América Latina inspira espetáculo de Felipe Hirsch no 25º Porto Alegre Em Cena

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução/ Legendagem de Vídeos Institucionais em Porto Alegre nas línguas espanhola, inglesa, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Um dos espetáculos nacionais mais aguardados do 25º Porto Alegre Em Cena, A tragédia e comédia latino-americana terá duas sessões, nos dias 13 e 14 de setembro, no Theatro São Pedro. A peça da companhia Ultralíricos, dirigida e idealizada por Felipe Hirsch, discute a identidade plural da América Latina, buscando referências em vários autores do continente.

O texto do espetáculo é construído a partir de fragmentos de obras de escritores de diferentes épocas e países – Glauco Mattoso, Lima Barreto, Augusto de Campos e Roberto Bolaño são alguns deles. A ideia é despertar reflexões sobre temas como educação, violência, consumo desenfreado, protestos, binarismo político e ideológico, não valorização da cultura e falta de consciência histórica. Consagrado por trabalhos arrojados, que aliam teatro, música, literatura e artes visuais, Hirsch propõe uma encenação que desmistifique fronteiras, tanto físicas como imaginárias, inclusive misturando idiomas.

O elenco inclui nomes conhecidos, como Caco Ciocler e Julia Lemmertz. A cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara aparece como uma grande metáfora visual, composta por blocos de isopor que, ao longo das cenas, são arrastados pelos atores, deixando rastros, como imensos tijolos que se desgastam. O compositor gaúcho Arthur de Faria assina a direção musical.

A tragédia e a comédia latino-americana – díptico que compila duas montagens – faz parte de uma trilogia iniciada em 2013, com Puzzle, e completada no ano passado, com a estreia do espetáculo Selvageria. O público do Em Cena poderá assistir também a uma conversa com Felipe Hirsch, dia 14, às 11h, no Teatro Renascença, com entrada franca.

O 25º Porto Alegre em Cena é uma realização do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e da Prefeitura de Porto Alegre. O patrocínio master é da Braskem e o patrocínio é de Panvel Farmácias, BarraShoppingSul, Multiplan e Itaú. Os agentes culturais são a Primeira Fila Produções e a Leão Produções. Apoio institucional do Grupo RBS, TVE e FM Cultura. Apoio cultural do Programa Pontes (uma parceria da Oi Futuro com o British Council), Vitlog, Sesc – Sistema Fecomércio, Theatro São Pedro e Associação de Amigos do Theatro São Pedro. O festival conta com financiamento Pró-cultura RS, mecanismo de incentivo à cultura da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

A tragédia e comédia latino-americana (SP)

Dias 13 e 14 de setembro, às 21h, no Theatro São Pedro

Recomendação etária: 16 anos

Duração: 180min

Ingressos: R$ 80 / R$ 40 (plateia e camarote central), R$ 60 / R$ 30 (camarote lateral) e R$ 20 / R$ 10 (galeria). Venda a partir de 1º/9 no site uhuu.com/poa-em-cena, na bilheteria oficial (BarraShoppingSul, em frente à antiga FNAC) e no Centro Municipal de Cultura (em dias de espetáculo)

Conversa com Felipe Hirsch (entrada franca)

Dia 14, às 11h, no Teatro Renascença

Ficha técnica:

Idealização e direção geral: Felipe Hirsch

Elenco: Caco Ciocler, Camila Márdila, Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Javier Drolas, Julia Lemmertz, Magali Biff, Manuela Martelli, Nataly Rocha e Pedro Wagner

Direção musical e arranjos: Arthur de Faria

Interpretação musical: Ultralíricos Arkestra – Arthur de Faria (piano e sintetizadores), Adolfo Almeida Jr. (fagote e efeitos), Mariá Portugal (bateria, glockenspiel e tímpanos), Gustavo Breier (processamentos eletrônicos), Georgette Fadel (trompete), Pedro Sodré (guitarras e overdrives)

Autores: Pablo Katchadjian​, J.R.Wilcock, Salvador Benesdra, Marcelo Quintanilha, ​Glauco Mattoso, Reinaldo Moraes​, Dôra Limeira​, Lima Barreto, Samuel Rawett, Augusto de Campos, Roberto Bolaño, Cabrera Infante, ​Gerardo Arana, Juan Villoro e Hector Galmés

Direção de arte: Daniela Thomas e Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Figurino: Veronica Julian

Preparação vocal: Simone Rasslan

Coreografia e preparação corporal: Renata Melo

Diretor de palco: Nietzsche

Engenheiro de som: Gustavo Breier

Assistente de iluminação e operadora de luz: Sarah salgado

Produção executiva: Bruno Girello

Direção de produção: Luís Henrique (Luque) Daltrozo

fonte: http://felipevieira.com.br/site/america-latina-inspira-espetaculo-de-felipe-hirsch-no-25o-porto-alegre-em-cena/

Anúncios

Experimento Intercâmbio inaugura agência em Porto Alegre

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução Juramentada de Diplomas em Porto Alegre nas línguas espanhola, inglesa, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Porto Alegre acaba de inaugurar uma loja do braço de intercâmbio da CVC Corp, a Experimento, a primeira unidade na capital gaúcha de mais que devem chegar a partir do ano que vem, como prevê a companhia. Trata-se da 54ª loja Experimento no País, e a segunda no Rio Grande do Sul – Caxias do Sul estreou a marca no Estado.

A responsável pela loja é a ex-diretora e fundadora da World Study no Estado, Carla Mussoi, que tem mais de 20 anos de experiência no setor. “Inauguramos a loja em um momento bastante favorável, considerando que hoje em dia as famílias brasileiras identificam o intercâmbio como um importante investimento na formação de seus filhos e no seu desenvolvimento profissional. Estou muito feliz em trazer toda a expertise da Experimento para a cidade de Porto Alegre, oferecendo um atendimento personalizado e de excelência aos gaúchos”, comemora a empresária.

Atualmente, a Experimento tem dez lojas em abertura pelo Brasil. A nova unidade abre as portas na cidade nesta quarta-feira, dia 1º de agosto, na Avenida Nilo Peçanha, 1700, e já estreia oferecendo programas de 2018 e 2019, em High School, Cursos de Idiomas, Au Pair, Programas de Férias, Programas de Estudo e Trabalho remunerado, Formação Profissional e Programas Universitários.

Na última segunda-feira, a Experimento anunciou que a partir de 2019 trocará seu comando. No mesmo dia, a empresa de intercâmbio e a Rextur Advance passaram a usar o CNPJ da CVC.

fonte: https://www.panrotas.com.br/mercado/agencias-de-viagens/2018/08/experimento-intercambio-estreia-agencia-em-porto-alegre_157742.html

Por que os porto-alegrenses são apaixonados por parques

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução Juramentada de Registro da Empresa em Porto Alegre nas línguas espanhola, inglesa, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Depois do julho mais chuvoso dos últimos três anos e de um verdadeiro jejum de orla do Guaíba, fechada para obras desde 2015, o primeiro domingo de agosto pareceu ter um único destino para milhares de porto-alegrenses: o trecho revitalizado de 1,3 quilômetro à beira do Guaíba. A multidão que tem se espalhado pelos bancos, gramado, ciclovia e deques desde então — o que se repete quase diariamente, com maior intensidade nos fins de semana — pareceu ter exposto a sede da população por espaços de convivência e lazer a céu aberto.

Se a febre da orla tem proporcionado a reconciliação dos porto-alegrenses com seu principal cartão postal, ocupar espaços públicos é hábito antigo cultivado por quem vive na Capital. Qualquer dia ensolarado é desculpa para uma incursão a praças e parques, seja para praticar esportes, passear com o cachorro, fazer um piquenique ou simplesmente tomar um mate vendo o tempo passar.

— Embora pareça um fenômeno recente, esse tipo de experiência é bastante incrustada na identidade urbana porto-alegrense. A Redenção é um exemplo típico: sempre foi um espaço de congregação de pessoas, desde a época em que os tropeiros vinham trazer comida para o antigo Campo da Várzea. A Voluntários (da Pátria) era um caminho repleto de árvores frutíferas, e as pessoas faziam passeios ali — lembra a doutora em antropologia Ana Luiza Carvalho da Rocha.

Para a professora da Feevale, a relação dos porto-alegrenses com os espaços públicos, retomada nos últimos anos, esteve adormecida por diversos fatores, como o abandono das praças e parques pelo poder público e a falta de segurança. Ela acredita que o empenho em ocupar essas áreas com atividades de lazer e cultura, além de proporcionar uma convivência saudável com a diversidade, por atrair frequentadores de diferentes perfis, é também uma forma de sinalizar a preocupação da população com a segurança pública.

Prefeitura avalia conceder parques à iniciativa privada

O interesse da população, especialmente, pelas áreas verdes, motivou a prefeitura a contratar, em junho, um estudo para avaliar a concessão de todos os parques da cidade à iniciativa privada. A pesquisa elaborada pelo Instituo Semeia deve ser concluída no fim do ano que vem. A partir daí, a ideia é que os empresários, além de garantir a manutenção da área concedida, invistam em atrações de lazer, cultura e gastronomia — em troca, lucrariam com o consumo dos frequentadores.

— Vamos analisar as partes interessadas, as vocações e o perfil de visitação de cada parque para identificar os melhores serviços a serem prestados. Uma das coisas que já percebemos em Porto Alegre é que existe um uso desses lugares para contemplação: as pessoas usam o parque como extensão da vida, pegam o chimarrão, uma cadeira e vão para lá com os amigos — conta Fernando Pieroni, diretor-presidente do Instituto Semeia.

Ao todo, Porto Alegre conta com nove parques oficiais abertos à visitação, além de áreas verdes de menores proporções amplamente utilizadas, como a Praça da Encol e a Praça do Aeromóvel, que passou a lotar aos finais de semana após sua revitalização. Mas a falta de manutenção prejudica alguns deles, gerando maior concentração nos locais onde há melhor infraestrutura.

Para avaliar as condições de uso, a reportagem percorreu todos os parques da Capital durante a semana. Constatou que a Orla desponta como modelo, com brinquedos, banheiros e estruturas (ainda) em bom estado. Áreas adotadas, como o Parcão, também têm bom estado de conservação e proporcionam diversos usos. Já nos extremos da cidade, a precariedade é sentida. O parque Chico Mendes tem aspecto de abandono, além de ser foco de descarte de lixo irregular, e o Gabriel Knijnik, na Vila Nova, tem potencial desperdiçado: o mirante com vista para o Guaíba e a Zona Sul está fechado.

Segurança e liberdade para levar o mascote

Mateus Bruxel / Agencia RBS
Isadora leva o cachorro Woody para passear no parque toda semanaMateus Bruxel / Agencia RBS

Ao mudar-se para o bairro Passo D’Areia, há cerca de três anos, a estudante Isadora Guarnier ganhou mais que uma área verde a poucas quadras de casa. Dona do border collie Woody, descobriu no Parque Germânia um espaço com natureza, segurança e privacidade onde o mascote podia gastar energia sem entrar em conflito com outros cães e usuários.

— Quando eu morava na Cidade Baixa, ia direto com ele na Redenção, mas nunca me sentia muito bem, por causa da sujeira e da depredação. Além disso, sempre tem gente em todos os lugares. Aqui tem a vantagem de ter pontos mais tranquilos. Posso deixar ele bem livre — relata.

Apesar de o Germânia ser das únicas áreas verdes da Capital a contar com cachorródromo, a estudante aproveita a calmaria para deixar Woody, de 10 anos, o mais solto possível. O cenário ideal, conta, é durante a semana, quando o número de frequentadores é menor — boa parte deles vai ao local para praticar exercícios. Como costuma chegar da faculdade no fim do dia, no entanto, privilegia as idas ao parque nos finais de semana: sábado e domingo pela manhã a dupla bate ponto no local.

A boa estrutura do espaço foi o que mais surpreendeu Isadora à época da mudança. Acostumada a frequentar a Redenção, onde a manutenção frequentemente deixa a desejar, encantou-se com a limpeza e a organização do parque da Zona Norte. Encontrou seu oásis urbano na região de altos prédios e múltiplos shoppings centers.

— A gente tem tanto shopping, tanto lugar fechado, lotado. O parque é um lugar para desopilar, ficar ao livre. É bom para quem está cansado dessas caixas — diz.

Contemplação durante a prática esportiva

Mateus Bruxel / Agencia RBS
Míria e Charles caminham no Parcão quase todas as manhãsMateus Bruxel / Agencia RBS

Só existe um jeito possível para a aposentada Míria Simas, 66 anos, praticar exercícios físicos: sob um céu azul, preferencialmente, sem nuvens, em meio às árvores do Parque Moinhos de Vento. Vizinha do Parcão há cerca de dois anos, vai ao local quase diariamente na companhia do filho, Charles Simas, para uma caminhada de uma hora.

— Só faço caminhada se for no parque, normalmente, pela manhã. Adoro estar ao ar livre. Aqui a gente já conhece as caras: dos que correm, dos que caminham, dos que vem tomar chimarrão, da tia da pipoca e do tio do coco. Tem umas pessoas muito legais — conta a aposentada, que antigamente costumava fazer caminhadas no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.

Por volta do meio-dia de terça-feira, Míria e Charles eram os únicos a utilizarem as barras de alongamento perto do lago para encerrar as atividades daquela manhã. O clima tranquilo do Parcão também é o principal atrativo para que o filho, que frequenta uma academia de ginástica, reveze os exercícios ao ar livre e em um local fechado.

— Aqui dá para contemplar, tomar sol e curtir o ambiente — diz o comerciante.

Mãe e filho acreditam que o sucesso da área verde com os praticantes dos mais diferentes tipos de esportes não é característica apenas do parque vizinho. Moradores de um apartamento, acreditam que locais que oportunizam o contato o ambiente e a luz naturais são naturalmente atraentes.

— Já fui em muitos lugares no mundo e acho que é assim em todos. É só olhar ao redor: até as tartarugas, agora, estão todas no sol. As pessoas precisam de luz. Em dia cinzento, nem venho — sorri Míria.

Tranquilidade para estudar e trabalhar

Mateus Bruxel / Agencia RBS
Redenção virou o escritório de Maurício, que prepara suas aulas no parqueMateus Bruxel / Agencia RBS

O escritório de Maurício Sortica, 29 anos, tem um gramado extenso, diversos bancos, luz natural e fácil acesso do bairro onde mora com a mãe. Para usufruir de toda essa estrutura, o professor de português e inglês sequer paga aluguel: basta pegar um ônibus ou chamar um carro por aplicativo e está no Parque da Redenção. É lá que, semanalmente, costuma preparar as aulas que dá em um curso pré-vestibular e outro de idiomas.

— Sempre gostei desse ambiente pra ir com os amigos quando era adolescente. Depois que eu comecei a faculdade, em 2006, precisava de um ambiente mais calmo para ler, e passei a ir para estudar. Peguei gosto e acabou se tornando um hábito — conta.

Concentrar-se em casa sempre foi um desafio para Maurício. O conforto do lar parecia mais convidativo a uma soneca do que à alta demanda de leitura exigida pela faculdade de Letras, e as múltiplas possibilidades de distração o faziam perder o foco nos estudos. Na calmaria da área verde, encontrou o ambiente propício para se dedicar às leituras.

Maurício vai à Redenção pelo menos uma vez por semana, munido de livros, lápis, caneta, celular e uma garrafa térmica com chá ou café. Aloja-se em um dos bancos espalhados pelo local ou na grama, onde costuma passar a tarde.

A opção pelo estudo no parque também permitiu conjugar o trabalho com as atividades de lazer. Não raro aproveita a ida à Redenção para encontrar com amigos ou estender o passeio a cafés do entorno

A casa das pessoas se tornou um ambiente restrito a certas interações, mais ligadas à família. Os parques e praças proporcionam uma extensão dessas possibilidades: você não faz só o que tem de fazer, faz outras coisas, encontra pessoas — conta.

fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2018/08/por-que-os-porto-alegrenses-sao-apaixonados-por-parques-cjkycthf602gp01qkkp62e0dp.html

Porto Alegre é a capital que menos consome jogos eletrônicos e vai a circos; especialistas comentam

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de Tradução de Manuais de Reparação em Porto Alegre nas línguas inglesa, espanhola, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

Embora os porto-alegrenses consumam mais cultura do que a média da população das 12 maiores capitais do Brasil, Porto Alegre fica em último lugar em dois tópicos: consumo de jogos eletrônicos (46%) e ida a circos (15%). As informações foram reveladas pela pesquisa Cultura nas Capitais, produzida pela JLeiva Cultura & Esporte e pelo Datafolha e divulgada nesta terça-feira (23).

O levantamento despertou a curiosidade de especialistas da área ouvidos por GaúchaZH. Pós-doutor em Jogos Eletrônicos e professor da PUCRS, André Fagundes Pase explica que o Rio Grande do Sul é um dos maiores pólos de desenvolvimento de jogos do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo. Ele cita duas desenvolvedoras porto-alegrenses como exemplo: a Aquiris Game Studio e a Rockhead Games.

— O lançamento mais recente da Aquiris, o Horizon Chase Turbo, está à venda nas prateleiras das lojas físicas. Isso é surpreendente no mercado brasileiro. A maioria dos porto-alegrenses não tem ideia de quanto isso gera de valor à economia, seja um jogo para console, seja um Candy Crush Saga para celular.

A crise econômica enfrentada pelos gaúchos pode ser uma das explicações para o último lugar da Capital no ranking. Como videogames custam caro no Brasil, os porto-alegrenses deixam o gasto com eletrônicos em segundo plano, dando preferência à tradicional TV e a serviços de streaming.

— Jogar ainda custa caro: um videogame custa R$ 1,7 mil e um título recém-lançado custa R$ 260. Jogamos muito, sim, mas ainda somos tradicionalistas na diversão. Ainda é mais barato assistir à televisão e à Netflix.

Pase cita um caso curioso de como os eletrônicos se tornaram importantes símbolos culturais: na Polônia, por exemplo, a série The Witcher, desenvolvida pela produtora CD Projekt Red, se tornou uma febre. O jogo conta a história do bruxo Geralt de Rívia, trazendo consigo diversas referências sobre o folclore polonês em seu universo e seus personagens. O terceiro título da franquia, The Witcher 3: Wild Hunt, vendeu mais de 1,5 milhões de cópias na pré-venda e foi traduzido para 15 idiomas, incluindo o português brasileiro.

Reprodução / Divulgação
Saga conta a história do bruxo Geralt de RíviaReprodução / Divulgação

Já sobre Porto Alegre estar em último lugar na ida a circos, a curadora do Palco Giratório, Jane Schoninger, reflete que os tradicionais circos de lona vem perdendo espaço para circos de grande porte, que usufruem de uma melhor infraestrutura e atuam dentro de ambientes fechados.

 — O circo tradicional não é tão presente quanto antes. O circo itinerante, de lona, fica mais nas periferias, nos extremos norte e sul da cidade. Em Brasília e Fortaleza, que estão em primeiro lugar, a tradição familiar do circo ainda é muito presente. Eles ainda existem, mas com muita dificuldade de se manterem. Já os contemporâneos ficam em lugares fechados, como teatros. Não sei se nossos filhos terão a memória do circo de lona — diz Jane.

fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2018/07/porto-alegre-e-a-capital-que-menos-consome-jogos-eletronicos-e-vai-a-circos-especialistas-comentam-cjk0dckj3011l01p6wpklm4n4.html

 

Porto Alegre será sede do primeiro Fluxo de europeus nos voos Porto Alegre – Lisboa cresceu 30%

A Capital venceu acirrada disputa contra outras cidades do continente

 

A maior visibilidade que o voo direto Porto Alegre – Lisboa operado pela TAP desde 2011 deu ao Rio Grande do Sul junto aos europeus foi traduzida em números pela gerente comercial da companhia aérea no estado, Maria João Raupp, na visita que fez ao secretário de Turismo da capital gaúcha, Luiz Fernando Moraes, na última segunda-feira (13). Segundo a executiva, nestes cinco anos a presença de passageiros europeus na rota passou de 15% para 30% entre turistas portugueses, alemães e italianos especialmente. “Ainda não atingimos o ideal, que para nós é 50%, mas esse patamar está em nossa perspectiva”, afirmou. A companhia contabilizou 400 mil passageiros transportados nestes cinco anos, comorados no último domingo (12).

Maria João reafirmou a solidez da rota, que segue com três frequências semanais, nas segundas, quartas e sábados. “A crise está aí, mas já foi pior; temos perspectivas de melhora paulatina por fatores como o câmbio mais favorável para os brasileiros, seja em relação ao dólar ou ao euro que ele irá gastar lá fora”, avaliou. A gerente comercial também aposta na posição alcançada por Porto Alegre como 3º destino brasileiro que mais recebe eventos de associativos e de negócios internacionais.

Na reunião, Maria João reafirmou a parceria da TAP com a Secretaria de Turismo de Porto Alegre para ações conjuntas de promoção da capital gaúcha em Portugal e outros destinos da Europa atendidos pela aérea, assim como ocorreu no processo de implantação da rota. “Esta parceria é muito importante, porque a promoção do destino é que faz aumentar o fluxo turístico, que por sua vez gera ocupação hoteleira, movimenta a gastronomia, o comércio e outros serviços, dinamizando um conjunto importante da economia”, avaliou Moraes.

Fonte: http://diariodoturismo.com.br/fluxo-de-europeus-nos-voos-porto-alegre-lisboa-cresceu-30/

Espanglish Traduções é uma das empresas de traduções e interpretação que mais está crescendo no Brasil. Em Porto Alegre e todo Rio Grande do Sul oferecemos os nossos serviços de Tradução Simultânea, tradução consecutiva, legendagem, artigos científicos, tradução juramentada, tradução de manuais técnicos e contratos.

http://www.espanglish.com.br

(41)3308-9498 / (41)99667-9498       atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

 

Qual o nível de inglês que preciso para fazer intercâmbio?

TwitterGoogle+

O intercâmbio é uma excelente oportunidade para vivenciar outra cultura, fazer amigos em diferentes países, conhecer novas regiões e viajar pelo mundo. Um dos maiores atrativos é a possibilidade de aprender uma nova língua. Estudar em outro país é uma maneira divertida e eficiente de aprender um novo idioma.

Uma das línguas mais procuradas pelos intercambistas é o inglês. Entre os destinos mais desejados estão as cidades de Londres, Nova York e Sydney, lugares localizados em diferentes continentes e que apresentam ótima qualidade de vida.

A técnica de inserção, que coloca o estudante para vivenciar a cultura de outro país diariamente, é uma das melhores formas de aprender o idioma. Contudo, muitos estudantes têm dúvida em relação ao nível de inglês necessário para realizar o intercâmbio.

Podemos classificar o conhecimento em outra língua, essencialmente, em quatro níveis: básico, intermediário, avançado e fluente. As escolas de idiomas separam os alunos de acordo com este conhecimento. Dessa forma, todos os estudantes de uma sala de aula apresentam o mesmo nível no idioma e podem avançar juntos. Abaixo, saiba mais sobre essa classificação.

Níveis de inglês

Básico

Alunos no nível básico têm pouco conhecimento na língua. Sabem algumas palavras, mas não têm boa leitura ou escrita.

Intermediário

São estudantes que apresentam um nível regular de escrita e leitura. Também já apresentam um pouco de conversação.

Avançado

Quem apresenta boa leitura e escrita, compreende bem o que ouve e consegue se expressar sem muita dificuldade tem nível avançado.

Fluente

Pessoas fluentes são aquelas que têm completo domínio sobre o idioma. Conseguem escrever, ler e falar espontaneamente sem dificuldade.

Qual o nível ideal de inglês para fazer intercâmbio?

O nível ideal depende do objetivo do intercâmbio. Alguém que pretende viajar para fazer uma especialização no exterior precisa de um bom conhecimento no idioma do país. Já quem viaja com intuito de aprender a língua pode apresentar diferentes níveis de inglês.

Uma pessoa com nível básico vai adquirir toda a base necessária na escola e vai poder aproveitar para praticar o que aprender nas situações cotidianas. Quem tem conhecimento intermediário ou avançado tem a oportunidade de aperfeiçoar a fluência na língua, na escola e na convivência com pessoas nativas do país.

Por isso é importante que, no primeiro dia de aula, cada estudante faça uma prova para avaliar o seu nível de conhecimento na língua. De acordo com o resultado, o aluno é direcionado para a turma mais adequada.

Para garantir o máximo de aprendizado durante o intercâmbio, é extremamente recomendado que o estudante aproveite a oportunidade para conviver e conversar com pessoas que falem fluentemente o idioma. Quanto mais o intercambista falar e praticar, maior será o aprendizado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  http://blog.descubraomundo.com/intercambio/qual-o-nivel-de-ingles-que-preciso-para-fazer-intercambio/                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       .  Faça um orçamento sem compromisso!

Espanglish oferece aulas particulares de inglês, espanhol e outros idiomas para você!!!!!

(41)3308-9498 / 9667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br        

Falar duas línguas atrasa o Alzheimer!!!

Uma série de estudos vem comprovando que o domínio de mais de um idioma ajuda a combater a doença. O mais recente deles mostra que pessoas bilíngues diagnosticadas com a doença levaram quase cinco anos a mais para sofrer com os sintomas.                                                                                

CB/D.A Press
Aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de ‘malhação mental’ (foto: CB/D.A Press)

Aprender um novo idioma abre inúmeras oportunidades: ler livros no original, conhecer outros países com desenvoltura, ganhar pontos no currículo… Mas há um benefício que, talvez, supere todos os outros: ser bilíngue atrasa em mais de quatro anos os sintomas de demências, incluindo o Alzheimer, em pacientes que sofrem desse mal. Pesquisas têm demonstrado o potencial que o aprendizado de uma linguagem traz para a cognição e a memória. A mais recente, realizada na Bélgica, corroborou essa teoria.

Uma equipe de psicólogos e neurologistas da Universidade de Ghent analisou o histórico médico de 134 pessoas diagnosticadas com a doença de Alzheimer, sendo que 65 delas eram bilíngues. Entre as que falavam apenas um idioma, a demência se manifestou, em média, aos 71,5 anos. No segundo grupo, os primeiros sinais do problema surgiram aos 76,1 anos. Essa diferença também apareceu na idade em que os indivíduos receberam o diagnóstico oficial: 72,5 contra 77,3 anos.

“O bilinguismo foi a única variável que demonstrou um efeito no atraso da manifestação dos sintomas. Diferentemente de outros estudos, no nosso, alguns fatores, como estresse associado à profissão e privação de sono, não tiveram peso significativo”, esclarece a psicóloga Evy Woumans, principal autora de um artigo sobre a pesquisa, publicado no jornal Bilingualism: language and cognition. “O que esses novos estudos estão indicando é que falar mais de um idioma atua como elemento de proteção da mente, em termos de declínio da cognição e da memória”, afirma.

Densidade Segundo Andrea Chiang, pesquisador de psicologia da linguagem da Universidade Quest, no Canadá, numerosos estudos descobriram que uma das melhores formas de adiar a deterioração da mente é mantê-la em atividade, seja jogando sudoku, fazendo palavras cruzadas ou lendo livros. Para ele, não há tanta diferença entre se empenhar nessas atividades ou entrar para um curso de idiomas. “O cérebro é um músculo que precisa se exercitar, como qualquer outro. Todas as atividades mentais estimulam o cérebro e constroem uma espécie de reserva cognitiva, mesmo quando o declínio físico já está aí”, afirma ele.

Evy Woumans, no entanto, sustenta que há bons motivos para acreditar que a aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de “malhação mental”. “Estudos de imagem já mostraram que quem fala duas línguas apresenta maior densidade de matéria cinzenta e branca no cérebro, comparado a pessoas da mesma idade que só falam o idioma materno. Esses estudos fornecem uma base neural para uma potencial vantagem do bilinguismo na reserva cerebral, à medida que o declínio cognitivo é associado à diminuição da integridade da matéria branca e à redução no volume de massa cinzenta”, afirma. De acordo com ela, uma nova linha de pesquisa, ainda muito recente para produzir resultados certeiros, tem indicado que o aprendizado de uma segunda língua, inclusive, traz um incremento para a plasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o órgão tem de se adaptar e se renovar.

O linguista e professor de literatura inglesa Hans Bak, da Universidade de Nijmegen, na Holanda, publicou há alguns anos um estudo que, assim como o dos colegas belgas, indicou que o bilinguismo retarda os sintomas do Alzheimer. Na pesquisa, ele constatou que tanto essa forma de demência quanto outro tipo de declínio cognitivo podem ser atenuados pelo fato de se falar duas línguas ou mais. “Esse conhecimento de idiomas teve o efeito mais dramático em pessoas diagnosticadas com demência do lobo frontotemporal, que compromete a memória e o comportamento de uma forma progressiva e muito séria”, diz. Saber mais de uma língua atrasou em até seis anos os sinais do problema. “É importante destacar que não é o número de idiomas que conta. Você pode falar quatro ou duas línguas, o efeito é o mesmo”, diz.

ProjeçõesA Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 35,6 milhões de pessoas no mundo sofram de demência, com 7,7 milhões de novos casos anualmente. Como, na Índia, o problema aparentemente será maior, com 10 milhões de pacientes em 2100, segundo projeções, o Departamento Indiano de Ciência e Tecnologia financiou um grande estudo para detectar fatores de proteção da mente. O bilinguismo foi o principal, contou Suvarna Alladi, neurologista do Instituto Nizam de Ciências Médicas em Hyderabad, na Índia.

Por meio da assessoria de imprensa do jornal Neurology, no qual publicou o resultado de uma pesquisa sobre esse tema, a médica relatou que, em seu país, a demência ocupa o posto de um dos mais sérios problemas de saúde pública. “Como muitas pessoas lá podem falar fluentemente dois ou mais idiomas em seu dia a dia, nos traz certo alívio saber que temos esse fator de proteção. Fizemos, então, um estudo para verificar se idiomas com raízes muito distintas da língua materna trazem maior benefício para a mente. Percebemos que, sim, quanto mais distintos esses idiomas, maior o potencial de poupar o cérebro de declínios futuros”, diz.

Para Hans Bak, contudo, esse não é um fator tão relevante. “Já vi alguns pesquisadores argumentarem isso, mas não vejo essa importância toda na questão da distância linguística. Temos de aguardar mais estudos a respeito para chegar a uma conclusão mais contundente”, afirma. O linguista conta que outra curiosidade dos cientistas diz respeito à idade que se começam os estudos. “Há um interesse em saber se as habilidades cognitivas podem ser retidas de forma similares se a pessoa aprende o segundo idioma apenas na segunda metade da vida. Ainda não temos estudos sobre o tópico, mas meu palpite é de que o benefício para a mente é igual, não importa quando se começou a estudar o idioma”, diz.
Nova técnica de detecção
Mudanças nas conexões cerebrais visíveis no exame de ressonância magnética funcional podem representar um biomarcador de imagem da doença de Alzheimer, segundo estudo apresentado na semana passada no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte. Embora não exista cura para o problema, acredita-se que tratamentos preventivos podem ser efetivos antes de o paciente ser diagnosticado.

Até agora, os esforços de detecção precoce têm se focado no nível de beta-amiloide circulante no organismo. Essa proteína aparece em quantidades anormais em pessoas com Alzheimer e pode ser encontrada no líquido cefalorraquidiano, substância que circula no cérebro e na medula espinhal. Mas o novo estudo se debruçou sobre a estrutura das conexões de neurônios na massa branca do cérebro.
A equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, analisou 102 pacientes que participam de um estudo nacional chamado Iniciativa de Neuroimagem da Doença de Alzheimer. Essas pessoas se submeteram ao exame de imagem de difusão, um tipo de ressonância que verifica a integridade da matéria branca do cérebro, ao medir a facilidade de a água se mover pelos sulcos existentes nela. “Sabe-se que a água prefere se mover por regiões bem definidas no cérebro, o que faz desse exame uma ferramenta excedente para avaliar a estrutura da matéria branca”, disse, em um comunicado, Jeffrey W. Prescott, radiologista de Duke.

Os pesquisadores correlacionaram mudanças na estrutura da matéria branca com os resultados obtidos pelo exame do PET scan, técnica que mede a quantidade de placas beta-amiloides no cérebro. Constatou-se que quanto maior o acúmulo da proteína, mais fraca é a conexão estrutural nas cinco áreas pesquisadas. Ou seja, o novo exame mostrou-se eficaz para detectar a presença do Alzheimer. “Tradicionalmente, acredita-se que a doença produza os efeitos cognitivos adversos por danificar a massa cinzenta, onde a maior parte das células nervosas está concentrada”, diz Prescott. “Mas esse estudo sugere que o depósito amiloide na matéria cinzenta está associado a problemas nas conexões que ocorrem na matéria branca, essencial para conduzir mensagens por meio de bilhões de células nervosas”, acrescenta .                                                                                                                      fonnte;http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/12/11/noticias-saude,191031/Espanglish oferece aulas particulares de inglês, espanhol e outros idiomas para você!!!!!

(41)3308-9498 / 9667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br