Exposição retrata laços entre Japão e Minas Gerais

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Símbolo de um país, cores de extrema beleza e traço de união entre povos. A cerejeira é o convite para que belo-horizontinos e visitantes conheçam um pouco da cultura nipônica na exposição Da terra ao aço: Japão e Minas em laços de amizade e trabalho, em cartaz até domingo no primeiro piso do Ponteio Lar Shopping, na Região Central de Belo Horizonte. Num programa para toda a família, amanhã haverá distribuição de mudas de cerejeiras, oficina de origami e escrita japonesa.

Dividida em quatro eixos – economia, esportes, espiritualidade e arte/cultura –, a mostra celebra os 110 anos da imigração japonesa no Brasil, os 60 dos pioneiros do país oriental na Região Leste mineira e os 90 de fundação do jornal Estado de Minas. E conta ainda com uma linha do tempo que começa em 1908, com a chegada dos primeiros japoneses ao Brasil, no navio Kasato Maru e segue até os dias atuais.

 

15 curiosidades sobre o Japão

Assista esse vídeo que mostra 15 curiosidades sobre o Japão:

canal:  Mega Curioso

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O MELHOR DO JAPÃO

Assista esse vídeo que mostra um pouco da cidade de Tokyo:

canal: Muyloco

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20 Coisas que Provam que o Japão vive em 3018

Assista esse vídeo que mostra que o Japão é um país ”futurista”:

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Agência forma grupo para turismo no Japão em 2019

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O Japão tem encantos, mistérios, belezas naturais, avanços tecnológicos e muitos outros atrativos que têm feito o turismo do país crescer de maneira impressionante. Só no ano passado, mais de 24 milhões de pessoas visitaram o país, que tem o tamanho do estado de São Paulo. Para se ter ideia, o Brasil, de dimensões continentais, recebeu menos de 7 milhões no período.

E quem acha que viajar para o país do sol nascente é um sonho distante deve rever seus conceitos. Uma operadora de turismo da região, a Vivências Tur, em parceria com a Investur, especialista em viagens para o país, tem programado vários grupos da Zona Sul de São Paulo rumo ao Japão. Tem sido um sucesso.

São 17 dias por cidades famosas e pontos turísticos essenciais, num roteiro que mescla história, progresso, paisagens deslumbrantes, gastronomia e cultura nipônica.

A viagem inclui, por exemplo, visita à Nara para visita ao Templo Todaiji, com sua enorme imagem de Buda, feita em bronze fundido, e ao Parque dos Cervos Sagrados.

Outro destaque é a visita ao Castelo de Nijo, ao Pavilhão Dourado (Kinkakuji) e ao Templo Xintoísta Heian, em Quioto. De trem bala os turistas ainda seguem rumo a Nagoya, conhecem o Monte Fuji e, claro, desvendam as características que tornam Tóquio uma das cidades mais modernas, excitantes e incríveis do planeta.

A agência já está organizando um grupo para maio de 2019, de forma a facilitar o planejamento – inclusive financeiro – da viagem.

fonte: http://jornalzonasul.com.br/agencia-forma-grupo-para-turismo-no-japao-em-2019/

Casa de apoio a imigrantes e refugiados é criada em Brasília

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Uma casa de apoio para acolher imigrantes e refugiados foi inaugurada em Brasília nesta quinta-feira (8). A Casa de Direitos começou a funcionar no Conic, na região central da capital, e é coordenada pela Cáritas Brasileira, entidade de promoção e atuação social ligada à Igreja Católica.

Uma equipe com psicólogos, assistentes sociais, educadores e advogados vai oferecer atendimento jurídico, acompanhamento psicossocial e capacitações profissionais. No local, estrangeiros poderão ter aulas de língua portuguesa, cultura brasileira, legislação trabalhista, economia solidária, empreendedorismo e inclusão digital – tudo de graça.

“Não vamos substituir o Estado, mas temos a missão de acompanhar os migrantes juntos aos órgãos para que eles tenham acesso aos mecanismos públicos”, disse o gestor da Casa, Wagner Cesário.

A unidade também vai oferecer auxílio para a realização do Protocolo de Solicitação de Refúgio, emitido pela Polícia Federal. Com o documento, os refugiados podem emitir CPF, carteira de trabalho e têm direito à previdência social.

“Quase 100% dos que chegam ao Brasil não tem acesso aos serviços básicos oferecidos pelo governo, porque não dispõe do documento que reconhece a condição de refugiados”, disse o coordenador da Cáritas Brasileira, Fernando Zamban.

“Como não existe este tipo de controle na fronteira, eles podem entrar como turistas”, completou.

É o caso de Andrerobert Lunga, de 36 anos, que aguarda uma resposta do conselho desde 2012. Ele veio da República Democrática do Congo há oito anos para estudar no seminário da Igreja Católica em Mogi das Cruzes (SP).

Em 2011, Lunga chegou a retornar ao Congo, mas foi preso no aeroporto. “A polícia roubou meu dinheiro e fui perseguido no meu próprio país.”

No ano seguinte, ele voltou ao Brasil para continuar nos estudos, mas os padres recomendaram que ele voltasse ao país de origem.

“Chegaram a comprar passagem para mim, mas pulei o muro e fugi. Voltar era me entregar para a morte.”

Foi quando ele pediu ajuda a amigos e conhecidos brasileiros e veio morar em Brasília. Lunga trabalhou como professor de francês, auxiliar de escritório e transportador de cargas em um supermercado atacadista. Agora, conta com o apoio da Casa de Direitos.

A ideia é que a Casa seja, também, um espaço de integração entre os migrantes. O espaço recebe apoio financeiro da Fundação Banco do Brasil e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Moradia subsidiada

A Cáritas Brasileira também vai oferecer moradia subsidiada por seis meses a refugiados abrigados em Roraima. Eles poderão escolher Brasília ou uma das outras seis capitais do país onde há uma Casa de Direitos — Boa Vista, Porto Velho, Recife, São Paulo, Curitiba e Florianópolis.

Até o fim de novembro, Brasília deve receber 102 refugiados sob esta condição. Eles vão viver em apartamentos em São Sebastião. A ideia do projeto é “promover a integração” desses imigrantes com a população brasileira.

Somente aqueles que estiverem na fronteira terão direito ao benefício, porque “a situação lá é caótica”, segundo Zamban. “Chegam cerca de 400 refugiados por dia e o governo federal consegue realocar só 800 a cada dois, três meses.”

A instituição tem condições financeiras para atender 1.224 refugiados durante um ano, com garantia de abrigo e alimentação. Os que aceitarem a oferta terão seis meses para se adaptar à cidade e buscar uma fonte sustentável de renda.

O que faz a Cáritas Brasileira?

A atuação da Cáritas Brasileira está concentrada em quatro frentes, segundo Zamban: imigração e refúgio; infância adolescência e juventudes; economia popular solidária; e ajuda humanitária.

A Cáritas Brasileira atende de 100 a 150 imigrantes por mês no Distrito Federal. “Nos últimos cinco anos, tivemos fluxos maiores de venezuelanos, haitianos, sírios e africanos”, disse Zamban.

Antes da inauguração da Casa de Direitos, a instituição oferecia um apoio “muito pontual” para quem chegava com maior vulnerabilidade, segundo o coordenador. As referências para mudar o modelo de atendimento foram as Cáritas de São Paulo e do Rio de Janeiro, que já prestavam esse tipo de atendimento.

fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/11/08/casa-de-apoio-a-imigrantes-e-refugiados-e-criada-em-brasilia.ghtml

Os lugares pouco conhecidos de Brasília que você precisa visitar

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Em Brasília, o que não falta são espaços turísticos. Cada canto tem um museu ou monumento que conte a história da cidade. O Congresso Nacional, a Catedral e o Museu da República compõem o cartão-postal da cidade e são exemplos da vocação brasiliense para o turismo. Mas isso não significa que outros lugares não estejam impregnados de arte, cultura e acervos históricos, muitas vezes, ignorados pela própria população do Distrito Federal.

Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, o Palácio Itamaraty é um exemplo de monumento cheio de potencial turístico. Sede do Ministério das Relações Exteriores, foi concebido com o propósito de apresentar o Brasil aos visitantes estrangeiros. Inteiramente construído com materiais nacionais, possui um conjunto de salões que abrigam obras de artistas brasileiros. O acervo é composto por grandes nomes da arte nacional, como Athos Bulcão, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Frans Krajcberg, Franz Weissmann, Maria Martins, Mary Vieira, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Rubem Valentim, Sérgio de Camargo e Tomie Ohtake.
O palácio é um verdadeiro museu, com coleções que vão do barroco ao período contemporâneo. “A coleção do Itamaraty representa o que havia de mais importante no país na época em que foi construído”, conta Heitor Granafei, curador e organizador da exposição Desenhando para um palácio, em cartaz no Itamaraty. “A ideia de Brasília era de modernidade; então, a coleção tem muitas coisas modernas e peças especialmente encomendadas para artistas que expunham na bienal de São Paulo e um certo número de peças imobiliário antigo.”
O curador afirma que Ministério das Relações Exteriores quer promover e compartilhar esse acervo que pertence à população. “A ideia é justamente de que o palácio se insira cada vez mais na vida cultural da cidade. O brasiliense vai ter um panorama muito completo da criatividade nacional, além de poder encontrar arte brasileira do século 20 e um vasto acervo mobiliário desde o século 18”.
Granafei acredita que não visitar o monumento histórico é uma coisa comum na maioria das cidades do país e do mundo. “Como aquilo está sempre à mão, as pessoas adiam a ida para quando vier um parente, por exemplo, e pode acabar não indo a esses lugares. E isso é típico quando os pontos culturais são permanentes, como o palácio”, diz.
A fisioterapeuta Leopoldina Moreira visitou o palácio quando criança. Agora, retornou ao Itamaraty para acompanhar o filho, Pedro Arthur, em sua primeira visita no local. “Me surpreendi muito com as obras de arte e os significados por trás delas. A representatividade das coisas é muito interessante. Acho fundamental para a nossa autoestima como brasileiro, porque a gente pode ver a capacidade que os artistas tinham naquela época, com tanta falta de recurso. Acho muito importante manter e valorizar isso”, comenta a fisioterapeuta.
A servidora pública Manu Ribeiro Leite veio do Rio de Janeiro para visitar Brasília e o Itamaraty foi um dos pontos que queria conhecer da cidade. “Achei tudo muito bacana. Aqui a gente entra e, a cada passo, toda a perspectiva muda. A nossa visita não é turística, a gente veio como cidadão”, comenta.
Outro que veio peregrinar por Brasília foi o engenheiro civil Tarcisio Xavier. Ele veio de Recife para conhecer o palácio do Itamaraty. “Eu fiquei admirado quando me explicaram que esse vão [no saguão de entrada] é um dos maiores da América Latina. Aqui em Brasília, boa parte dos prédios têm mais de 50 anos, mas, ainda assim, é tudo muito moderno e o palácio é um exemplo disso”, afirma.

Monumento a céu aberto

Outro local pouco aproveitado pela população do DF não fica muito longe do Itamaraty: o Panteão da Pátria. Localizado nas proximidades da Praça dos Três Poderes, o memorial cívico homenageia pessoas brasileiras que, de algum modo, serviram para a maturidade e engrandecimento do país.
Inaugurado em 7 de setembro de 1986, ele foi criado por Oscar Niemeyer e apresenta uma arquitetura modernista simbolizando uma pomba. A área externa é a mais freqüentada pela população. No alto de uma torre erguida em diagonal, arde uma tocha com “a chama eterna”, que representa a liberdade do povo e a independência do país. Mas a pira foi apagada em 2016 por falta de verba do Governo do Distrito Federal (GDF).
O estudante de arquitetura Felipe José trabalha no Senado Federal e conta que gosta de passar pelo Panteão após o expediente e subir as escadarias para olhar Brasília de uma perspectiva diferente. “Acho interessante como tudo foi construído, isso acaba por impactar na minha vida profissional também. Gosto de ir à tocha para ter inspiração, mas isso acaba sendo transformado num momento de lazer”, garante.
O Panteão possui três pavimentos e tem área total de 2.105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro andar está o vitral de autoria de Marianne Peretti, responsável pelos vitrais da Catedral.

Outros charmes

A cultura e a história de Brasília pode ser revelada em diversos locais. O Correio selecionou alguns espaços que abrigam a vida artística da capital e podem ser explorados pelos brasilienses.
 
» Espaço Cena
Criado em 2005 pela organização do Cena Contemporânea — Festival Internacional de Teatro de Brasília, o Espaço Cena é um centro cultural situado na 205 Norte, quadra conhecida por suas características arquitetônicas diferenciadas e que conta com iniciativas culturais e artísticas diversas. O espaço abriga temporadas de espetáculos, oficinas de arte, exposições fotográficas, shows e degustações gastronômicas. Os ambientes intimistas, confortáveis e descontraídos reafirmam o conceito de ponto de encontro e de celebração da cultura e das artes produzidas em Brasília e no Brasil.
» Galeria Olhos de Águia
Localizada na Praça da CNF de Taguatinga Norte, a galeria do fotojornalista Ivaldo Cavalcante foi idealizada para abrigar o acervo do seu criador. Pouco a pouco, tomou forma e se tornou um local ideal para trocas de experiências sobre o mundo da fotografia. O espaço, que também abriga um bar, recebe diversas atividades culturais, como exposições, mostras de filmes, feiras fotográficas e pocket shows.
» A pilastra
A pilastra é um apartamento no Guará que foi transformado em galeria de arte, estúdio de produção audiovisual e ateliê aberto aos artistas. A proposta é lutar pela presença e democratização da arte fora do centro. A galeria também comercializa obras de arte nacionais e internacionais, produz conteúdo audiovisual e recebe artistas e visitantes que queiram espaço e contato com expressões artísticas descentralizadas.
 
» Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Brasília é um respiro de ar puro no contrafluxo dos espaços fechados. É um espaço dedicado a uma coleção de plantas, mas também ao cultivo e à exposição. Entre as atividades destinadas aos visitantes estão educação ambiental e lazer orientado para a conservação da biodiversidade do cerrado, que pode ser apreciado nas “trilhas interpretativas”. Além disso, o jardim conta com museus e jardins temáticos, como o jardim evolutivo, o jardim de cheiros, o jardim japonês e o jardim de contemplação. Memorial dos povos indígenas Construído em 1987, o Memorial foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca dos índios Yanomami. O espaço abriga uma coleção destinada a apresentar a diversidade e a riqueza da cultura indígena, que se revela de forma dinâmica e viva. Com esse propósito, o memorial promove eventos com a presença e a participação de representantes indígenas de diferentes regiões do país. No acervo, há peças de diversas tribos e objetos que fazem parte da coleção de Darcy-Berta-Galvão.
fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/10/07/interna_cidadesdf,710636/os-lugares-pouco-conhecidos-de-brasilia-que-voce-precisa-visitar.shtml