Conheça a Inglaterra

Conheça a Inglaterra, um dos mais belos países da Europa. Terra de Shakespeare, The Beatles, Charles Darwin, Isaac Newton, entre outros inúmeros britânicos famosos. País onde se encontram as mais renomadas universidades do mundo, como Oxford e Cambridge. Uma cultura espetacular, em todos os pontos culturais: arquitetura, escultura, pintura, música, poesia, dança e cinema. Apresenta cidades muito conhecidas, como Liverpool, Londres, Manchester, entre outras muito apreciadas pela população de casa e por estrangeiros.

A culinária da Inglaterra foi formada principalmente pelas diversas interações com outros países europeus e a importação de ingredientes da América do Norte, China e Índia durante o período do Império Britânico, e como resultado da imigração ocorrida no período pós-guerra.

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Cinema argentino em Curitiba

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo. Entre os dias 17 e 24 de abril, serão apresentados 24 longas e curtas-metragens que revelam a vitalidade e a força criativa do cinema produzido na Argentina. Com curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI), a programação apresenta tanto obras premiadas em festivais argentinos e internacionais quanto produções com sólidas passagens pelo circuito comercial.

Apesar disso, e do crescente interesse do público brasileiro pelo cinema argentino, a maioria dos filmes selecionados tiveram escassa ou nula visibilidade no Brasil. Assim, o evento busca ampliar o olhar dos espectadores curitibanos sobre uma das cinematografias mais expressivas, diversas e reconhecidas internacionalmente. “A programação conta com uma porção de comédias, com filmes que abordam temas necessários e urgentes sem perder o humor, a capacidade de rir de si mesmo, de questionar com leveza. Em um momento em que tanto no Brasil como na Argentina temos uma situação política complicada, e nossas sociedades se encontram extremamente polarizadas, com uma triste dificuldade para entabular um diálogo, esse tipo de abordagem, a partir da leveza, é extremamente inspirador”, reflete a curadora Natalia Christofoletti Barrenha.

Entre os destaques selecionados, está o documentário As lindas (2016), da estreante Melisa Liebenthal, premiado na seção Bright Future do Festival de Rotterdam. O público também poderá assistir aos vencedores das duas últimas edições do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI): A longa noite de Francisco Sanctis (2016), dos também estreantes Andrea Testa e Francisco Márquez; e A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, diretor e montador já consagrado, de trajetória prolífica e presença frequente nos principais festivais internacionais.

Neste mês de abril, em que o BAFICI – um dos mais importantes festivais da América Latina, vitrine fundamental para a produção do chamado nuevo cine argentino – chega à sua 20a edição, a mostra também marca o vigésimo aniversário de estreia e premiação do filme Pizza, cerveja, baseado (1997) no Festival Internacional de Cine de Mar del Plata, considerado o ponto de partida do nuevo cine. “O filme é de uma força surpreendente, de que algo nasceu mesmo, e o que veio antes eram lampejos de algo em gestação, e o que veio depois está influenciado por ele de alguma forma”, avalia Natalia.

Assim, parte da mostra celebra o momento fundador da pungente produção cinematográfica do país vizinho. Duas décadas depois, o público brasileiro poderá se reencontrar com a ópera prima de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, mergulhar na genealogia do nuevo cine com os curtas-metragens seminais de Histórias breves I (1995) e descobrir, na selvagem loucura do documentário Bonanza (2001), de Ulises Rosell, que as rupturas desse “movimento” transcenderam o cinema de ficção.

A programação se completa com a exibição especial de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: o elogiado Zama (2017), de Lucrecia Martel, inspirado na novela homônima de Antonio Di Benedetto, além de um documentário que acompanha a diretora em seu processo de criação durante as filmagens: Anos-luz (2017), de Manuel Abramovich.

“Os dez filmes da mostra principal terminaram formando um sistema perfeitamente homogêneo, com sua própria lógica interna e relações complementares ou contrastantes: um modelo na escala do cinema argentino atual; sua liberdade, suas buscas e suas contradições. Descobrir essas conexões secretas, reconstruir a imagem completa a partir de seus fragmentos, é uma razão mais que suficiente para fazer um esforço e não perder nenhum desses filmes”, garante o curador Agustín Masaedo.

Fonte: http://www.paranaportal.uol.com.br

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Conexão Espanha-Brasil

Espanhóis

Durante 60 anos, o Brasil foi governado por reis espanhóis: Felipe II 1580-1591 Felipe III 1598-1621 Felipe IV 1621-1640 Os capitães povoadores tinham grandes poderes no começo do século XVII. Não se limitavam ao comando de governos militares, suas atribuições eram tanto de ordem militar como civil. Administravam os povos da sua jurisdição de forma quase absoluta. Tanto Gabriel de Lara, no litoral, como o Capitão Martins Leme, em Curitiba, exerceram funções políticos-Administrativa e militar, cumulativamente. Ambos tiveram grande influencia e representaram papel saliente na criação das respectivas vilas de Paranaguá e de Curitiba. Lara não somente foi, durante 36 anos, o condutor do primeiro grupo de povoadores efetivos de Paranaguá, como foi também, o incentivador de núcleos expontâneos de povoamento de Curitiba.

Conheça o Centro Espanhol do Paraná: https://www.centroespanhol.com.br/

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Espanhol para iniciantes (vídeo aula 01) El alfabeto Español – O Novo Alfabeto Espanhol

Assista esta videoaula para iniciantes de espanhol (mostrando o alfabeto).

(obrigado, Educação Ativa Idiomas).

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COMO APRENDER INGLÊS COM FILMES e SÉRIES [Técnicas + Ferramentas Para Praticar]

Assista este vídeo que mostra como aprender inglês com filmes e séries. (obrigado, Canal Inglês Winner).

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Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
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Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html