Imigração alemã em Curitiba

IMIGRAÇÃO ALEMÃ – (1829 – 2019) – 55 anos de imigração

O sentido dado à imigração por D. Pedro I, como um fator cultural, servindo para a independência nacional no setor econômico e servindo de exemplo aos nativos, é bem diferente dos escravocratas e latifundiários, que transformaram a imigração numa pura e simples oferta de “braços”, em substituição à mão-de-obra escrava, para manutenção, ou melhor, garantia do seu domínio de classe. Com a proclamação da República, o serviço de imigração voltou à responsabilidade da União, mediante auxílio à diferentes estados.
Há na história do Paraná uma política de imigração inaugurada por Zacharias de Góes e Vasconcellos para favorecer o progresso da recém instalada Província. A mais antiga colônia alemã no Paraná é a de Rio Negro, fundada em 1829. Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil, fundando a colônia de São Leopoldo, no RS.
Como imigrações coletivas temos o empreendimento da Sociedade Maripá, perto de Toledo, os Suábios do Danúbio, em Entre Rios, os menonitas em Witmarsum.
Os alemães que fizeram sua longa viagem do Volga ao Paraná eram homens predestinados à colonização. Estavam a par das necessidades culturais e chegaram imbuídos de um profundo instinto social, já que somente se lançaram a este quadro aventureiro depois de lhes ser garantido que poderiam estabelecer-se em colônias compactas e homogêneas. Vieram como imigrantes pobres, acreditando que poderiam cultivar o trigo no solo duro dos campos da região das savanas. O ensaio custou-lhes muito. Com dificuldades de fixação nas áreas que lhes foram ofertadas, prosseguiram viagem à Argentina, Ponta Grossa, Lapa ou Curitiba.

UM NOVO IMPULSO

A partir de 1870, com máquinas e apoio de experiências agrícolas e aconselhados por cientistas, os colonos alemães lançaram-se novamente com ânimo renovado ao trabalho.
A instalação dos alemães em Curitiba, da forma como aconteceu – transformando-se num dos núcleos mais importantes da imigração alemã no Brasil – não constava, dos planos do governo imperial, grande incentivador da imigração como forma de ocupação dos espaços vazios existentes no pais no inicio do século XIX. A primeira leva de alemães embarcados no veleiro alemão Charlote Louise, em 30 de junho de 1828, na verdade se destinava a região de Rio Negro, onde já existia um pequeno povoado com o nome de “Capella da Estrada da Matta”.
Depois de inúmeros percalços chegariam a seu destino somente em 6 de fevereiro de 1829, data consagrada a fundação de Rio Negro – as famílias alemãs passaram a enfrentar muitas dificuldades de adaptação, devido a sua vocação predominantemente urbana. Vieram à Curitiba inúmeras famílias entre 1830 e 1840. O mesmo problema ocorria nas colônias de Santa Catarina, entre elas Dona Francisca, hoje Joinville, e muitos imigrantes alemães acabaram convergindo para a capital paranaense, após 1850, via São Bento do Sul.
Em 1871, assinalava o vice-presidente da Província, o “estado próspero em que se achava o núcleo da população alemã que se estende por todo o Rocio e as vantagens colhidas da agricultura e indústria pelos colonos dali”.
Houve participação efetiva de associações alemãs de vida grupal, inclusive organizando campanhas de socorro aos necessitados ou comungando na comemoração dos grandes acontecimentos da história local ou brasileira. Estas sociedades, a partir de 1859, se multiplicaram. A “Deutscher Sängerbund”, que tomou, com a nacionalização o nome atual de Clube Concórdia, a “Handwerker Unterstützungsverein”, atual Clube Rio Branco, a “Teuto-Brasilianischer Turnverein”, que existe com o nome de Duque de Caxias, a “Sportklub Germania”, atual Graciosa Country Club, fundando ainda o Clube Thalia e o a Sociedade dos Cantores Brasileiros-Germânicos Harmonia, no Bigorrilho. Estas associações nasciam sob o signo da confraternização teuto-brasileira e foram poderosos elementos de assimilação e aculturação.

PIONEIROS EM CURITIBA

O primeiro dos alemães em Curitiba a partir de 1830, foi Michael Müller, o quarto dos oito filhos que Phillip Müller e esposa trouxeram da Alemanha. Casado com Anna Krantz, Miguel Alemão, como era chamado, participou ativamente da vida social e política da cidade, auferindo grandes lucros em sua ferraria e transformando-os em investimentos em forma de terrenos nas imediações da Igreja Matriz. Construiu varias casas, tendo a maior delas, na esquina das ruas Carlos Cavalcanti e Barão de Cerro Azul, servindo como moradia ao primeiro presidente da província, o conselheiro imperial Zacharias de Góes e Vasconcellos.
Sua fama e prestígio na Província eram tão grandes que foi visitado em sua ferraria pelo imperador D. Pedro II, quando de sua viagem ao Paraná em maio de 1880.
De uma maneira geral, o comércio, a indústria e as profissões diversificaram-se com a chegada dos imigrantes alemães, que repetiam em terra nova e em menor escala, a revolução comercial e industrial levada a efeito na Europa.
Em 1876, dos cinco médicos de Curitiba, um era alemão. De dois farmacêuticos, um alemão. A alemães pertencias as cinco serras hidráulicas então existentes na cidade. De cinco botequins, eles tinha quatro. De dez engenhos de erva mate – a base econômica da época – eles tinham um, mas o único então movido à vapor. A única fábrica de carroças era de alemães, as quatro cervejarias, 11 dos 15 ferreiros, uma estufa de cal, um hotel, nove das dez marcenarias, seis dos sete moinhos, a única empresa de deligências, as quatro olarias, duas das quatro padarias, uma relojoaria, nove dos dez açougues, as cinco selarias, as cinco alfaiatarias, os três carpinteiros, o único chapeleiro.
De 57 estabelecimentos comerciais, 12 eram de alemães. De quatro mestres de construção, dois er4am alemães. Vale lembrar que o mestre de construção da atual Catedral Metropolitana de Curitiba, era alemão assim como o primeiro moinho construído em Curitiba, nas Mercês. A primeira olaria por Meissner; e a primeira olaria hidráulica por Gottlieb Wieland, que ajudou a construção da Estrada da Graciosa e de outras.
Em 1876 – apesar de não se permitir, na época, a construção de igrejas que não fossem católicas – foi erigida a Igreja Evangélica Luterana de Curitiba, com torre em estilo gótico. Em 1885 a torre do belo templo teve que ser demolida, pois construída em pinho e provavelmente devido à sua estrutura em enxaimel (Fachwerk) não resistiu ao tempo.

ACULTURAÇÃO

Provavelmente a torre foi condenada pela utilização pouca apropriada das madeiras e técnica importada. Com a derrubada da parte do prédio, este não tinha mais aparência de igreja. A atual foi construída no mesmo local em 1893/1894. A nova igreja em estilo gótico e com sino, marca uma nova fase da história. Neste momento, já republicano, instala-se no país o Estado Laico, desaparecendo as restrições do império às religiões não católicas. O idioma era especialmente importante. Mesmo antes da constituição oficial da comunidade foi organizada a Escola Alemã.
Quanto aos alemães católicos, foi-lhes cedida inicialmente a Igreja do Rosário. Hoje não há, quanto às diversas etnias de religião católica, nenhuma igreja propriamente exclusiva.
No campo das idéias, papel de maior importância foi desempenhado pelos jornais “Deutsche Post”, “Der Beobachter”,”Der Kompass”, entre outros. Este último ficou em circulação durante 40 anos, desaparecendo com a onda nacionalista posterior a 1937.
Para a inumação cuidaram da criação de um cemitério, o “Deutscher Evangelischer Friedhofsverein”. A palavra “Verein”espelha uma prática muito cara aos alemães, e que se refletiu bastante na vida da cidade e no seu processo de urbanização. Trata-se de um traço cultural característico o seu associativismo, o que de certo modo extravasou como um fenômeno de contato cultural para a sociedade curitibana.
Assim, funda-se também o “Deutscher Hospital Verein” e um corpo de bombeiros composto por voluntários, em 1897. Com barricas de cerveja e carroções, os voluntários combatiam os incêndios ocorridos na cidade. Foi a atuação desinteressada desses homens, movidos pelo patriotismo e civismo, que deu ensejo para a organização 15 anos mais tarde, do corpo de bombeiros oficial, cujo primeiro comandante foi João Meister Sobrinho.
A vida associativa mostra a tendência de união social, auxílio mútuo, festas em conjunto, recreação por meio de esporte, canto e teatro. A ambientação dos imigrantes custou sacrifícios e sofrimentos. Eles representavam mentalidade tão diversa que o choque no país adotivo interferiu na assimilação. Emocionalmente presos a cultura de origem, a nostalgia impede uma mudança de atitudes. Muitos imigrantes movidos pela saudade regressam à pátria depois de muitos anos e quase sempre acompanhados por decepções amargas. Não só as reminiscências não correspondem a realidade, mas sobretudo a personalidade do próprio imigrante sofreu transformações de que somente agora se torna consciente.
Certas necessidades, condicionadas ao meio físico, forçaram o imigrante a substituir elementos antigos. Isto de deu principalmente no campo teológico, afetando sobretudo os padrões de alimentação, habitação, lavoura e criação e transporte.
Boa parte das perdas e aquisições culturais estão de tal maneira entrelaçadas com condições econômicas do meio que é muito difícil, ou mesmo impossível separar o fator mesológico do fator econômico. Passadas as dificuldades dos alemães, poucos voltam a medida do possível aos padrões antigos.
Porém, muita coisa já foi perdida, desapareceu ou não pertence mais a alemães e seus descendentes: antigas lojas, sociedades, imóveis…
Hoje em Curitiba, são poucos os descendentes que buscam a perpetuação da cultura germânica, da consciência étnica alemã – Deutschtum – principalmente sob a forma da prática e do uso da “Muttersprache”, do idioma alemão, pois os alemães foram proibidos de falar o idioma de origem durante o período entre guerras. Hoje em dia, poucos são os costumes mantidos pelos descendentes, mas alguns ainda estão em uso, não somente pelos descendentes, mas também pela população de Curitiba, como a palavra “Vina” que provém de “Wienerwurst – Salsichas tipo Viena”, os clubes de bolão, culinária, etc.

Fonte: https://www.alteheimat.com.br/wp/pesquisa/imigracao-alema-no-parana/

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Curiosidades sobre a cultura alemã

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Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.

Fonte: https://www.alemanhaeamusica.com.br/index.php/curiosidades-sobre-a-cultura-alema

Conheça as famosas comidas típicas da Alemanha

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Difícil encontrar alguém que não fique satisfeito com as comidas típicas da Alemanha. Marcada por pratos robustos, a gastronomia alemã é lembrada pelos ingredientes marcantes.

De fato, a culinária do país não está entre as mais sofisticadas do mundo. Mas nem por isso é menos deliciosa.
Nos pratos típicos da Alemanha, os protagonistas são a carne de porco, o repolho, a batata e as salsichas.

No Brasil, é bem fácil encontrar essas delícias emcidades colonizadas pelos alemães, que mantêm algumas de suas tradições, como Blumenau (SC) e os municípios da Rota Romântica, como Morro Reuter e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul.

Se você vai visitar a Alemanha em breve, simplesmente não pode deixar de experimentar os comidas típicas da cozinha germânica. A seguir, vamos falar um pouquinho sobre eles.
5 comidas típicas da Alemanha para experimentar

Não se deixe assustar pelos nomes estranhos: a culinária da Alemanha tem alguns sabores parecidos com os do Brasil e, certamente, pelo menos um dos pratos típicos abaixo vai agradar você. Certifique-se de prová-los:

1. Bratkartoffeln

Batata alemã
Batatas protagonizam os pratos típicos da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

A essência desse prato típico da Alemanha é a batata, um dos ingredientes mais consumidos no território germânico.

Bratkartoffeln é simplesmente um cozido feito com batatas e especiarias, como cebola, bacon, alho e sal. Trata-se de uma receita simples, mas bastante comum nas casas dos alemães.

A batata também protagoniza outros pratos interessantes, como o Kartoffelpuffer (que consiste em uma mistura de batatas raladas com farinha de trigo, ovos e tempero, formando uma espécie de panqueca) e a Kartoffelsalat, a famosa salada de batatas.

2. Sauerkraut

sauerkraut
Sauerkraut é o legítimo chucrute alemão. Foto: iStock, Getty Images

Na tradução literal, Sauerkraut é o tradicionalchucrute – elaborado com a partir da conserva de repolho fermentado.

A receita tradicional tem um toque bem azedinho. Geralmente, ele é servido como acompanhamento de alguma carne de porco.

3. Eisbein

Eisban
Joelho de porco é outro ingrediente tradicional consumido pelos alemães. Foto: iStock, Getty Images

Esta é uma comida típica alemã que costuma causar certo estranhamento aos estrangeiros. Eisbein nada mais é do que o joelho de porco cozido, um prato muito tradicional da Alemanha.

Ele normalmente é preparado com especiarias e servido com batatas e chucrute.

Já a versão assada da carne é chamada de Schweinshaxe – e também é bastante popular nos restaurantes alemães.

4. Wurst

Wurst
Salsichas alemãs são consumidas em todo o território germânico. Foto: iStock, Getty Images

Impossível falar em Alemanha sem mencionar o Wurst. Na verdade, esse é um termo genérico para se referir às salsichas alemãs.

Há mais de 1500 diferentes tipos delas no país, elaboradas com ingredientes como carnes nobres de porco, vaca, vitela ou até uma combinação entre todas.

Dependendo do método de fabricação, o Wurst pode se parecer mais com uma linguiça, uma salsicha ou um patê.

Os tipos mais consumidos em solo alemão variam de acordo com a região. A Frankfurter e a Krakauer, por exemplo, são salsichas de coloração bemavermelhada.

Em Berlim, é fácil encontrar a Currywurst, que é fatiada e temperada com molho curry. Já no sul da Alemanha, fazem mais sucesso as salsichas brancas. Experimente todas para escolher sua favorita!

5. Käsespätzle

Spaetzle
Spätzle é uma massinha típica da Alemanha. Foto: iStock, Getty Images

Outra comida típica deliciosa da Alemanha para incluir no seu itinerário gastronômico é a Käsespätzle.

Trata-se de um prato bem comum na região sul do país, perto de Stuttgart, que consiste em uma massinha feita com farinha de trigo e ovos, cozida em água fervente e acompanhada de um molho de queijo.

Conforme manda a tradição, a massa é servida direto da panela quente, o que garante um charme todo especial ao prato.

Fonte: https://mapadomundo.org/alemanha/comidas-tipicas-da-alemanha/

Você gosta de animes?

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Animeanimê (pt-BR) ou animé (pt) (em japonêsアニメ ), se refere à animação que é produzida por estúdios japoneses. A palavra é a pronúncia abreviada de “animação” em japonês, onde esse termo se refere a qualquer animação.[1] Para os ocidentais, a palavra se refere às animações oriundas do Japão. A origem da palavra é controversa, podendo vir da palavra inglesa animation [animação] ou da palavra francesa animé [animado],[2] versão defendida por pesquisadores como Frederik L Schodt[3] e Alfons Moliné.[4] Ao contrário do que muitos pensam, o animê não é um género, mas um meio, e no Japão produzem-se filmes animados com conteúdos variados, dentro de todos os géneros possíveis e imagináveis (comédiaterrordramaficção científica, etc.).

Uma boa parte dos animes possui sua versão em mangá, os quadrinhos japoneses. Os animes e os mangás se destacam principalmente por seus olhos geralmente muito grandes, muito bem definidos, redondos ou rasgados, cheios de brilho e muitas vezes com cores chamativas, para que, desta forma, possam conferir mais emoção aos seus personagens. Animes podem ter o formato de séries para a televisão, filmes ou home video (OVAs e OADs) ou via internet (ONAs).

A indústria de anime consiste em mais de 430 estúdios de produção, incluindo grandes nomes como o Studio GhibliGainax e Toei Animation. Os animes atingem a maioria das vendas de DVD e têm sido um sucesso internacional após a ascensão de dublagens em exibições televisionadas. Este aumento da popularidade internacional resultou em produções não-japonesas usando o estilo de arte do anime, mas essas obras têm sido definidas como Animação influenciada por animês, tanto por fãs quanto pela indústria.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Anime

Fauna japonesa

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A Flora do Japão

A flora do Japão é marcada por uma grande variedade de espécies. Existem aproximadamente 4.500 espécies de plantas nativas no Japão (3.950 angiospermas, 40 gimnospermas e 500 tipos de samambaias). Cerca de 1.600 angiospermas e gimnospermas são naturais do Japão.

O grande número de plantas reflete a diversidade de clima que caracteriza o arquipélago japonês, que se estende por 3.500 quilômetros (2.175 milhas) de norte ao sul. O aspecto climático mais frequente é a grande variação de temperatura e as significativas precipitações, o que é propício para a sua rica e abundante flora. O clima também favorece o fato do Japão ser quase 70% coberto por florestas. As folhas mudam de cor de estação para estação.

As plantas estão distribuídas nas seguintes cinco zonas, todas se encontram na zona temperada do leste asiático: (1) zona subtropical, incluindo as ilhas Ryukyo e Ogasawara; (2) zona de temperatura mais quente com vegetação de folhas largas e perenes, que abrange a maior parte do sul de Honshu, Shikoku e Kyushu. As árvores características são o shii e o kashi, ambos são tipos de carvalhos; (3) zona de temperatura mais fria com vegetação de folhas largas e sazonais, que cobrem a região central e norte de Honshu e o sul de Hokkaido; a faia japonesa e outras variedades de árvores são encontradas aqui; (4) zona subalpina, que inclui a região central e o norte de Hokkaido. As plantas características são o sakhalan fir e o yesso spruce; (5) a zona alpina nas partes altas da região central de Honshu e Hokkaido, com plantas alpinas como as komakusa (dicenta peregrina).

Plantas Típicas no Japão

Matsu e sugi, o pinheiro e o cedro japonês, respectivamente, são comuns no arquipélago, mesmo em regiões mais quentes no sul, e são muito conhecidos dos japoneses.

Os pinheiros geralmente compõem um cenário esplêndido. O local com o cenário mais notável está em Amanohashidate, na Província de Kyoto, com mais de 6.000 pinheiros em linha sobre a faixa de areia. Grandes pinheiros, que crescem a um máximo de 40 metros, também servem como quebra-vento nas regiões costeiras. Pinheiros de pequeno porte são utilizados como bonsais, árvores de jardim e como enfeites nas casas.

Pinheiros também são considerados árvores sagradas. Pessoas nos tempos antigos ficavam encantadas com a natureza e viam nas plantas e árvores símbolos de espíritos divinos. Houve um tempo, por exemplo, em que era comum a veneração dessas árvores como o pinheiro, cedro ou cipreste, porque se acreditava que eles proviam habitação às deidades enviadas ao céu. A prática ainda comum de se decorar as entradas das casas no Ano Novo com ramos de pinheiros (kadomatsu, literalmente, “portão de pinheiro”), surgiu com a crença que esta era uma maneira apropriada de se dar boas-vindas aos deuses.

Jomon Sugui
Cedro (Província de Kagoshima)

Conhecido como cedro de Jomon, essa árvore da ilha de Yakushima tem 16,4 metros de circunferência e acredita-se que possua cerca de 7200 anos
(Foto cortesia da AFLO)

A Flora na Vida Cotidiana

Se existe uma planta que melhor representa o Japão, esta é a sakura (cerejeira). A sakura, que é natural do Japão, tem sido de longe a planta mais popular desde os tempos antigos. Os japoneses modernos saúdam o surgimento das flores de cerejeira na primavera como uma oportunidade para ter hanami (festas de observação da flor), e muitas celebrações de escolas e empresas são realizadas nessa estação. A previsão do tempo na televisão e nos jornais transmite informações atualizadas sobre o desabrochar das flores que se inicia em Okinawa e termina ao norte, em Hokkaido.

No outono, quando as folhas mudam de cor, tem-se outra oportunidade para se apreciar a natureza. Embora se dissesse que há centenas de anos as pessoas se juntavam sob as árvores para dançar ao som de músicas, hoje em dia a maioria dos japoneses urbanos entra em seus carros ou vão de trem observar as paisagens e as cores do outono.
Sakura
Vista do desabrochar das cerejeiras
Geralmente é em março e abril que as cerejeiras desabrocham e os piqueniques acontecem sob seus galhos floridos
Entre os lugares que se destacam pela sua beleza estão o Parque Ueno (Tóquio) e o Parque Osaka Castle (Osaka)

Preocupações Ecológicas

No Japão industrializado de hoje, as plantas não possuem o mesmo significado nem o mesmo nível de importância do passado. Após muita exploração da natureza, o corte imprudente das árvores e a disseminação da poluição, as pessoas vieram a entender que elas devem conservar e reabilitar o meio ambiente.

Fonte: https://www.br.emb-japan.go.jp/cultura/floraefauna.html

 

 

 

 

10 animais da fauna japonesa

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Conheça 10 animais da fauna japonesa

Quando você pensa em Japão, as primeiras imagens que nos vêm à cabeça provavelmente são das grandes metrópoles tais como Tóquio ou Osaka, com ruas lotadas e letreiros iluminados por todos os lados. Mas o Japão também é cercado por uma natureza exuberante que abriga muita vegetação e muitos animais selvagens.

O Japão tem uma área montanhosa que corresponde a 70% do seu território e nessas áreas podemos encontrar uma natureza praticamente intocada. Além disso, o Japão é marcado por diferenças climáticas significativas entre o sul e o norte do país, o que propicia para que tenha uma grande diversidade de vida selvagem.

Existem cerca de 130 tipos de mamíferos terrestres, mais de 600 espécies de aves, cerca de 73 espécies de répteis e mais de 3 mil tipos diferentes de peixes. Muitos desses animais estão a beira da extinção e são raramente encontrados fora do Japão, como a salamandra gigante japonesa (Andrias japonicus).

Que tal conhecer alguns animais típicos no Japão?

1. Esquilo – りす – Risu

Existem vários tipos de esquilos no Japão. Entre os mais conhecidos estão o esquilo vermelho que vivem especialmente em Hokkaido, a ilha mais setentrional do Japão, mas também são encontrados na Europa e em toda a Ásia. Já o esquilo voador japonês pode ser encontrado em todo o Japão.

Mas se você encontrar com algum, vai ser pura sorte pois estes animais fofinhos tem hábitos noturnos, ou seja, saem em busca de alimentos à noite e passam o dia escondidos nas árvores para evitar eventuais predadores. O interessante é a capacidade deles de “voarem” centenas de metros entre as árvores.

2. Raposa – きつね – Kitsune

As raposas desempenham um grande papel folclore japonês, consideradas como criaturas sábias e com poderes sobrenaturais, capazes até de se transformar em humanos, geralmente assumindo a forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha.

Aproveite para conhecer o Zao Kitstune Mura (Aldeia das Raposas), em Miyagi, um local onde vivem 6 tipos diferentes de raposas.

3. Grou Japonês – タンチョウ – Tanchou

Grou Japonês (Grus japonensis), também conhecido como Grou da Manchúria vive no leste asiático e no Japão pode ser encontrado especialmente em Hokkaido. Essas belas aves brancas com detalhes em preto no pescoço e nas asas e com o topo da cabeça vermelha estão ameaçadas de extinção.

Estima-se que no Japão, exista apenas 1000 delas. Os grous são aves consideradas sagradas no Japão, além de tesouro nacional do país. O grou simboliza paz e longevidade além de ser considerada a “Mãe de todas as aves”, pois acredita-se que essas aves são as mais antigas da Terra.

4. Cão-Guaxinim – タヌキ – Tanuki

O cão-guaxinim (Nyctereutes procyonoides), também conhecido como tanuki (タヌキ) é um animal da família dos canídeos. Esses animais são originários do Japão, Manchúria e sudeste da Sibéria. No Japão, podem ser encontrados em quase todo o país, principalmente em bosques e montanhas.

O Tanuki está muito presente na mitologia japonesa e reza a lenda de que esse animal de temperamento alegre e travesso, tem a capacidade de assumir a forma humana. No Japão é comum as pessoas colocarem uma estátua do Tanuki nas entradas de estabelecimentos e templos para trazer boa sorte.

5. Cervo – しか – Shika

Estes cervos são nativos do Japão e outras partes do leste da Ásia, embora possam ser encontrados também em outras partes do mundo, incluindo Europa, EUA e Austrália. Devido à quase extinção de seu principal predador, o lobo, os números de veados tem aumentado bastante no Japão.

No Japão, os cervos são considerados animais sagrados e podem ser encontrados em várias áreas como Shiretoko (Hokkaido), Miyajima (Hiroshima) e Nara (Nara), entre outros lugares turísticos. Nesses locais, os cervos perambulam nas áreas urbanas e já se acostumaram com a presença humana.

6. Urso – くま – Kuma

Os ursos marrons e ursos negros asiáticos são os maiores animais selvagens do Japão e vivem especialmente nas áreas montanhosas do arquipélago. Os ursos marrons vivem especialmente na ilha de Hokkaido e por causa do crescimento urbano, não é incomum os ursos invadirem áreas urbanas.

Já os ursos negros asiáticos estão distribuídos entre as duas ilhas de Honshu e Shikoku. Existem aproximadamente entre 10 mil e 20 mil deles e todos os anos são registrados entre 10 e 20 ataques. Esqueça a doçura do Kumamon, mascote de Kumamoto. Com esses bichanos da vida real todo cuidado é pouco.

7. Macacos da Neve – スノーモンキー – Sunōmonkī

O macaco japonês (Macaca fuscata), também conhecido como Macaco da Neve, é nativo do Japão e vive especialmente em florestas montanhosas, localizadas acima de 1 500 metros de altitude. Em Jigokudani Yaenkoen, uma área do Parque Nacional Joshin-Etsu Kogen, os macacos tornaram-se em atração.

O Parque Nacional engloba partes de três províncias: Gunma, Niigata e Nagano, mas Jigokudani Yaenkoen está localizado em Nagano. Eles costumam tomar banho nas águas termais (onsen) do parque, que acabou se tornando pra eles em um verdadeiro spa para se aquecerem durante o rigoroso inverno.

8. Vaga-lume – ホタル – Hotaru

Os vaga-lumes são insetos que podem ser encontrados em abundância nas florestas japonesas. É nas noites quentes e úmidas de verão que ocorre o acasalamento e reprodução dos vaga-lumes. As luzes são utilizadas pelos machos para atrair as fêmeas e o efeito criado é espetacular.

A fascinação dos japoneses por esses pequenos seres é grande e muitos fotógrafos aproveitam para tirar belíssimas fotos. Os vaga-lumes vivem de 1 a 3 anos e passam a maior parte de suas vidas como larvas. Depois que se tornam adultas, esses insetos brilhantes tem pouco tempo de vida.

Uma cena que me vem à cabeça quando vejo vaga-lumes é do anime Hotaru no Haka, especialmente a parte em que Setsuko brinca com os vaga-lumes e no dia seguinte ao vê-los mortos, pergunta ao irmão: “Por que os vaga-lumes morrem tão cedo?” Sem dúvida, uma metáfora sobre a efemeridade da vida…

9. Salamandra – オオサンショウウオ – Osanshō̄o

A salamandra gigante japonesa é o segundo maior anfíbio da Terra e é uma espécie ameaçada de extinção. Pode atingir até 1,5 m de comprimento e pode viver até quase 50 anos. É encontrada em córregos especialmente nas ilhas de Honshu e Kyushu e se alimentam principalmente de sapos e peixes.

Não podemos negar que sua aparência é um pouco assustadora… 🙁 Recentemente, um jovem estudante que estava a caminho da escola, flagrou uma salamandra gigante japonesa de mais de 1 metro de comprimento, andando na margem do rio Kamo, em Kyoto (assista o vídeo).

10. Corvos – カラス – Karasu

Os corvos japoneses (Ssp. japonensis) são considerados uma praga no Japão pois são muito comuns nas zonas urbanas e tem o costume de rasgar sacos de lixo em busca de alimento. Comem praticamente tudo, incluindo animais mortos. Ao mesmo tempo, são considerados animais muito inteligentes, conforme podemos notar nesse interessante vídeo da BBC.

Os corvos também estão presentes nas lendas e no folclore japonês. Um personagem muito conhecido é o Karasu Tengu (烏天狗), criatura que possui corpo humanoide e cabeça de corvo e habita florestas e montanhas.

Fonte: https://www.japaoemfoco.com/descobrindo-a-vida-selvagem-no-japao/

Doces japoneses

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A cultura japonesa é cheia de detalhes interessantes: desde a grafia do idioma japonês à enorme influência do país na cultura pop mundial, suas tradições particulares são dignas dos muitos “fãs” que possuem ao redor de todo o mundo. Com a gastronomia não poderia ser diferente, e cada um dos pratos típicos do país tem o sabor e a apresentação marcados pela singularidade dessa cultura.

Seja durante uma viagem ao Japão ou em algum bairro local que siga os costumes do país, a Skill separou 8 das mais famosas sobremesas japonesas que você precisa provar quando tiver a oportunidade. Confira:

TAIYAKI

Doce japonês - Taiyaki

Apesar do formato de peixe, o Taiyaki é um bolinho doce feito com uma massa similar à panqueca americana, que leva farinha, ovos, açúcar, leite e manteiga. Ele é assado em uma forma com molde de peixe até dourar e normalmente é servido em barracas pelas ruas do Japão.

WAGASHI

Doce japonês - Wagashi

Os Wagashis são os doces mais tradicionais da gastronomia japonesa. Extremamente coloridos e decorados, são as estrelas das confeitarias japonesas e têm os mais variados formatos e sabores. Os mais comuns são feitos à base de kanten (uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas) misturada com anko (pasta doce do feijão japonês azuki) e açúcar e decorados de acordo com as estações e datas comemorativas japonesas.

DORAYAKI

Doce japonês - Dorayaki

Também recheados com o tradicional anko, o Dorayaki é uma espécie de panqueca japonesa bastante comum no lanche das crianças. É a sobremesa favorita do Doraemon, o gato protagonista do anime famoso no Brasil como Doraemon: O Super Gato.

CREPE JAPONÊS

Doce japonês - Crepe japonês

A origem dessa receita é francesa, mas os crepes são extremamente populares no Japão, principalmente em feiras e festivais ao ar livre. O que diferencia a versão japonesa é a forma, mais próxima do cone e bem parecida com o famoso temaki, além da enorme variedade de sabores que os japoneses inventaram para a receita, tanto doces como salgados. A diversidade é facilmente notada nas muitas lojas de crepe que encontramos pelo Japão, com vitrines coloridas de opções de recheios para escolha dos clientes. Na creperia típica japonesa Hachi Crepe & Café, no bairro da Liberdade em São Paulo, é possível escolher entre mais de 26 mil combinações diferentes de recheio para o seu crepe.

DAIFUKU

Doce japonês - Daifuku

O Daifuku é feito à base de mochi, um bolinho japonês feito com farinha de arroz. Ele é tradicionalmente recheado com anko e morangos, e é possível encontrá-lo em três cores diferentes: branco (feito só de arroz), verde (com sabor aromatizado de chá verde) e cor de rosa (com sabor aromatizado de morango).

MANJU

Doce japonês - Manju

O Manju é um dos bolinhos mais tradicionais do Japão, também feito à base de mochi. Ele é tradicionalmente recheado com anko e pode ser facilmente encontrado em mercados típicos japoneses. Além da versão tradicional, ele também pode ser servido assado, grelhado no espeto ou com creme de laranja.

WARABI MOCHI

Doce japonês - Warabi Mochi

O Warabi Mochi é um doce feito com amido de batata doce e polvilhado com kinako, um tipo de farinha de soja torrada. A consistência dele é semelhante à gelatina.

SANSHOKU DANGO

Doce japonês - Sanshoku Dango

Tradicional dos festivais japoneses de primavera, o Sanshoku Dango é uma combinação de três bolinhos Dango de cores diferentes em um espeto. Os dango são bolinhos também feitos à base de arroz, um pouco menos pegajosos que os mochi, e as três cores de cada um deles representam as flores (rosa), a neve (branco) e o novo crescimento das plantas (verde). Eles são consumidos durante os diversos eventos que acontecem no Japão para a celebração da primavera, em que toda a população pratica o hanami (hábito japonês de observar as flores desabrochando).