COMO APRENDER INGLÊS COM FILMES e SÉRIES [Técnicas + Ferramentas Para Praticar]

Assista este vídeo que mostra como aprender inglês com filmes e séries. (obrigado, Canal Inglês Winner).

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Poeta italiano Leopardi inspira espetáculo em Campinas para crianças da Confraria da Dança

No próximo dia 11 de março, domingo, às 16h, no Teatro do Sesc Campinas, a Confraria da Dança apresenta o espetáculo “Sem Fim”, um espetáculo voltado às crianças.

Foi a partir da leitura de um dos opúsculos morais do poeta, ensaísta e filólogo italiano Giacomo Leopardi que Diane Ichimaru, da Confraria da Dança, teve a ideia de colocar em cena questões filosóficas da existência. Essa leitura do pequeno texto de Leopardi aconteceu em 2007, e de lá para cá, a artista pesquisou e conceituou o que poderia, dentro da Filosofia, interessar a si e aos pequenos, já que é na infância que eles se descobrem parte de uma imensidão, de um universo infinito, constatação que os enche de dúvidas e incertezas. E essa realidade é sempre assustadora.

O espetáculo é um híbrido: é dança, mas também é teatro, tem texto, mas tem movimentos, coreografia. A frase “penso, logo existo” é o mote inicial de Sem Fim, que além de ter Diane Ichimaru e Marcelo Rodrigues em cena, conta com a exclusiva trilha sonora de Rafael dos Santos, que mescla os gêneros erudito e antigo, acrescentando “pitadas” de música progressista, e o faz utilizando trompa, percussão, piano, viola, violino, contrabaixo e alguns efeitos de sintetizadores.

Rafael dos Santos transita livremente entre os universos da música erudita, da música popular brasileira e do improviso jazzístico. Suas características permitem a fluência no diálogo com os criadores/intérpretes no sentido da ampla integração das linguagens. Durante o processo de criação o compositor acompanhou os ensaios e realizou improvisações, moldando o universo sonoro às necessidades de cada cena/coreografia, com o objetivo de ambientar, complementar e dialogar com a dança, contribuindo para enfatizar situações climáticas, fragmentações e desvios de caminho de cenas, construindo em paralelo com a dança uma diversidade de paisagens poéticas.

“Se ao nascer ganhamos aconchego nos braços de familiares próximos e vivemos em ambientes reconhecidos como confortáveis (do ponto de vista emocional), é no decorrer de nosso crescimento que percebemos o mundo além de nosso próprio umbigo, assimilando, dia após dia, a nossa pequenez frente ao planeta Terra, ao Sistema Solar, à Via Láctea, até nos perdermos em pensamentos entre aglomerados e superaglomerados de galáxias, na imensidão do Universo em expansão”, assim Diane Ichimaru explica o ponto de partida de sua investigação que resulta agora no espetáculo Sem Fim.

Marcelo Rodrigues, seu parceiro na idealização do espetáculo e também um dos integrantes da Confraria da Dança resume que “Sem Fim é uma brincadeira com a curiosidade humana, as descobertas da ciência, com a nossa casa terráquea e interplanetária. Pessoas de todas as idades se assombram com questões do universo desconhecido. Encaramos as perguntas e nos pusemos a brincar com nossos corpos. E criamos o espetáculo para aguçar a criançada a questionar, imaginar e recriar o Universo ao redor”.

Fonte:http://cartacampinas.com.br/2018/03/poeta-italiano-leopardi-inspira-espetaculo-para-criancas-da-confraria-da-danca/

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Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
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Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html

Ter fluência em inglês é melhor forma de aprimoramento, aponta especialista

Ser fluente em um segundo idioma é pré-requisito em diversos cargos. Inglês ainda é língua principal, mas espanhol vem ganhando força no país.

Aprender inglês pode ser uma forma de melhorar o currículo e aumentar as chances de conquistar uma vaga de emprego, apontam especialistas em recrutamento. Em alguns casos, o idioma deixa de ser um diferencial e passa a ser um pré-requisito.

Em Campinas (SP), a sênior manager Maria Sartori, encarregada da contratação de profissionais para cargos de analistas e especialistas, conta que em pelo menos 90% dos casos o inglês é obrigatório. Para ela, o principal investimento para quem busca alavancar a carreira deve ser em uma segunda língua.

“O conselho que a gente dá é de que antes de fazer o investimento em um MBA, investir tempo, energia e dinheiro, a gente dá a sugestão pro profissional primeiro ter a fluência no idioma”, aconselha.

“Você chega em um nível onde se você não tiver inglês, você para ali”, Alan Marolli, analista de assistência técnica em multinacional

Quem já está no mercado de trabalho, busca aprimoramento. O analista de assistência técnica Alan Marolli trabalha em uma empresa multinacional e buscou um curso de inglês como uma maneira de manter-se atualizado.

“Você chega em um nível onde, se você não tiver inglês, você para ali. Não tem como você se comunicar com os seus funcionários ou com o seu chefe, dependendo o nível, sem o inglês”, conta.

Além do inglês, muitas empresas passaram a exigir um terceiro idioma, que Maria aconselha ser o espanhol. “Por sermos um país da América Latina, o espanhol é a segunda preferência. Vem cada vez mais ganhando seu peso, mas nada ainda comparado com o inglês” orienta.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego/noticia/ter-fluencia-em-ingles-e-melhor-forma-de-aprimoramento-aponta-especialista.ghtml

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