Imigração alemã em Curitiba

IMIGRAÇÃO ALEMÃ – (1829 – 2019) – 55 anos de imigração

O sentido dado à imigração por D. Pedro I, como um fator cultural, servindo para a independência nacional no setor econômico e servindo de exemplo aos nativos, é bem diferente dos escravocratas e latifundiários, que transformaram a imigração numa pura e simples oferta de “braços”, em substituição à mão-de-obra escrava, para manutenção, ou melhor, garantia do seu domínio de classe. Com a proclamação da República, o serviço de imigração voltou à responsabilidade da União, mediante auxílio à diferentes estados.
Há na história do Paraná uma política de imigração inaugurada por Zacharias de Góes e Vasconcellos para favorecer o progresso da recém instalada Província. A mais antiga colônia alemã no Paraná é a de Rio Negro, fundada em 1829. Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil, fundando a colônia de São Leopoldo, no RS.
Como imigrações coletivas temos o empreendimento da Sociedade Maripá, perto de Toledo, os Suábios do Danúbio, em Entre Rios, os menonitas em Witmarsum.
Os alemães que fizeram sua longa viagem do Volga ao Paraná eram homens predestinados à colonização. Estavam a par das necessidades culturais e chegaram imbuídos de um profundo instinto social, já que somente se lançaram a este quadro aventureiro depois de lhes ser garantido que poderiam estabelecer-se em colônias compactas e homogêneas. Vieram como imigrantes pobres, acreditando que poderiam cultivar o trigo no solo duro dos campos da região das savanas. O ensaio custou-lhes muito. Com dificuldades de fixação nas áreas que lhes foram ofertadas, prosseguiram viagem à Argentina, Ponta Grossa, Lapa ou Curitiba.

UM NOVO IMPULSO

A partir de 1870, com máquinas e apoio de experiências agrícolas e aconselhados por cientistas, os colonos alemães lançaram-se novamente com ânimo renovado ao trabalho.
A instalação dos alemães em Curitiba, da forma como aconteceu – transformando-se num dos núcleos mais importantes da imigração alemã no Brasil – não constava, dos planos do governo imperial, grande incentivador da imigração como forma de ocupação dos espaços vazios existentes no pais no inicio do século XIX. A primeira leva de alemães embarcados no veleiro alemão Charlote Louise, em 30 de junho de 1828, na verdade se destinava a região de Rio Negro, onde já existia um pequeno povoado com o nome de “Capella da Estrada da Matta”.
Depois de inúmeros percalços chegariam a seu destino somente em 6 de fevereiro de 1829, data consagrada a fundação de Rio Negro – as famílias alemãs passaram a enfrentar muitas dificuldades de adaptação, devido a sua vocação predominantemente urbana. Vieram à Curitiba inúmeras famílias entre 1830 e 1840. O mesmo problema ocorria nas colônias de Santa Catarina, entre elas Dona Francisca, hoje Joinville, e muitos imigrantes alemães acabaram convergindo para a capital paranaense, após 1850, via São Bento do Sul.
Em 1871, assinalava o vice-presidente da Província, o “estado próspero em que se achava o núcleo da população alemã que se estende por todo o Rocio e as vantagens colhidas da agricultura e indústria pelos colonos dali”.
Houve participação efetiva de associações alemãs de vida grupal, inclusive organizando campanhas de socorro aos necessitados ou comungando na comemoração dos grandes acontecimentos da história local ou brasileira. Estas sociedades, a partir de 1859, se multiplicaram. A “Deutscher Sängerbund”, que tomou, com a nacionalização o nome atual de Clube Concórdia, a “Handwerker Unterstützungsverein”, atual Clube Rio Branco, a “Teuto-Brasilianischer Turnverein”, que existe com o nome de Duque de Caxias, a “Sportklub Germania”, atual Graciosa Country Club, fundando ainda o Clube Thalia e o a Sociedade dos Cantores Brasileiros-Germânicos Harmonia, no Bigorrilho. Estas associações nasciam sob o signo da confraternização teuto-brasileira e foram poderosos elementos de assimilação e aculturação.

PIONEIROS EM CURITIBA

O primeiro dos alemães em Curitiba a partir de 1830, foi Michael Müller, o quarto dos oito filhos que Phillip Müller e esposa trouxeram da Alemanha. Casado com Anna Krantz, Miguel Alemão, como era chamado, participou ativamente da vida social e política da cidade, auferindo grandes lucros em sua ferraria e transformando-os em investimentos em forma de terrenos nas imediações da Igreja Matriz. Construiu varias casas, tendo a maior delas, na esquina das ruas Carlos Cavalcanti e Barão de Cerro Azul, servindo como moradia ao primeiro presidente da província, o conselheiro imperial Zacharias de Góes e Vasconcellos.
Sua fama e prestígio na Província eram tão grandes que foi visitado em sua ferraria pelo imperador D. Pedro II, quando de sua viagem ao Paraná em maio de 1880.
De uma maneira geral, o comércio, a indústria e as profissões diversificaram-se com a chegada dos imigrantes alemães, que repetiam em terra nova e em menor escala, a revolução comercial e industrial levada a efeito na Europa.
Em 1876, dos cinco médicos de Curitiba, um era alemão. De dois farmacêuticos, um alemão. A alemães pertencias as cinco serras hidráulicas então existentes na cidade. De cinco botequins, eles tinha quatro. De dez engenhos de erva mate – a base econômica da época – eles tinham um, mas o único então movido à vapor. A única fábrica de carroças era de alemães, as quatro cervejarias, 11 dos 15 ferreiros, uma estufa de cal, um hotel, nove das dez marcenarias, seis dos sete moinhos, a única empresa de deligências, as quatro olarias, duas das quatro padarias, uma relojoaria, nove dos dez açougues, as cinco selarias, as cinco alfaiatarias, os três carpinteiros, o único chapeleiro.
De 57 estabelecimentos comerciais, 12 eram de alemães. De quatro mestres de construção, dois er4am alemães. Vale lembrar que o mestre de construção da atual Catedral Metropolitana de Curitiba, era alemão assim como o primeiro moinho construído em Curitiba, nas Mercês. A primeira olaria por Meissner; e a primeira olaria hidráulica por Gottlieb Wieland, que ajudou a construção da Estrada da Graciosa e de outras.
Em 1876 – apesar de não se permitir, na época, a construção de igrejas que não fossem católicas – foi erigida a Igreja Evangélica Luterana de Curitiba, com torre em estilo gótico. Em 1885 a torre do belo templo teve que ser demolida, pois construída em pinho e provavelmente devido à sua estrutura em enxaimel (Fachwerk) não resistiu ao tempo.

ACULTURAÇÃO

Provavelmente a torre foi condenada pela utilização pouca apropriada das madeiras e técnica importada. Com a derrubada da parte do prédio, este não tinha mais aparência de igreja. A atual foi construída no mesmo local em 1893/1894. A nova igreja em estilo gótico e com sino, marca uma nova fase da história. Neste momento, já republicano, instala-se no país o Estado Laico, desaparecendo as restrições do império às religiões não católicas. O idioma era especialmente importante. Mesmo antes da constituição oficial da comunidade foi organizada a Escola Alemã.
Quanto aos alemães católicos, foi-lhes cedida inicialmente a Igreja do Rosário. Hoje não há, quanto às diversas etnias de religião católica, nenhuma igreja propriamente exclusiva.
No campo das idéias, papel de maior importância foi desempenhado pelos jornais “Deutsche Post”, “Der Beobachter”,”Der Kompass”, entre outros. Este último ficou em circulação durante 40 anos, desaparecendo com a onda nacionalista posterior a 1937.
Para a inumação cuidaram da criação de um cemitério, o “Deutscher Evangelischer Friedhofsverein”. A palavra “Verein”espelha uma prática muito cara aos alemães, e que se refletiu bastante na vida da cidade e no seu processo de urbanização. Trata-se de um traço cultural característico o seu associativismo, o que de certo modo extravasou como um fenômeno de contato cultural para a sociedade curitibana.
Assim, funda-se também o “Deutscher Hospital Verein” e um corpo de bombeiros composto por voluntários, em 1897. Com barricas de cerveja e carroções, os voluntários combatiam os incêndios ocorridos na cidade. Foi a atuação desinteressada desses homens, movidos pelo patriotismo e civismo, que deu ensejo para a organização 15 anos mais tarde, do corpo de bombeiros oficial, cujo primeiro comandante foi João Meister Sobrinho.
A vida associativa mostra a tendência de união social, auxílio mútuo, festas em conjunto, recreação por meio de esporte, canto e teatro. A ambientação dos imigrantes custou sacrifícios e sofrimentos. Eles representavam mentalidade tão diversa que o choque no país adotivo interferiu na assimilação. Emocionalmente presos a cultura de origem, a nostalgia impede uma mudança de atitudes. Muitos imigrantes movidos pela saudade regressam à pátria depois de muitos anos e quase sempre acompanhados por decepções amargas. Não só as reminiscências não correspondem a realidade, mas sobretudo a personalidade do próprio imigrante sofreu transformações de que somente agora se torna consciente.
Certas necessidades, condicionadas ao meio físico, forçaram o imigrante a substituir elementos antigos. Isto de deu principalmente no campo teológico, afetando sobretudo os padrões de alimentação, habitação, lavoura e criação e transporte.
Boa parte das perdas e aquisições culturais estão de tal maneira entrelaçadas com condições econômicas do meio que é muito difícil, ou mesmo impossível separar o fator mesológico do fator econômico. Passadas as dificuldades dos alemães, poucos voltam a medida do possível aos padrões antigos.
Porém, muita coisa já foi perdida, desapareceu ou não pertence mais a alemães e seus descendentes: antigas lojas, sociedades, imóveis…
Hoje em Curitiba, são poucos os descendentes que buscam a perpetuação da cultura germânica, da consciência étnica alemã – Deutschtum – principalmente sob a forma da prática e do uso da “Muttersprache”, do idioma alemão, pois os alemães foram proibidos de falar o idioma de origem durante o período entre guerras. Hoje em dia, poucos são os costumes mantidos pelos descendentes, mas alguns ainda estão em uso, não somente pelos descendentes, mas também pela população de Curitiba, como a palavra “Vina” que provém de “Wienerwurst – Salsichas tipo Viena”, os clubes de bolão, culinária, etc.

Fonte: https://www.alteheimat.com.br/wp/pesquisa/imigracao-alema-no-parana/

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16 COISAS PARA NUNCA FAZER NA POLÔNIA

Assista esse vídeo que mostra algumas curiosidades e coisas que não se deve fazer na Polônia:

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Comidas típicas da Polônia 

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A Cultura Da Polônia

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7. Crenças Sociais e Costumes

A sociedade na Polônia exibiu um alto grau de estratificação antes do 1939. A morte de uma grande parte da intelligentsia polonesa pelos nazistas e pelos comunistas durante e após a Segunda Guerra Mundial reduziu enormemente a rígida estratificação social no país. Durante o regime comunista, o avanço educacional e econômico do trabalhador e dos camponeses poloneses foi fomentado. Durante esse período, a migração em grande escala da população rural para as cidades polonesas foi observada. Atualmente, a sociedade polonesa tem agrupamentos 6. Os camponeses e trabalhadores constituem a maioria da população. Há também uma intelligentsia cuja população está aumentando constantemente, assim como a população de trabalhadores. A classe dominante ou nomenclatura que detinha o poder dominante durante o regime comunista na Polônia está se esforçando para recuperar o poder no país. Cerca de 10 a 15% da população polonesa é composta dos nobres ou dos gentry chamados szlachta. No entanto, seu significado quase foi eliminado na sociedade moderna polonesa.

O casamento desempenha um papel importante na sociedade polonesa. No passado, homens e mulheres que cruzavam sua “idade para casar” (vinte para mulheres e 20’s para homens) foram submetidos a zombaria. A maioria dos casamentos foi arranjada e os divórcios eram raros e desprezados. No entanto, ao longo dos anos, as visões tradicionais mudaram e os casamentos agora se baseiam mais no consentimento dos casais do que na família e os divórcios também se tornaram mais comuns do que antes. Tradicionalmente, as famílias polonesas eram grandes, com três gerações vivendo sob o mesmo teto. No entanto, as famílias nucleares são mais comuns hoje em dia, assim como as famílias com pais solteiros. Historicamente, espera-se que as mulheres grávidas observem uma série de tabus, como não olhar para o fogo, ratos e deficientes para evitar danos ao bebê. A gravidez é mantida em segredo pelo maior tempo possível para se proteger do mau-olhado. No entanto, muitas dessas crenças e práticas atualmente desapareceram da sociedade polonesa moderna, mas ainda prevalecem nos lares conservadores do país. As crianças são ensinadas a ser educadas e a sociedade polonesa enfatiza muito o comportamento educado. O pai tem autoridade absoluta e deve ser obedecido pelos filhos. Os poloneses dão grande importância às maneiras gentis e ao comportamento gracioso.

6. Cozinha

gołąbki (folhas de couve enroladas em carne picada e arroz)

À medida que as cidades da Polônia cresciam durante a Idade Média, os mercados de alimentos do país prosperaram e a troca de ideias culinárias também cresceu. A vodka tornou-se uma bebida alcoólica popular desde então. A Polônia é também um dos maiores produtores de cerveja da Europa e um consumidor de cerveja na Polônia bebe 92 litros de cerveja por ano. Outra bebida alcoólica popular é o hidromel polonês, que é um vinho de mel produzido no país desde a Idade Média. Entre as bebidas não alcoólicas, a Kompot é uma bebida indígena produzida pela fervura de um ou mais tipos de frutas, com ou sem adição de açúcar e especiarias. Pode ser servido quente ou frio. Alguns alimentos poloneses todos os dias incluem kiełbasa(um tipo de salsicha), pierogi (bolinhos cheios), pyzy (bolas de massa cheias de carne), kopytka (bolinho de batata), golabki(folhas de repolho enroladas em carne e arroz), bigos (carne cozida e repolho), etc. Vários tipos de sopas como rosół, flakie zupa ogórkowa também fazem parte da cozinha polaca. Wigilia é um popular jantar de véspera de Natal consumido na Polônia.

5. Roupas

A roupa tradicional do povo polaco varia muito com a sua localização no país. Embora a maioria das pessoas no país use trajes ocidentais modernos em suas vidas diárias, o traje tradicional é usado durante festivais culturais, casamentos, eventos religiosos, festas de colheita e outras ocasiões especiais. Na região de Cracóvia, na Pequena Polônia, as mulheres vestem trajes tradicionais elaborados que incluem uma blusa branca, um colete bordado, um avental e uma saia floral completa. Botas com cordões e um colar de contas de coral completam o visual. O capacete é composto por uma coroa de flores no caso de mulheres solteiras, enquanto os casados amarram um lenço branco. Os homens também se vestem bem e adornam um colete fortemente bordado, calças listradas e um krakuska boné. Outras regiões da Polônia têm seus próprios trajes folclóricos, com a maioria envolvendo uma exibição de cores vibrantes, bordados, ornamentos, aventais de renda, joias de contas e elaborados capacetes.

4. Musica e dança

A Polônia tem uma cena musical animada, com as raízes da música do país sendo rastreada desde o século 13. Mikołaj z Radomia foi o primeiro compositor polaco que viveu no século 15. Bóg się rodzi, Bogurodzica são algumas das mais antigas composições musicais originárias da Polónia. Witold Lutosławski e Henryk Górecki são dois dos mais famosos compositores modernos clássicos poloneses. Krzysztof Komeda foi um famoso músico de jazz do país que compôs várias trilhas sonoras de filmes. A Polônia também é conhecida por sua música eletrônica de dança, com Vader sendo a banda mais famosa realizando este gênero de música.

A dança folclórica polonesa tem uma longa e rica tradição e está associada a diversos eventos históricos ou religiosos do país. Nos tempos modernos, as danças folclóricas são geralmente realizadas por companhias de dança em ocasiões especiais como festivais culturais e religiosos ou quatro propósitos de turismo. As danças nacionais do país são Oberek, Mazurek, Krakowiak e Kjawiak. As danças evoluíram do estilo de dança dos camponeses para o estilo de baile, com a adição de sabores de balé após a anexação da Europa Oriental por Napoleão.

3. Literatura E Artes

A literatura polonesa se desenvolveu e evoluiu desde a chegada do cristianismo na Polônia. A literatura mais antiga produzida no país foi em latim. Wincenty Kadłubek, Gallus Anonymus e Jan Długosz foram alguns dos famosos autores poloneses da Idade Média. O período renascentista também testemunhou a produção de grandes obras literárias pelos autores e poetas poloneses. Jan Kochanowski era um renomado poeta polonês da época. Depois que o país perdeu sua soberania no século 19, a literatura romântica floresceu no país. Vários poetas e autores produziram obras que se concentraram no patriotismo e no renascimento do país. Durante esse período, três poetas, intitulados “Os Três Bardos” (Zygmunt Krasinski, Adam Mickiewicz e Juliusz Słowacki), atuaram como líderes espirituais da nação. A excelente literatura polaca foi produzida no século 20 e a experimentação de Avant-Garde desempenhou um papel importante durante este período. Em 1924, o romance Chłopi ganhou Władysław Reymont, um Prêmio Nobel de Literatura.

A arte polonesa tem sido uma mistura das tendências européias com a influência indígena. A história e os costumes do país são bem refletidos pela pintura historicista inspirada em Jan Matejko da escola de Cracóvia. Jozef Chełmoński era um famoso pintor polonês pertencente à escola realista. A arte polonesa moderna foi associada à experimentação pesada e nasceu com o movimento Młoda Polska. Atualmente, a arte polonesa é apreciada e reconhecida mundialmente.

2. Religiões e Festivais

O cristianismo é a religião dominante na Polônia, com cerca de 92.2% dos poloneses sendo católicos romanos. O catolicismo desempenha um papel significativo na vida das pessoas que vivem aqui e ao redor do 65% freqüentam os serviços da Igreja regularmente. Outras religiões praticadas no país incluem o islamismo, o judaísmo, o budismo e o hinduísmo.

Como o cristianismo é a religião da maioria na Polônia, os festivais cristãos são celebrados com grande pompa e glória no país. Concertos são realizados e canções são cantadas em todo o país no dia de Ano Novo. O Afogamento de Marzanna é um festival realizado para despedir-se do inverno e acolher a primavera. Uma efígie de Marzanna é afogada no rio para significar o fim dos males da estação do inverno. A Páscoa também é comemorada com muita diversão no país. Durante o Natal na Polônia, os poloneses realizam grandes festas de Natal em suas casas e compartilham a comida com os membros da família. O dia de St. Stephan é comemorado no dia seguinte. A versão polonesa do Papai Noel, Mikolaj visita crianças na véspera de Natal ou em dezembro 6th para regalo de presentes. O Dia de Santo André é um feriado tradicional do país e é comemorado em novembro 29. Vários outros festivais e feriados também são celebrados na Polônia.

1. Esportes

Speedway é extremamente popular na Polônia e a Extraleague polonesa atrai o maior número de espectadores entre todos os esportes praticados no país. O polonês também adora jogar vôlei e o país tem um histórico de participação em diversas competições internacionais deste jogo. A Formula One Racing foi introduzida pela primeira vez na Polônia pelo piloto Robert Kubica. Caminhadas, esqui, salto de esqui e mountain bike são atividades populares apreciadas por esportistas amadores e profissionais que visitam as montanhas da Polônia. As praias e as águas costeiras do país oferecem esportes aquáticos e atividades de praia como canoagem, caiaque, pesca esportiva, etc. Uma variedade de outros esportes como basquete, hóquei, natação, levantamento de peso, boxe, etc., são jogados no país.

Fonte: https://pt.ripleybelieves.com/culture-of-poland-2188

Como é o supermercado na França?

Assista esse vídeo que mostra um pouco de como é o supermercado na França:

Canal: Olá Brasil!

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Cidade de papelão desafia a natureza na França

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Caixa de papelão, fita adesiva e muitos voluntários: o suficiente para a grande obra de arte de Olivier Grossetête na cidade francesa de Le Havre. Inspirado no centro da cidade, Patrimônio Mundial da Humanidade reconstruído pelo famoso arquiteto Auguste Perret após a Segunda Guerra Mundial, o artista francês planejou a instalação com 14 prédios feitos de papelão. Porém, quando os prédios estavam quase prontos, uma ventania de 60km/h chegou à cidade. A força da natureza interrompeu a construção da cidade de papelão e, ao amanhecer, apenas quatro prédios estavam intactos. Os moradores reuniram os destroços e criaram um novo prédio. A instalação – pensada exatamente para durar poucos dias – foi posteriormente demolida pelos próprios construtores.

Fonte: https://m.dw.com/pt-br/cidade-de-papel%C3%A3o-desafia-a-natureza-na-fran%C3%A7a/av-50198101

Curiosidades sobre a cultura alemã

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Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.Curiosidades da Alemanha (costumes, dados e informações):
Os alemães adoram carne suína. A carne de porco é a mais popular do país e serve de base para diversos pratos típicos da culinária alemã. Além desta carne, as batatas e as salsichas também são muito consumidas nos país.
Exemplos de pratos típicos da culinária da Alemanha: Chucrute (conserva de repolho), Esbein (joelho de porco assado ou frito), boulette (bolinhos recheados com carne), Schlachtplatte (uma salsicha feita com sangue de porco; uma salsicha feita do figado; uma fatia de Bacon; pele, carne e gordura da barriga do porco; acompanhado de chucrute e pão) e Bratkartoffeln (cozido de batatas com bacon e cebolas).
A bebida alcoólica mais consumida na Alemanha é a cerveja. O povo alemão é um dos maiores consumidores mundiais desta bebida. No país, existem cerca de 1.200 cervejarias. Vale lembrar também que o maior festival de cerveja do mundo ocorre na cidade de Munique. É a famosa Oktoberfest.
O povo alemão também é um dos maiores consumidores de pães do mundo. No país, é possível encontrar cerca de 1.200 tipos de pães.
O açúcar mais consumido na Alemanha não é o derivado da cana-de-açúcar, como ocorre no Brasil, mas sim o de beterraba.
A montanha Zugspitze é o ponto mais alto do território alemão com 2.963 metros de altura.
A igreja mais alta do mundo fica na Alemanha. É a Catedral de Ulm com 161,5 metros de altura (equivalente a um prédio de 65 andares).
Com clima temperado úmido, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa na época do inverno. Nesta estação, os termômetros podem atingir até 15 graus negativos.
A vida dos cachorros alemães não é das piores, pois estes animais tem acesso livre, obviamente com seus donos, a restaurantes, mercados, cafés e outros locais públicos.
Na Alemanha, a idade mínima para o consumo de bebidas alcoólicas é de 16 anos.
É considerado um dos países com maior número de invenções úteis da História. Exemplos: motor a diesel, aspirina, relógio de bolso, insulina, imprensa, dínamo, elevador elétrico, locomotiva elétrica, microscópio eletrônico entre outros.
Na Alemanha a TV pública é paga. Toda residência que recebe o sinal da tv pública alemã deve pagar cerca de 18 euros.
A Alemanha é o quinto melhor país do mundo para se viver (de acordo com o IDH de 2012), em função da alta qualidade de vida.
O futebol é o esporte número um na preferência do povo alemão. Vale lembrar que a seleção alemã de futebol já foi três vezes campeã da Copa do Mundo Fifa de Futebol.
A Alemanha possui o maior parque gerador de energia eólica do mundo. O país também é um dos maiores produtores de energia solar do mundo.
Os alemães adoram automóveis e, mais ainda, dirigir em alta velocidade. Uma das principais rodovias do país é a Autobahn, onde não há limite de velocidade (exceto em curvas acentuadas e proximidades de zonas urbanas).
Embora o alemão seja a língua oficial do país, existem diversos dialetos na Alemanha, que variam de região para região.
A bicicleta é um meio de transporte muito usado nas cidades alemãs, sendo que grande parte delas possuem sistemas de trânsito com ciclovias e bicicletários.
A Alemanha possui uma das menores taxas de natalidade do mundo (1,39 filhos por mulher).
A Alemanha possui a economia mais rica da União Europeia.
O Catolicismo e o Luteranismo são as religiões mais seguidas pelo povo alemão.

Fonte: https://www.alemanhaeamusica.com.br/index.php/curiosidades-sobre-a-cultura-alema