ITÁLIA – Tudo o que precisa saber para viajar para lá

Assista esse vídeo que mostra “tudo”o que você precisa saber para viajar para lá:

Canal:Luisa Accorsi

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10 melhores pratos da Itália

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1. Lasanha (Lasagna)

Essa maravilha da gastronomia italiana (o que é contestado pelos ingleses) é quase sempre uma bomba calórica. Mas não tem como resistir. O sabor mais comum de lasanha é a que, no Brasil, chamamos de bolonhesa: leva carne moída, massa, molho de tomate e muito queijo. Em todo o mundo existem centenas de tipos e variações de receitas de lasanha. Já vi lasanhas de calabresa, frango, bacalhau, com variados tipos de queijo e até lasanha vegetariana, por exemplo, de berinjela. Essa lindeza da foto acima em comi em Veneza, e me lembro até hoje de cada garfada.

2. Pizza

A origem da pizza é disputada por egípcios, hebreus e outros povos. Mas uma coisa ninguém contesta: foi na Itália, especialmente na cidade de Nápoles, que ela se desenvolveu e foram criados os melhores sabores e técnicas de preparo. Na foto acima você vê uma legítima pizza napolitana, de borda grossa e cobertura seguindo as regras da AVPN. Esse é o tipo mais comum de pizza na Itália. Mesmo com diferentes tipos de pizza consagrados em países com forte imigração italiana, como Brasil, Estados Unidos e Argentina, o alimento continua sendo símbolo italiano.


3. Bisteca Fiorentina (Bistecca alla fiorentina)

Típica da região da Toscana, especialmente na capital, Florença, a Bisteca Fiorentina já entrou em diversos rankings de melhores carnes do mundo. Extraído de vacas da raça italiana Chianina, o corte da bisteca fiorentina engloba o que no Brasil conhecemos como filé mignon, contra filé e alcatra. A carne deve ser assada e, segundo a tradição, acompanhada de vinho Chianti, também de origem toscana. Pra saber onde comer e preços dessa essa iguaria em Florença, recomendo ler o blog Rafa Pelo Mundo, que narrou com detalhes a experiência.

4. Macarrão à Bolonhesa (Tagliatelle al ragu)

Conhecida pelo apelido de “A Gorda”, a cidade de Bolonha produziu algumas das melhores comidas típicas da Itália. O mais famosos desses pratos é o tagliatelle al ragu: aquela massa achatada, com molho de ragu de carne. Mas, cá entre nós, eu comi este Bolonhesa em Bolonha em não gostei. Bom mesmo é a versão brasileira do prato, com espaguete barato e fartura de molho de tomate com carne moída. De preferência com queijo ralado por cima.

5. Risoto, o pequeno arroz (Risotto)

Como falei no post Mapa da Gastronomia Italiana, cada parte do país tem seus pratos característicos. No caso da Lombardia, cuja capital é Milão, a principal invenção gastronômica é o risoto. No sentido literal, a palavra risoto significa “pequeno arroz”, como explica o site da PUC. Assim como pizzas e lasanhas, o risoto ganhou centenas (talvez milhares) de sabores. Já vi risoto de calabresa, de fungos, de tomate seco, de costela e até um criativo risoto de pequi, no estado de Goiás. Mas sem dúvidas o mais famoso é o “risotto alla milanese”, à base de açafrão.

6. Arancino ou Arancina

Direto da Sicília para a nossa seleção de melhores comidas típicas da Itália, o arancino é basicamente um bolinho de arroz recheado e frito. O recheio mais comum é molho de ragu de carne. Também pode ser de tomate, queijo, ervilha, manteiga, berinjela e outros sabores. Tem a receita no blog Itália para Brasileiros. Se quer conhecer mais pratos tradicionais da Sicília, dá uma olhada no blog As Distâncias, que fez uma seleção incluindo sanduíches e sobremesas sicilianos, como o próprio cannoli, doce imortalizado em fala de O Poderoso Chefão.

7. Ossobuco

Também originário da Lombardia, no norte da Itália, o Ossobuco vem de um corte considerado pouco nobre: músculo da perna traseira do boi. Pra ficar macio e suculento, soltando o tutano do interior do osso, deve ser cozido durante horas, num molho com vinho, legumes e temperos. Por ser um prato barato e muito gostoso, vem se tornando popular no Brasil. Se quiser fazer em casa, aqui tem 22 receitas diferentes de Ossobuco.

8. Cacio e Pepe

Originário da cidade de Roma, o Cacio e Pepe é um dos pratos mais simples e deliciosos da culinária italiana. Tanto que conquistou paladares famosos, como o do apresentador Anthony Bourdain. Na receita, apenas massa (de preferência do tipo longa, como espaguete ou vermicelli), queijo pecorino romano e pimenta do reino preta. O próprio nome já diz isso, já que “cacio” é queijo e “pepe” é pimenta em italiano. Pra tentar fazer em casa, veja aqui a receita e o modo de preparo. Para ver mais pratos criados em Roma, como a brusqueta e o Buccatini all’amatriciana, entre outras massas e carnes, o blog As Distâncias fez um seleção cheia de fotos.

9. Gelatto

Viajar pela Itália é naturalmente provar dezenas de sabores de gelatto, ou seja, sorvete. Segundo o site A Origem das Coisas, não se sabe ao certo quem criou o sorvete, mas sem dúvidas a Itália tem papel importante em sua história. Ainda no século I, o imperador romano Nero já comia um tipo de sorvete: gelo de neve das montanhas com cobertura de frutas. Já o cone de sorvete, que chamamos de casquinha, tem origem italiana comprovada, por uma patente em nome de Italo Marchioni.

O blog Vou pra Roma listou diversos sabores de gelatto que merecem ser provados na Itália, como mascarpone e pera, nocciole e pistacchio. Mas, assim como eu, tenho certeza que o sabor favorito da maioria é, claro, chocolate!

10. Tiramisú

O queijo mascarpone dá o toque especial nessa que é a mais típica das sobremesas italianas. A receita também leva ingredientes como café, creme de leite, biscoito champanhe e licor. A origem dessa delícia é disputada entre as cidades italianas de Florença e Treviso.

Fonte: https://www.buenasdicas.com/comidas-tipicas-italia-6576/

Cultura japonesa em Curitiba

Cidade que nasceu e cresceu com imigrantes presta homenagem aos japoneses em feiras e locais repletos de história.
Os japoneses vieram ao Brasil a partir de 1908, em um acordo entre ambos os países. Dedicados inicialmente às lavouras de café do norte do Paraná e à cultura de hortaliças, chegaram em Curitiba a partir de 1915. Hoje, a cidade tem cerca de 150 mil descendentes, segundo a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira da cidade. Apesar de muitos já não se dedicarem à lavoura, a presença de japoneses é forte nas feiras, bancas do Mercado Municipal e na oferta de restaurantes.

A Avenida Iguaçu e adjacentes, entre os bairros Batel e Água Verde, concentra muitos lugares onde é possível comer peixe cru e outras iguarias da culinária japonesa. Já nas feiras diurnas e noturnas espalhadas pela cidade os pastéis são o carro chefe, mas também dá para encontrar temaki e outros pratos para comer com ‘hashi’ ou, para os leigos, ‘palitinho’.

Mas a cultura japonesa não se conhece apenas pelo estômago. O Parque da Imigração Japonesa, que foi reaberto recentemente, é um espaço que homenageia os descendentes centenários. Reformado pela companhia de saneamento do estado, a Sanepar, o parque ganhou um centro de educação ambiental, o Memorial do Rio Iguaçu, que organiza atividades para conscientização sobre sustentabilidade e preservação de recursos naturais, principalmente a água.

Outro lugar para conhecer é o Palácio Hyogo, onde fica o Instituto Cultural e Científico Brasil-Japão. A casa é um exemplo de arquitetura japonesa e abriga um auditório, uma sala de exposições e uma sala de fotos e informações sobre a cidade-irmã de Curitiba, Himeje. O Consulado do Japão também organiza atividades esporadicamente em outros espaços da cidade, como mostras de filmes, exposições itinerantes e encontros sobre economia, cultura e esportes, sempre abertos e gratuitos.

Há também alguns festivais, como o Haru Matsuri, o Festival da Primavera, entre setembro e outubro; o Imin Matsuri, o Festival da Imigração Japonesa, que acontece em junho, e o Hana Matsuri, que é a festa das flores e aniversário do Buda histórico, em abril. Alguns eventos incluem mostras de vestimentas tradicionais, workshops de haicai (poemas curtos), oficinas de mangá, origami e, como não, culinária.

Sala Himeji

A Sala Himeji fica dentro do Memorial de Curitiba, um espaço cultural no centro da capital. O nome da sala é uma homenagem à cidade-irmã Himeji, onde fica um castelo que é tesouro nacional do Japão e Patrimônio da Humanidade da UNESCO desde 1993. A maquete do Castelo Himeji fica exposta nessa sala do Memorial, e representa a construção original, feita em 1346 com madeira e várias passagens secretas.

Praça do Japão

Localizada na Avenida Sete de Setembro, na Praça do Japão o visitante irá apreciar as 30 cerejeiras doadas pelo governo nipônico e lagos construídos nos moldes japoneses. Na mesma praça estão a Casa da Cultura, onde há uma biblioteca, o Centro Zen Budista e a Casa de Chá, onde toda quinta se realiza a tradicional cerimônia para servir a bebida mais popular da Ásia.

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16 COISAS PARA NUNCA FAZER NA POLÔNIA

Assista esse vídeo que mostra algumas curiosidades e coisas que não se deve fazer na Polônia:

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Comidas típicas da Polônia 

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A Cultura Da Polônia

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7. Crenças Sociais e Costumes

A sociedade na Polônia exibiu um alto grau de estratificação antes do 1939. A morte de uma grande parte da intelligentsia polonesa pelos nazistas e pelos comunistas durante e após a Segunda Guerra Mundial reduziu enormemente a rígida estratificação social no país. Durante o regime comunista, o avanço educacional e econômico do trabalhador e dos camponeses poloneses foi fomentado. Durante esse período, a migração em grande escala da população rural para as cidades polonesas foi observada. Atualmente, a sociedade polonesa tem agrupamentos 6. Os camponeses e trabalhadores constituem a maioria da população. Há também uma intelligentsia cuja população está aumentando constantemente, assim como a população de trabalhadores. A classe dominante ou nomenclatura que detinha o poder dominante durante o regime comunista na Polônia está se esforçando para recuperar o poder no país. Cerca de 10 a 15% da população polonesa é composta dos nobres ou dos gentry chamados szlachta. No entanto, seu significado quase foi eliminado na sociedade moderna polonesa.

O casamento desempenha um papel importante na sociedade polonesa. No passado, homens e mulheres que cruzavam sua “idade para casar” (vinte para mulheres e 20’s para homens) foram submetidos a zombaria. A maioria dos casamentos foi arranjada e os divórcios eram raros e desprezados. No entanto, ao longo dos anos, as visões tradicionais mudaram e os casamentos agora se baseiam mais no consentimento dos casais do que na família e os divórcios também se tornaram mais comuns do que antes. Tradicionalmente, as famílias polonesas eram grandes, com três gerações vivendo sob o mesmo teto. No entanto, as famílias nucleares são mais comuns hoje em dia, assim como as famílias com pais solteiros. Historicamente, espera-se que as mulheres grávidas observem uma série de tabus, como não olhar para o fogo, ratos e deficientes para evitar danos ao bebê. A gravidez é mantida em segredo pelo maior tempo possível para se proteger do mau-olhado. No entanto, muitas dessas crenças e práticas atualmente desapareceram da sociedade polonesa moderna, mas ainda prevalecem nos lares conservadores do país. As crianças são ensinadas a ser educadas e a sociedade polonesa enfatiza muito o comportamento educado. O pai tem autoridade absoluta e deve ser obedecido pelos filhos. Os poloneses dão grande importância às maneiras gentis e ao comportamento gracioso.

6. Cozinha

gołąbki (folhas de couve enroladas em carne picada e arroz)

À medida que as cidades da Polônia cresciam durante a Idade Média, os mercados de alimentos do país prosperaram e a troca de ideias culinárias também cresceu. A vodka tornou-se uma bebida alcoólica popular desde então. A Polônia é também um dos maiores produtores de cerveja da Europa e um consumidor de cerveja na Polônia bebe 92 litros de cerveja por ano. Outra bebida alcoólica popular é o hidromel polonês, que é um vinho de mel produzido no país desde a Idade Média. Entre as bebidas não alcoólicas, a Kompot é uma bebida indígena produzida pela fervura de um ou mais tipos de frutas, com ou sem adição de açúcar e especiarias. Pode ser servido quente ou frio. Alguns alimentos poloneses todos os dias incluem kiełbasa(um tipo de salsicha), pierogi (bolinhos cheios), pyzy (bolas de massa cheias de carne), kopytka (bolinho de batata), golabki(folhas de repolho enroladas em carne e arroz), bigos (carne cozida e repolho), etc. Vários tipos de sopas como rosół, flakie zupa ogórkowa também fazem parte da cozinha polaca. Wigilia é um popular jantar de véspera de Natal consumido na Polônia.

5. Roupas

A roupa tradicional do povo polaco varia muito com a sua localização no país. Embora a maioria das pessoas no país use trajes ocidentais modernos em suas vidas diárias, o traje tradicional é usado durante festivais culturais, casamentos, eventos religiosos, festas de colheita e outras ocasiões especiais. Na região de Cracóvia, na Pequena Polônia, as mulheres vestem trajes tradicionais elaborados que incluem uma blusa branca, um colete bordado, um avental e uma saia floral completa. Botas com cordões e um colar de contas de coral completam o visual. O capacete é composto por uma coroa de flores no caso de mulheres solteiras, enquanto os casados amarram um lenço branco. Os homens também se vestem bem e adornam um colete fortemente bordado, calças listradas e um krakuska boné. Outras regiões da Polônia têm seus próprios trajes folclóricos, com a maioria envolvendo uma exibição de cores vibrantes, bordados, ornamentos, aventais de renda, joias de contas e elaborados capacetes.

4. Musica e dança

A Polônia tem uma cena musical animada, com as raízes da música do país sendo rastreada desde o século 13. Mikołaj z Radomia foi o primeiro compositor polaco que viveu no século 15. Bóg się rodzi, Bogurodzica são algumas das mais antigas composições musicais originárias da Polónia. Witold Lutosławski e Henryk Górecki são dois dos mais famosos compositores modernos clássicos poloneses. Krzysztof Komeda foi um famoso músico de jazz do país que compôs várias trilhas sonoras de filmes. A Polônia também é conhecida por sua música eletrônica de dança, com Vader sendo a banda mais famosa realizando este gênero de música.

A dança folclórica polonesa tem uma longa e rica tradição e está associada a diversos eventos históricos ou religiosos do país. Nos tempos modernos, as danças folclóricas são geralmente realizadas por companhias de dança em ocasiões especiais como festivais culturais e religiosos ou quatro propósitos de turismo. As danças nacionais do país são Oberek, Mazurek, Krakowiak e Kjawiak. As danças evoluíram do estilo de dança dos camponeses para o estilo de baile, com a adição de sabores de balé após a anexação da Europa Oriental por Napoleão.

3. Literatura E Artes

A literatura polonesa se desenvolveu e evoluiu desde a chegada do cristianismo na Polônia. A literatura mais antiga produzida no país foi em latim. Wincenty Kadłubek, Gallus Anonymus e Jan Długosz foram alguns dos famosos autores poloneses da Idade Média. O período renascentista também testemunhou a produção de grandes obras literárias pelos autores e poetas poloneses. Jan Kochanowski era um renomado poeta polonês da época. Depois que o país perdeu sua soberania no século 19, a literatura romântica floresceu no país. Vários poetas e autores produziram obras que se concentraram no patriotismo e no renascimento do país. Durante esse período, três poetas, intitulados “Os Três Bardos” (Zygmunt Krasinski, Adam Mickiewicz e Juliusz Słowacki), atuaram como líderes espirituais da nação. A excelente literatura polaca foi produzida no século 20 e a experimentação de Avant-Garde desempenhou um papel importante durante este período. Em 1924, o romance Chłopi ganhou Władysław Reymont, um Prêmio Nobel de Literatura.

A arte polonesa tem sido uma mistura das tendências européias com a influência indígena. A história e os costumes do país são bem refletidos pela pintura historicista inspirada em Jan Matejko da escola de Cracóvia. Jozef Chełmoński era um famoso pintor polonês pertencente à escola realista. A arte polonesa moderna foi associada à experimentação pesada e nasceu com o movimento Młoda Polska. Atualmente, a arte polonesa é apreciada e reconhecida mundialmente.

2. Religiões e Festivais

O cristianismo é a religião dominante na Polônia, com cerca de 92.2% dos poloneses sendo católicos romanos. O catolicismo desempenha um papel significativo na vida das pessoas que vivem aqui e ao redor do 65% freqüentam os serviços da Igreja regularmente. Outras religiões praticadas no país incluem o islamismo, o judaísmo, o budismo e o hinduísmo.

Como o cristianismo é a religião da maioria na Polônia, os festivais cristãos são celebrados com grande pompa e glória no país. Concertos são realizados e canções são cantadas em todo o país no dia de Ano Novo. O Afogamento de Marzanna é um festival realizado para despedir-se do inverno e acolher a primavera. Uma efígie de Marzanna é afogada no rio para significar o fim dos males da estação do inverno. A Páscoa também é comemorada com muita diversão no país. Durante o Natal na Polônia, os poloneses realizam grandes festas de Natal em suas casas e compartilham a comida com os membros da família. O dia de St. Stephan é comemorado no dia seguinte. A versão polonesa do Papai Noel, Mikolaj visita crianças na véspera de Natal ou em dezembro 6th para regalo de presentes. O Dia de Santo André é um feriado tradicional do país e é comemorado em novembro 29. Vários outros festivais e feriados também são celebrados na Polônia.

1. Esportes

Speedway é extremamente popular na Polônia e a Extraleague polonesa atrai o maior número de espectadores entre todos os esportes praticados no país. O polonês também adora jogar vôlei e o país tem um histórico de participação em diversas competições internacionais deste jogo. A Formula One Racing foi introduzida pela primeira vez na Polônia pelo piloto Robert Kubica. Caminhadas, esqui, salto de esqui e mountain bike são atividades populares apreciadas por esportistas amadores e profissionais que visitam as montanhas da Polônia. As praias e as águas costeiras do país oferecem esportes aquáticos e atividades de praia como canoagem, caiaque, pesca esportiva, etc. Uma variedade de outros esportes como basquete, hóquei, natação, levantamento de peso, boxe, etc., são jogados no país.

Fonte: https://pt.ripleybelieves.com/culture-of-poland-2188

Paris – França – Parte 1/3 – VIAGEM DE MOTORHOME PELA EUROPA

Assista esse vídeo que mostra um pouco da cidade francesa(Paris):

Canal: Eu Só Quero Tudo

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A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NA SOCIEDADE FRANCESA

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Apesar de não ser fácil de admitir, todo mundo sabe que a França é boa de bola. Mas o que talvez você não saiba é que não é só no futebol. Por isso trouxemos esse post com mais detalhes sobre a importância do esporte na sociedade francesa, inclusive como traço cultural.

Potência mundial

Esporte tem valor cultural, acadêmico e social para os franceses o que faz do país umas das grandes forças mundiais.

A França está entre as 5 maiores potências esportivas do mundo e a 1ª europeia no ranking das “Grandes Nações do Esporte”, elaborado pela Havas Sports & Entertainment (2012). Ficando atrás dos EUA, da China, e da Rússia, sede da copa de 2018.

As federações esportivas francesas com assessoramento do Instituto Nacional do Esporte, da Expertise e da Performance (INSEP) garantem a formação e a preparação dos atletas de alto nível, visando à excelência no esporte e ao bom desempenho escolar, universitário ou profissional.

Os esportes mais praticados

A paixão pelo esporte abrange diversas modalidades, na França há também três escolas nacionais com missões específicas: o Instituto Francês do Cavalo e da Equitação; a Escola Nacional de Vela e Esportes Náuticos; e a Escola Nacional dos Esportes de Montanha.

Os franceses praticam os mais variados esportes, desde a simples caminhada até o arco e flecha.

Le Foot, o futebol, é o esporte, assim como no Brasil, mais popular na França. Porém, o rugby union, ciclismo, tênis, automobilismo, basquetebol e iatismo são também bastante expressivos em popularidade.

Vale destacar também a prática da Esgrima, Boxe francês, Parkur, Kite surfing e Futebol de mesa, o famoso ping-pong – que é habitualmente praticado em bares e casas, mais ou menos como acontece com a sinuca aqui no Brasil.

Você sabia que os Jogos Olímpicos modernos foram inventados na França, em 1894 por Pierre de Coubertin? Não à toa, já sediou e venceu a Copa do Mundo da FIFA em 1998, sediou a corrida de ciclismo anual Tour de France e o torneio Grand Slam de tênis Torneio de Roland-Garros.

Esporte como postura social

A prática do esporte é tão arraigada na sociedade francesa que existem clubes públicos oferecidos pelas prefeituras. Assim, as mais diversas modalidades de esportes tornam-se acessíveis para todas as classes sociais e nacionalidades.

Em Paris, por exemplo, existe praticamente uma piscina municipal para cada um dos 20 bairros. Além de ter aulas de natação ou hidroginástica, você pode apenas ir para se refrescar. Normalmente o valor pago é apenas o de um acesso, em torno de 3 euros.

Para quem vai estudar em uma universidade francesa é possível fazer esportes na própria universidade. Algumas dispõem de academias de musculação, salas de esportes (step, reforço muscular, alongamento, etc), corrida em grupo, arco e flecha, natação, tênis, ping pong, entre muitos outros. Toda comunidade pode praticar, porém é dada preferência aos seus estudantes e funcionários.

A prática de esporte, principalmente ao ar livre, é um traço tão forte da cultura francesa quanto a paixão pela arte e pela gastronomia. É uma das maneiras mais saudáveis e corriqueiras para socializar e fazer amigos.

Fonte: https://francesobjetivo.com.br/importancia-do-esporte-na-sociedade-francesa/

Curiosidades sobre a cultura alemã

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Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.

Fonte: https://www.alemanhaeamusica.com.br/index.php/curiosidades-sobre-a-cultura-alema

OS LUGARES MAIS LINDOS DA ALEMANHA

Assista esse vídeo que mostra os lugares mais bonitos da Alemanha:

Canal: O Alemão

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