Supermercado na Itália – Preços e curiosidades 2019

Assista esse vídeo que mostra um pouco do supermercado na Itália

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Imigração alemã em Curitiba

IMIGRAÇÃO ALEMÃ – (1829 – 2019) – 55 anos de imigração

O sentido dado à imigração por D. Pedro I, como um fator cultural, servindo para a independência nacional no setor econômico e servindo de exemplo aos nativos, é bem diferente dos escravocratas e latifundiários, que transformaram a imigração numa pura e simples oferta de “braços”, em substituição à mão-de-obra escrava, para manutenção, ou melhor, garantia do seu domínio de classe. Com a proclamação da República, o serviço de imigração voltou à responsabilidade da União, mediante auxílio à diferentes estados.
Há na história do Paraná uma política de imigração inaugurada por Zacharias de Góes e Vasconcellos para favorecer o progresso da recém instalada Província. A mais antiga colônia alemã no Paraná é a de Rio Negro, fundada em 1829. Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil, fundando a colônia de São Leopoldo, no RS.
Como imigrações coletivas temos o empreendimento da Sociedade Maripá, perto de Toledo, os Suábios do Danúbio, em Entre Rios, os menonitas em Witmarsum.
Os alemães que fizeram sua longa viagem do Volga ao Paraná eram homens predestinados à colonização. Estavam a par das necessidades culturais e chegaram imbuídos de um profundo instinto social, já que somente se lançaram a este quadro aventureiro depois de lhes ser garantido que poderiam estabelecer-se em colônias compactas e homogêneas. Vieram como imigrantes pobres, acreditando que poderiam cultivar o trigo no solo duro dos campos da região das savanas. O ensaio custou-lhes muito. Com dificuldades de fixação nas áreas que lhes foram ofertadas, prosseguiram viagem à Argentina, Ponta Grossa, Lapa ou Curitiba.

UM NOVO IMPULSO

A partir de 1870, com máquinas e apoio de experiências agrícolas e aconselhados por cientistas, os colonos alemães lançaram-se novamente com ânimo renovado ao trabalho.
A instalação dos alemães em Curitiba, da forma como aconteceu – transformando-se num dos núcleos mais importantes da imigração alemã no Brasil – não constava, dos planos do governo imperial, grande incentivador da imigração como forma de ocupação dos espaços vazios existentes no pais no inicio do século XIX. A primeira leva de alemães embarcados no veleiro alemão Charlote Louise, em 30 de junho de 1828, na verdade se destinava a região de Rio Negro, onde já existia um pequeno povoado com o nome de “Capella da Estrada da Matta”.
Depois de inúmeros percalços chegariam a seu destino somente em 6 de fevereiro de 1829, data consagrada a fundação de Rio Negro – as famílias alemãs passaram a enfrentar muitas dificuldades de adaptação, devido a sua vocação predominantemente urbana. Vieram à Curitiba inúmeras famílias entre 1830 e 1840. O mesmo problema ocorria nas colônias de Santa Catarina, entre elas Dona Francisca, hoje Joinville, e muitos imigrantes alemães acabaram convergindo para a capital paranaense, após 1850, via São Bento do Sul.
Em 1871, assinalava o vice-presidente da Província, o “estado próspero em que se achava o núcleo da população alemã que se estende por todo o Rocio e as vantagens colhidas da agricultura e indústria pelos colonos dali”.
Houve participação efetiva de associações alemãs de vida grupal, inclusive organizando campanhas de socorro aos necessitados ou comungando na comemoração dos grandes acontecimentos da história local ou brasileira. Estas sociedades, a partir de 1859, se multiplicaram. A “Deutscher Sängerbund”, que tomou, com a nacionalização o nome atual de Clube Concórdia, a “Handwerker Unterstützungsverein”, atual Clube Rio Branco, a “Teuto-Brasilianischer Turnverein”, que existe com o nome de Duque de Caxias, a “Sportklub Germania”, atual Graciosa Country Club, fundando ainda o Clube Thalia e o a Sociedade dos Cantores Brasileiros-Germânicos Harmonia, no Bigorrilho. Estas associações nasciam sob o signo da confraternização teuto-brasileira e foram poderosos elementos de assimilação e aculturação.

PIONEIROS EM CURITIBA

O primeiro dos alemães em Curitiba a partir de 1830, foi Michael Müller, o quarto dos oito filhos que Phillip Müller e esposa trouxeram da Alemanha. Casado com Anna Krantz, Miguel Alemão, como era chamado, participou ativamente da vida social e política da cidade, auferindo grandes lucros em sua ferraria e transformando-os em investimentos em forma de terrenos nas imediações da Igreja Matriz. Construiu varias casas, tendo a maior delas, na esquina das ruas Carlos Cavalcanti e Barão de Cerro Azul, servindo como moradia ao primeiro presidente da província, o conselheiro imperial Zacharias de Góes e Vasconcellos.
Sua fama e prestígio na Província eram tão grandes que foi visitado em sua ferraria pelo imperador D. Pedro II, quando de sua viagem ao Paraná em maio de 1880.
De uma maneira geral, o comércio, a indústria e as profissões diversificaram-se com a chegada dos imigrantes alemães, que repetiam em terra nova e em menor escala, a revolução comercial e industrial levada a efeito na Europa.
Em 1876, dos cinco médicos de Curitiba, um era alemão. De dois farmacêuticos, um alemão. A alemães pertencias as cinco serras hidráulicas então existentes na cidade. De cinco botequins, eles tinha quatro. De dez engenhos de erva mate – a base econômica da época – eles tinham um, mas o único então movido à vapor. A única fábrica de carroças era de alemães, as quatro cervejarias, 11 dos 15 ferreiros, uma estufa de cal, um hotel, nove das dez marcenarias, seis dos sete moinhos, a única empresa de deligências, as quatro olarias, duas das quatro padarias, uma relojoaria, nove dos dez açougues, as cinco selarias, as cinco alfaiatarias, os três carpinteiros, o único chapeleiro.
De 57 estabelecimentos comerciais, 12 eram de alemães. De quatro mestres de construção, dois er4am alemães. Vale lembrar que o mestre de construção da atual Catedral Metropolitana de Curitiba, era alemão assim como o primeiro moinho construído em Curitiba, nas Mercês. A primeira olaria por Meissner; e a primeira olaria hidráulica por Gottlieb Wieland, que ajudou a construção da Estrada da Graciosa e de outras.
Em 1876 – apesar de não se permitir, na época, a construção de igrejas que não fossem católicas – foi erigida a Igreja Evangélica Luterana de Curitiba, com torre em estilo gótico. Em 1885 a torre do belo templo teve que ser demolida, pois construída em pinho e provavelmente devido à sua estrutura em enxaimel (Fachwerk) não resistiu ao tempo.

ACULTURAÇÃO

Provavelmente a torre foi condenada pela utilização pouca apropriada das madeiras e técnica importada. Com a derrubada da parte do prédio, este não tinha mais aparência de igreja. A atual foi construída no mesmo local em 1893/1894. A nova igreja em estilo gótico e com sino, marca uma nova fase da história. Neste momento, já republicano, instala-se no país o Estado Laico, desaparecendo as restrições do império às religiões não católicas. O idioma era especialmente importante. Mesmo antes da constituição oficial da comunidade foi organizada a Escola Alemã.
Quanto aos alemães católicos, foi-lhes cedida inicialmente a Igreja do Rosário. Hoje não há, quanto às diversas etnias de religião católica, nenhuma igreja propriamente exclusiva.
No campo das idéias, papel de maior importância foi desempenhado pelos jornais “Deutsche Post”, “Der Beobachter”,”Der Kompass”, entre outros. Este último ficou em circulação durante 40 anos, desaparecendo com a onda nacionalista posterior a 1937.
Para a inumação cuidaram da criação de um cemitério, o “Deutscher Evangelischer Friedhofsverein”. A palavra “Verein”espelha uma prática muito cara aos alemães, e que se refletiu bastante na vida da cidade e no seu processo de urbanização. Trata-se de um traço cultural característico o seu associativismo, o que de certo modo extravasou como um fenômeno de contato cultural para a sociedade curitibana.
Assim, funda-se também o “Deutscher Hospital Verein” e um corpo de bombeiros composto por voluntários, em 1897. Com barricas de cerveja e carroções, os voluntários combatiam os incêndios ocorridos na cidade. Foi a atuação desinteressada desses homens, movidos pelo patriotismo e civismo, que deu ensejo para a organização 15 anos mais tarde, do corpo de bombeiros oficial, cujo primeiro comandante foi João Meister Sobrinho.
A vida associativa mostra a tendência de união social, auxílio mútuo, festas em conjunto, recreação por meio de esporte, canto e teatro. A ambientação dos imigrantes custou sacrifícios e sofrimentos. Eles representavam mentalidade tão diversa que o choque no país adotivo interferiu na assimilação. Emocionalmente presos a cultura de origem, a nostalgia impede uma mudança de atitudes. Muitos imigrantes movidos pela saudade regressam à pátria depois de muitos anos e quase sempre acompanhados por decepções amargas. Não só as reminiscências não correspondem a realidade, mas sobretudo a personalidade do próprio imigrante sofreu transformações de que somente agora se torna consciente.
Certas necessidades, condicionadas ao meio físico, forçaram o imigrante a substituir elementos antigos. Isto de deu principalmente no campo teológico, afetando sobretudo os padrões de alimentação, habitação, lavoura e criação e transporte.
Boa parte das perdas e aquisições culturais estão de tal maneira entrelaçadas com condições econômicas do meio que é muito difícil, ou mesmo impossível separar o fator mesológico do fator econômico. Passadas as dificuldades dos alemães, poucos voltam a medida do possível aos padrões antigos.
Porém, muita coisa já foi perdida, desapareceu ou não pertence mais a alemães e seus descendentes: antigas lojas, sociedades, imóveis…
Hoje em Curitiba, são poucos os descendentes que buscam a perpetuação da cultura germânica, da consciência étnica alemã – Deutschtum – principalmente sob a forma da prática e do uso da “Muttersprache”, do idioma alemão, pois os alemães foram proibidos de falar o idioma de origem durante o período entre guerras. Hoje em dia, poucos são os costumes mantidos pelos descendentes, mas alguns ainda estão em uso, não somente pelos descendentes, mas também pela população de Curitiba, como a palavra “Vina” que provém de “Wienerwurst – Salsichas tipo Viena”, os clubes de bolão, culinária, etc.

Fonte: https://www.alteheimat.com.br/wp/pesquisa/imigracao-alema-no-parana/

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Como a Alemanha virou o país dos automóveis

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Nos limites da Floresta Negra, no sudoeste da Alemanha, o executivo aposentado Edgar Meyer conduziu seu BMW vintage para dentro de uma estrada medieval de menos de um metro e meio de largura. Vinhas caíam sobre o caminho, formando discretos portais, e o único som, além do ruído do carro de Meyer, era o do canto dos pássaros. Dirigíamos na movimentada cidade de Dossenheim, mas estávamos completamente sozinhos naquela pequena e pacífica rua.

Tecnicamente, a pista é um desvio da Bertha Benz Memorial Route, uma estrada temática concebida por Meyer para celebrar os primórdios da indústria automotiva. De acordo com o executivo, é o mais próximo que se pode ter da experiência de cruzar as estradas que a pioneira Bertha e seus filhos adolescentes encontraram, em agosto de 1888, quando partiram na primeira viagem de carro a gasolina do mundo.

Bertha foi a primeira pessoa a dirigir um automóvel numa travessia de longa distância – com o objetivo de mostrar que a criação do marido, Carl Benz, estava pronta para ser comercializada.

Na viagem de Bertha, 194 quilômetros ida e volta entre a casa da família Benz, na cidade de Mannheim, e a residência de sua mãe em Pforzheim, há uma dose grande da bravura dos pioneiros da indústria automotiva. O percurso – feito sem o conhecimento do marido – foi a bordo do Benz Motorwagen No. 3, uma versão modificada do primeiro Motorwagen de Carl, que havia sido patenteado em 1886, ano que é considerado como o de estreia do automóvel.

A estrada percorrida pela pioneira Bertha Benz, nos arredores de Dossenheim, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolinaDireito de imagemALAMY
Image captionA Bertha Benz Memorial Route segue o curso que a pioneira percorreu em 1888, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolina

Bertha investiu seu dote de casamento para financiar o trabalho do marido. O Motorwagen, porém, ainda precisava de autorização para circular – o governo estava reticente, por causa de um desastroso test drive no qual cavalos e cachorros, assustados pelo barulho do motor, avançaram para cima da plateia. Tirar o protótipo da garagem para a viagem pioneira, portanto, era uma ação ilegal, com dois propósitos: mostrar que o carro era seguro e pronto para ser vendido, e enviar uma mensagem para Carl, incentivando-o a continuar.

“Não foi apenas Carl quem inventou o automóvel. Foi a equipe de Carl e Bertha. Os dois acreditavam no Motorwagen e trabalhavam juntos o tempo todo”, disse o executivo Meyer, que pesquisou e mapeou a rota em 2008 como um projeto pessoal. O percurso cruza várias cidades, vilas e aldeias visitadas por Bertha.

“Eu queria dar a ela o lugar na história que merece.”

Em uma era sem GPS e mapas de estradas, Bertha tinha apenas rios e trilhos de trem para guiá-la até a casa de sua mãe. Imaginando-a sobre paralelepípedos em um carrinho com rodas de madeira e um motor de dois e quatro tempos, pode-se ter uma ideia de como era corajosa. Talvez um pouco imprudente também. E essa talvez seja a razão pela qual o plano deu certo.

Bertha Benz sobre seu carro, com rodas de madeiraDireito de imagemHI-STORY/ALAMY
Image captionO percurso de 194 km de Bertha deu início à era do automóvel

Investigar qual era o lugar da Alemanha na história do automóvel foi o que me levou aos centros industriais do sul do país. Eu viajava de carro por Baden-Württemberg e pela Baviera – Estados onde ficam as montadoras de luxo do país –, parando em todas as atrações culturais e museus ligados à cultura automobilística. Pude perceber a concentração extraordinária de espaços como esses.

“Quando você cruza um país buscando uma perspectiva diferente, como a da história automotiva, você realmente o descobre de novo”, disse Meyer, enquanto navegávamos por estradas secundárias. “É uma verdadeira aventura.”

A viagem de carro de Bertha impulsionou a era do automóvel. Em vez de ser descartado, o Motorwagen No. 3 entrou em produção no fim de 1888 e, em 1900, a Benz & Cie tornou-se a maior montadora do mundo.

Avançando esse filme para os dias atuais, a Alemanha ainda é o país dos carros premium e da cultura automobilística. De acordo com um estudo publicado pelo think tank alemão Friedrich-Ebert-Stiftung em 2018, mais da metade dos veículos de passageiros vendidos na Europa e quase dois terços dos carros de luxo comercializados no mundo foram projetados na Alemanha, em 2016. A pergunta é: por quê?

As razões do sucesso

“Você poderia dizer que havia algo ‘no ar’ em toda a Europa”, disse Gerhard Heidbrink, do Mercedes-Benz Corporate Archives, referindo-se à mecanização que tomou conta da Grã-Bretanha recém-industrializada do século 19, da França e da Alemanha.

Enquanto isso, em Baden-Württemberg e na Baviera, complexas leis de herança dividiam as fazendas familiares em parcelas reduzidas, tornando a agricultura pouco rentável. Sucessivas gerações tiveram que ganhar a vida com criatividade. Então, quando Carl Benz se formou e começou a trabalhar como engenheiro mecânico, se viu cercado por colegas inventivos, em uma região que favorecia o empreendedorismo e a indústria pesada.

Alguns traços alemães clássicos também podem ter influenciado o sucesso dos fabricantes de automóveis – qualidades como Leidenschaft (entusiasmo) e Detailverliebtheit (atenção aos detalhes). Por exemplo, no museu Technoseum, em Mannheim, uma autêntica linha de montagem da Porsche de 1990 foi remontada peça por peça – estão lá até as garrafas de cerveja que os trabalhadores recebiam durante os turnos.

Se isso não for Detailverliebtheit, não sei o que seria.

Museu dedicado à cultura automotiva, com carros clássicos, no sul da AlemanhaDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionTraços alemães clássicos como “Leidenschaft” (entusiasmo) e “Detailverliebtheit” (atenção aos detalhes) influenciaram as montadoras

E não foi por acaso que Gottlieb Daimler – fundador da Daimler-Motoren-Gesellschaft, hoje Daimler AG, criador da marca Mercedes-Benz – e seu sócio Wilhelm Maybach cunharam o lema “Das Beste oder nichts” (“O melhor, ou nada”).

“Para nós, normalmente, o que é bom nunca é bom o suficiente”, comentou um guia turístico do museu da Audi, em Ingolstadt.

“É claro que não se pode dizer que todos os 82 milhões de alemães são assim, mas ser ‘fleissig’ (diligente) é uma qualidade pela qual lutamos”, complementou um outro guia, do Museu Porsche, em Stuttgart.

Rivalidades e crescimento

À medida que crescia, a indústria automobilística alemã foi moldada por empresas que nasciam, se fundiam e se desmembravam, com um olhar atento aos talentos da engenharia.

As rivalidades corporativas se alternavam entre ferozes e ignoradas – como quando as grandes competidoras Benz, com sede em Mannheim, e Daimler, em Stuttgart, finalmente fundiram suas empresas em 1926. Entretanto, lealdades históricas permanecem.

“Se você não quer problemas aqui, apenas não diga que Daimler inventou o automóvel”, brincou um guia turístico em Mannheim, em tom (um pouco) zombeteiro.

Rivalidades instáveis não eram necessariamente ruins. Muitas vezes eles tiveram o efeito de estimular a inovação. O típico pioneiro da indústria automotiva do sul da Alemanha era um Tüftler (“aperfeiçoador”), obcecado por melhorar o produto, sempre por tentativa e erro, explicou Frank Jung, arquivista-chefe da Porsche AG.

“Afinal, se você não se esforça para atingir a perfeição, não há razão para mudar nada.”

Inovações

Ao visitar os museus de patrimônio automotivo da Alemanha, você começa a entender como esses inventores pioneiros se esforçaram para não só acompanhar o padrão do Motorwagen, mas para introduzir inovações.

A lista, extensa, é sempre crescente. Um a um, surgiram o carburador de Daimler e Maybach, que permitia o uso de gasolina como combustível; o primeiro Mercedes 35 PS, da Daimler, que, em 1900, apresentou o formato e o conceito do carro moderno; o icônico Porsche 356, inspirado no design austero da Escola Bauhaus; o primeiro carro elétrico da BMW, o BMW 1602e, de 1972; o Audi A8, de 2019, guiado por inteligência artificial. E assim por diante.

Apesar da concorrência com a França, que teve um grande desenvolvimento da indústria de carros a partir de fins do século 19, os fabricantes alemães conseguiram se manter na vanguarda da indústria – por causa de sua engenhosidade, que impulsionou o desenvolvimento dos carros década a década, disse Heidbrink: “Inovação e luxo sempre andaram de mãos dadas (na indústria alemã)”.

Todo ano, por exemplo, os funcionários da Audi pelo mundo são estimulados a oferecer ideias para melhorias – e elas alcançam a casa dos milhares. Muitas dessas sugestões acabam sendo implementadas no Audi Forum Ingolstadt, sede mundial e sua principal fábrica de montagem, a uma hora de Munique.

Um museu sobre o patrimônio automotivo na Alemanha mostra inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da BenzDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionMuseus do patrimônio automotivo da Alemanha mostram as inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da Benz

As pessoas aqui claramente compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, e também se divertindo com eles.

“No verão, a Alemanha é a perfeição da beleza”, escreveu certa vez Mark Twain, referindo-se a suas extensas viagens pelo sudoeste do país. A vista do meu para-brisa agora é de fazendas com as bordas bem delimitadas, campos amarelos de canola em floração, cumes de montanhas baixas e trechos ocasionais de florestas densas, de onde despontam castelos e aldeias medievais repleta de casas em estilo enxaimel. Uma paisagem feita sob medida para a estrada. E, para os alemães, uma justificativa a mais para apreciar sua invenção.

O carro na cultura alemã

Carros têm raízes mais profundas na cultura alemã do que como mero meio de transporte, complementou Winfried A Seidel, que usou produtos do Veterama – conhecido mercado alemão de automóveis e peças clássicas – para abrir o Automuseum Dr. Carl Benz, na vila de Ladenburg. É onde a família de pioneiros Benz, eventualmente, se estabeleceu. “Somos uma nação de colecionadores, há muitos carros valiosos na estrada”, disse.

Carros circulam numa via sinuosa no sul da Alemanha, em meio a campos de canolaDireito de imagemJEAN/ALAMY
Image captionAlemães compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, mas se divertindo com eles

No caminho entre Ladenburg e Munique, onde fica a sede do Grupo BMW, percorri um pequeno trecho da chamada “Romantische Straße” (“via romântica”), estrada de 350 quilômetros famosa por suas paisagens. Eu conduzia um carro panorâmico e cruzava os estados de Baden-Württemberg e Baviera. Depois de uma visita ao BMW Welt, espécie de showroom da empresa, e ao Museu da BMW, ambos em Munique, a experiência de extrair todas as rotações por minuto do meu Volkswagen Tiguan, alugado dias antes, foi a mais memorável que vivi ao volante em anos.

Para minha surpresa, às vezes havia, sim, limite de velocidade na mítica via expressa do sistema rodoviário federal alemão. Mas fascinante mesmo foi ver que o limite apareceu não em um sinal qualquer da rodovia, mas diretamente no painel do meu Tiguan – uma tecnologia certamente mais avançada do que a disponível nas frotas de aluguel do meu país natal, o Canadá.

Pelo que se nota, mais de um século depois de Bertha Benz terminar a primeira viagem de carro da história, os alemães ainda encontram maneiras de aperfeiçoar a jornada.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-49530424

OS LUGARES MAIS LINDOS DA ALEMANHA

Assista esse vídeo que mostra os lugares mais bonitos da Alemanha:

Canal: O Alemão

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Conheça as famosas comidas típicas da Alemanha

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Difícil encontrar alguém que não fique satisfeito com as comidas típicas da Alemanha. Marcada por pratos robustos, a gastronomia alemã é lembrada pelos ingredientes marcantes.

De fato, a culinária do país não está entre as mais sofisticadas do mundo. Mas nem por isso é menos deliciosa.
Nos pratos típicos da Alemanha, os protagonistas são a carne de porco, o repolho, a batata e as salsichas.

No Brasil, é bem fácil encontrar essas delícias emcidades colonizadas pelos alemães, que mantêm algumas de suas tradições, como Blumenau (SC) e os municípios da Rota Romântica, como Morro Reuter e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul.

Se você vai visitar a Alemanha em breve, simplesmente não pode deixar de experimentar os comidas típicas da cozinha germânica. A seguir, vamos falar um pouquinho sobre eles.
5 comidas típicas da Alemanha para experimentar

Não se deixe assustar pelos nomes estranhos: a culinária da Alemanha tem alguns sabores parecidos com os do Brasil e, certamente, pelo menos um dos pratos típicos abaixo vai agradar você. Certifique-se de prová-los:

1. Bratkartoffeln

Batata alemã
Batatas protagonizam os pratos típicos da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

A essência desse prato típico da Alemanha é a batata, um dos ingredientes mais consumidos no território germânico.

Bratkartoffeln é simplesmente um cozido feito com batatas e especiarias, como cebola, bacon, alho e sal. Trata-se de uma receita simples, mas bastante comum nas casas dos alemães.

A batata também protagoniza outros pratos interessantes, como o Kartoffelpuffer (que consiste em uma mistura de batatas raladas com farinha de trigo, ovos e tempero, formando uma espécie de panqueca) e a Kartoffelsalat, a famosa salada de batatas.

2. Sauerkraut

sauerkraut
Sauerkraut é o legítimo chucrute alemão. Foto: iStock, Getty Images

Na tradução literal, Sauerkraut é o tradicionalchucrute – elaborado com a partir da conserva de repolho fermentado.

A receita tradicional tem um toque bem azedinho. Geralmente, ele é servido como acompanhamento de alguma carne de porco.

3. Eisbein

Eisban
Joelho de porco é outro ingrediente tradicional consumido pelos alemães. Foto: iStock, Getty Images

Esta é uma comida típica alemã que costuma causar certo estranhamento aos estrangeiros. Eisbein nada mais é do que o joelho de porco cozido, um prato muito tradicional da Alemanha.

Ele normalmente é preparado com especiarias e servido com batatas e chucrute.

Já a versão assada da carne é chamada de Schweinshaxe – e também é bastante popular nos restaurantes alemães.

4. Wurst

Wurst
Salsichas alemãs são consumidas em todo o território germânico. Foto: iStock, Getty Images

Impossível falar em Alemanha sem mencionar o Wurst. Na verdade, esse é um termo genérico para se referir às salsichas alemãs.

Há mais de 1500 diferentes tipos delas no país, elaboradas com ingredientes como carnes nobres de porco, vaca, vitela ou até uma combinação entre todas.

Dependendo do método de fabricação, o Wurst pode se parecer mais com uma linguiça, uma salsicha ou um patê.

Os tipos mais consumidos em solo alemão variam de acordo com a região. A Frankfurter e a Krakauer, por exemplo, são salsichas de coloração bemavermelhada.

Em Berlim, é fácil encontrar a Currywurst, que é fatiada e temperada com molho curry. Já no sul da Alemanha, fazem mais sucesso as salsichas brancas. Experimente todas para escolher sua favorita!

5. Käsespätzle

Spaetzle
Spätzle é uma massinha típica da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

Outra comida típica deliciosa da Alemanha para incluir no seu itinerário gastronômico é a Käsespätzle.

Trata-se de um prato bem comum na região sul do país, perto de Stuttgart, que consiste em uma massinha feita com farinha de trigo e ovos, cozida em água fervente e acompanhada de um molho de queijo.

Conforme manda a tradição, a massa é servida direto da panela quente, o que garante um charme todo especial ao prato.

Fonte: https://mapadomundo.org/alemanha/comidas-tipicas-da-alemanha/

Esporte na Espanha

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O esporte na Espanha ou desporto em Espanhol é dominado principalmente pelo futebol (desde o século XX), o basquete, o ciclismo, o tênis, e o handebol, e pelos esportes de automobilismo. Contudo, o país teve campeões do mundo em esportes tão díspares como esgrima, pádel, polo aquático, vela, boxe ou atletismo.

Além disso, o país é um grande atrativo turístico devido a suas infraestruturas esportivas, como as instalações para esportes aquáticos, golfe e esqui.
Futebol
Atualmente na Espanha o futebol se destaca como uma das forças mundiais sendo que a Seleção Espanhola vem se destacando nos últimos anos pela conquista de campeonatos importantes, como por exemplo, a conquista da Eurocopa em 2008 (o mais importante campeonato de futebol da Europa) e a Copa do Mundo em 2010, na África, sendo esse o campeonato de futebol mais importante do mundo.
O futebol dentro do país também se destaca mundialmente como, por exemplo, tendo hoje grandes jogadores do futebol como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Puyol e entre outros em suas competições nacionais e grandes times como o Barcelona time da cidade de Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madrid ambos da capital Madrid, Sevilla da cidade de Sevilla e também Valencia da cidade de Valencia. E sendo uma fonte de renda para todo o país, outro fator forte é a qualidade dos estádios espanhóis que tem uma infraestrutura magnifica.
Voleibol
Atualmente o voleibol na Espanha não é tão prestigiado e nem tão forte o esporte já foi muito prestigiado e forte no país. A seleção espanhola não ganha nem um campeonato desde 2007 quando foi campeão do campeonato europeu de voleibol disputado na Rússia e também da Liga Europeia de Voleibol disputado em Portugal, dali em diante a seleção participou de varias competições e teve retrospectos regulares, principalmente na Liga Europeia sendo vice-campeã das duas ultimas edições, realizadas em Portugal e coincidentemente na Espanha, este ano a competição será realizada em novembro na Eslováquia.
Automobilismo
A principal categoria de automobilismo na Espanha atualmente é a Formula 1, por mais que a Espanha não seja considerada uma potencia tendo ganho somente dois campeonatos até hoje ambos com Fernando Alonso(um dos maiores pilotos de formula 1 de todos os tempos) em 2005 e 2006. No país existe um autódromo do qual são disputadas corridas oficiais inclusive da formula 1 localizado em Barcelona outro autódromo que se destaca na Espanha porem não é muito utilizado é o de Valencia.
Basquete
O basquete na Espanha não tem muito destaque dentro do país existem algumas competições mais a principal é a Liga ACB que antigamente foi conhecida com Liga Espanhola de Basquetebol (entre 1956 e 1983) e teve como maior campeão o time Real Madrid da cidade de Madrid e também inspirado no time de futebol Real Madrid após se tornar Liga ACB O time do Real Madrid começou a ter que alternar títulos com outros times, mas em destaque o Barcelona que é o maior campeão da Liga ACB com 12 títulos o Real Madrid tem 8 títulos na antiga Liga Espanhola o Real Madrid domina com 22 títulos contra 3 do Barcelona.

Fonte:http://infoespanha.blogspot.com/2011/09/o-esporte-na-espanha.html?m=1

10 PONTOS TURÍSTICOS MAIS VISITADOS NOS ESTADOS UNIDOS

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De norte ao sul, os Estados Unidos reservam atrações que atraem milhões de turistas do mundo inteiro. E tem para todos os gostos: para quem gosta de compras, de parques, de jogatina, de natureza e muito mais! Pensando nisso, a Travel and Leisure, especialista em guias de viagem, listou quais são os pontos turísticos mais visitados do país.

Pontos turísticos mais visitados nos Estados Unidos

Confira o ranking e veja se você foi mais um, entre milhões de pessoas, a visitarem esses cartões postais:

1) Times Square, Nova York

Com 39,2 milhões de visitantes por ano, as cores, telões e sinais luminosos encantam os turistas. É impossível ir à Nova York e não ver de perto essa bagunça organizada chamada Times Square e tirar a foto clássica nos degraus da região mais visitada dos EUA.

2) Central Park, Nova York

Não existe parque mais famoso no mundo do que esse. Quem nunca viu, pelo menos, um filme que tem esse local, que é o pulmão de Nova York, como cenário? Por isso, esse é um dos pontos de parada de 38 milhões de visitantes por ano.

3) Union Station, Washington

Essa é a estação de trem que liga o subúrbio de Washington para o centro da capital norte-americana. Por lá, há mais de 70 lojas, que atraem turistas que não resistem às compras no país do dólar. Por ano, 37 milhões de pessoas passam pela estação.

4) Strip, Las Vegas

Impossível ir à Las Veja e não passar pela Strip. É ali que estão os mais famosos e luxuosos hoteís cassinos da cidade dos jogos. O local possui sete quilômetros e, por ano, recebe 29,4 milhões de visitantes.

5) Cataratas do Niágara, Nova York e Ontário

Esse é ponto de parada para quem está nos Estados Unidos ou no Canadá, já que se encontra na fronteira dos dois países. As cataratas são as maiores quedas d’água da América do Norte e, anualmente, atraem 22,5 milhões de turistas.

6) Grand Central Terminal, Nova York

A estação de trem de Nova York não é só um local onde os moradores da cidade pegam o transporte para se locomoverem. É também um cartão postal e cenário de filmes e seriados. O local conta com uma bela arquitetura e possui lojas e restaurantes. Por ano, 21,6 milhões passam por lá.

7) Faneuil Hall Marketplace, Boston

18 milhões de pessoas visitam, anualmente, esse mercado histórico. Ali, George Washington fez discursos pela independência do país.

8) Magic Kingdom, Orlando

Quem nunca sonhou em ir à Disney? 16,9 milhões de pessoas realizam esse sonho todos os anos e conhecem o icônico castelo da Cinderela. Além de verem a queima de fogos, os turistas podem se divertir nos brinquedos que agradam não apenas as crianças.

9) Disneyland Park, Anaheim, Califórnia

Esse foi o primeiro parque da Disney e, embora seja bem menor do que o irmão mais novo de Orlando, esse parque recebe 15,9 milhões de turistas e é o segundo mais visitado do mundo.

10) Píer 39, São Francisco

Outra atração que fica na Califórnia, o Píer 39 é um dos locais mais visitados de São Francisco. O animado ponto turístico conta com lojas, restaurantes, artistas de rua e oferece uma vista privilegiada a ilha de Alcatraz e da Golden Gate. Por isso, atrai 14 milhões todos os anos.

Fonte: http://amelhorcoisadaminhavida.com.br/pontos-turisticos-mais-visitados-nos-estados-unidos/