Cultura italiana em Curitiba

Imigração e Cultura Italiana em Curitiba

Imigração e Cultura Italiana em Curitiba

Na segunda metade do século XIX, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população europeia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.

A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.

A América possuía fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de imigrantes do velho para o Novo Mundo.

Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.

A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século XX. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.

Em Curitiba, os italianos chegaram a partir de 1872, estabelecendo-se, como agricultores, em vários núcleos coloniais da região. Esses núcleos deram origem aos atuais bairros de Pilarzinho, Água Verde, Umbará e Santa Felicidade, entre outros. Com o passar do tempo, os italianos adotaram outras atividades, incluindo industriais e comerciais. Hoje, seus descendentes contribuem de forma importante, em todas as áreas de atividade em Curitiba.

O bairro de Santa Felicidade é conhecido pela preservação da cultura italiana, em Curitiba, principalmente na gastronomia.

Em Curitiba, vários lugares lembram a imigração:

Consulado da Itália, com Quadro de Angiolo Tomasi, de 1896, retratando a partida dos imigrantes da Itália. Original na Galeria Nazionale di Arte Moderna, em Roma.

O Bosque São Cristóvão, também conhecido como Bosque Italiano, é um espaço dedicado á cultura italiana, em Santa Felicidade. No mesmo espaço, há o Memorial da Imigração Italiana de Curitiba.

Ainda em Santa Felicidade, existe o Monumento ao Centenário da Imigração Italiana, na av. Manoel Ribas.

Exposta no restaurante do bairro Cascatinha há uma carroça utilizada por imigrantes. Esse transporte fazia parte da antiga colônia de imigrantes italianos de Santa Felicidade.

Igreja de São Pedro concluída em 1938, no bairro de Umbará, em Curitiba. Arquitetura de inspiração italiana.

Fontes: http://www.caminhodovinho.tur.br

www.curitiba-parana.net

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Itália – Conhecendo Veneza

Assista esse vídeo que mostra Veneza, uma cidade da Itália que é diferenciada de qualquer outra:

canal: Louco por Viagens

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VERONA NA ITÁLIA

Assista esse vídeo que mostra Verona, a cidade de Romeu e Julieta que fica na Itália:

canal: Um bilhete, por favor.

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COMIDA DO EXÉRCITO DA ITÁLIA

Assista esse vídeo que mostra como é a comida do exército da Itália:

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Itália propõe inserir idioma daquele país nas escolas de MT

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O Vice-Consulado Honorário da Itália em Cuiabá apresentou nesta sexta-feira (09.11), durante o evento da Primeira Missão Consular da Itália em Mato Grosso, proposta para inserir o idioma italiano no currículo das escolas estaduais. A proposta se entende para todo o sistema de ensino do Estado, o que inclui escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio e instituições de ensino superior.

O evento é realizado pelo Vice-Consulado, com o apoio do Governo de Mato Grosso e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e visa fomentar o relacionamento e estreitar laços econômicos, culturais e educacionais entre a Itália e o Estado.

O cônsul Geral da Itália em São Paulo, Filippo La Rosa, destacou que aprender o idioma italiano, que é o quarto mais falado no mundo, não contribui apenas para uma carreira profissional, mas também para oferecer oportunidades aos jovens brasileiros, como abrir portas para cursarem universidades italiana.

“O italiano cada vez mais é incluído nos setores econômicos importantes do mundo inteiro, além disso, registramos nos últimos anos um crescente interesse de jovens estrangeiros para as universidades italianas, que são excelentes e estão muito bem posicionadas nos rankings internacionais”.

Segundo o cônsul, com a globalização e um mundo hipercompetitivo a capacitação, a formação e a educação formam um conjunto imprescindível na preparação dos jovens.

A Secretária de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Marioneide Kliemaschewsk, participou do evento e destacou alguns pontos da educação pública de Mato Grosso. Ela lembrou que a rede estadual é constituída por 768 unidades escolares, atendendo cerca de 402 mil alunos, e, atualmente, o inglês e o espanhol são as duas línguas que fazem parte do currículo nas unidades escolares.

“Quando oferecemos novas oportunidades aos jovens estamos contribuindo não só com a melhoria da qualidade da educação, mas também para a melhoria da qualidade de vida deles. E é dentro dessa perspectiva que esperamos que essa proposta se torne realidade na rede estadual, principalmente nas 40 escolas plenas, que funcionam em tempo integral”.

No entanto, segundo a secretária, é preciso que essa proposta seja discutida com a comunidade, assessorias pedagógicas, diretores e coordenadores das unidades escolares.

“Precisamos fazer os trâmites de organização, fazendo o diagnóstico junto à rede, pois uma das coisas que priorizamos no Estado é fazer com que as políticas públicas da educação sejam discutidas na coletividade”, enfatizou a secretária, acrescentando que quando a comunidade é chamada para discutir questões que envolvem as políticas públicas para a educação surte um resultado muito bom, porque ela se sente pertencente ao processo educacional.

“E pensando um pouco no município de Cuiabá, rumo aos 300 anos, já estou desenhando mentalmente um projeto pedagógico piloto em escolas de Cuiabá e Várzea Grande”, finalizou.

fonte: https://www.24horasnews.com.br/noticia/italia-propoe-inserir-idioma-daquele-pais-nas-escolas-de-mt.html

Casa de apoio a imigrantes e refugiados é criada em Brasília

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Uma casa de apoio para acolher imigrantes e refugiados foi inaugurada em Brasília nesta quinta-feira (8). A Casa de Direitos começou a funcionar no Conic, na região central da capital, e é coordenada pela Cáritas Brasileira, entidade de promoção e atuação social ligada à Igreja Católica.

Uma equipe com psicólogos, assistentes sociais, educadores e advogados vai oferecer atendimento jurídico, acompanhamento psicossocial e capacitações profissionais. No local, estrangeiros poderão ter aulas de língua portuguesa, cultura brasileira, legislação trabalhista, economia solidária, empreendedorismo e inclusão digital – tudo de graça.

“Não vamos substituir o Estado, mas temos a missão de acompanhar os migrantes juntos aos órgãos para que eles tenham acesso aos mecanismos públicos”, disse o gestor da Casa, Wagner Cesário.

A unidade também vai oferecer auxílio para a realização do Protocolo de Solicitação de Refúgio, emitido pela Polícia Federal. Com o documento, os refugiados podem emitir CPF, carteira de trabalho e têm direito à previdência social.

“Quase 100% dos que chegam ao Brasil não tem acesso aos serviços básicos oferecidos pelo governo, porque não dispõe do documento que reconhece a condição de refugiados”, disse o coordenador da Cáritas Brasileira, Fernando Zamban.

“Como não existe este tipo de controle na fronteira, eles podem entrar como turistas”, completou.

É o caso de Andrerobert Lunga, de 36 anos, que aguarda uma resposta do conselho desde 2012. Ele veio da República Democrática do Congo há oito anos para estudar no seminário da Igreja Católica em Mogi das Cruzes (SP).

Em 2011, Lunga chegou a retornar ao Congo, mas foi preso no aeroporto. “A polícia roubou meu dinheiro e fui perseguido no meu próprio país.”

No ano seguinte, ele voltou ao Brasil para continuar nos estudos, mas os padres recomendaram que ele voltasse ao país de origem.

“Chegaram a comprar passagem para mim, mas pulei o muro e fugi. Voltar era me entregar para a morte.”

Foi quando ele pediu ajuda a amigos e conhecidos brasileiros e veio morar em Brasília. Lunga trabalhou como professor de francês, auxiliar de escritório e transportador de cargas em um supermercado atacadista. Agora, conta com o apoio da Casa de Direitos.

A ideia é que a Casa seja, também, um espaço de integração entre os migrantes. O espaço recebe apoio financeiro da Fundação Banco do Brasil e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Moradia subsidiada

A Cáritas Brasileira também vai oferecer moradia subsidiada por seis meses a refugiados abrigados em Roraima. Eles poderão escolher Brasília ou uma das outras seis capitais do país onde há uma Casa de Direitos — Boa Vista, Porto Velho, Recife, São Paulo, Curitiba e Florianópolis.

Até o fim de novembro, Brasília deve receber 102 refugiados sob esta condição. Eles vão viver em apartamentos em São Sebastião. A ideia do projeto é “promover a integração” desses imigrantes com a população brasileira.

Somente aqueles que estiverem na fronteira terão direito ao benefício, porque “a situação lá é caótica”, segundo Zamban. “Chegam cerca de 400 refugiados por dia e o governo federal consegue realocar só 800 a cada dois, três meses.”

A instituição tem condições financeiras para atender 1.224 refugiados durante um ano, com garantia de abrigo e alimentação. Os que aceitarem a oferta terão seis meses para se adaptar à cidade e buscar uma fonte sustentável de renda.

O que faz a Cáritas Brasileira?

A atuação da Cáritas Brasileira está concentrada em quatro frentes, segundo Zamban: imigração e refúgio; infância adolescência e juventudes; economia popular solidária; e ajuda humanitária.

A Cáritas Brasileira atende de 100 a 150 imigrantes por mês no Distrito Federal. “Nos últimos cinco anos, tivemos fluxos maiores de venezuelanos, haitianos, sírios e africanos”, disse Zamban.

Antes da inauguração da Casa de Direitos, a instituição oferecia um apoio “muito pontual” para quem chegava com maior vulnerabilidade, segundo o coordenador. As referências para mudar o modelo de atendimento foram as Cáritas de São Paulo e do Rio de Janeiro, que já prestavam esse tipo de atendimento.

fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/11/08/casa-de-apoio-a-imigrantes-e-refugiados-e-criada-em-brasilia.ghtml

Os lugares pouco conhecidos de Brasília que você precisa visitar

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Em Brasília, o que não falta são espaços turísticos. Cada canto tem um museu ou monumento que conte a história da cidade. O Congresso Nacional, a Catedral e o Museu da República compõem o cartão-postal da cidade e são exemplos da vocação brasiliense para o turismo. Mas isso não significa que outros lugares não estejam impregnados de arte, cultura e acervos históricos, muitas vezes, ignorados pela própria população do Distrito Federal.

Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, o Palácio Itamaraty é um exemplo de monumento cheio de potencial turístico. Sede do Ministério das Relações Exteriores, foi concebido com o propósito de apresentar o Brasil aos visitantes estrangeiros. Inteiramente construído com materiais nacionais, possui um conjunto de salões que abrigam obras de artistas brasileiros. O acervo é composto por grandes nomes da arte nacional, como Athos Bulcão, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Frans Krajcberg, Franz Weissmann, Maria Martins, Mary Vieira, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Rubem Valentim, Sérgio de Camargo e Tomie Ohtake.
O palácio é um verdadeiro museu, com coleções que vão do barroco ao período contemporâneo. “A coleção do Itamaraty representa o que havia de mais importante no país na época em que foi construído”, conta Heitor Granafei, curador e organizador da exposição Desenhando para um palácio, em cartaz no Itamaraty. “A ideia de Brasília era de modernidade; então, a coleção tem muitas coisas modernas e peças especialmente encomendadas para artistas que expunham na bienal de São Paulo e um certo número de peças imobiliário antigo.”
O curador afirma que Ministério das Relações Exteriores quer promover e compartilhar esse acervo que pertence à população. “A ideia é justamente de que o palácio se insira cada vez mais na vida cultural da cidade. O brasiliense vai ter um panorama muito completo da criatividade nacional, além de poder encontrar arte brasileira do século 20 e um vasto acervo mobiliário desde o século 18”.
Granafei acredita que não visitar o monumento histórico é uma coisa comum na maioria das cidades do país e do mundo. “Como aquilo está sempre à mão, as pessoas adiam a ida para quando vier um parente, por exemplo, e pode acabar não indo a esses lugares. E isso é típico quando os pontos culturais são permanentes, como o palácio”, diz.
A fisioterapeuta Leopoldina Moreira visitou o palácio quando criança. Agora, retornou ao Itamaraty para acompanhar o filho, Pedro Arthur, em sua primeira visita no local. “Me surpreendi muito com as obras de arte e os significados por trás delas. A representatividade das coisas é muito interessante. Acho fundamental para a nossa autoestima como brasileiro, porque a gente pode ver a capacidade que os artistas tinham naquela época, com tanta falta de recurso. Acho muito importante manter e valorizar isso”, comenta a fisioterapeuta.
A servidora pública Manu Ribeiro Leite veio do Rio de Janeiro para visitar Brasília e o Itamaraty foi um dos pontos que queria conhecer da cidade. “Achei tudo muito bacana. Aqui a gente entra e, a cada passo, toda a perspectiva muda. A nossa visita não é turística, a gente veio como cidadão”, comenta.
Outro que veio peregrinar por Brasília foi o engenheiro civil Tarcisio Xavier. Ele veio de Recife para conhecer o palácio do Itamaraty. “Eu fiquei admirado quando me explicaram que esse vão [no saguão de entrada] é um dos maiores da América Latina. Aqui em Brasília, boa parte dos prédios têm mais de 50 anos, mas, ainda assim, é tudo muito moderno e o palácio é um exemplo disso”, afirma.

Monumento a céu aberto

Outro local pouco aproveitado pela população do DF não fica muito longe do Itamaraty: o Panteão da Pátria. Localizado nas proximidades da Praça dos Três Poderes, o memorial cívico homenageia pessoas brasileiras que, de algum modo, serviram para a maturidade e engrandecimento do país.
Inaugurado em 7 de setembro de 1986, ele foi criado por Oscar Niemeyer e apresenta uma arquitetura modernista simbolizando uma pomba. A área externa é a mais freqüentada pela população. No alto de uma torre erguida em diagonal, arde uma tocha com “a chama eterna”, que representa a liberdade do povo e a independência do país. Mas a pira foi apagada em 2016 por falta de verba do Governo do Distrito Federal (GDF).
O estudante de arquitetura Felipe José trabalha no Senado Federal e conta que gosta de passar pelo Panteão após o expediente e subir as escadarias para olhar Brasília de uma perspectiva diferente. “Acho interessante como tudo foi construído, isso acaba por impactar na minha vida profissional também. Gosto de ir à tocha para ter inspiração, mas isso acaba sendo transformado num momento de lazer”, garante.
O Panteão possui três pavimentos e tem área total de 2.105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro andar está o vitral de autoria de Marianne Peretti, responsável pelos vitrais da Catedral.

Outros charmes

A cultura e a história de Brasília pode ser revelada em diversos locais. O Correio selecionou alguns espaços que abrigam a vida artística da capital e podem ser explorados pelos brasilienses.
 
» Espaço Cena
Criado em 2005 pela organização do Cena Contemporânea — Festival Internacional de Teatro de Brasília, o Espaço Cena é um centro cultural situado na 205 Norte, quadra conhecida por suas características arquitetônicas diferenciadas e que conta com iniciativas culturais e artísticas diversas. O espaço abriga temporadas de espetáculos, oficinas de arte, exposições fotográficas, shows e degustações gastronômicas. Os ambientes intimistas, confortáveis e descontraídos reafirmam o conceito de ponto de encontro e de celebração da cultura e das artes produzidas em Brasília e no Brasil.
» Galeria Olhos de Águia
Localizada na Praça da CNF de Taguatinga Norte, a galeria do fotojornalista Ivaldo Cavalcante foi idealizada para abrigar o acervo do seu criador. Pouco a pouco, tomou forma e se tornou um local ideal para trocas de experiências sobre o mundo da fotografia. O espaço, que também abriga um bar, recebe diversas atividades culturais, como exposições, mostras de filmes, feiras fotográficas e pocket shows.
» A pilastra
A pilastra é um apartamento no Guará que foi transformado em galeria de arte, estúdio de produção audiovisual e ateliê aberto aos artistas. A proposta é lutar pela presença e democratização da arte fora do centro. A galeria também comercializa obras de arte nacionais e internacionais, produz conteúdo audiovisual e recebe artistas e visitantes que queiram espaço e contato com expressões artísticas descentralizadas.
 
» Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Brasília é um respiro de ar puro no contrafluxo dos espaços fechados. É um espaço dedicado a uma coleção de plantas, mas também ao cultivo e à exposição. Entre as atividades destinadas aos visitantes estão educação ambiental e lazer orientado para a conservação da biodiversidade do cerrado, que pode ser apreciado nas “trilhas interpretativas”. Além disso, o jardim conta com museus e jardins temáticos, como o jardim evolutivo, o jardim de cheiros, o jardim japonês e o jardim de contemplação. Memorial dos povos indígenas Construído em 1987, o Memorial foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca dos índios Yanomami. O espaço abriga uma coleção destinada a apresentar a diversidade e a riqueza da cultura indígena, que se revela de forma dinâmica e viva. Com esse propósito, o memorial promove eventos com a presença e a participação de representantes indígenas de diferentes regiões do país. No acervo, há peças de diversas tribos e objetos que fazem parte da coleção de Darcy-Berta-Galvão.
fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/10/07/interna_cidadesdf,710636/os-lugares-pouco-conhecidos-de-brasilia-que-voce-precisa-visitar.shtml