Imigração alemã em Curitiba

IMIGRAÇÃO ALEMÃ – (1829 – 2019) – 55 anos de imigração

O sentido dado à imigração por D. Pedro I, como um fator cultural, servindo para a independência nacional no setor econômico e servindo de exemplo aos nativos, é bem diferente dos escravocratas e latifundiários, que transformaram a imigração numa pura e simples oferta de “braços”, em substituição à mão-de-obra escrava, para manutenção, ou melhor, garantia do seu domínio de classe. Com a proclamação da República, o serviço de imigração voltou à responsabilidade da União, mediante auxílio à diferentes estados.
Há na história do Paraná uma política de imigração inaugurada por Zacharias de Góes e Vasconcellos para favorecer o progresso da recém instalada Província. A mais antiga colônia alemã no Paraná é a de Rio Negro, fundada em 1829. Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil, fundando a colônia de São Leopoldo, no RS.
Como imigrações coletivas temos o empreendimento da Sociedade Maripá, perto de Toledo, os Suábios do Danúbio, em Entre Rios, os menonitas em Witmarsum.
Os alemães que fizeram sua longa viagem do Volga ao Paraná eram homens predestinados à colonização. Estavam a par das necessidades culturais e chegaram imbuídos de um profundo instinto social, já que somente se lançaram a este quadro aventureiro depois de lhes ser garantido que poderiam estabelecer-se em colônias compactas e homogêneas. Vieram como imigrantes pobres, acreditando que poderiam cultivar o trigo no solo duro dos campos da região das savanas. O ensaio custou-lhes muito. Com dificuldades de fixação nas áreas que lhes foram ofertadas, prosseguiram viagem à Argentina, Ponta Grossa, Lapa ou Curitiba.

UM NOVO IMPULSO

A partir de 1870, com máquinas e apoio de experiências agrícolas e aconselhados por cientistas, os colonos alemães lançaram-se novamente com ânimo renovado ao trabalho.
A instalação dos alemães em Curitiba, da forma como aconteceu – transformando-se num dos núcleos mais importantes da imigração alemã no Brasil – não constava, dos planos do governo imperial, grande incentivador da imigração como forma de ocupação dos espaços vazios existentes no pais no inicio do século XIX. A primeira leva de alemães embarcados no veleiro alemão Charlote Louise, em 30 de junho de 1828, na verdade se destinava a região de Rio Negro, onde já existia um pequeno povoado com o nome de “Capella da Estrada da Matta”.
Depois de inúmeros percalços chegariam a seu destino somente em 6 de fevereiro de 1829, data consagrada a fundação de Rio Negro – as famílias alemãs passaram a enfrentar muitas dificuldades de adaptação, devido a sua vocação predominantemente urbana. Vieram à Curitiba inúmeras famílias entre 1830 e 1840. O mesmo problema ocorria nas colônias de Santa Catarina, entre elas Dona Francisca, hoje Joinville, e muitos imigrantes alemães acabaram convergindo para a capital paranaense, após 1850, via São Bento do Sul.
Em 1871, assinalava o vice-presidente da Província, o “estado próspero em que se achava o núcleo da população alemã que se estende por todo o Rocio e as vantagens colhidas da agricultura e indústria pelos colonos dali”.
Houve participação efetiva de associações alemãs de vida grupal, inclusive organizando campanhas de socorro aos necessitados ou comungando na comemoração dos grandes acontecimentos da história local ou brasileira. Estas sociedades, a partir de 1859, se multiplicaram. A “Deutscher Sängerbund”, que tomou, com a nacionalização o nome atual de Clube Concórdia, a “Handwerker Unterstützungsverein”, atual Clube Rio Branco, a “Teuto-Brasilianischer Turnverein”, que existe com o nome de Duque de Caxias, a “Sportklub Germania”, atual Graciosa Country Club, fundando ainda o Clube Thalia e o a Sociedade dos Cantores Brasileiros-Germânicos Harmonia, no Bigorrilho. Estas associações nasciam sob o signo da confraternização teuto-brasileira e foram poderosos elementos de assimilação e aculturação.

PIONEIROS EM CURITIBA

O primeiro dos alemães em Curitiba a partir de 1830, foi Michael Müller, o quarto dos oito filhos que Phillip Müller e esposa trouxeram da Alemanha. Casado com Anna Krantz, Miguel Alemão, como era chamado, participou ativamente da vida social e política da cidade, auferindo grandes lucros em sua ferraria e transformando-os em investimentos em forma de terrenos nas imediações da Igreja Matriz. Construiu varias casas, tendo a maior delas, na esquina das ruas Carlos Cavalcanti e Barão de Cerro Azul, servindo como moradia ao primeiro presidente da província, o conselheiro imperial Zacharias de Góes e Vasconcellos.
Sua fama e prestígio na Província eram tão grandes que foi visitado em sua ferraria pelo imperador D. Pedro II, quando de sua viagem ao Paraná em maio de 1880.
De uma maneira geral, o comércio, a indústria e as profissões diversificaram-se com a chegada dos imigrantes alemães, que repetiam em terra nova e em menor escala, a revolução comercial e industrial levada a efeito na Europa.
Em 1876, dos cinco médicos de Curitiba, um era alemão. De dois farmacêuticos, um alemão. A alemães pertencias as cinco serras hidráulicas então existentes na cidade. De cinco botequins, eles tinha quatro. De dez engenhos de erva mate – a base econômica da época – eles tinham um, mas o único então movido à vapor. A única fábrica de carroças era de alemães, as quatro cervejarias, 11 dos 15 ferreiros, uma estufa de cal, um hotel, nove das dez marcenarias, seis dos sete moinhos, a única empresa de deligências, as quatro olarias, duas das quatro padarias, uma relojoaria, nove dos dez açougues, as cinco selarias, as cinco alfaiatarias, os três carpinteiros, o único chapeleiro.
De 57 estabelecimentos comerciais, 12 eram de alemães. De quatro mestres de construção, dois er4am alemães. Vale lembrar que o mestre de construção da atual Catedral Metropolitana de Curitiba, era alemão assim como o primeiro moinho construído em Curitiba, nas Mercês. A primeira olaria por Meissner; e a primeira olaria hidráulica por Gottlieb Wieland, que ajudou a construção da Estrada da Graciosa e de outras.
Em 1876 – apesar de não se permitir, na época, a construção de igrejas que não fossem católicas – foi erigida a Igreja Evangélica Luterana de Curitiba, com torre em estilo gótico. Em 1885 a torre do belo templo teve que ser demolida, pois construída em pinho e provavelmente devido à sua estrutura em enxaimel (Fachwerk) não resistiu ao tempo.

ACULTURAÇÃO

Provavelmente a torre foi condenada pela utilização pouca apropriada das madeiras e técnica importada. Com a derrubada da parte do prédio, este não tinha mais aparência de igreja. A atual foi construída no mesmo local em 1893/1894. A nova igreja em estilo gótico e com sino, marca uma nova fase da história. Neste momento, já republicano, instala-se no país o Estado Laico, desaparecendo as restrições do império às religiões não católicas. O idioma era especialmente importante. Mesmo antes da constituição oficial da comunidade foi organizada a Escola Alemã.
Quanto aos alemães católicos, foi-lhes cedida inicialmente a Igreja do Rosário. Hoje não há, quanto às diversas etnias de religião católica, nenhuma igreja propriamente exclusiva.
No campo das idéias, papel de maior importância foi desempenhado pelos jornais “Deutsche Post”, “Der Beobachter”,”Der Kompass”, entre outros. Este último ficou em circulação durante 40 anos, desaparecendo com a onda nacionalista posterior a 1937.
Para a inumação cuidaram da criação de um cemitério, o “Deutscher Evangelischer Friedhofsverein”. A palavra “Verein”espelha uma prática muito cara aos alemães, e que se refletiu bastante na vida da cidade e no seu processo de urbanização. Trata-se de um traço cultural característico o seu associativismo, o que de certo modo extravasou como um fenômeno de contato cultural para a sociedade curitibana.
Assim, funda-se também o “Deutscher Hospital Verein” e um corpo de bombeiros composto por voluntários, em 1897. Com barricas de cerveja e carroções, os voluntários combatiam os incêndios ocorridos na cidade. Foi a atuação desinteressada desses homens, movidos pelo patriotismo e civismo, que deu ensejo para a organização 15 anos mais tarde, do corpo de bombeiros oficial, cujo primeiro comandante foi João Meister Sobrinho.
A vida associativa mostra a tendência de união social, auxílio mútuo, festas em conjunto, recreação por meio de esporte, canto e teatro. A ambientação dos imigrantes custou sacrifícios e sofrimentos. Eles representavam mentalidade tão diversa que o choque no país adotivo interferiu na assimilação. Emocionalmente presos a cultura de origem, a nostalgia impede uma mudança de atitudes. Muitos imigrantes movidos pela saudade regressam à pátria depois de muitos anos e quase sempre acompanhados por decepções amargas. Não só as reminiscências não correspondem a realidade, mas sobretudo a personalidade do próprio imigrante sofreu transformações de que somente agora se torna consciente.
Certas necessidades, condicionadas ao meio físico, forçaram o imigrante a substituir elementos antigos. Isto de deu principalmente no campo teológico, afetando sobretudo os padrões de alimentação, habitação, lavoura e criação e transporte.
Boa parte das perdas e aquisições culturais estão de tal maneira entrelaçadas com condições econômicas do meio que é muito difícil, ou mesmo impossível separar o fator mesológico do fator econômico. Passadas as dificuldades dos alemães, poucos voltam a medida do possível aos padrões antigos.
Porém, muita coisa já foi perdida, desapareceu ou não pertence mais a alemães e seus descendentes: antigas lojas, sociedades, imóveis…
Hoje em Curitiba, são poucos os descendentes que buscam a perpetuação da cultura germânica, da consciência étnica alemã – Deutschtum – principalmente sob a forma da prática e do uso da “Muttersprache”, do idioma alemão, pois os alemães foram proibidos de falar o idioma de origem durante o período entre guerras. Hoje em dia, poucos são os costumes mantidos pelos descendentes, mas alguns ainda estão em uso, não somente pelos descendentes, mas também pela população de Curitiba, como a palavra “Vina” que provém de “Wienerwurst – Salsichas tipo Viena”, os clubes de bolão, culinária, etc.

Fonte: https://www.alteheimat.com.br/wp/pesquisa/imigracao-alema-no-parana/

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Curiosidades sobre a cultura alemã

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Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.

Fonte: https://www.alemanhaeamusica.com.br/index.php/curiosidades-sobre-a-cultura-alema

OS LUGARES MAIS LINDOS DA ALEMANHA

Assista esse vídeo que mostra os lugares mais bonitos da Alemanha:

Canal: O Alemão

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Doces da Alemanha que dão água na boca

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A Alemanha é um país cheio de tradições interessantes e sua gastronomia típica reflete muito como a cultura é valorizada por lá. Cada região possui características e costumes particulares, e muito pode ser encontrado na culinária local.

Muitos ingredientes simples formando pratos deliciosos é o que mais se destaca nas sobremesas tradicionais alemãs, com sabores incríveis e apresentações delicadas para encantar qualquer um que pare em uma vitrine de doceria do país. Confira 10 doces alemães que você não pode perder em uma viagem por lá:

Apfelstrudel

strudel de maçã é uma sobremesa bastante tradicional do sul da Alemanha, com origens na influência austríaca nessa região do país. Trata-se de uma massa folhada recheada de maçãs cortadas, canela, passas e migalhas de pão, cozida no forno e polvilhada com açúcar para servir, muitas vezes acompanhada por sorvete de baunilha e chantilly.

Berliner

berliner é um doce semelhante ao sonho das padarias brasileiras. Trata-se de uma massa frita em formato de bola, normalmente recheada de creme ou geleia e polvilhada com açúcar. Berliner em alemão também é como se chamam os cidadãos de Berlim, mas, curiosamente, na cidade o doce é chamado de pfannkuchen, termo que é usado na maior parte do país para se referir a panquecas.

Dampfnudeln

Os dampfnudeln são bolinhos assados no forno e posteriormente cozidos na panela com leite, formando uma crosta. Podem ser servidos recheados com compotas de frutas ou creme de baunilha, perfeitos para acompanhar um café.

Donauwelle

Donauwelle é um bolo gelado composto de camadas de massa de pão de ló e chocolate, cobertas por “ondas” de creme de manteiga e cereja, finalizado com uma crosta de chocolate.  Seu nome em alemão significa “ondas do Danúbio”, em referência ao rio mais longo da Europa.

Lebkuchen

Típicos do Natal alemão, os lebkuchen são uma espécie de biscoito doce ou pão de mel fino, feitos com farinha, ovos, açúcar, mel, especiarias, nozes e frutas cristalizadas. Eles podem ser encontrados em feiras e festas tradicionais da Alemanha, e são normalmente servidos em formato de coração, decorados com confeitos coloridos e frases divertidas, tornando-se até um souvenir para os turistas.

Ofenschlupfer

Ofenschlupfer é um “pudim de pão” com maçãs. Ele é feito com pedaços de pão cortados intercalados com pedaços de maçã e nozes, posteriormente cobertos com ovos e leite, e assados no forno por 30 minutos. A sobremesa pode ser servida acompanhada de creme de baunilha.

Rote Grütze

Essa sobremesa é bastante tradicional dos poucos dias de calor do norte da Alemanha ao longo do ano. Trata-se de uma compota de frutas vermelhas (morangos, cerejas e framboesas) servidas com sorvete de creme ou chantilly.

Schwarzwälder Kirschtorte

Schwarzwälder Kirschtorte é o famoso bolo Floresta Negra, típico da região da Floresta Negra no sudoeste da Alemanha (Schwarzwälder), feito com licor de cerejas ginja que só são encontradas por lá, e dão o sabor característico da sobremesa. O bolo possui várias camadas de chocolate, com creme de chantilly e cerejas intercalados, que, junto com o licor, garantem um sabor inigualável.

Eierschecke

Eierschecke é uma sobremesa tradicional da cidade de Dresden, com sabores típicos da região da Saxônia em que está localizada. A receita é composta de maçã, coalhada e sementes de papoula, em formato retangular.

Stollen

stollen é um bolo tradicional de frutas secas coberto com manteiga e açúcar de confeiteiro, comumente consumido na Alemanha durante o Natal. É semelhante ao panetone dos natais brasileiros, com a massa menos elástica e o formato mais achatado.

Fonte: http://www.skill.com.br/noticias/gastronomia/10-doces-tipicos-da-alemanha-que-voce-precisa-experimentar

Conheça os animais mais conhecidos da Alemanha

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A Alemanha tem bem menos biodiversidade que o Brasil e outros países nas regiões tropicais. Mas lógico que têm vários bichos típicos daqui que não existem no Brasil. A maioria a gente já conhece de desenhos e filmes, já que vários desses são comuns também na América do Norte. Então vamos ver quais animais silvestres você talvez tenha a chance de ver por aqui.

Raposa (Vulpes vulpes)

"Vulpes vulpes laying in snow" por Shiretoko-Shari Tourist Association. Licenciado sob Attribution, via Wikimedia Commons

Esse bicho fofo laranja certamente não é o mais fácil de avistar por aí. Mas, se você tiver sorte, às vezes elas podem ser vistas até em cidades. Eu já vi uma atravessando uma rua aqui em Dresden. Demorei um pouco para me tocar que era uma raposa, vi um bicho passando e comentei com o namorado “nossa, que laranja esse cachorro!” e ele respondeu “é porque era uma raposa!”. Mas foi muito rápido, nem se eu tivesse com uma câmera na mão teria conseguido fotografar. Também já vi uma raposa num campo, mas eu estava no trem. Foi fácil de ver porque tinha neve por todo o lado, então era um bicho laranja no meio do tapete branco de neve. E, outra ocasião, foi uma raposa num parque, que eu vi bem de perto, mas porque estava morta, tadinha. Prefiro ver de longe mas vivas. Em alemão, Fuchs.

Que som faz uma raposa?

E o que come uma raposa?

Coelho (Oryctolagus cuniculus)

Esses são fáceis de ver! Os coelhinhos fofuchos aparecem freqüentemente em parques e áreas verdes, mesmo em cidades grandes. Em alemão se diz Kaninchen (coelhinho!).

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Esquilos (Sciurus vulgaris)

Também comum em parques e áreas verdes urbanas são os esquilos, mais especificamente os esquilos-vermelhos, que são, pasmem, vermelhos. Em alemão, chamam-se EichhörnchenEichsignifica carvalho, e Hörnchen significa chifrinho, e se refere a esses pêlos altos que eles têm nas orelhas, que lembram chifres.

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Bem fofos! Eles não são tão confiados quanto os esquilos que você encontra na América do Norte ou na Inglaterra, então pra vê-los você vai ter que sentar num parque e ficar prestando atenção nas árvores. Eles são mais assustadinhos mas estão lá, e logo aparecem. Esses aí de cima eu vi em Berlim. O aqui embaixo, fotografei num parque em Dresden. Ele não tem ainda os “chifres” porque é filhote.

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Fofo.

Cervo

Cervos são comuns em florestas, mas eu nunca vi um sem ser em cativeiro. Tem alguns pequenos zoológicos de animais locais, às vezes até em parques, onde tem alguns cervos. Tem mais de uma espécie comum por aqui, uma delas são as que têm esses pontinhos brancos, fofos, bem que nem o Bambi. Mas a espécie mais comum é o veado-vermelho, que na verdade é marrom. Já renas são norte-americanas, e não existem por aqui.

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É relativamente comum, aqui, caçar cervos. Eu tenho uma amiga cujo irmão é caçador, o que é uma coisa muito surreal para mim. Meio chapeuzinho vermelho. Ele uma vez nos deu carne de cervo para comer no ano novo. Hesitei bastante em comer a carne, mas de repente é melhor comer a carne de um cervo que viveu de boas na floresta até ser caçado do que a de uma vaca que foi criada pra isso e bem mal-tratada durante a vida até ir pro matadouro. Sei lá. Cervo em alemão, Reh.

Lince (Lynx lynx)

Os super maravilhosos linces existem por aqui, embora não sejam super comuns. Você certamente não vai encontrar um na sua viagem, exceto em algum zoológico. O da foto abaixo eu vi num zoológico de animais locais perto de Moritzburg. Uns fofos.

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Porco-espinho (Erinaceus europaeus)

"Erinaceus europaeus (Linnaeus, 1758)" by Michael Gäbler. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons

Porcos-espinhos são híper mega fofinhos e desde que eu mudei pra Alemanha estou procurando um. Eles podem aparecer no seu jardim, e são relativamente comuns. Mas, na falta de um jardim, ainda não me deparei com um desses. Em alemão, Igel.

Toupeira (Talpa europaea)

Outro bichinho que pode aparecer no seu quintal é a toupeira, esse bicho aqui:

"Talpa europaea MHNT" by Didier Descouens - Own work. Licensed under CC BY-SA 4.0 via Wikimedia Commons

Tem mais ou menos o tamanho de um ratinho. Também nunca vi. Em alemão se chama Maulwurf.

Castor (Castor fiber)

"Beaver pho34" por Per Harald Olsen - User made.. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

Esse castor não é a mesma espécie daquele encontrado na América do Norte, mas é, claro, bem parecido. Também constrói represas em córregos, como essa daqui:

"Beaver dam" by Juliux - Own work. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons

Em alemão, Biber.

E, finalmente:

Lobo (Canis lupus)

Historicamente, o lobo era encontrado por toda a Alemanha (toda a europa, por sinal), mas foi gradualmente exterminado ao longo dos séculos XVIII e XIX, principalmente pelo perigo que ele representava para as pessoas. A Europa ocidental passou a ser totalmente livre dos lobos, que ficaram limitados à europa oriental e norte da Ásia. Mas, de 50 anos pra cá, pequenas populações de lobos estão gradualmente voltando ao seus locais de origem, e já podem ser encontrados (embora ainda bem raramente) em partes da Alemanha.

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Fonte: https://manhadealemanha.com/2015/05/30/fauna-alema/

O que os alemães jogam?

Qual é o jogo predileto dos alemães?

Os jogos mais preferidos são o Quiz e os jogos de conhecimento, seguidos por jogos de lógica e estratégia. Mesmo que todos os anos surjam novos jogos sociais, os clássicos, como Ludo e Banco Imobiliário, ainda são os mais populares na Alemanha. Isto foi o resultado da sondagem “Spieleland Deutschland”, de Splendid Research, no outono europeu de 2017. Entre os favoritos estão também Canastra, Xadrez, Mau Mau e General.

Os jogadores alemães podem ficar furiosos?

Trinta e nove por cento dos que responderam esta questão disseram que já ficaram uma vez furiosos, acabando com o jogo.

Quais jogos da Alemanha têm sucesso internacional?

O mais conhecido inventor de jogos da Alemanha é Klaus Teuber, que conseguiu um grande êxito em 1995 com “Catan”, empolgando seus fãs em todo o mundo. Até agora, este jogo foi traduzido em 35 línguas. Outros jogos que têm sucesso internacional são também “Carcassonne”, “Twilight Imperium” ou “Tabu”.

Quais são as feiras de jogos mais importantes da Alemanha?

A feira internacional mais importante é a Feira de Brinquedos de Nuremberg, onde estão presentes mais de 2 850 expositores de cerca de 60 países e onde um júri premia a melhor novidade como o Toy Award. A maior feira popular de jogos sociais é a SPIEL, de Essen, em cujas Jornadas Internacionais de Jogos prevalece o lema: Participe dos jogos!

Fonte: https://www.deutschland.de/pt-br/topic/vida/o-que-se-joga-na-alemanha

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Estilo arquitetônico alemão

Arquitetura Alemã

Um dos estilos arquitetônicos que mais caracteriza a Alemanha é o estilo Fachwerk – palavra em alemão para enxaimel. Esse estilo de construção baseia-se na montagem de paredes com hastes de madeira que tem seus espaços preenchidos por pedras ou tijolos. O telhado inclinado dessas construções justifica-se pelo clima alemão, que tem períodos muito úmidos e chuvosos, a estrutura inclinada serve para preservar a madeira da chuva.

O estilo está presente em várias cidades, em alguns casos segue o padrão tradicional, e em outros, existem adaptações que deixam as casas com um toque contemporâneo.

No sul do Brasil esse estilo é comum em cidades com forte influência da cultura alemã. Em Pomerode, por exemplo, cidade catarinense localizada no Vale do Itajaí, está a maior concentração de casas enxaimel fora da Alemanha, não por acaso, é considerada a cidade mais alemã do Brasil.

casa pomerode

casa alemã em Pomerode

O povo alemão é conhecido por ser sempre bem planejado, para eles, todos os feitos têm algum significado, e nas construções é a mesma coisa, raramente encontra-se uma obra alemã mal-acabada. A funcionalidade é o fator chave da arquitetura alemã, traços minimalistas e foco no que é essencial, são características do estilo.

Arquitetura alemã

arquitetura alemã

casa estilo alemão

Decoração Alemã

A decoração alemã é marcada por possuir muitas cores vibrantes, formas simples e superfícies pra lá de acolhedoras. Entre as cores preferidas dos alemães, encontram-se o vermelho, o azul, o amarelo e o roxo, todas cores que quando combinadas transmitem alegria e harmonia para o ambiente, características marcantes do estilo alemão.

A combinação de cores da bandeira (amarelo, preto e vermelho) junto com o branco, também é muito utilizado nas decorações, e ficam incríveis quando combinadas com móveis rústicos de madeira que remetam ao aconchego. Dá uma olhada na alegria que transmitem alguns estilos alemães de decorar!

Fonte: https://blog.iazamoveisdemadeira.com.br/decoracao/estilo-alemao/

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