Culinária portuguesa

Conheça algumas comidas típicas de Portugal; uma terra muito rica em cultura e com uma gastronomia excelente, principalmente no que diz respeito a peixes. O peixe faz parte dos principais pratos do país. Confira alguns alimentos da República Portuguesa que vão te dar água na boca:

Sardinhas: as sardinhas são assadas normalmente em grelhas e servidas com pimentões. Se come muito em festas.

Bacalhau: se estamos falando de culinária portuguesa, não pode faltar o bacalhau. Uma comida muito conhecida de lá, que também é um alimento muito saboroso. é o peixe mais consumido e comerciado no país. Geralmente, como entrada, é servido como bolinho.

Francesinha: apesar do nome estar relacionado à França, é um alimento típico do país. É muito saboroso e todos os turistas que provam ficam com água na boca e sempre voltam para comer mais. É feito com pão, bife, linguiça, bacon,queijo, presunto, ovo e um delicioso molho com vinho do Porto, tomate e pimenta pipi-piri.

Arroz de tomate: É um arroz que é servido com molho de tomate e geralmente vem acompanhado com peixes ou carnes.

Arroz de pato: É um risoto, feito com carne de pato e que acompanha linguiça ou chouriço por cima.

Broa: A broa é uma comida típica de Portugal, trata-se de um pão de milho e centeio. Normalmente é servido como entrada das refeições ou então pode ir ralado em cima de peixes como o bacalhau.

Pastel de nata: O pastel de nata, ou simplesmente nata, é conhecido no Brasil como Pastel de Belém. Mas em Portugal, o único Pastel de Belém fica em Lisboa, na região de Belém. Foi lá que nasceu esse doce português.

Esses são alguns alimentos típicos da culinária portuguesa.

 

http://www.espanglish.com.br

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

(41) 3308-9498 e (41) 9667-9498

 

 

Camelo: animal muito comum na Península Arábica

Camelo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como ler uma infocaixa de taxonomiaCamelo
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Subordem: Tylopoda
Família: Camelidae
Distribuição geográfica
Dromedary Range.png

Espécies

Os camelos (Camelus) constituem um género de ungulados artiodáctilos (com um par de dedos de apoio em cada pata) que contém duas espécies: o dromedário (Camelus dromedarius), de uma corcova, e o camelo-bactriano (Camelus bactrianus), de duas corcovas. Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia. Ambas as espécies são domesticadas, fornecendo leite e carne para consumo humano, e são animais de tração. Humanos têm domesticado camelos há milhares de anos.

O nome camelo vem do grego kamelos a partir do hebraico ou fenício gāmāl, “camelo”, possivelmente a partir de uma raiz que significa suportar ou carregar (relacionado com o árabe jamala). Espécies extintas do gênero foram o Camelus hesternusCamelus gigas e Camelus sivalensis.

Os camelos são aparentados (possuem a mesma família) a quatro espécies de mamíferos sul-americanos: a lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha.

As evidências fósseis indicam que os ancestrais dos camelos modernos evoluíram na América do Norte durante o período Paleogeno, os Camelops, e depois se espalhou para vários lugares da Ásia e Norte da África. Povos antigos da Somália, os Punts, domesticaram primeiros camelos muito antes de 2000 a.C.

Mesmo com a existência de mais de 13 milhões de dromedários hoje, eles foram extintos como animais selvagens. Há, porém, uma população selvagem considerável de cerca de 32 000 que vivem nos desertos da Austrália central, descendentes de indivíduos que escaparam no século XIX.

Descrição

A expectativa média de vida de um camelo é de 40 a 50 anos. Um camelo adulto plenamente crescido alcança os 1,85 m até o ombro e 2,15 m de comprimento. A corcova mede cerca de 75 cm. Camelos podem alcançar até os 65 km/h.

São instrumentos de travessia no deserto pois não necessitam ficar bebendo água a todo momento e constituem o transporte mais rápido pois os camelos são animais preparados para o deserto. Ambos são animais herbívoros. O coletivo de camelos é cáfila. Quando se sentem ameaçados por outros indivíduos, geralmente cospem no sujeito em questão, em situações extremas podem morder.

Genética

Os cariótipos de diferentes espécies de camelídeos foram estudados anteriormente por muitos grupos, mas não se chegou a nenhum acordo sobre a nomenclatura de cromossomos de camelídeos. O estudo mais recente usou cromossomos de variados camelos, construindo sem dúvida o cariótipo do camelo (2n=74) que consiste de um metacêntrico, três submetacêntricos e 32 autossomos acrocêntricos. O Y é um cromossomo metacêntrico pequeno, enquanto que o X é um cromossomo metacêntrico grande.

Distribuição

População selvagem em Gobi.

Os 14 milhões de dromedários hoje vivos são animais domesticados (a maioria vivendo no Chifre da África, no SahelMagrebeOriente Médio e Sul da Ásia). Nesta região tem a maior concentração de camelos do mundo, onde os dromedários constituem uma parte importante da vida nômade local.

Já os camelos bactrianos são menos, cerca de 1,4 milhões deles, principalmente domésticos. Pensa-se que existem cerca de 1.000 camelos selvagens bactrianos no deserto de Gobi, na China e na Mongólia.

Além de sua distribuição nativa original, houve diversas tentativas de implantação de colônias de camelos em outros locais, assim como sua importação para usos comerciais ou turísticos. Essa prática é conhecida desde o Império Romano, com resquícios de camelos, tanto dromedários, como bactrianos, sendo encontrados desde o século I até o século V em diversos locais das Europa: Reino UnidoBélgicaSuíçaHungriaFrança e Alemanha.

Atualmente existe uma substancial população feral de camelos dromedários estimados em até 1 milhão nas regiões centrais da Austrália, descendentes de indivíduos introduzidos como um meio de transporte no século XIX e início do século XX. Essa população está crescendo em cerca de 8% ao ano. O governo do Sul da Austrália decidiu recentemente abater os animais usando atiradores aéreos, em parte porque os camelos usam muito dos limitados recursos necessários para os criadores de ovinos.

Uma pequena população introduzida de camelos, dromedários e bactrianos, sobreviveu no sudoeste dos Estados Unidos até a segunda metade do século XX. Estes animais, importados da Turquia, fizeram parte do experimento do U.S. Camel Corps e usados como animais de tração em minas e fugiram ou foram libertados depois que o projeto foi encerrado. Vinte e três camelos bactrianos foram levados para o Canadá durante a Febre do ouro de Cariboo.

No Nordeste brasileiro, o animal resistente à escassez de água e comida poderia ser boa pedida para tração e carga, então o imperador D. Pedro II decidiu apostar na experiência da Comissão do Ceará, organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e trazer camelos para o Brasil. Em julho de 1859, desembarcaram no Brasil 14 camelos vindos da Argélia. Porém, o pequeno rebanho padeceu com a falta de criadores especializados. A longa gestação das fêmeas, que dura cerca de um ano, ultrapassava os prazos pretendidos para a formação de criações maiores, que acabaram cessando. Aos animais que conseguiram se aclimatar, foi reservado o inusitado papel de atração turística.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

Espanglish Traduções

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe.

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Conheça um pouco sobre os Emirados Árabes Unidos

Os Emirados Árabes Unidos[nota 1] (abreviado como EAU; em árabeدولة الإمارات العربية المتحدةDawlat al-Imārāt al-‘Arabīyah al-Muttaḥidah) são um país árabe localizado no Golfo Pérsico.

Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados (equivalentes a principados), os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu DhabiDubaiXarjaAjmãUmm al-QuwainRas al-Khaimah e Fujeira. A capital e a segunda maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é Abu Dhabi. A cidade também é o centro de atividades políticas, industriais e culturais.

Antes de 1971, os Emirados Árabes Unidos eram conhecidos como Estados da Trégua, em referência a uma trégua do século XIX entre o Reino Unido e vários xeques árabes. O nome Costa Pirata também foi utilizado em referência aos emirados que ocupam a região do século XVIII até o início do século XX.[7] O sistema político dos Emirados Árabes Unidos, baseado na Constituição de 1971, dispõe de vários órgãos ligados intrinsecamente. O islamismo é a religião oficial e o idioma árabe, a língua oficial.

Os Emirados Árabes Unidos têm a sexta maior reserva de petróleo do mundo[11] e possuem uma das mais desenvolvidas economias do Oriente Médio. O país tem, atualmente, a trigésima sexta maior economia a taxas de câmbio de mercado do mundo, e é um dos países mais ricos do mundo por produto interno bruto (PIB) per capita, com um PIB nominal per capita de 54 607 dólares, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).[12] O país classifica-se na décima quarta posição em paridade de poder de compra per capita e tem, relativamente, um Índice de Desenvolvimento Humano considerado ‘muito elevado’, ocupando o 34º lugar.[13] É considerado “não livre” pela organização Freedom House.[14] A Human Rights Watch aponta vários atropelos de direitos humanos no país.[15] Os Emirados Árabes Unidos são classificados como tendo uma alta renda de desenvolvimento da economia pelo FMI. Os Emirados Árabes Unidos são um membro fundador do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo Pérsico, e um membro da Liga Árabe. A nação também é membro da Organização das Nações Unidas, da Organização da Conferência Islâmica, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, e da Organização Mundial do Comércio.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

Espanglish Traduções

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe.

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Curiosidades sobre Dubai

A cidade de Dubai é uma joia dos Emirados Árabes Unidos. Essa região é marcada por muito luxo e algumas coisas curiosas. O primeiro ponto a se destacar sobre Dubai é que ela é a cidade mais populosa dos Emirados, repletas de hoteis sete estrelas ao longo do Mar do Golfo e com uma população grande de estrangeiros.

Algumas construções de Dubai são tão luxuosas que contam com acabamento em ouro 24 quilates nas paredes. Outro ponto curioso de Dubai é que a cidade tem uma estação artificial de esqui que funciona em pleno calor desértico da região, que chega a alcançar a marca dos quarenta graus. Além disso, Dubai também conta com ilhas artificiais e diversas belezas para a apreciação dos turistas.

Conheça as principais curiosidades sobre Dubai, uma cidade localizada na Costa do Golfo Pérsico:

1 – Dubai tem uma população de cerca de 2,2 milhões de habitantes.

2 – Dubai conta com o famoso hotel Burj Al Arab e o edifício Burj Khalifa, considerados os mais altos do mundo, com cerca de 828 metros de altura.

3 – Aproximadamente 10 milhões de turistas visitam Dubai todos os anos, e esse número deve aumentar para 15 milhões em 2015.

4 – A limpeza total das janelas do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, demora mais de quatro meses.

5 – O clima de Dubai é tão quente que, durante o verão, a temperatura média é de 42 graus Celsius.

6 – 70% das pessoas que vivem em Dubai são estrangeiras.

7 – Em Dubai, os estrangeiros não precisam pagar impostos

Espanglish Traduções
Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe. (41)3308-9498 / (41)99667-9498
atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Dubai e Abu Dhabi

Conheça os Emirados Árabes

Os Emirados Árabes Unidos são um país árabe localizado no Golfo Pérsico. Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados (equivalentes a principados), os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah.

Qual a melhor época para visitar os Emirados Árabes?

O verão nos Emirados Árabes é muito quente (especialmente em junho e agosto), chegando facilmente aos 45 ºC. Entretanto, não há restrições quanto a melhor época para conhecer, uma vez que os hotéis, shoppings e muitos atrativos turísticos possuem ar-condicionado. No fim da tarde, a temperatura fica mais amena, tornando o ambiente agradável para atividades ao ar livre.

Clima no Emirados Árabes

O clima dos Emirados Árabes é árido subtropical. Os meses de verão vão de maio a setembro e são muito quentes. A temperatura no meio do dia varia de 35 ºC a 42 ºC, e, ocasionalmente, chega aos 49 ºC no ápice da estação. As áreas próximas ao litoral são mais úmidas e à noite recebem uma brisa vinda do Golfo. As regiões montanhosas são mais amenas e menos úmidas. De dezembro a março, a temperatura varia durante o dia entre 25 ºC e 35 ºC e pode chegar aos 15 ºC durante a noite. O período chuvosos é de janeiro a março, mas chuvas podem ocorrer durante outras épocas do ano.

Principais cidades e atrações para visitar nos Emirados Árabes

Abu Dhabi

Capital dos Emirados Árabes Unidos, bem como o maior dos sete emirados da federação, está se tornando a mais importante cidade cultural nos Emirados. Da famosa Avenida Corniche até a cidade-oásis de Al Ain e as enormes dunas de deserto da região ocidental do Al Gharbia, cultura, história e aventura estão reunidos no emirado. A proeza arquitetônica da Grande Mesquita Sheikh Zayed é impressionante; a paz e tranquilidade de um passeio pelo oásis Al Ain com seu antigo sistema de irrigação é surpreendente; e a história do emirado contada por seus pontos históricos e fortes antigos, vários dos quais  listados como Patrimônio Mundial pela UNESCO, são certeza de se maravilhar.

Sol o ano inteiro, praias, dunas de areia espetaculares e estilo de vida cosmopolita: é assim o Emirado Abu Dhabi, um destino encantador tanto para viajantes experientes quanto novatos.

Dubai

Dubai, a capital do turismo nos Emirados Árabes Unidos, é o mais populoso dos sete Emirados, com mais de 2 milhões de habitantes. O território é desértico e pontilhado de oásis, com regiões montanhosas e belas praias. Uma cidade completamente segura, onde os turistas são sempre bem recebidos.

Banhada pelas águas azuis do Golfo, é uma cidade futurista, com grandes avenidas, prédios modernos e centros de negócios, além de muitos pontos turísticos. Conhecida também como “Pérola do Golfo Pérsico”, em Dubai o padrão de vida é o mais alto do mundo, com hotéis luxuosos, instalações culturais, esportivas e de lazer.

Suas tradições são fundamentadas na religião do islamismo árabe, apenas 10% da população é de nacionalidade Emirates, e isso explica as várias culturas encontradas no país.

Principais atrações de Dubai

Burj Al Arab
Tornou-se um símbolo de Dubai. Um dos marcos turísticos da região, estabeleceu novos padrões de excelência na hotelaria árabe.

Gold Souk
O famoso mercado de Dubai, que preenche as ruas com belas vitrines, é um dos melhores lugares para fazer compras de ouro.

Dubai Creek
Riacho que divide a cidade em dois distritos: Deira, ao norte, e Bur Dubai, ao sul. Nele é possível fazer um cruzeiro com jantar romântico em um “dhow” (barcos à vela árabes) ou simplesmente passear em um “abra” (tradicional barco feito de madeira). No final do riacho, localiza-se uma reserva de pássaros que leva o nome de “Santuário da vida selvagem Ras Al Khor”.

Museu de Dubai
O antigo forte Al Fahidi Fort, transformado em museu em 1970, é uma belíssima construção que já serviu como palácio e prisão. Neste museu, o cotidiano da época anterior ao petróleo é exposto através das figuras em tamanho real, com efeitos de som e luzes, desde casas árabes tradicionais até mesquitas, retratando como era a vida no riacho, no souk, nos jardins de encontros, nos desertos e no mar.

Mesquita Jumeirah
Elaborada e imponente, a mesquita é um dos lugares mais fotografados de Dubai. Uma das maiores e mais admiráveis, é um grande exemplo da arquitetura islâmica moderna e fica particularmente atraente à noite, quando está iluminada.

Deserto
O deserto em Dubai está a aproximadamente 50 km da cidade e é, para muitas pessoas, o lugar mais encantador do país. Os árabes se orgulham das histórias das caravanas que por lá passaram. Hoje, existem muitas opções de lazer para conhecer melhor o fascinante deserto: passeios nas dunas, esqui na areia, acampamento e passeios de camelo, entre outras.

Wild Wadi
O parque temático que é uma das mais populares atrações de Dubai está localizado ao lado do hotel Burj Al Arab, e suas 30 atrações são uma ótima opção para quem procura por diversão na água.

Ski Dubai
Com uma pista de 400 m de comprimento, é o maior parque de neve do mundo e diversão garantida para todas as idades.

Fonte: http://www.kangaroo.com.br

 

Espanglish Traduções

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe.

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Conheça 7 lugares magníficos dos Emirados Árabes

7 lugares bonitos para visitar nos Emirados Árabes

Conheça um pouco de cada um dos sete emirados, suas paisagens e curiosidades antes de visita esse país tão fascinante

Os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. O emirado de Dubai é o mais conhecido deles, mas também há outros seis, que são: Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. Dubai se destacou nos últimos anos por conta do forte investimento que recebeu, criando a maior e mais moderna cidade de todo o território.

Um fator que atrai viajantes de todos os cantos do planeta é a mistura entre a tradição, cultura, história e a modernidade que os emirados oferecem, por isso todos eles merecem entrar na lista de destinos para visitar no Emirados Árabes, cada um com uma característica diferente que vale a pena conhecer. A região tem cidades lindas, com áreas de impecável beleza natural e importância histórica, hotéis luxuosos e atrações modernas para quem busca festa ou sossego. Quer se apaixonar de vez pelo país? Separamos uma lista com sete lugares para conhecer no Emirados Árabes. Faça as malas e aproveite. 

Abu Dhabi

Capital dos Emirados Árabes Unidos, o emirado de Abu Dhabi investe cada vez mais no turismo, criando atrações capazes de agradar qualquer tipo de viajante. A arquitetura árabe toma conta das construções religiosas e casarões, o estilo está presente e muito bem preservado pelos bairros e zonas turísticas. Nos edifícios mais velhos e nas mesquitas sagradas, obras grandiosas se misturam com arranha-céus modernos e futuristas. A grande atração é a Sheikh Zayed Grand Mosque, uma enorme mesquita e cartão postal da capital, mas, além disso, por lá também procure pelo parque de diversão Ferrari World – considerado como o maior parque temático coberto do mundo. Outros prontos legais são: o shopping Marina Mall, o Heritage Village, local onde recriam toda a cultura e modo de vida dos povos do deserto e a Yas Marina – Circuito de F1, um grande centro de entretenimento dedicado ao esporte.

Ajman

Ajman é o menor dos sete emirados que formam o país, ao todo, são apenas 260 km quadrados. A costa litorânea formada pelo mar azul e a areia branquinha, cheia de resorts, atraem muitos turistas e moradores da região que buscam passar os fins de semana nesse balneário. E não achem que só porque é um emirado pequeno que não surpreende os turistas, pois não é à toa que o Ajman está na lista de lugares bonitos para se conhecer no Emirado ÁrabeComparado com os outros emirados, cheios de prédios futurísticos e ostentação na modernização, o que chama atenção em Ajaman são suas belezas e áreas com reserva naturais. Por lá procurem pelos pontos turísticos: Ajman Beach, Ajman Museum, Ajman City Centre e Ajman Fishmarket

Dubai

Mais moderna do que tradicional em relação aos outros territórios dos Emirados Árabes Unidos, Dubai conquistou fama mundial por ser o mais importante centro comercial e turístico na região do Golfo, e n]ao é atoa que é um dos destinos mais queridos pelos brasileiros. Dubai surpreende por sua modernidade nas construções e sua maravilha natural. O que não falta por aqui é sugestão de roteiros para curtir. Com certeza Dubai é um dos destinos para visitar nos Emirados Árabes. Por lá as opções são várias para ‘turistar’ ao máximo este emirado, como: Dubai Creek,  Abra no Creek, Museu de Dubai, Al Bastakia, Souk de Ouro, Souk de Especiarias, Burj Khalifa, Palm Jumeirah, Mesquita de Jumeirah, Dubai Mall, Dubai Miracle Gardene o  Butterfly Garden.

Fujairah

É o mais jovem emirado dos sete emirados que compõem o país, mas mesmo sendo o mais jovem possui a mesquita mais antiga da região. Fujairah surpreende com a beleza das ruas largas e espaçosas, decoradas com uma arquitetura única.  A cidade não é sobrecarregada com enormes arranha-céus, o que torna ainda mais confortável para descansar e ainda mais gostoso de apreciar as belezas naturais que esse lugar oferece. Para os viajantes que pretendem passar por este emirado procure por, Mesquita de Al Bidya, Forte Fujairah, Forte Awhala, Forte Al Bithna, Montanha Hajar e o Castelo Al-Hayl que são os pontos turísticos que fazem qualquer viajante ter o desejo de voltar para este lugar.

Ra’s al- Khaimah

Aqui encontra o deserto de areia mais fascinante, lagoas, riacho e belas montanhas. Esse emirado fica apenas 45 minutos do Aeroporto Internacional de Dubai. Ainda é um local pouco conhecido pelos turistas, mas que oferece uma vista para o Golfo Pérsico jamais vista de outro lugar que certamente faz com que esse destino entre na lista dos lugares para visitar no Emirados Árabe que não pode faltar. Os principais pontos turísticos são: Shopping Al Hamra Mall, uma comprinha sempre vai bem, certo? Jabal Jais, o topo desta montanha oferece uma vista maravilhosa da cidade, o museu Ras Al Khaimah National Museum, os parques FunCity e o Saqr Park e para se refrescar do calor o parque aquático Ice Land Water Park.

Sharjah

Ideal para os viajantes que querem explorar a rica herança cultural árabe, Sharjah tem mais de 20 museus, galerias de arte e locais históricos restaurados, é um lugar onde a história está enraizada nos valores tradicionais do povo. Isso faz com que esse emirado seja um dos destinos para visitar no Emirado Árabe. Entre tantas atrações turísticas as que mais chamam atenção são:  Heritage Area, Mercado Al Arsah, Forte Al-Hisn, Central Souq, Corniche e a Mesquita Al Noor, essas sem dúvidas não podem faltar no roteiro dos turistas.

Umm al-Quwain

Umm Al Quwain possui um verão longo, bem quente e árido. Mas isso não impede desse emirado estar se desenvolvendo em relação ao turismo, isso se dá porque a Umm al-Quwain tem belas praias, histórias antigas e antigos locais que deixam os viajantes maravilhados. Os principais pontos turísticos e atividades para se visitar são:

Dreamland Aqua Park, um delicioso parque aquático, UAQ National Museum, um museu que relata toda a história dos Emirados Árabes e Umm Al Qwain Open Beach, que é uma praia digna de estar em qualquer roteiro por sua maravilhosa beleza natural que oferece.

Fonte: http://www.guiaviajarmelhor.com.br

Espanglish Traduções

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

Arquitetura árabe

Arte e Arquitetura Árabes – História da Arte e Arquitetura Árabes

Introdução

Arte e arquitetura das áreas do Oriente Médio, do norte da África, do norte da Índia e da Espanha que pertenceram ao território do Islã em diversos momentos a partir do século VII.


A Masjid-i-Sha, de Isfahan, é uma madrasa (escola para estudantes do Islã), dentro da qual há também uma mesquita. Foi construída entre 1612 e 1637. A impressionante cúpula é um dos exemplos de azulejaria mais delicados do mundo.

Origens e Características

Dos traços dominantes da arte e da arquitetura islâmicas, a importância da decoração caligráfica e a composição espacial da mesquita estiveram intimamente ligadas à doutrina islâmica e se desenvolveram nos primeiros tempos de sua religião.

O profeta Maomé era um rico comerciante de Meca, que experimentou uma série de revelações divinas aos 40 anos e começou a pregar a nova fé. Seus ensinamentos estão contidos no Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, onde é marcante a herança lingüística da literatura árabe. A importância desse livro na cultura islâmica e na estética da escritura arábica contribuiu para o desenvolvimento dos estilos decorativos caligráficos em todos os campos da arte islâmica. A palavra escrita, especialmente as inscrições do Alcorão, tinha uma importante função decorativa nas mesquitas e em seus objetos litúrgicos.

No ano 622 d.C. Maomé fugiu de Meca em direção a Yathrib, a futura Medina, na denominada hégira, a partir de quando tem início a cronologia islâmica. Em Medina, Maomé reuniu-se a um grupo de crentes para celebrar a oração comunitária. A casa de Maomé consistia em um recinto quadrado de muros de tijolos crus aberto para um pátio coroado por um pórtico ou cobertura no lado sul. No muro oriental, foi construída a ala das mulheres do Profeta, voltada para o pátio, onde se reuniam os fiéis para orar sob as diretrizes de Maomé, que subia em um estrado para se dirigir a eles. Essa disposição arquitetônica foi conservada nas futuras mesquitas, que somente podem apresentar um pátio interior (sahn) rodeado de pórticos (riwaqs) e um espaço coberto (haram), articulado mediante naves de colunas e delimitado pela quibla, o muro que assinala a direção de Meca.

Os primeiros seguidores de Maomé foram os povos nômades procedentes da península Arábica, com escassas tradições artísticas, diferentemente dos impérios que conquistaram posteriormente. À medida que se expandiu, o Islã assimilou as distintas tradições culturais e artísticas dos povos conquistados, instaurando assim um estilo artístico próprio, que varia de acordo com as diversas áreas climáticas ou com os materiais disponíveis. Alguns motivos adaptados de outras culturas converteram-se em temas universais do mundo islâmico.

A arte islâmica evoluiu a partir de muitas fontes, como as romanas, as paleocristãs ou bizantinas, que se entremearam em sua primeira arquitetura, a arte persa sassânida e os estilos do centro da Ásia, incorporados através das incursões turcas e mongóis. A arte chinesa constituiu um ingrediente essencial da pintura, da cerâmica e das artes têxteis.

Arquitetura

O escasso ritual do culto islâmico deu lugar a duas tipologias de caráter religioso: a mesquita (masjid), recinto onde a comunidade se reúne para orar, e a madrasa ou escola alcorânica. Na arquitetura civil, destacam-se os palácios, os caravançarais e as cidades, planejadas de acordo com a necessidade de canalizar água e proteger a população contra o calor. Outro edifício importante no Islã é o mausoléu, onde eram sepultados os governantes como símbolo de seu poder terreno.

O estuque, o tijolo e o azulejo eram usados como elementos decorativos nos edifícios islâmicos. Os painéis murais eram adornados com motivos decorativos de laçaria geométrica sobre azulejos. As gelosias de madeira talhada, muitas vezes com incrustações de marfim, também proporcionaram um suporte para a decoração arquitetônica no mundo islâmico.

Artes decorativas

O banimento da temática figurativa, contida nos hadith, é semelhante à iconoclastia desenvolvida durante o período do império bizantino.

A Mesquita Azul, em Istambul, na Turquia, foi inaugurada em 1616 pelo sultão Ahmet I e projetada por Mehmet Aga, um estudante do famoso arquiteto otomano, Sinan. É conhecida pelo nome de Mesquita Azul devido à estranha tonalidade dos azulejos Iznikazuis que decoram suas paredes internas. O tranqüilo pátio do mosteiro é circundado por uma arcada coberta.

Essas proibições ou recomendações eram seguidas estritamente no caso da arquitetura religiosa, particularmente nas mesquitas, mas a arquitetura civil as transgrediu em várias ocasiões, dependendo, em ambos os casos, da ortodoxia do governante no poder. Por outro lado, essas limitações incentivaram o desenvolvimento e um repertório baseado em diversos motivos e formas, como a epigrafia (inscrições caligráficas), os ornamentos em gesso ou a decoração vegetal estilizada (arabescos) e a decoração geométrica ou de laçaria. Uma das manifestações artísticas que alcançou maior esplendor dentro da arte islâmica foi a cerâmica, na qual se pode apreciar um grau de inovação e criatividade comparável ao das artes plásticas de outras culturas. Os artistas muçulmanos trabalharam o vidro utilizando primeiro as técnicas empregadas no Egito e no Irã sassânida e, posteriormente, desenvolvendo novas técnicas, como no caso dos fatímidas, que produziram vidro talhado, vidro brilhante pintado e vidro estampado.

Além de seu emprego decorativo na arquitetura, a madeira foi trabalhada como material de outras artes aplicadas. Nos palácios fatímidas, ainda há exemplos excepcionais de tábuas com representações cortesãs, que lembram o estilo dos coptas. Também foram talhadas peças de mobília, especialmente os biombos.

As caixas de marfim talhado e os dentes de elefante abundavam na corte fatímída, tradição que continuou na Sicília muçulmana. Neles, eram representados cortesãos, animais e vegetação. Alguns dos objetos de bronze islâmicos mais refinados foram conservados nos tesouros das igrejas européias. No princípio, adotaram as formas sassânidas, mas o período fatímida produziu vasilhas de bronze com forma animal, assim como candieiros e pratos. Entre os objetos mais importantes encontram-se os candieiros, taças e jogos de jarra e bacia para lavar as mãos com incrustações de prata e ouro, inscrições e motivos abstratos e figurativos.

A elaborada escritura cúfica, tão apropriada para ser lavrada na pedra, aparece nos primeiros manuscritos do Alcorão que nos foram legados. Neles, alguns acentos diacríticos foram pintados em vermelho, e as decorações douradas entre as suras (capítulos) contrastam com a elegante escritura negra. No período seldjúquida, surgiu a escrita nesita, mais cursiva e fluida. Os dois estilos foram utilizados na arquitetura e nas artes decorativas.

As encadernações de livros em couro são um excelente exemplo das artes decorativas islâmicas. Nos primeiros tempos, eram realizadas em relevos gravados; mais tarde, as capas e as lombadas passaram a ser estampadas e douradas e, finalmente, no século XVI, pintadas com esmaltes. O trabalho em couro foi aplicado também aos arreios dos cavalos e nos objetos empregados na cetraria.

mesquita de Solimão, o Magnífico, foi construída em Istambul em 1550. Sinan, o arquiteto, baseou-se nas igrejas bizantinas e, em particular, em Santa Sofia. A cúpula central está cercada por semicúpulas. Os quatro estreitos minaretes com balcões são característicos do estilo arquitetônico das últimas mesquitas islâmicas.

A pintura de cavalete não existiu na arte islâmica, concentrada na ilustração de livros. As mostras conservadas mais antigas são miniaturas de manuscritos científicos gregos traduzidos do árabe.

As telas eram consideradas objetos de luxo, e as mais refinadas foram realizadas nas oficinas denominadas tiraz, controladas pelo califa. O sistema de tiraz, comparável às instituições oficiais dos impérios bizantino, copta e sassânida, terminou com a conquista mongólica. Os tecidos procedentes de um tiraz (que tinham este mesmo nome e, em geral, serviam como prendas cerimoniais) eram considerados possessões do mais alto valor e, freqüentemente, levavam impressa a marca da oficina, a data de fabricação e o nome do governante.

Os tapetes islâmicos mais antigos de que se tem notícia foram fabricados em Konya (Turquia) no século XIV. Esses tapetes, em tons de azul, verde e vermelho, seguem um esquema baseado em formas naturais, com uma beirada contendo inscrições. Durante o domínio dos mamelucos, os tapetes tinham padrões geométricos em tons de azul pálido, vermelho e amarelo.

Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/arabe/arquitetura-arabes.htm

Espanglish Traduções

Espanglish Traduções oferece seus serviços de Tradução simultânea em árabe.

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br