ITÁLIA – Tudo o que precisa saber para viajar para lá

Assista esse vídeo que mostra “tudo”o que você precisa saber para viajar para lá:

Canal:Luisa Accorsi

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Supermercado na Itália – Preços e curiosidades 2019

Assista esse vídeo que mostra um pouco do supermercado na Itália

Canal: ITALIANDO

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Esporte na Itália

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A Itália tem uma longa tradição esportiva. Em diversos esportes, tanto individuais quanto em equipe, a Itália tem uma boa representação e muitos sucessos. O esporte mais popular é de longe o futebol. Basquete e vôlei são os próximos mais populares, com a Itália com uma rica tradição em ambos. A Itália também tem fortes tradições no ciclismo, esgrima, tênis, atletismo, polo aquático, rugby, e esportes de inverno.

  • O Futebol

Time Italiano

O futebol, chamado de cálcio na Itália, é o principal esporte do país. Os italianos são considerados torcedores apaixonados e os jogos costumam encher os estádios.

Sugeria-se que os primórdios do futebol teriam sido praticados em Florença, um desporto que podia ser jogado com as mãos e com os pés e pontuava-se nas extremidades do campo. Há ainda a suposição de que teria surgido em Nápoles. A versão mais aceite na atualidade é a de que o futebol chegou ao país através de comerciantes ingleses na cidade de Gênova. Com o tempo, a modalidade passou a ser praticada também em Turim e em Milão.

  • O Basquete

Muitos fãs de esportes são surpreendidos ao descobrir que basquete é muito popular na Itália. Conhecido como Pallacanestro, o basquete italiano está em constante crescimento.

A Itália parece ter sido envolvida na propagação do basquete internacional quase desde o início. Em 1919, a Itália participou do primeiro torneio de basquete internacional conhecido como os Jogos Inter- Aliadas contra a França e os Estados Unidos. Também a Itália foi um dos membros fundadores da FIBA, a Federação Internacional de Basquetebol , fundada em 1932. Quando o basquete era um esporte olímpico do Introduzida em 1936 nos Jogos em Berlim, a Itália foi uma das vinte e três nações Representadas e terminou em sétimo. No entanto, a esta altura, basquete foi firmemente estabelecido na Itália e já tinham planejado a organização de equipes profissionais .

  • O Vôlei

itam

A Seleção Italiana de Voleibol Masculino é uma equipe europeia composta pelos melhores jogadores de voleibol da Itália. A equipe é mantida pela Federação Italiana de Voleibol (em italiano, Federazione Italiana Pallavolo).

A seleção italiana conquistou sua primeira medalha internacional ( bronze) em 1948 no campeonato europeu. Porém, a Itália era claramente inferior às fortes seleções do leste europeu. Por isso, no decorrer dos trinta anos seguintes a equipe somente conseguiu êxito na competições em que as grandes potências não participavam, como no caso dos Jogos do Mediterrâneo de 1959 (ouro) e de 1963.

Fonte: https://amandovisk.wordpress.com/esportes/

10 melhores pratos da Itália

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1. Lasanha (Lasagna)

Essa maravilha da gastronomia italiana (o que é contestado pelos ingleses) é quase sempre uma bomba calórica. Mas não tem como resistir. O sabor mais comum de lasanha é a que, no Brasil, chamamos de bolonhesa: leva carne moída, massa, molho de tomate e muito queijo. Em todo o mundo existem centenas de tipos e variações de receitas de lasanha. Já vi lasanhas de calabresa, frango, bacalhau, com variados tipos de queijo e até lasanha vegetariana, por exemplo, de berinjela. Essa lindeza da foto acima em comi em Veneza, e me lembro até hoje de cada garfada.

2. Pizza

A origem da pizza é disputada por egípcios, hebreus e outros povos. Mas uma coisa ninguém contesta: foi na Itália, especialmente na cidade de Nápoles, que ela se desenvolveu e foram criados os melhores sabores e técnicas de preparo. Na foto acima você vê uma legítima pizza napolitana, de borda grossa e cobertura seguindo as regras da AVPN. Esse é o tipo mais comum de pizza na Itália. Mesmo com diferentes tipos de pizza consagrados em países com forte imigração italiana, como Brasil, Estados Unidos e Argentina, o alimento continua sendo símbolo italiano.


3. Bisteca Fiorentina (Bistecca alla fiorentina)

Típica da região da Toscana, especialmente na capital, Florença, a Bisteca Fiorentina já entrou em diversos rankings de melhores carnes do mundo. Extraído de vacas da raça italiana Chianina, o corte da bisteca fiorentina engloba o que no Brasil conhecemos como filé mignon, contra filé e alcatra. A carne deve ser assada e, segundo a tradição, acompanhada de vinho Chianti, também de origem toscana. Pra saber onde comer e preços dessa essa iguaria em Florença, recomendo ler o blog Rafa Pelo Mundo, que narrou com detalhes a experiência.

4. Macarrão à Bolonhesa (Tagliatelle al ragu)

Conhecida pelo apelido de “A Gorda”, a cidade de Bolonha produziu algumas das melhores comidas típicas da Itália. O mais famosos desses pratos é o tagliatelle al ragu: aquela massa achatada, com molho de ragu de carne. Mas, cá entre nós, eu comi este Bolonhesa em Bolonha em não gostei. Bom mesmo é a versão brasileira do prato, com espaguete barato e fartura de molho de tomate com carne moída. De preferência com queijo ralado por cima.

5. Risoto, o pequeno arroz (Risotto)

Como falei no post Mapa da Gastronomia Italiana, cada parte do país tem seus pratos característicos. No caso da Lombardia, cuja capital é Milão, a principal invenção gastronômica é o risoto. No sentido literal, a palavra risoto significa “pequeno arroz”, como explica o site da PUC. Assim como pizzas e lasanhas, o risoto ganhou centenas (talvez milhares) de sabores. Já vi risoto de calabresa, de fungos, de tomate seco, de costela e até um criativo risoto de pequi, no estado de Goiás. Mas sem dúvidas o mais famoso é o “risotto alla milanese”, à base de açafrão.

6. Arancino ou Arancina

Direto da Sicília para a nossa seleção de melhores comidas típicas da Itália, o arancino é basicamente um bolinho de arroz recheado e frito. O recheio mais comum é molho de ragu de carne. Também pode ser de tomate, queijo, ervilha, manteiga, berinjela e outros sabores. Tem a receita no blog Itália para Brasileiros. Se quer conhecer mais pratos tradicionais da Sicília, dá uma olhada no blog As Distâncias, que fez uma seleção incluindo sanduíches e sobremesas sicilianos, como o próprio cannoli, doce imortalizado em fala de O Poderoso Chefão.

7. Ossobuco

Também originário da Lombardia, no norte da Itália, o Ossobuco vem de um corte considerado pouco nobre: músculo da perna traseira do boi. Pra ficar macio e suculento, soltando o tutano do interior do osso, deve ser cozido durante horas, num molho com vinho, legumes e temperos. Por ser um prato barato e muito gostoso, vem se tornando popular no Brasil. Se quiser fazer em casa, aqui tem 22 receitas diferentes de Ossobuco.

8. Cacio e Pepe

Originário da cidade de Roma, o Cacio e Pepe é um dos pratos mais simples e deliciosos da culinária italiana. Tanto que conquistou paladares famosos, como o do apresentador Anthony Bourdain. Na receita, apenas massa (de preferência do tipo longa, como espaguete ou vermicelli), queijo pecorino romano e pimenta do reino preta. O próprio nome já diz isso, já que “cacio” é queijo e “pepe” é pimenta em italiano. Pra tentar fazer em casa, veja aqui a receita e o modo de preparo. Para ver mais pratos criados em Roma, como a brusqueta e o Buccatini all’amatriciana, entre outras massas e carnes, o blog As Distâncias fez um seleção cheia de fotos.

9. Gelatto

Viajar pela Itália é naturalmente provar dezenas de sabores de gelatto, ou seja, sorvete. Segundo o site A Origem das Coisas, não se sabe ao certo quem criou o sorvete, mas sem dúvidas a Itália tem papel importante em sua história. Ainda no século I, o imperador romano Nero já comia um tipo de sorvete: gelo de neve das montanhas com cobertura de frutas. Já o cone de sorvete, que chamamos de casquinha, tem origem italiana comprovada, por uma patente em nome de Italo Marchioni.

O blog Vou pra Roma listou diversos sabores de gelatto que merecem ser provados na Itália, como mascarpone e pera, nocciole e pistacchio. Mas, assim como eu, tenho certeza que o sabor favorito da maioria é, claro, chocolate!

10. Tiramisú

O queijo mascarpone dá o toque especial nessa que é a mais típica das sobremesas italianas. A receita também leva ingredientes como café, creme de leite, biscoito champanhe e licor. A origem dessa delícia é disputada entre as cidades italianas de Florença e Treviso.

Fonte: https://www.buenasdicas.com/comidas-tipicas-italia-6576/

Cinema argentino em Curitiba

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo. Entre os dias 17 e 24 de abril, serão apresentados 24 longas e curtas-metragens que revelam a vitalidade e a força criativa do cinema produzido na Argentina. Com curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI), a programação apresenta tanto obras premiadas em festivais argentinos e internacionais quanto produções com sólidas passagens pelo circuito comercial.

Apesar disso, e do crescente interesse do público brasileiro pelo cinema argentino, a maioria dos filmes selecionados tiveram escassa ou nula visibilidade no Brasil. Assim, o evento busca ampliar o olhar dos espectadores curitibanos sobre uma das cinematografias mais expressivas, diversas e reconhecidas internacionalmente. “A programação conta com uma porção de comédias, com filmes que abordam temas necessários e urgentes sem perder o humor, a capacidade de rir de si mesmo, de questionar com leveza. Em um momento em que tanto no Brasil como na Argentina temos uma situação política complicada, e nossas sociedades se encontram extremamente polarizadas, com uma triste dificuldade para entabular um diálogo, esse tipo de abordagem, a partir da leveza, é extremamente inspirador”, reflete a curadora Natalia Christofoletti Barrenha.

Entre os destaques selecionados, está o documentário As lindas (2016), da estreante Melisa Liebenthal, premiado na seção Bright Future do Festival de Rotterdam. O público também poderá assistir aos vencedores das duas últimas edições do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI): A longa noite de Francisco Sanctis (2016), dos também estreantes Andrea Testa e Francisco Márquez; e A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, diretor e montador já consagrado, de trajetória prolífica e presença frequente nos principais festivais internacionais.

Neste mês de abril, em que o BAFICI – um dos mais importantes festivais da América Latina, vitrine fundamental para a produção do chamado nuevo cine argentino – chega à sua 20a edição, a mostra também marca o vigésimo aniversário de estreia e premiação do filme Pizza, cerveja, baseado (1997) no Festival Internacional de Cine de Mar del Plata, considerado o ponto de partida do nuevo cine. “O filme é de uma força surpreendente, de que algo nasceu mesmo, e o que veio antes eram lampejos de algo em gestação, e o que veio depois está influenciado por ele de alguma forma”, avalia Natalia.

Assim, parte da mostra celebra o momento fundador da pungente produção cinematográfica do país vizinho. Duas décadas depois, o público brasileiro poderá se reencontrar com a ópera prima de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, mergulhar na genealogia do nuevo cine com os curtas-metragens seminais de Histórias breves I (1995) e descobrir, na selvagem loucura do documentário Bonanza (2001), de Ulises Rosell, que as rupturas desse “movimento” transcenderam o cinema de ficção.

A programação se completa com a exibição especial de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: o elogiado Zama (2017), de Lucrecia Martel, inspirado na novela homônima de Antonio Di Benedetto, além de um documentário que acompanha a diretora em seu processo de criação durante as filmagens: Anos-luz (2017), de Manuel Abramovich.

“Os dez filmes da mostra principal terminaram formando um sistema perfeitamente homogêneo, com sua própria lógica interna e relações complementares ou contrastantes: um modelo na escala do cinema argentino atual; sua liberdade, suas buscas e suas contradições. Descobrir essas conexões secretas, reconstruir a imagem completa a partir de seus fragmentos, é uma razão mais que suficiente para fazer um esforço e não perder nenhum desses filmes”, garante o curador Agustín Masaedo.

Fonte: http://www.paranaportal.uol.com.br

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Conexão Espanha-Brasil

Espanhóis

Durante 60 anos, o Brasil foi governado por reis espanhóis: Felipe II 1580-1591 Felipe III 1598-1621 Felipe IV 1621-1640 Os capitães povoadores tinham grandes poderes no começo do século XVII. Não se limitavam ao comando de governos militares, suas atribuições eram tanto de ordem militar como civil. Administravam os povos da sua jurisdição de forma quase absoluta. Tanto Gabriel de Lara, no litoral, como o Capitão Martins Leme, em Curitiba, exerceram funções políticos-Administrativa e militar, cumulativamente. Ambos tiveram grande influencia e representaram papel saliente na criação das respectivas vilas de Paranaguá e de Curitiba. Lara não somente foi, durante 36 anos, o condutor do primeiro grupo de povoadores efetivos de Paranaguá, como foi também, o incentivador de núcleos expontâneos de povoamento de Curitiba.

Conheça o Centro Espanhol do Paraná: https://www.centroespanhol.com.br/

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16 COISAS PARA NUNCA FAZER NA POLÔNIA

Assista esse vídeo que mostra algumas curiosidades e coisas que não se deve fazer na Polônia:

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