árabe tem a tradição de comer com vontade e satisfação, e, segundo o costume, não é de bom-tom recusar pedidos para que se repita os pratos, mesmo comendo mais do que se pretenda. Alguns dos hábitos alimentares se solidificaram, como a importância dada aos grãos, a utilização de temperos e especiarias, a importância da coalhada, entre outros. A partir disso, infinitas combinações foram criadas e consumidas com prazer. Os quibes e esfihas, por exemplo, são consumidos por um número incalculável de brasileiros de todas as origens.

No Curso “Cozinha árabe”, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas e que teve como professora, a Culinarista Maria Halfa Chequer Andrade, é possível ver tudo sobre essa culinária, que cada vez mais tem conquistado os brasileiros.

Fonte: http://www.empregoerenda.com.br/

Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers

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Can you identify a single colleague who has not had a manuscript returned with the comment “needs to be reviewed by a native English speaker”? Many researchers receive this response even after translation or revision by an official translator or a native English-speaking coauthor. Over the past four years, while conducting my doctoral, and now my postdoctoral, work here in Brazil, I have been asked to both translate and help revise numerous manuscripts for my fellow Brazilian researchers. However, despite being a native English speaker and a researcher, I have found these tasks to be quite stressful at times. The truth is, just like it is one thing to write in Portuguese and another to write well in Portuguese, the same applies to writing well in English. Furthermore, not every native English speaker who writes well in English can write well for the scientific literature. Scientific English writing has its own style and rhythm, such as the use of passive voice. Passive voice is considered poor English in most forms of writing (news, novels, blogs, etc.) outside of science. The most recent version of Microsoft Office Word will even highlight passive voice as poor grammar and ask you if you want to rephrase. However, the use of passive voice is acceptable and even encouraged in some scientific writing.

Although you would expect revising an already translated paper would take less time than translating an entire manuscript, I eventually came to prefer translation. Revisions tend to take me twice as long. Online translators may be partly to blame for this phenomenon. Not only did I spend hours being frustrated by confusing phrases resulting from simple mistakes, but I also spent the majority of my time fixing the same mistakes over and over again.

For this reason, I decided to assemble a compilation of the 10 most common “errors” made by native Portuguese speakers when writing scientific papers in English. I put “errors” in quotes because many of the following tips are just that: tips, or dicas. They do not always refer to incorrect English, but rather to poor English, and they are not necessarily absolute rules. Most of these are common mistakes or poor writing habits that affect even native English speakers, so correcting them before submitting your manuscript can give you an advantage with the reviewers. It may even help you to avoid the dreaded “needs to be reviewed by a native English speaker”.

1. Avoid beginning sentences with “It is…”.

In Portuguese, phrases that are meant to give emphasis commonly begin as:

“É importante…”, “Também é muito comum…”, “Há pouca atenção…”

Many people directly translate these phrases as:

“It is important…”, “Also, it is very common…”, “There is little attention…”

Although these sentences are grammatically correct, they are weak and somewhat juvenile in structure (“The book is on the table”). One or two per section may be fine, but repeatedly using this sentence structure can diminish the perceived maturity of your work.

These phrases can almost always be strengthened by rephrasing (or even directly reversing):

Example 1:

Portuguese: “É importante destacar os trabalhos mais recentes que…”

Weak English: “It is important to highlight the most recent works that…”

Strong English: “The most recent works that (…) are important to highlight.”

Example 2:

Portuguese: “Há pouca atenção dada ao evento.”

Weak English: “There is little attention given to the event.”

Strong English: “Little attention is given to the event.”

2. Learn when to use “the”; try to remove it from the beginning of the sentence and to only include it when referring to specific events/objects/people.

In Portuguese, a phrase begins with “O”, “Os”, “A” or “As” when starting a sentence with a subject:

As células foram plaqueadas…”

Which means the English translation would be:

The cells were plated…”

Specifically for scientific writing, “the” can be removed to sound more professional.

“Cells were plated…”

However, you should add “the” to a phrase when it refers to specific people, places, events or populations. These types of errors usually result from incorrect usage of “de”, “da” or “do” in Portuguese, so the usage of “the” in the phrase here would depend greatly on the context of the paragraph:

“…que ocasionou grande fluxo de populações humanas para a região.” (referring to a specific event in time)

“…which caused large influx of human populations to the region.”

“…which caused the large influx of human populations to the region.”

3. Only capitalize subjects if they refer to the formal name of a place/department/title.

The most common mistake is “state”. This word is only capitalized when it comes after a state’s name as part of its formal title.

“O Departamento de Pediatria da UFF é localizado no Estado do Rio de Janeiro.”

Because this phrase is referring to the specific formal name of a pediatrics department, and if we keep the state in front of Rio de Janeiro, the capitalization should be:

“The Department of Pediatrics of UFF (FORMAL) is located in the state (INFORMAL) of Rio de Janeiro.”

However, you may sometimes refer to the place where you conducted a study by the type of location/department/clinic, rather than by its formal name:

“O estudo foi realizado no Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro no Estado do Rio de Janeiro. O Hospital da Universidade atende mais de 100 pacientes por dia.”

In this case, you do not need to capitalize the department/university in the second phrase because they are not the formal titles of the hospital and the university. Additionally, if you place “state” after “Rio de Janeiro”, it can now be capitalized because it is part of the title:

“The study was conducted at the University Hospital of the Federal University of Rio de Janeiro (FORMAL) in Rio de Janeiro State. The hospital (INFORMAL) of the university (INFORMAL) attends more than 100 patients per day.”

Another common mistake occurs when referring to directions or regions, such as “north” or “northern”. Capitalize “north”, “south”, “eastern”, “northwest” and related terms when they refer to specific region names or to people who live in these regions. For example:

“A maioria das amostras foram coletadas do Centro-Oeste de Brasil.”

“Majority of samples were collected from Central West (or Midwest) Brazil.”

Do not capitalize these words if they refer to the general direction or location:

“Majority of samples were collected from the central-western region of Brazil.”

4. Remove “that”!

This is a very common style issue made by native English speakers and is a quick way to not only write in English but also to write well in English.

“That” should only be used at the beginning of a dependent clause or when describing a subject/noun:

“Os resultados mostraram que muitas pessoas gostam de frutas.”

Directly translated, Portuguese speakers normally feel more comfortable leaving the word “that” in the sentence. I have even had colleagues add “that” after I had removed it.

“The results showed that many people like fruits.”

If you remove the “that”, the meaning of the phrase does not change, and the phrase is not broken by a breath when you read the sentence aloud:

“The results showed many people like fruits.”

Read both aloud. Can you hear how “that” can break up a sentence and not flow as nicely?

However, you do need “that” in other situations:

“Os resultados que foram encontrados nesse estudo mostraram que muitas pessoas gostam de frutas.”

“The results that were found in this study showed many people like fruits.”

Here are some words that are frequently used in the scientific literature that commonly do not need to be followed by “that”:

Suggest or suggested (sugere que ou sugerido que)

Observed (observamos que ou foi observado que)

Found or was found (encontramos que ou foi encontrado que)

Show or shown (mostramos que ou foi mostrado que)

Is important (é importante que)

Highlight (destacamos que)

5. Attempt to place adjectives, including possessive adjectives, in front of nouns when possible (adjective-noun rather than noun-“of”-adjective). You may need to remove the “s” from a plural adjective.

“Caraterísticas do programa”

“Program characteristics”

“Prontuário do paciente”

“Patient chart”

“Prontuários dos pacientes”

“Patient charts” or “Patients’ charts”

Here, you have two choices. If you are using “patient” to describe the type of chart, then you do not need the “s” for “patient”. Even though the subject is plural, such adjectives in English, are not plural. However, if you are using “patients” as a possessive adjective (the charts belonged to the patients), then you can keep the “s”, but you must put an apostrophe before or after the “s”. If there is one patient, then the phrase should be “patient’s charts”; if there is more than one patient, then the phrase should be “patients’ charts”.

There are a few common phrases in science that are normally written as noun-“of”-adjective in English. For example:

“Número de casos” should remain as “number of cases”, and not “case number”.

“Departamento de Imunologia” can stay as “Department of Immunology”.

An extra note on the usage of “of”: here is another very common mistake:

“Em 2010, houve 8.8 milhões de casos dessa doença no mundo.”

Incorrect: “In 2010, there were 8.8 millions of new cases of this disease around the world.”

Incorrect: “In 2010, there were 8.8 millions new cases of this disease around the world.”

Correct: “In 2010, there were 8.8 million new cases of this disease around the world.”

Here is a mnemonic device, or a short memory aid, to help you to remember these first five tips:

It is (Tip #1), the (Tip #2), formal state (Tip #3), that (Tip #4) is described (Tip #5, referring to adjectives, which describe).

It is/the/formal state/that/is described.

It is the formal state that is described.

trans2

Recite or write this phrase at the top of your manuscript before reviewing your work to remember what to look for while revising. Just these first five tips are simple quick fixes that will drastically improve your writing. The remaining five tips are more stylistic and contextual but equally important.

6. In Portuguese, it is common to use an “assumed” subject if you have already mentioned the topic in the previous sentence; however, in English, you need to continue to explain what you are referring to throughout the phrase.

“Neste estudo, 74 pacientes foram incluídos. Destes, 7 (9.5%) foram do sexo masculino.”

Directly translated:

“In this study, 74 patients were included. Of these, 7 (9.5%) were male.”

However, it is important to restate your subject. The importance of this practice will become more apparent in longer, more descriptive phrases. Otherwise, in English, it sometimes becomes difficult to tell which subject you are referring to in the subsequent phrase.

“In this study, 74 patients were included. Of these, 7 (9.5%) patients were male.”

Remember -it is more important to be parallel when writing in English than to not be repetitive.

7. Try to use the first person (“I” and “we”) as little as possible and exchange it with passive voice.

The usage of active and passive voice in the scientific literature has been intensely debated over the years. Whereas some would argue that active voice is more to-the-point, passive voice also has its uses. The suggestion to use passive voice here is directly related to Portuguese-English translation, in which the first person plural is often overused.

Many phrases in Portuguese will begin with “we” assumed:

“Encontramos vários tipos de mosquitos.”

This phrase would directly translate to:

“We found various types of mosquitos.”

Many native English-speaking researchers will use “we” in their writing, quite often actually. However, there is a defined theory as to why passive voice is specifically used in the scientific literature and not in other types of written material in English. In general, passive voice is used to give emphasis to an object upon which an action is being performed. For example:

In active voice: “The man ate the apple.” The main point of this sentence is that the man was the one who ate the apple.

If we reverse it to passive voice: “The apple was eaten by the man.” Now the main point of the sentence is that the apple was eaten.

Returning to the previous phrase, if you say “we found various types of mosquitos,” then you are emphasizing that you found the results.

Now, if you put the phrase in passive voice: “Various types of mosquitos were found.” Here, you are emphasizing that various types were found, and it’s no longer as important that you found them. In this case, you are emphasizing that in your well-designed study, which can be repeated by any other researcher, various types of mosquitos will be found. After all, aren’t reproducible results what is truly important to emphasize when communicating research?

Feel free to use “we”, keeping in mind the above-described theory. If you do use it, try to limit the use of “we” to convey information or results that you would like to emphasize as novel or high impact. Additionally, “we” should be used instead of passive voice when a verb phrase constructed in passive voice plus a gerund is not being performed by (or does not match) the subject:

Incorrect: “PCR was conducted using taq DNA polymerase.” Here, it is not PCR that is “using” taqDNA polymerase; it is the author. Therefore, “we” would be the appropriate choice.

Correct: “We conducted PCR using taq DNA polymerase.”

The verb “to use” is most commonly misused in this context. You should conduct a “Find” search in Microsoft Office Word for “used” and “using” to check whether you have used this verb correctly. I specifically did not include a Portuguese version of this phrase because this is a very common mistake that is even found in published texts written by native English speakers.

8. In your graphs, titles should always be singular, and do not use “variables” as a heading.

A variable is only a variable in the methods when you are analyzing your results, after which it becomes a characteristic, risk factor, demographic or other parameter. Be sure to change ALL of your decimal commas into decimal periods! Highlighting the table and conducting a “Find”/“Replace” search for “,”/”.” can help to ensure that you don’t miss any.

Table thumbnail

9. Prepositional phrases, transitions and adverbs in the beginning of sentences should be followed by a comma:

“Neste estudo encontramos este resultado.”

“In this study, this result was found.”

Other common phrases:

In Brazil,

Of these,

However,

Therefore,

Currently,

As previously reported,

Try to read the phrase aloud. If you take a breath or pause when reading the sentence, then you likely need a comma there. If a sentence contains more than two commas (not including lists), it should be split into more than one sentence.

10. If it is poorly written in Portuguese, then it will be poorly written in English.

Translators are not miracle workers. Make sure that you consult a Portuguese professional, or simply have a colleague, friend or other professor read your work critically, specifically for the Portuguese. When a translation is returned to me because the journal requested a review by a native English speaker, I normally find unfamiliar, random paragraphs with very poor or confusing English in the submitted manuscript. Frequently, when a “final draft” is circulated among a group of researchers for final approval before submission, co-authors will add last-minute details, thoughts or references. These extra paragraphs with unrevised English are easy to identify and decrease the overall quality of the text. Thus, always make sure you are sending the absolute final draft for translation. Just one paragraph could result in having the paper returned to you for “review by a native English speaker”, unnecessarily delaying the paper’s publication for weeks to months and adding costs for additional English revision. Worse, the reviewers may think you did not care enough to review your paper carefully before submission, biasing how they rate the manuscript in general. A well-written article can eliminate the possibility of reviewers rejecting a paper solely because they could not understand the main point or the relevance of the research to the journal at first read. Reviewers do not have the time to stop and read over and over again to understand the meaning of your article. It is up to you to show them why your hard work should be published in their journal. Don’t let something like poor English, which is not related to the quality of your research, cause your rejection.

Above all, remember that the underlying principle in scientific writing in English is “less is more”. This concept varies greatly from the principle underlying most formal Portuguese writing, in which you must be elaborate to be understood. Consider preparing an outline before you begin writing, and try to avoid deviating from it. An outline will help you to be more objective and rational about the who, what, when, why and how of your research, which will be reflected in the quality of your work in English. Even if an idea is related to the topic of your research, if the idea does not add to the rationale of why you conducted the study or why you obtained your results, cut it out. Another strategy is to find a similar paper from the same journal to which you will submit your manuscript and try to mimic its style, structure and content.

As a final note, one too many “first reports” are beginning to emerge. As English has a large selection of adjectives and descriptive phrases, the overuse of this phrase is quickly becoming apparent. Although the phrase may appear to add significance to your work, it sounds like a simple descriptive study when translated to English. Such phrasing does not grab a reader’s attention and suggests that the study did not have a research question. Try to focus your title on the larger research question or the most important result of your study.

It is my hope that you have found this summary of my experiences to be helpful and informative. Brazilian institutions have an incredible wealth of information to share with the international community. There is no more important moment than now for Brazilian research to be fairly and accurately seen, heard and understood.

ACKNOWLEDGMENTS

The author would like to thank Dr. Lee Riley of the University of California, Berkeley, and Dra. Claudete Araújo Cardoso and Dr. Fábio Aguiar-Alves of the Universidade Federal Fluminense for their input and critical review of the manuscript. Marlow MA is supported by NIH Research Training Grant # R25 TW009338, funded by the Fogarty International Center and the Office of AIDS Research at the National Institutes of Health.

Footnotes

No potential conflict of interest was reported.


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