Belo Horizonte recebeu, pela primeira vez, caminhão itinerante de games

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Uma proposta inédita para fazer os fãs de games não largarem o controle. De 21 a 23 de setembro (sexta a domingo), das 12h às 20h, o Minas Shopping recebeu8 o “PlayStation na Estrada”, um caminhão itinerante com games que poderão ser jogados pelos visitantes em telas grandes de alta resolução. O veículo ficaou no estacionamento frontal, ao lado do estacionamento de motos, com classificação livre e entrada gratuita para todas as idades.

Foram cinco estações de jogos do videogame PS4: Marvel Spider-Man (super-herói), Crash N’Sane Trilogy (plataforma), PES 2019 (futebol), Gran Turismo Sport (corrida) e Horizon Chase Turbo (corrida estilo arcade). Houve também o PS VR (dispositivo de realidade virtual), com dois games do VR Worlds. O “PlayStation na Estrada” está percorrendo 12 cidades de Norte a Sul do Brasil, oferecendo aos participantes interatividade e sorteios de brindes especiais, como óculos, adesivos e, para os jogadores do PES 2019, spinners de dedo.

fonte: https://www.belohorizonte.com.br/belo-horizonte-recebe-pela-primeira-vez-caminhao-itinerante-de-games/

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Belo Horizonte recebe a EduExpos, uma das maiores feiras de intercâmbios do mundo

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A busca por uma vivência no exterior continua sendo um dos grandes sonhos dos brasileiros, seja para quem quer conhecer o mundo, desenvolver a proficiência em um idioma estrangeiro ou se destacar no mercado de trabalho.

Somente no ano passado, cerca de 302 mil brasileiros embarcaram rumo ao exterior, movimentando mais de US$ 2,7 bi, de acordo com a pesquisa realizada pela Associação das Agências de Intercâmbio (Belta). Esse número significa que o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 22% em 2017.

Na esteira dessa crescente demanda, Belo Horizonte receberá no dia 2 de outubro, terça-feira, a EduExpos, uma das maiores feiras de intercâmbios do mundo. O evento será realizado no Hotel Mercure Lourdes (Av. do Contorno, 7315 – Lourdes) das 16h às 21h.

Representantes de renomadas instituições de ensino da Europa, Estados Unidos, Canadá e Austrália vão apresentar seus programas de estudos e explicar tudo sobre intercâmbio. Também serão oferecidas palestras exclusivas com informações detalhadas sobre cursos, destinos, oportunidades de trabalho, tipos de acomodações e como obter vistos e a documentação necessária.

fonte: https://www.belohorizonte.com.br/belo-horizonte-recebe-a-eduexpos-uma-das-maiores-feiras-de-intercambios-do-mundo/

Brasileiros descobrem novos destinos internacionais para estudar

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Que tal acordar bem cedinho e aproveitar as manhãs para estudar inglês com colegas de vários cantos do mundo? À tarde o tempo é livre, para explorar a cidade ou as praias com o mar azulíssimo, algumas na lista das mais bonitas da Europa. Bianca Palucci e Juliana Salim encararam o “desafio”. Elas são estudantes em Belo Horizonte, não se conhecem, mas fizeram as malas e embarcaram para o mesmo destino: um curso de quatro semanas, na Ilha de Malta, no Mediterrâneo. Já João Paullinelli escolheu enfrentar o frio e fazer um intercâmbio de um ano na Dinamarca, onde mergulhou em uma cultura “onde tudo funciona”, fez amigos e aprendeu dinamarquês. Destinos que fogem das rotas tradicionais e consolidadas, como Estados Unidos e Canadá, têm despertado o interesse de estudantes de todas as idades.

E para dar um upgrade na fluência e no vocabulário não é preciso necessariamente embarcar para uma rota onde o idioma que está na mira seja a língua oficial do país. Há quem escolha estudar inglês em um destino pouco provável, como na mística Santiago de Compostela, na Espanha, ou fazer um curso de gastronomia da famosa escola Le Cordon Bleu, só que nos Estados Unidos. Também é possível fazer aulas de futebol e inglês em Barcelona. Para estudantes de todas as idades, o mundo ficou pequeno. “Basta ter o desejo de viajar e aprender”, diz Ana Maria Fulgêncio, fundadora da Green Intercâmbio, há 36 anos especialista no segmento. Ela diz que rotas como a pequena Ilha de Malta, País de Gales, Escócia, Nova Zelândia e África do Sul estão cada vez mais populares. Ana viaja para conhecer de perto as instituições e garante: “As melhores escolas do mundo têm sede em vários destinos”.

Violeta Andrada/Encontro
Ana Maria Fulgêncio, fundadora da Green Intercâmbio: “O mundo ficou pequeno, é possível estudar em qualquer lugar, basta querer” (foto: Violeta Andrada/Encontro)

Bianca, de 18 anos, é estudante de psicologia e acabou de chegar da ilha localizada no mar Mediterrâneo com 7 mil anos de história. “Foi ótimo. A escola é muito boa, as praias são lindas e o custo de vida é barato”, diz. “Sem falar que a ilha é muito perto da Itália e eu aproveitei para visitar Roma, Florença, Pisa, Verona e Veneza.” Bianca já havia feito um intercâmbio curto, em Malibu, na Califórnia. Lá estudou a língua por três semanas, na universidade Pepperdine, onde realizou o sonho de estar no cenário de sua série preferida na adolescência, Zoey 101. “Agora planejo outros destinos pela Europa.” Isadora Raboni, supervisora de vendas da maior agência brasileira on-line de intercâmbios, a Descubra o Mundo, diz que destinos como Escócia e País de Gales estão em alta. Até a Coreia do Sul, onde o hip hop tem sido um atrativo cultural, principalmente para os mais jovens, entra na lista de muitos estudantes. “Cada país tem um ponto forte. A Nova Zelândia, por exemplo, costuma ser um bom destino para quem deseja estudar e trabalhar.” Outra questão apontada por Isadora é a imigração. “Muitos que querem se mudar para um país optam por fazer antes um curso de línguas e assim conhecer melhor a cultura e a economia.”

Quando João Paulinelli, de 19 anos, anunciou para a família que queria fazer um intercâmbio, teve de pesquisar muito. “Minha mãe concordou, mas disse que eu teria de olhar tudo, a agência, o país, comparar custos, a segurança e, depois de tudo pronto, convencê-la de que a minha decisão era a melhor.” João conta que o trabalho foi prazeroso e o levou para a Dinamarca. “Sempre fui muito calorento, queria sentir um pouco de frio.” Ele também tinha vontade de aprender a pescar com os dinamarqueses, gostava da cultura vicking e do que havia pesquisado sobre Estado de bem-estar social. Depois de um ano no país, morando com uma família dinamarquesa, aprendendo sobre os costumes, ajudando nas tarefas diárias, frequentando a escola de ensino médio, João aprendeu o idioma, um pouco complicado para os brasileiros. Ele se diz muito feliz com a experiência e recomenda: “É um país diferente, o dinamarquês é divertido, aberto e solidário, encontrei pessoas que me incentivaram, me ajudaram a aprender, me acolheram, e eu trouxe comigo essa experiência”, conta.

Alexandre Rezende/Encontro
Juliana Salim também foi para a Ilha de Malta e agora está na sua rota destinos como Escócia e Suíça: “A imersão no idioma foi total porque durante as manhãs tinha aulas e à tarde saía com a turma para passeios onde todas falavam em inglês” (foto: Alexandre Rezende/Encontro)

Aprender ou aprimorar o inglês ou outros idiomas é de fato uma das principais motivações para um intercâmbio, mas, segundo Rui Pimenta, diretor nacional de vendas do STB, a decisão também pode estar relacionada ao sonho de viver uma experiência internacional e conhecer mais sobre um país que admira. “Também temos visto o aumento no número de adultos que querem fazer intercâmbio voltado para a carreira, como cursos intensivos de pós-graduação, ou hobbies, como surfe, fotografia e culinária.” Segundo Rui, muitos estudantes estão buscando desenvolver um terceiro idioma, como espanhol, francês ou até mesmo mandarim. Juliana Salim, representante da indústria farmacêutica, é uma delas. No ano passado, na Ilha de Malta, desenvolveu bastante o inglês e agora está de olho na Suíça e na Bélgica, onde poderá deslanchar o seu francês. Ela elogiou a segurança da ilha, a hospedagem e os professores. “A imersão no idioma foi total porque durante as manhãs tinha aulas e à tarde saía com a turma para passeios onde todas falavam em inglês.” Para Ana Maria Fulgêncio, nunca é tarde para iniciar a aventura, que pode começar na adolescência ou depois dos 70. “Medo, todos sentem”, diz. “Mas o mundo é internacional.”

Investimento para o curso de idiomas e acomodação (4 semanas)

  • Nova Zelândia: a partir de 1.770 dólares
  • Austrália: a partir de 2.000 dólares
  • África do Sul: a partir de 1.987 dólares
  • Malta: a partir de 1.590 euros
  • França: a partir de 1.560 euros

fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/revista/2018/08/brasileiros-descobrem-novos-destinos-internacionais-para-estudar.html

Belo Horizonte recebeu mais de 200 mil pessoas no período junino

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Belo Horizonte viveu o maior Arraial de sua história. Em um mês de programação junina na cidade a Belotur contabilizou mais de 200 mil pessoas participantes nos cerca de 250 eventos da programação associada do Arraial de Belo Horizonte. Em pesquisa realizada pela Belotur, por meio do Observatório do Turismo, a movimentação financeira neste ano chegou a R$ 2,74 milhões. Outro dado que vale a pena ressaltar é o aumento do gasto médio diário no Arraial de Belo Horizonte na Praça da Estação, que chegou a R$ 30,50, aproximadamente 27% maior do que 2017, que alcançou R$ 24.

“O Arraial de Belo Horizonte é, sem sombras de dúvidas, um dos maiores eventos da cidade e a prova disso é o número significativo de festejos juninos promovidos durante o período oficial, além de toda movimentação econômica que gira em torno da festa. Estamos agregando e valorizando as festas juninas da cidade e, com isso, aquecendo a cadeia produtiva, gerando emprego e renda e promovendo o destino turístico Belo Horizonte, que está entre os cinco mais importantes do país quando o assunto é Arraial”, comenta Aluizer Malab, presidente da Belotur.

fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/destinos/belo-horizonte-recebeu-mais-de-200-mil-pessoas-no-periodo-junino/

Refugiados sírios apostam na gastronomia para recomeçar a vida em Belo Horizonte

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Com um português impecável, Khaled Tomeh anuncia na porta de sua loja, no Mercado Central de Belo Horizonte: “Comida árabe artesanal, quibes, esfirras, patês, pães sírios, doces. Nada industrial. Artesanatos e temperos da Síria”. “Posso sair do país, mas não posso deixar o país sair do meu coração”, contou Tomeh, natural de Homs, cidade destruída pela guerra civil. Ele e outros refugiados sírios apostaram na gastronomia e na cultural do país para recomeçar a vida na capital mineira.

Depois de vender quentinhas por um tempo, Tomeh abriu uma loja há cerca de um ano em um dos locais mais tradicionais de Belo Horizonte. “Ele representa a tradição de Minas Gerais, a tradição de BH. E o que a gente quer representar também é a tradição da Síria, a tradição do Oriente Médio”, destacou. Ele faz questão de dizer que o preparo na Baity Delícias Árabes é exatamente como o feito na Síria.

“Quibe com catupiry não existe, desculpa. Esfirra de ricota não existe, a gente não faz. Só fazemos como feito lá”, brinca Tomeh.

Foi no fim de julho de 2014 que o sírio se mudou para o Brasil com a mulher, a mãe e a com o irmão. De lá pra cá, Yasmin nasceu e o casal espera agora a chegada de Clarisse. “É certo nosso futuro aqui no Brasil. Minha filha é brasileira. A gente olha o Brasil como nosso país agora. Mas sempre liga para pessoas lá, vê as coisas e graças a Deus as coisas estão melhorando”, contou.

Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Khaled Tomeh explica que tenta ajudar a Síria, mesmo estando no Brasil. Segundo ele, muitos produtos são importados do seu país. “Estamos importando tudo da Síria, para manter originalidade e para ajudar o nosso povo lá a construir a vida deles, a construir o país de novo, porque a gente acha uma obrigação nossa, uma missão nossa de ajudar a nossa terra, a nosso povo a construir o que foi destruído pela guerra”, falou.

Na loja de Khaled, além das comidas típicas, há vários artesanatos trazidos da Síria. “Eu visitei a Síria ano passado e trouxe mais coisas. Todos esses artesanatos e temperos vêm de lá mesmo para manter a originalidade”, destacou.

Tempero especial

Na mesma região, outro estabelecimento resgata a cultura e a gastronomia da Síria, na Rua Paraíba, na Savassi. John Eshak, de 24 anos, e Elian Sokkar, de 30, são amigos e chegaram no Brasil também em 2014. Eles abriram o Sítio Sírio e já expandiram o espaço.

“Às vezes eles vêm aqui e comem um quibe e levam dez pra casa. Então é um sinal que a comida é boa”, brinca Eshak, que nasceu em Damasco, capital da Síria.

Já Elian Sokkar, que é natural de Hama, destaca que o que cativou o cliente brasileiro foi o falafel com um tempero especial feito por eles. “Esse bolinho tem um segredo grande. O tempero dele é especial. É muito bom. Acho que ninguém vai conseguir fazer igual o tempero desse bolinho”, contou. E o sírio não revela a receita em hipótese alguma. “Segredo nosso. Tempero especial do Sítio Sírio”, brinca.

John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)

John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Os dois se mudaram para Belo Horizonte à procura de um futuro melhor. Eles viajaram para o Líbano, onde fizeram um pedido de visto para o Brasil. Quando chegaram à capital mineira, os dois contaram com a ajuda do amigo de uma parente.

Inicialmente, eles trabalharam em um empório libanês na capital. “Aprendemos a língua no trabalho, compramos livros para aprender. E aí ficamos trabalhando direto para pagar o aluguel, até acostumar com o Brasil. Gostamos e ficamos até agora”, disse Sokkar. “Os mineiros gostam de ajudar”, completou Eshak.

PF Árabe

Abboud Dabbas, de 27 anos, também gostou da recepção dos mineiros. Ele e o irmão desembarcaram no Brasil também há quatro anos.

“Quando eu cheguei, os brasileiros me receberam muito bem. Estou dentro de uma família. Aqui todo mundo me trata bem, os amigos, amigos do trabalho, do prédio, de visita, todo mundo trata bem. Fazem muita força para me ajudar a falar, aprender o idioma, o sistema do país. Eles agora são minha família”, reconheceu.

Natural de Homs, o sírio abriu uma lanchonete na Avenida Brasil, no bairro Santa Efigênia, na Região Centro-Sul. Dabbas e o irmão apostaram no PF árabe com espeto de kafta para chamar a atenção dos belo-horizontinos.

Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)

“Aqui no Brasil, a cultura árabe é famosa, os brasileiros gostam muito. Eu quis fazer uma coisa que mostra a comida da Síria mesmo. A gente lá gosta muito de arroz com lentilha, uma cebolinha. A gente fez uma coisa diferente que é o prato feito aqui, ideia do meu irmão, e depois eu completei a ideia. (…) Eu acho que a primeira ideia em BH. É com espeto de kafta. Ele é maravilhoso”, orgulha-se.

Além do prato feito, a lanchonete tem diversas pastas e doces sírios, que incluem opções com geleia de damasco, castanha de pistache e massa de gergelim.

Saudade

Khaled Tomeh diz que não tem palavras para explicar a saudade que sente do seu país. Ele conta que a mudança não é fácil para todos. Para o empresário, muitas pessoas que nascerem e cresceram na Síria não se acostumam com as diferenças culturais.

“Eu queria conseguir trazer todo mundo pra cá. Mas também não é tão fácil, algumas pessoas a gente conseguiu trazer e não conseguiram adaptar”, relatou.

Abboud Dabbas também não esconde a saudade e diz que pretende trazer os seus pais para conhecer o Brasil. “Estou morrendo de saudade para visitar lá. Olhar as terras. Tem muita saudade. Mas se Deus quiser vou trazer os meus pais pra cá. (…) Aqui é um país maravilhoso”, declarou o sírio.

fonte: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2018/07/29/refugiados-sirios-apostam-na-gastronomia-para-recomecar-a-vida-em-belo-horizonte.ghtml

Projeto Nadando na Frente chega a Belo Horizonte

O nadador Kaio Márcio é o novo padrinho do Projeto Nadando na Frente e será o responsável por receber a próxima etapa do projeto. Belo Horizonte será a sétima cidade do país, terceiro estado a se integrar na ação que já colocou mais de 5 mil crianças na prática da natação.

Kaio Márcio além da carreira de nadador que já lhe levou a quatro Jogos Olímpicos e segue em atividade no Minas Tênis Clube comanda o Centro Aquático Kaio Márcio, um complexo de piscinas que funcionam dentro do Barroca Tênis Clube na capital mineira.

“Um projeto que vem para facilitar a inclusão social na natação. Fazendo bonito há 13 anos, fico muito lisonjeado em poder contribuir um pouco mais para a natação do nosso país”, declarou Kaio Márcio.

O Projeto Nadando na Frente foi recentemente homenageado pela Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto em reconhecimento ao benefício que tem sido oferecido a população. Atualmente, além de Ribeirão, o projeto está nas cidades de Orlândia, Pirassununga, Salesópolis, Jaú e Maringá.

Fonte: http://www.bestswim.com.br/2018/03/12/projeto-nadando-na-frente-chega-a-belo-horizonte/

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Casa Fiat de Cultura terá palestra sobre Gabriele D’Annunzio

Evento em Belo Horizonte faz parte da série “Quartas Italianas”

O expoente mais emblemático do decadentismo italiano, Gabriele D’Annunzio (1863-1938), será tema da palestraque abrirá a nova edição das “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura”, em Belo Horizonte (MG), no dia 15 de março, às 19h30.

Riccardo Cassoli, especialista em literatura italiana e professor da Fundação Torino Escola Internacional, apresenta, na palestra “Gabriele D’Annunzio: um expoente da literatura que norteou a sociedade italiana dos séculos 19 e 20″, como os estereótipos criados pelo dramaturgo se tornaram um modelo imitado em todos os campos da vida nacional.

A conferência, que será em italiano com tradução simultânea, terá entrada gratuita, mas sujeita à lotação do espaço (250 lugares). Essa é a quinta edição do programa “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura”, que, desde 2015, apresenta palestras gratuitas de especialistas em arte, história, música e literatura italiana.

Até hoje, quase 2 mil pessoas participaram da iniciativa. “Por meio da parceria entre cultura e educação, buscamos tornar mais acessível o conhecimento sobre relevantes temáticas e importantes artistas que fazem parte da cultura italiana, mas que influenciaram o pensamento e o contexto artístico mundiais”, diz o presidente da Casa Fiat de Cultura, José Eduardo de Lima Pereira.

Além de saber mais sobre o impacto da obra de D’Annunzio na sociedade europeia dos séculos 19 e 20, o público também conhecerá outros temas essenciais da história italiana, como o Fascismo, com o professor de filosofia Giuseppe Ferraro, e o Futurismo, com o especialista em história da arte Luciano Sepulveda.

As “Quartas Italianas” são uma parceria da Casa Fiat com a Fundação Torino e o Consulado Italiano em Belo Horizonte e contam com apoio do Ministério da Cultura. A palestra começará às 19h30, no endereço Praça da Liberdade, número 10, quarto andar. Mais informações estão disponíveis no site http://www.casafiatdecultura.com.br.

Fonte:http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2017/03/13/casa-fiat-de-cultura-tera-palestra-sobre-gabriele-dannunzio/?from_rss=analise-economica

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