O sistema educacional na Alemanha!!

A estrutura do sistema de ensino da Alemanha difere muito da brasileira. Cada Estado tem autonomia sobre o seu sistema educacional que, dentro dos 16 Estados alemães, pode variar muito. A obrigatoriedade escolar, todavia, começa aos seis anos para toda a Alemanha.
Toda criança a partir dos 3 anos de idade tem, por lei, seu lugar garantido no jardim da infância (Kindergarten). Normalmente, o jardim da infância é mantido pelos pais, que pagam uma mensalidade de acordo com o rendimento familiar, independente se o estabelecimento é público ou privado. Muitos deles são mantidos por igrejas e/ou iniciativas particulares que, nas cidades pequenas, exercem grande influencia sobre a comunidade.

Para garantir um lugar no jardim da infância perto de sua residência, o governo aconselha aos pais a iniciarem a procura meses antes da época da criança começar a frequentar as aulas.

Alguns Estados oferecem às crianças um ano de preparação para o ensino fundamental, isto é, através de brincadeiras educativas, a criança aumenta seu conhecimento da língua alemã para a sua iniciação na escola (Grundschule).

Uma curiosidade no primeiro dia de aula do ensino fundamental, é a Schultüte, um cone colorido cheio de presentes e doces para.as criancas. O gesto incentiva a ida para a escola e ajuda a tornar o primeiro dia de aula mais prazeroso.
As escolas alemãs no Brasil também seguem esse costume. A tradiçao é fortemente passada para os alunos que em muitos casos são filhos de expatriados alemães que moram principalmente em São Paulo. As escolas oferecem salas separadas para o aprendizado em alemão e em português.

Ensino fundamental (Grundschule) – O ensino fundamental na Alemanha é público, gratuito e tem duração de quatro ou seis anos, dependendo do Estado. Em sua maioria a criança frequenta o “curso primário” da primeira à quarta série, sempre meio período. Recentemente, voltou a ter destaque na mídia alemã a discussão sobre modificar das 7:00 para 9:00 horas o horário de início das aulas para que as crianças apresentem um melhor rendimento.
O ano letivo na Alemanha, diferentemente do que ocorre no Brasil, tem início em agosto.

Escolas secundárias e ensino médio – Ao encerrar o ensino fundamental, as crianças começam a ser orientadas para sua vida profissional e são encaminhadas para as chamadas escolas secundárias. A decisão da melhor opção de escola secundária é tomada pelos professores juntamente com os pais, de acordo com o desempenho da criança no ensino fundamental. A opção da escola pode ser, se necessário, modificada.

As escolas secundárias são de três tipos: Hauptschule, Realschule e Gymnasium.

Na Hauptschule, os alunos recebem uma formação geral básica que normalmente tem duração de cinco a seis anos. Após sua conclusão, o aluno está habilitado a frequentar um curso nas escolas profissionalizantes (Berufschulen), para exercer um ofício na indústria ou na agricultura.

A Realschule, assim como a Hauptschule, também oferece uma formação geral básica, com a diferença de habilitar aos cursos mais adiantados nas escolas profissionalizantes. Normalmente tem duração de seis anos.

O Gymnasium, que tem duração de nove anos, propicia uma formação mais aprofundada. Concluindo o Gymnasium, o aluno podera obter o certificado chamadoAbitur, que habilita o jovem a frequentar um curso em uma universidade de sua escolha, de acordo com suas notas. Isto é, os alunos com as melhores notas têm preferência nas faculdades e nas escolhas de profissões mais especializadas, como por exemplo, medicina. O sistema de notas nas escolas alemãs é bem diferente em relacão ao Brasil: As notas variam de 1 a 6, sendo 1 a melhor nota.
O diploma Abitur pode ser comparado ao Vestibular brasileiro.

Nas escolas profissionalizantes (Berufschulen) o jovem é preparado para o exercício de uma profissão oficialmente reconhecida. A formação teórica se dá na escola através das aulas, um a dois dias por semana; a formação prática é feita no posto de trabalho (empresa ou oficina), três dias por semana. Os cursos têm duração de dois a três anos e o estágio é remunerado, sobretudo para os jovens vindos da Hauptschule e da Realschule. Há muitos casos de alunos que cursaram o Gymnasiun e possuem o diploma Abitur, que optam por uma formação deste tipo.

O sistema educacional na Alemanha, em relação ao Brasil, apresenta uma grande vantagem: o ensino gratuito. Muitos estudantes estrangeiros são atraídos pelas universidades que abrem suas portas e oferecem cursos em inglês para aqueles que não dominam o alemão. Apesar de uma decisão judicial recente permitir que os Estados cobrem taxas de estudantes nas universidades, ainda acredita-se na importância de misturar nas salas de aula, várias nacionalidades com diferentes expectativas políticas, sociais, culturais e econômicas.

A internacionalizacão do sistema de ensino alemão ainda é uma questão de grandes discussões entre acadêmicos e especialistas em educação.                                                                                                                                                                                                                                                    fonte:http://www.conteudoescola.com.br/colunistas-conteudo-escola/54/170-o-sistema-educacional-na-alemanha

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INGLÊS PARA TODOS…

Muitas crianças com Síndrome de Down têm entrado em escolas da rede regular de ensino, nas escolas de inglês ou feito aulas com professores particulares.
Inevitavelmente, muitos professores acham a idéia de incluir alunos com Síndrome de Down em suas classes preocupante e ficam apreensivos a princípio. Porém, a experiência demonstra que a maioria dos professores têm as ferramentas necessárias para entender as necessidades específicas destas crianças e são capazes de ensiná-los efetivamente e com sensibilidade.

Há muitas razões por que uma criança com Síndrome de Down deve ter a oportunidade de frequentar aulas de inglês.
Cada vez mais pesquisas tem sido publicadas e o conhecimento sobre as capacidades de crianças com Síndrome de Down e o potencial de serem incluídos com sucesso tem aumentado. Ao mesmo tempo, os pais têm se informado mais sobre os benefícios da inclusão. Além disso, a inclusão é não discriminatória e traz tanto benefícios acadêmicos quanto sociais.

Crianças com Síndrome de Down típicas possuem dificuldade de fala e linguagem.
O atraso na linguagem é causada por uma combinação de fatores, alguns deles físicos e alguns devido a problemas cognitivos e de percepção. Qualquer atraso em aprender a entender e usar a linguagem pode levar a um atraso cognitivo. O nível de conhecimento e entendimento e, logo, a habiliade de acessar o currículo vai inevitavelmente ser afetada. Habilidades receptivas são mais desenvolvidas do que habilidades de expressão. Isso quer dizer que as crianças com Síndrome de Down entendem mais do que são capazes de expressar. Como resultado disso, as habilidades cognitivas destes alunos são freqüentemente subestimadas.
Além disso, a combinação de ter uma boca menor e músculos da boca e da língua mais fracos torna a formação das palavras fisicamente mais difícil, e quanto maior a frase maiores ficam os problemas de articulação.

Já tive alunos com Síndrome de Down, que eram colocados na sala de aula sem um treinamento mínimo do professor feito pela escola.
São alunos carinhosos, dedicados e entusiasmados, mas que são submetidos a testes e provas regulares, juntamento com os outros alunos.
O que percebí é que eles conseguem chegar ao nível intermediário, mas a partir daí, sentem uma grande dificuldade em relação às estruturas e vocabulários mais elaborados.
Muitas vezes essa pressão é feita por parte dos pais em relação à escola. Eles querem que seu filho seja tratado com naturalidade, sem diferenças, mas quando fazem provas mais difíceis e não conseguem acertar, ficam extremamente tristes e frustrados.
Na minha opinião, eles devem sim frequentar as aulas, devem ser encorajados a participar, mas ao mesmo tempo não se deve exigir notas e resultados tão elevados.

ALGUMAS ESTRATÉGIAS QUE PODEM SER USADAS POR PROFESSORES, QUANDO POSSÍVEL, EM SALA DE AULA:
– Dar tempo para o processamento da linguagem e para responder.
– Falar frente à frente e com os olhos nos olhos do aluno.
– Usar linguagem simples e familiar, com frases curtas e enxutas.
– Checar o entendimento – pedir para a criança repetir instruções dadas.
– Evitar vocabulário ambíguo.
– Reforçar a fala com expressões faciais, gestos e sinais.
– Ensinar a ler e usar palavras impressas para ajudar a fala e a pronúncia.
– Ensinar gramática com material impresso, cartões de figuras, jogos, figuras de preposições, símbolos, etc.
– Evitar perguntas fechadas e encorajar a criança a falar além de frases monosilábicas.
– Encorajar o aluno a falar em voz alta na sala dando a ele estímulos visuais. Permitir que eles leiam a informação pode ser mais fácil para eles do que falar espontaneamente.
– O uso de um diário para casa e escola pode ajudar os alunos a contar suas “ novidades”.

O que realmente importa é que a criança tenha um professor que tenha entusiasmo e boa vontade em ensinar, que seja aceita pelo restante do grupo, que sinta felicidade em estar na aula.
O resto será pura diversão ao aprender o novo idioma.                                                                          fonte:http://tadeuabranches.blogspot.com.br/2010/10/alunos-com-sindrome-de-down.html

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A origem da língua italiana – por Elizabeth Gilbert.

Ciao a tutti!

Há alguns dias recebi um email do meu querido Waldir Strazza intitulado A origem da língua italiana e achei o texto muito bacana! Antes de reproduzir aqui, fui ver quem era o autor do texto para dar os devidos créditos e descobri que a autora é ninguém menos do que Elizabeth Gilbert que escreveu o best-seller Eat, Pray, Love(Comer, Rezar, Amar).

Portanto, com os devidos créditos a Elizabeth e também os devidos agradecimentos ao Waldir pelo envio do texto, segue o texto:

A origem da língua Italiana

A Europa era uma confusão de inúmeros dialetos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos – francês, português, espanhol, italiano.

O que aconteceu na França, em Portugal e na Espanha foi uma evolução orgânica: o dialeto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, a língua oficial da região toda.

Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro.

Na Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália sequer foi um país. Ela só se unificou bem tarde (1861) e, até então, era uma península de cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras potências europeias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse conquistar a fortaleza ou o palácio local.

O povo italiano se mostrava alternativamente humilhado e conformado com toda essa dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada por seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aquele bando apático que dizia: “Franza o Spagna, purchè se magna” que, em dialeto, significa: “França ou Espanha, contanto que eu possa comer”.

Toda essa divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialetos locais incompreensíveis para quem era de outra região.

Um cientista florentino mal conseguia se comunicar com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (exceto em latim, que não chegava a ser considerada a língua nacional).

No século XVI, alguns intelectuais italianos se juntaram e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialetos locais e o batizou de italiano.

Para encontrar o dialeto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até a Florença do século XIV. O que esse grupo decidiu que a partir dali seria considerada a língua italiana correta foi a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.

Ao publicar sua “Divina Comédia”, em 1321, descrevendo em detalhes uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante havia chocado o mundo letrado ao não escrever em latim. Considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa respeitável havia “prostituído a literatura”, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro, por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou esse idioma para contar sua história.

Ele escreveu sua obra-prima no que chamava de dolce stil nuovo, o “doce estilo novo” do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.

O fato de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir dali, a língua oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de acadêmicos de Oxford houvesse se reunido um dia no século XIX e decidido que – daquele ponto em diante – todo mundo na Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare. E a manobra realmente funcionou.

O italiano que falamos hoje, portanto, não é o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e comercial), e sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.

Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para expressar os sentimentos humanos quanto esse italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.

Dante escreveu sua “Divina Comédia” em terza rima, terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de “ritmo em cascata” – ritmo esse que sobrevive até hoje no falar cadenciado e poético dos taxistas, açougueiros e funcionários públicos italianos.

A última linha da “Divina Comédia”, em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente compreendido por qualquer um que conheça o chamado italiano moderno.

Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, l’amor che move Il sole e l’altre stelle… “O amor que move o sol e as outras estrelas…”                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          fonte:http://www.minhasaga.org/2013/10/a-origem-da-lingua-italiana-por-elizabeth-gilbert.html

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Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas!

A língua oficial do Brasil é o português, idioma que é falado e escrito pela imensa maioria da população. O português é a língua usada nas instituições de ensino, nos meios de comunicação e nos negócios. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas.

O idioma falado e escrito no Brasil é parcialmente diferente do utilizado em Portugal e nos outros países lusófonos. Em razão das diferenças geográficas e culturais entre Brasil e Portugal, e também das diferentes políticas linguísticas construídas pelos dois países ao longo dos anos, o português brasileiro e o português europeu não evoluíram de forma uniforme. Há muitas divergências entre as normas cultas das duas variantes da língua, sobretudo no que se refere à fonética, à ortografia e ao sistema pronominal. Mesmo assim, tais diferenças não comprometem o entendimento mútuo.

Há ainda diversas variações dialetais internas ao português brasileiro, que se ligam sobretudo a diferenças regionais e sociais.

A Língua Brasileira de Sinais também é considerada um meio de comunicação legal no país.

Idiomas indígenas e de imigrantes

Hotel em estilo alemão no Lago Negro, em Gramado, no Rio Grande do Sul: na região, o dialeto alemão é uma das principais formas de comunicação.Na época do descobrimento, é estimado que falavam-se mais de mil idiomas no Brasil. Atualmente, esses idiomas estão reduzidos a 180 línguas. Das 180 línguas, apenas 24, ou 13%, têm mais de mil falantes; 108 línguas, ou 60%, têm entre cem e mil falantes; enquanto que 50 línguas, ou 27%, têm menos de 100 falantes e metade destas, ou 13%, têm menos de 50 falantes, o que mostra que grande parte desses idiomas estão em sério risco de extinção.

Nos primeiros anos de colonização, as línguas indígenas eram faladas inclusive pelos colonos portugueses, que adotaram um idioma misto baseado na língua tupi. Por ser falada por quase todos os habitantes do Brasil, ficou conhecida como língua geral. Todavia, no século XVIII, a língua portuguesa tornou-se oficial do Brasil, o que culminou no quase desaparecimento dessa língua comum.

Com o decorrer dos séculos, os índios foram exterminados ou aculturados pela ação colonizadora e, com isso, centenas de seus idiomas foram extintos. Atualmente, os idiomas indígenas são falados sobretudo no Norte e Centro-Oeste. As línguas mais faladas são do tronco Tupi-guarani.

Além das dezenas de línguas autóctones, dialetos de origem alóctones são falados em colônias rurais mais isoladas do Brasil meridional, sobretudo o hunsrückisch e o talian (ou vêneto brasileiro), de origens alemã e italiana, respectivamente.[48

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100 Palavras Em Inglês Que Usamos No Dia a Dia!

Hey There! Você pode nem notar, mas já usa muitas palavras (e expressões) em inglês no seu dia a dia. Nem notamos geralmente porque já adotamos elas no nosso vocabulário e, muitas vezes, até “abrasileiramos” a pronúncia delas. Sim, essa imensa lista são de palavras (e denominações, ex: Top Model) que não são originais do português, muito menos do nosso país! Além da lista destas 100 palavras, eu ainda vou te ensinar nesse post uma forma muito legal de aumentar seu vocabulário com elas. Siga lendo e descubra.

 

Saber todas estas 100 palavras não quer dizer que você seja capaz de se comunicar. Porque? Simples, não se aprende nada com palavras soltas. Então qual a utilidade de saber isso tudo?  Tem uma dica muito legal para você utilizar estas palavras que você já “sabe” em Inglês para construir seu vocabulário. Olha só que legal …

 

Você vai pegar as palavras que você conhece, como por exemplo, On sale (na promoção / com desconto),  e fazer associações com ela ligando palavras relacionadas  em uma folha de papel ou mesmo um documento no Word ou Google Docs (melhor esse que é gratuito e esta sempre disponível online onde quer que você esteja.). Por exemplo:

 

PALAVRAS RELACIONADAS COM “ON SALE”

 

1 – Coisas – Shoes – Sapatos / T-shirts – Camisetas / Clothes – Roupas / Accessories – Acessórios

 

2 – Lugares – Store – loja, mercado / Mall – shopping center / Clothing store – Loja de roupas / Shoe store – Loja de sapatos

 

3  -Verbos – Buy – Comprar  / Return – Devolver / Try on – Experimentar  / Wear – Usar (roupas) / Go – ir / Sell – Vender / Pay – pagar

 

4 – Frases – “I have to go to the store to buy clothes”“Eu preciso ir a loja comprar roupas”  –  “She needs to go to the mall to return her shoes” – “Ela precisa ir ao Shopping Center para devolver o sapatos dela.”

 

Desta forma você pode aprender muitas coisas com as palavras que você já sabe. Tente você mesmo fazer esse exercício com algumas das palavras da lista abaixo. Divirta-se e deixe seus comentários com algumas frases que você conseguiu construir em inglês.

 

1- Milkshake
2- Hamburguer
3- Diet
4- Light
5- On sale
6- Fashion
7- Designer
8- Sundown
9- Top less
10- Top Model
11- Fitness
12- Outdoor
13- Delete
14- Insight
15- Notebook
16- Big Brother
17- Cheeseburguer
18- CD-ROM
19- Pop star
20- Dvd
21- Windows
22- Word
23- Download
24- Internet
25- E-mail
26- Messenger
27- Mc Donald
28- Bob´s
29- Drink
30- Plug
31- Hotmail
32- Site/Website
33- Hotdog
34- Shopping
35- Show room
36- Playstation
37- Station Games
38- Lan House
39- Book
40- Drive thru
41- Fast Food
42- Pit stop
43- Miss
44- Gift
45- Feeling
46- Show
47- Pen drive
48- Swing
49- Rock
50- Kids Club
51- Shampoo
52- Freestyle
53- Hip hop
54- Pop
55- Street fighter
56- Look
57- Make up
58- Desktop
59- Brother
60- Ok
61- Funk
62- Crowd
63- Nice
64- Stress
65- His
66- Hey man
67- Handball
68- Volleyball
69- Basketball
70- Big
71- Net
72- New look
73- Gay
74- Pay per view
75- Man
76- Champion
77- Niely Gold
78- Time
79- Nutritive
80- Always
81- God
82- The flash
83- Flash
84- Play
85- Password
86- Username
87- On
88- Off
89- Stop
90- Slow motion
91- Picture
92- Zoom
93- Drive
94- Login
95- Delivery
96- Quick
97- Reboot
98- Danger
99- Laser
100- Bad boy                                                                                                                                                        fonte:https://ingleswinner.com/blog/100-palavras-em-ingles-que-usamos-dia-dia/

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Tradução de Manuais Técnicos!!

Muitos pensam que a tradução de manuais é uma tarefa que exige menos do profissional que textos mais elaborados como os textos científicos, por exemplo. Realmente, são trabalhos bem diferentes e exigem destrezas específicas para que o resultado seja o melhor possível.

A tradução de manuais técnicos requer destaque nos seguintes aspectos

  • Adequação e coerência terminológica
  • Uniformidade de estilo e objetividade
  • Clareza nos dados
  • Diagramação apropriada e se possível ajustada ao original

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PRECISAMOS FALAR SOBRE A DIFERENÇA ENTRE PREPARAÇÃO E REVISÃO DE TEXTOS?

Um assunto importante e um tanto polêmico entre revisores de texto.

A diferença entre preparação e revisão de textos é um tema muito importante para os revisores. Isso porque clientes em sua maioria não sabem exatamente o que é feito em cada uma das atividades. Outro problema é que nem sempre os próprios revisores concordam sobre as atribuições de cada profissional (e provavelmente alguém reclamará sobre isso nos comentários deste post).

As duas etapas fazem parte do processo editorial, no entanto, ocorrem em momentos diferentes. A preparação é feita logo após a tradução, quando se trata da edição de uma obra estrangeira; quando o livro é nacional, será enviado pelo autor para a editora, que o encaminhará para a preparação após a análise do editor. A imagem ilustra de modo geral as etapas da escrita/tradução de um livro até a impressão.

 

 

O QUE É PREPARAÇÃO DE TEXTO?

Quando falamos de preparação, falamos de uma leitura que busca não só falhas ortográfico-gramaticais, mas também problemas de coesão (mau uso de conectivos, por exemplo), fluidez textual (ordem dos elementos na frase, naturalidade da frase em português), se estão sendo usadas expressões comuns no português, se ocorreram saltos de tradução ou se a tradução está com “cara” de inglês simplesmente traduzido para o português, por exemplo.

  • É feita no Word.
  • Dá sugestões de estilo.
  • Verifica continuidade e consistência textual.
  • Reescreve trechos para dar mais clareza ao texto.
  • Verifica correção gramatical e sua adequação ao contexto.

VEJA O RESULTADO DA PREPARAÇÃO.

Na imagem abaixo, você vê uma página de preparação no modo de leitura do Word, com o controlador de alterações ativado e as alterações exibidas no texto (inserções) ou em “balões” na lateral direita (exclusões, comentários e alteração na diagramação).

 

O QUE É REVISÃO DE PROVA?

Já a revisão de provas é feita após a diagramação e antes da aprovação final do editor, tendo um propósito um tanto quanto diferente da preparação. Nessa fase, os problemas textuais já são, evidentemente, bem menores. Checa-se então, além de problemas textuais menores que possam ter passado pelo preparador, aspectos gráficos da obra, buscando a consistência em relação, por exemplo, a negritos, itálicos e caixa-alta e baixa. O revisor também presta atenção em itens como numeração de sumário, se as remissões estão corretas, numeração de índices ou se nenhuma parte do livro se perdeu durante a diagramação.

  • É feita em PDF ou papel.
  • Verifica a existência de viúvas, órfãs e problemas gerais de diagramação.
  • Confere translineação.
  • Verifica cabeçalhos, rodapés, numerações e peso de títulos.
  • Confere, novamente, ortografia, concordâncias, coesão, etc.

E O RESULTADO DA REVISÃO.

Nesta imagem, veja as marcações feitas em PDF usando os sinais de revisão de provas.

 

O QUE SÃO EMENDAS E POR QUE DEVEMOS CONFERI-LAS?

As emendas são as marcações de alterações indicadas pelo preparador ou pelo revisor, como você pode ver nas imagens acima.

As emendas de preparação são feitas e aceitas no próprio Word; como o preparador altera o texto diretamente, ele tem essa liberdade. Já as emendas de revisão são marcações em um PDF ou no papel, para que o diagramador, posteriormente, as faça no arquivo dele (InDesign ou algum outro programa de diagramação/paginação).

Nesse ir e vir de arquivos, algumas alterações pedidas pelo revisor podem se perder, então é interessante que este confira se as emendas pedidas na etapa anterior foram feitas para que o trabalho tenha continuidade.                                                                                                               FONTE:http://revisaoparaque.com/blog/diferenca-preparacao-e-revisao-de-textos/

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