Cultura japonesa em Curitiba

Cidade que nasceu e cresceu com imigrantes presta homenagem aos japoneses em feiras e locais repletos de história.
Os japoneses vieram ao Brasil a partir de 1908, em um acordo entre ambos os países. Dedicados inicialmente às lavouras de café do norte do Paraná e à cultura de hortaliças, chegaram em Curitiba a partir de 1915. Hoje, a cidade tem cerca de 150 mil descendentes, segundo a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira da cidade. Apesar de muitos já não se dedicarem à lavoura, a presença de japoneses é forte nas feiras, bancas do Mercado Municipal e na oferta de restaurantes.

A Avenida Iguaçu e adjacentes, entre os bairros Batel e Água Verde, concentra muitos lugares onde é possível comer peixe cru e outras iguarias da culinária japonesa. Já nas feiras diurnas e noturnas espalhadas pela cidade os pastéis são o carro chefe, mas também dá para encontrar temaki e outros pratos para comer com ‘hashi’ ou, para os leigos, ‘palitinho’.

Mas a cultura japonesa não se conhece apenas pelo estômago. O Parque da Imigração Japonesa, que foi reaberto recentemente, é um espaço que homenageia os descendentes centenários. Reformado pela companhia de saneamento do estado, a Sanepar, o parque ganhou um centro de educação ambiental, o Memorial do Rio Iguaçu, que organiza atividades para conscientização sobre sustentabilidade e preservação de recursos naturais, principalmente a água.

Outro lugar para conhecer é o Palácio Hyogo, onde fica o Instituto Cultural e Científico Brasil-Japão. A casa é um exemplo de arquitetura japonesa e abriga um auditório, uma sala de exposições e uma sala de fotos e informações sobre a cidade-irmã de Curitiba, Himeje. O Consulado do Japão também organiza atividades esporadicamente em outros espaços da cidade, como mostras de filmes, exposições itinerantes e encontros sobre economia, cultura e esportes, sempre abertos e gratuitos.

Há também alguns festivais, como o Haru Matsuri, o Festival da Primavera, entre setembro e outubro; o Imin Matsuri, o Festival da Imigração Japonesa, que acontece em junho, e o Hana Matsuri, que é a festa das flores e aniversário do Buda histórico, em abril. Alguns eventos incluem mostras de vestimentas tradicionais, workshops de haicai (poemas curtos), oficinas de mangá, origami e, como não, culinária.

Sala Himeji

A Sala Himeji fica dentro do Memorial de Curitiba, um espaço cultural no centro da capital. O nome da sala é uma homenagem à cidade-irmã Himeji, onde fica um castelo que é tesouro nacional do Japão e Patrimônio da Humanidade da UNESCO desde 1993. A maquete do Castelo Himeji fica exposta nessa sala do Memorial, e representa a construção original, feita em 1346 com madeira e várias passagens secretas.

Praça do Japão

Localizada na Avenida Sete de Setembro, na Praça do Japão o visitante irá apreciar as 30 cerejeiras doadas pelo governo nipônico e lagos construídos nos moldes japoneses. Na mesma praça estão a Casa da Cultura, onde há uma biblioteca, o Centro Zen Budista e a Casa de Chá, onde toda quinta se realiza a tradicional cerimônia para servir a bebida mais popular da Ásia.

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Conheça os belíssimos jardins japoneses

O Japão cultiva a técnica do paisagismo desde tempos ancestrais, provavelmente bem antes do século VI. Os japoneses vêem esta prática como uma das modalidades artísticas mais sublimes, uma vez que ela representa a própria esfera íntima da natureza em uma área restrita, de tal forma que seja possível estabelecer uma harmonia perfeita com o entorno.

Jardim Japonês. Foto: nui7711 / Shutterstock.com

Assim, o jardim japonês é o resultado desta arte, uma tradição acalentada nas residências, nas vizinhanças dos parques, em recintos budistas ou xintoístas, e em pontos históricos, como, por exemplo, nos velhos castelos do Japão. Muitos deles, pelo menos os mais conhecidos, são os Jardins Zen, encontrados tanto neste país quanto no Ocidente.

Com certeza os jardins japoneses caracterizam o Japão da era feudal, assim como a antiga e cultuada cerimônia do chá. Além disso, eles conduzem naturalmente seus visitantes a um estado de meditação, calma e espiritualidade. Neste contexto, preponderam os fatores filosóficos, espirituais e simbólicos, valores transmitidos pela água, pelas pedras aí presentes, pelos instrumentos de jardinagem e por toda a flora que nele se dissemina.

Alguns estudiosos afirmam que eles foram importados da China, pois daí se originam os protótipos dos jardins mais antigos, completamente focados na ideia de transmitir lazer e entretenimento aos nobres. Os pertencentes à Era Heian, que vigorou de 794 a 1185, apresentavam constantemente a presença de um lago circundado por uma ilha.

Eles eram edificados com o objetivo de observar a Natureza e suas incessantes mudanças de estação. Deste momento em diante os jardins passaram a conquistar peculiaridades distintas, com a preponderância das diferentes disposições das pedras. Pode-se dizer que alguns recursos são essenciais para a caracterização de um jardim japonês.

O elemento mais conhecido é o Sakura ou a cerejeira decorativa, também denominada flor da Felicidade; ela tem um papel fundamental na cultura do Japão. Entre março e abril os japoneses comemoram o Hanami, data na qual se festeja a floração deste arbusto, um evento que atrai muitos turistas.

O Momiji-Gari ou Acer Vermelho traduz a típica melancolia dos japoneses. A face mística do jardim é conferida pela presença das lanternas de pedra, as quais contribuem para uma melhor concentração e para iluminar a psique; por meio destas luzes são despertados os valores tradicionais e espirituais.

O elemento água é representado pelo lago e pelas carpas, os quais têm significação essencial, pois esta substância é vital para a existência. Os animais, por sua vez, simbolizam a fecundidade e o progresso. O Taiko Bashi ou a ponte é uma trilha que se insinua pelo jardim, significando a ascensão a um estágio espiritual e emocionalmente mais elevado, que implica em crescimento e conhecimento interior; o bambu, dobrável, revela o dom humano de se moldar a qualquer situação e de se transformar.

As pedras das cascatas são o núcleo central do jardim. A rocha posicionada verticalmente simboliza a paternidade; e a inserida horizontalmente representa a maternidade, da qual emana a água. As demais são o retrato dos descendentes. Os bambus têm seus galhos atados, de forma que o arbusto se curve sobre o lago, como se o estivesse reverenciando.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_japonês
http://www.jardineiro.net/br/artigos/jardim_japones.php

 

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Veja como é a Cerimonia japonesa do chá

Cerimônia do chá

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Senhora vestindo o quimono durante cerimônia do chá ao ar livre, sentada na posição seiza

cerimônia do chá japonesa (chanoyu 茶の湯, lit. “água quente [para] chá”; também chamada chadō ou sadō茶道, “o caminho do chá”) é uma atividade tradicional com influências do Taoísmo e Zen Budismo, na qual chá verde em pó (matcha抹茶) é preparado cerimonialmente e servido aos convidados. O matcha é feito da planta chamada chá, Camellia sinensis.

Os encontros de chanoyu são chamados chakai (茶会, “encontro para chá”) ou chaji (茶事, “assuntos do chá”). Normalmente o termo chakai refere-se a um evento relativamente simples no qual se oferecem doces típicos, usucha (chá suave), e talvez tenshin (um aperitivo); já chaji refere-se a um evento mais formal, incluindo também uma refeição tradicional (kaiseki) e koicha(chá forte). Um chaji completo pode durar até quatro horas.

O praticante de cerimônia do chá precisa ter conhecimento de uma ampla gama de artes tradicionais que são parte integral do chanoyu, incluindo o cultivo e variedades de chá, vestimentas japonesas (kimono), caligrafiaarranjo de florescerâmica, etiqueta e incensos — além dos procedimentos formais de seu estilo de chanoyu, que podem passar de uma centena. Assim, o estudo de cerimônia do chá praticamente nunca termina [1]. Mesmo para participar como convidado em uma cerimônia formal é preciso conhecer os gestos e frases pré-definidos, a maneira apropriada de portar-se na sala de chá, e como servir-se de chá e doces,

História

Beber chá é um costume introduzido no Japão, no século IX, na forma de chá de infusão (団茶, dancha) pelo monge budista Eichu (永忠), quando este retornou da China, onde conheceu a erva, ao Japão. O chá tornou-se a bebida mais consumida no Japão, e cultivada em seu próprio território.

O costume de beber chá, iniciou-se de forma medicinal, e por razão de luxo, uma vez que era importada da China. No século IX, o autor chinês Lu Yu escreveu o Ch’a Ching, um manual sobre o cultivo e preparação do chá. A vida de Lu Yu foi influenciada pelo budismo. As ideias de Lu Yu foram cruciais para a criação e aprimoramento da cerimônia.

No século XII, um novo tipo de chá surge, o matcha, trazido ao Japão por Eisai, outro monge japonês retornando da China. Considerado um chá-verde mais forte, retirado da mesma planta de chá-preto, foi inicialmente utilizado em rituais em templos budistas. Já no século XIII, samurais já consumiam a bebida matcha, como uma adaptação do budismo. Com isso, o futuro do chá estava traçado.

Por volta do século XVI, beber o chá se popularizou, chegando a atingir todas as camadas sociais do JapãoSen no Rikyu é um dos maiores destaques na história da cerimônia do chá, seguido pelo seu mestre, Takeno Jōō. De acordo com a filosofia ichi-go ichi-e, cada cerimônia do chá é única, e nunca poderá ser reproduzida. Os ensinamentos da cerimônia do chá foram responsáveis pelo desenvolvimento de novos estilos arquitetônicos japoneses, como jardins, por exemplo. E os ensinamentos resistem até hoje.

Utensílios necessários

Foto de uma cerimônia do chá. Da esquerda para a direita: chashaku (espátula para o chá), sensu (leque), forma para colocar o batedor, chasen (batedor whisk) e fukusa (lenço de seda)

Os Utensílios da cerimônia são chamados de dōgu (道具, literalmente “Ferramentas”). A quantidade de dōgu necessários a uma cerimônia varia em função da escola e do estilo da demonstração. A sua variedade, nomes específicos e combinações de utilização tornam impraticável pela sua extensão a inclusão neste espaço de uma lista pormenorizada. Existem no Japão dicionários específicos que chegam a ter centenas de páginas. Apresenta-se de seguida uma lista simplificada com os itens essenciais:

  • Fukusa (lenço de seda)
  • Chawan (taça)
  • Natsume ou Cha-ire (boião para o chá em pó)
  • Chasen (batedor para preparar o chá)
  • Chashaku (espátula para servir o chá em pó)
  • Chakin (pano para limpar a taça)
  • Hishaku (concha de bambu)
  • Kensui (recipiente para a água suja)
  • Tana (pequena estante para colocar os utensílios)
  • Kama (panela de ferro)
  • Furo (braseiro)

 

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Sumô, conheça esse esporte japonês

Sumô

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma luta de sumô.

Sumô (pt-BR) ou Sumo (pt) (相撲, sumō?) é um desporto de luta competitiva de contato no qual um rikishi (lutador) tenta forçar outro lutador para fora de um ringue circular (dohyō) ou tocar o solo com qualquer parte do corpo que não as solas dos pés. O esporte originou-se no Japão, o único país no qual ele é praticado profissionalmente. Ele é geralmente considerado um gendai budō (uma arte marcial japonesamoderna), embora sua definição seja imprecisa, visto que o esporte possui uma história que data de séculos.

Muitas tradições antigas foram preservadas no sumô e mesmo hoje o esporte inclui muitos rituais, como o uso da purificação pelo sal, da época quando o sumô era usado na religião xintoísta. A vida de um lutador é altamente rígida, com regras definidas pela Associação do Sumô. A maioria dos lutadores de sumô deve viver em “campos de treinamento de sumô” comunais, conhecidos em japonês como heya, onde todos os aspectos de suas vidas diárias – de refeições à maneira de se vestir – são ditados pela tradição.

Em anos recentes, várias controvérsias e escândalos no nível profissional apareceram no mundo do sumô, com um efeito concomitante em sua reputação e nas vendas de ingressos. Isto também afetou muito a capacidade do esporte de atrair novos praticantes.[1]

Origens

Além de seu uso como um duelo de força em combate, o sumô também foi associado a rituais xintoístas, e mesmo certos templos xintoístas organizavam formas de danças rituais nas quais um humano lutaria com um “Komeku” (um espírito divino xintoísta); ver origens xintoístas do sumô. Ele era um ritual importante na corte imperial. Os representantes de cada província eram chamados para participar do torneio na corte e lutar. Era exigido que eles pagassem suas próprias viagens. O torneio era conhecido como sumai no sechie, ou “festa sumai”.

Influências de outros países vizinhos do Japão, que compartilham muitas tradições culturais, não podem ser descartadas, visto que eles apresentam estilo de luta tradicional que têm semelhança com o sumô. Exemplos famosos incluem a luta mongol, o Shuai jiao (摔角) chinês e o Ssireum coreano.

O lutador de sumô Somagahana Fuchiemon, c. 1850

No resto da história registrada japonesa, a popularidade do sumô mudou de acordo com os caprichos de seus governantes e a necessidade de seu uso como uma ferramenta de treinamento em períodos de guerra civil. A forma de luta provavelmente mudou gradativamente para uma forma na qual o objetivo principal na vitória era jogar o adversário para fora. O conceito de puxar um oponente para fora de uma área definida surgiu algum tempo depois.

Além disso, acredita-se que um ringue, definido como algo que não é simplesmente a área data para os lutadores, surgiu no século XVI como um resultado de um torneio organizado pelo principal senhor feudal da época no Japão, Oda Nobunaga. Neste momento, os lutadores vestiam tangas frouxas, ao invés dos cintos de luta mawashi mais duros de hoje. Durante o período Edo, os lutadores vestiam um avental decorativo com franjas chamado kesho-mawashi durante a luta, enquanto atualmente eles são vestidos apenas durante os rituais antes do torneio. A maior parte do resto das formas atuais do esporte foi desenvolvida no início do período Edo.

Cena de luta de sumô, por volta de 1851

O sumô profissional (大相撲, ōzumō?) tem suas raízes no período Edo no Japão como uma forma de entretenimento esportivo. Os lutadores originais eram provavelmente samurais, às vezes ronins, que precisavam encontrar uma forma de renda. Os torneios profissionais de sumô atuais começaram no Santuário Tomioka Hachiman em 1684, e depois passaram a acontecer no Ekō-in, no período Edo. O Oeste do Japão também possuía seus próprios torneios neste período, tendo como centro mais proeminente Osaka. O sumô de Osaka continuou até o fim do período Taisho em 1926, quando ele fundiu-se com o sumô de Tóquio para formar uma única organização. Por um curto período após este momento, quatro torneios eram organizados por ano, dois torneios em locais no oeste do Japão, como Nagoia, Osaka e Fukuoka, e dois no Ryōgoku Kokugikan em Tóquio. De 1933 em diante, os torneios foram organizados quase exclusivamente no Ryōgoku Kokugikanaté as forças da ocupação americana se apropriarem dele e os torneios serem transferidos para o Santuário Meiji até a década de 1950. Então, um local alternativo, o Kuramae Kokugikan que era próximo do Ryōgoku, foi construído para o sumô. Também neste período, a Associação de Sumô começou a expandir para locais no oeste do Japão novamente, chegando a um total de seis torneios por ano em 1958, com metade deles em Kuramae. Em 1984, o Ryōgoku Kokugikan foi reconstruído e os torneios de sumo em Tóquio foram orgnaizados lá desde então.

Vencendo uma luta de sumô

O vencedor de uma luta de sumô é aquele que:

  1. For o primeiro lutador a forçar seu oponente para fora do ringue; ou
  2. For o primeiro lutador a forçar seu oponente a tocar o solo com qualquer parte do seu corpo que não a sola de seus pés.

Há também algumas outras regras menos comuns que podem ser usadas para determinar o vencedor. Por exemplo, um lutador usando uma técnica ilegal (ou kinjite) automaticamente é derrotado, como faz aquele cujo mawashi (ou cinto) se desamarra. Um lutador que falha em participar de sua luta (incluindo devido a uma contusão anterior) também automaticamente é derrotado (fusenpai).

As lutas consistem de um único round e frequentemente dura somente alguns segundos, visto que geralmente um lutador é rapidamente jogado para fora do círculo ou empurrado para o solo. No entanto, em alguns casos elas podem durar por alguns minutos. Cada partida é precedida por um elaborado ritual cerimonial. Tradicionalmente, os lutadores de sumô são reconhecidos por seu grande peso e sua grande massa corporal geralmente é um fator para a vitória no sumô. Não há divisões por peso no sumô profissional e, considerando a variedade de pesos corporais no sumo, um lutador pode às vezes encarar um oponente com o dobro de seu peso. No entanto, com uma técnica superior, lutadores menores podem controlar e derrotar lutadores muito maiores..[2]

Após o vencedor ser declarado, um gyōji (ou juiz) fora da arena determina o kimarite (ou técnica vencedora) usado na luta, que é então anunciado ao público.

Em ocasiões raras, o juiz podem conceder a vitória ao lutador que tocou o chão primeiro. Isto acontece se ambos os lutadores tocarem o chão praticamente ao mesmo tempo e for decidido que o lutador que tocou o chão depois não tinha nenhuma chance de vencer, visto que devido à superioridade do seu oponente ele já estava em uma posição irrecuperável. O lutador perdedor é chamado de shini-tai (“corpo morto”) neste caso.

O ringue de luta (dohyō)

Ver artigo principal: dohyō

As lutas de sumô ocorrem em um dohyō (土俵): um ringue com 4,55 metros de diâmetro e 16,26 m² de área de fardos de palha de arroz em cima de uma plataforma feita de barro misturado com areia. Um novo dohyō é construído para cada torneio pelos interlocutores da luta (ou yobidashi). No centro há duas linhas brancas, as shikiri-sen, atrás das quais os lutadores se posicionam no início da luta.[3] Um telhado que lembra o de um templo xintoísta pode ser suspenso sobre o dohyō.

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Conheça grandes filmes japoneses

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O cinema japonês possui uma história de mais de 100 anos. A primeira produção japonesa foi um documentário de curta-metragem, produzido em 1899, que chamava Geisha no Teoderi. No entanto, devido ao terremoto de 1923 e ao bombardeio sofrido na Segunda Guerra Mundial, a maioria das produções japonesas cinematográficas produzidas até então acabaram perdidas.

Depois desse período conturbado na história nipônica, a partir da década de 30, o cinema no país voltou a se fortalecer com diversos filmes contemplados pelas mais conceituadas premiações, inclusive com Oscars. No próximo tópico, relacionamos dez grandes produções japonesas que estiveram entre as mais premiadas. Se você não assistiu ainda alguns deles, vale a pena conferir. 🙂

Lista das dez produções mais premiadas na história do cinema japonês

1 – Rashomon (1950) – Oscar

Rashomon (1950)

Rashomon (1950) – Oscar
Data de lançamento: 25 de agosto de 1950 (Japão)
Direção: Akira Kurosawa
Estrelas: Toshiro Mifune, Machiko Kyô, Masayuki Mori
Música composta por: Fumio Hayasaka
Roteiro: Akira Kurosawa, Shinobu Hashimoto
Sinopse: O filme descreve um estupro e um assassinato por meio de relatos totalmente divergentes de quatro testemunhas.

Link do filme Rashomon completo e legendado (YouTube)

2 – “Jigokumon” (1953) – Oscar

As Portas do Inferno- Jigokumon (1953)

Jigokumon (1953) 
Título em português: Portal do Inferno
Data de lançamento: 31 de outubro de 1953 (Japão)
Direção: Teinosuke Kinugasa
Estrelas: Machiko Kyô, Kazuo Hasegawa, Isao Yamagata
Música composta por: Yasushi Akutagawa
Roteiro: Teinosuke Kinugasa, Masaichi Nagata, Kan Kikuchi
Sinopse: Um samurai que resgata uma mulher e se interessa por ela, sem saber que se trata de uma moça casada. Foi o primeiro filme colorido japonês lançado fora do país.

Link do Trailer de Jigokumon (YouTube)

3 – “Miyamoto Musachi” (1956) – Oscar

Miyamoto Musachi (1956)

Miyamoto Musachi kanketsuhen: Ketto Ganryujima
Data de lançamento: 1 de janeiro de 1956 (Japão)
Direção: Hiroshi Inagaki
Estrelas: Toshiro Mifune, Mariko Okada, Koji Tsuruta
Roteiro: Hideji Hôjô, Hiroshi Inagaki,
Sinopse: Dois amigos deixam seu povo para lutar com o exército e acabam na casa de uma viúva com sua filha.

Link do Trailer de Miyamoto Musachi (YouTube)

4 – “A mulher de areia” (1964) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes e indicado ao Oscar de melhor direção e melhor filme estrangeiro

A mulher de areia (1964)

Suna no Onna (1964)
Título em português: A mulher de areia
Data de lançamento: 15 de fevereiro de 1964
Diretor: Hiroshi Teshigahara
Elenco: Eiji Okada, Kyoko Kishida, Koji Mitsui
Roteiro: Kobo Abe (roteiro e romance), Eiko Yoshida
Sinopse: Um homem sai para caçar insetos raros e acaba caindo em uma armadilha.

Link do filme Suna no Onna completo e legendado (YouTube)

5 – “Kwaidan” (1965) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes

Kwaidan (1965)

Kwaidan (1965)
Título de português: As 4 Faces do Medo
Data de lançamento: 6 de janeiro de 1965
Diretor: Masaki Kobayashi
Elenco: Rentaro Mikuni, Michiyo Aratama, Misako Watanabe
Roteiro: Yoko Mizuki
Sinopse: Filme composto por quatro histórias de terror, não relacionadas.

Link do Trailer de Kwaidan (YouTube)

6 – “A Balada de Narayama” (1983) – Palma de Ouro em Cannes

A Balada de Narayama (1983)

Narayama Bushi Ko (1983)
Título em português: A Balada de Narayama
Data de lançamento: 29 de abril de 1983 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura
Elenco: Ken Ogata, Sumiko Sakamoto, Sumiko Sakamoto, Aki Takejo, Tonpei Hidari
Autor: Shichirō Fukazawa
Sinopse: Em uma pequena cidade japonesa, existe uma tradição que quem completa 70 anos deve rumar para o topo de uma montanha e esperar a morte. Orin está prestes a completar essa idade, mas só pensa em arrumar uma esposa para seu filho mais velho.

Link do Trailer de A Balada de Narayama (YouTube)

7 – “Hana-bi – Fogos de artifícios” (1997) – Leão de Ouro do Festival de Cinema de Veneza

Hana-bi – Fogos de artifícios (1997)

HANA-BI (1997)
Título em português: Hana-bi – Fogos de artifícios
Data de lançamento: 24 de Janeiro de 1998
Direção: Takeshi Kitano
Música composta por: Joe Hisaishi
Roteiro: Takeshi Kitano
Elenco: Takeshi Kitano, Kayoko Kishimoto, Ren Osugi, Susumu Terajima, Tetsu Watanabe
Sinopse: Um policial vive dois dramas pessoais complicados. Enquanto seu parceiro é baleado por mafiosos e ele corre em busca de vingança, sua mulher está à beira da morte.

Link do trailer do filme Hana-bi (YouTube)

8 – “A Enguia” (1997) – Palma de Ouro em Cannes

A Enguia (1997)

Unagi (1997)
Título em português: A Enguia
Data de lançamento: 24 de maio de 1997 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura, Daisuke Tengan, Motofumi Tomikawa
Elenco: Misa Shimizu, Kōji Yakusho, Kōji Yakusho, Mitsuko Baisho, Mitsuko Baisho
Sinopse: Um barbeiro condenado por matar sua mulher é libertado e vê sua vida mudar radicalmente, após salvar a vida de uma moça que tentava suicídio.

Link do Trailer de Unagi (YouTube)

9 – “A viagem de Chihiro” (2001) – Leão de ouro de Veneza, Urso de Ouro no Festival de Berlim e o Oscar de Melhor Filme de Animação

Confira 10 filmes japoneses premiadosA viagem de Chihiro (2001)

Sen to Chihiro no Kamikakushi (2001)
Título em português: A viagem de Chihiro
Data de lançamento: 18 de julho de 2003 (Brasil)
Diretor: Hayao Miyazaki
Roteiro: Hayao Miyazaki
Música composta por: Joe Hisaishi
Canção original: Always With Me
Personagens: Haku, Yubaba, Chihiro Ogino, Kamaji, Boh, Aogaeru, Bandai-gaeru, Lin, Akio Ogino, Kawa no Kami
Sinopse: Trata-se de um filme de animação, dirigido por Hayao Miyazaki, que conta a história da família Orgino. A família está mudando para uma nova cidade, mas se depara com assustadores e inesperados percalços.

Link do filme Sen to Chihiro no Kamikakushi dublado (YouTube)

10 – “A partida” (2009) – Oscar de melhor filme estrangeiro

Okuribito – A Partida (2009)

Okuribito (2009)
Título em português: A Partida
Data de lançamento: 5 de junho de 2009
Diretor: Yojiro Takita
Música composta por: Joe Hisaishi
Autor: Aoki Shinmon
Roteiro: Kundo Koyama
Elenco: Masahiro Motoki, Ryoko Hirosue, Kazuko Yoshiyuki, Tsutomu Yamazaki, Kimiko Yo
Sinopse: Conta a história de um jovem recém-casado que perde o emprego. Ao mudar de cidade e arrumar um novo emprego, o protagonista descobrirá um novo sentido em sua vida.

Link do filme Okuribito dublado (YouTube)

Um pouco sobre a cultura japonesa

CULTURA

O Japão exibe uma cultura multifacetada, com tradições milenares. Embora tenha raízes na cultura chinesa, a distância geográfica permitiu ao Japão a construção de um modelo cultural diferenciado e cujas marcas persistem mesmo com a característica dinâmica do povo de adaptar-se à evolução tecnológica.

Religião

Os japoneses têm o sincretismo religioso como marca. Suas principais crenças têm raízes no xintoísmo e budismo, mas coexistem com outras religiões, até mesmo com a cristã.

Diferente do que ocorre no Ocidente, no Japão, não há pregações religiosas e a religião não é vista como doutrina, mas um modo de vida. É considerada um código moral, um modo de viver e está tão arraigada, que não se distingue dos valores sociais e culturais da população.

A introspecção também marca a religião no Japão. As orações não são públicas e, menos ainda, integram cerimônias oficiais. A adoração não é comum entre os japoneses. Os rituais de vida (nascimento, casamentos, aniversários) e morte (funerais) são parte comum da vida no Japão.

Nem sempre foi assim, contudo. Até a Segunda Guerra Mundial, o imperador japonês era considerado um verdadeiro deus. O conflito quebrou esse sistema de crenças e, após a recuperação econômica, a religião define a espiritualidade do povo.

Leia mais sobre o Xintoísmo e o Budismo.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/cultura-japonesa/

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Conheça a roupa tradicional japonesa

Quimono – A Roupa Tradicional Japonesa

Tipos de Quimono – Roupa tradicional japonesa
O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo. A palavra Kimonosignifica “coisa de vestir” (kiru=vestir, mono=coisa), em outras palavras, “roupas”, e até meados do século 19 foi a roupa usada por todos no Japão. Isso começou a mudar lentamente com a importação de ternos, vestidos e outras modas ocidentais durante a Era Meiji.

Existem diferentes tipos de kimono para diferentes ocasiões e estações, incluindo aquelas usadas pelos homens. Ultimamente é usado por algumas pessoas mais velhas ou artistas tradicionais. O Kimono não faz mais parte da roupa cotidiana dos japoneses, mas ainda são amplamente usados em ocasiões especiais como casamentos, cerimônias de graduação e ritos de passagem de idade.

Seijinshiki - Cerimônia da Maioridade

Graças à popularidade das xilogravuras de Ukiyo no Ocidente no início do século passado, a donzela vestida de quimono, se tornou uma das imagens mais simbólicas do Japão. Vestir-se de quimono e outros acessórios das gueixas ou maiko ainda é uma das atividades mais populares para os turistas que visitam a terra do sol nascente.
Uma das razões é o custo, pois existem kimonos de seda que podem custar mais de um milhão de ienes.

Há também a questão de como colocar o kimono e amarrar o obi (faixa decorativa), um processo complicado que está além da capacidade de muitas mulheres jovens. Elas geralmente têm de pedir às suas mães para ajudá-las ou fazer curso em uma escola de quimono. Outra razão é a influência da moda ocidental, que fazem com que cada dia menos japoneses queiram usar as vestimentas tradicionais.

História e evolução do Kimono

História do Kimono

A ilustração à esquerda mostra como o design do quimono tem mudado ao longo dos séculos. No período Nara (710-94), uma peça chamada kosode (mangas pequenas) foi usado, inicialmente, como roupa de baixo e mais tarde como um vestuário exterior, tanto por homens e mulheres. A peça tornou-se conhecido como um quimono do século 18. Embora hoje muito menos comum do que costumava ser, é provável que um turista veja pelo menos uma destas peças de vestuário durante a sua estadia.

As mulheres usam quimono quando participam de artes tradicionais, tais como uma cerimônia do chá ou ikebana. Meninas e mulheres jovens, solteiras usam Furisode, um estilo colorido de quimono com mangas compridas e amarradas com obi com uma cor brilhante (faixa). Kimono feito em tecido com motivos geométricos simples, chamado Komon Edo, são mais simples e casuais.

Nos casamentos, os noivos, muitas vezes, passam por diversas trocas no figurino. Um deles é a noiva vestir um shiromuku, um kimono pesado, com bordado branco e  uma peruca elaborada. O noivo veste um quimono preto de seda que leva o brasão da família, hakama (saia pregueada) e meias pretas compridas chamado haori. Ocasionalmente são usados ternos ocidentais em pessoas do sexo masculino durante a cerimônia do casamento.

Para funerais, tanto homens como mulheres usam quimono preto liso. Muitas vezes é difícil dizer se um cara está indo para um casamento ou um funeral, exceto pela gravata, que é branca para casamentos e preta para funerais.

Em janeiro de cada ano, jovens de 20 anos comemoram o dia da Maioridade. Outras ocasiões, que se veste quimono incluem Ano Novo cerimônias de formatura e Shichi-go-san para as crianças.

Tradicionalmente, a arte de vestir um quimono era passado de mãe para filha, mas hoje em dia, as escolas ensinam as técnicas necessárias nesses dias especiais para que o costume continue a existir nas futuras gerações. A primeira coisa é colocar a tabi (meias brancas de algodão), depois coloca-se a roupa interior, um kimono branco, de algodão o nagajuban, que é amarrado com um cinto datemaki, e finalmente o quimono, com o lado superior esquerdo à direita (direita para a esquerda só é utilizado quando veste um cadáver para o enterro) e amarrado com o obi.

Sobre o nagajuban, tem o haneri (colar), que fica dentro da gola do quimono. O Haneri serve como uma forma de atrair a atenção das pessoas para o pescoço, que dizem ser considerada a parte mais sensual da mulher que veste um quimono. Nos pés, sandálias zori, feitas de palha, são geralmente usadas.

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