ITÁLIA – Tudo o que precisa saber para viajar para lá

Assista esse vídeo que mostra “tudo”o que você precisa saber para viajar para lá:

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Supermercado na Itália – Preços e curiosidades 2019

Assista esse vídeo que mostra um pouco do supermercado na Itália

Canal: ITALIANDO

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Esporte na Itália

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A Itália tem uma longa tradição esportiva. Em diversos esportes, tanto individuais quanto em equipe, a Itália tem uma boa representação e muitos sucessos. O esporte mais popular é de longe o futebol. Basquete e vôlei são os próximos mais populares, com a Itália com uma rica tradição em ambos. A Itália também tem fortes tradições no ciclismo, esgrima, tênis, atletismo, polo aquático, rugby, e esportes de inverno.

  • O Futebol

Time Italiano

O futebol, chamado de cálcio na Itália, é o principal esporte do país. Os italianos são considerados torcedores apaixonados e os jogos costumam encher os estádios.

Sugeria-se que os primórdios do futebol teriam sido praticados em Florença, um desporto que podia ser jogado com as mãos e com os pés e pontuava-se nas extremidades do campo. Há ainda a suposição de que teria surgido em Nápoles. A versão mais aceite na atualidade é a de que o futebol chegou ao país através de comerciantes ingleses na cidade de Gênova. Com o tempo, a modalidade passou a ser praticada também em Turim e em Milão.

  • O Basquete

Muitos fãs de esportes são surpreendidos ao descobrir que basquete é muito popular na Itália. Conhecido como Pallacanestro, o basquete italiano está em constante crescimento.

A Itália parece ter sido envolvida na propagação do basquete internacional quase desde o início. Em 1919, a Itália participou do primeiro torneio de basquete internacional conhecido como os Jogos Inter- Aliadas contra a França e os Estados Unidos. Também a Itália foi um dos membros fundadores da FIBA, a Federação Internacional de Basquetebol , fundada em 1932. Quando o basquete era um esporte olímpico do Introduzida em 1936 nos Jogos em Berlim, a Itália foi uma das vinte e três nações Representadas e terminou em sétimo. No entanto, a esta altura, basquete foi firmemente estabelecido na Itália e já tinham planejado a organização de equipes profissionais .

  • O Vôlei

itam

A Seleção Italiana de Voleibol Masculino é uma equipe europeia composta pelos melhores jogadores de voleibol da Itália. A equipe é mantida pela Federação Italiana de Voleibol (em italiano, Federazione Italiana Pallavolo).

A seleção italiana conquistou sua primeira medalha internacional ( bronze) em 1948 no campeonato europeu. Porém, a Itália era claramente inferior às fortes seleções do leste europeu. Por isso, no decorrer dos trinta anos seguintes a equipe somente conseguiu êxito na competições em que as grandes potências não participavam, como no caso dos Jogos do Mediterrâneo de 1959 (ouro) e de 1963.

Fonte: https://amandovisk.wordpress.com/esportes/

10 melhores pratos da Itália

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1. Lasanha (Lasagna)

Essa maravilha da gastronomia italiana (o que é contestado pelos ingleses) é quase sempre uma bomba calórica. Mas não tem como resistir. O sabor mais comum de lasanha é a que, no Brasil, chamamos de bolonhesa: leva carne moída, massa, molho de tomate e muito queijo. Em todo o mundo existem centenas de tipos e variações de receitas de lasanha. Já vi lasanhas de calabresa, frango, bacalhau, com variados tipos de queijo e até lasanha vegetariana, por exemplo, de berinjela. Essa lindeza da foto acima em comi em Veneza, e me lembro até hoje de cada garfada.

2. Pizza

A origem da pizza é disputada por egípcios, hebreus e outros povos. Mas uma coisa ninguém contesta: foi na Itália, especialmente na cidade de Nápoles, que ela se desenvolveu e foram criados os melhores sabores e técnicas de preparo. Na foto acima você vê uma legítima pizza napolitana, de borda grossa e cobertura seguindo as regras da AVPN. Esse é o tipo mais comum de pizza na Itália. Mesmo com diferentes tipos de pizza consagrados em países com forte imigração italiana, como Brasil, Estados Unidos e Argentina, o alimento continua sendo símbolo italiano.


3. Bisteca Fiorentina (Bistecca alla fiorentina)

Típica da região da Toscana, especialmente na capital, Florença, a Bisteca Fiorentina já entrou em diversos rankings de melhores carnes do mundo. Extraído de vacas da raça italiana Chianina, o corte da bisteca fiorentina engloba o que no Brasil conhecemos como filé mignon, contra filé e alcatra. A carne deve ser assada e, segundo a tradição, acompanhada de vinho Chianti, também de origem toscana. Pra saber onde comer e preços dessa essa iguaria em Florença, recomendo ler o blog Rafa Pelo Mundo, que narrou com detalhes a experiência.

4. Macarrão à Bolonhesa (Tagliatelle al ragu)

Conhecida pelo apelido de “A Gorda”, a cidade de Bolonha produziu algumas das melhores comidas típicas da Itália. O mais famosos desses pratos é o tagliatelle al ragu: aquela massa achatada, com molho de ragu de carne. Mas, cá entre nós, eu comi este Bolonhesa em Bolonha em não gostei. Bom mesmo é a versão brasileira do prato, com espaguete barato e fartura de molho de tomate com carne moída. De preferência com queijo ralado por cima.

5. Risoto, o pequeno arroz (Risotto)

Como falei no post Mapa da Gastronomia Italiana, cada parte do país tem seus pratos característicos. No caso da Lombardia, cuja capital é Milão, a principal invenção gastronômica é o risoto. No sentido literal, a palavra risoto significa “pequeno arroz”, como explica o site da PUC. Assim como pizzas e lasanhas, o risoto ganhou centenas (talvez milhares) de sabores. Já vi risoto de calabresa, de fungos, de tomate seco, de costela e até um criativo risoto de pequi, no estado de Goiás. Mas sem dúvidas o mais famoso é o “risotto alla milanese”, à base de açafrão.

6. Arancino ou Arancina

Direto da Sicília para a nossa seleção de melhores comidas típicas da Itália, o arancino é basicamente um bolinho de arroz recheado e frito. O recheio mais comum é molho de ragu de carne. Também pode ser de tomate, queijo, ervilha, manteiga, berinjela e outros sabores. Tem a receita no blog Itália para Brasileiros. Se quer conhecer mais pratos tradicionais da Sicília, dá uma olhada no blog As Distâncias, que fez uma seleção incluindo sanduíches e sobremesas sicilianos, como o próprio cannoli, doce imortalizado em fala de O Poderoso Chefão.

7. Ossobuco

Também originário da Lombardia, no norte da Itália, o Ossobuco vem de um corte considerado pouco nobre: músculo da perna traseira do boi. Pra ficar macio e suculento, soltando o tutano do interior do osso, deve ser cozido durante horas, num molho com vinho, legumes e temperos. Por ser um prato barato e muito gostoso, vem se tornando popular no Brasil. Se quiser fazer em casa, aqui tem 22 receitas diferentes de Ossobuco.

8. Cacio e Pepe

Originário da cidade de Roma, o Cacio e Pepe é um dos pratos mais simples e deliciosos da culinária italiana. Tanto que conquistou paladares famosos, como o do apresentador Anthony Bourdain. Na receita, apenas massa (de preferência do tipo longa, como espaguete ou vermicelli), queijo pecorino romano e pimenta do reino preta. O próprio nome já diz isso, já que “cacio” é queijo e “pepe” é pimenta em italiano. Pra tentar fazer em casa, veja aqui a receita e o modo de preparo. Para ver mais pratos criados em Roma, como a brusqueta e o Buccatini all’amatriciana, entre outras massas e carnes, o blog As Distâncias fez um seleção cheia de fotos.

9. Gelatto

Viajar pela Itália é naturalmente provar dezenas de sabores de gelatto, ou seja, sorvete. Segundo o site A Origem das Coisas, não se sabe ao certo quem criou o sorvete, mas sem dúvidas a Itália tem papel importante em sua história. Ainda no século I, o imperador romano Nero já comia um tipo de sorvete: gelo de neve das montanhas com cobertura de frutas. Já o cone de sorvete, que chamamos de casquinha, tem origem italiana comprovada, por uma patente em nome de Italo Marchioni.

O blog Vou pra Roma listou diversos sabores de gelatto que merecem ser provados na Itália, como mascarpone e pera, nocciole e pistacchio. Mas, assim como eu, tenho certeza que o sabor favorito da maioria é, claro, chocolate!

10. Tiramisú

O queijo mascarpone dá o toque especial nessa que é a mais típica das sobremesas italianas. A receita também leva ingredientes como café, creme de leite, biscoito champanhe e licor. A origem dessa delícia é disputada entre as cidades italianas de Florença e Treviso.

Fonte: https://www.buenasdicas.com/comidas-tipicas-italia-6576/

16 COISAS PARA NUNCA FAZER NA POLÔNIA

Assista esse vídeo que mostra algumas curiosidades e coisas que não se deve fazer na Polônia:

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Comidas típicas da Polônia 

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A Cultura Da Polônia

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7. Crenças Sociais e Costumes

A sociedade na Polônia exibiu um alto grau de estratificação antes do 1939. A morte de uma grande parte da intelligentsia polonesa pelos nazistas e pelos comunistas durante e após a Segunda Guerra Mundial reduziu enormemente a rígida estratificação social no país. Durante o regime comunista, o avanço educacional e econômico do trabalhador e dos camponeses poloneses foi fomentado. Durante esse período, a migração em grande escala da população rural para as cidades polonesas foi observada. Atualmente, a sociedade polonesa tem agrupamentos 6. Os camponeses e trabalhadores constituem a maioria da população. Há também uma intelligentsia cuja população está aumentando constantemente, assim como a população de trabalhadores. A classe dominante ou nomenclatura que detinha o poder dominante durante o regime comunista na Polônia está se esforçando para recuperar o poder no país. Cerca de 10 a 15% da população polonesa é composta dos nobres ou dos gentry chamados szlachta. No entanto, seu significado quase foi eliminado na sociedade moderna polonesa.

O casamento desempenha um papel importante na sociedade polonesa. No passado, homens e mulheres que cruzavam sua “idade para casar” (vinte para mulheres e 20’s para homens) foram submetidos a zombaria. A maioria dos casamentos foi arranjada e os divórcios eram raros e desprezados. No entanto, ao longo dos anos, as visões tradicionais mudaram e os casamentos agora se baseiam mais no consentimento dos casais do que na família e os divórcios também se tornaram mais comuns do que antes. Tradicionalmente, as famílias polonesas eram grandes, com três gerações vivendo sob o mesmo teto. No entanto, as famílias nucleares são mais comuns hoje em dia, assim como as famílias com pais solteiros. Historicamente, espera-se que as mulheres grávidas observem uma série de tabus, como não olhar para o fogo, ratos e deficientes para evitar danos ao bebê. A gravidez é mantida em segredo pelo maior tempo possível para se proteger do mau-olhado. No entanto, muitas dessas crenças e práticas atualmente desapareceram da sociedade polonesa moderna, mas ainda prevalecem nos lares conservadores do país. As crianças são ensinadas a ser educadas e a sociedade polonesa enfatiza muito o comportamento educado. O pai tem autoridade absoluta e deve ser obedecido pelos filhos. Os poloneses dão grande importância às maneiras gentis e ao comportamento gracioso.

6. Cozinha

gołąbki (folhas de couve enroladas em carne picada e arroz)

À medida que as cidades da Polônia cresciam durante a Idade Média, os mercados de alimentos do país prosperaram e a troca de ideias culinárias também cresceu. A vodka tornou-se uma bebida alcoólica popular desde então. A Polônia é também um dos maiores produtores de cerveja da Europa e um consumidor de cerveja na Polônia bebe 92 litros de cerveja por ano. Outra bebida alcoólica popular é o hidromel polonês, que é um vinho de mel produzido no país desde a Idade Média. Entre as bebidas não alcoólicas, a Kompot é uma bebida indígena produzida pela fervura de um ou mais tipos de frutas, com ou sem adição de açúcar e especiarias. Pode ser servido quente ou frio. Alguns alimentos poloneses todos os dias incluem kiełbasa(um tipo de salsicha), pierogi (bolinhos cheios), pyzy (bolas de massa cheias de carne), kopytka (bolinho de batata), golabki(folhas de repolho enroladas em carne e arroz), bigos (carne cozida e repolho), etc. Vários tipos de sopas como rosół, flakie zupa ogórkowa também fazem parte da cozinha polaca. Wigilia é um popular jantar de véspera de Natal consumido na Polônia.

5. Roupas

A roupa tradicional do povo polaco varia muito com a sua localização no país. Embora a maioria das pessoas no país use trajes ocidentais modernos em suas vidas diárias, o traje tradicional é usado durante festivais culturais, casamentos, eventos religiosos, festas de colheita e outras ocasiões especiais. Na região de Cracóvia, na Pequena Polônia, as mulheres vestem trajes tradicionais elaborados que incluem uma blusa branca, um colete bordado, um avental e uma saia floral completa. Botas com cordões e um colar de contas de coral completam o visual. O capacete é composto por uma coroa de flores no caso de mulheres solteiras, enquanto os casados amarram um lenço branco. Os homens também se vestem bem e adornam um colete fortemente bordado, calças listradas e um krakuska boné. Outras regiões da Polônia têm seus próprios trajes folclóricos, com a maioria envolvendo uma exibição de cores vibrantes, bordados, ornamentos, aventais de renda, joias de contas e elaborados capacetes.

4. Musica e dança

A Polônia tem uma cena musical animada, com as raízes da música do país sendo rastreada desde o século 13. Mikołaj z Radomia foi o primeiro compositor polaco que viveu no século 15. Bóg się rodzi, Bogurodzica são algumas das mais antigas composições musicais originárias da Polónia. Witold Lutosławski e Henryk Górecki são dois dos mais famosos compositores modernos clássicos poloneses. Krzysztof Komeda foi um famoso músico de jazz do país que compôs várias trilhas sonoras de filmes. A Polônia também é conhecida por sua música eletrônica de dança, com Vader sendo a banda mais famosa realizando este gênero de música.

A dança folclórica polonesa tem uma longa e rica tradição e está associada a diversos eventos históricos ou religiosos do país. Nos tempos modernos, as danças folclóricas são geralmente realizadas por companhias de dança em ocasiões especiais como festivais culturais e religiosos ou quatro propósitos de turismo. As danças nacionais do país são Oberek, Mazurek, Krakowiak e Kjawiak. As danças evoluíram do estilo de dança dos camponeses para o estilo de baile, com a adição de sabores de balé após a anexação da Europa Oriental por Napoleão.

3. Literatura E Artes

A literatura polonesa se desenvolveu e evoluiu desde a chegada do cristianismo na Polônia. A literatura mais antiga produzida no país foi em latim. Wincenty Kadłubek, Gallus Anonymus e Jan Długosz foram alguns dos famosos autores poloneses da Idade Média. O período renascentista também testemunhou a produção de grandes obras literárias pelos autores e poetas poloneses. Jan Kochanowski era um renomado poeta polonês da época. Depois que o país perdeu sua soberania no século 19, a literatura romântica floresceu no país. Vários poetas e autores produziram obras que se concentraram no patriotismo e no renascimento do país. Durante esse período, três poetas, intitulados “Os Três Bardos” (Zygmunt Krasinski, Adam Mickiewicz e Juliusz Słowacki), atuaram como líderes espirituais da nação. A excelente literatura polaca foi produzida no século 20 e a experimentação de Avant-Garde desempenhou um papel importante durante este período. Em 1924, o romance Chłopi ganhou Władysław Reymont, um Prêmio Nobel de Literatura.

A arte polonesa tem sido uma mistura das tendências européias com a influência indígena. A história e os costumes do país são bem refletidos pela pintura historicista inspirada em Jan Matejko da escola de Cracóvia. Jozef Chełmoński era um famoso pintor polonês pertencente à escola realista. A arte polonesa moderna foi associada à experimentação pesada e nasceu com o movimento Młoda Polska. Atualmente, a arte polonesa é apreciada e reconhecida mundialmente.

2. Religiões e Festivais

O cristianismo é a religião dominante na Polônia, com cerca de 92.2% dos poloneses sendo católicos romanos. O catolicismo desempenha um papel significativo na vida das pessoas que vivem aqui e ao redor do 65% freqüentam os serviços da Igreja regularmente. Outras religiões praticadas no país incluem o islamismo, o judaísmo, o budismo e o hinduísmo.

Como o cristianismo é a religião da maioria na Polônia, os festivais cristãos são celebrados com grande pompa e glória no país. Concertos são realizados e canções são cantadas em todo o país no dia de Ano Novo. O Afogamento de Marzanna é um festival realizado para despedir-se do inverno e acolher a primavera. Uma efígie de Marzanna é afogada no rio para significar o fim dos males da estação do inverno. A Páscoa também é comemorada com muita diversão no país. Durante o Natal na Polônia, os poloneses realizam grandes festas de Natal em suas casas e compartilham a comida com os membros da família. O dia de St. Stephan é comemorado no dia seguinte. A versão polonesa do Papai Noel, Mikolaj visita crianças na véspera de Natal ou em dezembro 6th para regalo de presentes. O Dia de Santo André é um feriado tradicional do país e é comemorado em novembro 29. Vários outros festivais e feriados também são celebrados na Polônia.

1. Esportes

Speedway é extremamente popular na Polônia e a Extraleague polonesa atrai o maior número de espectadores entre todos os esportes praticados no país. O polonês também adora jogar vôlei e o país tem um histórico de participação em diversas competições internacionais deste jogo. A Formula One Racing foi introduzida pela primeira vez na Polônia pelo piloto Robert Kubica. Caminhadas, esqui, salto de esqui e mountain bike são atividades populares apreciadas por esportistas amadores e profissionais que visitam as montanhas da Polônia. As praias e as águas costeiras do país oferecem esportes aquáticos e atividades de praia como canoagem, caiaque, pesca esportiva, etc. Uma variedade de outros esportes como basquete, hóquei, natação, levantamento de peso, boxe, etc., são jogados no país.

Fonte: https://pt.ripleybelieves.com/culture-of-poland-2188

Paris – França – Parte 1/3 – VIAGEM DE MOTORHOME PELA EUROPA

Assista esse vídeo que mostra um pouco da cidade francesa(Paris):

Canal: Eu Só Quero Tudo

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A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NA SOCIEDADE FRANCESA

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Apesar de não ser fácil de admitir, todo mundo sabe que a França é boa de bola. Mas o que talvez você não saiba é que não é só no futebol. Por isso trouxemos esse post com mais detalhes sobre a importância do esporte na sociedade francesa, inclusive como traço cultural.

Potência mundial

Esporte tem valor cultural, acadêmico e social para os franceses o que faz do país umas das grandes forças mundiais.

A França está entre as 5 maiores potências esportivas do mundo e a 1ª europeia no ranking das “Grandes Nações do Esporte”, elaborado pela Havas Sports & Entertainment (2012). Ficando atrás dos EUA, da China, e da Rússia, sede da copa de 2018.

As federações esportivas francesas com assessoramento do Instituto Nacional do Esporte, da Expertise e da Performance (INSEP) garantem a formação e a preparação dos atletas de alto nível, visando à excelência no esporte e ao bom desempenho escolar, universitário ou profissional.

Os esportes mais praticados

A paixão pelo esporte abrange diversas modalidades, na França há também três escolas nacionais com missões específicas: o Instituto Francês do Cavalo e da Equitação; a Escola Nacional de Vela e Esportes Náuticos; e a Escola Nacional dos Esportes de Montanha.

Os franceses praticam os mais variados esportes, desde a simples caminhada até o arco e flecha.

Le Foot, o futebol, é o esporte, assim como no Brasil, mais popular na França. Porém, o rugby union, ciclismo, tênis, automobilismo, basquetebol e iatismo são também bastante expressivos em popularidade.

Vale destacar também a prática da Esgrima, Boxe francês, Parkur, Kite surfing e Futebol de mesa, o famoso ping-pong – que é habitualmente praticado em bares e casas, mais ou menos como acontece com a sinuca aqui no Brasil.

Você sabia que os Jogos Olímpicos modernos foram inventados na França, em 1894 por Pierre de Coubertin? Não à toa, já sediou e venceu a Copa do Mundo da FIFA em 1998, sediou a corrida de ciclismo anual Tour de France e o torneio Grand Slam de tênis Torneio de Roland-Garros.

Esporte como postura social

A prática do esporte é tão arraigada na sociedade francesa que existem clubes públicos oferecidos pelas prefeituras. Assim, as mais diversas modalidades de esportes tornam-se acessíveis para todas as classes sociais e nacionalidades.

Em Paris, por exemplo, existe praticamente uma piscina municipal para cada um dos 20 bairros. Além de ter aulas de natação ou hidroginástica, você pode apenas ir para se refrescar. Normalmente o valor pago é apenas o de um acesso, em torno de 3 euros.

Para quem vai estudar em uma universidade francesa é possível fazer esportes na própria universidade. Algumas dispõem de academias de musculação, salas de esportes (step, reforço muscular, alongamento, etc), corrida em grupo, arco e flecha, natação, tênis, ping pong, entre muitos outros. Toda comunidade pode praticar, porém é dada preferência aos seus estudantes e funcionários.

A prática de esporte, principalmente ao ar livre, é um traço tão forte da cultura francesa quanto a paixão pela arte e pela gastronomia. É uma das maneiras mais saudáveis e corriqueiras para socializar e fazer amigos.

Fonte: https://francesobjetivo.com.br/importancia-do-esporte-na-sociedade-francesa/

Como a Alemanha virou o país dos automóveis

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Nos limites da Floresta Negra, no sudoeste da Alemanha, o executivo aposentado Edgar Meyer conduziu seu BMW vintage para dentro de uma estrada medieval de menos de um metro e meio de largura. Vinhas caíam sobre o caminho, formando discretos portais, e o único som, além do ruído do carro de Meyer, era o do canto dos pássaros. Dirigíamos na movimentada cidade de Dossenheim, mas estávamos completamente sozinhos naquela pequena e pacífica rua.

Tecnicamente, a pista é um desvio da Bertha Benz Memorial Route, uma estrada temática concebida por Meyer para celebrar os primórdios da indústria automotiva. De acordo com o executivo, é o mais próximo que se pode ter da experiência de cruzar as estradas que a pioneira Bertha e seus filhos adolescentes encontraram, em agosto de 1888, quando partiram na primeira viagem de carro a gasolina do mundo.

Bertha foi a primeira pessoa a dirigir um automóvel numa travessia de longa distância – com o objetivo de mostrar que a criação do marido, Carl Benz, estava pronta para ser comercializada.

Na viagem de Bertha, 194 quilômetros ida e volta entre a casa da família Benz, na cidade de Mannheim, e a residência de sua mãe em Pforzheim, há uma dose grande da bravura dos pioneiros da indústria automotiva. O percurso – feito sem o conhecimento do marido – foi a bordo do Benz Motorwagen No. 3, uma versão modificada do primeiro Motorwagen de Carl, que havia sido patenteado em 1886, ano que é considerado como o de estreia do automóvel.

A estrada percorrida pela pioneira Bertha Benz, nos arredores de Dossenheim, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolinaDireito de imagemALAMY
Image captionA Bertha Benz Memorial Route segue o curso que a pioneira percorreu em 1888, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolina

Bertha investiu seu dote de casamento para financiar o trabalho do marido. O Motorwagen, porém, ainda precisava de autorização para circular – o governo estava reticente, por causa de um desastroso test drive no qual cavalos e cachorros, assustados pelo barulho do motor, avançaram para cima da plateia. Tirar o protótipo da garagem para a viagem pioneira, portanto, era uma ação ilegal, com dois propósitos: mostrar que o carro era seguro e pronto para ser vendido, e enviar uma mensagem para Carl, incentivando-o a continuar.

“Não foi apenas Carl quem inventou o automóvel. Foi a equipe de Carl e Bertha. Os dois acreditavam no Motorwagen e trabalhavam juntos o tempo todo”, disse o executivo Meyer, que pesquisou e mapeou a rota em 2008 como um projeto pessoal. O percurso cruza várias cidades, vilas e aldeias visitadas por Bertha.

“Eu queria dar a ela o lugar na história que merece.”

Em uma era sem GPS e mapas de estradas, Bertha tinha apenas rios e trilhos de trem para guiá-la até a casa de sua mãe. Imaginando-a sobre paralelepípedos em um carrinho com rodas de madeira e um motor de dois e quatro tempos, pode-se ter uma ideia de como era corajosa. Talvez um pouco imprudente também. E essa talvez seja a razão pela qual o plano deu certo.

Bertha Benz sobre seu carro, com rodas de madeiraDireito de imagemHI-STORY/ALAMY
Image captionO percurso de 194 km de Bertha deu início à era do automóvel

Investigar qual era o lugar da Alemanha na história do automóvel foi o que me levou aos centros industriais do sul do país. Eu viajava de carro por Baden-Württemberg e pela Baviera – Estados onde ficam as montadoras de luxo do país –, parando em todas as atrações culturais e museus ligados à cultura automobilística. Pude perceber a concentração extraordinária de espaços como esses.

“Quando você cruza um país buscando uma perspectiva diferente, como a da história automotiva, você realmente o descobre de novo”, disse Meyer, enquanto navegávamos por estradas secundárias. “É uma verdadeira aventura.”

A viagem de carro de Bertha impulsionou a era do automóvel. Em vez de ser descartado, o Motorwagen No. 3 entrou em produção no fim de 1888 e, em 1900, a Benz & Cie tornou-se a maior montadora do mundo.

Avançando esse filme para os dias atuais, a Alemanha ainda é o país dos carros premium e da cultura automobilística. De acordo com um estudo publicado pelo think tank alemão Friedrich-Ebert-Stiftung em 2018, mais da metade dos veículos de passageiros vendidos na Europa e quase dois terços dos carros de luxo comercializados no mundo foram projetados na Alemanha, em 2016. A pergunta é: por quê?

As razões do sucesso

“Você poderia dizer que havia algo ‘no ar’ em toda a Europa”, disse Gerhard Heidbrink, do Mercedes-Benz Corporate Archives, referindo-se à mecanização que tomou conta da Grã-Bretanha recém-industrializada do século 19, da França e da Alemanha.

Enquanto isso, em Baden-Württemberg e na Baviera, complexas leis de herança dividiam as fazendas familiares em parcelas reduzidas, tornando a agricultura pouco rentável. Sucessivas gerações tiveram que ganhar a vida com criatividade. Então, quando Carl Benz se formou e começou a trabalhar como engenheiro mecânico, se viu cercado por colegas inventivos, em uma região que favorecia o empreendedorismo e a indústria pesada.

Alguns traços alemães clássicos também podem ter influenciado o sucesso dos fabricantes de automóveis – qualidades como Leidenschaft (entusiasmo) e Detailverliebtheit (atenção aos detalhes). Por exemplo, no museu Technoseum, em Mannheim, uma autêntica linha de montagem da Porsche de 1990 foi remontada peça por peça – estão lá até as garrafas de cerveja que os trabalhadores recebiam durante os turnos.

Se isso não for Detailverliebtheit, não sei o que seria.

Museu dedicado à cultura automotiva, com carros clássicos, no sul da AlemanhaDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionTraços alemães clássicos como “Leidenschaft” (entusiasmo) e “Detailverliebtheit” (atenção aos detalhes) influenciaram as montadoras

E não foi por acaso que Gottlieb Daimler – fundador da Daimler-Motoren-Gesellschaft, hoje Daimler AG, criador da marca Mercedes-Benz – e seu sócio Wilhelm Maybach cunharam o lema “Das Beste oder nichts” (“O melhor, ou nada”).

“Para nós, normalmente, o que é bom nunca é bom o suficiente”, comentou um guia turístico do museu da Audi, em Ingolstadt.

“É claro que não se pode dizer que todos os 82 milhões de alemães são assim, mas ser ‘fleissig’ (diligente) é uma qualidade pela qual lutamos”, complementou um outro guia, do Museu Porsche, em Stuttgart.

Rivalidades e crescimento

À medida que crescia, a indústria automobilística alemã foi moldada por empresas que nasciam, se fundiam e se desmembravam, com um olhar atento aos talentos da engenharia.

As rivalidades corporativas se alternavam entre ferozes e ignoradas – como quando as grandes competidoras Benz, com sede em Mannheim, e Daimler, em Stuttgart, finalmente fundiram suas empresas em 1926. Entretanto, lealdades históricas permanecem.

“Se você não quer problemas aqui, apenas não diga que Daimler inventou o automóvel”, brincou um guia turístico em Mannheim, em tom (um pouco) zombeteiro.

Rivalidades instáveis não eram necessariamente ruins. Muitas vezes eles tiveram o efeito de estimular a inovação. O típico pioneiro da indústria automotiva do sul da Alemanha era um Tüftler (“aperfeiçoador”), obcecado por melhorar o produto, sempre por tentativa e erro, explicou Frank Jung, arquivista-chefe da Porsche AG.

“Afinal, se você não se esforça para atingir a perfeição, não há razão para mudar nada.”

Inovações

Ao visitar os museus de patrimônio automotivo da Alemanha, você começa a entender como esses inventores pioneiros se esforçaram para não só acompanhar o padrão do Motorwagen, mas para introduzir inovações.

A lista, extensa, é sempre crescente. Um a um, surgiram o carburador de Daimler e Maybach, que permitia o uso de gasolina como combustível; o primeiro Mercedes 35 PS, da Daimler, que, em 1900, apresentou o formato e o conceito do carro moderno; o icônico Porsche 356, inspirado no design austero da Escola Bauhaus; o primeiro carro elétrico da BMW, o BMW 1602e, de 1972; o Audi A8, de 2019, guiado por inteligência artificial. E assim por diante.

Apesar da concorrência com a França, que teve um grande desenvolvimento da indústria de carros a partir de fins do século 19, os fabricantes alemães conseguiram se manter na vanguarda da indústria – por causa de sua engenhosidade, que impulsionou o desenvolvimento dos carros década a década, disse Heidbrink: “Inovação e luxo sempre andaram de mãos dadas (na indústria alemã)”.

Todo ano, por exemplo, os funcionários da Audi pelo mundo são estimulados a oferecer ideias para melhorias – e elas alcançam a casa dos milhares. Muitas dessas sugestões acabam sendo implementadas no Audi Forum Ingolstadt, sede mundial e sua principal fábrica de montagem, a uma hora de Munique.

Um museu sobre o patrimônio automotivo na Alemanha mostra inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da BenzDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionMuseus do patrimônio automotivo da Alemanha mostram as inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da Benz

As pessoas aqui claramente compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, e também se divertindo com eles.

“No verão, a Alemanha é a perfeição da beleza”, escreveu certa vez Mark Twain, referindo-se a suas extensas viagens pelo sudoeste do país. A vista do meu para-brisa agora é de fazendas com as bordas bem delimitadas, campos amarelos de canola em floração, cumes de montanhas baixas e trechos ocasionais de florestas densas, de onde despontam castelos e aldeias medievais repleta de casas em estilo enxaimel. Uma paisagem feita sob medida para a estrada. E, para os alemães, uma justificativa a mais para apreciar sua invenção.

O carro na cultura alemã

Carros têm raízes mais profundas na cultura alemã do que como mero meio de transporte, complementou Winfried A Seidel, que usou produtos do Veterama – conhecido mercado alemão de automóveis e peças clássicas – para abrir o Automuseum Dr. Carl Benz, na vila de Ladenburg. É onde a família de pioneiros Benz, eventualmente, se estabeleceu. “Somos uma nação de colecionadores, há muitos carros valiosos na estrada”, disse.

Carros circulam numa via sinuosa no sul da Alemanha, em meio a campos de canolaDireito de imagemJEAN/ALAMY
Image captionAlemães compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, mas se divertindo com eles

No caminho entre Ladenburg e Munique, onde fica a sede do Grupo BMW, percorri um pequeno trecho da chamada “Romantische Straße” (“via romântica”), estrada de 350 quilômetros famosa por suas paisagens. Eu conduzia um carro panorâmico e cruzava os estados de Baden-Württemberg e Baviera. Depois de uma visita ao BMW Welt, espécie de showroom da empresa, e ao Museu da BMW, ambos em Munique, a experiência de extrair todas as rotações por minuto do meu Volkswagen Tiguan, alugado dias antes, foi a mais memorável que vivi ao volante em anos.

Para minha surpresa, às vezes havia, sim, limite de velocidade na mítica via expressa do sistema rodoviário federal alemão. Mas fascinante mesmo foi ver que o limite apareceu não em um sinal qualquer da rodovia, mas diretamente no painel do meu Tiguan – uma tecnologia certamente mais avançada do que a disponível nas frotas de aluguel do meu país natal, o Canadá.

Pelo que se nota, mais de um século depois de Bertha Benz terminar a primeira viagem de carro da história, os alemães ainda encontram maneiras de aperfeiçoar a jornada.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-49530424