América Latina inspira espetáculo de Felipe Hirsch no 25º Porto Alegre Em Cena

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Um dos espetáculos nacionais mais aguardados do 25º Porto Alegre Em Cena, A tragédia e comédia latino-americana terá duas sessões, nos dias 13 e 14 de setembro, no Theatro São Pedro. A peça da companhia Ultralíricos, dirigida e idealizada por Felipe Hirsch, discute a identidade plural da América Latina, buscando referências em vários autores do continente.

O texto do espetáculo é construído a partir de fragmentos de obras de escritores de diferentes épocas e países – Glauco Mattoso, Lima Barreto, Augusto de Campos e Roberto Bolaño são alguns deles. A ideia é despertar reflexões sobre temas como educação, violência, consumo desenfreado, protestos, binarismo político e ideológico, não valorização da cultura e falta de consciência histórica. Consagrado por trabalhos arrojados, que aliam teatro, música, literatura e artes visuais, Hirsch propõe uma encenação que desmistifique fronteiras, tanto físicas como imaginárias, inclusive misturando idiomas.

O elenco inclui nomes conhecidos, como Caco Ciocler e Julia Lemmertz. A cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara aparece como uma grande metáfora visual, composta por blocos de isopor que, ao longo das cenas, são arrastados pelos atores, deixando rastros, como imensos tijolos que se desgastam. O compositor gaúcho Arthur de Faria assina a direção musical.

A tragédia e a comédia latino-americana – díptico que compila duas montagens – faz parte de uma trilogia iniciada em 2013, com Puzzle, e completada no ano passado, com a estreia do espetáculo Selvageria. O público do Em Cena poderá assistir também a uma conversa com Felipe Hirsch, dia 14, às 11h, no Teatro Renascença, com entrada franca.

O 25º Porto Alegre em Cena é uma realização do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e da Prefeitura de Porto Alegre. O patrocínio master é da Braskem e o patrocínio é de Panvel Farmácias, BarraShoppingSul, Multiplan e Itaú. Os agentes culturais são a Primeira Fila Produções e a Leão Produções. Apoio institucional do Grupo RBS, TVE e FM Cultura. Apoio cultural do Programa Pontes (uma parceria da Oi Futuro com o British Council), Vitlog, Sesc – Sistema Fecomércio, Theatro São Pedro e Associação de Amigos do Theatro São Pedro. O festival conta com financiamento Pró-cultura RS, mecanismo de incentivo à cultura da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

A tragédia e comédia latino-americana (SP)

Dias 13 e 14 de setembro, às 21h, no Theatro São Pedro

Recomendação etária: 16 anos

Duração: 180min

Ingressos: R$ 80 / R$ 40 (plateia e camarote central), R$ 60 / R$ 30 (camarote lateral) e R$ 20 / R$ 10 (galeria). Venda a partir de 1º/9 no site uhuu.com/poa-em-cena, na bilheteria oficial (BarraShoppingSul, em frente à antiga FNAC) e no Centro Municipal de Cultura (em dias de espetáculo)

Conversa com Felipe Hirsch (entrada franca)

Dia 14, às 11h, no Teatro Renascença

Ficha técnica:

Idealização e direção geral: Felipe Hirsch

Elenco: Caco Ciocler, Camila Márdila, Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Javier Drolas, Julia Lemmertz, Magali Biff, Manuela Martelli, Nataly Rocha e Pedro Wagner

Direção musical e arranjos: Arthur de Faria

Interpretação musical: Ultralíricos Arkestra – Arthur de Faria (piano e sintetizadores), Adolfo Almeida Jr. (fagote e efeitos), Mariá Portugal (bateria, glockenspiel e tímpanos), Gustavo Breier (processamentos eletrônicos), Georgette Fadel (trompete), Pedro Sodré (guitarras e overdrives)

Autores: Pablo Katchadjian​, J.R.Wilcock, Salvador Benesdra, Marcelo Quintanilha, ​Glauco Mattoso, Reinaldo Moraes​, Dôra Limeira​, Lima Barreto, Samuel Rawett, Augusto de Campos, Roberto Bolaño, Cabrera Infante, ​Gerardo Arana, Juan Villoro e Hector Galmés

Direção de arte: Daniela Thomas e Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Figurino: Veronica Julian

Preparação vocal: Simone Rasslan

Coreografia e preparação corporal: Renata Melo

Diretor de palco: Nietzsche

Engenheiro de som: Gustavo Breier

Assistente de iluminação e operadora de luz: Sarah salgado

Produção executiva: Bruno Girello

Direção de produção: Luís Henrique (Luque) Daltrozo

fonte: http://felipevieira.com.br/site/america-latina-inspira-espetaculo-de-felipe-hirsch-no-25o-porto-alegre-em-cena/

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Experimento Intercâmbio inaugura agência em Porto Alegre

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Porto Alegre acaba de inaugurar uma loja do braço de intercâmbio da CVC Corp, a Experimento, a primeira unidade na capital gaúcha de mais que devem chegar a partir do ano que vem, como prevê a companhia. Trata-se da 54ª loja Experimento no País, e a segunda no Rio Grande do Sul – Caxias do Sul estreou a marca no Estado.

A responsável pela loja é a ex-diretora e fundadora da World Study no Estado, Carla Mussoi, que tem mais de 20 anos de experiência no setor. “Inauguramos a loja em um momento bastante favorável, considerando que hoje em dia as famílias brasileiras identificam o intercâmbio como um importante investimento na formação de seus filhos e no seu desenvolvimento profissional. Estou muito feliz em trazer toda a expertise da Experimento para a cidade de Porto Alegre, oferecendo um atendimento personalizado e de excelência aos gaúchos”, comemora a empresária.

Atualmente, a Experimento tem dez lojas em abertura pelo Brasil. A nova unidade abre as portas na cidade nesta quarta-feira, dia 1º de agosto, na Avenida Nilo Peçanha, 1700, e já estreia oferecendo programas de 2018 e 2019, em High School, Cursos de Idiomas, Au Pair, Programas de Férias, Programas de Estudo e Trabalho remunerado, Formação Profissional e Programas Universitários.

Na última segunda-feira, a Experimento anunciou que a partir de 2019 trocará seu comando. No mesmo dia, a empresa de intercâmbio e a Rextur Advance passaram a usar o CNPJ da CVC.

fonte: https://www.panrotas.com.br/mercado/agencias-de-viagens/2018/08/experimento-intercambio-estreia-agencia-em-porto-alegre_157742.html

Por que os porto-alegrenses são apaixonados por parques

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Depois do julho mais chuvoso dos últimos três anos e de um verdadeiro jejum de orla do Guaíba, fechada para obras desde 2015, o primeiro domingo de agosto pareceu ter um único destino para milhares de porto-alegrenses: o trecho revitalizado de 1,3 quilômetro à beira do Guaíba. A multidão que tem se espalhado pelos bancos, gramado, ciclovia e deques desde então — o que se repete quase diariamente, com maior intensidade nos fins de semana — pareceu ter exposto a sede da população por espaços de convivência e lazer a céu aberto.

Se a febre da orla tem proporcionado a reconciliação dos porto-alegrenses com seu principal cartão postal, ocupar espaços públicos é hábito antigo cultivado por quem vive na Capital. Qualquer dia ensolarado é desculpa para uma incursão a praças e parques, seja para praticar esportes, passear com o cachorro, fazer um piquenique ou simplesmente tomar um mate vendo o tempo passar.

— Embora pareça um fenômeno recente, esse tipo de experiência é bastante incrustada na identidade urbana porto-alegrense. A Redenção é um exemplo típico: sempre foi um espaço de congregação de pessoas, desde a época em que os tropeiros vinham trazer comida para o antigo Campo da Várzea. A Voluntários (da Pátria) era um caminho repleto de árvores frutíferas, e as pessoas faziam passeios ali — lembra a doutora em antropologia Ana Luiza Carvalho da Rocha.

Para a professora da Feevale, a relação dos porto-alegrenses com os espaços públicos, retomada nos últimos anos, esteve adormecida por diversos fatores, como o abandono das praças e parques pelo poder público e a falta de segurança. Ela acredita que o empenho em ocupar essas áreas com atividades de lazer e cultura, além de proporcionar uma convivência saudável com a diversidade, por atrair frequentadores de diferentes perfis, é também uma forma de sinalizar a preocupação da população com a segurança pública.

Prefeitura avalia conceder parques à iniciativa privada

O interesse da população, especialmente, pelas áreas verdes, motivou a prefeitura a contratar, em junho, um estudo para avaliar a concessão de todos os parques da cidade à iniciativa privada. A pesquisa elaborada pelo Instituo Semeia deve ser concluída no fim do ano que vem. A partir daí, a ideia é que os empresários, além de garantir a manutenção da área concedida, invistam em atrações de lazer, cultura e gastronomia — em troca, lucrariam com o consumo dos frequentadores.

— Vamos analisar as partes interessadas, as vocações e o perfil de visitação de cada parque para identificar os melhores serviços a serem prestados. Uma das coisas que já percebemos em Porto Alegre é que existe um uso desses lugares para contemplação: as pessoas usam o parque como extensão da vida, pegam o chimarrão, uma cadeira e vão para lá com os amigos — conta Fernando Pieroni, diretor-presidente do Instituto Semeia.

Ao todo, Porto Alegre conta com nove parques oficiais abertos à visitação, além de áreas verdes de menores proporções amplamente utilizadas, como a Praça da Encol e a Praça do Aeromóvel, que passou a lotar aos finais de semana após sua revitalização. Mas a falta de manutenção prejudica alguns deles, gerando maior concentração nos locais onde há melhor infraestrutura.

Para avaliar as condições de uso, a reportagem percorreu todos os parques da Capital durante a semana. Constatou que a Orla desponta como modelo, com brinquedos, banheiros e estruturas (ainda) em bom estado. Áreas adotadas, como o Parcão, também têm bom estado de conservação e proporcionam diversos usos. Já nos extremos da cidade, a precariedade é sentida. O parque Chico Mendes tem aspecto de abandono, além de ser foco de descarte de lixo irregular, e o Gabriel Knijnik, na Vila Nova, tem potencial desperdiçado: o mirante com vista para o Guaíba e a Zona Sul está fechado.

Segurança e liberdade para levar o mascote

Mateus Bruxel / Agencia RBS
Isadora leva o cachorro Woody para passear no parque toda semanaMateus Bruxel / Agencia RBS

Ao mudar-se para o bairro Passo D’Areia, há cerca de três anos, a estudante Isadora Guarnier ganhou mais que uma área verde a poucas quadras de casa. Dona do border collie Woody, descobriu no Parque Germânia um espaço com natureza, segurança e privacidade onde o mascote podia gastar energia sem entrar em conflito com outros cães e usuários.

— Quando eu morava na Cidade Baixa, ia direto com ele na Redenção, mas nunca me sentia muito bem, por causa da sujeira e da depredação. Além disso, sempre tem gente em todos os lugares. Aqui tem a vantagem de ter pontos mais tranquilos. Posso deixar ele bem livre — relata.

Apesar de o Germânia ser das únicas áreas verdes da Capital a contar com cachorródromo, a estudante aproveita a calmaria para deixar Woody, de 10 anos, o mais solto possível. O cenário ideal, conta, é durante a semana, quando o número de frequentadores é menor — boa parte deles vai ao local para praticar exercícios. Como costuma chegar da faculdade no fim do dia, no entanto, privilegia as idas ao parque nos finais de semana: sábado e domingo pela manhã a dupla bate ponto no local.

A boa estrutura do espaço foi o que mais surpreendeu Isadora à época da mudança. Acostumada a frequentar a Redenção, onde a manutenção frequentemente deixa a desejar, encantou-se com a limpeza e a organização do parque da Zona Norte. Encontrou seu oásis urbano na região de altos prédios e múltiplos shoppings centers.

— A gente tem tanto shopping, tanto lugar fechado, lotado. O parque é um lugar para desopilar, ficar ao livre. É bom para quem está cansado dessas caixas — diz.

Contemplação durante a prática esportiva

Mateus Bruxel / Agencia RBS
Míria e Charles caminham no Parcão quase todas as manhãsMateus Bruxel / Agencia RBS

Só existe um jeito possível para a aposentada Míria Simas, 66 anos, praticar exercícios físicos: sob um céu azul, preferencialmente, sem nuvens, em meio às árvores do Parque Moinhos de Vento. Vizinha do Parcão há cerca de dois anos, vai ao local quase diariamente na companhia do filho, Charles Simas, para uma caminhada de uma hora.

— Só faço caminhada se for no parque, normalmente, pela manhã. Adoro estar ao ar livre. Aqui a gente já conhece as caras: dos que correm, dos que caminham, dos que vem tomar chimarrão, da tia da pipoca e do tio do coco. Tem umas pessoas muito legais — conta a aposentada, que antigamente costumava fazer caminhadas no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.

Por volta do meio-dia de terça-feira, Míria e Charles eram os únicos a utilizarem as barras de alongamento perto do lago para encerrar as atividades daquela manhã. O clima tranquilo do Parcão também é o principal atrativo para que o filho, que frequenta uma academia de ginástica, reveze os exercícios ao ar livre e em um local fechado.

— Aqui dá para contemplar, tomar sol e curtir o ambiente — diz o comerciante.

Mãe e filho acreditam que o sucesso da área verde com os praticantes dos mais diferentes tipos de esportes não é característica apenas do parque vizinho. Moradores de um apartamento, acreditam que locais que oportunizam o contato o ambiente e a luz naturais são naturalmente atraentes.

— Já fui em muitos lugares no mundo e acho que é assim em todos. É só olhar ao redor: até as tartarugas, agora, estão todas no sol. As pessoas precisam de luz. Em dia cinzento, nem venho — sorri Míria.

Tranquilidade para estudar e trabalhar

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Redenção virou o escritório de Maurício, que prepara suas aulas no parqueMateus Bruxel / Agencia RBS

O escritório de Maurício Sortica, 29 anos, tem um gramado extenso, diversos bancos, luz natural e fácil acesso do bairro onde mora com a mãe. Para usufruir de toda essa estrutura, o professor de português e inglês sequer paga aluguel: basta pegar um ônibus ou chamar um carro por aplicativo e está no Parque da Redenção. É lá que, semanalmente, costuma preparar as aulas que dá em um curso pré-vestibular e outro de idiomas.

— Sempre gostei desse ambiente pra ir com os amigos quando era adolescente. Depois que eu comecei a faculdade, em 2006, precisava de um ambiente mais calmo para ler, e passei a ir para estudar. Peguei gosto e acabou se tornando um hábito — conta.

Concentrar-se em casa sempre foi um desafio para Maurício. O conforto do lar parecia mais convidativo a uma soneca do que à alta demanda de leitura exigida pela faculdade de Letras, e as múltiplas possibilidades de distração o faziam perder o foco nos estudos. Na calmaria da área verde, encontrou o ambiente propício para se dedicar às leituras.

Maurício vai à Redenção pelo menos uma vez por semana, munido de livros, lápis, caneta, celular e uma garrafa térmica com chá ou café. Aloja-se em um dos bancos espalhados pelo local ou na grama, onde costuma passar a tarde.

A opção pelo estudo no parque também permitiu conjugar o trabalho com as atividades de lazer. Não raro aproveita a ida à Redenção para encontrar com amigos ou estender o passeio a cafés do entorno

A casa das pessoas se tornou um ambiente restrito a certas interações, mais ligadas à família. Os parques e praças proporcionam uma extensão dessas possibilidades: você não faz só o que tem de fazer, faz outras coisas, encontra pessoas — conta.

fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2018/08/por-que-os-porto-alegrenses-sao-apaixonados-por-parques-cjkycthf602gp01qkkp62e0dp.html

Porto Alegre é a capital que menos consome jogos eletrônicos e vai a circos; especialistas comentam

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Embora os porto-alegrenses consumam mais cultura do que a média da população das 12 maiores capitais do Brasil, Porto Alegre fica em último lugar em dois tópicos: consumo de jogos eletrônicos (46%) e ida a circos (15%). As informações foram reveladas pela pesquisa Cultura nas Capitais, produzida pela JLeiva Cultura & Esporte e pelo Datafolha e divulgada nesta terça-feira (23).

O levantamento despertou a curiosidade de especialistas da área ouvidos por GaúchaZH. Pós-doutor em Jogos Eletrônicos e professor da PUCRS, André Fagundes Pase explica que o Rio Grande do Sul é um dos maiores pólos de desenvolvimento de jogos do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo. Ele cita duas desenvolvedoras porto-alegrenses como exemplo: a Aquiris Game Studio e a Rockhead Games.

— O lançamento mais recente da Aquiris, o Horizon Chase Turbo, está à venda nas prateleiras das lojas físicas. Isso é surpreendente no mercado brasileiro. A maioria dos porto-alegrenses não tem ideia de quanto isso gera de valor à economia, seja um jogo para console, seja um Candy Crush Saga para celular.

A crise econômica enfrentada pelos gaúchos pode ser uma das explicações para o último lugar da Capital no ranking. Como videogames custam caro no Brasil, os porto-alegrenses deixam o gasto com eletrônicos em segundo plano, dando preferência à tradicional TV e a serviços de streaming.

— Jogar ainda custa caro: um videogame custa R$ 1,7 mil e um título recém-lançado custa R$ 260. Jogamos muito, sim, mas ainda somos tradicionalistas na diversão. Ainda é mais barato assistir à televisão e à Netflix.

Pase cita um caso curioso de como os eletrônicos se tornaram importantes símbolos culturais: na Polônia, por exemplo, a série The Witcher, desenvolvida pela produtora CD Projekt Red, se tornou uma febre. O jogo conta a história do bruxo Geralt de Rívia, trazendo consigo diversas referências sobre o folclore polonês em seu universo e seus personagens. O terceiro título da franquia, The Witcher 3: Wild Hunt, vendeu mais de 1,5 milhões de cópias na pré-venda e foi traduzido para 15 idiomas, incluindo o português brasileiro.

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Saga conta a história do bruxo Geralt de RíviaReprodução / Divulgação

Já sobre Porto Alegre estar em último lugar na ida a circos, a curadora do Palco Giratório, Jane Schoninger, reflete que os tradicionais circos de lona vem perdendo espaço para circos de grande porte, que usufruem de uma melhor infraestrutura e atuam dentro de ambientes fechados.

 — O circo tradicional não é tão presente quanto antes. O circo itinerante, de lona, fica mais nas periferias, nos extremos norte e sul da cidade. Em Brasília e Fortaleza, que estão em primeiro lugar, a tradição familiar do circo ainda é muito presente. Eles ainda existem, mas com muita dificuldade de se manterem. Já os contemporâneos ficam em lugares fechados, como teatros. Não sei se nossos filhos terão a memória do circo de lona — diz Jane.

fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2018/07/porto-alegre-e-a-capital-que-menos-consome-jogos-eletronicos-e-vai-a-circos-especialistas-comentam-cjk0dckj3011l01p6wpklm4n4.html

 

Inglês é idioma mais requisitado para tradução simultânea

Desde os primeiros tempos da tradução simultânea, que foi aplicada oficialmente pela primeira vez no julgamento de Nuremberg, após a Segunda Guerra Mundial, o segmento tem evoluído consideravelmente, agregando atualmente empresas especializadas nas diversas modalidades de tradução.

Ao longo das últimas décadas, as empresas de tradução simultânea tem ajudado pessoas e empresas a superar todas as barreiras linguísticas, com profissionais qualificados, que garantem uma comunicação produtiva e eficiente. Em todo o mundo, segundo a Common Sense Advisory, o mercado de tradução em geral atingiu em 2016 total de US$ 43 bilhões de dólares em faturamento.

A globalização e a participação de empresas brasileiras no mercado internacional está exigindo cada vez mais a utilização dos serviços de profissionais que realizam tradução simultânea, garantindo a perfeita comunicação entre executivos e empresários dos mais diversos segmentos do mercado.

Segundo levantamento feito internamente pela plataforma oHub, a busca por estes serviços tem crescido. No primeiro semestre de 2017, o volume de pedidos de orçamento cresceu 68% em relação ao mesmo período de 2016. A média geral em todas as categorias foi menor, 40%.

E o idioma inglês ainda é o mais requisitado. Em pesquisa feita pelo site com seus clientes, 65% dos serviços envolvem esta língua. Em segundo, vem o Espanhol com 25% e as outras línguas, 10% sendo que o Chinês foi o mais citado.

As empresas e profissionais voltados para a tradução simultânea permitem a comunicação nestes diferentes idiomas, traduzindo oralmente a fala de um orador ou de um grupo de pessoas para a língua de outros interessados. Dessa forma, a tradução simultânea procura oferecer a mesma capacidade de entendimento a pessoas de diferentes idiomas, eliminando as barreiras linguísticas em reuniões, debates, conferências e cursos. Existem 2 serviços oferecidos neste segmento que são os mais comuns, a tradução simultânea e a tradução consecutiva.

No serviço de tradução simultânea, o intérprete permanece numa cabine à prova de som, ouvindo por fones de ouvido o que é falado em outro idioma e, através de microfones ligados a receptores dos participantes, transmite a informação em seus idiomas. Esse tipo de serviço não interfere na continuidade do evento, possibilitando que todos possam acompanhar o que está sendo discutido.

Na transmissão consecutiva, o intérprete participa em conjunto com os integrantes de uma reunião ou um encontro e, enquanto um dos participantes fala, o profissional faz suas anotações ou, de memória, faz a tradução em seguida à fala. É uma atividade que também atende encontros de políticos e empresários de países diferentes.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/ingles-e-idioma-mais-requisitado-para-traducao-simultanea/

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Porto Alegre será sede do primeiro Fluxo de europeus nos voos Porto Alegre – Lisboa cresceu 30%

A Capital venceu acirrada disputa contra outras cidades do continente

 

A maior visibilidade que o voo direto Porto Alegre – Lisboa operado pela TAP desde 2011 deu ao Rio Grande do Sul junto aos europeus foi traduzida em números pela gerente comercial da companhia aérea no estado, Maria João Raupp, na visita que fez ao secretário de Turismo da capital gaúcha, Luiz Fernando Moraes, na última segunda-feira (13). Segundo a executiva, nestes cinco anos a presença de passageiros europeus na rota passou de 15% para 30% entre turistas portugueses, alemães e italianos especialmente. “Ainda não atingimos o ideal, que para nós é 50%, mas esse patamar está em nossa perspectiva”, afirmou. A companhia contabilizou 400 mil passageiros transportados nestes cinco anos, comorados no último domingo (12).

Maria João reafirmou a solidez da rota, que segue com três frequências semanais, nas segundas, quartas e sábados. “A crise está aí, mas já foi pior; temos perspectivas de melhora paulatina por fatores como o câmbio mais favorável para os brasileiros, seja em relação ao dólar ou ao euro que ele irá gastar lá fora”, avaliou. A gerente comercial também aposta na posição alcançada por Porto Alegre como 3º destino brasileiro que mais recebe eventos de associativos e de negócios internacionais.

Na reunião, Maria João reafirmou a parceria da TAP com a Secretaria de Turismo de Porto Alegre para ações conjuntas de promoção da capital gaúcha em Portugal e outros destinos da Europa atendidos pela aérea, assim como ocorreu no processo de implantação da rota. “Esta parceria é muito importante, porque a promoção do destino é que faz aumentar o fluxo turístico, que por sua vez gera ocupação hoteleira, movimenta a gastronomia, o comércio e outros serviços, dinamizando um conjunto importante da economia”, avaliou Moraes.

Fonte: http://diariodoturismo.com.br/fluxo-de-europeus-nos-voos-porto-alegre-lisboa-cresceu-30/

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