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Durante 60 anos, o Brasil foi governado por reis espanhóis: Felipe II 1580-1591 Felipe III 1598-1621 Felipe IV 1621-1640 Os capitães povoadores tinham grandes poderes no começo do século XVII. Não se limitavam ao comando de governos militares, suas atribuições eram tanto de ordem militar como civil. Administravam os povos da sua jurisdição de forma quase absoluta. Tanto Gabriel de Lara, no litoral, como o Capitão Martins Leme, em Curitiba, exerceram funções políticos-Administrativa e militar, cumulativamente. Ambos tiveram grande influencia e representaram papel saliente na criação das respectivas vilas de Paranaguá e de Curitiba. Lara não somente foi, durante 36 anos, o condutor do primeiro grupo de povoadores efetivos de Paranaguá, como foi também, o incentivador de núcleos expontâneos de povoamento de Curitiba.

Conheça o Centro Espanhol do Paraná: https://www.centroespanhol.com.br/

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Conheça os belíssimos jardins japoneses

O Japão cultiva a técnica do paisagismo desde tempos ancestrais, provavelmente bem antes do século VI. Os japoneses vêem esta prática como uma das modalidades artísticas mais sublimes, uma vez que ela representa a própria esfera íntima da natureza em uma área restrita, de tal forma que seja possível estabelecer uma harmonia perfeita com o entorno.

Jardim Japonês. Foto: nui7711 / Shutterstock.com

Assim, o jardim japonês é o resultado desta arte, uma tradição acalentada nas residências, nas vizinhanças dos parques, em recintos budistas ou xintoístas, e em pontos históricos, como, por exemplo, nos velhos castelos do Japão. Muitos deles, pelo menos os mais conhecidos, são os Jardins Zen, encontrados tanto neste país quanto no Ocidente.

Com certeza os jardins japoneses caracterizam o Japão da era feudal, assim como a antiga e cultuada cerimônia do chá. Além disso, eles conduzem naturalmente seus visitantes a um estado de meditação, calma e espiritualidade. Neste contexto, preponderam os fatores filosóficos, espirituais e simbólicos, valores transmitidos pela água, pelas pedras aí presentes, pelos instrumentos de jardinagem e por toda a flora que nele se dissemina.

Alguns estudiosos afirmam que eles foram importados da China, pois daí se originam os protótipos dos jardins mais antigos, completamente focados na ideia de transmitir lazer e entretenimento aos nobres. Os pertencentes à Era Heian, que vigorou de 794 a 1185, apresentavam constantemente a presença de um lago circundado por uma ilha.

Eles eram edificados com o objetivo de observar a Natureza e suas incessantes mudanças de estação. Deste momento em diante os jardins passaram a conquistar peculiaridades distintas, com a preponderância das diferentes disposições das pedras. Pode-se dizer que alguns recursos são essenciais para a caracterização de um jardim japonês.

O elemento mais conhecido é o Sakura ou a cerejeira decorativa, também denominada flor da Felicidade; ela tem um papel fundamental na cultura do Japão. Entre março e abril os japoneses comemoram o Hanami, data na qual se festeja a floração deste arbusto, um evento que atrai muitos turistas.

O Momiji-Gari ou Acer Vermelho traduz a típica melancolia dos japoneses. A face mística do jardim é conferida pela presença das lanternas de pedra, as quais contribuem para uma melhor concentração e para iluminar a psique; por meio destas luzes são despertados os valores tradicionais e espirituais.

O elemento água é representado pelo lago e pelas carpas, os quais têm significação essencial, pois esta substância é vital para a existência. Os animais, por sua vez, simbolizam a fecundidade e o progresso. O Taiko Bashi ou a ponte é uma trilha que se insinua pelo jardim, significando a ascensão a um estágio espiritual e emocionalmente mais elevado, que implica em crescimento e conhecimento interior; o bambu, dobrável, revela o dom humano de se moldar a qualquer situação e de se transformar.

As pedras das cascatas são o núcleo central do jardim. A rocha posicionada verticalmente simboliza a paternidade; e a inserida horizontalmente representa a maternidade, da qual emana a água. As demais são o retrato dos descendentes. Os bambus têm seus galhos atados, de forma que o arbusto se curve sobre o lago, como se o estivesse reverenciando.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_japonês
http://www.jardineiro.net/br/artigos/jardim_japones.php

 

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10 PONTOS TURÍSTICOS MAIS VISITADOS NOS ESTADOS UNIDOS

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De norte ao sul, os Estados Unidos reservam atrações que atraem milhões de turistas do mundo inteiro. E tem para todos os gostos: para quem gosta de compras, de parques, de jogatina, de natureza e muito mais! Pensando nisso, a Travel and Leisure, especialista em guias de viagem, listou quais são os pontos turísticos mais visitados do país.

Pontos turísticos mais visitados nos Estados Unidos

Confira o ranking e veja se você foi mais um, entre milhões de pessoas, a visitarem esses cartões postais:

1) Times Square, Nova York

Com 39,2 milhões de visitantes por ano, as cores, telões e sinais luminosos encantam os turistas. É impossível ir à Nova York e não ver de perto essa bagunça organizada chamada Times Square e tirar a foto clássica nos degraus da região mais visitada dos EUA.

2) Central Park, Nova York

Não existe parque mais famoso no mundo do que esse. Quem nunca viu, pelo menos, um filme que tem esse local, que é o pulmão de Nova York, como cenário? Por isso, esse é um dos pontos de parada de 38 milhões de visitantes por ano.

3) Union Station, Washington

Essa é a estação de trem que liga o subúrbio de Washington para o centro da capital norte-americana. Por lá, há mais de 70 lojas, que atraem turistas que não resistem às compras no país do dólar. Por ano, 37 milhões de pessoas passam pela estação.

4) Strip, Las Vegas

Impossível ir à Las Veja e não passar pela Strip. É ali que estão os mais famosos e luxuosos hoteís cassinos da cidade dos jogos. O local possui sete quilômetros e, por ano, recebe 29,4 milhões de visitantes.

5) Cataratas do Niágara, Nova York e Ontário

Esse é ponto de parada para quem está nos Estados Unidos ou no Canadá, já que se encontra na fronteira dos dois países. As cataratas são as maiores quedas d’água da América do Norte e, anualmente, atraem 22,5 milhões de turistas.

6) Grand Central Terminal, Nova York

A estação de trem de Nova York não é só um local onde os moradores da cidade pegam o transporte para se locomoverem. É também um cartão postal e cenário de filmes e seriados. O local conta com uma bela arquitetura e possui lojas e restaurantes. Por ano, 21,6 milhões passam por lá.

7) Faneuil Hall Marketplace, Boston

18 milhões de pessoas visitam, anualmente, esse mercado histórico. Ali, George Washington fez discursos pela independência do país.

8) Magic Kingdom, Orlando

Quem nunca sonhou em ir à Disney? 16,9 milhões de pessoas realizam esse sonho todos os anos e conhecem o icônico castelo da Cinderela. Além de verem a queima de fogos, os turistas podem se divertir nos brinquedos que agradam não apenas as crianças.

9) Disneyland Park, Anaheim, Califórnia

Esse foi o primeiro parque da Disney e, embora seja bem menor do que o irmão mais novo de Orlando, esse parque recebe 15,9 milhões de turistas e é o segundo mais visitado do mundo.

10) Píer 39, São Francisco

Outra atração que fica na Califórnia, o Píer 39 é um dos locais mais visitados de São Francisco. O animado ponto turístico conta com lojas, restaurantes, artistas de rua e oferece uma vista privilegiada a ilha de Alcatraz e da Golden Gate. Por isso, atrai 14 milhões todos os anos.

Fonte: http://amelhorcoisadaminhavida.com.br/pontos-turisticos-mais-visitados-nos-estados-unidos/

Veja como é a Cerimonia japonesa do chá

Cerimônia do chá

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Senhora vestindo o quimono durante cerimônia do chá ao ar livre, sentada na posição seiza

cerimônia do chá japonesa (chanoyu 茶の湯, lit. “água quente [para] chá”; também chamada chadō ou sadō茶道, “o caminho do chá”) é uma atividade tradicional com influências do Taoísmo e Zen Budismo, na qual chá verde em pó (matcha抹茶) é preparado cerimonialmente e servido aos convidados. O matcha é feito da planta chamada chá, Camellia sinensis.

Os encontros de chanoyu são chamados chakai (茶会, “encontro para chá”) ou chaji (茶事, “assuntos do chá”). Normalmente o termo chakai refere-se a um evento relativamente simples no qual se oferecem doces típicos, usucha (chá suave), e talvez tenshin (um aperitivo); já chaji refere-se a um evento mais formal, incluindo também uma refeição tradicional (kaiseki) e koicha(chá forte). Um chaji completo pode durar até quatro horas.

O praticante de cerimônia do chá precisa ter conhecimento de uma ampla gama de artes tradicionais que são parte integral do chanoyu, incluindo o cultivo e variedades de chá, vestimentas japonesas (kimono), caligrafiaarranjo de florescerâmica, etiqueta e incensos — além dos procedimentos formais de seu estilo de chanoyu, que podem passar de uma centena. Assim, o estudo de cerimônia do chá praticamente nunca termina [1]. Mesmo para participar como convidado em uma cerimônia formal é preciso conhecer os gestos e frases pré-definidos, a maneira apropriada de portar-se na sala de chá, e como servir-se de chá e doces,

História

Beber chá é um costume introduzido no Japão, no século IX, na forma de chá de infusão (団茶, dancha) pelo monge budista Eichu (永忠), quando este retornou da China, onde conheceu a erva, ao Japão. O chá tornou-se a bebida mais consumida no Japão, e cultivada em seu próprio território.

O costume de beber chá, iniciou-se de forma medicinal, e por razão de luxo, uma vez que era importada da China. No século IX, o autor chinês Lu Yu escreveu o Ch’a Ching, um manual sobre o cultivo e preparação do chá. A vida de Lu Yu foi influenciada pelo budismo. As ideias de Lu Yu foram cruciais para a criação e aprimoramento da cerimônia.

No século XII, um novo tipo de chá surge, o matcha, trazido ao Japão por Eisai, outro monge japonês retornando da China. Considerado um chá-verde mais forte, retirado da mesma planta de chá-preto, foi inicialmente utilizado em rituais em templos budistas. Já no século XIII, samurais já consumiam a bebida matcha, como uma adaptação do budismo. Com isso, o futuro do chá estava traçado.

Por volta do século XVI, beber o chá se popularizou, chegando a atingir todas as camadas sociais do JapãoSen no Rikyu é um dos maiores destaques na história da cerimônia do chá, seguido pelo seu mestre, Takeno Jōō. De acordo com a filosofia ichi-go ichi-e, cada cerimônia do chá é única, e nunca poderá ser reproduzida. Os ensinamentos da cerimônia do chá foram responsáveis pelo desenvolvimento de novos estilos arquitetônicos japoneses, como jardins, por exemplo. E os ensinamentos resistem até hoje.

Utensílios necessários

Foto de uma cerimônia do chá. Da esquerda para a direita: chashaku (espátula para o chá), sensu (leque), forma para colocar o batedor, chasen (batedor whisk) e fukusa (lenço de seda)

Os Utensílios da cerimônia são chamados de dōgu (道具, literalmente “Ferramentas”). A quantidade de dōgu necessários a uma cerimônia varia em função da escola e do estilo da demonstração. A sua variedade, nomes específicos e combinações de utilização tornam impraticável pela sua extensão a inclusão neste espaço de uma lista pormenorizada. Existem no Japão dicionários específicos que chegam a ter centenas de páginas. Apresenta-se de seguida uma lista simplificada com os itens essenciais:

  • Fukusa (lenço de seda)
  • Chawan (taça)
  • Natsume ou Cha-ire (boião para o chá em pó)
  • Chasen (batedor para preparar o chá)
  • Chashaku (espátula para servir o chá em pó)
  • Chakin (pano para limpar a taça)
  • Hishaku (concha de bambu)
  • Kensui (recipiente para a água suja)
  • Tana (pequena estante para colocar os utensílios)
  • Kama (panela de ferro)
  • Furo (braseiro)

 

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Sumô, conheça esse esporte japonês

Sumô

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma luta de sumô.

Sumô (pt-BR) ou Sumo (pt) (相撲, sumō?) é um desporto de luta competitiva de contato no qual um rikishi (lutador) tenta forçar outro lutador para fora de um ringue circular (dohyō) ou tocar o solo com qualquer parte do corpo que não as solas dos pés. O esporte originou-se no Japão, o único país no qual ele é praticado profissionalmente. Ele é geralmente considerado um gendai budō (uma arte marcial japonesamoderna), embora sua definição seja imprecisa, visto que o esporte possui uma história que data de séculos.

Muitas tradições antigas foram preservadas no sumô e mesmo hoje o esporte inclui muitos rituais, como o uso da purificação pelo sal, da época quando o sumô era usado na religião xintoísta. A vida de um lutador é altamente rígida, com regras definidas pela Associação do Sumô. A maioria dos lutadores de sumô deve viver em “campos de treinamento de sumô” comunais, conhecidos em japonês como heya, onde todos os aspectos de suas vidas diárias – de refeições à maneira de se vestir – são ditados pela tradição.

Em anos recentes, várias controvérsias e escândalos no nível profissional apareceram no mundo do sumô, com um efeito concomitante em sua reputação e nas vendas de ingressos. Isto também afetou muito a capacidade do esporte de atrair novos praticantes.[1]

Origens

Além de seu uso como um duelo de força em combate, o sumô também foi associado a rituais xintoístas, e mesmo certos templos xintoístas organizavam formas de danças rituais nas quais um humano lutaria com um “Komeku” (um espírito divino xintoísta); ver origens xintoístas do sumô. Ele era um ritual importante na corte imperial. Os representantes de cada província eram chamados para participar do torneio na corte e lutar. Era exigido que eles pagassem suas próprias viagens. O torneio era conhecido como sumai no sechie, ou “festa sumai”.

Influências de outros países vizinhos do Japão, que compartilham muitas tradições culturais, não podem ser descartadas, visto que eles apresentam estilo de luta tradicional que têm semelhança com o sumô. Exemplos famosos incluem a luta mongol, o Shuai jiao (摔角) chinês e o Ssireum coreano.

O lutador de sumô Somagahana Fuchiemon, c. 1850

No resto da história registrada japonesa, a popularidade do sumô mudou de acordo com os caprichos de seus governantes e a necessidade de seu uso como uma ferramenta de treinamento em períodos de guerra civil. A forma de luta provavelmente mudou gradativamente para uma forma na qual o objetivo principal na vitória era jogar o adversário para fora. O conceito de puxar um oponente para fora de uma área definida surgiu algum tempo depois.

Além disso, acredita-se que um ringue, definido como algo que não é simplesmente a área data para os lutadores, surgiu no século XVI como um resultado de um torneio organizado pelo principal senhor feudal da época no Japão, Oda Nobunaga. Neste momento, os lutadores vestiam tangas frouxas, ao invés dos cintos de luta mawashi mais duros de hoje. Durante o período Edo, os lutadores vestiam um avental decorativo com franjas chamado kesho-mawashi durante a luta, enquanto atualmente eles são vestidos apenas durante os rituais antes do torneio. A maior parte do resto das formas atuais do esporte foi desenvolvida no início do período Edo.

Cena de luta de sumô, por volta de 1851

O sumô profissional (大相撲, ōzumō?) tem suas raízes no período Edo no Japão como uma forma de entretenimento esportivo. Os lutadores originais eram provavelmente samurais, às vezes ronins, que precisavam encontrar uma forma de renda. Os torneios profissionais de sumô atuais começaram no Santuário Tomioka Hachiman em 1684, e depois passaram a acontecer no Ekō-in, no período Edo. O Oeste do Japão também possuía seus próprios torneios neste período, tendo como centro mais proeminente Osaka. O sumô de Osaka continuou até o fim do período Taisho em 1926, quando ele fundiu-se com o sumô de Tóquio para formar uma única organização. Por um curto período após este momento, quatro torneios eram organizados por ano, dois torneios em locais no oeste do Japão, como Nagoia, Osaka e Fukuoka, e dois no Ryōgoku Kokugikan em Tóquio. De 1933 em diante, os torneios foram organizados quase exclusivamente no Ryōgoku Kokugikanaté as forças da ocupação americana se apropriarem dele e os torneios serem transferidos para o Santuário Meiji até a década de 1950. Então, um local alternativo, o Kuramae Kokugikan que era próximo do Ryōgoku, foi construído para o sumô. Também neste período, a Associação de Sumô começou a expandir para locais no oeste do Japão novamente, chegando a um total de seis torneios por ano em 1958, com metade deles em Kuramae. Em 1984, o Ryōgoku Kokugikan foi reconstruído e os torneios de sumo em Tóquio foram orgnaizados lá desde então.

Vencendo uma luta de sumô

O vencedor de uma luta de sumô é aquele que:

  1. For o primeiro lutador a forçar seu oponente para fora do ringue; ou
  2. For o primeiro lutador a forçar seu oponente a tocar o solo com qualquer parte do seu corpo que não a sola de seus pés.

Há também algumas outras regras menos comuns que podem ser usadas para determinar o vencedor. Por exemplo, um lutador usando uma técnica ilegal (ou kinjite) automaticamente é derrotado, como faz aquele cujo mawashi (ou cinto) se desamarra. Um lutador que falha em participar de sua luta (incluindo devido a uma contusão anterior) também automaticamente é derrotado (fusenpai).

As lutas consistem de um único round e frequentemente dura somente alguns segundos, visto que geralmente um lutador é rapidamente jogado para fora do círculo ou empurrado para o solo. No entanto, em alguns casos elas podem durar por alguns minutos. Cada partida é precedida por um elaborado ritual cerimonial. Tradicionalmente, os lutadores de sumô são reconhecidos por seu grande peso e sua grande massa corporal geralmente é um fator para a vitória no sumô. Não há divisões por peso no sumô profissional e, considerando a variedade de pesos corporais no sumo, um lutador pode às vezes encarar um oponente com o dobro de seu peso. No entanto, com uma técnica superior, lutadores menores podem controlar e derrotar lutadores muito maiores..[2]

Após o vencedor ser declarado, um gyōji (ou juiz) fora da arena determina o kimarite (ou técnica vencedora) usado na luta, que é então anunciado ao público.

Em ocasiões raras, o juiz podem conceder a vitória ao lutador que tocou o chão primeiro. Isto acontece se ambos os lutadores tocarem o chão praticamente ao mesmo tempo e for decidido que o lutador que tocou o chão depois não tinha nenhuma chance de vencer, visto que devido à superioridade do seu oponente ele já estava em uma posição irrecuperável. O lutador perdedor é chamado de shini-tai (“corpo morto”) neste caso.

O ringue de luta (dohyō)

Ver artigo principal: dohyō

As lutas de sumô ocorrem em um dohyō (土俵): um ringue com 4,55 metros de diâmetro e 16,26 m² de área de fardos de palha de arroz em cima de uma plataforma feita de barro misturado com areia. Um novo dohyō é construído para cada torneio pelos interlocutores da luta (ou yobidashi). No centro há duas linhas brancas, as shikiri-sen, atrás das quais os lutadores se posicionam no início da luta.[3] Um telhado que lembra o de um templo xintoísta pode ser suspenso sobre o dohyō.

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Conheça grandes filmes japoneses

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O cinema japonês possui uma história de mais de 100 anos. A primeira produção japonesa foi um documentário de curta-metragem, produzido em 1899, que chamava Geisha no Teoderi. No entanto, devido ao terremoto de 1923 e ao bombardeio sofrido na Segunda Guerra Mundial, a maioria das produções japonesas cinematográficas produzidas até então acabaram perdidas.

Depois desse período conturbado na história nipônica, a partir da década de 30, o cinema no país voltou a se fortalecer com diversos filmes contemplados pelas mais conceituadas premiações, inclusive com Oscars. No próximo tópico, relacionamos dez grandes produções japonesas que estiveram entre as mais premiadas. Se você não assistiu ainda alguns deles, vale a pena conferir. 🙂

Lista das dez produções mais premiadas na história do cinema japonês

1 – Rashomon (1950) – Oscar

Rashomon (1950)

Rashomon (1950) – Oscar
Data de lançamento: 25 de agosto de 1950 (Japão)
Direção: Akira Kurosawa
Estrelas: Toshiro Mifune, Machiko Kyô, Masayuki Mori
Música composta por: Fumio Hayasaka
Roteiro: Akira Kurosawa, Shinobu Hashimoto
Sinopse: O filme descreve um estupro e um assassinato por meio de relatos totalmente divergentes de quatro testemunhas.

Link do filme Rashomon completo e legendado (YouTube)

2 – “Jigokumon” (1953) – Oscar

As Portas do Inferno- Jigokumon (1953)

Jigokumon (1953) 
Título em português: Portal do Inferno
Data de lançamento: 31 de outubro de 1953 (Japão)
Direção: Teinosuke Kinugasa
Estrelas: Machiko Kyô, Kazuo Hasegawa, Isao Yamagata
Música composta por: Yasushi Akutagawa
Roteiro: Teinosuke Kinugasa, Masaichi Nagata, Kan Kikuchi
Sinopse: Um samurai que resgata uma mulher e se interessa por ela, sem saber que se trata de uma moça casada. Foi o primeiro filme colorido japonês lançado fora do país.

Link do Trailer de Jigokumon (YouTube)

3 – “Miyamoto Musachi” (1956) – Oscar

Miyamoto Musachi (1956)

Miyamoto Musachi kanketsuhen: Ketto Ganryujima
Data de lançamento: 1 de janeiro de 1956 (Japão)
Direção: Hiroshi Inagaki
Estrelas: Toshiro Mifune, Mariko Okada, Koji Tsuruta
Roteiro: Hideji Hôjô, Hiroshi Inagaki,
Sinopse: Dois amigos deixam seu povo para lutar com o exército e acabam na casa de uma viúva com sua filha.

Link do Trailer de Miyamoto Musachi (YouTube)

4 – “A mulher de areia” (1964) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes e indicado ao Oscar de melhor direção e melhor filme estrangeiro

A mulher de areia (1964)

Suna no Onna (1964)
Título em português: A mulher de areia
Data de lançamento: 15 de fevereiro de 1964
Diretor: Hiroshi Teshigahara
Elenco: Eiji Okada, Kyoko Kishida, Koji Mitsui
Roteiro: Kobo Abe (roteiro e romance), Eiko Yoshida
Sinopse: Um homem sai para caçar insetos raros e acaba caindo em uma armadilha.

Link do filme Suna no Onna completo e legendado (YouTube)

5 – “Kwaidan” (1965) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes

Kwaidan (1965)

Kwaidan (1965)
Título de português: As 4 Faces do Medo
Data de lançamento: 6 de janeiro de 1965
Diretor: Masaki Kobayashi
Elenco: Rentaro Mikuni, Michiyo Aratama, Misako Watanabe
Roteiro: Yoko Mizuki
Sinopse: Filme composto por quatro histórias de terror, não relacionadas.

Link do Trailer de Kwaidan (YouTube)

6 – “A Balada de Narayama” (1983) – Palma de Ouro em Cannes

A Balada de Narayama (1983)

Narayama Bushi Ko (1983)
Título em português: A Balada de Narayama
Data de lançamento: 29 de abril de 1983 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura
Elenco: Ken Ogata, Sumiko Sakamoto, Sumiko Sakamoto, Aki Takejo, Tonpei Hidari
Autor: Shichirō Fukazawa
Sinopse: Em uma pequena cidade japonesa, existe uma tradição que quem completa 70 anos deve rumar para o topo de uma montanha e esperar a morte. Orin está prestes a completar essa idade, mas só pensa em arrumar uma esposa para seu filho mais velho.

Link do Trailer de A Balada de Narayama (YouTube)

7 – “Hana-bi – Fogos de artifícios” (1997) – Leão de Ouro do Festival de Cinema de Veneza

Hana-bi – Fogos de artifícios (1997)

HANA-BI (1997)
Título em português: Hana-bi – Fogos de artifícios
Data de lançamento: 24 de Janeiro de 1998
Direção: Takeshi Kitano
Música composta por: Joe Hisaishi
Roteiro: Takeshi Kitano
Elenco: Takeshi Kitano, Kayoko Kishimoto, Ren Osugi, Susumu Terajima, Tetsu Watanabe
Sinopse: Um policial vive dois dramas pessoais complicados. Enquanto seu parceiro é baleado por mafiosos e ele corre em busca de vingança, sua mulher está à beira da morte.

Link do trailer do filme Hana-bi (YouTube)

8 – “A Enguia” (1997) – Palma de Ouro em Cannes

A Enguia (1997)

Unagi (1997)
Título em português: A Enguia
Data de lançamento: 24 de maio de 1997 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura, Daisuke Tengan, Motofumi Tomikawa
Elenco: Misa Shimizu, Kōji Yakusho, Kōji Yakusho, Mitsuko Baisho, Mitsuko Baisho
Sinopse: Um barbeiro condenado por matar sua mulher é libertado e vê sua vida mudar radicalmente, após salvar a vida de uma moça que tentava suicídio.

Link do Trailer de Unagi (YouTube)

9 – “A viagem de Chihiro” (2001) – Leão de ouro de Veneza, Urso de Ouro no Festival de Berlim e o Oscar de Melhor Filme de Animação

Confira 10 filmes japoneses premiadosA viagem de Chihiro (2001)

Sen to Chihiro no Kamikakushi (2001)
Título em português: A viagem de Chihiro
Data de lançamento: 18 de julho de 2003 (Brasil)
Diretor: Hayao Miyazaki
Roteiro: Hayao Miyazaki
Música composta por: Joe Hisaishi
Canção original: Always With Me
Personagens: Haku, Yubaba, Chihiro Ogino, Kamaji, Boh, Aogaeru, Bandai-gaeru, Lin, Akio Ogino, Kawa no Kami
Sinopse: Trata-se de um filme de animação, dirigido por Hayao Miyazaki, que conta a história da família Orgino. A família está mudando para uma nova cidade, mas se depara com assustadores e inesperados percalços.

Link do filme Sen to Chihiro no Kamikakushi dublado (YouTube)

10 – “A partida” (2009) – Oscar de melhor filme estrangeiro

Okuribito – A Partida (2009)

Okuribito (2009)
Título em português: A Partida
Data de lançamento: 5 de junho de 2009
Diretor: Yojiro Takita
Música composta por: Joe Hisaishi
Autor: Aoki Shinmon
Roteiro: Kundo Koyama
Elenco: Masahiro Motoki, Ryoko Hirosue, Kazuko Yoshiyuki, Tsutomu Yamazaki, Kimiko Yo
Sinopse: Conta a história de um jovem recém-casado que perde o emprego. Ao mudar de cidade e arrumar um novo emprego, o protagonista descobrirá um novo sentido em sua vida.

Link do filme Okuribito dublado (YouTube)

Um pouco sobre a cultura japonesa

CULTURA

O Japão exibe uma cultura multifacetada, com tradições milenares. Embora tenha raízes na cultura chinesa, a distância geográfica permitiu ao Japão a construção de um modelo cultural diferenciado e cujas marcas persistem mesmo com a característica dinâmica do povo de adaptar-se à evolução tecnológica.

Religião

Os japoneses têm o sincretismo religioso como marca. Suas principais crenças têm raízes no xintoísmo e budismo, mas coexistem com outras religiões, até mesmo com a cristã.

Diferente do que ocorre no Ocidente, no Japão, não há pregações religiosas e a religião não é vista como doutrina, mas um modo de vida. É considerada um código moral, um modo de viver e está tão arraigada, que não se distingue dos valores sociais e culturais da população.

A introspecção também marca a religião no Japão. As orações não são públicas e, menos ainda, integram cerimônias oficiais. A adoração não é comum entre os japoneses. Os rituais de vida (nascimento, casamentos, aniversários) e morte (funerais) são parte comum da vida no Japão.

Nem sempre foi assim, contudo. Até a Segunda Guerra Mundial, o imperador japonês era considerado um verdadeiro deus. O conflito quebrou esse sistema de crenças e, após a recuperação econômica, a religião define a espiritualidade do povo.

Leia mais sobre o Xintoísmo e o Budismo.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/cultura-japonesa/

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