Nova ponte suspensa de vidro atrai turistas na China

 Com 268 metros de extensão e a 158 metros de altura, ponte na província de Henan é trêmula e tem painéis que simulam rachaduras quando as pessoas caminham sobre eles. Travessia une dois penhascos em Xuchang.

 Uma nova ponte suspensa, com piso de vidro, na província chinesa central de Henan, trouxe uma divertida mistura de empolgação e susto a turistas durante o feriado do Festival da Primavera.

A ponte, aberta ao público cerca de uma semana antes do feriado, tem 268 metros de extensão e fica a 158 metros de altura. Os painéis de vidro têm espessura de 2,4 centímetros e apresentam imagens de rachaduras quando as pessoas caminham sobre eles.

Pendurada sobre dois penhascos em uma bela paisagem na cidade de Xuchang, a ponte trêmula atraiu muitos turistas que queriam testar sua coragem.

“Ela é suspensa e trêmula, o que torna a travessia mais assustadora”, disse um deles.

A China possui agora dezenas de passagens, pontes e plataformas de observação de vidro em seus pontos turísticos espalhados pelo país.

No final do ano passado, outra ponte suspensa de vidro, com 488 metros de extensão, foi inaugurada na província de Hebei, no norte do país.

Fonte: https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/nova-ponte-suspensa-de-vidro-atrai-turistas-na-china.ghtml

http://globotv.globo.com/g1/g1-turismo-e-viagem/v/nova-ponte-suspensa-de-vidro-atrai-turistas-na-china/6518361/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução na língua chinesa.

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Como são feitas as legendas de filmes e séries?

Traduzir o roteiro é só o começo: há diversas adaptações necessárias, tanto técnicas quanto culturais, e tudo é revisado com afinco

Elas são encomendadas pelas distribuidoras a empresas especializadas (que possuem times de tradutores freelancers) ou então diretamente a esses profissionais. Embora existam muitos estúdios de tradução e legendagem (e que às vezes também fazem dublagem), o aumento da produção de conteúdos e a variedade de mídias (TV, Blu-ray, cinema, streaming…) tem feito os canais e as produtoras preferirem cada vez mais gerenciar a produção de legendas via plataformas online, sem precisar contratar estúdio. Os profissionais passam por testes de capacidade que avaliam sua experiência, seu conhecimento em línguas e, principalmente, sua carga cultural na língua que será traduzida. Diploma pode ajudar, mas não é obrigatório. Em média, por mês, cada produtora é responsável pela tradução de 15 séries de TV e mais de 200 horas de filmes.

1. Quando a produtora recebe o pedido de legendagem, começa o processo de seleção dos profissionais que farão a versão brasileira. Cada produto possui um determinado perfil de tradutor: além de experiência e conhecimento nas línguas, a afinidade do candidato com o tema do material e seu repertório são decisivos para garantir um bom trabalho de tradução

2. O material recebido pela produtora é assistido de cabo a rabo para determinar os pontos de entrada e saída de cada legenda (timing). Existe um profissional específico, o marcador, para esse trabalho. Ele informa ao software a posição e o momento exatos em que cada legenda deve aparecer e desaparecer

3. Geralmente o tradutor tem acesso ao material audiovisual e ao seu roteiro para garantir uma tradução fiel. Em alguns casos, como nas séries House e Law & Order, a produtora consulta médicos e advogados para traduzir termos técnicos usados na série. É comum que os tradutores conversem com fãs-clubes para acertar o tom dos diálogos ou tenham um glossário de termos técnicos para determinadas séries

4. A tradução deve sempre ser fiel ao roteiro e passa por diversas adequações: para que a legenda seja legível, há um limite de caracteres por linha (CPL) e por segundo (CPS) em cada mídia. Exemplo: Game of Thrones tem limite de 32 CPL na TV e até 42 no Blu-ray. São regras diferentes para mídias distintas e a HBO encomenda as duas legendas. Termos gringos são regionalizados, marcas e merchandising nos diálogos são anulados e os palavrões são amenizados. Mas há distribuidoras que pedem que o conteúdo impróprio seja mantido para não descaracterizar o material

5. O prazo para produção das legendas varia entre 5 e 7 dias, dependendo do produto. Em casos extremos, o tradutor tem só dois dias. Nos blockbusters e nas séries exibidas em paralelo no Brasil e nos EUA (simulcast), como Game of Thrones, alguns estúdios fazem uma tradução às cegas, usando só os roteiros enviados pela distribuidora, sem assistir ao episódio ou filme

6. Quando a produtora faz as legendas para um filme ou série, ela cede os direitos de exibição apenas para quem a contratou. Por essa razão, é comum que filmes e séries sejam relegendados e até redublados, pois é muito mais barato (e menos burocrático) refazer tudo do que comprar os direitos de exibição da legenda de outro canal

Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/cinema-e-tv/como-sao-feitas-as-legendas-de-filmes-e-series/

Espanglish Traduções oferece os seus serviços de tradução de vídeos – legendagem.

Está apta a fazer legendagem para todo tipo de meios audiovisuais

  • Programas de televisão
  • Filmes
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O processo de tradução:

É fundamental que as informações contidas em seus vídeos sejam traduzidas para o Inglês, Português, Espanhol (ou a língua requerida) utilizando o idioma específico de seu mercado, sem erros em traduções literais que muitas vezes podem ser vistos até em grandes filmes de Hollywood. Legendar filmes é uma combinação de software de legendagem e tradutores experientes com amplo conhecimento linguístico e cultural.

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ALFABETO CHINES MANDARIM – A MELHOR aula de Letras Chinesas até HOJE

Assista este vídeo que ensina o alfabeto em chinês. (obrigado, Canal Aprenda Falar Chinês).

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CHINESES REAGINDO A COMIDA CHINESA DO BRASIL

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Gxjuo3wwPEY

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Mandarim será requisito de 42% das empresas dos EUA até 2020

Demanda no Brasil ainda é tímida, mas deve crescer nos próximos anos, segundo especialistas

 

São Paulo – Procura por profissionais que falam outros idiomas deve crescer nos Estados Unidos na próxima década. De acordo com pesquisa do University of Phoenix Research Institute, a proficiência em espanhol e mandarim lidera a lista de habilidades que serão mais requisitadas pelos empregadores.

Ao todo, 42% das empresas ouvidas pela pesquisa admitiram que querem contratar pessoas que dominem o idioma oficial da China.

A demanda é um retrato fiel da mudança de foco dos negócios internacionais de hoje: com os investidores, ao mesmo tempo, encantados com o ritmo de crescimento chinês e desconfiados com as economias que ainda estão se recompondo da crise.

Para se ter uma ideia, a China atraiu, em 2010, 101 bilhões de dólares em investimentos, de acordo com relatório da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad). Com isso, o país está atrás apenas dos Estados Unidos na lista dos principais destinos de investimentos estrangeiros.

Brasil
Dadas as proporções do estreito relacionamento comercial entre Brasil e China, a demanda ainda é tímida no território nacional. Mas, afirmam especialistas, profissionais com esse perfil já são “disputados a tapa” em alguns setores.

“A princípio, a procura por profissionais que falassem mandarim era para atuar nos escritórios das empresas brasileiras na China”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria 2GET.

Nos últimos anos, de acordo com o especialista, essa procura se acentuou, mas em uma situação inversa. Agora, os chineses estão entrando no Brasil. E compreendê-los em sua língua nativa é um diferencial para todo profissional.

“Nos próximos anos, o Brasil vai entrar em um processo muito pesado de investimentos em infraestrutura”, diz Baccetti. “Boa parte desses projetos terá participação de investidores chineses. O profissional que souber mandarim será muito valorizado”.

De acordo com a Câmara Brasil China de Desenvolvimento Econômico (CBCDE), a estimativa é de que, em 2010, o comércio com os chineses tenha alcançado a marca dos 50 bilhões de dólares.
Vista de Pequim à noite (Getty Images/EXAME.com)
Nesse cenário, as oportunidades para profissionais que tenham domínio sobre o mandarim extrapolam os limites dos bancos de investimento ou empresas ligadas ao comércio internacional. De acordo com Bacetti, setores do entorno, como escritórios de advocacia internacional e até agências de propaganda, vão começar a procurar pessoas com esse perfil.

Aprendizado
No entanto, essa crescente importância do mandarim para os negócios globais não é suficiente para motivar os ocidentais a encarar a aprendizagem da língua. Dos 518 profissionais que participaram da pesquisa da University of Phoenix Research Institute, 80% admitiam que não gostariam de aprender o idioma.

Isso é facilmente explicado pelas características do idioma oficial da China. Primeiro, o mandarim não é elaborado com base em um alfabeto convencional, mas sim em 60 mil ideogramas que representam conceitos. “A pessoa deve fazer uma associação de ideias e não de letras”, diz Chen Hsiu Li, professora do colégio Sidarta, de São Paulo, que oferece aulas de mandarim na grade de matérias obrigatórias dos ensino fundamental e médio.

Os diferentes tons do idioma também podem fazer muitos ocidentais tropeçar. “Se você confunde a entonação, muda todo o significado da palavra”, diz a professora. E também não vale ter “letra feia”. De acordo com a especialista, basta um traço diferente na caligrafia do ideograma para que a palavra perca todo o seu sentido.

Cláudia Siqueira, diretora do colégio ameniza a situação. “Existe uma complexidade do idioma para a própria comunidade chinesa. Na vida comum de um chinês, ele também esbarra com essas questões”, diz.

Fonte: revista EXAME.

Qual o nível de inglês que preciso para fazer intercâmbio?

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O intercâmbio é uma excelente oportunidade para vivenciar outra cultura, fazer amigos em diferentes países, conhecer novas regiões e viajar pelo mundo. Um dos maiores atrativos é a possibilidade de aprender uma nova língua. Estudar em outro país é uma maneira divertida e eficiente de aprender um novo idioma.

Uma das línguas mais procuradas pelos intercambistas é o inglês. Entre os destinos mais desejados estão as cidades de Londres, Nova York e Sydney, lugares localizados em diferentes continentes e que apresentam ótima qualidade de vida.

A técnica de inserção, que coloca o estudante para vivenciar a cultura de outro país diariamente, é uma das melhores formas de aprender o idioma. Contudo, muitos estudantes têm dúvida em relação ao nível de inglês necessário para realizar o intercâmbio.

Podemos classificar o conhecimento em outra língua, essencialmente, em quatro níveis: básico, intermediário, avançado e fluente. As escolas de idiomas separam os alunos de acordo com este conhecimento. Dessa forma, todos os estudantes de uma sala de aula apresentam o mesmo nível no idioma e podem avançar juntos. Abaixo, saiba mais sobre essa classificação.

Níveis de inglês

Básico

Alunos no nível básico têm pouco conhecimento na língua. Sabem algumas palavras, mas não têm boa leitura ou escrita.

Intermediário

São estudantes que apresentam um nível regular de escrita e leitura. Também já apresentam um pouco de conversação.

Avançado

Quem apresenta boa leitura e escrita, compreende bem o que ouve e consegue se expressar sem muita dificuldade tem nível avançado.

Fluente

Pessoas fluentes são aquelas que têm completo domínio sobre o idioma. Conseguem escrever, ler e falar espontaneamente sem dificuldade.

Qual o nível ideal de inglês para fazer intercâmbio?

O nível ideal depende do objetivo do intercâmbio. Alguém que pretende viajar para fazer uma especialização no exterior precisa de um bom conhecimento no idioma do país. Já quem viaja com intuito de aprender a língua pode apresentar diferentes níveis de inglês.

Uma pessoa com nível básico vai adquirir toda a base necessária na escola e vai poder aproveitar para praticar o que aprender nas situações cotidianas. Quem tem conhecimento intermediário ou avançado tem a oportunidade de aperfeiçoar a fluência na língua, na escola e na convivência com pessoas nativas do país.

Por isso é importante que, no primeiro dia de aula, cada estudante faça uma prova para avaliar o seu nível de conhecimento na língua. De acordo com o resultado, o aluno é direcionado para a turma mais adequada.

Para garantir o máximo de aprendizado durante o intercâmbio, é extremamente recomendado que o estudante aproveite a oportunidade para conviver e conversar com pessoas que falem fluentemente o idioma. Quanto mais o intercambista falar e praticar, maior será o aprendizado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  http://blog.descubraomundo.com/intercambio/qual-o-nivel-de-ingles-que-preciso-para-fazer-intercambio/                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       .  Faça um orçamento sem compromisso!

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Falar duas línguas atrasa o Alzheimer!!!

Uma série de estudos vem comprovando que o domínio de mais de um idioma ajuda a combater a doença. O mais recente deles mostra que pessoas bilíngues diagnosticadas com a doença levaram quase cinco anos a mais para sofrer com os sintomas.                                                                                

CB/D.A Press
Aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de ‘malhação mental’ (foto: CB/D.A Press)

Aprender um novo idioma abre inúmeras oportunidades: ler livros no original, conhecer outros países com desenvoltura, ganhar pontos no currículo… Mas há um benefício que, talvez, supere todos os outros: ser bilíngue atrasa em mais de quatro anos os sintomas de demências, incluindo o Alzheimer, em pacientes que sofrem desse mal. Pesquisas têm demonstrado o potencial que o aprendizado de uma linguagem traz para a cognição e a memória. A mais recente, realizada na Bélgica, corroborou essa teoria.

Uma equipe de psicólogos e neurologistas da Universidade de Ghent analisou o histórico médico de 134 pessoas diagnosticadas com a doença de Alzheimer, sendo que 65 delas eram bilíngues. Entre as que falavam apenas um idioma, a demência se manifestou, em média, aos 71,5 anos. No segundo grupo, os primeiros sinais do problema surgiram aos 76,1 anos. Essa diferença também apareceu na idade em que os indivíduos receberam o diagnóstico oficial: 72,5 contra 77,3 anos.

“O bilinguismo foi a única variável que demonstrou um efeito no atraso da manifestação dos sintomas. Diferentemente de outros estudos, no nosso, alguns fatores, como estresse associado à profissão e privação de sono, não tiveram peso significativo”, esclarece a psicóloga Evy Woumans, principal autora de um artigo sobre a pesquisa, publicado no jornal Bilingualism: language and cognition. “O que esses novos estudos estão indicando é que falar mais de um idioma atua como elemento de proteção da mente, em termos de declínio da cognição e da memória”, afirma.

Densidade Segundo Andrea Chiang, pesquisador de psicologia da linguagem da Universidade Quest, no Canadá, numerosos estudos descobriram que uma das melhores formas de adiar a deterioração da mente é mantê-la em atividade, seja jogando sudoku, fazendo palavras cruzadas ou lendo livros. Para ele, não há tanta diferença entre se empenhar nessas atividades ou entrar para um curso de idiomas. “O cérebro é um músculo que precisa se exercitar, como qualquer outro. Todas as atividades mentais estimulam o cérebro e constroem uma espécie de reserva cognitiva, mesmo quando o declínio físico já está aí”, afirma ele.

Evy Woumans, no entanto, sustenta que há bons motivos para acreditar que a aprendizagem de um idioma pode ser mais eficaz que outras estratégias de “malhação mental”. “Estudos de imagem já mostraram que quem fala duas línguas apresenta maior densidade de matéria cinzenta e branca no cérebro, comparado a pessoas da mesma idade que só falam o idioma materno. Esses estudos fornecem uma base neural para uma potencial vantagem do bilinguismo na reserva cerebral, à medida que o declínio cognitivo é associado à diminuição da integridade da matéria branca e à redução no volume de massa cinzenta”, afirma. De acordo com ela, uma nova linha de pesquisa, ainda muito recente para produzir resultados certeiros, tem indicado que o aprendizado de uma segunda língua, inclusive, traz um incremento para a plasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o órgão tem de se adaptar e se renovar.

O linguista e professor de literatura inglesa Hans Bak, da Universidade de Nijmegen, na Holanda, publicou há alguns anos um estudo que, assim como o dos colegas belgas, indicou que o bilinguismo retarda os sintomas do Alzheimer. Na pesquisa, ele constatou que tanto essa forma de demência quanto outro tipo de declínio cognitivo podem ser atenuados pelo fato de se falar duas línguas ou mais. “Esse conhecimento de idiomas teve o efeito mais dramático em pessoas diagnosticadas com demência do lobo frontotemporal, que compromete a memória e o comportamento de uma forma progressiva e muito séria”, diz. Saber mais de uma língua atrasou em até seis anos os sinais do problema. “É importante destacar que não é o número de idiomas que conta. Você pode falar quatro ou duas línguas, o efeito é o mesmo”, diz.

ProjeçõesA Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 35,6 milhões de pessoas no mundo sofram de demência, com 7,7 milhões de novos casos anualmente. Como, na Índia, o problema aparentemente será maior, com 10 milhões de pacientes em 2100, segundo projeções, o Departamento Indiano de Ciência e Tecnologia financiou um grande estudo para detectar fatores de proteção da mente. O bilinguismo foi o principal, contou Suvarna Alladi, neurologista do Instituto Nizam de Ciências Médicas em Hyderabad, na Índia.

Por meio da assessoria de imprensa do jornal Neurology, no qual publicou o resultado de uma pesquisa sobre esse tema, a médica relatou que, em seu país, a demência ocupa o posto de um dos mais sérios problemas de saúde pública. “Como muitas pessoas lá podem falar fluentemente dois ou mais idiomas em seu dia a dia, nos traz certo alívio saber que temos esse fator de proteção. Fizemos, então, um estudo para verificar se idiomas com raízes muito distintas da língua materna trazem maior benefício para a mente. Percebemos que, sim, quanto mais distintos esses idiomas, maior o potencial de poupar o cérebro de declínios futuros”, diz.

Para Hans Bak, contudo, esse não é um fator tão relevante. “Já vi alguns pesquisadores argumentarem isso, mas não vejo essa importância toda na questão da distância linguística. Temos de aguardar mais estudos a respeito para chegar a uma conclusão mais contundente”, afirma. O linguista conta que outra curiosidade dos cientistas diz respeito à idade que se começam os estudos. “Há um interesse em saber se as habilidades cognitivas podem ser retidas de forma similares se a pessoa aprende o segundo idioma apenas na segunda metade da vida. Ainda não temos estudos sobre o tópico, mas meu palpite é de que o benefício para a mente é igual, não importa quando se começou a estudar o idioma”, diz.
Nova técnica de detecção
Mudanças nas conexões cerebrais visíveis no exame de ressonância magnética funcional podem representar um biomarcador de imagem da doença de Alzheimer, segundo estudo apresentado na semana passada no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte. Embora não exista cura para o problema, acredita-se que tratamentos preventivos podem ser efetivos antes de o paciente ser diagnosticado.

Até agora, os esforços de detecção precoce têm se focado no nível de beta-amiloide circulante no organismo. Essa proteína aparece em quantidades anormais em pessoas com Alzheimer e pode ser encontrada no líquido cefalorraquidiano, substância que circula no cérebro e na medula espinhal. Mas o novo estudo se debruçou sobre a estrutura das conexões de neurônios na massa branca do cérebro.
A equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, analisou 102 pacientes que participam de um estudo nacional chamado Iniciativa de Neuroimagem da Doença de Alzheimer. Essas pessoas se submeteram ao exame de imagem de difusão, um tipo de ressonância que verifica a integridade da matéria branca do cérebro, ao medir a facilidade de a água se mover pelos sulcos existentes nela. “Sabe-se que a água prefere se mover por regiões bem definidas no cérebro, o que faz desse exame uma ferramenta excedente para avaliar a estrutura da matéria branca”, disse, em um comunicado, Jeffrey W. Prescott, radiologista de Duke.

Os pesquisadores correlacionaram mudanças na estrutura da matéria branca com os resultados obtidos pelo exame do PET scan, técnica que mede a quantidade de placas beta-amiloides no cérebro. Constatou-se que quanto maior o acúmulo da proteína, mais fraca é a conexão estrutural nas cinco áreas pesquisadas. Ou seja, o novo exame mostrou-se eficaz para detectar a presença do Alzheimer. “Tradicionalmente, acredita-se que a doença produza os efeitos cognitivos adversos por danificar a massa cinzenta, onde a maior parte das células nervosas está concentrada”, diz Prescott. “Mas esse estudo sugere que o depósito amiloide na matéria cinzenta está associado a problemas nas conexões que ocorrem na matéria branca, essencial para conduzir mensagens por meio de bilhões de células nervosas”, acrescenta .                                                                                                                      fonnte;http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/12/11/noticias-saude,191031/Espanglish oferece aulas particulares de inglês, espanhol e outros idiomas para você!!!!!

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