Casa de apoio a imigrantes e refugiados é criada em Brasília

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Uma casa de apoio para acolher imigrantes e refugiados foi inaugurada em Brasília nesta quinta-feira (8). A Casa de Direitos começou a funcionar no Conic, na região central da capital, e é coordenada pela Cáritas Brasileira, entidade de promoção e atuação social ligada à Igreja Católica.

Uma equipe com psicólogos, assistentes sociais, educadores e advogados vai oferecer atendimento jurídico, acompanhamento psicossocial e capacitações profissionais. No local, estrangeiros poderão ter aulas de língua portuguesa, cultura brasileira, legislação trabalhista, economia solidária, empreendedorismo e inclusão digital – tudo de graça.

“Não vamos substituir o Estado, mas temos a missão de acompanhar os migrantes juntos aos órgãos para que eles tenham acesso aos mecanismos públicos”, disse o gestor da Casa, Wagner Cesário.

A unidade também vai oferecer auxílio para a realização do Protocolo de Solicitação de Refúgio, emitido pela Polícia Federal. Com o documento, os refugiados podem emitir CPF, carteira de trabalho e têm direito à previdência social.

“Quase 100% dos que chegam ao Brasil não tem acesso aos serviços básicos oferecidos pelo governo, porque não dispõe do documento que reconhece a condição de refugiados”, disse o coordenador da Cáritas Brasileira, Fernando Zamban.

“Como não existe este tipo de controle na fronteira, eles podem entrar como turistas”, completou.

É o caso de Andrerobert Lunga, de 36 anos, que aguarda uma resposta do conselho desde 2012. Ele veio da República Democrática do Congo há oito anos para estudar no seminário da Igreja Católica em Mogi das Cruzes (SP).

Em 2011, Lunga chegou a retornar ao Congo, mas foi preso no aeroporto. “A polícia roubou meu dinheiro e fui perseguido no meu próprio país.”

No ano seguinte, ele voltou ao Brasil para continuar nos estudos, mas os padres recomendaram que ele voltasse ao país de origem.

“Chegaram a comprar passagem para mim, mas pulei o muro e fugi. Voltar era me entregar para a morte.”

Foi quando ele pediu ajuda a amigos e conhecidos brasileiros e veio morar em Brasília. Lunga trabalhou como professor de francês, auxiliar de escritório e transportador de cargas em um supermercado atacadista. Agora, conta com o apoio da Casa de Direitos.

A ideia é que a Casa seja, também, um espaço de integração entre os migrantes. O espaço recebe apoio financeiro da Fundação Banco do Brasil e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Moradia subsidiada

A Cáritas Brasileira também vai oferecer moradia subsidiada por seis meses a refugiados abrigados em Roraima. Eles poderão escolher Brasília ou uma das outras seis capitais do país onde há uma Casa de Direitos — Boa Vista, Porto Velho, Recife, São Paulo, Curitiba e Florianópolis.

Até o fim de novembro, Brasília deve receber 102 refugiados sob esta condição. Eles vão viver em apartamentos em São Sebastião. A ideia do projeto é “promover a integração” desses imigrantes com a população brasileira.

Somente aqueles que estiverem na fronteira terão direito ao benefício, porque “a situação lá é caótica”, segundo Zamban. “Chegam cerca de 400 refugiados por dia e o governo federal consegue realocar só 800 a cada dois, três meses.”

A instituição tem condições financeiras para atender 1.224 refugiados durante um ano, com garantia de abrigo e alimentação. Os que aceitarem a oferta terão seis meses para se adaptar à cidade e buscar uma fonte sustentável de renda.

O que faz a Cáritas Brasileira?

A atuação da Cáritas Brasileira está concentrada em quatro frentes, segundo Zamban: imigração e refúgio; infância adolescência e juventudes; economia popular solidária; e ajuda humanitária.

A Cáritas Brasileira atende de 100 a 150 imigrantes por mês no Distrito Federal. “Nos últimos cinco anos, tivemos fluxos maiores de venezuelanos, haitianos, sírios e africanos”, disse Zamban.

Antes da inauguração da Casa de Direitos, a instituição oferecia um apoio “muito pontual” para quem chegava com maior vulnerabilidade, segundo o coordenador. As referências para mudar o modelo de atendimento foram as Cáritas de São Paulo e do Rio de Janeiro, que já prestavam esse tipo de atendimento.

fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/11/08/casa-de-apoio-a-imigrantes-e-refugiados-e-criada-em-brasilia.ghtml

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Recurso exclusivo dos Pixel Buds, tradução simultânea é liberada para fones de ouvido concorrentes

 

Lançados há pouco mais de um ano, os Pixel Buds – o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Google, chegaram ao mercado trazendo novidades surpreendentes: além de ter suporte ao Google Assistente, os novos fones traziam um módulo de tradução simultânea do Google Tradutor, permitindo, pelo menos no papel, que o usuário pudesse ter uma conversa mais fluída com alguém que não falasse a sua língua.

Após a chegada da novidade ao mercado, outras marcas como LG, Bose, Sony e JBL também fizeram as suas aparições e lançaram fones com Google Assistente, mas sem a presença do módulo de tradução, deixando a função exclusiva ao produto do Google.

No entanto, segundo novas informações encontradas na página dos fones, no próprio site do Google, a gigante de buscas pode estar prestes a abrir mão da exclusividade. Com suporte a mais de 40 línguas, ao que parece o recurso poderá ser visto em breve em fones de outras marcas.

Antes descrita como “O Google Tradutor no Google Pixel Buds só está disponível em telefones Pixel”, a seção de compatibilidade recebeu algumas mudanças e agora tem a seguinte descrição: “O Google Tradutor está disponível em todos os fones de ouvido otimizados para o Assistente e telefones Android”.

Ou seja, apesar da compatibilidade do recurso continuar restrita a aparelhos com Android superior ao Marshmallow 6.0, ela já está, ou ficará em breve, disponível para todos os dispositivos que possuem suporte ao Google Assistente. Com isso, se você tem algum fone com esse suporte, pode agendar a sua próxima viagem para o exterior e testar o novo recurso.

fonte: https://www.tudocelular.com/software/noticias/n131838/pixel-buds-traducao-simultanea-fones-de-ouvido.html

Os lugares pouco conhecidos de Brasília que você precisa visitar

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Em Brasília, o que não falta são espaços turísticos. Cada canto tem um museu ou monumento que conte a história da cidade. O Congresso Nacional, a Catedral e o Museu da República compõem o cartão-postal da cidade e são exemplos da vocação brasiliense para o turismo. Mas isso não significa que outros lugares não estejam impregnados de arte, cultura e acervos históricos, muitas vezes, ignorados pela própria população do Distrito Federal.

Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, o Palácio Itamaraty é um exemplo de monumento cheio de potencial turístico. Sede do Ministério das Relações Exteriores, foi concebido com o propósito de apresentar o Brasil aos visitantes estrangeiros. Inteiramente construído com materiais nacionais, possui um conjunto de salões que abrigam obras de artistas brasileiros. O acervo é composto por grandes nomes da arte nacional, como Athos Bulcão, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Frans Krajcberg, Franz Weissmann, Maria Martins, Mary Vieira, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Rubem Valentim, Sérgio de Camargo e Tomie Ohtake.
O palácio é um verdadeiro museu, com coleções que vão do barroco ao período contemporâneo. “A coleção do Itamaraty representa o que havia de mais importante no país na época em que foi construído”, conta Heitor Granafei, curador e organizador da exposição Desenhando para um palácio, em cartaz no Itamaraty. “A ideia de Brasília era de modernidade; então, a coleção tem muitas coisas modernas e peças especialmente encomendadas para artistas que expunham na bienal de São Paulo e um certo número de peças imobiliário antigo.”
O curador afirma que Ministério das Relações Exteriores quer promover e compartilhar esse acervo que pertence à população. “A ideia é justamente de que o palácio se insira cada vez mais na vida cultural da cidade. O brasiliense vai ter um panorama muito completo da criatividade nacional, além de poder encontrar arte brasileira do século 20 e um vasto acervo mobiliário desde o século 18”.
Granafei acredita que não visitar o monumento histórico é uma coisa comum na maioria das cidades do país e do mundo. “Como aquilo está sempre à mão, as pessoas adiam a ida para quando vier um parente, por exemplo, e pode acabar não indo a esses lugares. E isso é típico quando os pontos culturais são permanentes, como o palácio”, diz.
A fisioterapeuta Leopoldina Moreira visitou o palácio quando criança. Agora, retornou ao Itamaraty para acompanhar o filho, Pedro Arthur, em sua primeira visita no local. “Me surpreendi muito com as obras de arte e os significados por trás delas. A representatividade das coisas é muito interessante. Acho fundamental para a nossa autoestima como brasileiro, porque a gente pode ver a capacidade que os artistas tinham naquela época, com tanta falta de recurso. Acho muito importante manter e valorizar isso”, comenta a fisioterapeuta.
A servidora pública Manu Ribeiro Leite veio do Rio de Janeiro para visitar Brasília e o Itamaraty foi um dos pontos que queria conhecer da cidade. “Achei tudo muito bacana. Aqui a gente entra e, a cada passo, toda a perspectiva muda. A nossa visita não é turística, a gente veio como cidadão”, comenta.
Outro que veio peregrinar por Brasília foi o engenheiro civil Tarcisio Xavier. Ele veio de Recife para conhecer o palácio do Itamaraty. “Eu fiquei admirado quando me explicaram que esse vão [no saguão de entrada] é um dos maiores da América Latina. Aqui em Brasília, boa parte dos prédios têm mais de 50 anos, mas, ainda assim, é tudo muito moderno e o palácio é um exemplo disso”, afirma.

Monumento a céu aberto

Outro local pouco aproveitado pela população do DF não fica muito longe do Itamaraty: o Panteão da Pátria. Localizado nas proximidades da Praça dos Três Poderes, o memorial cívico homenageia pessoas brasileiras que, de algum modo, serviram para a maturidade e engrandecimento do país.
Inaugurado em 7 de setembro de 1986, ele foi criado por Oscar Niemeyer e apresenta uma arquitetura modernista simbolizando uma pomba. A área externa é a mais freqüentada pela população. No alto de uma torre erguida em diagonal, arde uma tocha com “a chama eterna”, que representa a liberdade do povo e a independência do país. Mas a pira foi apagada em 2016 por falta de verba do Governo do Distrito Federal (GDF).
O estudante de arquitetura Felipe José trabalha no Senado Federal e conta que gosta de passar pelo Panteão após o expediente e subir as escadarias para olhar Brasília de uma perspectiva diferente. “Acho interessante como tudo foi construído, isso acaba por impactar na minha vida profissional também. Gosto de ir à tocha para ter inspiração, mas isso acaba sendo transformado num momento de lazer”, garante.
O Panteão possui três pavimentos e tem área total de 2.105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro andar está o vitral de autoria de Marianne Peretti, responsável pelos vitrais da Catedral.

Outros charmes

A cultura e a história de Brasília pode ser revelada em diversos locais. O Correio selecionou alguns espaços que abrigam a vida artística da capital e podem ser explorados pelos brasilienses.
 
» Espaço Cena
Criado em 2005 pela organização do Cena Contemporânea — Festival Internacional de Teatro de Brasília, o Espaço Cena é um centro cultural situado na 205 Norte, quadra conhecida por suas características arquitetônicas diferenciadas e que conta com iniciativas culturais e artísticas diversas. O espaço abriga temporadas de espetáculos, oficinas de arte, exposições fotográficas, shows e degustações gastronômicas. Os ambientes intimistas, confortáveis e descontraídos reafirmam o conceito de ponto de encontro e de celebração da cultura e das artes produzidas em Brasília e no Brasil.
» Galeria Olhos de Águia
Localizada na Praça da CNF de Taguatinga Norte, a galeria do fotojornalista Ivaldo Cavalcante foi idealizada para abrigar o acervo do seu criador. Pouco a pouco, tomou forma e se tornou um local ideal para trocas de experiências sobre o mundo da fotografia. O espaço, que também abriga um bar, recebe diversas atividades culturais, como exposições, mostras de filmes, feiras fotográficas e pocket shows.
» A pilastra
A pilastra é um apartamento no Guará que foi transformado em galeria de arte, estúdio de produção audiovisual e ateliê aberto aos artistas. A proposta é lutar pela presença e democratização da arte fora do centro. A galeria também comercializa obras de arte nacionais e internacionais, produz conteúdo audiovisual e recebe artistas e visitantes que queiram espaço e contato com expressões artísticas descentralizadas.
 
» Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Brasília é um respiro de ar puro no contrafluxo dos espaços fechados. É um espaço dedicado a uma coleção de plantas, mas também ao cultivo e à exposição. Entre as atividades destinadas aos visitantes estão educação ambiental e lazer orientado para a conservação da biodiversidade do cerrado, que pode ser apreciado nas “trilhas interpretativas”. Além disso, o jardim conta com museus e jardins temáticos, como o jardim evolutivo, o jardim de cheiros, o jardim japonês e o jardim de contemplação. Memorial dos povos indígenas Construído em 1987, o Memorial foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca dos índios Yanomami. O espaço abriga uma coleção destinada a apresentar a diversidade e a riqueza da cultura indígena, que se revela de forma dinâmica e viva. Com esse propósito, o memorial promove eventos com a presença e a participação de representantes indígenas de diferentes regiões do país. No acervo, há peças de diversas tribos e objetos que fazem parte da coleção de Darcy-Berta-Galvão.
fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/10/07/interna_cidadesdf,710636/os-lugares-pouco-conhecidos-de-brasilia-que-voce-precisa-visitar.shtml

B Hotel de Brasília chega para ser um dos melhores empreendimentos executivos do país

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Simplesmente B. Esse é o nome do mais novo hotel de Brasília. Desde que abriu, em março deste ano, o B Hotel já está muito bem falado no mercado. Independente e pertencente a uma família brasiliense, o empreendimento está localizado no Setor Hotoleiro Norte, em um terreno de esquina. Por ser o último lote da quadra, os apartamentos voltados para o Oeste possuem uma vista aberta que abrange alguns complexos culturais e esportivos. O por do sol pode ser apreciado através dos vidros, mas essa manifestação da natureza pode ser melhor apreciada no rooftop do edifício, onde há também o Bar 16 e a piscina com azulejos amarelos.

A fachada do B Hotel é inusitada por não ter a simetria característica das janelas emparelhadas. Dispostas de forma irregular, causam a sensação de descontração. Entramos no hotel e vemos um lobby retangular com mais de 60 metros de comprimento e 15 metros de largura. O restaurante, do lado esquerdo ocupa a maior parte do espaço, que é de vão livre. Os dois pontos de atendimento da Recepção amarela destacam-se com sua iluminação amarela contrastante com o elemento madeira, amplamente utilizado na principal área do B Hotel.

O arquiteto Isay Weinfeld foi muito feliz em seu projeto. Já visitei mais de 700 hotéis nos últimos anos e posso dizer que o Lobby do B Hotel é um dos mais interessantes que já conheci.

A concepção do hotel começou em 2009. É o que conta Ana Paula Ernesto, diretora executiva do B Hotel. “Foi quando contratamos o Izay e a partir daí começou todo o processo de definição do projeto, que foi aprovado em 2010. Quando conseguimos o alvará de construção, em 2012, começamos a obra.”

Sobre a razão da escolha da segmentação para ser um hotel lifestyle Ana Paula diz que o tamanho do terreno foi o fator chave para se contruir um emprendimento voltado ao mercado executivo. “Não haveria lógica em construir um hotel econômico, a conta não fecharia. Nem um hotel-boutique. Então resolvemos apostar no produto certeiro que era o hotel executivo”, explica.

Ana Paula Ernesto é diretora exeutiva do B Hotel

Bom, mas vamos voltar ao Lobby. Entre o restaurante e a recepção fica o Bar. Há também o acesso ao pavimento superior, onde está a área de eventos com três salas, que se transformam em um só, além de outras seis salas para reuniões. Há ainda uma sala que pode ser utilizada pelos hóspedes para pequenos encontros ou reuniões. O tom da madeira, que cobre paredes e teto combina com o mobiliário, que é feito da mesma textura. As cadeiras são especiais e diferentes do que as existentes na maioria dos hotéis.

“O B é um restaurante com alguns quartos no andar de cima.” Com essa máxima, Ana Paula deixa claro que a gastronomia do B Hotel é muito valorizada. Para quem entra no lobby fica muito evidente. O restaurante do B ocupa 70% do espaço visível. Sob o salão, há uma cozinha industrial com 1 mil metros quadrados de área e com o que há de melhor no mundo dos equipamentos.

Não sei se, acabei não perguntando o por quê da escolha do nome, mas o B na minha opinião se refere a best  — melhor ou mais desejado no idioma inglês. E por ser novo, bem localizado e com alma de hotel independente, o B Hotel tem tudo para ser um dos melhores hotéis executivos do país. Vou voltar lá com certeza.

Confira na galeria abaixo as fotos das áreas sociais do empreendimento.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aps-2142

Gastronomia do B Hotel

O B Hotel conta com três pontos gastronômicos, além do room service. Tem o Restaurante do B e o Lobby Bar no pavimento térreo e o Bar 16 no rooftop, onde há grande incidência de pessoas que vem tomar um drink, ver o por do sol ou participar de um evento. A capacidade do B é de 120 pessoas e lá atrás, onde ficam os buffets, está a cozinha show. Se você é ligado em gastromonia, o restaurante do B é passagem obrigatória.

O Restaurante do B ocupa inteligentemente uma área que fica cerca de 50 centímetros abaixo do nível do restante do lobby. Isso faz com que o bar tenha em uma de suas laterais, poltronas ao invés de banquetas. Esse desnível cira uma sensação de resguardo. Muito interessante.

Segunda Ana Paula, Brasília é uma cidade corporativa, praticamente não tem lazer. “Escutamos sempre que Brasília não tem vida. As pessoas se hospedam nos hotéis e não sabem pra onde ir, não sabem qual restaurante escolher. Sentem-se isolados dentro do hotel. Foi quando resolvemos que o lobby do B teria vida. A intenção de ter a gastronomia no primeiro plano foi para inverter a situação. Um hotel independente com uma gastronomia fraca não saíria na frente e foi por isso que investimos pesado na gastronomia”, conta a CEO do B Hotel.

Ana Paula explica que o primeiro chef foi contratado dois anos antes do B abrir. “Ele foi estudar os produtos da região, do cerrado, fez curso para fazer iogurte, pães, queijos e foi até em aldeias indígenas na Chapada dos Veadeiros. Resolvemos plantar para poder trabalhar com produtos frescos e criamos a nossa horta em uma fazenda bem próxima. Isso também foi dois antes da data que achávamos que iríamos abrir”, finaliza.

Mobiliário do Lobby, Bar, Restaurante e cozinha show lá atrás

Chef Rodrigo Sato

Quem comanda a gastronomia do B Hotel é o chef Rodrigo Sato, que tem fortes atuações no Renaissance São Paulo e no JW Mariott Rio de Janeiro. Ele diz que de terça a quinta o restaurante é bem cheio no almoço e jantar, com público corporativo. Na quarta e sexta, no almoço tem jazz. “Sábado e domingo é mais família, vem o pessoal de Brasília conhecer o hotel. No sábado é mais descolado com grupos de amigos, o bar da cobertura tem por do sol, que é um atrativo. O cardápio do bar é próprio, com petiscos, sanduíches, que podem ser degustados com a mão mesmo”, diz.

O chef Sato salienta que na gastronomia oferecida no B Hotel existe a preocupação com o orgânico, com o frescor. “Isto é o que estamos buscando hoje. Estamos no Goiás, temos os produtos do cerrado, como as frutas, polpas e castanhas. Iguarias que não existem na Mata Atlântica, por exemplo. Então, estamos experimentando e vendo os valores que agregam com as técnicas que temos. Basicamente, buscamos um ingrediente bacana do serrado, dos produtores locais e aplicamos na nossa cozinha”, explica.

Já que estamos na chuva para se molhar, fomos fundo no café da manhã, almoço, jantar e room service. Gostamos muito do que provamos e, principalmente, da patisserie oferecida. Esse departamento, um dos mais importantes do departamento de A&B, é direcionado pela chef Sonia Takata, que com maestria finaliza a degustação de todos.

Ah, tivemos o privilégio de participar do Chefs no B, evento gastronômico que acontece frequentemente no B. Na edição passada, dois chefs franceses e estrelados trabalharam a quatro mãos e proveram uma experiência memorável. Confira a reportagem aqui.

Passeie também pela galeria abaixo para ver as fotos da gastronomia do B Hotel.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aeb-2144

Experiência de Hospedagem no B Hotel

O B Hotel conta com 306 habitações, distribuídas em 15 pavimentos e em sete categorias — variando de 28 a 72  m². A experiência de hospedagem no mais novo hotel da capital federal começa quando saímos de um dos quatro elevadores e seguimos pelo corredor. As luzes brancas, verticais e embutidas nas paredes criam o efeito de que a iluminação é natural. O acesso feito por cartão de Radio Frequência (RFID) e o sistema de abertura, instalado pela Assa Abloy Hospitality, está embutido nas portas, deixando o ambiente contemporâneo.

A habitação reservada para a reportagem do Hotelier News foi uma Suíte Deluxe, com 42 m². Ao abrirmos a porta deparamos com um hall cor de concreto. Segundo a direção do empreendimento, o ambiente homenageia a arquitetura de Brasília. É no hall que ficam os armários, que são amplos e contam ainda com cofre e roupão. Em frente ao armário, a entrada do amplo banheiro, equipado com pia paa duas pessoas, chuveiro de teto e banheira de imersão. Os amenities são de marca internacional.

Saindo do hall cinza da entrada, a suíte explode com suas tonalidades de paredes brancas e madeiras claras. As duas janelas, uma em cada canto deixam a mostra o céu azul e alguns monumentos como o Estádio Mané Garrincha e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Na esquerda um sofá está acompanhado de uma cadeira design. No centro da habitação, a cama de tamanho king toda branca e na sua frente um móvel com itens de minibar, logo abaixo a mini geladeira e acima de tudo, a Smart TV 4k, com programação Netflix.

Na outra parede fica a estação de trabalho, suspensa e que dá um ar de leveza ao ambiente. Na frente da janela, a mesa redonda pode ser o apoio para um vinho enquanto as luzes dos carros e da cidade refletem no vidro junto com o céu escuro.

O minimalismo da suíte nos traz paz e quando, por instantes, meditamos buscando alcançar o equilíbrio, sentimos o verdadeiro acolhimento.

Veja nas fotos da galeria abaixo os cliques feitos duranta a nossa estada.

https://hoteliernews.com.br/album/80/e/b-hotel-aeb-2147

Sustentabilidade ambiental no B Hotel: 80% do lixo gerado é processado

Se a oportunidade permite, um hotel do século 21 tem a obrigação de ter um olhar na sustentabilidade. E é exatamente isso que o B Hotel faz. Meses antes de abrir, o empreendimento já possuía uma horta em produção. Fomos visitar a fazenda que é de propriedade dos investidores do B Hotel e fica em Sobradinho, distante apenas a 25 km do Setor Hoteleiro Norte.

Com 64 hectares de área total, a horta ocupa cerca de 20 mil m² da fazenda. Sem a utilização de agrotóxicos, toda a produção de adubos é feita no próprio local. Todo o lixo orgânico que é produzido pelo B é levado para a fazenda. O técnico em Agronomia, Isaque Santos Carvalho, é quem cuida da maioria dos detalhes do cultivo e do manejo. Já o técnico em Construção Civil, Marcelo Correia Lima, é quem cuida da logística de transporte entre hotel e fazenda, além de ser responsável na execução das obras.

Carvalho comenta que 80% do lixo produzido pelo hotel é reciclado ou transformado em o adubo. “O B Hotel gera 1,2 toneladas de lixo por semana. Tudo que pode ser reciclado é levado para uma usina e o orgânico vem para cá. Estamos realizando estudos para poder eliminar de forma sustentável os 20% restantes. Temos certeza que em breve o B Hotel será um empreendimento totalmente verde”, explica.

“Estamos muito felizes em poder dizer que estamos utilizando técnicas diferentes de compostagem para potencializar os nutrientes”, diz Lima. “Estamos colhendo verduras de muita qualidade”, completa Carvalho. A conversa não é lorota. Pudemos ver pessoalmente o tamanho dos pés de alguns tipos de alface e ficamos impresionados (confira a foto na galeria)

Ana Paula diz que existem ideias e projetos para trazer os hóspedes ao local. “Podemos criar ações como colheitas e workshops com o pessoal da cozinha. Aqui é muito bucólico e fica a meia hora de carro do B. São muito raros os hotéis corporativos que podem prover isso aos hóspedes”, finaliza.

fonte: https://hoteliernews.com.br/noticias/b-hotel-de-brasilia-chega-para-ser-um-dos-melhores-empreendimentos-executivos-do-pais-81142

Inaugurado centro de língua coreana em Brasília

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Graças a uma parceria dos governos coreano e brasileiro, a Universidade de Brasília (UnB) instalou o Instituto Rei Sejong, um centro de promoção da língua e da cultura da Coreia do Sul. O nome do instituto é uma homenagem ao monarca responsável pela criação do alfabeto coreano, o hangul.

Neste semestre, apenas os estudantes da UnB terão acesso a turmas de nível básico da língua coreana, por 15 semanas. Mas o instituto deve oferecer, no ano que vem, cursos de língua coreana para toda a comunidade de forma gratuita.

“Temos percebido, a cada ano, um interesse maior dos brasileiros em aprender o nosso idioma e se aproximar da nossa cultura. Esse instituto deixará nossos países ainda mais próximos”, disse o embaixador sul-coreano no Brasil, Chan-Woo Kim.

Cerimônia de inauguração do Instituto Rei Sejong Brasília, na Universidade de Brasília (UnB).
Cerimônia de inauguração do Instituto Rei Sejong Brasília, na Universidade de Brasília (UnB) – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com o ensino da língua coreana, “a UnB amplia sua internacionalização” e se aproxima de outras culturas, tornando-se uma instituição em sintonia com o que há de melhor em tecnologia e educação em todo o mundo, disse a reitora Márcia Abrahão.

A cerimônia de instalação do Instituto Rei Sejong ocorreu nesta sexta-feira (3), no Instituto Central de Ciências da UnB.

Segundo o embaixador Chan-Woo Kim, linguistas acreditam que o hangul (alfabeto coreano) é o método sonhado “por todos os idiomas”. Ele lembrou que o Rei Sejong aplicou esse método em 1446 para permitir que a língua coreana fosse conhecida por toda a população do país. “Consequentemente, os estrangeiros também podem aprender facilmente o idioma”, disse.

Parceria

A instalação do centro cultural coreano em Brasília foi resultado de uma parceria firmada em agosto de 2017 entre a Kobras, a UnB, a Fundação King Sejong e o Ministério da Cultura, Esporte e Turismo sul-coreano, com colaboração da Embaixada da República da Coreia em Brasília.

A Kobras é uma entidade sem fins lucrativos do Ministério da Diplomacia da Coreia do Sul e que visa promover cooperação entre o Brasil e o país asiático em áreas como economia, cultura e educação.

Este é o quarto Instituto Rei Sejong instalado no Brasil e o primeiro da região Centro-Oeste. O instituto está presente também na Universidade Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul; na Universidade de Campinas (Unicamp) e no Centro Cultural Coreano em São Paulo.

Expansão

O presidente da Kobras, Shin-Won Choi, afirmou que, com a chegada do instituto coreano ao Distrito Federal, a expectativa é expandir as ações. “Podemos dizer que o Instituto Rei Sejong em Brasília não será somente um centro de língua, mas um instrumento que contribuirá também para a instalação do curso superior de língua coreana na UnB no futuro, reforçando o intercâmbio e a cooperação entre os dois países. As expectativas são bastante altas”, disse.

Choi disse que a Kobras tem ainda o objetivo de levar o instituto às regiões Norte e Nordeste do Brasil. Atualmente, existem 174 institutos Rei Sejong em 57 países e, em todos eles, é possível estudar com o mesmo currículo, padronizado pela Fundação King Sejong. Somente em maio deste ano foram criados 16 novos institutos em todo o mundo, possibilitando a aproximação cultural sul-coreana aos estrangeiros.

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-08/inaugurado-centro-de-lingua-coreana-em-brasilia

Brasília ganha escola de aventuras para crianças

Proposta da escola é complementar o aprendizado infantil com esportes radicais e tradicionais, além de brincadeiras populares. Tudo em um só lugar, com estrutura de alto nível e profissionais multidisciplinares

Brasília vai ganhar uma escola de aventura para crianças. Com uma proposta educacional inovadora, a Kalango abre as portas no dia 19 de março, dentro do Clube do Congresso, e oferece esportes tradicionais, radicais e brincadeiras populares no contra-turno escolar como reforço do aprendizado. A escola atenderá crianças de 6 a 14 anos, e o objetivo é o desenvolvimento social e psico-motor dos pequenos, sem o apelo abusivo da tecnologia.

“Nosso objetivo é complementar o aprendizado escolar de maneira lúdica e divertida. A maioria das nossas atividades são ao ar livre e coletivas. Então nosso foco é a sociabilização das crianças, para um desenvolvimento pleno de suas capacidades”, avalia o educador Vitor Bueno, um dos idealizadores da Kalango.

A escola conta com uma infraestrutura de alto nível, com quadras, campos, piscinas e pistas diversas em espaços abertos e arejados. E oferece diversas opções de prática esportiva, desde os esportes tradicionais (futebol, vôlei e corrida), até os radicais (skate, escalada, slackline), passando pelos aquáticos e náuticos (natação, polo aquático, SUP, caiaque, etc). A escola também oferecerá acampamento aos fins de semana em ocasiões especiais. Novas modalidades serão ofertadas durante o semestre.

Além disso, a escola também oferece uma sala de estudos para que as crianças possam fazer as tarefas de casa, acompanhadas de um professor.

A equipe de profissionais é multidisciplinar e altamente capacitada. Dois dos sócios-fundadores são educadores de formação, oriundos da educação artística e física.

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/brasilia-ganha-escola-de-aventuras-para-criancas/

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Inglês é idioma mais requisitado para tradução simultânea

Desde os primeiros tempos da tradução simultânea, que foi aplicada oficialmente pela primeira vez no julgamento de Nuremberg, após a Segunda Guerra Mundial, o segmento tem evoluído consideravelmente, agregando atualmente empresas especializadas nas diversas modalidades de tradução.

Ao longo das últimas décadas, as empresas de tradução simultânea tem ajudado pessoas e empresas a superar todas as barreiras linguísticas, com profissionais qualificados, que garantem uma comunicação produtiva e eficiente. Em todo o mundo, segundo a Common Sense Advisory, o mercado de tradução em geral atingiu em 2016 total de US$ 43 bilhões de dólares em faturamento.

A globalização e a participação de empresas brasileiras no mercado internacional está exigindo cada vez mais a utilização dos serviços de profissionais que realizam tradução simultânea, garantindo a perfeita comunicação entre executivos e empresários dos mais diversos segmentos do mercado.

Segundo levantamento feito internamente pela plataforma oHub, a busca por estes serviços tem crescido. No primeiro semestre de 2017, o volume de pedidos de orçamento cresceu 68% em relação ao mesmo período de 2016. A média geral em todas as categorias foi menor, 40%.

E o idioma inglês ainda é o mais requisitado. Em pesquisa feita pelo site com seus clientes, 65% dos serviços envolvem esta língua. Em segundo, vem o Espanhol com 25% e as outras línguas, 10% sendo que o Chinês foi o mais citado.

As empresas e profissionais voltados para a tradução simultânea permitem a comunicação nestes diferentes idiomas, traduzindo oralmente a fala de um orador ou de um grupo de pessoas para a língua de outros interessados. Dessa forma, a tradução simultânea procura oferecer a mesma capacidade de entendimento a pessoas de diferentes idiomas, eliminando as barreiras linguísticas em reuniões, debates, conferências e cursos. Existem 2 serviços oferecidos neste segmento que são os mais comuns, a tradução simultânea e a tradução consecutiva.

No serviço de tradução simultânea, o intérprete permanece numa cabine à prova de som, ouvindo por fones de ouvido o que é falado em outro idioma e, através de microfones ligados a receptores dos participantes, transmite a informação em seus idiomas. Esse tipo de serviço não interfere na continuidade do evento, possibilitando que todos possam acompanhar o que está sendo discutido.

Na transmissão consecutiva, o intérprete participa em conjunto com os integrantes de uma reunião ou um encontro e, enquanto um dos participantes fala, o profissional faz suas anotações ou, de memória, faz a tradução em seguida à fala. É uma atividade que também atende encontros de políticos e empresários de países diferentes.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/ingles-e-idioma-mais-requisitado-para-traducao-simultanea/

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