Academia Visite São Paulo realiza debate sobre segurança em hotéis

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A Academia Visite São Paulo, núcleo de cursos e palestras do São Paulo Convention & Visitors Bureau, realizou na manhã desta segunda-feira (10) a palestra “Segurança nos Hotéis”, com a Delegada Fernanda Herbella. O encontro contou com a presença de gerente gerais de hotéis associados, chefes de recepção, gerentes e sub-gerentes de segurança e membros da Polícia Militar.

“É uma pauta de primeira importância que proporciona um debate rico. É essencial trabalhar de forma preventiva para que se desenvolva cada vez mais a melhor imagem do destino”, comentou Toni Sando, Presidente Executivo do Visite São Paulo.

Durante o módulo, a Delegada Herbella abordou legislação, dicas de ferramentas digitais que auxiliem na garantia da segurança, como o Sinesp Cidadão, comportamento comum em fraudes, orientações que devem ser dadas aos hóspedes e mais. “Passar por um furto é uma experiência que pode estragar a viagem do visitante”, detalhou.

A Delegada Fernanda Herbella é Titular do Aeroporto de Congonhas da Deatur, Delegacia de Atendimento ao Turista, e representante da Secretaria de Segurança Pública do Conselho Municipal de Turismo. Criou também a Câmara de Segurança para o Turismo. Contribuiu para o debate o Coronel da Polícia Militar Temístocles Telmo Ferreira Araújo sobre a importância da atitude preventiva.

fonte: https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/hotelaria/academia-visite-sao-paulo-realiza-debate-sobre-seguranca-em-hoteis/

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Arte com tiras de papel, quilling ganha adeptos em São Paulo

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 É de muita leitura a rotina do advogado Gabriel Salles, de 32 anos. Há quatro meses, para “aliviar o estresse”, ele procurava uma atividade para as horas vagas. Encontrou, por sugestão da mãe, Maria Luísa, de 60 anos, que é artesã, uma técnica que até então desconhecia: o quilling.

“Ela achou que eu pudesse me interessar, porque o quilling trabalha um pouco com dobradura de papel, lembra um pouco origami”, diz.

O quilling é uma arte manual que faz espirais em fitas de papel para criar desenhos em relevo. Aos poucos, ganha espaço no Brasil, embora seja mais conhecida na China e nos Estados Unidos.

Entre julho e agosto deste ano, a técnica foi tema de ao menos quatro oficinas em São Paulo, com custo que varia entre R$ 150 e R$ 360 para apenas um dia de aula. “Exige um pouco de paciência, mas é super gostoso. Você vai fazendo, o tempo vai passando, e você nem percebe”, descreve Salles.

O novo hobby deu “tão certo” que o advogado enviou a primeira peça, um cartão, para a mãe, como forma de agradecimento.

Artesã e professora de quilling, Fabíola Silva, de 34 anos, viu o crescimento da técnica no País de perto. “Aprendi de forma autodidata (há 12 anos). Na época, não tinha curso”, conta.

Há dois anos, ela deixou a carreira na publicidade para se dedicar às artes manuais e criar a marca Laço do Infinito Handcraft. Fabíola leva de quatro a cinco dias, em média, para fazer apenas uma peça. “Quilling é ‘arteterapia’. É um trabalho de concentração, de paciência, é colado tirinha por tirinha. Brinco que é a técnica de enrolar e beliscar, de enrolar as espirais e beliscar com as mãos para deixar o modelo do jeito que quiser.”

Segundo a artesã Denise Dick, de 30 anos, letras e mandalas são os tipos de desenhos mais procurados. Ela afirma que a técnica cresceu junto com a popularização do lettering (prática de desenhar letras). Outra vantagem do quilling é o baixo custo dos materiais, porque são utilizados basicamente papel e cola. “Está uma onda bem forte. Viajo o Brasil todo para dar curso”, diz a fundadora da marca Petrichor.

Redes sociais potencializam popularização do quilling

Denise Dick reúne mais de 340 ex-alunos e praticantes de quilling em um grupo de Facebook, onde há troca de dicas e compartilhar trabalhos. Para ela, a internet e as redes sociais facilitaram a adesão. “Antes tinha pouquíssimo material em Português.”

Grande parte dos novos adeptos, contudo, vem do Instagram. A comerciante Claudia Sandes, de 51 anos, por exemplo, costumava se considerar “muito ativa” para trabalhos manuais, até ver uma postagem sobre quilling. Ao saber que haveria uma aula para iniciantes em São Paulo, saiu de casa na mesma hora para não perder a oportunidade. “Me ajudou demais emocionalmente. É uma coisa que me enche os olhos e acalma a minha alma”, conta ela, que está em tratamento contra um câncer.

Formada em Turismo, Kamila Amarante, de 40 anos, viu no quilling um novo hobby. Ela já foi adepta do bordado, da pintura e de livros de colorir. Ela diz que a técnica ajuda a lidar com a depressão, diagnosticada há dois anos. “No meio do tratamento, era necessário me focar em coisas que gostava, e descobrir esse hobby novo me ajudou muito”, conta.

fonte: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/arte-com-tiras-de-papel-quilling-ganha-adeptos-em-sao-paulo,61714f149d70de86ca20f7a678521d6cnuslsb3r.html

Estúdio Mauricio de Sousa em São Paulo abre as portas para visitantes

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Conhecer de perto onde são criadas as histórias da Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão agora pode fazer parte do roteiro turístico de quem visita São Paulo. O estúdio Mauricio de Sousa Produções (MSP) — onde ficam os bastidores de um dos quadrinhos mais queridos do Brasil — abriu as portas para visitantes. Os apaixonados pela turminha poderão entrar no mundo das histórias e sentir a emoção de estar no local onde a criatividade é a maior ferramenta de trabalho.

A proposta faz parte das comemorações de 60 anos do estúdio que oferece aos fãs, famílias e grupos escolares uma visita guiada pela linha do tempo nas historinhas da Turma da Mônica, além de passagem pelos setores de criação e design, projetos temáticos e editorial. O visitante ainda tem a oportunidade de conhecer os processos de criação de uma história em quadrinhos e aprender um pouco mais sobre o tema.

Mais de 300 personagens

Quer conhecer a Turma da Mônica?
O cartunista MaurIcio de Sousa criou mais de 300 personagens que habitam o universo
infantil.

Fundada em 1959, a MSP é a empresa responsável por criar a menina Mônica — ícone das revistinhas e que foi inspirada na filha do cartunista criador — e mais de 300 outros personagens famosos nos quadrinhos, TV, internet, livros, cinema, brinquedos e outros produtos infantis. Juntos, os personagens de Mauricio de Sousa fazem parte do universo da literatura infantil brasileira que deixou um legado nas gerações posteriores à sua criação.

“Os mais de 300 personagens da Turma da Mônica habitam o universo de todas as crianças. Com esse enorme sucesso, é natural que fãs tenham interesse em conhecer tudo o que acontece nos bastidores. Por isso, estamos honrados em abrir as portas da nossa casa para o público. Um sonho que era de todo mundo, agora é possível para o mundo inteiro”, comemora o criador, Mauricio de Sousa.

As visitas serão realizadas sempre às terças, quartas e quintas-feiras, das 10h às 11h30 e das 14h30 às 16h, podendo ser agendadas pelo site. Cada visitação dura 90 minutos e tem capacidade de receber grupos com 40 pessoas. Os ingressos custam a partir de R$ 75 (meia-entrada), R$ 150 (inteira), com desconto para famílias ou grupos. Desconto também de 30% para pagamento com cartão específico. (Nayara Oliveira – Ministério do Turismo)

fonte: https://www.jornalcruzeiro.com.br/suplementos/turismo/estudio-mauricio-de-sousa-abre-as-portas-para-visitantes/

Pesquisa aponta que o domínio de mais de um idioma pode elevar salários

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Dominar uma segunda língua – em especial o inglês, atualmente utilizado entre falantes de outros idiomas para se comunicarem no mundo – traz amplos benefícios ligados ao cérebro e a habilidades essenciais do século XXI: pensamento crítico, competências comunicativas, colaborativas, criativas e diversidade cognitiva.

Transitar por duas línguas, além de dispensar intérpretes, tem efeito profundo no modo como as pessoas pensam e agem. O aprimoramento cognitivo é apenas o primeiro passo. Memórias, valores e até a personalidade podem se modificar dependendo da língua que usamos, como se o cérebro bilíngue abrigasse duas mentes autônomas.

Apesar de tamanha importância, segundo pesquisa da Catho, portal com mais de 7 milhões de currículos cadastrados, apenas 5% da população brasileira fala uma segunda língua – e menos de 3% têm fluência em inglês. O mesmo levantamento aponta os efeitos positivos que o domínio de um idioma estrangeiro pode proporcionar para as carreiras: falar uma segunda língua pode elevar o salário em até 52%.

Luiz Fernando Schibelbain - Crédito: Divulgação
Luiz Fernando Schibelbain – Crédito: Divulgação

Apesar disso, durante muito tempo o ensino do inglês não recebeu a atenção merecida. Para o diretor da Positivo English Solution School (PES) e gestor de Idiomas da Editora Positivo, Luiz Fernando Schibelbain, apenas recentemente pais, estudantes e educadores começaram a encarar o ensino de um segundo idioma como algo realmente relevante e indispensável para o desenvolvimento do indivíduo. Schibelbain falou sobre o assunto durante palestra para gestores de escolas conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino, em São Paulo. O diretor do PES defende que para se obter sucesso no aprendizado de um idioma estrangeiro o ensino da língua deve ser de excelência. “É preciso trabalhar as quatro habilidades – fala, compreensão, leitura e escrita – utilizando o contexto escolar e o currículo das diversas disciplinas ofertadas ao longo da vida estudantil”, explica Schibelbain.

De acordo com o diretor, a abordagem do idioma deve ser natural e comunicativa, para que os alunos adquiram a fala, compreensão, leitura e escrita na língua em questão ao longo de sua vida escolar e possam ampliar esse aprendizado para outras áreas do conhecimento. “Dessa forma, os estudantes têm condições de se tornar cidadãos bilíngues, aptos a utilizar o inglês em situações de lazer, acadêmicas e profissionais”, ressalta Schibelbain. Para ele, é preciso fazer do inglês a língua franca das escolas, fortalecendo essa disciplina e permitindo que os alunos se tornem bilíngues. Muitos pesquisadores expõem as vantagens de um bilíngue em comparação a um monolíngue, como o adiamento de futuras demências, maior compreensão de culturas diversas e a oportunidade de expor ideias de outras formas.

Outra vantagem – talvez a mais óbvia – são as oportunidades que se tem ao dominar um outro idioma. Em mercados de trabalho cada vez mais concorridos, é imprescindível ter um excelente domínio de uma língua adicional para se destacar da concorrência. E a avaliação dessa habilidade pode ser feita por meio de certificados de proficiência, análise de histórico escolar com mais horas de aulas em inglês ou por testes e entrevistas práticas para atestar se o domínio de fato existe. Schibelbain destaca ainda que falar um segundo idioma também expande as formas de se conectar com o mundo, permitindo a interação com outras pessoas numa era totalmente interconectada. “Em conjunto com as habilidades essenciais exigidas no século XXI é a chave para o que o futuro apresenta, ampliando as escolhas pessoais e profissionais”, finaliza.

fonte: https://diariodointeriorsp.com.br/pesquisa-aponta-que-o-dominio-de-mais-de-um-idioma-pode-elevar-salarios/

Domínio de outro idioma pode elevar salários

 

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Dominar uma segunda língua – em especial o inglês, atualmente utilizado entre falantes de outros idiomas para se comunicarem no mundo – traz amplos benefícios ligados ao cérebro e a habilidades essenciais do século XXI: pensamento crítico, competências comunicativas, colaborativas, criativas e diversidade cognitiva. Transitar por duas línguas, além de dispensar intérpretes, tem efeito profundo no modo como as pessoas pensam e agem. O aprimoramento cognitivo é apenas o primeiro passo. Memórias, valores e até a personalidade podem se modificar dependendo da língua que usamos, como se o cérebro bilíngue abrigasse duas mentes autônomas. Apesar de tamanha importância, segundo pesquisa da Catho, portal com mais de 7 milhões de currículos cadastrados, apenas 5% da população brasileira fala uma segunda língua – e menos de 3% têm fluência em inglês. O mesmo levantamento aponta os efeitos positivos que o domínio de um idioma estrangeiro pode proporcionar para as carreiras: falar uma segunda língua pode elevar o salário em até 52%.

Apesar disso, durante muito tempo o ensino do inglês não recebeu a atenção merecida. Para o diretor da Positivo English Solution School (PES) e gestor de Idiomas da Editora Positivo, Luiz Fernando Schibelbain, apenas recentemente pais, estudantes e educadores começaram a encarar o ensino de um segundo idioma como algo realmente relevante e indispensável para o desenvolvimento do indivíduo. Schibelbain falou sobre o assunto durante palestra para gestores de escolas conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino, em São Paulo. O diretor do PES defende que para se obter sucesso no aprendizado de um idioma estrangeiro o ensino da língua deve ser de excelência. “É preciso trabalhar as quatro habilidades – fala, compreensão, leitura e escrita – utilizando o contexto escolar e o currículo das diversas disciplinas ofertadas ao longo da vida estudantil”, explica Schibelbain.

De acordo com o diretor, a abordagem do idioma deve ser natural e comunicativa, para que os alunos adquiram a fala, compreensão, leitura e escrita na língua em questão ao longo de sua vida escolar e possam ampliar esse aprendizado para outras áreas do conhecimento. “Dessa forma, os estudantes têm condições de se tornar cidadãos bilíngues, aptos a utilizar o inglês em situações de lazer, acadêmicas e profissionais”, ressalta Schibelbain. Para ele, é preciso fazer do inglês a língua franca das escolas, fortalecendo essa disciplina e permitindo que os alunos se tornem bilíngues. Muitos pesquisadores expõem as vantagens de um bilíngue em comparação a um monolíngue, como o adiamento de futuras demências, maior compreensão de culturas diversas e a oportunidade de expor ideias de outras formas.

Outra vantagem – talvez a mais óbvia – são as oportunidades que se tem ao dominar um outro idioma. Em mercados de trabalho cada vez mais concorridos, é imprescindível ter um excelente domínio de uma língua adicional para se destacar da concorrência. E a avaliação dessa habilidade pode ser feita por meio de certificados de proficiência, análise de histórico escolar com mais horas de aulas em inglês ou por testes e entrevistas práticas para atestar se o domínio de fato existe. Schibelbain destaca ainda que falar um segundo idioma também expande as formas de se conectar com o mundo, permitindo a interação com outras pessoas numa era totalmente interconectada. “Em conjunto com as habilidades essenciais exigidas no século XXI é a chave para o que o futuro apresenta, ampliando as escolhas pessoais e profissionais”, finaliza.

Sobre a Editora Positivo
Fundada em 1979, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

Sobre o Sistema Positivo de Ensino
É o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversas disciplinas, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação. Presente em 1.890 escolas e atendendo mais de 500 mil alunos em 950 municípios do território nacional, o Sistema Positivo de Ensino está presente em 453 escolas de São Paulo, atendendo mais de 113 mil alunos do Estado. Na capital, são 110 escolas conveniadas e mais de 34 mil alunos atendidos.

fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/dominio-de-outro-idioma-pode-elevar-salarios,e43e66c66049ff58d6cafa70a893619c863fgb1v.html

Sistema de bicicletas compartilhadas que ficam soltas pela cidade estreia em SP

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Serviço da Yellow Bike começa com 500 bikes; objetivo é chegar a 20 mil até o fim de 2018, segundo a empresa.

 

O primeiro serviço de compartilhamento de bicicletas que permanecem soltas pelas vias da cidade começa a operar nesta quinta-feira (2) em São Paulo. As bicicletas do Yellow Bike ficam bloqueadas nas calçadas, e o ciclista as desbloqueia por meio de um aplicativo de celular.

O sistema, chamado de “dockless”, dispensa os pontos de estacionamentos específicos para as bicicletas. É o primeiro do tipo a entrar em operação na cidade.

“Nessa primeira fase estamos colocando 500 bicicletas à disposição na cidade”, diz Luiz Felipe Marques, diretor de marketing da Yellow Bike. Ele reforça que é uma fase piloto, que deve durar cerca de duas semanas.

Algumas bicicletas da empresa já haviam sido colocadas nas ruas para testes antes. A diferença é que agora elas podem ser usadas por qualquer pessoa que tenha o aplicativo. O serviço custa R$ 1 a cada 15 minutos de utilização.

A princípio, a operação ficará concentrada entre as Zonas Oeste e Sulo, na região do Centro Expandido. Ou seja, uma bicicleta deixada na Zona Norte provavelmente será levada de volta à área inicial pela empresa.

Segundo Marques, o serviço coletará informações sobre os locais com maior demanda para as bikes. A ideia é colocar mais 1.500 bicicletas na rua após a fase piloto e, posteriormente ampliar o número até chegar a um total de 20 mil pela cidade até o fim de 2018.

GPS e furtos

As bicicletas têm GPS integrado, de modo que a localização de cada uma sempre esteja monitorada e possa ser vista através do aplicativo. Para evitar furtos, elas são equipadas com acessórios feitos especificamente para o modelo da empresa e que não podem ser usados em outras marcas do mercado.

Ariel Lambrecht, um dos fundadores da empresa, explica que a própria bicicleta foi pensada para evitar furtos. “Em primeiro lugar, la é feita de aço, uma matéria muito mais barata que o alumínio”, diz.

Além disso, “alguns parafusos você não consegue, com uma ferramenta comum, remover. O parafuso da roda, por exemplo, não existe uma chave que consiga abrir ele”, afirma, “a não ser que você tenha uma ferramenta que a Yellow tem pra fazer a montagem”.

Lambrecht diz também que as partes da bicicleta, como o selim, não seguem o padrão da indústria e não podem ser adaptados em unidades de outro fabricante. “Algumas pessoas vão roubar no começo, mas a hora que eles perceberem que não tem utilidade, isso vai cessar os roubos”, diz o sócio.

Eduardo Musa, CEO e também cofundador da Yellow, afirma que as experiências ao redor do mundo que não deram certo, como em Manchester, na Inglaterra, tinham poucas bicicletas rodando – quanto mais unidades, maior a vigilância da sociedade. “O sistema [de compartilhamento de bicicletas] só funciona em altíssima densidade”, diz.

Esse é um dos motivos, segundo Musa, de atuar em uma área específica da cidade. “Uma bicicleta isolada fica fora do sistema”, afirma.

Aplicativo

Para usar a bicileta, é preciso baixar um aplicativo da Yellow. Diante da bicicleta, o aplicativo lerá o código de cada uma e o cadeado será aberto automaticamente. A partir deste momento, o cronômetro começa a calcular o tempo de viagem.

Em decreto assinado em setembro de 2017, o então prefeito João Doria (PSDB) estabeleceu novas regras para o compartilhamento de bicicletas na cidade.

De acordo com o decreto, é de obrigação das operadoras fornecer os dados das viagens à Prefeitura, além de garantir a liberação da bicicleta com Bilhete Único.

fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/08/02/sistema-de-bicicletas-compartilhadas-que-ficam-soltas-pela-cidade-estreia-em-sp.ghtm

 

Guarulhos quer fomentar comércio com países árabes

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Secretários do município estiveram na Câmara Árabe nesta quinta-feira discutindo formas de aproximação com a região. Cidade quer mais relações comerciais e culturais com o mundo árabe e planeja eventos voltados ao tema.

São Paulo – A Prefeitura Municipal de Guarulhos quer incentivar o comércio das empresas da cidade com o mercado árabe e as relações culturais do município com a região. O secretário de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação de Guarulhos, Rodrigo Barros (foto acima à esquerda), e o secretário de Direitos Humanos, Lameh Smeili (foto acima à direita), estiveram na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, na capital paulista, nesta quinta-feira (02) para buscar formas de aproximação com os países árabes.

Juntamente com comitiva, eles foram recebidos pelo CEO da entidade, Michel Alaby, e pelo vice-presidente administrativo, Adel Auada. A visita fez parte de uma agenda maior de Prefeitura, de aproximação com câmaras de comércio, consulados e embaixadas, para desenvolver as relações da cidade com outros países. “O mundo árabe tem se mostrado muito aberto para a relação comercial com o Brasil”, disse Barros em entrevista à ANBA, complementando que, ao procurar a Câmara Árabe, o intuito é falar com os 22 países árabes.

O secretário Barros quer fomentar tanto a importação de produtos árabes pelas empresas de Guarulhos quanto a exportação delas para a região. O objetivo é fortalecer a indústria local. “Temos interesse em fortalecer a indústria da cidade de Guarulhos e acreditamos que a exportação fortifica a competitividade da indústria”, disse. Ele vê perspectiva para exportação de produtos como materiais elétricos, metais e itens de higiene e cosméticos.

Barros cita empresas instaladas na cidade que já tem comércio com os árabes, como a Tecfil, indústria de filtros automotivos que vende ao Egito, e outras que não vendem, mas têm potencial para tal, como a SIL, de fios e cabos elétricos, a Ecco Brasil, de cosméticos, e a Higie Top, de higiene, a Karina, de PVC, e a Rosset, de produtos têxteis.

Comitiva de Guarulhos visitou Câmara Árabe