Cultura polonesa em Curitiba

Cultura Polonesa

Os imigrantes poloneses chegaram ao Paraná por volta de 1871. Estabeleceram-se em várias regiões do Estado como: Ivaí, Araucária, São Mateus do Sul, Mallet, Cruz Machado, Contenda, Tomaz Coelho, Rio Claro, Reserva e Irati.

Em Curitiba, eram a maior colônia polonesa no Brasil. Fixaram-se em núcleos coloniais em áreas dos atuais bairros de: Pilarzinho, em 1871; Abranches, em 1873; Santa Cândida, em 1875; Lamenha, Santo Inácio, Órleãns, D.Pedro II, Dona Augusta, em 1876; Ferraria, antiga Rivière, em 1877; Murici, Zacarias, Inspetor Carvalho e Coronel Accioly, em 1878.

Os imigrantes poloneses dedicaram-se principalmente à agricultura. Difundiram o uso do arado e de outras técnicas agrícolas. Contribuíram para o desenvolvimento de Curitiba e do Paraná.

Muitas das tradições polonesas são apresentadas no Bosque João Paulo II, em Curitiba.

 

Portal Polonês na rua Mateus Leme, inaugurado em 1991. É uma homenagem aos 120 anos da chegada dos primeiros imigrantes poloneses ao Paraná (Foto Luiz Costa). 

Portal Polones

 

Bosque do PapaI em Curitiba Paraná

 

Festa
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Imigração Polonesa no Brasil

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O início da imigração polonesa no Brasil é datada do século XVII, quando a Companhia das Índias Ocidentais foi fundada pelos holandeses objetivando manter uma colônia no litoral do país. Os poloneses entraram no território português em auxílio aos holandeses para lutarem contra portugueses e espanhóis.

Entretanto o maior fluxo ocorreu no século XIX, momento no qual o Estado brasileiro estimulava a vinda de cidadãos europeus no país, com a intenção de substituir a mão de obra escrava – gradativamente abolida ao longo desse período – e o ideal de embranquecimento da população. Soma-se a isso os projetos do Estado Brasileiro a partir de 1870 que visavam densificar a ocupação em algumas áreas de fronteira, destacadamente a porção meridional do país – próxima a bacia do Prata – estimulando a vinda de europeus para ocuparem a região, consolidando assim o território nacional.

Os poloneses que imigravam para o Brasil, em um âmbito geral, buscavam melhores condições de vida no novo continente, visto que o seu território de origem experimentava um processo de perda de independência e, dessa forma, espalhava-se entre as pessoas um sentimento de risco à segurança individual e coletiva, algo que se consolidou com a ocupação realizada pelas potencias europeias no período. Além disso, deve-se frisar que a crise econômica instalada no meio rural polonês – em um contexto de atividade industrial muito pueril que não conseguiria absorver o campesinato – serviu como mola propulsora para intensificar a onda migratória, na busca por terras em território brasileiro.

Fonte:https://www.google.com/amp/s/www.infoescola.com/historia/imigracao-polonesa-no-brasil/amp/

Recife busca reposicionamento para se diferenciar no Nordeste

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Sol e mar é um ativo de toda a região Nordeste, especialmente das capitais. Por isso, a cidade de Recife quer se reposicionar no mercado mostrando os seus atrativos além das praias. A secretária de Turismo da cidade, Ana Paula Vilaça, que participa do Festuris 2018, destacou que o mote “Capital da Criatividade” tem como objetivo mostrar aos viajantes que Recife tem tudo aquilo que eles procuram em uma viagem ao Nordeste.

“Fizemos estudos para isso. Havia muita oferta, então precisamos nos posicionar e é justamente a cultura que nos destaca em relação a outros destinos. Recife é conhecida também por ser vanguardista e tecnológica”, afirmou. “Resolvemos então, trabalhar quatro temas: sol e mar, cultura, gastronomia e tecnologia”, complementou.

As peças das novas campanhas se utilizam de ilustrações e destacam temas como felicidade e carnaval. Também foi desenvolvido um novo portal que traz informações de roteiros, hospedagem e passeios. “Fizemos também o Recife 365, que traz uma dica por dia do que fazer na cidade feitas por pessoas que vivenciam a cidade”, contou.

A secretária citou ainda a malha aérea diferenciada, uma vez que Recife é a única capital que consegue ser conectada com todas as outras capitais da região Nordeste. “Além disso, oferecemos a possibilidade de pacotes combinados, já que estão próximos a Olinda, Porto de Galinhas e Fernando de Noronha, por exemplo”.

Os eventos também estão entre as estratégias de promoção do destino. Ana Paula citou a Cow Parede, Rec’nPlay, o Festival Boi Voador e ações como o Plano de Turismo Criativo, uma webserie com Rafael Cortêz e o Conecta Recife, que oferece Wi-Fi gratuito em 93 pontos da cidade.

fonte: https://www.mercadoeeventos.com.br/feiras-e-eventos/recife-busca-reposicionamento-para-se-diferenciar-no-nordeste/