Moradores oferecem tours especiais para turistas curtirem o Rio de Janeiro

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Ao planejar uma viagem, você muitas vezes já deve ter ido atrás daquelas dicas especiais “dos locais”. Sabe aquele lugar ou aquele programa que não estão no check-list do turismo de massa? É uma tendência: as pessoas, cada vez mais, querem ir além dos roteiros tradicionais.

Pensando nisso, o Airbnb, que há 10 anos permite que o morador alugue um dormitório ou um imóvel ao turista, resolveu também fazer com que ofereçam tours diferentes para os viajantes em suas cidades. O projeto, chamado de Experiências, chegou ao Brasil em junho de 2017 para ser testado no destino mais turístico do país: o Rio de Janeiro.

– Percebemos que o anfitrião se oferecia para levar o hóspede a locais de sua preferência. Lugares de que ele gostava, que não são tão conhecidos, menos turísticos. E a resposta era sempre muito positiva. Com isso, quem recebe o turista compartilha uma paixão em locais a que já está acostumado a ir. Daí surgiu a ideia de oferecer isso para toda a comunidade, hospedada ou não no Airbnb – afirma Márcia Motta, gerente de mercado da empresa para Brasil, Chile Argentina.

Hoje, o serviço é oferecido em mais de 40 cidades brasileiras. Só no Rio, são cerca de 160 experiências diferentes e, segundo a empresa, 93% das reservas têm 5 estrelas, nota máxima na avaliação dos usuários.

GaúchaZH embarcou nessa e foi conhecer a Cidade Maravilhosa na companhia de um cantor e compositor que vive a Bossa Nova da Zona Sul, de um gaúcho que largou a gerência de um restaurante para fazer trilhas e viver em uma “praia secreta” e de um jornalista que viajou o mundo experimentando “de tudo um muito” e nos apresentou os melhores petiscos de botequim de Copacabana.

Meu escritório é na praia

“Parece o Armandinho.” Foi o que pensei quando Diego Losch nos recebeu, na entrada da Floresta da Tijuca. Um magrão de 38 anos que largou o emprego de gerente de restaurante para fazer o que realmente lhe dá prazer.

– Hoje, meu trabalho é fazer as pessoas felizes – conta Diego, com um imenso sorriso e um carregado sotaque porto-alegrense.

A Experiência oferecida pelo gaúcho começa com uma trilha de mata densa, degraus altos, desenhados pelas chuvas e galhos caídos no caminho – um desafio até mesmo para os mais preparados. O equipamento do guia? Camiseta com gola caída, bermuda floreada de surfista e pés descalços.

– O contato com a terra faz com que eu sinta a energia. É como se meditasse o tempo inteiro na trilha, unicamente com o som dos pássaros e do vento – diz Diego.

Airbnb / Divulgação
Experiência se encerra na JoatingaAirbnb 

Após 45 minutos de escorregões sem maiores sustos, a recompensa é a vista do Rio de Janeiro que Tim Maia eternizou: do Leme ao Pontal. A uma altura de 696 metros, tem ao seu lado a Pedra da Gávea, que parece estar tão próxima, mas quase 150 metros mais alta. Um piquenique compartilhado, com o lanche de todos os integrantes da trilha repõem as energias gastas na subida.

Ao selecionar os passeios a serem oferecidos, o Airbnb faz o pedido que parece ser o mais óbvio: compartilhem aquilo que vocês amam fazer. Diego propõe, depois da refeição, uma meditação de cerca de 10 minutos. Quase 700 metros acima do nível do mar, relembrando as paisagens que me rodeavam, senti como se planasse sobre a zona sul do Rio, enquanto os pensamentos se dispersavam. A experiência de alguns foi de apenas ouvir e sentir o silêncio. Abrir os olhos e ter a imensidão do azul me fez ter certeza de que decolei.

Airbnb / Divulgação
Trilha na Floresta da Tijuca leva à Pedra da GáveaAirbnb

O cansaço já mais exposto na descida é coroado ao descobrir que há, sim, no Rio de Janeiro, uma faixa de areia disponível sem que se pague R$ 20 pelo aluguel de uma cadeira de praia.

– Eu disse para o vendedor: “Meu irmão, eu moro aqui no Rio”. Sem constrangimento, ele pediu desculpas e deixou por R$ 5 – confessa o fotógrafo Gustavo Wittich, responsável pelas belas imagens desta reportagem.

A praia “secreta” que desvendamos é Joatinga, onde a Experiência se encerra, na sacada do apartamento de Diego.

– Meu escritório é na praia, e viver aqui não tem preço – diz.

Planeje-se

  • Experiência: Explore a Beleza da Cidade Maravilhosa, por Diego Losch
  • Preço: R$ 149
  • Inclui: transporte até a entrada da Floresta da Tijuca, trilha guiada, meditação, piquenique (cada pessoa leva o que quiser compartilhar), transporte até a praia da Joatinga e equipamentos de esporte
  • Duração: cerca de 3h30min

No ritmo da bossa nova

Para conhecer sobre a bossa nova, nada melhor do que seguir o velho ditado: quando em Roma, faça como os romanos. Os costumes, os hábitos e a história de gênero musical característico da zona sul do Rio são rememorados pelo músico Cecelo Frony, com um passeio pelos pontos onde o ritmo surgiu, na tranquilidade de quem considera a Cidade Maravilhosa seu local favorito no mundo.

– A bossa nova para mim é uma volta de bicicleta à beira-mar em Ipanema, sem me preocupar com nada, acreditando que tenho uma vida perfeita – diz Cecelo.

Cantor e compositor, ele já tocou ao lado de nomes como Fagner, Erasmo Carlos e Baby Consuelo. A caminhada começa despretensiosa, com Cecelo mostrando as flores penduradas por cordões nas árvores de Ipanema, em uma espécie de competição entre os porteiros do bairro. Até que avistamos uma placa com os dizeres “Patrimônio Cultural Carioca” grudada na parede de um bar com vitrais de madeira e azulejos coloridos.

Airbnb / Divulgação
Músico Cecelo Frony (de azul) faz um passeio pela bossa novaAirbnb

– Neste bar, que hoje se chama Garota de Ipanema, Vinicius e Tom compuseram Garota de Ipanema, em um guardanapo. A canção fala do andar na praia da mulher carioca, o pisão na areia fofa das praias do Rio, o rebolado – conta ele com uma voz suave, entoando a primeira estrofe do hino da bossa nova, “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça…”.

Cecelo é natural de Teresópolis, na serra do Rio, mas se considera carioca da gema por viver na cidade há 39 anos. É mais um anfitrião do Airbnb que mudou o rumo da vida para trabalhar no que ama.

– Sou formado em Jornalismo, e um dia recebi uma proposta de emprego em um grande jornal. Encontrei a chefe de Redação e questionei: “Dá para faltar? Se não dá, então eu não quero” – brinca o artista, que troca os dias pela noite em seu estúdio, em uma aconchegante residência da metade do século passado, onde vive e compõe.

Nesse ambiente, é revelada a receita do bolo: as raízes da bossa nova vieram do samba.

– O termo “bossa” veio do francês e foi usado para designar “algo novo”. Quando se adicionaram acordes de jazz no samba, as pessoas se acostumaram a pedir: “Toca essa bossa nova, mostra essa bossa nova que você tocou, faz no violão essa bossa nova aí”, e assim se batizou o ritmo, entre os anos 1950 e 1960 – explica.

Planeje-se

  • Experiência: Segredos da Bossa Nova, com Cecelo Frony
  • Preço: R$ 109
  • Inclui: caminhada e visitas à Lagoa Rodrigo de Freitas e ao estúdio do anfitrião
  • Duração: cerca de três horas

Comer e beber sem parar

Airbnb / Divulgação
Paulo Mussoi faz tour em botecos de CopacabanaAirbnb / Divulgação

Juntar pessoas em um bar, comer e beber – tudo com o exagero que uma boa gastronomia merece. É isso que alerta a descrição da Experiência de Paulo Mussoi: “Venha de estômago vazio, porque a ideia é comer bastante”.

O tour promete passar por quatro tradicionais botequins portugueses – os pé-sujos – em Copacabana. Vale citar que o meu grupo entregou os pontos no segundo bar, de estômago cheio e com muitas risadas na conta.

– Levava amigos de maneira informal a meus botequins favoritos e resolvi organizar isso em uma Experiência do Airbnb. Reservamos mesas dos meus locais favoritos no fim de tarde e, além da boa comida e da bebida, trazemos uma experiência gastronômica, pois todos resumem muito bem a história do botequim carioca e a sua essência – explica.

Mussoi tem em seu currículo uma viagem por 150 cidades de 20 países, visitando os mais diversos bares, além de assinar no jornal O Globo a coluna Pé-Sujo, especializada em botequins.

Os locais não têm a sofisticação de grandes bares próximos à orla, mas a experiência vale – e muito – pelos sabores e pela peculiaridade das receitas: alho marinado 24 horas no óleo, polvo ao vinagrete, linguiça ao vinho e sardinha portuguesa assada em azeite são algumas que me deixaram apaixonado pelo Adega Pérola, fundado por uma família portuguesa em 1957 e salvo por um grupo de amigos frequentadores do local. Deu sede? Uma rodada de cervejas artesanais de produtores do Estado acompanham os petiscos.

– Soubemos que viraria mais um bar dessas grandes redes do Rio e nos unimos para comprar. Não podíamos deixar que fechasse. Ele decaiu muito após a morte dos portugueses que o fundaram, e hoje estamos muito felizes de termos o selo de Patrimônio Histórico Carioca – relembra o empresário Marcelo Paulos.

Airbnb / Divulgação
Mussoi assina no jornal O Globo a coluna Pé-Sujo, especializada em botequinsAirbnb 

A ida para o segundo botequim contou com uma caminhada de cerca de cinco minutos, que nos ajudou a encontrar aquele espaço secreto no estômago de quem já estava saciado, mas com desejo de comer mais.

– No Pavão Azul, vocês vão comer o melhor bolinho de bacalhau do Rio – prometeu o guia, provocando olhares duvidosos do grupo.

E não é que ele tinha razão?

– Patanisca é um bolinho de bacalhau que não conta com batata na receita. Por isso, tem muito mais gosto do peixe do que os bolinhos comuns – revela o simpático garçom do bar, que, após tantas cervejas, confesso não lembrar o nome.

Depois de muitos bolinhos de feijão e do também famoso risoto de camarão, a digestão é feita com as premiadas cachaças da destilaria Sete Engenhos. De sobremesa, os pasteizinhos de Santa Clara nos fazem pedir arrego e um táxi de volta para casa.

Planeje-se

  • Experiência: Sabores de Botequim em Copacabana, com Paulo Mussoi
  • Preço: R$ 279
  • Inclui: cervejas, cachaças, drinks e até 10 tipos de petiscos em quatro bares
  • Duração: cerca de quatro horas

Saiba mais sobre o projeto

-No Brasil, o Experiências começou no Rio de Janeiro e, um ano depois, em junho de 2018, passou a ser oferecido em outras cidades. Hoje, há 345 experiências disponíveis – pouco se compararmos às mais de 15 mil oferecidas no mundo inteiro, em ao menos 800 cidades. Na América do Sul, Buenos Aires e Santiago também contam com o serviço.

-No Rio Grande do Sul, ainda há poucas Experiências oferecidas. Entre elas, os usuários da plataforma podem encontrar rafting em Três Coroas, cultivo de alimentos orgânicos em Bento Gonçalves, passeios com a história de Pelotas e oficinas de pintura e escrita em Porto Alegre.

-A ideia é ampliar esse número, principalmente se levarmos em conta a hospitalidade do gaúcho: a cidade de Farroupilha, na Serra, ficou em segundo no ranking das mais hospitaleiras do Brasil em um levantamento feito pelo Airbnb que leva em conta as classificações dos usuários aos anfitriões nos últimos 12 meses. Para chegar à lista, a plataforma avaliou as classificações cinco estrelas creditadas por seus usuários aos anfitriões nos últimos 12 meses.

-Quem tiver bons programas e quiser virar parceiro da Airbnb pode se inscrever em airbnb.com/brasil. Indispensável seguir os três pilares: 1) credibilidade: ser um anfitrião que conheça a cidade ou o passeio oferecido e que compartilhe aquilo que tem paixão por fazer; 2) o visitante precisa ter fácil acesso ao pacote oferecido, e os locais menos conhecidos, que tragam experiências únicas são os mais valorizados; e 3) hospitalidade: seguindo à risca o propósito da Airbnb, se sentir em casa em qualquer lugar do mundo.

fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/viagem/noticia/2018/09/moradores-oferecem-tours-especiais-para-turistas-curtirem-o-rio-de-janeiro-cjmgfkdf505mk01mnh6ygtpnt.html

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Romário diz que pretende alavancar o turismo no RJ investindo no setor e melhorando a segurança

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O senador Romário, candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Podemos, esteve, nesta quinta-feira (6), no bairro da Lapa, no Centro da capital, onde distribuiu santinhos, tirou fotos com pedestres e saudou quem passava de carro pelo local.

O ex-jogador falou sobre os seus planos para revitalizar o turismo no estado do Rio de Janeiro. Segundo Romário, será preciso aumentar os investimentos no setor e a garantir maior segurança para moradores e visitantes.

“Com parcerias com municípios a gente vai atrair de novo esses turistas. A gente tem que diminuir a violência e a gente vai fazer isso através de um policiamento ostensivo. A nossa Policia Federal, a nossa Policia Militar e Civil, com inteligência e investigação. Assim vamos fazer um brilhante trabalho a partir de janeiro aqui no Rio. Vamos devolver à população e ao turista a segurança de estar num estado maravilhoso”, disse Romário.

fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/eleicoes/2018/noticia/2018/09/06/romario-diz-que-pretende-alavancar-o-turismo-no-rj-investindo-no-setor-e-melhorando-a-seguranca.ghtml

Turismo no Rio de Janeiro ganha destaque na revista do The New York Times

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Revista do grupo especializada em estilo de vida dá dicas de visita e apresenta a arquitetura, a gastronomia e a cultura vigente da capital fluminenseRevista especializada em estilo de vida dá dicas de visita e apresenta a arquitetura, a gastronomia e a cultura vigente da capital fluminense

De parques historicamente preservados a obras de arquitetura modernista, a revista eletrônica do jornal The New York Times apresenta o Rio de Janeiro e mostra dicas do que conhecer e onde ficar na “amada cidade brasileira”, como apontou a publicação. A The New York Times Style Magazine destacou, ainda, as obras arquitetônicas de Oscar Niemeyer, afirmando que a capital é “o berço do grande arquiteto modernista, que projetou vários prédios monumentais, bem como um punhado de residências particulares por toda a cidade”.

Além da arquitetura, a publicação descreveu importantes estabelecimentos da cidade e lugares para apreciação de arte e cultura. O Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna (MAM), Mosteiro de São Bento, Parque Lage, Sítio Roberto Burle Marx, Instituto Moreira Salles e a Casa das Canoas fazem parte da lista dos atrativos que a revista indicou para os leitores, no nicho cultural.

De acordo com o Anuário Turístico do Ministério do Turismo, dos 475 mil norte-americanos que visitaram o Brasil em 2017, 135 mil turistas desembarcaram no estado do Rio de Janeiro. Para a presidente da Embratur, Teté Bezerra, publicações como a do jornal estadunidense são fundamentais para mostrar o destino e reforçar a importância de atrair mais visitantes para o Brasil. “A comunicação digital tem um alcance muito maior, fazendo com que mais pessoas conheçam e se interessem pelos destinos e atrativos turísticos brasileiros. O Rio de Janeiro, para o turista estrangeiro, é considerado o principal cartão postal no Brasil, por isso, destacamos esse importante registro da imprensa norte-americana”, afirmou.

fonte: https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/destinos/turismo-no-rio-de-janeiro-ganha-destaque-na-revista-do-the-new-york-times/

Hostel no Rio de Janeiro é considerado o melhor do país

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Uma pesquisa foi feita pela Hostelworld para avaliar hostels pelo mundo todo 2018. Um milhão de viajantes e hóspedes de hostels foram ouvidos e as perguntas foram baseadas em estrutura, serviços, custo-benefício, segurança, atendimento entre outros requisitos.

Público de hostels costuma ser mais jovens que procuram estadia por diárias  menores que costumam encontrar em hotéis. Há bastante tempo estes albergues deixaram de ser apenas um local simples para dormir, para se tornar um lugar confortável com serviços comparados a de um hotel, só que mais simples.

O preço para este perfil de viajante conta muito. Os hotéis em promoção passam a ser um atrativo, por isso muitas vezes a escolha de fechar um hostel para a viagem acaba prevalecendo.

No Brasil, o Discovery Hostel no Rio de Janeiro foi considerado o melhor hostel do país. Veja alguns citados por categoria:

Melhor hostel da África: The B.I.G – Cidade do Cabo, África do sul.

Melhor da América do Norte: Poco a Poco Hostel – León, Nicarágua.

Melhor hostel da Oceania: Queenstown – Nova Zelândia.

Melhore rede de Hostel: Wombats – Viena, Áustria.

Melhor hostel da Ásia: Star Hostel – Taipei, Taiwan.

fonte: http://jornaldiadia.com.br/2016/?p=470429

Parques urbanos são opção para quem quer viajar sem sair da cidade

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 Os parques urbanos brasileiros são verdadeiros oásis. São cenários perfeitos pra caminhar, pedalar, praticar esportes, respirar ar puro e fazer piquenique.

É possível ouvir o canto relaxante dos pássaros, ver o colorido das ávores, das flores, da fauna e da flora. E se der sorte, terminar o dia com um fascinante pôr-do-sol. Os parques são pequenos paraísos que complementam a beleza das cidades sem esquecer o melhor do outro mundo: a natureza logo ali.

Esses são alguns dos principais parques urbanos do Rio de Janeiro:

  • Parque Laje, Rio de Janeiro: O parque, aos pés do morro do Corcovado, na rua Jardim Botânico, tem 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1957 como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro. O palacete que fica no parque abriga, desde 1966, o Instituto de Belas Artes e a Escola de Artes Visuais. Desde 2004 o Parque Lage é parte do Parque Nacional da Tijuca, sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
  • Jardim Botânico, Rio de Janeiro: Fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão do então príncipe regente português D. João, o parque hoje é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.

 

  • fonte: https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/descubra-o-brasil/noticia/2018/08/20/parques-urbanos-sao-opcao-para-quem-quer-viajar-sem-sair-da-cidade.ghtml

O Vale do Café: turismo e cultura

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Uma das regiões mais emblemáticas do Estado do Rio de Janeiro é o Vale do Café. Além de percorrer cidades pitorescas e cheias de opções culturais e gastronômicas, apresenta um acervo de fazendas históricas que retratam a história do café e do negro escravizado. A visitação das mesmas, que com a decadência da venda do café e do leite se viram obrigadas a encontrar no turismo uma forma de sobrevivência, tem se profissionalizado muito nos últimos anos e investimentos foram realizados num modelo de gestão hoteleira.

Sem nenhum investimento efetivo do governo do Estado do Rio de Janeiro, os proprietários foram buscando de forma individual  e com seus próprios recursos soluções para problemas pontuais e iniciativas pioneiras, como o recém inaugurado Museu do Café, em Vassouras e um museu da escravidão, em Rio das Flores. Fora a excelência de uma agricultura sem agrotóxicos e criação de búfalos, em Barra do Pirai. Outra preciosidade são jardins musicais presentes. Enfim, algo que nos leva a uma tomada de consciência de nossa grandiosidade turística.

Preservale

Cabe aqui uma menção também ao Preservale. Trata-se de um instituto sem fins lucrativos que congrega as fazendas da região pelo trabalho e que colocou em prática nos últimos cinco anos a sinalização de parte das rodovias federais, o lançamento de uma revista para promover a região, cursos e seminários e a constante utilização das redes sociais, para promoção institucional do grande produto turístico. Tais atividades ajudaram a uma recolocação mercadológica do Vale, que já tem no seu festival de música um importante momento de venda. Essas atividades mercadológicas devem ser sempre priorizadas no sentido de tornar o Vale do Café um destino mais procurado.

As fazendas hoje realizam atividades educacionais voltadas não só para crianças dos municípios vizinhos mas para o público em geral , como forma de manter viva a história brasileira e fluminense, assim como descentralizar a oferta turística existente, com novas opções de comercialização de um turismo cultural, responsável e sustentável. Valorizar o patrimônio preservado é uma forma efetiva de contribuir para a manutenção da memória e de entender melhor os rumos que o Brasil tomou.

Retomada

Com a proximidade das eleições, esperamos que os próximos programas de governo sejam de fato voltados para o desenvolvimento turístico, não com as ideias mirabolantes e constantes lançamentos de programas que não acontecem,  mas sobretudo com uma proposta de retomada do crescimento da região, através de um plano estadual de aperfeiçoamento do turismo, que inclua postos de informações, sinalização e estratégias de desenvolvimento e promoção, com a interação com a população anfitriã que precisa ser parte do processo de busca de sobrevivência do Turismo.

Não basta acreditar, identificar e discutir o potencial turístico, o que a região necessita já está claro e consta do programa feito por técnicos para maximizar o numero de visitantes; o momento é para que os fazendeiros e outros atores se unam e exijam (como herdeiros de uma parte importante de nosso passado) que Poder Público e Iniciativa Privada tracem caminhos para o futuro próximo…

fonte: https://diariodoturismo.com.br/o-vale-do-cafe-turismo-e-cultura/

Circuito Mundial de Squash chegará ao Brasil em 2019

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Lagoa Rodrigo de Freitas, no RJ, receberá evento entre 2 e 7 de abril

O Circuito Mundial de Squash chegará ao Brasil em 2019, e o local escolhido foi a Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais mais famosos do Rio de Janeiro. De 2 a 7 de abril, os melhores atletas do mundo no esporte disputarão o Rio International Squash Open, etapa Silver do Circuito Mundial, que chega pela primeira vez na história à América Latina.

Um dos fatores que promete chamar a atenção do público será a implementação da quadra de vidro com visão 360o e vista para o Cristo Redentor. A ideia segue um modelo já consolidado e que faz muito sucesso em outras etapas ao redor do mundo, como na Grand Central Station, em Nova York, nos Estados Unidos, e nas Pirâmides de Gizé, no Egito.

“Trazer uma etapa deste nível do Circuito Mundial de Squash para o Rio de Janeiro é um sonho antigo e inédito no país e na América do Sul. Vamos realizar um evento no nível dos que já são disputados na Grand Central Station (NY), Canary Wharf (Londres) e nas Pirâmides do Egito, com quadra de vidro para uma experiência em 360o incrível. O objetivo do torneio é inserir a cidade no calendário anual do PSA World Tour, sempre trazendo os melhores atletas do mundo para jogar em um ponto turístico do Rio”, afirmou Fernando Paz, sócio da Siga Norte Eventos e diretor do evento.

De acordo com Fernando, ao todo, serão 48 atletas de mais de 20 países nas categorias masculino e feminino. Um dos objetivos é usar o torneio para mostrar as belezas naturais cariocas e atrair turistas. Haverá transmissão para mais de 140 países por meio de emissoras como Eurosport, BT Sport e SquashTV.

“Eventos de grande porte como o Rio International Squash Open 2019 são de extrema importância para a divulgação e promoção dos atrativos turísticos do Rio de Janeiro. É mais um destacado evento esportivo que repercutirá imagens do nosso estado em centenas de países. A cidade, hoje, conta com ampla rede hoteleira, infraestrutura de transporte público, além de equipamentos turísticos, e está preparada para receber eventos desta natureza, que atraem um enorme fluxo de turistas nacionais e internacionais”, disse Nilo Sergio Felix, secretário de estado de turismo do Rio de Janeiro.

 

Em paralelo, o torneio servirá também para promover o squash no Brasil. Ao mesmo tempo em que ocorre a etapa do Circuito Mundial, será realizada uma etapa do circuito carioca, com 250 atletas de todas as partes do país.

“Estamos entusiasmados com a realização de um torneio PSA Silver no Brasil, proporcionando o crescimento e o desenvolvimento do squash em nosso país. Nós incentivamos e apoiamos o compromisso do Rio de Janeiro com o squash e temos certeza de que este evento será uma grande vitrine para a modalidade”, afirmou Carlos Paiva, presidente da Confederação Brasileira de Squash (CBS).

Vale ressaltar que o squash é um esporte que vem crescendo pelo mundo e já tem cerca de 20 milhões de praticantes em mais de 185 países. Além disso, as etapas do PSA World Tour sempre atraem marcas de renome internacional, como Audi, Maserati, Rolex, J.P.Morgan, entre outras.

Com tanta gente praticando e patrocínios bem consolidados, já há especulações de que o squash possa ser inserido no programa olímpico para os Jogos de Paris, em 2024.

fonte: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/circuito-mundial-de-squash-chegara-ao-brasil-em-2019_35231.html