COMO APRENDER INGLÊS COM FILMES e SÉRIES [Técnicas + Ferramentas Para Praticar]

Assista este vídeo que mostra como aprender inglês com filmes e séries. (obrigado, Canal Inglês Winner).

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Primeiros dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português feitos a partir de Macau

Os primeiros dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português agora disponibilizados foram feitos a partir de Macau por Ana Cristina Alves, demoraram cerca de um ano e da equipa que o produziu consta uma professora chinesa de português e mandarim.

Doutorada em Filosofia da História e da Cultura Chinesa, Ana Cristina Alves disse hoje à agência Lusa que quando lhe foi feito o desafio pensou que “não iria ser capaz”, pois à data lecionava na Universidade de Macau e “não tinha tempo”.

“Mas logo me foi dito que teria a equipa de informática da Porto Editora a trabalhar comigo e, ao fim de um ano o trabalho estava feito, em menos tempo do que aquele que me davam”, salientou a autora de vários livros e manuais sobre a língua e cultura chinesas.

O facto de o desafio ter sido “bastante aplacado” pela colaboração que lhe chegava do Porto, foi no “trabalho de pesquisa” na tradução para chinês moderno das entradas que lhe chegavam de Portugal que encontrou as “maiores dificuldades”.

“Foi uma pesquisa enorme pois cada entrada tem vários sentidos e havia que verificar quais eram as oportunas para cada uma delas”, explicou a docente, vincando que o trabalho feito foi no “sentido de criar um dicionário que seja básico e essencial, para os contemporâneos”.

E prosseguiu: “não se trata de um dicionário erudito, mas sim para comunicação, em que tanto os estudantes, turistas e empresários o possam utilizar”.

Fonte: https://www.dn.pt/lusa/interior/primeiros-dicionarios-online-portugueschines-e-chinesportugues-feitos-a-partir-de-macau-9127074.html

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Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
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Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html

Manaus irá sediar a 6ª Conferência Internacional sobre Plasmodium vivax

Manaus irá sediar a 6ª Conferência Internacional sobre Plasmodium vivax
A submissão de trabalhos já foi iniciada no site da Conferência. Durante o evento, o idioma oficial utilizado será o inglês.
Nos dias 11 a 14 de junho de 2017, será realizada a 6ª Conferência Internacional sobre Plasmodium vivax Research – 6th International Conference on Plasmodium vivax Research (ICPVR). Com organização da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) e patrocínios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), a Conferência tem por objetivo rever os avanços mais recentes no conhecimento sobre este parasita e debater os principais meios de transmissão para a eliminação da malária por P. vivax.
Os cursos pré-reunião serão realizados no hotel Wyndham Garden Manaus e a conferência será realizada no Salão Solimões no hotel Tropical Manaus Ecoresort. No site (em inglês), os organizadores do ICPVR informam sobre uma tarifa especial de acomodações para os participantes da conferência no Tropical Manaus Ecoresort, mediante realização de reservas por e-mail (reservas.manaus@tropicalhotel.com.br), utilizando o código de desconto 133606, até o dia 28 de fevereiro de 2017.
PREMIAÇÃO – TRAVEL AWARDS
Os Prêmios de Viagem (Travel Awards) serão selecionados a partir de resumos submetidos até 31 de Janeiro de 2017. Os prêmios serão selecionados pelo Comité Científico (lista de membros disponível no site) com base na sua originalidade e se forem cientificamente sólidos.
Os prêmios serão financiados por vários doadores e crédito público será dado a eles no anúncio final. Os prêmios irão cobrir os ingressos econômicos de / para Manaus, taxa de inscrição e 4 noites de hospedagem no Wyndham Garden Manaus Hotel em quartos duplos.
Para aprovar a submissão de resumos, pelo menos um autor precisa ser registrado para a conferência. Caso o autor seja concedido com o Travel Award, a taxa de inscrição será reembolsada.
Importante: O número de ganhadores é altamente dependente do financiamento adicional para a reunião. Portanto, se você estiver ciente de qualquer instituição ou empresa disposta a ser um doador ICPVR Award, entre em contato com a organização da conferência.
SUBMISSÃO DE RESUMOS – ABSTRACT
O site já está disponível para submissões. O envio geral de resumos encerra-se EM 31 DE MARÇO DE 2017. Se o resumo for enviado para o Prêmio Travel, ele deverá ser enviado até 31 de janeiro de 2017.
INSCRIÇÕES – REGISTRATION FEE
Devem ser feitas no site http://icpvr.org/, e dão direito a: Acesso a cerimônia de abertura e recepção, sessões plenárias, coffee-breaks, almoço durante as apresentações de banners/trabalhos e show de ópera (no dia 13 de junho de 2017). Confira os prazos e valores:
Até 28/02/17 De 01/03/2017 a 11/06/17
Graduados, Mestres e alunos de PhD U$100 U$200
Pós-doutorandos e profissionais U$200 U$400
Para mais informações, acesse o site (em inglês) http://icpvr.org/ ou entre em contato através do e-mail icpvr2017@gmail.com, telefone 55 92 99114-7655 ou mídias sociais (facebook e instagram) @icpvr2017.
Com informações do Comitê Organizador ICPRV 2017. Traduzido pela Asssessoria de Comunicação do CRBio-06.
Imagem: Site do ICPRV 2017.

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