Refugiados sírios apostam na gastronomia para recomeçar a vida em Belo Horizonte

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de Tradução Técnica Siderúrgica em Belo Horizonte nas línguas inglesa, espanhola, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

 

Com um português impecável, Khaled Tomeh anuncia na porta de sua loja, no Mercado Central de Belo Horizonte: “Comida árabe artesanal, quibes, esfirras, patês, pães sírios, doces. Nada industrial. Artesanatos e temperos da Síria”. “Posso sair do país, mas não posso deixar o país sair do meu coração”, contou Tomeh, natural de Homs, cidade destruída pela guerra civil. Ele e outros refugiados sírios apostaram na gastronomia e na cultural do país para recomeçar a vida na capital mineira.

Depois de vender quentinhas por um tempo, Tomeh abriu uma loja há cerca de um ano em um dos locais mais tradicionais de Belo Horizonte. “Ele representa a tradição de Minas Gerais, a tradição de BH. E o que a gente quer representar também é a tradição da Síria, a tradição do Oriente Médio”, destacou. Ele faz questão de dizer que o preparo na Baity Delícias Árabes é exatamente como o feito na Síria.

“Quibe com catupiry não existe, desculpa. Esfirra de ricota não existe, a gente não faz. Só fazemos como feito lá”, brinca Tomeh.

Foi no fim de julho de 2014 que o sírio se mudou para o Brasil com a mulher, a mãe e a com o irmão. De lá pra cá, Yasmin nasceu e o casal espera agora a chegada de Clarisse. “É certo nosso futuro aqui no Brasil. Minha filha é brasileira. A gente olha o Brasil como nosso país agora. Mas sempre liga para pessoas lá, vê as coisas e graças a Deus as coisas estão melhorando”, contou.

Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Khaled Tomeh abriu uma loja no Mercado Central de BH com produtos tradicionais sírios (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Khaled Tomeh explica que tenta ajudar a Síria, mesmo estando no Brasil. Segundo ele, muitos produtos são importados do seu país. “Estamos importando tudo da Síria, para manter originalidade e para ajudar o nosso povo lá a construir a vida deles, a construir o país de novo, porque a gente acha uma obrigação nossa, uma missão nossa de ajudar a nossa terra, a nosso povo a construir o que foi destruído pela guerra”, falou.

Na loja de Khaled, além das comidas típicas, há vários artesanatos trazidos da Síria. “Eu visitei a Síria ano passado e trouxe mais coisas. Todos esses artesanatos e temperos vêm de lá mesmo para manter a originalidade”, destacou.

Tempero especial

Na mesma região, outro estabelecimento resgata a cultura e a gastronomia da Síria, na Rua Paraíba, na Savassi. John Eshak, de 24 anos, e Elian Sokkar, de 30, são amigos e chegaram no Brasil também em 2014. Eles abriram o Sítio Sírio e já expandiram o espaço.

“Às vezes eles vêm aqui e comem um quibe e levam dez pra casa. Então é um sinal que a comida é boa”, brinca Eshak, que nasceu em Damasco, capital da Síria.

Já Elian Sokkar, que é natural de Hama, destaca que o que cativou o cliente brasileiro foi o falafel com um tempero especial feito por eles. “Esse bolinho tem um segredo grande. O tempero dele é especial. É muito bom. Acho que ninguém vai conseguir fazer igual o tempero desse bolinho”, contou. E o sírio não revela a receita em hipótese alguma. “Segredo nosso. Tempero especial do Sítio Sírio”, brinca.

John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)

John Eshak e Elian Sokkar são amigos sírios e chegaram em BH em 2014 (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Os dois se mudaram para Belo Horizonte à procura de um futuro melhor. Eles viajaram para o Líbano, onde fizeram um pedido de visto para o Brasil. Quando chegaram à capital mineira, os dois contaram com a ajuda do amigo de uma parente.

Inicialmente, eles trabalharam em um empório libanês na capital. “Aprendemos a língua no trabalho, compramos livros para aprender. E aí ficamos trabalhando direto para pagar o aluguel, até acostumar com o Brasil. Gostamos e ficamos até agora”, disse Sokkar. “Os mineiros gostam de ajudar”, completou Eshak.

PF Árabe

Abboud Dabbas, de 27 anos, também gostou da recepção dos mineiros. Ele e o irmão desembarcaram no Brasil também há quatro anos.

“Quando eu cheguei, os brasileiros me receberam muito bem. Estou dentro de uma família. Aqui todo mundo me trata bem, os amigos, amigos do trabalho, do prédio, de visita, todo mundo trata bem. Fazem muita força para me ajudar a falar, aprender o idioma, o sistema do país. Eles agora são minha família”, reconheceu.

Natural de Homs, o sírio abriu uma lanchonete na Avenida Brasil, no bairro Santa Efigênia, na Região Centro-Sul. Dabbas e o irmão apostaram no PF árabe com espeto de kafta para chamar a atenção dos belo-horizontinos.

Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)

Abboud Dabbas apostou no prato feito para chamar a atenção dos brasileiros (Foto: Pedro Ângelo/G1)

“Aqui no Brasil, a cultura árabe é famosa, os brasileiros gostam muito. Eu quis fazer uma coisa que mostra a comida da Síria mesmo. A gente lá gosta muito de arroz com lentilha, uma cebolinha. A gente fez uma coisa diferente que é o prato feito aqui, ideia do meu irmão, e depois eu completei a ideia. (…) Eu acho que a primeira ideia em BH. É com espeto de kafta. Ele é maravilhoso”, orgulha-se.

Além do prato feito, a lanchonete tem diversas pastas e doces sírios, que incluem opções com geleia de damasco, castanha de pistache e massa de gergelim.

Saudade

Khaled Tomeh diz que não tem palavras para explicar a saudade que sente do seu país. Ele conta que a mudança não é fácil para todos. Para o empresário, muitas pessoas que nascerem e cresceram na Síria não se acostumam com as diferenças culturais.

“Eu queria conseguir trazer todo mundo pra cá. Mas também não é tão fácil, algumas pessoas a gente conseguiu trazer e não conseguiram adaptar”, relatou.

Abboud Dabbas também não esconde a saudade e diz que pretende trazer os seus pais para conhecer o Brasil. “Estou morrendo de saudade para visitar lá. Olhar as terras. Tem muita saudade. Mas se Deus quiser vou trazer os meus pais pra cá. (…) Aqui é um país maravilhoso”, declarou o sírio.

fonte: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2018/07/29/refugiados-sirios-apostam-na-gastronomia-para-recomecar-a-vida-em-belo-horizonte.ghtml

COMO APRENDER INGLÊS COM FILMES e SÉRIES [Técnicas + Ferramentas Para Praticar]

Assista este vídeo que mostra como aprender inglês com filmes e séries. (obrigado, Canal Inglês Winner).

Espanglish Traduções oferece os seus serviços da tradução em Inglês. Tradução juramentada, técnica, legendas e tradução simultânea e consecutiva em Inglês.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Projeto Nadando na Frente chega a Belo Horizonte

O nadador Kaio Márcio é o novo padrinho do Projeto Nadando na Frente e será o responsável por receber a próxima etapa do projeto. Belo Horizonte será a sétima cidade do país, terceiro estado a se integrar na ação que já colocou mais de 5 mil crianças na prática da natação.

Kaio Márcio além da carreira de nadador que já lhe levou a quatro Jogos Olímpicos e segue em atividade no Minas Tênis Clube comanda o Centro Aquático Kaio Márcio, um complexo de piscinas que funcionam dentro do Barroca Tênis Clube na capital mineira.

“Um projeto que vem para facilitar a inclusão social na natação. Fazendo bonito há 13 anos, fico muito lisonjeado em poder contribuir um pouco mais para a natação do nosso país”, declarou Kaio Márcio.

O Projeto Nadando na Frente foi recentemente homenageado pela Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto em reconhecimento ao benefício que tem sido oferecido a população. Atualmente, além de Ribeirão, o projeto está nas cidades de Orlândia, Pirassununga, Salesópolis, Jaú e Maringá.

Fonte: http://www.bestswim.com.br/2018/03/12/projeto-nadando-na-frente-chega-a-belo-horizonte/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução na língua inglesa, espanhola, francesa, alemã, italiana, russa, holandesa, portuguesa (PT), japonesa, coreana, entre outras.

Tradução em Belo Horizonte. Tradução Simultânea em Belo Horizonte. Tradução Técnica em Belo Horizonte. Legendas de vídeos em Belo Horizonte. Tradução Juramentada. Tradução Consecutiva em Belo Horizonte. Tradução Escrita em Belo Horizonte.

http://www.espanglish.com.br 

(41)3308-9498 / (41)99667-9498

atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

http://www.espanglish.com.br      (41)3308-9498 / (41)99667-9498          atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
Tradução de inglês em Rio de Janeiro. Tradução Simultânea em Rio. Tradução técnica no estado de Rio de Janeiro. Legendas de vídeos em Rio de Janeiro. Tradução Juramentada.

 

 

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html

Casa Fiat de Cultura terá palestra sobre Gabriele D’Annunzio

Evento em Belo Horizonte faz parte da série “Quartas Italianas”

O expoente mais emblemático do decadentismo italiano, Gabriele D’Annunzio (1863-1938), será tema da palestraque abrirá a nova edição das “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura”, em Belo Horizonte (MG), no dia 15 de março, às 19h30.

Riccardo Cassoli, especialista em literatura italiana e professor da Fundação Torino Escola Internacional, apresenta, na palestra “Gabriele D’Annunzio: um expoente da literatura que norteou a sociedade italiana dos séculos 19 e 20″, como os estereótipos criados pelo dramaturgo se tornaram um modelo imitado em todos os campos da vida nacional.

A conferência, que será em italiano com tradução simultânea, terá entrada gratuita, mas sujeita à lotação do espaço (250 lugares). Essa é a quinta edição do programa “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura”, que, desde 2015, apresenta palestras gratuitas de especialistas em arte, história, música e literatura italiana.

Até hoje, quase 2 mil pessoas participaram da iniciativa. “Por meio da parceria entre cultura e educação, buscamos tornar mais acessível o conhecimento sobre relevantes temáticas e importantes artistas que fazem parte da cultura italiana, mas que influenciaram o pensamento e o contexto artístico mundiais”, diz o presidente da Casa Fiat de Cultura, José Eduardo de Lima Pereira.

Além de saber mais sobre o impacto da obra de D’Annunzio na sociedade europeia dos séculos 19 e 20, o público também conhecerá outros temas essenciais da história italiana, como o Fascismo, com o professor de filosofia Giuseppe Ferraro, e o Futurismo, com o especialista em história da arte Luciano Sepulveda.

As “Quartas Italianas” são uma parceria da Casa Fiat com a Fundação Torino e o Consulado Italiano em Belo Horizonte e contam com apoio do Ministério da Cultura. A palestra começará às 19h30, no endereço Praça da Liberdade, número 10, quarto andar. Mais informações estão disponíveis no site http://www.casafiatdecultura.com.br.

Fonte:http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2017/03/13/casa-fiat-de-cultura-tera-palestra-sobre-gabriele-dannunzio/?from_rss=analise-economica

Espanglish Traduções oferece serviços de tradução na Cidade de Belo Horizonte e em todo o estado. Tradução Simultânea (equipamento e intérpretes), Tradução Consecutiva, legendas de vídeos e filmes, tradução técnica, tradução de artigos científicos, tradução de manuais, tradução juramentada em mais de 20 idiomas: inglês, espanhol, alemão, italiano, francês, mandarim, japonês, etc.

Traduções em Belo Horizonte é com a Espanglish Traduções. Faça um orçamento sem compromisso!  Telefone (41)3308-9498 / (41)99667-9498  email: atendimento@espanholinglescuritiba.com.br      www.espanglish.com.br