Conheça um pouco mais sobre a cultura francesa

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O país mais visitado do mundo, a França, é conhecido por seus pontos turísticos — entre eles a Torre Eiffel e o Museu do Louvre —. A França também por seus vinhos saborosos e sua deliciosa gastronomia. Contudo, a cultura francesa vai além, muitos costumes e hábitos fazem do país um lugar especial do continente europeu.

Os franceses amam seu país, não “saem à francesa”, prezam pela boa educação, andam de patinete e não tomam mais de um banho por dia! Para você conhecer um pouco mais das peculiaridades da cultura francesa, separamos algumas delas. Continue a leitura e se delicie com o charme francês.

Por que os franceses são muito nacionalistas?

Eles realmente vestem a camisa da França, e não estamos falando somente daquela que sempre brilha nas Copas do Mundo de Futebol. O orgulho quanto a sua origem e em relação às peculiaridades culturais de seu país está estampado no rosto dos franceses.

Por mais que eles saibam falar e se expressar em outros idiomas, como o inglês, por exemplo, diante de tanto amor pela nação, a preferência é sempre pela conversa em sua língua oficial.

De onde vem o termo “sair à francesa”?

Um costume quando um francês chega e sai de um lugar é cumprimentar todo mundo, um por um. Quando há mais intimidade, com dois beijinhos no rosto, quando há menos, com apertos de mãos. Então, por que dizemos “sair à francesa” se eles são tão educados?

Na verdade, por lá, eles conhecem esse termo como “sair à inglesa” e, realmente, ele foi criado na terra da Rainha. Por isso, mesmo que tenha se espalhado como francesa, sair de uma festa sem se despedir, na França, é uma atitude rude e malvista.

Será que eles não gostam de tomar banho?

Para muitos franceses, o banho fica em segundo plano nos afazeres diários, mas isso nem sempre quer dizer que eles não gostam de tomá-lo. A questão é que eles não tomam dois ou três banhos no mesmo dia por mais calor que faça!

Como vinhos e queijos são vistos na cultura francesa?

Para os franceses, comer e beber bem é essencial para se viver bem, por isso, muitos de seus vinhos são de produção própria. E quanto ao queijo, ele está em quase tudo na culinária de lá, e é sempre bem-vindo.

Diferente de outros países, eles evitam comer entre as refeições principais (almoço e jantar), pois acreditam que isso pode prejudicar o sabor desses pratos. Por fim, se faltar assunto em uma roda de amigos franceses, comece a falar de comida — tema que rende em qualquer canto do país.

Por que os franceses não conversam no metrô?

Mais uma vez, o que se destaca é a boa educação e, para eles, conversas altas e barulho em excesso não demonstram isso. Talvez esse seja um dos motivos pelos quais vistos como pessoas frias, entretanto, essa é só uma maneira de respeitar o ambiente público, abaixando o tom de voz.

Quando eles mais utilizam a bicicleta?

Por todo lado, você vai ver alguém em uma bicicleta. E eles vão além, usando e abusando do patinete. Lá, o que, para os brasileiros, é só um brinquedo de criança, é um meio de locomoção prático e utilizado por jovens, adultos e idosos, não importa a idade nem para onde estão indo.

São muitas as curiosidades quando o assunto é a cultura francesa, pois são um povo que ama de verdade sua nação. Por isso, mesmo com tantas diferenças marcantes em relação ao que estamos acostumados a ver e viver no Brasil, a França é um ótimo para se visitar e para se viver.

Fonte: https://mytargetidiomas.com.br/blog/cultura-francesa/

TOP 10 LUGARES PARA VISITAR NOS ESTADOS UNIDOS

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canal: Mi Alves

 

Igreja da Inglaterra instala campo de golfe dentro do templo

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Rochester Cathedral vista por fora

Para atrair mais visitantes, a segunda catedral mais antiga da Inglaterra instalou um campo de minigolfe dentro da igreja e isso tem desagradado muitos os fiéis da Catedral de Rochester.

O campo de golfe foi montado para este verão (até 1º de setembro) com o objetivo de “incentivar os jovens a aprender mais sobre a engenharia por trás das pontes”, segundo o reverendo Rachel Philips, porta-voz da igreja, “por mais de 1.400 anos, a Catedral de Rochester tem sido um centro de aprendizado para a comunidade”.

fonte: https://www.gospelprime.com.br/igreja-historica-instala-campo-de-minigolfe-dentro-do-templo-e-gera-polemica-na-inglaterra/

Aula de Francês #01 | Francês Básico

Assista este vídeo que te mostra uma aula de francês básico. (obrigado, Canal Flavia Penereiro).

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Disney anuncia expansão do parque em Paris

Disneyland francesa ganhará três novas áreas temáticas inspiradas nos heróis da Marvel, na animação “Frozen” e na saga Star Wars. Projeto de ampliação, com início previsto para 2021, terá custo de 2 bilhões de euros.

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (27/02) que planeja investir 2 bilhões de euros na expansão da Disneyland Paris, na França. O projeto de ampliação do parque, com início previsto para 2021, inclui três novas áreas, inspiradas nos heróis da Marvel e nos filmes Frozen e Star Wars.

O anúncio foi feito após uma reunião entre o presidente da França, Emmanuel Macron, e o CEO da Disney, Robert Iger, no Palácio do Eliseu, na capital francesa.

Em comunicado, a empresa americana descreveu o projeto como “um dos mais ambiciosos” da história do parque parisiense desde sua inauguração, há mais de 25 anos.

“A ampliação vai incorporar personagens emblemáticos e histórias incomparáveis para criar novos mundos, atrações e entretenimento, que vão melhorar ainda mais a experiência dos visitantes e impulsionar novas oportunidades para o turismo desta dinâmica região”, disse Iger na nota.

Macron, por sua vez, agradeceu ao CEO pelo “investimento a longo prazo e o forte comprometimento” da Walt Disney Company com o país europeu. “Sua confiança mostra que a França está de volta”, escreveu o presidente francês no Twitter.

Além das novas áreas temáticas, o projeto bilionário inclui ainda a construção de um lago artificial, que concentrará espetáculos de entretenimento ao vivo e ligará cada um dos novos espaços. A expansão deve ser lançada em fases e ainda não tem previsão para ser concluída.

Segundo a empresa, a Disneyland Paris é o principal destino turístico europeu, tendo recebido mais de 320 milhões de visitantes desde sua abertura, em 1992. Ela conta atualmente com dois parques temáticos, sete hotéis e uma área de lazer, a Disney Village, de 30 mil metros quadrados.

O parque corresponde a 6,2% da receita da França com turismo, segundo estatísticas oficiais divulgadas pela empresa, além de empregar 16 mil pessoas de aproximadamente 100 nacionalidades.

Fonte: http://www.dw.com/pt-br/disney-anuncia-expans%C3%A3o-do-parque-em-paris/a-42763456

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Qual o nível de inglês que preciso para fazer intercâmbio?

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O intercâmbio é uma excelente oportunidade para vivenciar outra cultura, fazer amigos em diferentes países, conhecer novas regiões e viajar pelo mundo. Um dos maiores atrativos é a possibilidade de aprender uma nova língua. Estudar em outro país é uma maneira divertida e eficiente de aprender um novo idioma.

Uma das línguas mais procuradas pelos intercambistas é o inglês. Entre os destinos mais desejados estão as cidades de Londres, Nova York e Sydney, lugares localizados em diferentes continentes e que apresentam ótima qualidade de vida.

A técnica de inserção, que coloca o estudante para vivenciar a cultura de outro país diariamente, é uma das melhores formas de aprender o idioma. Contudo, muitos estudantes têm dúvida em relação ao nível de inglês necessário para realizar o intercâmbio.

Podemos classificar o conhecimento em outra língua, essencialmente, em quatro níveis: básico, intermediário, avançado e fluente. As escolas de idiomas separam os alunos de acordo com este conhecimento. Dessa forma, todos os estudantes de uma sala de aula apresentam o mesmo nível no idioma e podem avançar juntos. Abaixo, saiba mais sobre essa classificação.

Níveis de inglês

Básico

Alunos no nível básico têm pouco conhecimento na língua. Sabem algumas palavras, mas não têm boa leitura ou escrita.

Intermediário

São estudantes que apresentam um nível regular de escrita e leitura. Também já apresentam um pouco de conversação.

Avançado

Quem apresenta boa leitura e escrita, compreende bem o que ouve e consegue se expressar sem muita dificuldade tem nível avançado.

Fluente

Pessoas fluentes são aquelas que têm completo domínio sobre o idioma. Conseguem escrever, ler e falar espontaneamente sem dificuldade.

Qual o nível ideal de inglês para fazer intercâmbio?

O nível ideal depende do objetivo do intercâmbio. Alguém que pretende viajar para fazer uma especialização no exterior precisa de um bom conhecimento no idioma do país. Já quem viaja com intuito de aprender a língua pode apresentar diferentes níveis de inglês.

Uma pessoa com nível básico vai adquirir toda a base necessária na escola e vai poder aproveitar para praticar o que aprender nas situações cotidianas. Quem tem conhecimento intermediário ou avançado tem a oportunidade de aperfeiçoar a fluência na língua, na escola e na convivência com pessoas nativas do país.

Por isso é importante que, no primeiro dia de aula, cada estudante faça uma prova para avaliar o seu nível de conhecimento na língua. De acordo com o resultado, o aluno é direcionado para a turma mais adequada.

Para garantir o máximo de aprendizado durante o intercâmbio, é extremamente recomendado que o estudante aproveite a oportunidade para conviver e conversar com pessoas que falem fluentemente o idioma. Quanto mais o intercambista falar e praticar, maior será o aprendizado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  http://blog.descubraomundo.com/intercambio/qual-o-nivel-de-ingles-que-preciso-para-fazer-intercambio/                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       .  Faça um orçamento sem compromisso!

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Falar duas línguas atrasa o Alzheimer!!!

Uma série de estudos vem comprovando que o domínio de mais de um idioma ajuda a combater a doença. O mais recente deles mostra que pessoas bilíngues diagnosticadas com a doença levaram quase cinco anos a mais para sofrer com os sintomas.                                                                                

CB/D.A Press
Aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de ‘malhação mental’ (foto: CB/D.A Press)

Aprender um novo idioma abre inúmeras oportunidades: ler livros no original, conhecer outros países com desenvoltura, ganhar pontos no currículo… Mas há um benefício que, talvez, supere todos os outros: ser bilíngue atrasa em mais de quatro anos os sintomas de demências, incluindo o Alzheimer, em pacientes que sofrem desse mal. Pesquisas têm demonstrado o potencial que o aprendizado de uma linguagem traz para a cognição e a memória. A mais recente, realizada na Bélgica, corroborou essa teoria.

Uma equipe de psicólogos e neurologistas da Universidade de Ghent analisou o histórico médico de 134 pessoas diagnosticadas com a doença de Alzheimer, sendo que 65 delas eram bilíngues. Entre as que falavam apenas um idioma, a demência se manifestou, em média, aos 71,5 anos. No segundo grupo, os primeiros sinais do problema surgiram aos 76,1 anos. Essa diferença também apareceu na idade em que os indivíduos receberam o diagnóstico oficial: 72,5 contra 77,3 anos.

“O bilinguismo foi a única variável que demonstrou um efeito no atraso da manifestação dos sintomas. Diferentemente de outros estudos, no nosso, alguns fatores, como estresse associado à profissão e privação de sono, não tiveram peso significativo”, esclarece a psicóloga Evy Woumans, principal autora de um artigo sobre a pesquisa, publicado no jornal Bilingualism: language and cognition. “O que esses novos estudos estão indicando é que falar mais de um idioma atua como elemento de proteção da mente, em termos de declínio da cognição e da memória”, afirma.

Densidade Segundo Andrea Chiang, pesquisador de psicologia da linguagem da Universidade Quest, no Canadá, numerosos estudos descobriram que uma das melhores formas de adiar a deterioração da mente é mantê-la em atividade, seja jogando sudoku, fazendo palavras cruzadas ou lendo livros. Para ele, não há tanta diferença entre se empenhar nessas atividades ou entrar para um curso de idiomas. “O cérebro é um músculo que precisa se exercitar, como qualquer outro. Todas as atividades mentais estimulam o cérebro e constroem uma espécie de reserva cognitiva, mesmo quando o declínio físico já está aí”, afirma ele.

Evy Woumans, no entanto, sustenta que há bons motivos para acreditar que a aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de “malhação mental”. “Estudos de imagem já mostraram que quem fala duas línguas apresenta maior densidade de matéria cinzenta e branca no cérebro, comparado a pessoas da mesma idade que só falam o idioma materno. Esses estudos fornecem uma base neural para uma potencial vantagem do bilinguismo na reserva cerebral, à medida que o declínio cognitivo é associado à diminuição da integridade da matéria branca e à redução no volume de massa cinzenta”, afirma. De acordo com ela, uma nova linha de pesquisa, ainda muito recente para produzir resultados certeiros, tem indicado que o aprendizado de uma segunda língua, inclusive, traz um incremento para a plasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o órgão tem de se adaptar e se renovar.

O linguista e professor de literatura inglesa Hans Bak, da Universidade de Nijmegen, na Holanda, publicou há alguns anos um estudo que, assim como o dos colegas belgas, indicou que o bilinguismo retarda os sintomas do Alzheimer. Na pesquisa, ele constatou que tanto essa forma de demência quanto outro tipo de declínio cognitivo podem ser atenuados pelo fato de se falar duas línguas ou mais. “Esse conhecimento de idiomas teve o efeito mais dramático em pessoas diagnosticadas com demência do lobo frontotemporal, que compromete a memória e o comportamento de uma forma progressiva e muito séria”, diz. Saber mais de uma língua atrasou em até seis anos os sinais do problema. “É importante destacar que não é o número de idiomas que conta. Você pode falar quatro ou duas línguas, o efeito é o mesmo”, diz.

ProjeçõesA Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 35,6 milhões de pessoas no mundo sofram de demência, com 7,7 milhões de novos casos anualmente. Como, na Índia, o problema aparentemente será maior, com 10 milhões de pacientes em 2100, segundo projeções, o Departamento Indiano de Ciência e Tecnologia financiou um grande estudo para detectar fatores de proteção da mente. O bilinguismo foi o principal, contou Suvarna Alladi, neurologista do Instituto Nizam de Ciências Médicas em Hyderabad, na Índia.

Por meio da assessoria de imprensa do jornal Neurology, no qual publicou o resultado de uma pesquisa sobre esse tema, a médica relatou que, em seu país, a demência ocupa o posto de um dos mais sérios problemas de saúde pública. “Como muitas pessoas lá podem falar fluentemente dois ou mais idiomas em seu dia a dia, nos traz certo alívio saber que temos esse fator de proteção. Fizemos, então, um estudo para verificar se idiomas com raízes muito distintas da língua materna trazem maior benefício para a mente. Percebemos que, sim, quanto mais distintos esses idiomas, maior o potencial de poupar o cérebro de declínios futuros”, diz.

Para Hans Bak, contudo, esse não é um fator tão relevante. “Já vi alguns pesquisadores argumentarem isso, mas não vejo essa importância toda na questão da distância linguística. Temos de aguardar mais estudos a respeito para chegar a uma conclusão mais contundente”, afirma. O linguista conta que outra curiosidade dos cientistas diz respeito à idade que se começam os estudos. “Há um interesse em saber se as habilidades cognitivas podem ser retidas de forma similares se a pessoa aprende o segundo idioma apenas na segunda metade da vida. Ainda não temos estudos sobre o tópico, mas meu palpite é de que o benefício para a mente é igual, não importa quando se começou a estudar o idioma”, diz.
Nova técnica de detecção
Mudanças nas conexões cerebrais visíveis no exame de ressonância magnética funcional podem representar um biomarcador de imagem da doença de Alzheimer, segundo estudo apresentado na semana passada no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte. Embora não exista cura para o problema, acredita-se que tratamentos preventivos podem ser efetivos antes de o paciente ser diagnosticado.

Até agora, os esforços de detecção precoce têm se focado no nível de beta-amiloide circulante no organismo. Essa proteína aparece em quantidades anormais em pessoas com Alzheimer e pode ser encontrada no líquido cefalorraquidiano, substância que circula no cérebro e na medula espinhal. Mas o novo estudo se debruçou sobre a estrutura das conexões de neurônios na massa branca do cérebro.
A equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, analisou 102 pacientes que participam de um estudo nacional chamado Iniciativa de Neuroimagem da Doença de Alzheimer. Essas pessoas se submeteram ao exame de imagem de difusão, um tipo de ressonância que verifica a integridade da matéria branca do cérebro, ao medir a facilidade de a água se mover pelos sulcos existentes nela. “Sabe-se que a água prefere se mover por regiões bem definidas no cérebro, o que faz desse exame uma ferramenta excedente para avaliar a estrutura da matéria branca”, disse, em um comunicado, Jeffrey W. Prescott, radiologista de Duke.

Os pesquisadores correlacionaram mudanças na estrutura da matéria branca com os resultados obtidos pelo exame do PET scan, técnica que mede a quantidade de placas beta-amiloides no cérebro. Constatou-se que quanto maior o acúmulo da proteína, mais fraca é a conexão estrutural nas cinco áreas pesquisadas. Ou seja, o novo exame mostrou-se eficaz para detectar a presença do Alzheimer. “Tradicionalmente, acredita-se que a doença produza os efeitos cognitivos adversos por danificar a massa cinzenta, onde a maior parte das células nervosas está concentrada”, diz Prescott. “Mas esse estudo sugere que o depósito amiloide na matéria cinzenta está associado a problemas nas conexões que ocorrem na matéria branca, essencial para conduzir mensagens por meio de bilhões de células nervosas”, acrescenta .                                                                                                                      fonnte;http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/12/11/noticias-saude,191031/Espanglish oferece aulas particulares de inglês, espanhol e outros idiomas para você!!!!!

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